Cristina e o Tio Tito 2 (parte 1)

Há muitos anos eu li nesta página um conto muito bom, que se chamava "Cristina e seu Tito". Depois de muitos anos, encontrei uma segunda parte disso e deixo pra vocês a seguir:

Não sei se vocês lembram do que contei há um tempo. Pra começar, não sei se lembram de mim. Sou Cristina, a estudante de direito que caiu nas mãos do Seu Tito, aquele vizinho velho. Se tiverem dúvidas, podem procurar a postagem anterior e dar uma olhada, então vou considerar que vocês se lembram.

O Pablo ainda trabalha na construtora e eu ainda não fiz meu exame de titulação; vocês vão entender que nesse último tempo não consegui avançar muito com isso. Acho que vocês vão querer ouvir, ou melhor, ler, o que aconteceu depois do dia em que o Seu Tito me fez dele. Então...

*

Naquela noite, eu não conseguia dormir de remorso. Via o Pablo dormindo ao meu lado e me sentia a mulher mais malvada e egoísta da face da terra. Naquela mesma tarde, eu tinha me deixado violar da forma mais humilhante; me deixei fazer por aquele velho que o Pablo detesta e, pra minha vergonha, eu gostei. Depois, limpei as evidências e recebi meu marido como se nada tivesse acontecido; até quando ele me perguntou como tinha sido meu dia, respondi que muito bem. A gente transou e, enquanto eu o recebia no meu corpo, eu me excitava lembrando daquela tarde.

Na manhã seguinte, acordei perto das dez da manhã; o Pablo já tinha ido embora. Queria pensar que tudo tinha sido um sonho, mas o desconforto no meu cu não me deixava me enganar. Fiquei meditando um tempo na cama e decidi acabar com aquela loucura; levantei, tomei banho e me vesti; inconscientemente, coloquei só roupa apertada; short jeans, rasgado até a metade da bunda; e um top preto, sem sutiã. Sabia que o Seu Tito chegaria a qualquer momento e queria que ele ficasse de pau duro ao me ver, queria que ele fosse embora com vontade de me foder; minha consciência me castigava, mas eu não conseguia negar o tesão de me sentir uma puta.

Tava arrumando o quarto quando senti a fechadura da porta. Quando o Seu Tito apareceu no quarto e me viu, fez aquela cara estranha de velho safado sorrindo.

— Hoje você parece uma adolescente; vamos ver o quanto. Travessa você pode ser", ele disse ao se aproximar. Eu o parei com as mãos para cima.

"Não, Seu Tito, o que aconteceu ontem foi um erro. Quero que me devolva aquelas chaves e vá embora daqui", falei decidida.

"Rá rá rá... Acha que é assim tão fácil? Quer que eu desista de te foder como se nada tivesse acontecido? Já é tarde, Cristina, você já foi minha e nós dois sabemos que gostou de mim", disse o velho nojento enquanto desabotoava a camisa suja. "Estou velho e feio, mas você gosta da minha pica, então para de besteira e ajoelha!"

"Some da minha casa, seu velho nojento!", gritei, disfarçando minha respiração ofegante.

"Então a putinha tá brava", ele disse sorrindo. "Vamos ver quanta força de vontade você tem."

"Não tenho que provar nada pra você. Agora vaza da minha casa, seu velho desgraçado!"

"Pois não vou embora, só saio se você fizer um último favor pra mim."

Eu não queria cair no jogo dele, mas sabia que ele não iria embora, não tão fácil como eu desejava.

"Vai, Cristina, ontem você se comportou muito bem", ele disse enquanto abaixava a calça. "Só uma punheta, é tudo que eu quero."

Ele puxou a pica pra fora e mostrou pra mim, já estava meio dura, e fiquei olhando enquanto ele começava a se masturbar na minha frente.

"Só cinco minutos e depois o senhor vai embora, ouviu?", falei decidida.

"Tá bom, como você quiser", ele murmurou e depois me empurrou na cama. "Senta."

