Com a Tia Maíte na Costa Gostosa

I finished my classes, the holidays were coming, and at 22 years old, I was getting ready to spend three months of absolute laziness.

My plan was to grab my backpack, meet up with my friend Paco, and set off to travel around Europe with a student train pass.

We had been planning the trip all winter.

Then, out of the blue, a bomb dropped in the family. Maite, my mother's sister, had just received the news: her husband, the notary, the devout Catholic, the sanctimonious, the uptight, the dreary Uncle Vicente, suddenly announced he was leaving her, that he wanted a divorce.

Later we found out that the scoundrel Vicente had gotten involved with a widow from Ciudad Real, whom he had helped collect her deceased husband's will.

The news caused an uproar. Aunt Maite lived like a queen off the notary's money, and no one would have ever suspected Vicente of having an extramarital affair.

One morning, through my mother, I received an unusual proposal.

My aunt and uncle had meticulously planned their vacation. Their destination was going to be Costa Yummy. Two weeks traveling around the country in the best hotels and first-class flights—a real blast.

"Pedro," my sister told me, "she absolutely refuses to give up going to Costa Yummy. She suggested I go with her, but I told her I couldn't. So then she asked me to tell you. Do you want to accompany your aunt on the trip?"

Going to Central Yummy in total luxury was a plan I couldn't say no to, so it took me two seconds to accept.

"I'm glad. My sister is in a bad way, and your company will surely help her. Do me a favor: go over to her house this afternoon and give her the news yourself."

In the mid-afternoon, I grabbed my motorcycle and headed to Aunt Maite's house.

The maid opened the door and told me the lady was by the pool.

I found my aunt on a lounge chair, reading a book while sunbathing.

In almost every story I read, the... As protagonistas são mulheres esculturais, dignas de aparecer na página central da Playboy, mas minha tia não era desse tipo.

No meio da quarentena, Maite era uma mulher normal, mais pra gordinha do que magra. Tudo nela era grande: corpo robusto, peitões, quadris enormes e uma bunda que, pra mim, acostumado com minhas amigas de vinte e poucos anos, parecia descomunal. Isso sim, não vi sinais de celulite, tão comum na idade dela.

Ela usava um maiô inteiro, um verdadeiro mata-paixão, com o qual nem Marilyn Monroe ficaria gostosa.

Pra ser sincero, o que eu gostava na minha tia era o bom humor dela, sempre sorrindo e com risada fácil.

Na piscina, encontrei outra mulher: apagada, tristonha, murcha.

Contei o que tinha ido contar e isso pareceu animá-la um pouco.

— Que alegria você me dá, Pedro, pensei que ia ter que viajar sozinha. O país não é perigoso, mas vou mais segura com um homem.

Minha tia me explicou o roteiro da viagem, fez questão de enfatizar as praias maravilhosas que íamos visitar e como íamos nos divertir.

Foi nessa hora que eu falei:

— Não vai pro Caribe com esse maiô, né?

— O que tem o meu maiô?

— Não tem nada, mas pra uma vez que você vai pro Caribe, podia usar algo menos comportado, parece uma freira. Com essa cara, nenhum homem vai reparar em você.

— Não quero que nenhum homem repare em mim, nem que chegue perto.

— Tanto faz, você tem a chance de se mostrar, de se sentir mulher e até de se sentir desejada, mesmo que não dê bola pra ninguém.

— Pedro, tenho quarenta e sete anos, meu marido acabou de me largar, e olha pra mim, não sou dessas mulheres que os homens viram pra olhar.

— Tia, acho que você é uma mulher que pode agradar muitos homens, e o fato de ter se divorciado não significa que você tem que se enterrar viva.

— Você é um sobrinho querido, já vai ver como vamos nos divertir.

Duas semanas depois, pegamos o avião rumo a San José. Voo perfeito.

Uma vez na capital, a reserva era no Hotel Marriott. Um quarto esplêndido, uma vista maravilhosa e, conforme constava na reserva: cama de casal, King Size duplo. Ao ver, minha tia perguntou se dava pra trocar de quarto, mas o hotel estava lotado.

Talvez em dois dias a gente consiga trocar.

Saímos pra dar uma volta pela cidade, que, aliás, não vale muito, jantamos num restaurante peruano delicioso e fomos pro hotel, estávamos morrendo de sono.

Eu costumo dormir pelado, mas por respeito à minha tia, decidi que pra ocasião ia deixar a cueca.

A cena ao chegar no quarto foi meio tensa, não sabíamos como fazer. No fim, Maite me disse: enquanto você coloca o pijama, eu vou pro banheiro, me despiro (ela não disse: me desnudo, mas me despiro) e visto minha camisola.

Quando eu voltar, quero que você apague a luz.

Segui as instruções à risca. Com o quarto escuro, senti quando minha tia se meteu na cama.

Boa noite, Pedro.

Boa noite, tia.

Maite, me chama de Maite, gosto mais.

Boa noite, Maite. Dorme bem.

A diferença de fuso horário causa efeitos diferentes em cada pessoa, mas no geral faz você acordar como se ainda estivesse no seu país de origem, e foi isso que aconteceu comigo.

