Banheiro do Maconals da 9 de julho

Banheiro do Maconals da 9 de Julho

A história que vou contar é verdadeira, mas com alguns nomes trocados pra não causar nenhum mal-estar.

Eu e minha parceira Moni somos casados há uns sete anos. Como todo mundo sabe, o sexo e os desejos vão mudando, e ultimamente estamos experimentando sensações novas que nos levam ao êxtase total.

Fazia pouco tempo que eu e minha mulher tínhamos ido ao Swinger da rua Artigas (se não se localizam, é Artigas com Juan B. Justo, na esquina tem um cabaré). A verdade é que naquele dia a gente se divertiu, mas por medo ou por um pouco de inexperiência, só bebemos alguma coisa, pegamos uns telefones e voltamos pra casa pra trepar pensando nas coisas que tínhamos visto.

Decidimos que daqui a um tempo seria bom voltar e dar outra chance, mas antes disso surgiu a história que vou contar.

Eu sou o Claudio, 45 anos, advogado e trabalho perto da Av. 9 de Julho com Corrientes. Sou alto, cabelo grisalho e corpo bem atlético porque desde pequeno faço natação. Minha mulher é a Mônica, 37 anos, também advogada e trabalha na Pellegrini. Ela é meio baixinha e tem cabelo liso preto. O que chama atenção é a boca carnuda e as pernas bem firmes que ela tem. Sem falar na bunda e nas tetas que ela colocou há dois anos.

Como ultimamente a gente se encontrava pra almoçar às 14h, nos encontrávamos no Obelisco e de lá escolhíamos algum lugar dependendo da ocasião. Se era algo formal, íamos pros bares da Corrientes; se era algo rápido, comíamos no Maconals ou em algum outro lugar de fast food.

Das últimas vezes que fomos nos encontrar, eu evitava todo o trânsito da avenida mais larga indo por baixo, onde fica a galeria subterrânea. Lá conheço o Hernán, um cara super gente boa com quem eu batia papo até chegar a hora do encontro. De vez em quando a gente fala de futebol, de política e, claro, de sexo também. Ele é um cara muito aberto e, como é solteiro, não tem problema em fazer o que quer e com quem quer. quem quiser.
Numa dessas conversas, ele me contou que no banheiro do Maconals da 9 de julho funcionava uma "Chaleira", eu não sabia o que era até ele explicar que lá muitos caras jovens se juntam no banheiro masculino e se der na telha, pode rolar de tudo.

A verdade é que eu não conseguia acreditar que em plena luz do dia aquilo acontecia no centro de Buenos Aires. Meio descrente, acenei pro Hernán enquanto ia encontrar a Moni, mas pensando que não podíamos perder uma oportunidade daquelas com a minha mulher.

Moni chegou bem pontual, vi a cara dela e tava feliz porque provavelmente a manhã tinha sido leve. A gente se deu um beijo e, antes que ela sugerisse ir a algum lugar comer, eu falei:

— Tô afim de um quarto de libra Enormeeee!!!
— Ahh, beleza, nem me pergunta o que quero comer, hahaha, bora, vamos.

Atravessamos e, com outros olhos (já sabendo o que rolava no banheiro), comecei a reparar nos detalhes: muitos caras jovens estavam rodeando o lugar, passavam, olhavam e alguns entravam no local.

Ficamos na fila e eu não parava de olhar a escada que leva aos banheiros, imaginava cada uma daquelas pessoas esperando a entrada de outro pra dar um boquete ou entregar o cu.
Em voz baixa, chegando perto do ouvido, contei pra Moni o que Hernán tinha dito e, acreditem, na mesma hora os peitos dela endureceram e os mamões enormes que ela tem começaram a aparecer pela blusa.

Acho que já não importava o que a gente pedia, o interessante era lá em cima. Então pedimos algo que nem sei o que era e sentamos numa mesinha perto da entrada do banheiro masculino.

