Volta sem glória na buceta da mamãe 12ª

E meu filho Leo foi pra estação do meu bairro, pegar o busão que ia levar ele até o distrito militar, onde iam dispor dele por pelo menos um ano, pra um destino incerto, que ninguém ainda sabia.
Ele não quis que ninguém acompanhasse ele, com medo de chorar que nem um moleque. Mas quando tava pra entrar no "bondi", ele era o último da fila, e todo mundo já tinha subido, ouviu o nome dele gritado bem alto: ¡Leo! Ele virou pra onde vinha o som, e lá estava a Felina encostada num carro estacionado a uns metros dele, minha filha, mesmo com o pedido do irmão, que ele fez pra toda a família, foi, e na despedida disse: ¡Me olha uma última vez! Junto com isso, com o pedido, ela continuou o teatrinho e partiu pra ¡Abaixar a calça e a calcinha! Morrendo de rir, a filha da puta, até o último momento! Leo subiu no micro-ônibus e ele arrancou.Volta sem glória na buceta da mamãe 12ªViajou quase duas horas até chegar no lugar, uma fila imensa, interminável, se formava na rua, iam entrando em etapas, era meio-dia quando entrou no prédio em si, um lugar amplo, com barracas, pátios, galpões, e muitos veículos militares, jipes, caminhões, etc.
Dentro do lugar, continuaram na fila, tinha que passar por um controle administrativo e eles destinavam a galera pro local onde cumpririam o serviço militar.
Quando chegou a vez dele, pediram como primeira coisa o documento de identidade, algo básico, pra identificar as pessoas, pois bem, ele não tinha, tinha esquecido, procurou entre as roupas, na carteira, era o mais essencial que devia ter levado, mas não tava com ele.
Mentiu, dizendo que tinha perdido, já que o pessoal militar, até ali, tratava eles como cidadãos idiotas, não quis confirmar.
— Bom, espera nessa sala! — ordenou o cabo, uma patente militar inicial na força.
Depois de não menos de duas horas naquela sala sozinho, sentado num banco de madeira, entrou outro magrelo com o mesmo problema, esse tinha sido mais honesto, e tinha dito a verdade, que tinha esquecido, e foi acompanhado por soldados que zoavam ele.
Leo levantou do banco desesperado pra fumar, lá dentro tinha cartazes proibindo. Saiu pro pátio e fumou três cigarros seguidos, quando voltou pra sala, o outro sem documento não tava mais, pensou que tinham chamado ele pra fazer algum procedimento sobre a falta de comprovante de identidade, e como ele não tava, já que tinha saído pra fumar, aproveitou e passou na frente. Irritado com isso, sentou e continuou esperando, depois de outras duas horas, isso ele estimou, porque nunca usava relógio, então não sabia ao certo, apareceu outro militar.
Pela janela que dava pro pátio, via que os recrutas subiam nos caminhões e, quando lotavam, arrancavam com rumo desconhecido.maeNaquele momento, entra outro militar e pergunta o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu que tinham mandado ele pra aquele lugar porque tinha perdido o documento. O oficial olhou pra ele com desprezo e perguntou: "Ninguém veio te buscar?"

E afirmou: "Eu mandei chamar há um tempão os que estavam nessa situação, e só tinha um!"

Com cara de otário, Leo disse: "Desde que tô aqui, ninguém veio!"

"E quanto tempo faz que você tá aqui?" perguntou o soldado brigão, irritado.

Ele pensou que se fosse sincero, o cara ia ficar mais puto ainda. "Não tenho relógio, mas umas duas horas!" Na verdade, já tinham passado umas quatro, no mínimo. Quando ele saiu pra fumar, devem ter vindo buscar os caras, e o filho da puta que ficou lá nem mencionou que Leo tava fora. Mas a culpa era dele também, porque não se preocupou em avisar o outro recruta que ia fumar. O coitado podia até ter pensado que ele tinha ido pra outro lugar. "Mas pra que outro lugar eu ia?" pensou Leo.

"Bom, já foram todos!" disse o militar, contrariado.

"Vem, vamos pro meu escritório pra registrar esse erro!" ordenou, irritado.

Ele abriu o escritório, que já tava trancado, procurou num fichário, achou e anotou que Leo devia se apresentar no próximo dia útil, no mesmo horário, na frente dele, e deu um comprovante.

Leo perguntou pra onde os caras que se apresentaram hoje tinham ido. "La Tablada!" respondeu, seco.

"E amanhã, pra que lugar vão?" perguntou, já que La Tablada era na nossa província, e podia cair qualquer lugar do país, bem mais longe.

"Sei não, segunda-feira chega o destino num envelope lacrado!" afirmou, e esclareceu que amanhã era sábado e ninguém trabalhava nos fins de semana na incorporação de soldados. Ou seja, por causa dessa confusão, ele tinha conseguido ganhar mais um fim de semana. Ia poder sair, bom, ele queria continuar comendo as mulheres dele, principalmente a Felina.

Saíram juntos do lugar, e o militar perguntou de onde ele era. Leo respondeu: "De Quilmes!"