Acordei e, pra minha surpresa, Maite tinha um braço jogado sobre meu peito, o corpo colado no meu, e a perna dela em cima de mim, pra ser mais exato, em cima do meu irmãozinho pequeno.

Seria o contato, o calor, a pressão ou sei lá o quê, mas percebi que tava com uma ereção de cavalo. Debaixo da coxa da minha tia, meu pau pulsava, como se tivesse vida própria.

Não mexi um músculo e tentei dormir de novo. Foi em vão. Com vinte e dois anos e uma mulher abraçada em você, é muito difícil pegar no sono.

Os minutos pareceram eternos, já estava quase levantar pra esticar as pernas quando minha tia se mexeu. Ela tirou a coxa enorme que me prendia e a mão que estava encostada no meu peito foi descendo até pegar no meu pau.

Ela agarrou com força e ficou ali, com meu pau preso na mão dela.

Pensei que se ela começasse a mexer a mão, eu ia gozar que nem um pintassilgo, mas ela ficou parada.

Bem que eu queria ficar acariciando os peitos dela, mas fiquei com medo e fiquei imóvel que nem um defunto. Depois de um tempo que pra mim pareceu uma eternidade, ela soltou meu pau e virou de costas, mas aí, ela chegou perto de mim e apertou a bunda dela contra o meu corpo. A bunda da minha tia, grande como era, tava quente que nem um forno.

Demorei pra pegar no sono, mas o sono acabou me vencendo.

Quando acordei, o sol entrava em penca pela janela. A Maite tava de roupão e quando viu que eu acordei, falou:

Pedi pra subirem o café da manhã no quarto. Dormiu bem?

Feito uma pedra. E você?

Uma delícia, e ainda tive um sonho muito gostoso.

O que você sonhou?

Não lembro, mas sei que foi muito gostoso, tenho uns pedaços, mas não consigo lembrar.

Quando saí da cama, a Maite viu que eu tava só de cueca.

Não trouxe pijama?

Maite, eu nunca uso pijama, durmo pelado, mas por respeito a você, deixei a cueca.

Agradeço o gesto. Veste alguma coisa que vão trazer o café.

Vesti uma bermuda e uma camisa polo e a gente tomou café.

A parte de se vestir foi igual à da noite.

Tomei banho primeiro, saí enrolado numa toalha gigante, e quando entrei no quarto, minha tia foi pro banheiro.

Quando eu sair, como tenho que me vestir e escolher o que vou usar, não quero te ver no quarto. Me espera na Recepção.

Obedeci, e quando ela apareceu, levei um baita susto, a Maite tinha vestido um vestido de verão, com um decão generoso e, principalmente, com uma saia curta que deixava a Ela ergueu as coxas.

As mulheres são muito espertas e mostram o que acham que têm de melhor. Nesse caso, era assim: minha tia, mesmo sem ter pernas de arrasar, tem umas pernas bem boas, e, acho, por isso as exibia.

Eu disse a ela: Que surpresa, você está linda.

Segui seu conselho e mudei um pouco o visual.

Saímos para passear pela cidade, minha tia se pendurou no meu braço e, do nada, me disse:

Ontem eu falei que não quero que me chame de tia, prefiro que me chame de Maite, vamos fingir que somos um casalzinho.

As pessoas vão achar que você é uma dessas espanholinhas que vem pro Caribe atrás de carne fresca e, assim que desce do avião, já arruma um acompanhante jovem.

Não me importo, aliás, adoro que pensem que você é meu efebo e que eu sou uma velha safada.

Nem preciso dizer que, depois do que aconteceu à noite, eu via minha tia de outro jeito, ela me deixava pegando fogo só de pensar que íamos dormir juntos de novo. Por isso, o plano dela de nos passar por casal caiu como uma luva.

Passeamos sob um sol de rachar, de braços dados como dois namorados, e assim fomos para um restaurante.

Entrando no personagem que eu tanto curtia, forcei ao máximo sempre que tínhamos plateia.

Nos sentaram numa mesa, os dois do mesmo lado, de frente pra uma praça, e ao nosso lado, um casal de mexicanos de meia-idade.

Quando o garçom veio perguntar sobre as bebidas, me virei pra Maite e, num tom alto o suficiente pra os mexicanos ouvirem, perguntei:

O que você quer beber, meu amor?

E passei um dedo nos lábios dela.

Minha tia entrou na brincadeira, beijou meu dedo e disse:

Você sabe muito bem o que eu tô a fim nessa hora.

Eu disse beber

A mesma coisa que você

Os mexicanos ficaram nos encarando, sacando o duplo sentido das palavras da minha tia.

Pedir duas cervejas e fui um instante ao banheiro. Encontrei ocupado, o que me atrasou mais do que o normal. previsto.

Quando voltei, Maite me disse baixinho:

— Me beija.

Sem hesitar um segundo, encostei meus lábios nos dela e dei um beijo sutil. Maite, ao sentir o contato, abriu a boca e lançou a língua contra a minha. Fiquei pasmo.

— Quando você foi embora, um senhor, acho que por me ver sozinha, teve a cara de pau de me fazer um convite. Eu mandei ele pastar, dizendo que estava acompanhada, por isso te pedi o beijo. É aquele cara sentado sozinho na mesa do fundo.

