Papi, mamãe... o neném (final)

Na segunda-feira, quando Mateo chegou em casa ao meio-dia, já percebeu a tensão no ar. A mulher e o filho estavam sérios. Assim que ficou a sós com María, perguntou:

- O que foi?

- Nada - respondeu, seca.

- Como assim nada?

- Já te falei que é nada. Agora não tô a fim de conversar.

Mateo ia insistir, mas ao ver a cara da mulher, resolveu se calar. A tensão continuou quando ele voltou pro escritório. E também quando chegou de novo.

María continuava sem querer falar nada. Quando foram se deitar, Mateo já não aguentava mais.

- Vai me dizer que porra é essa?

Ela desatou a chorar. Mateo abraçou ela, tentando acalmar.

- Já te falei que não tava certo o que a gente fez. Que a parada ia sair do nosso controle.

- Fica calma e me conta o que aconteceu.

- Ai, meu Deus...

- Calma, María.

Ela respirou fundo.



Papi, mamãe... o neném (final)boquete

—Esta manhã, me vesti com um terno normalzinho, nada chamativo. Mas ele continuou me olhando. Continuou se tocando por baixo da mesa. E se esfregando em mim. Dessa vez mais descarado. Enfiou a pica na minha bunda e ficou uns segundos parado. Até apertou.

Mateu escutava com atenção.



paulolas

— Me virei, encarei ele. Falei que não era certo o que ele tava fazendo, que eu era a mãe dele e que ele tinha que me respeitar. E... aí.

María tapou os olhos com as mãos, soluçando.

— O que aconteceu?

— Meu amor... me chamou de puta, de uma provocadora. Meu filho me chamou de puta.

— Porra, porra, porra. Ele passou dos limites. Vou dar uns gritos naquele pirralho — disse Mateo, se levantando da cama.

María segurou ele, agarrando seu braço.

— Não, não. Não fala nada pra ele. Ele tem razão. Eu me comportei do jeito que ele disse. Fui uma... provocadora. A gente foi longe demais, Mateo.

— Você tem razão. Nós provocamos ele. Mas ele não tem o direito de falar assim com você. Vou conversar com ele. Vou exigir que ele te peça desculpas.

— Por favor... não fala nada. Eu mesma vou falar com ele.

— Tem certeza? — Sim, tenho. Vou agora mesmo.

— Tá bem.

Ela se levantou, vestiu um roupão por cima do pijama curto e foi em direção ao quarto do filho.


fodermami

Mateo ficou na cama, esperando. E pensando.

Sua mulher tinha razão. Ele ficava tão excitado sabendo que Juan desejava ela, que a incentivou a continuar. Depois, para se esquentar ouvindo e gozar uns esporros do caralho. Os melhores que lembrava. Mas se esqueceu do Juan, dos sentimentos dele. Esperava que a Maria resolvesse tudo e que as coisas voltassem ao normal.

Esperou a Maria voltar. Esperou... Esperou... E esperou. O tempo passava e ela não voltava. Começou a ficar nervoso. Já tinham se passado uns 20 minutos. Estava quase se levantando pra ir buscar ela, quando ela voltou.

Olhou ela de cima a baixo. O roupão apertado com as mãos. O cabelo bagunçado. As bochechas coradas.
Papi, mamãe... o neném (final)boquete— O que aconteceu? Por que você demorou tanto?
— Mateus... João... acabou de... me comer.
— QUEEEEEEEEEEEEEEEEE?
— Que João, seu filho, acabou de me comer bem comidinha.

Mateus ficou olhando pra ela, de boca aberta.
— Fui disposta a falar com ele, resolver as coisas. Ele tava na cama dele. Pedi permissão pra entrar. Ele mandou eu entrar. Tava sério. Me aproximei da cama e sentei, igual quando ele era pequeno.

Mateus continuava olhando pra ela, ainda de boca aberta, incrédulo.
— Ele se sentou na cama. O lençol caiu até a cintura dele. O torso dele tava nu. Não sabia que ele era tão... musculoso. Ele é... lindo.



paulolas

—Maria! — Mateo conseguiu articular.

