Já faz três anos desde que minha mãe desapareceu das nossas vidas. Fui a última pessoa que falou com ela; ela me ligou no celular para dizer que chegaria um pouco atrasada. Ela tinha ido ao salão de beleza fazer as unhas para as festas de fim de ano. Minha mãe, como sempre, queria estar o mais linda possível. Depois de fazer a manicure, ela supostamente ia comprar um vestido. Bom… isso não aconteceu.
Mamãe nunca voltou para casa naquela noite e várias ligações para o telefone dela não deram em nada. Quando chegou meia-noite e ela não tinha voltado, ficamos realmente preocupados. Meu pai ligou para a polícia, mas eles disseram que tínhamos que esperar no mínimo 48 horas antes de poder reportá-la como desaparecida. Depois de vários meses, as autoridades suspeitavam que talvez ela tivesse sido sequestrada ou talvez tivesse se metido, sem querer, em uma situação onde poderia ter se machucado e sido incapaz de pedir ajuda.
Naturalmente, essas notícias não eram muito animadoras para nós. Fizemos tudo o que podíamos para encontrá-la. Meu pai até contratou vários investigadores particulares, mas todos voltavam sem informações. Quando nada deu certo, pedimos à emissora local que divulgasse a foto dela; isso chamou a atenção de um antigo colega do meu pai que estava assistindo às notícias quando a foto da mamãe apareceu na TV. Ele a reconheceu e imediatamente ligou para o meu pai. Seu amigo trabalhava para a polícia estadual e se ofereceu para dar uma boa revisada na investigação como um favor especial para nós. Mas depois de alguns dias, ele não conseguiu encontrar novas pistas, e tínhamos perdido a esperança de vê-la novamente. Mas… um milagre dos milagres aconteceu:
Eu a encontrei…
E a encontrei por pura casualidade enquanto navegava em um site pornô um dia. Cliquei em um link que prometia fotos de mulheres com bundas grandes e redondas, porque é isso que eu gosto, especialmente as senhoras maduras; foi aí que uma chuva de janelas emergiu uma atrás da outra cobrindo a tela completamente. Odeio quando isso acontece, mas é o preço que tenho que pagar por baixar pornô de graça. Só quando fechei a penúltima janela que meus olhos encontraram algo interessante.
Era a foto do que comumente se conhece como uma "M.I.L.F." (Mother I'd Like to Fuck, em inglês) vestindo uma calcinha fio-dental preta, uns saltos altíssimos, arqueando as costas, empinando a bunda e mostrando tudo pra câmera. Suas nádegas eram bem redondas e convidativas ao toque, me fazendo desejar ter a habilidade de me teletransportar para o lugar e momento em que a foto foi tirada, assim eu poderia arrombar aquele cu dela sem parar. Meu pau encheu de sangue e ficou duro só com a ideia de realizar essa fantasia. Baixei a imagem e fui procurar mais algumas. Encontrei uma do rosto dela, e foi aí que meu mundo desabou.
Era minha mãe! Eu tinha certeza. O rosto dela parecia cansado e meio desgastado, dava até pra ver umas ruguinhas a mais ao redor dos olhos, mas era ela, sem dúvida. Ela estava sentada numa poltrona vermelha com as pernas longas e grossas cruzadas na altura dos joelhos, vestindo um negligê transparente. O título abaixo da foto dizia "Lenora" e o resto do texto parecia estar em português. Fiquei excitado e confuso; não sabia se pulava de alegria e contava pro meu pai ou se esperava e tentava conseguir mais informações. Como não queria criar falsas esperanças, decidi que precisava de mais dados. Tinha 99% de certeza de que era minha mãe, mas precisava ter absoluta. A única coisa que me fazia duvidar era que a mulher das fotos parecia um pouco mais volumosa que minha mãe, mas não sabia se era porque nas imagens dava pra ver as curvas dela com menos roupa.
A primeira coisa que tinha que fazer era achar alguém pra traduzir o site. Por sorte, conhecia um cara na minha universidade que podia fazer isso; o nome dele é Carlos; e a gente se esbarrou um dia na lanchonete da faculdade. Ele estava sentado sozinho na única mesa vazia disponível. Me aproximei calmamente dele e começamos a conversar; acho que ele ficou surpreso de que alguém que não fosse um sabe-tudo ou um nerd quisesse falar com ele. Dava pra ver que o Carlos era tímido pelo rosto dele, que estava coberto de muita acne. Fingi que não dei importância e me concentrei apenas nos olhos dele enquanto conversávamos.
Durante nosso almoço naquela tarde, expliquei coisas fundamentais pra ele ter uma boa alimentação, garanti que se ele removesse gorduras e açúcares da comida diária, o rosto dele ia limpar em pouco tempo. Ele ouviu atento, mas no fundo eu sabia que ele não seguiria meus conselhos, o que não era pra se surpreender. A maioria das pessoas é escrava do que come e uma mudança tão radical realmente é difícil pra quase todo mundo. Então vão entender minha admiração quando duas semanas depois fui procurá-lo. A acne ainda estava lá, mas em menor quantidade. O Carlos não conseguia conter a emoção, me senti feliz por ele, o coitado precisava de um respiro dessa situação.
Foi aí que o Carlos mencionou que se eu precisasse de algo em termos de computadores, software grátis, hackear qualquer coisa, ele faria com prazer. Comecei a procurá-lo desde então, esbarrava com ele pelo campus às vezes ou almoçávamos juntos e conversávamos. A acne dele tinha sumido completamente e dava pra ver que ele estava mais confiante.