Ele ficou de pé na minha frente, a pica já totalmente dura, esperando as carícias que ia receber. Eu estava ali sentada na minha cama de casal, pronta pra satisfazer aquele velho tarado; qualquer mulher acharia um pesadelo, mas eu tinha me entregado como uma puta viciosa no dia anterior; tinha despertado um tesão doentio dentro de mim. Muito a contragosto, aquele tesão estava voltando a me dominar e senti minha buceta molhar. Meus olhos estavam cravados naquele pedaço de carne que tinha me humilhado e perfurado por todos os lados na tarde anterior.

"Vai, me bate uma boa punheta de despedida", o velho balançou a pica contra meus peitos.

Estendi minha mão e Peguei no pau dele, tava duro e quente. Comecei a bater uma devagar, tentando controlar a putaria que crescia dentro de mim "como posso ser tão safada" pensava, me excitava agir assim.

— Não seja tímida, aperta ele forte, me mostra o quão piranha você é!.

O maldito sabia me provocar, sabia que me excitava ouvir me chamarem de piranha. Naquele momento comecei a perder o controle; com a outra mão acariciei as bolas peludas dele, apertei forte o tronco dele e comecei um sobe e desce frenético; minha respiração ficou ofegante e gemidos tímidos denunciaram os instintos de puta que tinham se libertado.

— Perfeito, aaahhh.... assim que eu gosto, piranha, ahhhh... que se note o quão vagabunda você é — ele dizia com malícia — Caralho, como você gosta de pegar no meu pau, puta de merda....aaaahhhh... vai, não se segura mais.... chupa ele!.

A cara maliciosa dele transbordava safadeza, me tratava como uma escrava e eu agia como a puta dele, dominada pela sacanagem que era trair meu amado marido na nossa própria cama com aquele velho nojento que ele detesta; aquele vizinho que me olhava descaradamente. Pablo sabia que aquele velho me desejava há muito tempo, mas não sabia que eu me entreguei como uma vagabunda nas mãos nojentas dele. Mas ainda tinha forças, a luxúria não tinha me dominado por completo e eu resistia em satisfazer os desejos sujos dele; morria de vontade de chupar aquele pedaço de carne, de meter na minha boca e lamber como uma menina faria com um doce gostoso, mas resisti, resisti às ordens do Seu Tito.

— Nem sonha, velho nojento, só mais um minuto e você vai embora da minha casa... nunca mais vai me tocar — falei entre gemidos de excitação contida.

Seu Tito baixou as mãos de surpresa e apertou meus peitos, os amassou violentamente por cima do avental enquanto eu me vingava apertando com toda força o pau duro dele entre minhas mãos.

— Essas tetas me fascinam...aaaahhh.... são tetas de vaca no cio.... a única coisa que você quer é um touro pra meter em você... puta lambedora!... vai ¡chupa meu pau! — ela soltou um dos meus peitos e empurrou minha cabeça em direção ao pau duro dele, eu resisti, meus gemidos de excitação se misturaram com minhas respirações ofegantes de esforço para resistir aos desejos que me invadiam — Abre a boca, puta, deixa eu sentir sua língua... aaahhh... não resiste mais e chupa! — ele ofegava enquanto tentava me forçar a chupar ele.

De repente, não aguentei mais, a puta dentro de mim venceu a batalha, a vontade de enfiar o pau dele na minha boca ficou incontrolável. Minhas mãos ficaram na base do membro dele, deixando a glande molhada e gloriosa na frente do meu rosto — Sim!... Sim! — gritei, e me preparei para devorar o pau grosso dele, mas o Dom Tito, bem antes de eu pegar ele entre meus lábios, tirou de mim.

— Acabou o tempo. Se não quer, não sou eu quem vai te forçar — disse com ironia debochada e entre ofegos.

Ele abotoou a calça e, depois de me dar um sorriso malicioso, caminhou até a porta. A puta insaciável dentro de mim tinha acordado e eu não consegui controlar ela. Eu estava tão perto e ao mesmo tempo tão longe de me livrar daquele velho miserável, tentei lutar... mas perdi.

