Ela é uma gostosa madura, casada, cheia da grana. Tem um corpo voluptuoso, de dar água na boca. Sempre foi apaixonada por mim, desde a adolescência. Agora aos 40, reencontrei ela e aos poucos transformei naquilo que sempre quis: uma verdadeira puta insaciável. Ela tá feliz e me agradece a cada minuto por ter aberto os olhos dela e usado a pussy pra sempre. O marido, que metia chifre nela quando queria com putas de cabaré, agora tem uma galhada que nem deixa ele andar. Não deixa boneco solto, e eu faço e desfaço do meu jeito.
Naquele dia, esperei ansioso, já estava escurecendo e, no elevador, forcei ela a abrir aquela bocona de chupar que tem, apertando o pescoço dela e cuspi generosamente na goela dela. Sussurrando no ouvido, falei que hoje ela ia ter que juntar muita baba, a dela e a minha, e que não engolisse nada. Em silêncio, obedeceu sem reclamar.
Ao entrar na cozinha, levantei a saia dela e conferi, exatamente como tinha sugerido por telefone, que ela não tava de calcinha fio dental. A pussy dela tava suculenta e depilada. Peguei o consolador enorme que ela mesma tinha comprado noutra ocasião e enfiei de uma estocada na pussy dela, falei que enquanto a gente conversasse, ela devia manter ele apertado dentro da boceta molhada dela. Aceitou de bom grado.
De vez em quando, cuspia na boca dela, e a baba quente ia se acumulando, enquanto ela também salivava, fazendo as bochechas incharem com o líquido viscoso. Enquanto isso, comecei a contar sobre meus romances, aventuras. Ela, em silêncio, me observava atentamente.
Assim, depois de um bom tempo, comecei a notar os olhos vidrados dela de tesão e os fios de baba escorrendo pelo canto dos lábios, tanto da boca quanto da pussy rosada e gorda dela.
Me despi completamente e amarrei as mãos dela atrás das costas, sentada num banquinho de madeira, com o pau de borracha fazendo tope na base de madeira.
Adorava cuspir nela e dar tapas naquelas bochechas. que sempre gostei. Eu lambuzava a cara dela com uma baba grossa e quente enquanto aproximava meu pau do nariz dela pra sentir o cheiro de macho que tanto a deixava louca.
Fazia tudo que eu pedia. Mandei ela jogar a cabeça um pouco pra trás e abrir a boca, cuidando pra não derramar uma gota. Num movimento só, enfiei o pau até o fundo naquele caldo babado, atravessando a garganta dela e provando que ela realmente tinha aprendido a fazer "garganta profunda", igual tinha me falado no dia anterior. Os olhos vermelhos dela lacrimejando, os braços tensos tentando se soltar, as pernas apertando o consolo, minhas bolas batendo nos lábios carnudos dela, tudo me deixava louco de prazer. Mandei ela tentar dizer "te amo" sem parar, enquanto comia aquela boca carnuda e cheia de líquido quente.
Era lindo ouvir aqueles gemidos da putinha, tentando falar as palavras misturadas com os engasgos que meu tronco enorme causava. Fiquei assim um tempão, dando tapas na cara e nos peitos dela, apertando o nariz e causando momentos de sufoco que ela devolvia com contorções e se engasgando ainda mais com meu pau, desafiadora.
Não acreditava no quanto ela tinha virado uma piranha. Num instante, peguei ela pelos cabelos e levantei, arrastando ela pro banheiro na base do empurrão. Mandei ela se ajoelhar na frente do vaso e enfiei a cabeça dela lá dentro. Enquanto apertava e acionava a descarga, afundando a cabeça dela, meti o pau na bunda dela sem aviso. Os gritos dela ficavam abafados pela água do vaso. Assim, bombeei um tempão naquele rabo generoso e branco. A buceta dela também tava ocupada pelo brinquedo de borracha, as pernas tremiam e ela enlouquecia de prazer e dor. O jato de porra no cu dela foi descomunal, abundante, desenfreado. Fiquei assim um tempão, com o pau enfiado até as bolas. Quando tirei, puxei o consolo de uma vez, e saiu um jato quente que não era nada mais que todas as gozadas juntas da Puta filha da puta. Deixei ela largada no banheiro e fui pro sofá fumar. Daqui dava pra ouvir a conversa no telefone:
- Oi, amor! O curso foi legal, agora a gente tá no recreio... sim! também tô com saudade. Tchau!