O dia depois de encontrar as fotos da minha mãe, fui procurar o Carlos; depois de um tempo encontrei ele sentado debaixo de uma árvore, estudando suas anotações. Perguntei se a gente podia se encontrar na biblioteca à tarde. Sabia que se alguém pudesse me ajudar a encontrar minha mãe, seria ele. O Carlos disse que à tarde a gente se via, nunca tinha contado pra ele sobre o sumiço da minha mãe antes, mas quando nos encontramos contei absolutamente tudo, em particular minhas suspeitas.
“Sem problema, Mike. Tenho um programa que pode traduzir qualquer linguagem moderna para o português; no entanto, encontrar o local de onde as informações são enviadas para o servidor que armazena as fotos da mulher—digo, da sua mãe—pode me levar um pouco mais de tempo."
"E você realmente acha que consegue fazer isso?"
"Não se preocupe, Mike. Eu consigo. Você vai ver."
Na hora seguinte, Carlos me explicou o que planejava fazer. Depois que as palavras "endereço IP" e "roteador" saíram da boca dele, não consegui entender mais nada. Mais uma vez, ele me garantiu que faria e isso foi o suficiente para mim. Peguei minhas coisas e fui para casa.
No caminho, passei pelo parque, admirando as árvores e a grama macia. Pensei que uma mudança de cenário me ajudaria a clarear a mente. O vento soprava forte e soava como um sussurro nos meus ouvidos; olhei para o céu escurecendo e para as pessoas que certamente estavam voltando para suas casas. O caminho que segui me levou a um pequeno lago e a uma fileira de bancos alinhados. Sentei-me e estiquei os braços para os lados, aproveitando a solidão daquele lugar.
Comecei a pensar na mamãe e em como ela havia desaparecido misteriosamente três anos antes. Lembrei da dor que causou à família, especialmente à minha irmã, Tere, que não conseguiu parar de chorar por muitos dias depois do ocorrido. Pensei também no papai, que sempre escondia suas emoções quando Tere estava por perto. Sabia que ele tentava ser forte, mas percebia a dor que sofria em silêncio. Como não perceber? Mamãe e papai começaram a namorar no ensino médio, e não muitos casais de hoje podem dizer o mesmo.
Lembro que, quando era mais novo, ele costumava me dizer que minha mãe era uma mulher em um milhão e que um dia eu precisaria encontrar alguém como ela. Levantei-me do banco e segui para a saída do parque. Caminhei com as mãos nos bolsos, relembrando a sequência de eventos que me levou a buscar a ajuda de Carlos.
Pensando em Carlos, veio à minha mente um colega que havia feito uma apresentação sobre o tráfico de pessoas. Na época, o assunto me interessou e até perguntei se podia ler as anotações dele. Para ser honesto, não estava preparado para a quantidade de números e estatísticas que ele tinha registrado: o tráfico de pessoas é um negócio multibilionário que explora principalmente mulheres e crianças para fins como prostituição, pornografia e abusos sexuais. As vítimas são enganadas com promessas falsas ou forçadas sem nenhuma esperança de escapar.
A razão pela qual menciono isso é porque eu acreditava que minha mãe tinha sido levada à força no dia em que ela me ligou do salão de beleza. Ela tinha 43 anos na época, mas o corpo dela estava muito bem. De vez em quando ela fazia caminhada e aeróbica ou cuidava da alimentação. Também ajudou ter herdado os genes certos, o que lhe deu uma bunda que qualquer um que adorasse bundas gostaria de montar. E, quando ela colocava leggings, não havia homem na rua que não virasse para olhar. (Se quiserem ter uma ideia de como é minha mãe, usem a Roció Sánchez Azuara como referência, só que minha mãe tem cabelo escuro.)
Os traficantes devem ter visto minha mãe e decidido que ela seria uma boa presa e que geraria muita grana, sem mencionar o quanto ela estava gostosa. Meu estômago embrulhou só de pensar em muitos homens descontando suas frustrações na minha mãe. Eu não conseguia nem imaginar pelo que ela deve ter passado nesses três anos. E se não fossem pelas anotações do meu colega, eu nunca teria feito a conexão dos pontos. É a única explicação que parecia fazer sentido. Juro que vou encontrar esses filhos da puta e eles vão me pagar.
Naquela noite, me tranquei no meu quarto e entrei de novo no site que tinha as fotos da mamãe, fiquei até altas horas da noite pensando no que estariam fazendo com ela. Será que a tinham nocauteado? Será que a tinham forçado a passar fome até ela decidir cooperar? Será que esses desgraçados usam camisinha? Será que ela ainda está viva?
Odiei pensar nessas coisas, mas alguém da A família tinha que fazer essas perguntas. Eu sabia que Tere e meu pai não fariam. Infelizmente, eles perderam toda esperança de encontrá-la viva, mas eu não. Eu precisava de provas da morte dela.
Me sentia constrangido em admitir, mas como admirador de mulheres mais velhas, eu constantemente sonhava com as nádegas carnudas da mamãe, especialmente em como elas se sentiriam contra minhas mãos e como o esfíncter dela saberia ao contato com minha língua. Mas o que eu mais gostaria era provar como seria enfiar meu pau no cuzinho apertado dela. Sempre pensei nisso, até desde os meus 12 anos. Agora, eu desejava a mamãe ainda mais depois de ter visto as fotografias.
Carlos não me procurou até dois dias depois. Furei a aula de biologia para me encontrar com ele. Ele estava sentado me esperando no corredor fora da sala. “Ei, Mike. Tenho a informação que você queria.” Ele disse num tom de suspense. Foda-se, minha mãe é mais importante pra mim que biologia, pensei.
“Vamos pros bancos lá fora, assim a gente pode conversar.” Ele acenou com a cabeça e me seguiu. Quando estávamos sentados, Carlos abriu o laptop e esperou ele sair da hibernação; quando a área de trabalho apareceu, ele clicou num arquivo que abriu com o Firefox. Era o site que eu não conseguia ler antes. Ele conseguiu traduzir de algum jeito pro português.