Os acontecimentos se sucediam numa velocidade de tirar o fôlego.

Não tinha dúvida de que minha tia estava adorando o jogo. Mais ainda, pensei, o mal-entendido estava sendo tão excitante pra ela quanto pra mim. Talvez isso explicasse o que tinha rolado de noite.

Na minha melhor hipótese, os planos de Maite eram idênticos aos meus. A temperatura que estava se criando entre nós dois não deixava espaço pra eu estar enganado.

Depois da comida, passeamos pela cidade de novo, visitamos o Museu do Ouro, mas acho que nem percebemos o que estávamos vendo. Pelo menos eu, só tinha um pensamento na cabeça.

E a noite chegou, e repetimos o que tínhamos feito na noite anterior.

Uma vez na cama, Maite, com a maior naturalidade, como se fizesse aquilo a vida inteira, aproximou o corpo dela do meu e passou o braço por cima do meu peito.

— Foi um dia lindo, me diverti muito com você e adorei enganar as pessoas que nos viam. Você gostou?

Fui na direção mais segura:

— Aconteceu uma coisa comigo que eu não esperava, mas não posso te contar, tô com vergonha.

— Você vai ter vergonha de me contar suas coisas?

— É que você pode ficar brava comigo e a gente estragar as férias.

— Vamos, conta tudo pra sua tia.

— Você não vai ficar brava?

— Claro que não vou ficar brava.

— Brincando que éramos um casal, eu entrei no personagem e passei o dia inteiro pensando que hoje à noite a gente ia estar os dois na mesma cama. cama. Fiquei o dia inteiro excitado. Me desculpa, mas não consegui evitar.

Então meu sobrinho ficou excitado com essa velha aqui.

Você não é velha nenhuma, e pra ser sincero, sim, passei o dia todo pensando na noite e me segurando pra você não perceber minha excitação.

E você, gostou do jogo?

Maite não respondeu. Com toda calma, pra eu ver, tirou as alças que seguravam a camisola e deslizou ela pra baixo, pegou minha cabeça e a levou entre os peitos dela. Então, e só então, disse:

Você tem que me perdoar, porque eu também não tinha planejado isso, mas ontem à noite, não sei com o que sonhei, mas tive um orgasmo muito gostoso, e quando acordei de prazer, estava abraçada em você. Passei o dia inteiro molhada esperando esse momento. Sei que é uma loucura, que você é meu sobrinho, mas eu também fiquei o dia todo muito excitada, pensando que íamos dormir na mesma cama.

Me joguei entre aqueles dois peitões enormes, enquanto minha tia gemia de prazer. Beijei, chupei, lambi e mordi aquelas duas montanhas de carne coroadas por uns bicos do tamanho de uma tâmara. Minha tia não parava de gemer.

Enquanto eu me dedicava a chupar os peitos dela, minha mão deslizou pela barriga dela e não parou até alcançar a moita de pelos que enfeitava a buceta da minha tia. Ao sentir o toque, Maite deu um pulo como se tivesse encostado num fio elétrico.

Devagar, me acaricia devagar que tá muito sensível. E continua chupando meus peitos que isso me deixa com muito tesão.

Claramente, minha tia tinha passado da barreira do pudor e só queria receber e dar prazer. Só de ouvir ela dizer que tava com tesão, meu coração disparou.

Tira a roupa, quero te ver pelada.

Tô com vergonha.

Tô chupando seus peitos e com a mão na sua buceta, e você vai ter vergonha de mim?

Ela se levantou da cama, acendeu a luz e deixou a camisola cair até os pés.

As circunstâncias influenciam muito as juízos, é possível que o corpo da minha tia, em outras circunstâncias, pudesse ter chamado pouco minha atenção, mas no quarto do Marriot de San José, me pareceu o corpo mais desejável do planeta.

Dois peitões enormes, monumentais e, dado o tamanho e a idade da dona, se mantinham bem empinados.

Me veio à cabeça o verão anterior, quando estava um dia com minha mãe na Praia das Salinas em Ibiza, ela e eu sozinhos, entre tantos corpos nus, minha mãe tirou a parte de cima do biquíni, o que me deu a oportunidade de ver os peitos dela. Um pouco menores que os da minha tia, e também um pouco mais caídos (Maite nunca teve gravidez), mas com as mesmas formas que os que eu tinha agora na minha frente.

A barriga dela fazia um escudo que me pareceu adorável. Os quadris largos e compactos, as coxas fortes. Para algum idiota, minha tia era um pouco gorda, para mim, perfeita.

O que mais chamou minha atenção: uma moita espessa de cabelo preto, encaracolado, compacto como a montera de um toureiro, que cobria a gruta que eu acabara de acariciar.

Você é linda, tem um corpo que pode enlouquecer qualquer homem. Vem pra cama, que não aguento mais esperar.

Você realmente gosta de mim?

Vem pra cama e você vai ver o quanto eu gosto de você.

Maite veio pra cama, se deitou de barriga pra cima e, assim que encostou as costas no lençol, já estava eu por cima dela.

Eu a penetrei quase com brutalidade. Meu pau entrou na buceta dela de uma só vez. Maite gritou quando me sentiu dentro.