"Te levo até a estação de trem!" disse, amigável. Leo não quis recusar por medo de levar bronca, ele não entendia muito de como ir e como viajar. De manhã, tinha ido de ônibus, o Río de la Plata, não sabia como pegar trem.
Deixou ele na estação de La Plata, e lá perguntou sobre o destino Quilmes e o orientaram.
Quando chegou em Quilmes, pegou outro ônibus até a casa, o 263, foi mais rápido assim, e voltou pra sua casa.incestoQuando Leo entrou pela porta, a mãe dele correu pra abraçar, beijar e acariciar ele. Ele hesitou, preocupado com o resto da família, mas a tranquilizou e contou tudo o que tinha acontecido até aquele momento. Pegou o documento e guardou na carteira. Perguntou pelos outros membros da casa — era sexta-feira.

A mãe contou que a Felina tinha ido com o pai visitar a parentela paterna, que a mãe não suportava e nem era suportada por eles, e que voltariam no domingo, explicou Angélica, a mãe dele.

Ou seja, estavam sozinhos, um fim de semana juntos, não como mãe e filho, mas como casal — a mulher e o homem dela. Os olhinhos da mãe de Leo brilhavam de desejo e tesão, um sorriso se desenhou no rosto dela, e ela balançou a cabeça, sacudindo e bagunçando o cabelo.FamiliaPediu que os dois se vestissem para a ocasião, disse: "Veste o terno que te comprei pra tua formatura! Quero um jantar romântico em casa juntos! Eu também vou me arrumar pra ocasião!" Afirmou Angélica, a mãe.
Leo atendeu o desejo dela, se vestiu como ela queria. Ela, a mãe, ajeitou o cabelo e se vestiu pra aquela noite.
Depois de jantar algo leve — a mãe não era uma boa cozinheira, mas tinha outras virtudes, principalmente sexuais, que naquele fim de semana o filho comprovou.
Leo se levantou da mesa pra dois e puxou o zíper da saia escura dela, desabotoou pelas costas a blusa branca, junto com o sutiã preto. Passou as duas mãos por trás, entre o corpo dela e o tecido sedoso da roupa.
Acariciou os peitos magníficos dela, apertou os bicos enquanto a despia.
Já pelada, colocou ela em cima da mesa e a possuiu ali mesmo, no estilo ou na posição do missionário.filhoA buceta da Angélica, a mãe dele, tava mais que molhada, tava inundada de tesão.
Enquanto Leo, o filho dela, metia, entrando e saindo, ela contraía a buceta apertando o pau dele, ele ficou louco com aquilo, ninguém nunca tinha feito assim com ele.
Vou gozar dentro de você! Avisou o primogênito, como ele costumava fazer com as outras minas dele.
Faz isso, minha vida, não me fala nada! Afirmou a mãe dele.
Vendo a indecisão, ela entendeu: Não se preocupa, não desce mais, não tô menstruada, termina tranquilo! Garantiu Angélica.
Mal ela falou isso, ele gozou dentro dela, louco pra sentir aquela sensação, já que nunca tinha experimentado antes..
Siiiiim! Exclamou Angélica ofegante, ao sentir na cavidade da buceta dela o líquido quente pulsando dentro dela através do pau do filho.
Enche minha pussy de porra! Murmurou agonizante.
E ele gozou dentro dela pra caralho, foi o ápice, o máximo, o auge do prazer, o ponto alto, o topo, o cume da delícia, o gozo puro.Volta sem glória na buceta da mamãe 12ªA putaria continuou no quarto, lá ele comeu a bunda dela, coisa que ela não curtia muito, mas curiosamente com o filho, ela percebeu que gozava fácil pelo cu.maeAmbos dormiram abraçados na cama de casal, mas naquela noite com ele, seu herdeiro, seu príncipe, seu sucessor e ela, a progenitora.incestoO sábado foi outro dia espetacular, com sol pra caramba, muito calor, e os dois passaram o dia na piscina de casa, juntos. A mãe dele, feito uma gostosa apaixonada, trocava de biquíni toda hora, ou então nadava pelada, querendo transar debaixo d'água.FamiliaTudo era fantástico, mas nada dura pra sempre. Lá pelo meio do dia, a campainha tocou, Leo foi ver quem era, e olha só que surpresa: o tio Prados, o mal-quisto, pai do primo Hector.

Quando ele viu, a cara de feliz aniversário que tava mudou na hora, mas disfarçou e cumprimentou com um beijo, dizendo: "E aí, sobrinho! Cê não tava se alistando no exército ontem?"

Tava sabendo de tudo, Leo desconfiou.

"Tava sim, mas parece que não era tão necessário, me mandaram voltar na segunda!", respondeu tirando onda.

"E sua mãe?", perguntou ele, ignorando a zoeira do sobrinho.

"Entra, ela tá na piscina!", respondeu Leo, de má vontade, porque não confiava no cara. Além disso, não curtia a ideia dele ver a mãe de biquíni.

Ele entrou e encontrou a mãe deitada na borda da piscina. "E aí, cunhada!", saudou Prados.