Carlos ajeitou os óculos antes de explicar o que tinha feito: “Tá, talvez te pareça estranho, mas a língua usada na página não é muito comum, é algum tipo de português ou algum dialeto do Brasil, usaram pra evitar que fosse facilmente localizado e, meu caro, a página é feita pra executivos e políticos de boa saúde.”
A explicação do Carlos só confirmou minhas suspeitas sobre o tráfico de pessoas pra propósitos de escravidão sexual. O simples fato de pensar na minha mãe sendo usada como um pedaço de carne por um puto gordo nojento me encheu de raiva.
“Agora, eu fiz uma checagem do servidor que usam de armazenamento pra página web e me direcionou a uma cidade que fica no Brasil. Mas essa não é a parte interessante. O interessante é que as fotos e a página não são originárias do Brasil, elas vêm de um computador que está em Barranquilla, Colômbia. Então… acho que é lá que ela está presa.”
Carlos pigarreou algumas vezes e se mexeu de forma desconfortável na cadeira. “Bom… Eu… uh… encontrei algumas fotos da sua mãe,” disse constrangido. “Juro que não olhei por muito tempo.” Seus olhos se moviam de um lado para o outro, tentando evitar meu olhar. “Eu… uh… só queria ter certeza de que você teria tudo.”
“Não se preocupe. Você fez o que eu pedi.” Ele me olhou de soslaio, com uma expressão cautelosa, sem saber qual seria minha reação. “Carlos, minha família e eu estamos eternamente gratos pela sua ajuda. Nunca vou esquecer.” Sorri para ele, depois peguei minha mochila e tirei um pen drive usado. Continha todos os arquivos que ele roubou, além das novas fotos. “Obrigado.” Nos despedimos e seguimos caminhos separados.
Mais tarde naquela noite, li todas as informações da página e descobri que minha mãe era uma das muitas mulheres que se especializavam em sexo anal. Ela era anunciada como “Princesa Anal Mexicana”. Seus serviços incluíam anal, boquete, gaping, brincadeiras com dildo, creampies, dupla penetração e enemas. Leonora, era seu nome artístico, estava disponível para festas e reuniões de negócios, além de sexo um a um. O preço por suas habilidades era de 200 dólares, mas falando sério, provavelmente os clientes estavam dispostos a pagar muito mais que isso.
O verdadeiro choque não foi a descrição dos serviços, mas as novas fotos que acompanhavam cada um. A primeira mostrava minha mãe abrindo as nádegas, revelando seu cuzinho apertado e sua bucetinha rosada. Suas unhas haviam sido meticulosamente decoradas em vermelho, branco e com detalhes em verde, aludindo ao seu país de origem. A descrição dizia: “qualquer buraco que você escolher, os dois são Deliciosos!"
Tá bom, não vou negar que minha boca não salivou, porque salivou. Ainda sou homem, mesmo sendo filho dela.
A próxima foto mostrava minha mãe deitada de costas, as pernas para o alto, puxando as nádegas para separá-las, enquanto um cara a metia pelo cu. Suas coxas suculentas haviam sido previamente oleadas para dar um brilho erótico. Sem dúvida, uma técnica de marketing. Eu realmente queria ver a próxima foto, mas estava difícil mover minha mão, quer dizer, não é todo dia que se vê uma foto da própria mãe sendo comida pelo cu. A descrição desta dizia: "É tão apertado que ele nem vai conseguir gozar dentro do seu cu!"
A terceira era outra cena anal, exceto que desta vez mamãe estava de joelhos, abrindo suas bundonas. Não sei se era o mesmo cara da foto anterior, mas fosse ou não, ele tinha metade do pau dentro do anel anal apertado da minha mãe. A descrição desta era: "Nossa meta é satisfazer."
A quarta era meio bizarra, nessa mostrava minha mãe abrindo suas nádegas enquanto uma garrafa de viagem de vodka estava alojada em seu reto. Deixando de lado o humor duvidoso, o cu da minha mãe estava muito melhor nessa foto do que nas anteriores. Sua pele parecia delicada e um pouco bronzeada. A legenda desta dizia: "Beba do lugar certo!"
Na foto seguinte, mostrava mamãe de joelhos puxando as nádegas para separá-las novamente, mas desta vez depois de ter sido enrabada. Seu ânus brilhante estava aberto, com sêmen ao redor do esfíncter. O homem que a tinha comido deve ter tirado o pau um segundo antes de disparar sua porra. A descrição dizia: "Mais um cliente satisfeito."
Não sei o que passou pela minha cabeça, mas abri um editor de imagem e dei zoom em seu ânus aberto, apenas admirando os detalhes fibrosos que formavam seu esfíncter e o início de seu reto. Rapidamente fechei o programa, irritado comigo mesmo por ter desejado o cu da mamãe. Porra! Por que ela tem que estar tão gostosa?
A próxima foto me pegou desprevenido; minha mãe estava de quatro com um punho enfiado num luva de látex dentro do seu cu! Só conseguia imaginar a dor e humilhação que ela deve ter passado pra fazer essa cena. A descrição dizia, "Para quem precisa de algo especial." Era óbvio que o negócio atraía todo tipo de cliente.
Nem conseguia evitar que meu pau ficasse duro, quase derramei lágrimas sabendo que esse tinha sido o destino dela nos últimos três anos. E se alguém não a resgatasse, continuaria sendo. Não podia deixar isso acontecer.
Finalmente, a última foto era um close-up da minha mãe chupando um pau grande. Ela estava curvada sobre um cara com os lábios fechados em volta da cabeça do pau. Os peitos que um dia usou pra amamentar minha irmã e eu, pendurados embaixo, cobertos por mamilos de 2 centímetros esperando serem chupados. A legenda dessa dizia, "Olha esses lábios. Tão prontos pra te deixar seco."