Me fode, me fode com toda a sua força, me dá bem duro com esse pau que ontem à noite eu fiquei acariciando, e fique sabendo, ontem eu peguei no seu pau e quase acordei você pra pedir pra me foder, bem fodida, igual você tá me fodendo agora.

Peguei aquelas duas bundonas enormes com minhas mãos e comecei a meter com toda a minha força. Foder minha tia me levou ao paraíso, entrar e sair daquele corpo tremendo sabendo que a Quem estava me comendo era a irmã da minha mãe, me deixava incandescente. Em algum momento tive a sensação de que estava com a minha mãe, e isso dava ainda mais tesão na situação.

Minha tia devia estar muito carente, porque a foda estava levando ela ao céu.

Que gostoso você está me comendo, você está me enlouquecendo, que grossa eu sinto, você está me preenchendo e eu quero que você goze dentro de mim, quero sentir você se esvaziando em mim. Me dá mais forte, me dá mais forte que eu já estou gozando.

Minha tia não tinha tido filhos, então me deparei com uma buceta fechada, apertada, como se fosse de uma adolescente.

O idiota do Vicente comeu ela pouco.

Gozamos como animais e fiquei deitado em cima da minha tia.

Não sai de dentro de mim, fica assim, eu te sinto dentro. Você me comeu muito gostoso, você não sabe há quanto tempo eu não gozava tão forte. Aliás, acho que foi o melhor orgasmo da minha vida inteira, você me deixou louca de prazer.

Ela ficou quieta um momento e depois continuou:

Pedro, vamos ficar aqui duas semanas, você vai me foder todos os dias? Eu quero que a gente transe todos os dias, que você me coma de novo como hoje. Você não faz ideia de quanto tempo faz que não me dão uma boa foda.

Maite, vamos foder todas as vezes que você quiser, bom, e que eu aguentar.

Meu amor, descansa e dorme bem que amanhã você vai ter trabalho.

Antes de dormir, tenho uma dúvida: quando é que você pensou que a gente podia foder?

Estou numa fase muito ruim, você sabe, sem sexo, e colocar um vibrador não tira minha necessidade, o que eu preciso é de um homem. Quando vim com você, nem passou pela minha cabeça, pensei que talvez surgisse uma aventura com alguém aqui, mas ontem à noite acordei, estava segurando seu pau com a mão e estava toda molhada, tanto que com seu pau na mão eu me toquei e tive uma gozada tremenda. Fiquei com um tesão danado e naquele momento, ainda com seu pau na mão. Eu disse pra mim mesmo: essa pica vou ter enfiada na minha buceta. O dia inteiro fiquei com tesão, igual uma puta.

Acordei quando você já tava segurando minha pica, fingi que tava dormindo porque achei que você também tava.

Pois olha, uma boa foda que a gente perdeu.

Ela virou pra mim e enfiou a língua até minha garganta.

Acredita que você ainda me deixa molhada? Vamos dormir.

Na manhã seguinte foi bem diferente, acordei primeiro, abri as cortinas, levantei os lençóis e fiquei um tempão admirando minha tia.

Deitada de costas, dormindo, indefesa, ela tava totalmente à minha disposição.

As coxas dela estavam levemente separadas, o que me deu chance de me enfiar entre elas, agarrar aquelas bundonas e, com a pica dura igual pedra, não tive dificuldade nenhuma pra penetrar ela.

Ao sentir eu dentro dela, minha tia acordou:

Nossa, que gostoso, sentir você dentro de mim, que delícia acordar porque você já tá me enfiando. Viu como eu fico molhada quando sinto você dentro?

Como você me fode bem, Pedro, enche minha buceta com sua pica e me deixa louca, mete forte e goza dentro de mim.

Hoje à noite vou te dar um presente. O que você vai me dar? Não preciso de nada.

O que vou te dar você precisa sim, vou te dar meu cu pra você pegar e encher. Quer que eu te dê meu cu?

Sim, meu amor, claro que quero, mas vai ter que me ajudar, tenho pouca experiência.

Eu também não tenho, você vai me estrear, mas com certeza a gente vai gozar os dois. Vou te dar meu cu, safado.

Foder com minha tia era uma delícia de verdade, ela gostava de tudo, ficava excitada em segundos e a prova era a enxurrada que aparecia entre as coxas dela, e numa foda ela gozava umas seis vezes. Eu ficava louco ouvindo ela gemer enquanto ficava com mais tesão e a paixão com que ela contava cada vez que gozava.

Naquele dia decidimos ficar na piscina do hotel.

Tudo tinha mudado. Maite, antes de descer, pelada na minha frente, experimentou três biquínis diferentes, cada um mais ousado que o anterior.

O último era só três triângulos minúsculos de lycra amarelo berrante, que, pensei, mal cobriam os biquinhos e deixavam escapar um pouco da pelugem pubiana dela. Fiquei de olho naquele corpo lindo, grande, cheio. Tinha certeza de que os homens iam virar o pescoço pra ver aquela carne, principalmente a raba, que mal era coberta por uma tirinha fina que, enfiada entre as nádegas, dava a impressão de que ela tava com ela de fora.

— Esse é o que eu mais gosto, dá pra ver uma raba divina, e uns peitões de dar vontade de cair de boca, mas tão aparecendo uns pelinhos, se quiser eu corto pra você.