(Continua)
Naquele dia, esperei ansioso, já estava escurecendo e, no elevador, forcei ela a abrir aquela bocona de chupar que tem, apertando o pescoço dela e cuspi generosamente na goela dela. Sussurrando no ouvido, falei que hoje ela ia ter que juntar muita baba, a dela e a minha, e que não engolisse nada. Em silêncio, obedeceu sem reclamar.
Ao entrar na cozinha, levantei a saia dela e conferi, exatamente como tinha sugerido por telefone, que ela não tava de calcinha fio dental. A pussy dela tava suculenta e depilada. Peguei o consolador enorme que ela mesma tinha comprado noutra ocasião e enfiei de uma estocada na pussy dela, falei que enquanto a gente conversasse, ela devia manter ele apertado dentro da boceta molhada dela. Aceitou de bom grado.
De vez em quando, cuspia na boca dela, e a baba quente ia se acumulando, enquanto ela também salivava, fazendo as bochechas incharem com o líquido viscoso. Enquanto isso, comecei a contar sobre meus romances, aventuras. Ela, em silêncio, me observava atentamente.
Assim, depois de um bom tempo, comecei a notar os olhos vidrados dela de tesão e os fios de baba escorrendo pelo canto dos lábios, tanto da boca quanto da pussy rosada e gorda dela.
Me despi completamente e amarrei as mãos dela atrás das costas, sentada num banquinho de madeira, com o pau de borracha fazendo tope na base de madeira.
Adorava cuspir nela e dar tapas naquelas bochechas. que sempre gostei. Eu lambuzava a cara dela com uma baba grossa e quente enquanto aproximava meu pau do nariz dela pra sentir o cheiro de macho que tanto a deixava louca.
Fazia tudo que eu pedia. Mandei ela jogar a cabeça um pouco pra trás e abrir a boca, cuidando pra não derramar uma gota. Num movimento só, enfiei o pau até o fundo naquele caldo babado, atravessando a garganta dela e provando que ela realmente tinha aprendido a fazer "garganta profunda", igual tinha me falado no dia anterior. Os olhos vermelhos dela lacrimejando, os braços tensos tentando se soltar, as pernas apertando o consolo, minhas bolas batendo nos lábios carnudos dela, tudo me deixava louco de prazer. Mandei ela tentar dizer "te amo" sem parar, enquanto comia aquela boca carnuda e cheia de líquido quente.
Era lindo ouvir aqueles gemidos da putinha, tentando falar as palavras misturadas com os engasgos que meu tronco enorme causava. Fiquei assim um tempão, dando tapas na cara e nos peitos dela, apertando o nariz e causando momentos de sufoco que ela devolvia com contorções e se engasgando ainda mais com meu pau, desafiadora.
Não acreditava no quanto ela tinha virado uma piranha. Num instante, peguei ela pelos cabelos e levantei, arrastando ela pro banheiro na base do empurrão. Mandei ela se ajoelhar na frente do vaso e enfiei a cabeça dela lá dentro. Enquanto apertava e acionava a descarga, afundando a cabeça dela, meti o pau na bunda dela sem aviso. Os gritos dela ficavam abafados pela água do vaso. Assim, bombeei um tempão naquele rabo generoso e branco. A buceta dela também tava ocupada pelo brinquedo de borracha, as pernas tremiam e ela enlouquecia de prazer e dor. O jato de porra no cu dela foi descomunal, abundante, desenfreado. Fiquei assim um tempão, com o pau enfiado até as bolas. Quando tirei, puxei o consolo de uma vez, e saiu um jato quente que não era nada mais que todas as gozadas juntas da Puta filha da puta. Deixei ela largada no banheiro e fui pro sofá fumar. Daqui dava pra ouvir a conversa no telefone:
- Oi, amor! O curso foi legal, agora a gente tá no recreio... sim! também tô com saudade. Tchau!
(Continua)
4 comentários - Minha Escrava (Episódio 1)
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