Se meu pai algum dia visse essas fotos, seria o fim pra ele. Por isso escondi num pasta criptografada. Desliguei o computador e me joguei na cama, precisava de tempo pra pensar no meu plano e a melhor forma de fazer isso era deitado olhando pro teto. Acreditem ou não, minhas melhores ideias acontecem assim.
Pensei em diferentes cenários; todos tinham seu grau de sucesso e de fracasso, mas só um expunha um risco mínimo pra mãe e pra mim. No final só podia torcer pra dar certo. Afinal, é uma organização criminosa que tenho que enfrentar e preferia que a gente saísse da situação inteiros.
Quando terminei de resolver os detalhes, caí num sono agitado. Dormi a noite quase toda até abrir os olhos de repente, um suor frio me banhava todo, o relógio marcava 3:18 da manhã e as únicas criaturas acordadas eram alguns grilos, graças a Deus era sexta se não teria que estar... Acordo com apenas três horas para me arrumar e ir para a escola. Voltar a dormir não tinha sentido, não conseguiria mesmo se quisesse. Tinha tanta coisa passando pela minha cabeça, sem mencionar que havia muito em jogo.
Então decidi preparar tudo para o meu plano…
A primeira coisa na minha lista era conseguir todo o dinheiro possível. Precisava dele para as passagens de avião, o quarto de hotel e para as despesas que pudessem surgir no caminho. Tinha cerca de 3.000 dólares na minha conta de poupança, tinha planejado usar esse dinheiro para comprar um carro novo, mas agora o usaria para salvar uma vida. Logo cedo, fui ao banco e esvaziei minha conta.
Uma hora depois, eu estava saindo de um lote de carros usados com mais dois mil dólares no bolso. O carro que usava para transporte pessoal estava estacionado na parte de trás daquele lugar. No total, tinha cinco mil dólares. Não estava mal, mas não era suficiente. Se eu quisesse vender a ideia de que era um homem de negócios, precisava ter o respaldo financeiro. Saquei mais algum dinheiro dos meus cartões de crédito, sabendo o risco que isso implicava em dívidas bancárias. No total, agora tinha cerca de oito mil dólares. Rezava para que fosse o suficiente para nos trazer de volta para casa.
A próxima parada na minha lista era a universidade. Fiz os arranjos para faltar a todas as minhas aulas, também cancelei algumas matérias para que não afetasse minha matrícula. Acho que isso foi ainda mais difícil do que vender meu carro. Agora, a única coisa que faltava era ir a uma agência de viagens e comprar minha passagem. Comprei uma passagem só de ida para Barranquilla. A agente de vendas, uma morena muito simpática, me sugeriu um hotel barato onde eu poderia ficar e que, além disso, tinha comida decente.
De volta em casa, escrevi uma carta para meu pai e minha irmã. Sem entrar em muitos detalhes, expliquei que havia possibilidades reais de descobrir o paradeiro da minha mãe. Mencionei meu voo para a Colômbia, Falei pra eles não se preocuparem comigo e que manteria contato. Imprimi duas cópias da carta e enviei pelo correio, acho que quando recebessem, eu já estaria cruzando os céus; depois de fazer isso, entrei na internet pra buscar alguns números e endereços pro meu plano.
Às 13h30 do dia seguinte, despachei minha bagagem no aeroporto. Às 15h05 eu já estava no ar rumo a Barranquilla. O voo não demorou tanto quanto pensei, em pouco mais de 4 horas estava pousando na pista, mesmo estando cagando de medo, sabia minha causa e por que fazia aquilo, então tomei coragem e segui em frente com o plano.
Me sentia bem desconfortável quando cheguei no hotel, depois de me registrar e dar a gorjeta ao carregador, tomei um banho longo e refrescante. Eram 20h43 quando terminei de me arrumar, precisava me apressar, infelizmente deitei um pouco pra descansar e acabei dormindo, abri os olhos e meu relógio marcava 2h07 da madrugada, decidi que o melhor seria esperar amanhecer pra poder seguir com meu plano, fechei os olhos de novo e minha mente virou uma tempestade de pensamentos, lembrava da imagem da minha mãe de quatro expondo seus encantos mais privados e ao mesmo tempo lembrava dela andando pela casa cantando e fazendo as tarefas domésticas; não percebi quando adormeci de novo, ao abrir os olhos mais uma vez eram 7h15 e a luz entrava pelas bordas das cortinas, me apressei pra sair da cama e entrei no chuveiro. Saí e me vesti rápido, corri pra sair do hotel, na saída tinha uma máquina de doces onde comprei algo pra botar no estômago porque não tinha comido nada desde o voo do dia anterior, peguei um táxi e dez minutos depois estava chegando na porta da embaixada mexicana onde tinha uma reunião marcada com o cônsul Gerardo García.
Uma garota que facilmente poderia ser modelo me acompanhou até a área de Esperei do lado de fora do gabinete do cônsul. Fiquei cerca de 20 minutos até que o funcionário saiu e me pediu para entrar, com um gesto da mão indicou que eu me sentasse numa das cadeiras em frente à sua mesa.
Expliquei tudo, desde a descoberta do site — a parte mais vergonhosa de admitir — até o momento em que o Carlos me ajudou a traduzir a tal página. Além disso, mostrei cópias dos boletins de ocorrência, a documentação do desaparecimento da minha mãe, fotos dela com a família tiradas alguns anos atrás e uma foto do site. Escolhi entregar a imagem em que ela aparecia sentada na poltrona vermelha, porque dava pra ver claramente o rosto dela e, o mais importante, ela não estava nua.