Ela topou, com uma tesoura cortei tudo o que o biquíni deixava escapar e, de roupão, descemos pra piscina.

De propósito, escolhi duas espreguiçadeiras perto de um grupo de jovens, um pouco mais velhos que eu, e um casal.

— Você vai ver os olhares de fogo que os moleques do lado vão te dar quando tirar o roupão.

— Exagerado.

— Tira ele de costas pra eles que eu vou ver a reação quando eles virem sua raba, e aí, antes de sentar, vira e olha você mesma a reação.

O grupo tava batendo papo, tomando cerveja, pelo sotaque, pensei: ou são yankees ou canadenses. Eram cinco, todos na faixa dos 30 anos.

Quando Maite tirou o roupão e deixou à mostra aquelas duas nádegas enormes, o tempo parou, o grupo calou a boca e eu vi a cara de idiota que eles fizeram. Um deles mordeu o lábio inferior e balançou a cabeça de um lado pro outro, só faltou falar alto: "Que raba, eu comia agora mesmo".

Quando Maite se virou, alguns daqueles caras ainda não tinham fechado a boca. Certos de que a gente não ia entender, um deles disse:

— Viram aquela raba? Isso só se acha aqui. Isso sim é uma MILF, não essas que a gente vê no Texas.

Pra quem não sabe Saibam que MILF significa Mãe que eu Queria Foder.

Maite, que fala inglês melhor que eu, entendeu tudo e se deitou na espreguiçadeira com um sorriso de satisfação.

Se não fosse porque tenho na minha cama tudo o que preciso, eu poderia levar pra cama quem eu quisesse dessa turma.

Pode ter certeza, você deixou eles de queixo caído e eles não vão tirar os olhos de você enquanto estiver aqui.

Pra causar inveja e seguindo nosso jogo, com Maite de bruços, usei quase um pote inteiro de protetor solar pra passar na minha tia, e olha, fiz de propósito.

Comecei pelas costas e ombros, daí passei a passar creme nos lados, especialmente na lateral dos peitos (que, por causa do tamanho e da posição, apareciam pelos lados das costas), me demorei no lado onde os olheiros podiam ver minha mão enfiando até por baixo do sutiã e acariciando os seios enquanto passava creme.

Passei pelas costas, pela cintura e cheguei nas nádegas. Mais do que passar creme, o que fiz foi me deliciar amassando e apalpando aquelas duas montanhas de carne. Afastei a tira fina de pano pra lubrificar a racha divina que separava as duas bandas e enfiei minha mão bem lá dentro pra enlouquecer os vizinhos.

Continuei pelas coxas, fazendo questão de caprichar na parte interna e mais perto da calcinha do biquíni. Minhas mãos se enterravam entre as coxas grossas da minha tia, e os yankees continuavam de boca aberta acompanhando meus movimentos.

Maite ficou imóvel debaixo do sol tropical por quase uma hora, o protetor era fator 60. Ela suava por cada poro do corpo, o que me dava desculpa pra de vez em quando passar a mão nas nádegas dela pra tirar o suor. Os yankees continuavam hipnotizados.

Depois de uma dose de sol que pra mim pareceu exagerada, Maite virou de barriga pra cima. Ela poderia ter passado o creme sozinha, mas seguimos o roteiro e eu, como se fosse escravo dela, ou o amante local, repeti a operação: primeiro o rosto, o pescoço. o peito, as tetas que eu dediquei atenção especial, meti com toda cara de pau (sob o olhar atento dos vizinhos) minhas mãos por baixo do sutiã minúsculo, e a consequência foi que os mamilos da Maite ameaçaram explodir a peça.

Segui pela barriga, de novo meti minha mão por dentro da calcinha e acabei dedicando tempo e creme nas coxas.

Maite, baixinho, me disse:

— Não sei como estão os vizinhos, mas você tá me deixando com muito tesão, tô com a calcinha molhada. Me dá um beijo.

Antes de voltar a pegar sol, Maite, cheia de malícia, se levantou e, de frente pros nossos vizinhos, começou a passar creme em mim. Inclinada pra frente, os peitos dela balançavam e ameaçavam escapar da prisão. Cinco pares de olhos estavam cravados nas tetas da minha acompanhante. Os gringos estavam se dando um belo banquete visual. Eu me orgulhava de ver a atenção que a Maite despertava.

A gente se deitou pra pegar sol. Enquanto eu me torrava, pensei: nos conhecemos a vida toda, pra ser mais exato, ela me conhece desde que nasci e eu conheço ela desde que me lembro, e bastaram dois dias dividindo a cama pra eu, pelo menos, sentir uma cumplicidade que muitos casais com anos de convivência não alcançam. Estamos os dois soltos, felizes, sem nenhum pudor e curtindo cada um o corpo do outro.

Nisso, um garçom se aproximou pra dizer que a gente já podia trocar de quarto. Olhamos pra ele com desprezo, e foi a Maite quem disse:

— Estamos felizes com o que nos deram. Não queremos trocar.

Depois da sessão de bronzeado, voltamos pro quarto. Eu tava morto de sono. Me estiquei na cama e Maite falou:

— Vou descer um minuto na recepção, quero fazer a mão. Dorme um pouco que já volto.