Minha ideia era entrar, ver qual era e tentar convencer algum desses caras a meter uma putaria rápida com a Moni ali mesmo no banheiro, pelo uns boquetes, mas todo mundo junto.

Comi quase me engasgando, tava nervoso, mas não liguei. Levantei e andei devagar até o banheiro.

— Moni, vou entrar. Se eu fizer sinal, vem rápido.
— Fala, amor, me avisa que quero te ver aí…

Entrei empurrando a porta. Abri a porta com o pé pra não me sujar, o banheiro não era tão grande, mas um cara de uns 27 anos tava num mictório e outro tava na pia molhando o cabelo.
Eu tava de terno, então a situação já tinha deixado minha pica bem dura, entrei com a calça marcando e, como ainda tenho uma pica boa, acho que até dava pra ver as veias.

Fiquei do lado do cara no mictório do meio (são três) e tirei ela pra fora, a cabeça parecia uma ameixa de tão grande, tava super inchada e o tronco quase explodindo de vermelho. Comecei a mijar como dava, enquanto isso ia massageando minhas bolas, que são grandes mas sem pelo.

O cara levantou o olhar pelo mictório e ficou sorrindo, me olhava e fazia um gemidinho ou um murmúrio estranho.

Eu continuei apertando minha pica, espremendo ela e o mijo saindo. O cara que tava arrumando o cabelo (uns 19 ou 20 anos) veio pro outro mictório à minha esquerda, olhando por cima do ombro e se lambendo.

Já não tinha mais mijo, então deixei ela um pouco no ar, fiquei tocando, e eles não iam embora, então sem mais enrolação comecei a falar:

— E aí, caras, o que tão fazendo?
— Que pica linda você tem, o que quer fazer? (Falou o primeiro)
— Sei lá, tô com minha mulher lá fora. Tô afim de fazer algo com ela também.
— Hmmm, essa não é a vibe aqui (disse o que entrou por último)
— Eu sei, mas a situação me excita, pelo menos chupar a gente três
— Beleza, mas você, o que gostaria que a gente fizesse?
— Hoje nada, é minha primeira vez aqui. Se der tudo certo, prometo que volto sozinho (falei meio na pressão, mas queria ver no que dava)
— Então tá, manda ela entrar que a gente fecha aqui (falou o primeiro, que não parava de olhar meu volume)

Abri a porta e rapidamente fiz sinal pra Moni entrar sem ninguém ver, os caras já tinham tudo combinado com alguém porque na hora cruzaram um rodo ou um esfregão na porta e penduraram a placa de “Banheiro interditado, desculpe o transtorno”.

— Moni, os caras... Eles têm algo pra te dar comigo, sabia?
-Sim, amor, tô esperando. Desde que você entrou, não paro de ficar molhadinha.

Sabendo que a porta tava trancada e ninguém podia entrar, me soltei e fiquei ainda mais excitada.
Passei a mão na minha pica que tava super inchada e fiz sinal pra Moni se ajoelhar.
Mal tinha colocado uma perna no chão e eu já tinha enchido a boca dela de pica, fazendo ela quase engasgar porque tava tão quente que eu passava os ovos na boca dela.

Os caras olhavam e começaram a ficar tesudos, Moni do jeito que dava abria as calças deles e pra sorte dela uma das picas (as duas eram bem grandes) tava curvada, ela morre por picas com curva.

Ela começou a chupar a minha, passava a do primeiro cara no rosto e a outra amassava com as mãos.
Ela tava muito excitada, apertava os peitos que tavam durinhos e quando dava enfiava um dedo por baixo da saia pra molhar os dedos na buceta molhada dela.

_Come, amor, come bem a pica, come
-Mmmhhh que picas gostosas… mmmmm adoro
_Você gosta muito de pica, sua puta, hein (falou o primeiro)

Monica tava pegando fogo, tinha duas e meia da tarde e num banheiro público três picas enormes castigando ela.