Depois de revisar as evidências, o cônsul pediu licença por um momento. Um minuto depois, voltou com um homem uniformizado. O cabelo dele era bem curto nas laterais, parecia um corte militar, e ele aparentava ter longa carreira, então imaginei que provavelmente fosse um ex-militar. O cônsul García o apresentou como seu assistente, Fausto Morán. Nos sentamos e o cônsul começou a falar sobre o caso, contando a maior parte dos detalhes ao assistente. O senhor Fausto parecia genuinamente interessado.
Uma vez que os dados foram repassados ao Sr. Morán, discutimos minhas opções. Eles me contaram sobre algumas quadrilhas locais que poderiam estar envolvidas no sequestro da minha mãe. Com base no que a embaixada conseguiu apurar, essas gangues eram difíceis de tocar, em parte porque muitos políticos corruptos, juízes e oficiais de alta patente formavam grande parte da sua clientela. Tomar qualquer tipo de medida legal contra eles seria em vão. O cônsul García achou que a única maneira de lidar com a situação seria usar certos meios para pressionar os políticos locais.
Isso aceleraria as coisas e forçaria as autoridades da cidade a entrarem em ação. Algumas prisões seriam feitas, mas apenas para manter as aparências. Na melhor das hipóteses, os arruaceiros passariam uma noite na prisão até o juiz arquivar as acusações. Em outras palavras, ninguém seria punido pelos crimes cometidos contra minha mãe.
Com minhas reservas, segui o plano deles à força. Que outra opção eu tinha? Sabia que tinham boas intenções, mas alguém tinha que pagar pelo sequestro da minha mãe e por forçá-la a se humilhar por três longos anos! Puta que pariu, mãe!!
Terminada a conversa, o cônsul García sugeriu que eu voltasse ao hotel e esperasse sua ligação. Disse que precisava de tempo para fazer os arranjos. Peguei um táxi de volta ao hotel e desabei na cama. Só abri os olhos à meia-noite; levantei e fui ao banheiro lavar o rosto com água fria. Comecei a pensar no que o cônsul tinha me dito, mas se esperasse tanto poderia ser tarde demais. Por tudo que me disseram, minha mãe poderia ser transferida para outra cidade amanhã mesmo, ou pior, para outro país! Foda-se toda essa burocracia! Vou fazer do meu jeito.
Ainda tinha o endereço que o Carlos me deu, então podia começar por ali. Meu estômago roncava, mas não tinha tempo para uma refeição decente, só tomei um shake que tinha trazido comigo. Rápido, nutritivo e cai bem quando não tenho muito tempo para comer.
Com a barriga mais calma, saí do hotel e peguei o primeiro táxi disponível. Mostrei ao motorista o papel com o endereço; ao ler, ele sorriu. Ergueu o olhar, mirou pelo retrovisor e disse: "É um bom lugar." Pisou fundo no acelerador e partimos.
O táxi parou em frente a um pequeno prédio de tijolos, localizado numa área quase desértica. Ele apontou para a porta de madeira e disse: "É ali." Paguei, saí do carro e fiquei parado diante da porta. O táxi sumiu na escuridão da noite, me deixando sozinho para enfrentar o que viesse.
Bati na porta duas vezes com o punho; soou algo metálico e uma pequena fenda se abriu. Um gorila bem robusto, com uma expressão dura no rosto, falou algo num idioma que não entendi. Apontei para mim mesmo e... falei: "Eu sou mexicano, procurando uma mulher." Fiz a típica silhueta de uma garota com as mãos. Ele recuou, abriu a porta e me deixou entrar no corredor. O ar parecia invadido pelo cheiro de maconha, segui o musculoso até uma pequena escada que levava ao andar principal. Ele bateu numa porta vermelha, o cara atrás dela parecia ainda pior, um verdadeiro bandido, os dois idiotas disseram algo que não entendi muito — aparentemente era português de novo, a única coisa que entendi foi "mexicano".
O segundo rosnou e nos deixou passar para um quarto grande e retangular, com cadeiras de plástico ao redor. Poucos clientes tinham vindo naquela noite. Os clientes eram uma mistura de jovens e velhos, eles me encararam mas eu ignorei, encontrei um lugar vazio no canto e me sentei. Fiquei pensando em quantos daqueles caras tinham comido minha mãe. Provavelmente nenhum, não parecia que poderiam pagar por ela.
Havia um cheiro chato de cigarro que impregnava todo o lugar, esfreguei os olhos com a palma da mão, enquanto me acostumava à fumaça irritante. Olhei em volta, evitando os olhares dos outros caras e focando numa pequena TV de LCD embutida na parede. Estavam passando um pornô, o volume estava baixo mas quem diabos se importava.
Espiei o primeiro gorila conversando com uma mulher mais velha que parecia estar na casa dos cinquenta, tinha cabelo loiro e uns olhos azul-claro. O gorila apontou pra mim algumas vezes enquanto ela franzia a testa. Uh-oh, é hora, eu sabia.
Ela calou o grandalhão e virou pra mim; devolvi o olhar com um sorriso encantador, a senhora dispensou ele completamente com um gesto da mão. Ela se levantou e veio na minha direção, quando ficou na minha frente se inclinou apoiando as mãos nas coxas e disse: "mexicana mulher... ah. Tu vem." Ela estaria se referindo à minha mãe?
Segui ela até um salão com quartos dos dois lados. Cortinas grossas e pesadas serviam como portas, dando aos clientes certa privacidade. Enquanto caminhava pelo corredor, dava pra ouvir gemidos e queixumes vindo do outro lado da cortina que eu passava. As paredes pareciam ser uma camada de pedra pintada, impedindo que o som passasse de um quarto pro outro.
A madame parou em frente à última porta à esquerda e a abriu — um rangido ecoou e pelo que dava pra ver era uma espécie de recepção, móveis espalhados sobre um tapete vermelho. Ela me levou até outra porta no canto do cômodo, a loira apertou um botão na parede e a porta se abriu sozinha. Fiquei atrás dela até a porta abrir completamente.