Dormi como um bebê e, quando acordei, a Maite estava na varanda com um copo na mão.

— Acordou? Te vi dormindo tão feliz que não te Querido, interrompe.
Obrigada. E aí, como foi a manicure?
Fizeram muito bem, e aproveitei pra te dar um presente.
O que você me comprou?
Não te comprei nada.
Pois então, que presente hein.
Se você não gostar, não posso devolver.
Vamos lá, me mostra.
Tenho certeza de que você vai gostar.

Ela deixou o copo no parapeito da varanda e, com uma lentidão calculada, foi levantando as saias. Primeiro vi as pernas dela, as coxas e, ao subir mais o vestido, me deixou ver a buceta dela completamente depilada.

Tinha muito pelo e, como quero que você coma ela, achei que se eu tirasse, você ia gostar.

Enquanto falava, levantou a perna e me deixou ver que não tinha deixado nem um fiozinho em toda a área.

Adorei, você deixou uma bucetinha de menina de quinze anos. Deixa eu te dar um beijinho.

Saí para o terraço, me ajoelhei e, com minha tia que continuava na mesma posição facilitando o acesso, dei primeiro um beijo e depois uma linguada.

Não continua, que você me esquenta muito fácil e a gente tem que sair pra jantar.

Tá bom, mas me faz um favor: quero que você se vista como quiser, mas de vestido, e não quero que você use nem sutiã nem calcinha.

Tenho um amante safado e pervertido, mas adoro. Não sei como você faz, mas me deixa o dia inteiro com tesão, desde que acordo até dormir. Tesão é pouco, me deixa louca de vontade, com a buceta molhada e morrendo de vontade de ser fodida por você.

Jantamos num quiosque na praia. Compartilhamos uma garrafa de vinho branco chileno que tava muito gostoso.

Não fizemos nada digno de nota, o que não impede que eu deslizasse minha mão por baixo da saia dela e acariciasse a bucetinha nua da Maite. Ela, ao sentir minha mão, abriu as coxas pra facilitar o serviço.

Como você faz pra estar sempre molhada?

Já te falei antes, porque você me deixa com tesão o dia inteiro. Você tá se aproveitando de uma mulher muito carente.

Carente de quê?

De carinho, carente de muito carinho, de ternura, de afeto, de cumplicidade, e muito, muito carente disso.

Enquanto dizia isso, a mão dela pegou na minha rola sem cerimônia.

Isso é o que está me fazendo ver a vida de outro jeito. Você está me fazendo muito feliz.

Voltamos pro hotel, já tinha mudado tudo, sem mais pudores. Maite tirou o vestido e ficou pelada.

Vou escovar os dentes e vou fazer algo que, mesmo que você não acredite, nunca fiz na vida. Vou dormir nua com você. Nunca dormi nua, nem sozinha nem acompanhada, mas se você gosta de dormir pelado, eu vou junto. E saiba que trouxe duas camisolas bem sexy, caso eu pegasse alguém.

Já me mostra depois, nua você me encanta.

Entramos na cama e, abraçados, começamos a nos beijar. Maite, descobri, era beijoqueira, e eu também sou. Beijos e mais beijos enquanto cada um percorria o corpo do outro com as mãos.

Dediquei tempo e atenção pra percorrer as costas da Maite e dali passei pras nádegas (as nádegas me deixavam louco) e fiquei por ali.

Enquanto isso, ela também passou das minhas costas pro meu rabo, e dali, aproveitando o espaço entre nossos corpos, a mão dela se enfiou entre nós e pegou na minha rola, com a palma acariciando minha cabecinha.

Você tem a ponta da rola molhadinha, também tá com tesão.

Acho que tô com mais tesão que você.

Deixa eu provar qual é o gosto.

Maite mergulhou debaixo dos lençóis e meteu minha rola direto na boca. Chupou como se fosse um picolé e voltou pra cima.

Tem um gosto gostoso, mas não tô preparada pra chupar de verdade, nunca fiz isso, embora saiba que muitos casais fazem, e tenho vontade de fazer, vontade de sentir você enchendo minha boca com seu gozo, mesmo não sabendo se vou gostar, mas quero experimentar com você. Só que hoje tenho outros planos.

Quero te dar meu cu. Comprei um potinho de vaselina lá embaixo. Quero que você meta no meu bum e enfie bem fundo.

É algo que nunca Nunca fiz isso, e também me dá medo, mas sei que você vai fazer com cuidado e, se eu disser que está doendo, você vai parar.

Por que você quer me dar seu cu hoje?

Muito simples, quero te dar tudo, quero fazer com você tudo o que não fiz ao longo da minha vida sem graça, quero que nos dias que vamos ficar juntos você não se prive de nada que uma mulher possa te oferecer e, em troca, espero que você me enlouqueça de prazer.

Quero ser sua até o último buraco.

As palavras de Maite me deixaram com tesão e, mesmo sem experiência anterior, eu queria provar o que ela estava me oferecendo.