— Dom Tito — falei docemente. Ele se virou e me olhou com aquela careta maldita tão comum nele, aquela careta que celebrava a vitória dele — Por favor... fique.

— Desculpa, pequena, mas tenho tanta coisa pra fazer.

Eu sabia o que o Dom Tito queria, ele queria que eu me humilhasse na frente dele, isso o excitava. Me estiquei de lado na cama, minha mão deslizou sobre meus peitos e falei como uma menina pedindo um brinquedo.

— O senhor não quer me pegar, Dom Tito?... Não quer sentir minha língua no seu pau?... Ou será que não quer meter seu pau na minha boquinha?... Fode minha boquinha... por favor... deixa eu lamber sua vara... e serei sua — pedi como uma viciada, como uma dependente que está disposta a dar tudo pela droga, e minha droga era o pau daquele velho nojento, faria qualquer coisa para me sentir uma puta usada por quem quisesse me gozar.

Ele tirou a calça rapidamente e se aproximou; sua atitude Ela foi violenta e eu me senti assustada, subiu na cama, agarrou minha cabeça e bruscamente enfiou a pica na minha boca.

¾ Toma, puta!... não queria pica?!... chupa, puta!... engole tudo! ¾ gritava enquanto me dava tapas fortes na bunda.
¾ Vai... chupa esse velhinho tarado!... que rabão de puta você tem!.

O medo que senti não demorou a se transformar em excitação, eu estava de novo no poder dele e ele sabia disso. Me apertava violentamente o cu e apalpava minhas pernas enquanto exigia que eu comesse a ferramenta dele como uma faminta.

¾ Come do que seu marido viado não tem, puta de rabão! ¾ Me dava palmadas.

Não demorou muito para me tirar a pouca roupa que eu tinha e me deixar nua à disposição dele. Eu me sentia abusada, sentia que não podia fazer nada diante do desejo incontrolável daquele velho imundo, e isso me excitava. Ele me pegou pelo pescoço e me virou de bruços, enfiou os dedos na minha entreperna e com meus próprios fluidos lubrificou meu malogrado orifício traseiro.
¾ Hoje vou meter primeiro no seu cu, Sra. Cristina ¾ disse e me enrabou de uma só vez, eu gritei de dor e o xinguei, implorei para ele parar, mas foi inútil. Ele só ria entre gemidos e insultos para mim e meu marido. Eu via o retrato do meu casamento enquanto o velho me possuía e mais puta eu me sentia... senti meu primeiro orgasmo daquele dia enquanto olhava o rosto do meu marido na foto... "MAIS FORTE, ARREBENTA MEU CU, SEU TITO!!!" gritei para o velho maldito.

Naquela manhã, Seu Tito, meu velho vizinho, fez de novo o que quis comigo; a pica dele percorreu todos os meus buracos; as mãos dele percorreram todo o meu corpo e o leite dele inundou todo o meu rosto.

*

Durante aquela semana, ele veio todos os dias abusar de mim. Era sempre igual, no começo eu resistia, mas sempre acabava me entregando a Seu Tito. Os insultos e as humilhações nunca faltavam, às vezes ele pedia alguma roupa especial para saciar as fantasias nojentas dele e eu, como uma puta, o satisfazia.

Quando terminava e me deixava nua em cima da cama, ele adorava me ouvir me declarar sua escrava submisa em troca da promessa de me comer de vez em quando. Em pouco tempo percebi que excitava ele me ouvir dizer que não conseguia resistir e me entregar quando o tesão me dominava. Numa dessas vezes foi quando ele começou a me interrogar sobre minhas saídas matinais com pouca roupa. Fui sincera, enquanto lambia o pau mole dele, contei das minhas caminhadas procurando comentários obscenos sobre mim; confessei como me excitava ver os caras na rua se virando pra me olhar e como me molhava toda vez que me falavam alguma putaria. Enquanto falava, vi o mastro dele reagir, soube que excitava ele ouvir minha confissão e eu mesma fiquei com tesão ao lembrar dos meus passeios. Pedi pra ele me foder.

