Estranho Magnetismo II

Estranho Magnetismo II

Já fazia quase 8 meses desde que tinham destruído a bunda da Mônica, e ela não tinha sabido mais nada daquele sujeito estranho. A vida de casada dela não tinha mudado em nada, apesar da experiência que tinha vivido, mas o mais bizarro é que, bem lá no fundo, ela custava a admitir que adoraria encontrar de novo o degenerado que tinha arrombado o cu dela de um jeito bestial.

O problema era como encontrá-lo. Ela não tinha telefone, endereço, nada. O sujeito, com medo de ser denunciado, não tinha deixado os dados dela, e ela não podia ir ao fórum pedir porque isso levantaria suspeitas.

Assim o tempo passava. A filha dela, Mariela, que estava terminando a escola, começou a ajudar no consultório como secretária para ganhar uma grana e poder ir com as amigas de férias para Mar del Plata.

Um dia, eram quase 18h quando um cara aparece no consultório. A Mônica não tinha mais pacientes. A filha Mariela vai abrir a porta e se depara com o maluco, que a olha de cima a baixo. Ela ficou com muito medo do jeito que ele a encarou e perguntou se a Dra. Mônica estava.

Mariela mandou ele entrar e foi avisar a mãe na hora, sem perceber que o sujeito estava de olho na bunda dela. Claro, Mariela, com seus 17 anos, estava vestida com uma calça social preta justa que marcava a bunda majestosa herdada da mãe.

Quando Mariela contou pra mãe, notou que ela ficou nervosa. Mandou ela fazer o homem entrar e disse que podia ir pra casa, que ela iria mais tarde, que era um paciente que ela tinha tratado um tempo. Mariela não entendia como a mãe podia ficar sozinha com aquele homem assustador, mas obedeceu e foi embora depois de fazer ele entrar.

A Mônica, desde que tinha tido a bunda violada, inconscientemente tinha mudado o jeito de se vestir. Era muito mais sensual, usava transparências e a roupa íntima agora era quase toda de tanguinha.

O maluco, ao vê-la, sorriu maldosamente, já que a Mônica estava vestida com um tailerzinho de linho com saia curta, que deixava... Deixava ver uma minúscula calcinha preta e disse "Doutora, parece que já estava me esperando". Ele se jogou em cima dela e começou a apalpar a bunda dela por cima da saia enquanto procurava a boca dela. Começaram a se beijar e o maluco encostou a Mônica na mesa, de costas pra ele, e começou a levantar a saia dela falando "Me mostra como ficou a sua bunda da outra vez". Ela empinava mais a raba e ele passou um dedo na calcinha dela, parou no cu e fez pressão naquele ponto. Ela tremeu ao sentir o dedo ali e suspirou, e ele aproveitou pra puxar a calcinha de lado e disse "O que que houve, seu marido não te come o cu? Tanto trabalho da outra vez pra nada, dessa vez tá fechado de novo", falou furioso. "Vamos ter que abrir de novo."

Mônica não acreditava que estava naquela situação de novo. O maluco cuspiu no cu dela e, sem piedade, como da outra vez, começou a forçar o esfíncter dela pra meter o pau enorme. Mônica não parava de sofrer, mas ao mesmo tempo queria sentir e empurrava a bunda pra trás pra ajudar na penetração até que finalmente sentiu o esfíncter ceder praquele membro.

Depois de 40 minutos arrombando o cu dela, o maluco se vestiu e disse "Obrigado por não me mandar pra cadeia. Queria te agradecer e te avisar que a gente vai se ver mais vezes". E antes de ir, perguntou "A menina que me abriu a porta é sua filha?" "Sim", respondeu Mônica com um pouco de medo. "Ah, achei. Herdou a mesma bunda linda da mãe. Vai ter que abrir ela também, mas aos poucos. Isso a gente conversa depois." E foi embora.

Mônica ficou dolorida, segurando a bunda e pensando ao mesmo tempo como explicar pra filha quando ela quisesse comer o cu dela.

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