Nunca bati na minha mulher, jamais, mas naquela tarde eu dava tapas fortes com minha pica enquanto os caras faziam ela chupar.
O segundo apertou os ovos, deixou bem vermelhinhos e mandou ela cuspir pra Moni chupar.

Eu tava ardendo e tinha a pica super inchada. Tenho que admitir que levei uns tapas na pica do primeiro cara, mas ele só pegava pra levar na boca da minha mulher.

Num momento os caras começaram a se esfregar um no outro, acho que não precisa explicar o que é isso, então eu aproveitei o tesão que tava e coloquei a Moni de quatro.
Ela tava com a buceta super molhada, quando toquei ficou aquele melzinho nos meus dedos, então chupei e de uma vez comecei a comer ela enquanto os Os caras magrinhos ficaram olhando pra gente.

- AHhhhhhha ghhahah Clau, me dá assim... assim...
- Você gosta dessas coisas, né? Gosta, sua putinha.
- Siiiim, beija minha bunda... siiiim (toda vez que eu a coloco de quatro, eu me jogo pra trás e dou uma forte lambida no cu dela pra dilatar mais rápido).

- Agora (enquanto enfiava o dedo com força no cu dela quase seco) você vai chupar as três picas juntas e a gente vai gozar na sua boquinha, sabia?
- Siiiiim, siiiim, quero o leite quente, aqui na carinha.

Eu metia cada vez mais forte, mas sabia que tinha que me segurar pra não gozar. De novo me joguei pra trás e me levantei.
Fui o primeiro a enfiar na boca dela e fazer força, logo veio o primeiro cara e encheu o outro lado da bochecha dela. Faltava o outro magrinho, que se enfiou como pôde e colocou a pica quase roçando na minha.

Nós três metíamos e tirávamos daquela boca quente, metíamos, roçávamos, e Moni explodia sem parar de gozar, beliscando os peitos e enfiando a mão inteira na buceta.

- Vou te dar o leite, amor, todo o leite.
- Siiiiim, me dá, me dá o leite.
- Gaggffffagggga aaaahahahahahahhahaahahaaa

Gozei como nunca, enchi a boca dela de porra e respinguei nas outras duas picas, que Moni tratou de limpar com a boca.
Na hora, o primeiro magrinho gozou, deu um gritinho meio agudo, mas pelo visto tudo que rolou deixou ele louco de tesão.
Faltava o outro cara, o da pica torta, continuou fazendo força na boca de Moni e apertou com força as bolas mais uma vez, apertou e gozou.

- Grgaaaahhhahaahahaaa aahhahaa, quanto tempo que uma mulher não me chupava (ele disse).

Peguei uns lenços de papel, me limpei como pude e limpei a boca de Moni, que rapidinho fez um bochecho.

Os caras estavam atônitos, mas contentes. Rapidinho deixei meu cartão e falei que se eles saíssem ou quisessem fazer algo parecido, era só chamar que a gente se encontrava.

Fechei minha braguilha, ajeitei a pica ainda inchada e peguei Moni pelo braço pra sair do banheiro. Os caras ficaram lá, talvez se chupando entre si. Eles, porque mal nos deixaram sair, fecharam de novo a porta do banheiro do Maconals.

(To republicando esse conto com meu novo usuário, abraços)

5 comentários - Banheiro do Maconals da 9 de julho

super, ese baño es una famosa tetera, a mi chupo la pija un trolo de traje a las 11hs de la mañana hace un mes Te recomiendo el baño de la shell de gral. paz, mano rio de la plata, super tranki y seguro, pasa de todo, pero mucho trolo chupapija

Muy buenoooo, cuando vivia en buenos aires iba seguido a ese baño, me recalentaba el ambiente a sexo, nunca me animé a hacer nada pero mas de una vez terminé en un cubiculo haciendome una paja feroz.

Baño del Maconals de 9 de julio
Yo comenté tu post... ¿comentaste alguno de los míos?
buenisimo!! me encantaría ir con mi mujer y tener la misma experiencia q vos!!! van puntos...