Naquela tarde, antes de ir embora, ele me mandou no dia seguinte vestir uma saia e um body justos. Disse que me acompanharia num dos meus passeios. Fiquei nervosa com a incerteza que ele plantou em mim; o que ele queria?, aquelas caminhadas tinham começado tudo e eu me preocupava com o estado que me deixavam. Adormeci tentando decidir se obedeceria ou não aos desejos do Don Tito.

No dia seguinte, decidi que era melhor sair como ele tinha dito "Assim pelo menos não caio nas mãos dele" pensei. Ele chegou lá pras 11:00, abriu com a chave dele, entrou no meu quarto e ficou me encarando. Na hora mandou eu trocar de saia, revistou minha roupa e me entregou uma mais provocante.

¾ Essa é branca, Don Tito, vai dar pra ver a calcinha preta¾ reclamei.

¾ Você só veste o que eu mando¾ resmungou¾ espero você lá fora, não fala comigo; vou te seguir. Na hora certa vou chegar perto e te dizer o que fazer.¾ Ele ia sair mas voltou com cara de ter lembrado de algo¾ Ah, e coloca seu anel, pra todo mundo saber que você é uma mulher casada.

Don Tito saiu de casa, me deixando com a roupa na mão. Como é que eu ia sair assim na rua?, ia aparecer tudo. Hesitei uns minutos mas depois me troquei, qualquer coisa pra não Cair nas mãos daquele velho. Me olhei no espelho e pude ver como a saia elástica que eu tinha vestido se ajustava às curvas do meu quadril e, contra a luz, deixava bem evidente o diminuto coral que eu usava por baixo. Fiquei desesperada, mas logo entendi que não tinha escolha; no justo corpete já dava pra ver os bicos dos peitos meio duros; só de me imaginar assim na rua, me mostrando... Peguei o anel em cima do criado-mudo e coloquei. Saí e vi o velho sentado na frente da casa dele, segui na direção oposta e, inconscientemente, adotei meu andar mais gostoso.

Não demorei pra chamar atenção, os homens na rua viravam pra me olhar e os comentários picantes atacaram meus sentidos; minha resistência não durou muito e o tesão despertou dentro de mim. Às vezes eu me virava e via o Seu Tito, caminhava uns cinco metros atrás; ele não perdia nenhum detalhe do que falavam pra mim e tinha um ângulo privilegiado pra se deliciar com o vai e vem da minha bunda exposta. Depois de 15 minutos cheguei numa esquina e esperei o sinal verde.

— Na outra esquina pega um ônibus — ouvi o Seu Tito, não olhei pra ele — e que vá lotado, ouviu?

Não falei nada, só atravessei a rua e fui pro ponto. Passaram uns dois ônibus com pouca gente, deixei passar. O terceiro vinha cheio, os que vão pros bairros mais populares sempre vêm lotados, me fiz de besta mas o ônibus parou; o Seu Tito tinha mandado parar.

— Sobe, moça — ouvi. Sabia que era ele.

Subi, o motorista foi o primeiro a me olhar com desejo, os olhos dele se cravaram nos meus peitos e depois, com certeza, na minha bunda. Fiquei excitada. O ônibus não tava tão lotado, dava pra andar entre o povo em pé no corredor.

— Lá no fundo — o Seu Tito vinha atrás de mim.

Fui abrindo caminho entre o povo, muitos se viravam pra me olhar. Tive que esfregar meus peitos nas costas de alguns; um adolescente baixinho se virou na hora certa pra que, ao passar, meus peitos batessem na cara dele; um sorriso... A safadeza tomou conta do rosto dela e ela me piscou um olho. Minha excitação acelerou. Finalmente encontrei um lugar pra ficar; Seu Tito ficou perto de mim; olhei pra ele, na cara dele tinha muita safadeza, ele me olhava com desejo e logo percebi que não era o único; vários caras, incluindo aquele pivete, me olhavam sem vergonha; o nervosismo e a excitação me dominaram, me agarrei no pilar onde me apoiava e olhei pra fora, tentando me controlar. Um par de velhos ocupava os assentos na minha frente, nenhum dos dois tinha o menor pudor em me olhar. Não culpei eles, eu tava linda e eles estavam a centímetros de mim, era um presente pra eles, em qualquer lugar teriam que pagar pra ver um espetáculo como o que eu tava dando.