A mãe também pareceu não gostar da visita, olhou estranho. "E aí, Clemente! O que te traz aqui?", perguntou ela, sem graça.

"Nada, tava passando por perto e pensei: vou visitar meus parentes! E o Bruno?", perguntou.

"Volta amanhã com a Felina, foram na casa da cria dela!", respondeu a mãe de Leo, como quem se recupera da surpresa.

"Ah, tão sozinhos!", comentou o tio tarado.

"É, pois é!", disse Leo, grosso.

"Pega algo pro teu tio beber!", pediu a mulher, a dona de casa.

"Água ou suco?", perguntou o filho, irritado com o parente intrometido.

"Faz um mate!", falou o cara de pau da família.

"Vou botar a água pra esquentar, não sei fazer mate!", afirmou o sobrinho, se fazendo de desentendido.

"Vou pro meu quarto, cuida da água, mãe!", avisou, puto e de mau humor.

Mas ficou dentro de casa, não foi pro quarto, só observando, tentando escutar o que os dois cunhados conversavam — ele é o marido da irmã dela.

A velha tava perturbada com a presença do sujeito.filhoEle falava bem baixinho, parecia estar dizendo algo que não queria que fosse ouvido, bom, que o Leo ouvisse.
A mãe também respondia murmurando, sem olhar na cara dele, se levantou e entrou na cozinha, mas ele, o Prados, seguiu ela, então o Leo teve que ir pro quarto.
Já lá dentro, ele sentou num sofá.
O Leo não aguentava mais aquilo, então chamou a mãe pro quarto: "Mãe... mãe!" Gritou bem alto.
"Já vou, sim!" Respondeu a mãe e veio até ele, o filho ciumento.
"Manda ele vazar, dá um jeito de se livrar dele, e veste uma roupa decente, se arruma!" Ordenou, igual um Otelo envenenado e perseguido.
"Calma aí, vem com a gente, assim ele vai embora logo!" Sugeriu Angélica.
"Não, não aguento ele! Manda ele embora, tira esse traste daqui!" Falou sério, quase com a cara desfigurada de raiva.
Mesmo assim, o sem-vergonha do parente não tava nem aí, não tinha dignidade, diante do desprezo claro do sobrinho, não se abalava, parecia até curtir.
Ficou até o sol se pôr, fazendo perder o dia maravilhoso de piscina, conversando com a véia do Leo, só chamou ele pra se despedir quando foi embora, mas o Leo não respondeu, fingiu que tava dormindo.
"Tá dormindo!" Avisou o tio, que teve a cara de pau de ir até o quarto do Leo com a mãe dele, não fez mais que dizer isso, e o cara já partiu pra cima dela, e ela teve que se livrar dele.Volta sem glória na buceta da mamãe 12ªLoucura, ele sussurrava no ouvido dela, na nuca, queria apalpar ela, mais ainda, o Leo achou que ele enfiou a mão na bunda da mulher dele, um dedo no cu especificamente.mae— Que que cê tá fazendo! — gritou Leo, aparecendo de repente na sala.
— Hahahaha, nada, tava só zoando a sua mãe! — respondeu o sem-vergonha.
— Vaza daqui e é melhor não voltar, porque quando eu contar pro meu pai, ou pra tia, não sei se eles vão gostar da sua brincadeira! — garantiu o sobrinho, puto, e foi empurrando ele pra fora de casa.
O otário se fez de ofendido: — Que maltratado que eu me sinto! Vai ser difícil eu voltar por um tempo! — ameaçou.
— Eu recomendo que seja por muito tempo! Aliás, tanto tempo que até me vem à cabeça o cemitério como próxima visita! — berrou Leo, quase aos gritos.
Ele saiu de casa, entrou no carro e foi embora. Depois, Leo continuou investigando tudo com ela; a mãe dele tava estranha, nervosa, a ponto de começar a fumar.incesto— O que foi isso? — perguntou o filho, encarando ela.
— Sei não, ele se descontrolou, nunca fez uma coisa dessas! — respondeu a mãe, evasiva.
— Não te vi muito convencida em tirar ele de cima de você! — sentenciou Leo.
— Que isso, você viu que eu empurrava ele! — declarou a mãe.
— Ele passou a mão na sua bunda! — exclamou o filho.
— Não, não, ele chegou muito perto, mas só isso! — afirmou ela, embora o filho tivesse certeza de que ele a apalpou.FamiliaResumindo, eles discutiram, Leo foi puto pro quarto dele, gritando que não ia jantar.
A mãe dele foi chorando pro quarto dela.
Leo pensou: amanhã a Felina vem, e até que tava de boa ficar sem comer, senão não ia dar conta da irmãzinha. Mesmo assim, não tinha gostado nada da jogada do tio e da mãe dele, tava sentindo um cheiro estranho nessa história toda.filho

25 comentários - Volta sem glória na buceta da mamãe 12ª

ese pedazo de perra hermosa...tirada en el sofá...quien es?
er11
Umm que onda estas volviendo hacia atras con los episodios?