A primeira coisa que notei foi um homem baixinho, de meia-idade, enfiando a pica numa mulher pelo cu. Ela estava de quatro, com o cabelo longo e escuro cobrindo o rosto. Quando o homem viu a madame, lentamente tirou o pau do túnel traseiro da mulher. O filho da puta devia ter uma rola de mais de vinte centímetros — depois que a cabeça do pau saiu do ânus dela, um tipo de estalido úmido invadiu o quarto em silêncio.
O esfíncter da moça permanecia aberto, e o cara sorriu pra madame enquanto forçava as nádegas da mulher a se abrirem, aumentando o tamanho da abertura do cu dela ao dobro! A madame virou a cabeça e fez um gesto de desagrado com a mão; disse algo em português, mas num tom irritado que fez o homem rir. Como a diversão tinha acabado, o cara soltou as nádegas da mulher e começou a cruzar o quarto — o pau ainda tava ereto e balançando no ar. Ele pegou um roupão de uma cadeira e se cobriu. A mulher na cama ainda tinha a cabeça baixa de vergonha, nunca emitiu nenhum som.
A madame e o careca trocaram algumas palavras. Imediatamente deu pra perceber que eu era o tema da conversa — o baixinho parecia hesitante em confiar em mim ou não. Olhei pra mulher e percorri sua figura sexy, meus olhos se prenderam nos peitos fartos, na bunda madura e volumosa, e nas coxas bem torneadas.
A conversa terminou abruptamente, o velho disse algo e saiu. A boca da madame se contraiu; sua testa franziu enquanto se virava para mim e disse, "pra você. Ohhh... boa mulher mexicana." Foi aí que a mulher na cama decidiu revelar o rosto. Ergueu a cabeça e me encarou nos olhos, o tempo pareceu um instante enquanto minhas mãos se contraíam nos bolsos; a dama na cama parecia ter visto um fantasma, tão grande foi o susto.
Mãe?
E imediatamente quebrou o contato visual, limpando a garganta, a madame ergueu a mão esperando meu pagamento. Revirei meus bolsos e tirei um maço gordo de notas; vi os olhos da madame se arregalarem. Queria que ela pensasse que eu ia gastar pra caralho, contei o dinheiro e separei o equivalente a 600 dólares, minha visão periférica localizou minha mãe nua tentando se cobrir com um lençol. A madame ficou levemente surpresa com a modéstia da minha mãe, considerando que tinham acabado de foder ela pelo cu uns minutos antes.
"Obrigado! Obrigado!" acho que ela estava me agradecendo mas não tinha certeza. Coloquei meu melhor sorriso e esperei impaciente pela saída da madame, ela deve ter notado já que rapidamente deixou o quarto.
Quando a porta fechou, minhas emoções tomaram conta de mim e tudo que eu queria era correr até a mamãe e abraçá-la, mas ao dar meu primeiro passo ela ergueu a mão me parando. "Ei, gatinho, dá um tempo pra uma dama te conhecer melhor." Meu rosto era uma máscara de confusão; não sabia o que dizer, por que ela estava agindo assim? Ela devia saber que eu era seu filho.
Mamãe se levantou da cama e ficou em pé insegura; nervosa olhou para a parede atrás de mim, havia medo genuíno em seus olhos; rapidamente se recompôs, pensou e lentamente com a mão apertou o lençol que cobria seus encantos. O tecido branco deslizou sobre seu corpo, desenhando cada curva dela no lençol.
Fiquei sem fôlego diante de sua beleza. Mamãe assentiu para mim aprovação óbvia da sua anatomia e se dirigiu até mim. Aproximou-se sedutoramente e com a mão direita esfregou a palma no meu pecho, sentindo o calor da minha pele sob a minha camiseta. Buscou meus olhos por um momento antes de se erguer na ponta dos pés e pressionar seus lábios contra os meus, mantive o beijo e apoiei minhas mãos nos seus quadris. A temperatura do quarto subiu alguns graus. Mamãe se afastou justo quando eu estava curtindo; depois colocou a mão na minha nuca e me puxou para perto do seu rosto. Dessa vez me deu um beijinho na bochecha enquanto com suas longas unhas arrumava meu cabelo. Sensualmente deslizou os lábios até minha orelha e sussurrou: "segue meu jogo o melhor que puder." Enterrou o nariz no meu pescoço e acrescentou: "eles estão nos observando, não quero que meu bebê se machuque. Por favor."
Mamãe jogou a cabeça para trás e me prendeu pelos ombros com os braços; escaneou meu rosto notando cada centímetro, acho que custava a acreditar que eu estava com ela naquele quarto. Quando finalmente se convenceu de que era real, começou um pequeno diálogo, alto o suficiente para que qualquer um que estivesse escutando ouvisse. "Então, você é mexicano? Certo?"
Levei um segundo para sair do meu espanto antes de responder. "Sim, sou mexicano."
"De onde?" Não queria revelar meu lugar de origem, então disse a primeira coisa que me veio à mente.
"Cidade de Monterrey. Estou aqui a negócios."
"Oh... e que tipo de negócio é?" Mamãe prosseguiu.
"Hmmm... na maior parte, negócios internacionais." Respondi. Não soube dizer algo melhor, mas soou convincente. Mamãe desfez o abraço e atravessou a cama grande; eu babei ao admirar o balanço suave dos seus quadris, acentuando o vai e vem das suas bundas perfeitas e redondas. Ela se abaixou, curvando-se na cintura para arrumar um pouco os lençóis e deixar a cama mais apresentável; satisfeita com o resultado, acomodou sua pele macia perto da borda do colchão e cruzou sensualmente suas pernas maravilhosas.