De olho, vi Seu Tito se aproximar e ficar atrás, encostou o volume dele nas minhas nádegas e senti ele me cutucar sem vergonha. Instintivamente, tentei prender o cacete dele com minha bunda, o rebolado sutil dos meus quadris ficou evidente.

¾ Calma, pequena, não vê que temos plateia¾ disse Seu Tito no meu ouvido¾ Todo mundo já pode ver como você esfrega a ponta na sua buceta..... não precisa mostrar quanto você gosta... lembra que você usa sua aliança de casada, você é uma mulher casada.... Será que quer que todo mundo pense que você é uma puta?.

Aquela palavra, aquela maldita palavra; minha excitação cresceu e eu mal conseguia me segurar pra não me ajoelhar e implorar por uma pica; implorar pra abusarem do meu corpo. Mas entendi que tinha que manter a compostura, não podia me dar ao luxo de perder o controle; o medo invadiu minha razão, mas não conseguia parar de apertar com minha bunda o volume duro daquele velho desgraçado.

¾ Quero que pra qualquer homem que chegar perto de você, você diga que é uma mulher casada¾ disse Seu Tito,

Não falei nada, não entendi o que ele queria dizer.

¾ Entendeu?¾ Ele insistiu.

Ainda não entendia, mas concordei com a cabeça.

¾ Diz que você é uma mulher casada.¾ ele não teve resposta¾ Em troca, vou te comer gostoso. Culiar essa tarde. Anda, Dona Cristina, me diga que te deixe em paz porque você é uma mulher casada.

O que aquele velho queria, eu não sabia, mas tinha que obedecer ele. O tesão me dominava, e ele dominava meu tesão. Eu precisava que saciassem meu corpo, precisava que abusassem de mim quando eu chegasse em casa, precisava ser usada como uma puta. Sem tirar minha bunda do volume dele, me virei e, num tom de súplica, falei:

— Por favor, senhor... sou uma mulher casada.

O apoio dele ficou mais evidente, as mãos dele pousaram na minha cintura, e só o tecido fino da minha saia e a calça dele impediam que ele me penetrasse. Empinei a bunda e esfreguei contra as investidas dele. A excitação que me dava deixar aquele velho me apalpar e me esfregar na frente de todo mundo que achava que ele era um estranho pra mim... era incrível. De repente, ele se acalmou e, me apertando com as mãos, me fez voltar à razão.

— Você só desce do ônibus quando eu mandar, entendeu? E lembra do que eu te falei — Seu Tito se afastou e ficou do meu lado.

O que ele quis dizer? Logo descobri. Eu olhava pra ele com súplica, tenho certeza que na minha cara dava pra ler "me leva pra casa e me fode, por favor", quando senti o primeiro. Era mais alto que Seu Tito, mais novo, mas igualmente gordinho. Ele apertou minha cintura na altura da virilha, me forçando a empinar a bunda, e começou a esfregar o volume dele no meu cu. Senti um pau duro e cheio de vontade de me penetrar. Ele se apoiou descaradamente, um completo estranho, que eu nem conseguia ver o rosto direito, estava se dando ao luxo de me esfregar à vontade. A ideia, ao mesmo tempo que me excitava, me assustava, mas não fiz nada pra parar. Olhei pro Seu Tito, ele parecia irritado. Num momento de lucidez, entendi tudo, agora tudo ficou mais claro. Virei o rosto o máximo que pude pro homem que estava se aproveitando de mim... e falei:

— Por favor, senhor... sou uma mulher casada.

