Geralmente a gente saía pra night em algum lugar bom da noite portenha. Essa história é de meados dos anos 90. Segunda, quinta e fim de semana eram dias propícios pra curtir música boa, álcool e mulher.
Numa dessas saídas, meu grande amigo Jerônimo pega uma mina bonita, não muito gostosa, mas linda até.
Buenos Aires News ou algo assim era o lugar.
Digamos que ele começou a namorar. A gente saía junto toda hora. Tatiana adorava ele, não sei se os dois, mas enfim, eu era o grande amigo de alma do Jerônimo e, por isso, parceirão pra várias saídas.
Meu grande amigo maltratava ela pra caralho. Só queria meter e pronto. Nada além. Acho que Tatiana esperava mais. Um pouco de amor, um pouco de compaixão por aquele corpo lindo e frágil ao mesmo tempo. Mas a história não tava indo pra esse lado. No fim das contas, eu, Constanzo, era mais confiável e até mais adequado pro que Tatiana entendia como um lance de amor. 😐
Numa das nossas saídas de sempre, no bar Mundo Bizarro, Jerônimo decide ligar pra Tati e oferecer o que ele nunca quis ou desejou ter: sexo apimentado e tempestuoso entre os três.
3 da manhã e a gente chega no apê em Palermo, cheio de bebida e mina pra todo lado.
Ela nos atende de mal jeito. Me oferece um café pra se espantar e entra numa discussão rápida com Jerônimo, o namorado dela. "Quero algo sério", "isso não vai dar certo", etc, etc, etc.
Num momento, meu amigo pega ela pelo braço, leva pro banheiro e rola um silêncio gostoso, o que confirma pra mim que ele conseguiu convencer ela e meter por um bom tempo.
Eles saem minutos depois, que pareceram uma eternidade pros três, e ela, muito puta, me olha com cara de que deveria tomar uma decisão.
Nisso, eu realmente não tava entendendo nada, mas vendo a carinha sorridente do meu amigo, imaginava que algo estranho podia rolar. Uma certa tensão tava no ar. Eu sentia mais por ela do que por mim. Eu sentia um certo incômodo com o tratamento indigno que o Jerónimo dava pra aquela mina gostosa. Até parecia que era uma puta paga e pronto.
Atender a gente na hora que desse na telha, esses dois moleques malcriados, e se sujeitar ao capricho mais cruel do namorado dela.
Essa ideia de clima bosta acabou rapidinho quando o Jerónimo decidiu pelos três que já era tarde e que a gente tinha que dormir. Não tinha muito o que pensar, a gente se jogou no chão do quarto da Tati e pronto, problema resolvido. A Tatiana me olhou com cara de quem queria dizer que não era bem aquilo que ela queria naquele momento. Até podia rolar algo comigo, mas separado, nada de coisas estranhas. Vendo a cara de doido do meu amigo, imaginei que a ideia dele de dormir os três era outra. A arte de desprezar ela era justamente aquele momento de prazer, de se sentir o tal na decisão sobre os três.
A real é que a situação não oferecia muita resistência. Longe da racionalidade que uma parada dessas exigiria, a gente se deitou os três, cada um imaginando por si o que ia rolar.
Mal a gente se jogou no chão e se cobriu, o Jerónimo mandou a Tatiana tirar a roupa. A Tatiana ficou no meio dos dois. Ele também mandou eu tirar a roupa e não bancar o otário com o que ia acontecer. Começaram a se beijar. A se tocar. Em dado momento, ele vira ela e começa a meter nela vaginalmente.
Eu, nessa hora, estupefato. "Vai, otário, tira a roupa, faz alguma coisa!", o Jerónimo me ordena. Eu me aproximo dela, consigo acariciar ela bem suave, a gente se beija, quase como dando amor, e depois eu guio ela pro meu pau. O Jerónimo, felizão, falava: "Vai, vai!", e enquanto isso, por trás, começa a meter com mais força, segurando a Tatiana na posição de quatro. Ela começa a chupar meu pau e suspira. O vai e vem constante do corpo não deixa ela pensar muito, só age e se entrega. O Jerónimo, totalmente doidão, mete e mete!. Num momento, a Tatiana se quebra e goza com tudo. Eu tiro meu pau da boca dela. boca. Não consigo gozar. Meu amigo fica puto. Parece que tá me dizendo que não posso desperdiçar uma oportunidade dessas, de comer junto com ele uma gostosa que só queria amor e sumir pra sempre da vida dela. Ele não consegue me convencer e eu saio de boa do quarto.
Quando saio do banheiro, depois de lavar o rosto e me ajeitar, cruzo de novo o olhar quase inquisitivo da Tatiana. Parece que ela tá me dizendo que não era assim que ela queria comigo. Olho pro meu amigo, exausto pra caralho, e ele pede pra gente vazar.
Tchau, Tati, tchau!!
Quando saímos, hoje, em pleno Palermo Soho, subimos no carro e Jerônimo oferecia, vitorioso, sua grande conquista. Seu capricho.