— Sim, gostoso. Não consegui evitar de olhar pra ele. Mas comecei a falar. Disse que o que ele me falou estava errado, mas que entendia que tinha sido por minha culpa. Que eu deveria ter cortado tudo desde o começo. Aí ele me disse que...

— O que ele te disse?

— Que eu era muito gostosa. Que gostava muito de mim. Que me desejava. Eu falei que não podia ser, que era a mãe dele. Que ele devia procurar uma mulher adequada.

— E?

— Ele disse que não ligava pra quem eu era. Que deixava ele com tesão. Que gostava das minhas tetas, da minha bunda, que... que...
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

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fodermami

Papi, mamãe... o neném (final)boquete


- O QUÊ?
- Que eu deixava o pau dele duro. Que ele se acabava na punheta pensando em mim.


paulolas

-buceta.
-Mateo... tentei dizer que aquilo não era certo. Mas ele olhava nos meus olhos. Sorriu e disse "Mãe, tô com tesão só de você sentada na minha cama".
-buceta.
-E... uf... Mateo. Aí ele puxou o lençol. Tava nu, e... hummm o pau dele... duro... e era... muito... grande... lindo.



fodermami

—Maior que o meu?
—Sim, maior.
—Buceta!
—Ele ficou me encarando, sorrindo, com aquela pica enorme dura. Eu não sabia o que fazer, o que dizer. Fiquei besta, olhando pra pica dele. Ele me disse: "Cê gosta da minha pica, mamãe?"
—E você, o que disse?
—Nada. Não conseguia falar, meu amor. Meu coração batia forte. E a buceta molhou na hora. Depois ele falou: "Segura minha pica, mami. Olha como ela fica dura por sua causa.


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-Buceta, buceta, buceta... Você comeu ela? - perguntou Mateo, cada vez mais ansioso.

-Não... não consegui. Ela tava como petrificada. Quase nem respirava. Só ficava olhando praquele pau que pulava sozinho enquanto eu sentia o pijama molhando cada vez mais. Foi ele que pegou uma das minhas mãos e levou até o pau dele. Ummmmmm, que duro, que quente, que macio.

-Uf... Maria... Você pegou no pau do Juan.

-Não só isso, meu amor. Ele começou a mover minha mão, pra eu fazer uma punheta. Quando ele tirou a mão dele, eu continuei sozinha. Movendo pra cima e pra baixo a minha, apertando o pau dele. Tava pegando fogo, Mateo. Acho que nunca tinha ficado tão tesuda. Ele começou a gemer. Tava gostando do que eu tava fazendo.



paulolas

— Não me admira. Continua, continua, pelo amor de Deus. Não para.

— Tá com tesão?

— Pra caralho. Olha — respondeu Mateo, tirando a pica pra fora.

Maria pegou nela com a mesma mão que tinha pegado na pica do Juan, e começou a masturbá-lo.

— Assim que eu batia uma pra ele. Devagarzinho, apertando. Minha mão quase não dava conta da grossura. Ele se recostou na cama e ficou me olhando enquanto eu punhetava ele. Me dizia que adorava como eu tocava na pica dele. Que me desejava há um tempão. E... aí...

— O que aconteceu?

— Ele me olhou bem nos olhos, e falou "Chupa minha pica, rabuda". Ummmmm, naquele momento eu me senti assim. Feito uma rabuda, batendo uma pro filho dele e com a buceta toda molhada. Quase gozei sem me tocar.

— Você fez? Chupou a pica dele?

— Ummmmm, claro que chupei. Me abaixei — disse ela, se abaixando sobre o marido — e dei um beijinho na ponta — falou, dando um beijo na ponta da pica do Mateo — Passei a língua, lambendo a cabeça toda. E depois, enfiei na boca. Enfiei a pica do meu filho na boca e chupei ele assim.



fodermami

María começou a chupar a pica do marido, igual tinha feito com o Juan. Olhava nos olhos dele, subindo e descendo a cabeça, mamando com força.

- Aggg, María, meu amor... Foi assim que você chupou ele?

- Ummmmm - respondeu ela, sem tirar a pica da boca.

- Você chupou até o final?