Aquele homem não ligou pra minhas palavras, não ligou que eu fosse casada. Mais ainda, assim como Seu Tito... Minhas súplicas incentivavam os avanços dele. Uma das mãos dele deslizou por baixo do meu avental e agarrou um dos meus peitos. Apertando a mão dele com meu braço, contive levemente os apalpões violentos que meus peitos sofriam. No entanto, o par de velhos na minha frente percebia claramente os abusos que eu sofria. Fechei os olhos para evitar a vergonha, fechei os olhos para sentir como o pau dele buscava desesperadamente a entrada no meu corpo. Não consegui evitar de parar a bunda o máximo que pude, não consegui evitar de me entregar aos avanços dele, obediente e submissa. As investidas dele ficaram violentas, enquanto o velho sentado na minha frente encontrou coragem para acariciar minha perna. A punheta frenética, junto com os apertões fortes nos meus peitos, parou violentamente. Aquele cara se afastou; soube que ele tinha molhado as calças, imaginei e fiquei com água na boca. Seu Tito estava satisfeito e excitado, o olhar dele entregava. Não passou nem meio minuto e outro cara, outro homem completamente desconhecido, se grudou nas minhas cadeiras e começou a me meter.

— Por favor, senhor... sou uma mulher casada.

Eles adoravam, não tinha dúvida. Curtiam a voz suplicante e o corpo submisso. Dessa vez, as duas mãos escaparam por baixo do meu avental; não posso negar que eu desejava aquilo. Fechei os olhos e me deixei fazer de novo; sabia que os caras ao meu redor olhavam e esperavam ansiosos pela vez deles; era exatamente isso que Seu Tito queria; se ele se aproximou e me meteu descaradamente, foi só pra mostrar pra aqueles homens o quão submissa eu podia ser diante do avanço de quem quisesse se aproveitar de mim.

A mão daquele velho degenerado tinha ganhado confiança, as carícias dele na parte interna da minha perna deslizaram num vai e vem suave e violento até sumir por baixo da minha saia. Quando o terceiro estranho se grudou no meu corpo, pra me fazer sentir o volume pulsante dele....

— Por favor, senhor... sou uma mulher casada.

.....e massagear meus peitos, senti os dedos do velho afastar minha calcinha e me banhar nos sucos da minha buceta. Olhei pra ele e me deparei com seu sorriso malévolo. Ele observou atentamente as mudanças no meu rosto quando começou a brincar com meu clitóris desprotegido. A sensação de ser apalpada à vontade por aqueles estranhos, à vista e paciência de quem sabe lá quem, me deixava à beira da loucura, mal conseguia segurar os gritos de prazer. A resposta aos toques do estranho da vez (um cara bem moreno e meio baixinho) era instintiva, não me importava ter que me inclinar um pouco pra minha bunda alcançar o pacote dele. De vez em quando ele ficava parado pra sentir eu esfregar minha raba na vara dele; foi assim até ele gozar. Ele tava parado, curtindo meus movimentos, e de repente segurou firme meus peitos e me deu um empurrão forte, senti as pulsações do pau dele cuspindo a porra quente. Quando fiquei momentaneamente livre, meus olhos se cravaram no velho que acariciava minha bocetinha faminta. Lembrei das instruções do Dom Tito.

¾ Por favor, senhor... sou uma mulher casada.¾ Falei.

O sorriso dele se acentuou e ele começou a enfiar os dedos devagar na minha buceta; não consegui evitar morder meu lábio inferior pra segurar um gemido, o velho nojento se deliciava com o estrago que tava fazendo na minha entreperna e meu corpo não tinha forças pra resistir. Nisso, senti umas mãos inquietas enfiadas debaixo da minha saia; alguém apalpava e apertava minha bunda à vontade. Desviei a atenção do velho e vi o moleque do corredor completamente extasiado amassando minha raba, "o que posso fazer? é a vez dele de me usar um pouco" pensei, e me deixei levar.