Mamãe se Ela se recostou levemente e esticou o braço na minha direção; me acomodei na cama e apertei minha mão um pouco suada na dela; ela gentilmente me puxou até eu ficar sentado bem ao seu lado. Ficamos sentados em silêncio, aproveitando o calor da nossa proximidade. Apesar da beleza incrível da mamãe, a pele jovem que ela teve um dia parecia ter sido drenada do seu ser. As rugas nos cantos dos olhos eram muito visíveis, fazendo ela parecer um pouco mais velha que 46 anos. Como alguém poderia ter sido tão cruel com essa mulher? O que ela fez na vida para merecer algo assim?
Nesse ponto, se eu pudesse arrebentar o cu de cada filho da puta que foi responsável pelo sequestro da minha mãe, eu faria, amarraria eles pelos sacos e arrastaria pelo periférico inteiro. Mamãe percebeu a fúria repentina no meu rosto e apertou minha mão gentilmente, mesmo nessas circunstâncias, ela tentava me envolver com amor. Sorri em resposta e fiquei hipnotizado pelos seus lindos olhos mel. Eu costumava gostar disso quando era criança, podia admirar eles a tarde toda enquanto ela lia um livro ou assistia TV, mamãe não parecia se importar e me deixava observar sabendo o quanto me acalmava, quando fui crescendo ela constantemente fazia piadas dizendo que era a única forma de me manter quieto.
As memórias me fizeram sorrir bobo. A voz da mamãe me trouxe de volta ao presente. “Então, o que você quer, gatinho? Posso fazer praticamente de tudo.”
“Hã?” Esperava que ela não estivesse perguntando o que eu estava pensando.
“Você não pagou toda essa grana pra ficar sentado e conversar. Então, o que vai ser?”
“Q.. qu . . . qu,” eu queria dizer “que” mas ao gaguejar soou como “c. Cu.. cu.”
“Que bom, então você gosta de bundas? Devia ter imaginado.” Mamãe piscou o olho pro meu desconforto óbvio; então se inclinou sobre a cômoda e abriu uma gaveta. Tirou um pacote de camisinhas, jogou na cama e disse, “Você vai precisar de uma dessas se Vamos fazer anal." Eu engasguei com minha saliva e tossi quando ela mencionou a palavra anal. "Todos os clientes têm que usar um, regras da casa, exceto pelo chefe; é aquele que você viu antes." Ela corou ao fazer a referência.
Minha mãe realmente esperava que eu enfiasse no cu dela? Eu não tinha certeza do que aconteceria quando chegasse a hora de realizar o ato, e mesmo que fosse apenas simulado, o simples fato de ouvi-la dizer as palavras "você vai precisar de um desses se vamos fazer anal," foi suficiente para fazer meu coração bater no máximo. Eu sentia meu órgão vascular bombeando mais sangue, assim podia compensar a perda na minha cabeça, que estava sendo usada nas artérias do meu pau.
"Essa vai ser sua primeira vez fazendo anal?"
"Ahm... ahm... sim, acho que sim, quero dizer, sim." Apesar de enfiar no reto da minha mãe ter sido uma fantasia da adolescência, eu não sabia se ainda tinha isso em mim. Mãe levantou meu queixo com a mão, nos olhamos e sentimos aquele amor incondicional que surgia de nossos corações.
"Quando você quiser, senhor, aliás, qual é o seu nome?"
"Mike."
"Bem, Mike, eu sou Lenora e você pode ir se despindo atrás daquele biombo que está ali." Mãe apontou com o dedo o lugar e era similar aos que usam no oriente, "enquanto eu me arrumo para você, vou entrar no vestiário um momento." Eu ainda tinha sérias dúvidas sobre tudo isso, mas minhas últimas ações nos meteram nisso, então não tinha opção a não ser ver como tudo terminaria.
Levei meu tempo para tirar cada peça de roupa, tanto, que ouvi minha mãe sair do vestiário, "Está pronto, lindo Mike?" Disse ela enquanto caminhava pelo quarto, ouvi um clique claque e imaginei que ela tinha colocado salto alto, o tique-taque cessou repentinamente, arrumei minha roupa em um banco de madeira que estava atrás de mim; inspirei profundamente e lentamente exalei. "É agora ou nunca..." balancei minha cabeça e apareci na frente do biombo.
Nada me Eu estava preparado para o que vi, à minha frente estava minha mãe de quatro sobre o sofá vermelho das fotos, sua pele estava deliciosamente brilhante, era óbvio que ela tinha passado óleo no corpo, seu torso estava levemente arqueado para trás enquanto com as mãos aplicava lubrificante no ânus. Minha boca literalmente caiu, enquanto via seus dedos se enfiando no fundo de seu esfínter elástico, ela girou seu dedo longo dentro de seu reto, certificando-se de que seu anel apertado de carne estivesse bem lubrificado, meus olhos percorreram seu bumbum e desceram pelas coxas firmes, seguiram pelas panturrilhas e reparei nos saltos que ela calçava, eram muito altos de uma cor vermelha intensa, e dava para perceber algumas tiras em volta dos tornozelos onde eles se fechavam.
Quando sentiu que estava suficientemente preparada, mamãe colocou o tubo de lubrificante embaixo e olhou por cima do ombro. "Aí está você. Não pensei que fosse demorar tanto para sair." Ela fixou o olhar no meu cilindro de 17 cm de carne; apontando direto para o teto, duro como uma barra de aço, com líquido pré-seminal escorrendo pelos lados. Uma leve emoção percorreu meu corpo sabendo que ela estava observando meu membro cheio de veias.
Dei um passo hesitante para frente, inseguro se deveria prosseguir ou não. "Não seja tímido. Vem... tudo vai ficar bem." Como ela podia soar tão normal e casual sobre isso. Era como se os eventos dos últimos trinta minutos não a tivessem perturbado nem um pouco. Mas no meio de tudo isso ela tinha mencionado que estávamos sendo observados, então, essa poderia ser a explicação para seu comportamento.