A ideia banal de esbanjar sexo e viver. Acima de tudo, viver!! 😉
Numa dessas saídas, meu grande amigo Jerônimo pega uma mina bonita, não muito gostosa, mas linda até.
Buenos Aires News ou algo assim era o lugar.
Digamos que ele começou a namorar. A gente saía junto toda hora. Tatiana adorava ele, não sei se os dois, mas enfim, eu era o grande amigo de alma do Jerônimo e, por isso, parceirão pra várias saídas.
Meu grande amigo maltratava ela pra caralho. Só queria meter e pronto. Nada além. Acho que Tatiana esperava mais. Um pouco de amor, um pouco de compaixão por aquele corpo lindo e frágil ao mesmo tempo. Mas a história não tava indo pra esse lado. No fim das contas, eu, Constanzo, era mais confiável e até mais adequado pro que Tatiana entendia como um lance de amor. 😐
Numa das nossas saídas de sempre, no bar Mundo Bizarro, Jerônimo decide ligar pra Tati e oferecer o que ele nunca quis ou desejou ter: sexo apimentado e tempestuoso entre os três.
3 da manhã e a gente chega no apê em Palermo, cheio de bebida e mina pra todo lado.
Ela nos atende de mal jeito. Me oferece um café pra se espantar e entra numa discussão rápida com Jerônimo, o namorado dela. "Quero algo sério", "isso não vai dar certo", etc, etc, etc.
Num momento, meu amigo pega ela pelo braço, leva pro banheiro e rola um silêncio gostoso, o que confirma pra mim que ele conseguiu convencer ela e meter por um bom tempo.
Eles saem minutos depois, que pareceram uma eternidade pros três, e ela, muito puta, me olha com cara de que deveria tomar uma decisão.
Nisso, eu realmente não tava entendendo nada, mas vendo a carinha sorridente do meu amigo, imaginava que algo estranho podia rolar. Uma certa tensão tava no ar. Eu sentia mais por ela do que por mim. Eu sentia um certo incômodo com o tratamento indigno que o Jerónimo dava pra aquela mina gostosa. Até parecia que era uma puta paga e pronto.
Atender a gente na hora que desse na telha, esses dois moleques malcriados, e se sujeitar ao capricho mais cruel do namorado dela.
Essa ideia de clima bosta acabou rapidinho quando o Jerónimo decidiu pelos três que já era tarde e que a gente tinha que dormir. Não tinha muito o que pensar, a gente se jogou no chão do quarto da Tati e pronto, problema resolvido. A Tatiana me olhou com cara de quem queria dizer que não era bem aquilo que ela queria naquele momento. Até podia rolar algo comigo, mas separado, nada de coisas estranhas. Vendo a cara de doido do meu amigo, imaginei que a ideia dele de dormir os três era outra. A arte de desprezar ela era justamente aquele momento de prazer, de se sentir o tal na decisão sobre os três.
A real é que a situação não oferecia muita resistência. Longe da racionalidade que uma parada dessas exigiria, a gente se deitou os três, cada um imaginando por si o que ia rolar.
Mal a gente se jogou no chão e se cobriu, o Jerónimo mandou a Tatiana tirar a roupa. A Tatiana ficou no meio dos dois. Ele também mandou eu tirar a roupa e não bancar o otário com o que ia acontecer. Começaram a se beijar. A se tocar. Em dado momento, ele vira ela e começa a meter nela vaginalmente.
Eu, nessa hora, estupefato. "Vai, otário, tira a roupa, faz alguma coisa!", o Jerónimo me ordena. Eu me aproximo dela, consigo acariciar ela bem suave, a gente se beija, quase como dando amor, e depois eu guio ela pro meu pau. O Jerónimo, felizão, falava: "Vai, vai!", e enquanto isso, por trás, começa a meter com mais força, segurando a Tatiana na posição de quatro. Ela começa a chupar meu pau e suspira. O vai e vem constante do corpo não deixa ela pensar muito, só age e se entrega. O Jerónimo, totalmente doidão, mete e mete!. Num momento, a Tatiana se quebra e goza com tudo. Eu tiro meu pau da boca dela. boca. Não consigo gozar. Meu amigo fica puto. Parece que tá me dizendo que não posso desperdiçar uma oportunidade dessas, de comer junto com ele uma gostosa que só queria amor e sumir pra sempre da vida dela. Ele não consegue me convencer e eu saio de boa do quarto.
Quando saio do banheiro, depois de lavar o rosto e me ajeitar, cruzo de novo o olhar quase inquisitivo da Tatiana. Parece que ela tá me dizendo que não era assim que ela queria comigo. Olho pro meu amigo, exausto pra caralho, e ele pede pra gente vazar.
Tchau, Tati, tchau!!
Quando saímos, hoje, em pleno Palermo Soho, subimos no carro e Jerônimo oferecia, vitorioso, sua grande conquista. Seu capricho.
A ideia banal de esbanjar sexo e viver. Acima de tudo, viver!! 😉
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