Dois dedos do velho brincavam dentro de mim, enquanto o polegar dele roçava habilmente meu clitóris. Ele realmente mandava bem e me levava à beira do orgasmo, o coroa tinha sua experiência. Pensei na tesão daquele velho ao brincar com a entreperna de uma mulher como eu, linda e da idade da neta dele, e não aguentei mais. Custou muito disfarçar o orgasmo que tomou conta de mim. Meu corpo, fechei as pernas prendendo a mão do velho, que continuou remexendo com violência os dedos na minha bucetinha. Como se não bastasse, o moleque abriu caminho por baixo da minha tanga e apertou com um dos dedos meu buraquinho traseiro. O orgasmo só fez aumentar minha excitação. "Você curte como uma puta!", pensei, e fiquei ainda mais excitada. Meus quadris se moviam sensualmente para o prazer dos caras que assistiam ao espetáculo; quando olhei, já tinha três ou quatro homens olhando e esperando a vez. Era uma puta e estava mais excitada e descontrolada do que nunca; se alguém quisesse que eu chupasse, era só pedir.

Um homem muito moreno e de má aparência se aproximou e empurrou o moleque; mas o garoto manteve a posição e encarou ele.

— Espera sua vez, idiota! — reclamou o rapaz.

O outro cara empurrou ele de novo e me deu um belo apertão na raba. Ele ia me abraçar quando o moleque interveio de novo, mas dessa vez percebi que ele tinha uma caneta curta na mão. Fiquei paralisada.

Eu estava excitada demais e assustada ao mesmo tempo, fiquei em branco. Um aperto no braço me fez reagir. Seu Tito, que tinha ficado de boa curtindo o espetáculo, fez sinal pra eu descer do ônibus. Não sei se foram os nervos ou a conduta inata da puta dentro de mim de obedecer ao velho, mas na hora me abri caminho até a porta de trás e, aproveitando que o ônibus estava parado, desci rapidinho atrás de Seu Tito. A porta fechou e o ônibus seguiu viagem.

Me senti momentaneamente a salvo, mas vi o ônibus parar uns vinte metros adiante e descerem três homens dos que eu tinha visto esperando a vez. Fiquei com tesão e medo ao mesmo tempo. A puta dentro de mim queria se entregar às perversões daqueles caras, mas a esposa gritava pra deixarem ela voltar pra casa e esperar o marido. Seu Tito me agarrou pelo braço, abriu a porta de um carro que parou na nossa frente e me fez subir atrás dele no veículo. A uma ordem de... Meu vizinho, o motorista, deu a partida. Percebi que estávamos fugindo num táxi.

*

O taxista ficou me encarando pelo retrovisor, com certeza pensava que éramos pai e filha; essa ideia aumentou o tesão. Seu Tito tinha um sorriso de satisfação no rosto; não era pra menos, eu tinha me comportado exatamente como ele havia planejado. Com certeza, ao me ver desejada por todos aqueles homens sem escrúpulos e depois me ver curtindo as investidas deles, mesmo pedindo pra parar, tinha levado ele ao paraíso da putaria.

De qualquer forma, meus desejos continuavam latentes, ninguém tinha saciado meu tesão de puta e, muito a contragosto, sabia que Pablo, meu amado marido, não conseguiria; eu precisava do velho bastardo do meu vizinho, e ele sabia disso. Percebi os olhares safados do taxista, sabia que ele estava de olho nas minhas pernas e se esforçando pra ver mais além. "Quanto ele vai querer ver?", me perguntei, e a ideia aumentou minha excitação; já estava entregue à putaria, a puta dentro de mim me dominava e eu não podia fazer nada pra parar. Abri inocentemente as pernas, de leve, sem que Seu Tito percebesse, mostrei minha calcinha pro taxista. O cara era um quarentão, bem moreno, fortão e dava pra ver que não era muito alto, mais baixo que eu — "nunca poderia ficar com uma mulher como eu". Com certeza em casa o esperava uma esposa gordinha, morena como ele e com três barrigas de gravidez nas costas. Mesmo assim, naquele momento, ele podia se deliciar com a visão do meu corpo. As ideias na minha cabeça voavam e a ansiedade por ser usada crescia a cada instante.

— Não é que minha norinha é uma gostosa, amigo? — perguntou sorrindo Seu Tito enquanto passava a mão por trás pra apoiar no meu ombro.

O taxista não disse nada.......
CONTINUA.

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