Fazendo mamãe chorar de tesão, ciúme e prazer 13

Fazendo mamãe chorar de tesão, ciúme e prazer 13Leo, do quarto, ouvia a mãe chorando desolada na sala. Os soluços e choros perfuravam seu cérebro e geravam um sentimento de culpa nele.
Se tinha alguém que ele não queria fazer sofrer, essa pessoa era a mãe.
Mesmo contra a vontade, saiu do quarto e foi até ela. Ela estava banhada em lágrimas, o rosto lindíssimo coberto, inundado, por uma chuva que escorria pelas bochechas, de líquidos salgados que corriam o carmim e o rímel da maquiagem. Ao vê-lo aparecer, disse:
— Leo, acredita em mim, eu não fiz nada! — Balbuciava, se queixando num gemido entrecortado e desolado.
Embora o filho a olhasse com piedade, não conseguia esquecer o incidente. A imagem do tio Prados se jogando sobre ela aparecia na mente dele, e a mãe não se opondo, do jeito que ele gostaria que ela tivesse feito.
No entanto, Leo é um moleque mole. Não aguentou a situação. Ao vê-la trêmula e choramingando, a perdoou e, suavemente, beijou os lábios dela. — O que vocês querem? É minha mãe! — Se desculpou.maeMesmo assim, isso não terminou aí. O fato de Leo ter desculpado ela não a livrava de dar as explicações necessárias, mas os dois fizeram isso mais calmos, um pouco mais serenos.
— Bom, tô te ouvindo, fala na lata, se não quiser que eu te ignore pra sempre! — avisou ele.
Os olhos dela se encheram de lágrimas de novo. — Não sei o que você quer que eu te diga, filho!
— Você sabe, já percebeu faz tempo como seu tio é! — garantiu ela.
— Mas sempre foram insinuações, um flerte da parte dele, nunca correspondido por mim! — garantiu a mãe.
— Um jogo de sedução de um lado só! — confessou a mãe.
— E hoje, porque eu vi que ele partiu pra cima de você! — exclamou ele, ficando nervoso de novo.
— Se eu não tivesse ali, algo mais teria rolado! — garantiu ele, irritado.
— Aliás, ninguém me tira da cabeça que ele te tocou, jura que não foi assim! — exigiu Leo.
Angélica olhou pro filho e mentiu: — Não, não me tocou. Sim, ele se jogou em cima de mim, e acho que não teria passado disso, mesmo se você não estivesse ali! — garantiu a mãe, dando paz de espírito ao filho.
— E por que você não conta pro papai? — perguntou o filho.
— Porque ele não liga! — esclareceu ela.
— Eu contei e ele levou na brincadeira! — garantiu a mãe.
— Ele acha engraçado, celebra e zoa do tio! — explicou Angélica ao filho.
— Meu pai é um baita de um otário! — criticou o pai duramente.
— Ele não tem dignidade! — sentenciou, furioso com ele.
— Deixa um babaca se atirar na mulher dele! — comentou Leo, indignado.
— E a tia? Por que você não conta pra ela, é sua irmã! — sugeriu Leo.
— Por isso mesmo, esse problema é recorrente com ela! — disse Angélica.
— Não entendo! — respondeu Leo.
— Desde pequenas, existem problemas de ciúmes, inveja dela por mim! — comentou a mãe.
— Ela sempre me cobrou que os namorados, os pretendentes dela, me olhavam com desejo, eu agradava eles! — esclareceu ela.
— Muitos saíam com ela pra chegar perto de mim, na cidade de onde somos! — testemunhou a mãe.
— E pra ela é uma verdade absoluta, a culpa é sempre minha, porque segundo ela, eu provoco eles! — confessou a mãe. Vou falar eu mesmo!" Ameaçou o filho.
"Não, Leo, você vai criar um problema maior do que já temos com eles. Além disso, com esse incidente, acho que os ânimos exaltados do seu tio vão se acalmar!" Garantiu Angélica, a mãe.
"Mas como é essa história de ciúmes desde meninas, dos namorados?" Perguntou o filho Leo, ansioso pra entender e com um certo tesão.
"É longo de contar!" Respondeu Angélica, mãe de Leo, tentando manter um velho segredo de família escondido.
"Temos tempo, tô te ouvindo!" Avisou o filho.
"Bom, a Lola (a irmã, tia do Leo, uns anos mais velha que a mãe dele) tava apaixonada por um rapaz!" Começou a história de família, meio sem vontade e sem outra alternativa.
"E esse jovem teve algo comigo!" Confessou a mãe.
"Então a tia tem razão de estar puta com você e desconfiar de você!" Afirmou Leo.