- Ummmmm


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-Aggggg... Ele gozou... na... sua boca?

-Ummmmmmm

-Maria... ah... ah... Você engoliu toda a porra dele?

-Ummmmmmm

Aquilo foi demais pro Mateo. Ele gozou litros dentro da boca da mulher dele, que sem tirar os olhos dele, engolia enquanto a pica jorrava. Mateo curtiu o orgasmo intenso e avassalador dele, imaginando a cena da Maria engolindo a gozada do Juan, enquanto ele gemia.



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Depois de lamber com gosto todo o sêmen do Mateo, a María continuou chupando um pouco mais a pica, lambendo ela, procurando qualquer vestígio da porra gostosa. Ele olhava pra ela, quase babando.

— Porra, María. Como você me deixou excitado. Ufa, foi fantástico. Agora me conta o que realmente aconteceu.

— Aconteceu exatamente como eu te falei.

— Hahaha, para com isso.

— Não acredita em mim?

— Não.

Mateo achou que tudo não passava de um jeito de deixá-lo com tesão. Uma fantasia como as dos dias anteriores.

María tirou o roupão. Tava completamente nua por baixo. Mateo olhou pra ela.

— Hehe, aposto que você se despiu antes de vir.

Ela se deitou na cama. Abriu as pernas, levou as mãos até a buceta e abriu ela.

— Isso também é mentira?

Mateo olhou pra buceta da mulher dele. Molhada, vermelha... e escorrendo. Um líquido saía da buceta. Era um líquido meio esbranquiçado. Mistura dos sucos dela com o sêmen do filho deles.

— Olha como a porra do Juan tá escorrendo da minha buceta.


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—Mas...? Ele te comeu de verdade.
—Ummmmmm e de que jeito.

Enfiou um dedo na buceta e tirou molhado, sujo de porra. Levou até a boca e chupou.


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-Que delícia, meu amor. Goza do meu filho.

Enfiou o dedo de novo, tirou, outra vez, sujo. Ofereceu pra Mateo.

-Quer provar? Kkkk.

Ele olhava pra ela, de boca aberta. E quando percebeu, tinha o dedo na boca, e chupava. María também se surpreendeu que Mateo fizesse isso.

-Tem mais na minha buceta.

Não precisou repetir. Mateo se deitou entre as pernas dela e começou a chupar a buceta dela. A buceta gostosa, recém-comida, cheia da goza do filho. María apertou a cabeça dele contra a buceta.




-Aggggg, sim, meu amor. Chupa minha buceta... Engole a porra do teu filho, igual eu fiz...

-Sim, vou deixar ela bem limpinha, mas me conta tudo. Me diz como ele te comeu.

Enquanto Mateo chupava a buceta dela, Maria contava a foda da porra que Juan tinha dado nela.

-Depois de engolir toda a porra dele, continuei chupando o pau dele. Continuava duro, meu amor, muito duro...



paulolas

Então, ele se jogou em cima de mim e me beijou. Hummm, os lábios dele queimavam e meu corpo inteiro tremeu. Ele começou a tirar meu roupão, e depois passou a mão nas minhas tetas.


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Mateo lambia e lambia. O pau dele, duro de novo, se esmagava contra a cama. Ele se mexia. Era como se tivesse fodendo o colchão enquanto chupava aquela buceta gostosa.

- Não tenho pijama porque ele rasgou. Arrancou de mim e partiu pros meus peitos. Passou a mão, agarrou eles com as duas mãos e depois... ummmm chupou eles. Inteiros. E mordeu meus bicos. Com força. Tava como se tivesse possuído.


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Mateo enfiava dois dedos fundo na buceta e tirava, pra chupar eles. Pegava o clitóris entre os lábios, chupava ele. Maria apertava a cabeça dele contra ela, esfregando a buceta na cara toda.paulolas- Finalmente ele me deixou nua. Acariciou minha buceta. Meu amor... assim que senti meu filho tocando minha buceta, gozei. Me agarrei forte nele e mordi o ombro dele pra não gritar. Enquanto eu gozava, ele ficava esfregando e esfregando. Sabe o que ele fez?

fodermami


—Não. O que ele fez? — respondeu o lambedor, erguendo por um segundo o rosto brilhante.