Antes de pegar o potinho que minha tia me oferecia, realizei uma das minhas fantasias não satisfeitas: enfiei meu rosto entre as nádegas dela e direcionei minha língua, partindo do clitóris, percorrendo os lábios até chegar ao ânus, onde fiz uma parada e fundo, passei e repassei minha língua pela retaguarda de Maite até ela começar a gemer, dizendo:

Que gostoso, meu amor, que yummy sinto sua língua no meu cu, que prazer você está me dando, você vai fazer eu gozar sem meter.

Salivada a área, besuntei meus dedos com vaselina e, com delicadeza, untei o ânus dela e não só isso: introduzi dois dedos dentro e lubrifiquei o máximo que pude.

Cumprida a tarefa, disse:

Maite, fica de quatro e me oferece esse seu cu que me deixa doido e que vou comer.

Ela se ajoelhou na cama e se apoiou nos antebraços.

O espetáculo de ver minha tia escarrapachada, com as nádegas viradas pra mim e os peitos balançando, me deixou a mil.

Me aproximei daquelas duas montanhas de carne, enquanto ouvia Maite me dizer:

Come meu cu, estreia ele, quero te dar tudo e te fazer feliz, me fode como um animal e enche minha barriga com seu gozo.

Primeiro senti uma pequena resistência, mas bastou fazer pressão para meu pau entrar até meus coxas baterem nas bundas dela.

Pensei que ia doer, mas não doeu nada. Adoro sentir você dentro, me dá. , me dá.

Com minhas mãos segurando os quadris imensos da minha tia, comecei um vai e vem, primeiro devagar, mas fundo, empurrando até sentir meu corpo bater no dela, e aos poucos aumentando a velocidade e a força.

Uma sensação nova me dominou. Com a bunda da minha tia empinada na minha frente, agarrada por minhas mãos, entrando e saindo dela, com meu pau cravado até o fundo e Maite gritando de prazer, virei uma fera. Ataquei o recinto mais íntimo como se o mundo fosse acabar, empurrei como um animal, entrei e saí daquela bunda perfeita como se minha vida dependesse disso.

Maite, dessa vez em vez de gemer, gritava como se eu estivesse matando ela. Eram gritos longos, misturados com palavras:

"Deus, que gostoso, como eu tô adorando isso. Sinto você dentro de mim, você tá me dando muito prazer. Vou me tocar enquanto você fode meu cu, enquanto fode o cu da sua tia, seu safado. Como eu ia imaginar que teria o pau do meu sobrinho enfiado no meu cu e que ia me dar tanto tesão? Me dá mais forte, arrebenta meu cu de porrada, me dá tapas na bunda que eu tô muito cachorra e com vontade de gozar como uma puta."

E depois de uns quantos gritos: "Ai, que vou gozar, tô gozando, tô gozando, tô gozando, tô gozando, me dá vontade de fazer xixi, tô gozando, tô ficando tonta de tanto prazer que você me dá. Enche minha barriga com seu leite, me enche enquanto eu gozo como uma puta."

Gozamos juntos. Ao sentir meu gozo entrando no corpo dela, Maite soltou um grito longo e depois desabou como se tivesse levado um tiro.

Fiquei um tempo deitado sobre ela. Maite tinha fechado as coxas e eu não teria conseguido escapar mesmo se quisesse — e eu não queria.

"Pedro, fiquei tonta ao sentir seu gozo na minha bunda, nunca tinha acontecido comigo. Tive um desmaio, perdi a cabeça de tanto prazer que estava sentindo, achei que ia morrer de gosto. Você é um demônio que me transformou numa puta viciada. Insaciável.

Passamos quinze dias de sexo contínuo, Maite, que queria experimentar de tudo, me acordou uma manhã com meu pau na boca dela e, embora dissesse ser inexperiente, tudo o que ela fez foi uma delícia. Segundo ela me disse depois, também foi uma delícia pra ela. Ela me fez um boquete soberbo e, quando chegou a hora de gozar, fechou os lábios e curtiu sentir minha descarga na garganta antes de engolir tudo.

Guardo como inusitado o que aconteceu na viagem pra Puerto Limón.

Decidimos fazer no ônibus pra ter uma experiência local. Maite, seguindo minhas instruções, não usou mais calcinha nem sutiã. Sentamos nos bancos de trás. O ônibus ia quase vazio e os locais ocupavam as fileiras da frente. No meio da viagem, o sol já estava se pondo e, com Maite recostada no meu ombro e meio dormindo, enfiei a mão no decote dela e comecei a acariciar os peitos dela. Minha tia estava no banco da janela e os encostos dos outros bancos nos protegiam de olhares indiscretos.

Eu tava curtindo os peitos de Maite quando, com todo cuidado, ela abriu o zíper da minha calça, tirou meu pau pra fora, ficou acariciando ele por uns momentos e, em seguida, se inclinou sobre mim e, no meio de uma viagem e com gente a três fileiras de distância, me fez um boquete descomunal. Dessa vez não trocamos uma palavra, Maite não terminou o serviço até conseguir que eu gozasse dentro dela.

Já sentada, ela disse:

"Tô pegando gosto pelo seu gozo, adoro tirar ele de você e saborear antes de engolir. Que puta você me fez virar."

A desinibição que tinha tomado conta de Maite a transformou numa pessoa desconhecida, da senhora recatada do tabelião não restava nada. Outro dia, na praia, quando o sol já tava caindo e a gente tinha ficado praticamente sozinho, ela disse:

"Quero que você me foda agora mesmo."