"Não, não tem razão e ela sabe disso, mas nunca quis aceitar!" Declarou a mãe de Leo.
"Mas como foi? Me conta!" Exigiu o filho.
"Não, não quero! É uma história feia, muito desagradável! Vergonhosa, patética, imoral e promíscua!" Alertou ela.
Cada coisa que ela dizia aumentava a curiosidade mórbida, e fazia o filho querer saber o que tinha rolado.
"Vai, me fala, assim posso te entender!" Exigiu Leo.
"Ela tava apaixonada pelo Ernesto!" Disse como uma confissão reveladora, mas que Leo não entendeu.
"Quem é Ernesto?" Perguntou o filho, inocente.
"Nosso irmão, seu tio!" Esclareceu Angélica, envergonhada.
"A tia tava apaixonada pelo irmão!" Exclamou como um caretão hipócrita.
"Sim! Por isso! Pronto! O resto você imagina!" Afirmou a mãe.
"Não, não, me conta tudo direitinho, com todos os detalhes!" Exigiu Leo.
A mãe não respondia, enquanto Leo esperava ela continuar, refletia sobre o que ela disse e caiu outra ficha.
"Então quer dizer que você também 'se envolveu' com seu irmão!" Exclamou, cinicamente surpreso.
"O que ele teve com você?" Recriminou o filho à mãe.
"Sexo!" Disse e desabou a chorar sem consolo novamente a mãe.
Leo não sabia se segurava ela ou... Bater nela, ela parecia indigna, doente, era um sentimento ambíguo, entre a raiva e o ciúme, não saía do espanto.
— Fala, continua! — apertou Leo.
— Todos nós, minha família (prosseguiu a mãe), vivíamos amontoados num barraco no interior, de um cômodo só! A mãe de Leo era de Santiago del Estero, eram oito irmãos, cinco homens e três mulheres.
— Tudo o que você puder imaginar acontecia naquele espaço! — continuou ela.
— Meu pai transava com minha mãe na frente de todo mundo, sem privacidade nenhuma e com o mau exemplo que isso trazia pra todos os filhos, principalmente pros homens! — denunciou Angélica, a mãe dela.incestoMeu pai, dormindo, dividindo a cama com minha mãe, minha irmã mais velha Lola e Ernesto, meu irmão mais velho de todos, e eu não via nada... Testemunhava Angélica, a mãe, para seu filho Leo
Eu era uma inocente, nunca tinha percebido a relação entre meus irmãos, até o dia do acontecido! Disse
Que acontecido? Perguntou ansioso seu filho
O estupro e a minha perda da virgindade! Afirmou sua mãe
Meu irmão Ernesto, na hora da sesta, em plena luz do meio-dia, naquele único cômodo onde todos tirávamos a sesta, me comeu!
Isso ele já tinha feito com minha irmã Lola uns anos antes, naquele momento foi a minha vez e depois seria a vez da Lidia, minha irmã mais nova, sua tia! Disse ela entre soluços
Leo imaginou a cena sem emitir comentário algum.FamiliaUm silêncio constrangedor se instalou entre os dois, ela tinha convencido ele, sua mãe, com aquela carinha de indefesa, as lágrimas escorrendo pelas bochechas.
Isso deixou ele puto de tesão, ela olhou pra ele com ternura e percebeu o estado de excitação do filho, murmurou com aquela voz típica de mãe superprotetora:
— Me come!filhoE praticamente o Leo, arrancou as roupas dela, deixou ela pelada e eles transaram apaixonadamente.
Depois da loucura, o Leo não conseguia esquecer o que a mãe tinha confessado, queria continuar conhecendo essa história, mas sabia que a mãe não queria mais falar sobre o assunto. Mesmo assim, insistiu..
— Me conta mais sobre sua juventude no interior, com sua família, bah, nossa família! — exigiu o filho.
— Não, te contei isso porque era necessário, pra explicar uma confusão, um mal-entendido nosso, bah, seu! — esclareceu Angélica, toda suada, pingando de tesão depois da transa com o filho.Fazendo mamãe chorar de tesão, ciúme e prazer 13

69 comentários - Fazendo mamãe chorar de tesão, ciúme e prazer 13

@hindami gracias a ti por hacer volar nuestra imaginación excelentes tu relatos
la verdad muy buena, espero mas,besotes
Cada vez que leo algo, dilato el final para saborear mejor la historia... Estamos en problemas porque leí hasta aquí y muero de ganas por saber como sigue... Es mas adictivo que la novela de Suar...jajaja! Te felicito
Como ya lo he dicho EXCELENTE HISTORIA. Pero por hoy ésta es la última, mañana continuo con las restantes.