— Ele mostrou a mão, cheia dos meus sucos, levou à boca e chupou os dedos, se lambendo. Disse: "Ummm, mamãe, que gostosa você tá. Vou me acabar de comer essa buceta". Isso me deixou ainda mais tesuda.

— Ele te comeu?

— Não... me deitou na cama, me fez abrir bem as pernas e...

— E o queeeeeeee?

— Enfiou o pauzão dele na minha buceta, até o fundo. Nunca me senti tão cheia, meu amor. Acho que me apaixonei pelo cock dele.



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Mateo ouvia o relato da putaria gostosa que Juan fez com a mãe dele. Como ele metia e tirava a pica com força, até o fundo, batendo no fundo da buceta dela. Como ele chupava e apertava os peitos dela. Como ele beijava ela, com paixão, procurando a língua dela, sem parar um segundo de foder ela. E o que ele dizia. As coisas que ele sussurrava no ouvido: "Cê gosta da minha pica, mamãe? Cê gosta de como teu filho te fode, putinha?".

— E você, o que dizia?

— Que sim. Que gostava... aaaaai que continuasse me fodendo assim. Que eu era a putinha dele. Falei que era a vadia deleeeeeeeee.



paulolas

Lembrando de tudo e sentindo a língua do Mateo na buceta dela, Maria gozou num orgasmo intenso que fez ela arquear as costas na cama e ficar uns segundos sem respirar. Na mente dela, o prazer que sentiu quando a pica do Juan estourou no fundo da buceta dela, enchendo ela com a porra incestuosa. Mateo, que também não aguentava mais, largou a buceta da mulher dele, se jogou em cima dela e enfiou a pica na buceta pulsante. Gozou na hora.

fodermami

Minutos depois, os dois estavam deitados na cama, de barriga pra cima. Não falavam nada. Mateo aproximou a mão da mão de Maria. Eles se seguraram.

— Porra — disse Mateo.

— Ufa — respondeu Maria.

No dia seguinte, Mateo voltou ao meio-dia, ansioso pra saber o que tinha acontecido. A casa estava em silêncio. Foi até a cozinha procurar a mulher. Não estava. Percebeu que não tinha comida pronta, como de costume. Procurou e a encontrou na cama, pelada. O cabelo todo bagunçado.

— Maria!

— Ummm, oi, meu amor.

— O que foi?

— Nada... Melhor pedir comida no chinês. Não preparei nada.

— E por quê?

— É que o Juan passou a manhã inteira me comendo. Esse garoto é... incansável. Não consigo nem me mexer. Mas nunca tinha gozado tantas e tantas vezes.


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- Onde ela tá?
- Saiu. Sabe de uma coisa? Não tenho mais nada virgem.
- Não quer dizer que...?
- Sim, o bum me comeu. No começo doeu pra caralho, mas depois foi fantástico. Ummmmm o que eu perdi.




paulolas

—Safada. Olha quantas vezes te pedi e você sempre negou. E pra ele, na primeira, já dá essa bunda gostosa — disse ele, tirando a rola pra fora e se aproximando da mulher.

—Não consigo negar nada pro meu menino.

—Então agora vou te comer nessa bunda linda que você tem.

—Meu amor, me deixa descansar. Não aguento mais. Preciso dormir.

—Porra, Maria. Pelo menos chupa ela.


fodermami

Ela estava enroscada na cama. Mateo se ajoelhou do lado da cabeça dela e aproximou a pica da boca dela. Mais do que um boquete, foi uma fodida de boca. Maria só deixou Mateo usar a boca dela até enchê-la de porra, que ela engoliu... e dormiu.

Depois do jantar, os três estavam na sala. Maria sentou entre os dois. Logo, levou as mãos para cada uma das picas, começando a acariciá-las. Virou a cabeça pra direita e beijou o marido. Virou a cabeça pra esquerda e beijou o filho.

— Quem vai ser o primeiro a foder a mamãe?


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paulolas

fodermami

FIM.....ou a vida continua !!!!

3 comentários - Papi, mamãe... o neném (final)