"Ainda tem gente na praia."

"Tô nem aí, como se estivesse lotada, me fode."

Dessa vez não teve prelúdio, deitada na toalha de boca Em cima, ela tirou o biquíni de lado e eu meti nela.
Estar ao ar livre não fez ela se segurar nem um pouco, ela gritou como de costume, a ponto de um casal que estava a mais de cinquenta metros de nós virar pra ouvir.
A gente continuou na nossa e o mais engraçado foi que nossos vizinhos distantes, contagiados pelo nosso comportamento, decidiram montar a festa por conta própria e logo eles também estavam transando. A gente ouviu os gritos da mina enquanto o parceiro dela enfiava nela.

Quinze dias de sexo, de cumplicidade, sem complexo nenhum e tendo abandonado o pudor estavam chegando ao fim.
No último dia, por desejo da Maite, a gente passou sem sair do quarto. Não tinha nada lá fora melhor do que o que a gente tinha dentro.

Já no avião de volta, vi a Maite triste, vi de novo a mesma mulher que encontrei na piscina da casa dela algumas semanas antes.
— O que foi, meu amor?
— Que eu tô saindo do paraíso, que a gente vai voltar pra nossa vida de antes, que você vai voltar pras suas aulas com seus amigos e amigas, e eu vou voltar a dormir sozinha e esses dias em que você me deu tanto prazer e em que me senti desejada e em que você me comeu bem gostoso, vão ser só uma lembrança.

— Não fala isso, eu passei os melhores dias da minha vida, não existe e não pode existir uma mulher com quem eu curta tanto quanto com você, a gente vai continuar se vendo.
— Acredito em você, de vez em quando você vai vir na minha casa, a gente vai dar uma trepada que vou adorar que você me dê e depois tudo vai voltar a ser igual.

As lágrimas escorriam pelo rosto dela.
Naquele momento, pensei em dizer que não ia ser assim, que ela ia me ter dia e noite com ela, que tudo ia continuar igual. Mas não fiz isso, tive medo de fazer promessas que depois talvez não fosse cumprir.

A viagem de volta foi triste, a gente passou quase todo o trajeto sem falar, enquanto eu ouvia a Maite chorar em silêncio.
Chegamos em Madri, minha mãe estava nos esperando. Minha tia fez de tudo pra que a irmã dela não percebesse nada, e mais, ficou alegre e falante.

Deixamos a Maite em casa primeiro, me ofereci pra ajudar com as malas, subi até o quarto dela e antes de descer, Maite me abraçou, me deu o beijo mais longo que a gente já tinha trocado até então e disse:

Valeu, Pedro, você me fez a mulher mais feliz do mundo, e me ajudou a fazer com que a mulher que foi viajar com você ficasse em Costa yummy, e por isso vou te agradecer pra sempre. Pena que você tem vinte e cinco anos a menos que eu.

Minha casa, melhor dizendo, este quarto vai estar sempre à sua disposição, e meu corpo também. Vem sempre que quiser e quando vier, não perde tempo com explicações, me joga nessa cama e me fode do jeito que você tem me fodido esses quinze dias. Pega essa chave da minha casa, você não vai nem precisar bater na porta.

A gente foi pra casa, desfiz a mala, minha mãe fez uns ovos fritos pra um lanche/jantar, papeamos um pouco sobre a viagem, ela me contou as novidades da família e só.

Cansado como tava da viagem, minha mãe me deu um comprimido pra dormir e fui pro meu quarto. Na real, não tava com sono.

Foi inevitável lembrar de tudo que vivi nas duas semanas anteriores, a enxurrada de prazer que a Maite me deu, o quanto eu tava bem com ela, como com ninguém mais, pensei. E tinha acabado, nunca mais seria igual. E me senti como alguém que arrancaram o que mais queria, sozinho, órfão, infeliz.

As horas foram passando e eu continuava sem dormir, afundado na tristeza, sentindo falta de tudo que tinha aproveitado.

Eram quase duas da manhã quando pulei da cama de um salto, me vesti, peguei minha moto e, sem respeitar nenhuma regra de trânsito, fui pra casa da Maite.

Abri a porta devagar, subi pro andar de cima e, antes de entrar no quarto dela, tirei a roupa, abri Abri a porta devagar, sem fazer o menor barulho, larguei a roupa no chão e me enfiei na cama. Encostei meu corpo no da Maite e percebi que ela dormia pelada. Apoiei meu corpo na bunda dela e então ouvi a voz dela:

"Bem-vindo à sua cama e à sua mulher, meu amor. Me come, porque já faz tempo que você não come a sua mina."

Já se passaram seis meses desde que tudo o que contei aconteceu. Moro com a Maite — pros outros, porque fico mais perto da faculdade; pra minha mãe, que é a única opinião que me importa, porque a irmã dela e eu somos loucos um pelo outro, porque não conseguimos viver separados, porque precisamos foder todo santo dia, e por isso decidimos passar a vida inteira juntos.

5 comentários - Com a Tia Maíte na Costa Gostosa

a mi me pasa lo mismo pero con mi prima 🤤 🤤 🤤 🤤