A partir daí, não havia volta. Nossas vidas estariam em risco se eu não agisse apropriadamente. Felizmente, mamãe estava um passo à frente nesse aspecto. Eu vi como mamãe colocou as palmas das mãos na parte superior do encosto e depois reclinou a cabeça de lado sobre ele, após alguns pequenos ajustes para ficar bem equilibrada, Ela levou os braços para trás e, com cuidado, usando as mãos, dedos e unhas, pegou uma boa porção de carne de ambas as nádegas e puxou-as, separando-as completamente. A textura rígida do seu ânus rosado se esticava radialmente em todas as direções, sendo puxada para fora do centro até que um pequeno e redondo buraco se formou.
Com minhas pernas prontas para ceder, olhei para o medo da mulher que me repreendia há muito tempo. A mesma mulher que agora alimentava o fogo do meu desejo pelo seu traseiro volumoso. Sem ter outra opção, minhas pupilas fizeram os ajustes necessários para capturar a imagem dos seus montes maduros de carne. Naturalmente, o efeito disparou os níveis de testosterona, elevando minha libido ao máximo.
Finalmente pude me aproximar do sofá e me posicionar atrás dela. Agora, tão perto do objeto dos meus desejos, pude ver o que atraiu aquela bola de criminosos para a minha mãe. Não sou especialista quando se trata de bundas e nádegas, mas a da mamãe batia um novo recorde, pelo menos para mim.
A sequência de eventos que nos uniu exigia a consumação da nossa relação mãe-filho de um modo que nunca havíamos imaginado. Se por fé ou por desejo, fui me aproximando mais e mais, estreitando os poucos centímetros que separavam meu pau do seu cu exposto, pronto para cometer um pecado que nenhuma cultura aprovaria.
Tremendo de luxúria, alinhei meu pau com seu ânus escorregadio e delicadamente empurrei contra a membrana tensa; observei, com a respiração acelerada, como seu anel rosado afundava facilmente antes de se esticar firmemente ao redor da cabeça roxa do meu pênis. Gemi com a combinação de prazer exercida pelos seus esfíncteres, a faixa de fibras musculares que formavam seu buraco fazia uma vedação hermética ao redor da minha cabeça inchada, impedindo que o fluxo de ar entrasse ou saísse do seu reto.
Comecei então o processo de enfiar a mamãe no meu falo grosso, introduzi centímetro a centímetro e pouco a pouco, observando... meu anel estriado deslizando contra a parte dorsal do meu pau. Eu empurrava e pausava meu caminho dentro de sua cavidade anal, até que meu pau estivesse enterrado por completo em seu cu. Em toda a excitação de poder finalmente fazer sexo anal com a mamãe, esqueci completamente de colocar a camisinha que ela tinha me dado, mas a essa altura, não sabia se teria força para parar agora. Além disso, fazer todo esse movimento só chamaria a atenção de convidados indesejados.
Agora que já estava firmemente no fundo do cu da minha mãe, pensei que seria a oportunidade perfeita para realizar minha fantasia número um, me inclinei sobre suas costas, aproximei meus lábios de sua orelha esquerda e sussurrei: "Ah, mamãe... sonhei com esse momento desde os doze anos. Tenho vergonha de admitir, mas é verdade e é uma pena que não vá durar muito."
Não sabia que reação ela teria, mas a última coisa que esperava era empatia. "Eu sei, bebê. Tudo bem. Acho que sempre soube, e não tenha vergonha também. Apenas ame a mamãe da forma que você precisa, e sobre durar muito, se eu não estivesse aqui trancada, bem, quem sabe, meu amor." Foi justamente aí que os músculos do seu esfíncter liberaram a pressão no meu pau.
Movi meu torso de volta à posição inicial e lentamente vi minha ereção entrando e saindo de seu orifício lubrificado. Com cada mergulho do meu pau, minha mãe apertava e afrouxava seu ânus quente, estimulando os nervos cutâneos ao longo da minha ferramenta. Gradualmente, ganhei velocidade e intensidade, empurrando ritmicamente para dentro e para fora de sua passagem anal. Mantive esse ritmo o máximo que pude, que não foi mais do que três minutos tristes, antes de experimentar o orgasmo mais intenso da minha curta vida.
Meu rosto se contorceu em uma máscara de pura luxúria animal enquanto meu pau repetidamente esfregava contra a parte superior do reto da mamãe, cuspindo jato após jato de porra quente em suas entranhas. Gritei enquanto ondas de êxtase percorriam meu corpo, enviando ondulações de prazer que ecoava entre minhas bolas e minhas glândulas. Tive que diminuir minhas investidas porque minha glande sensível não aguentava mais a fricção da enrabada.
Depois que o último resquício de porra saiu de mim, fiquei dentro do cu da mamãe ofegando por ar. Quando minha respiração normalizou, puxei meus quadris pra trás até que meu pau mole saísse do buraco aberto dela. O contraste entre o rosa do ânus dela e o vermelho escuro do reto prendeu minha atenção de um jeito que me fez ignorar tudo ao redor, não conseguia decidir se queria lamber o interior do reto dela ou enterrar minha cabeça ali. Tão forte era o poder da minha luxúria incontrolável, uma luxúria que nenhuma outra mulher poderia despertar.
Sabia que devia ter parado naquela hora e respeitado o sacrifício que minha mãe fazia ao oferecer o cu de bandeja pra mim, mas não conseguia controlar a vontade de provar, de morder aquela carne macia que me deu tanto prazer, a polpa delicada da sua bunda se rendeu aos meus caninos que marcaram a superfície lisa da sua parte traseira volumosa.
Afastei minha cabeça pra admirar o trabalho e estava prestes a provar o ânus aberto dela quando um barulho forte nos fez pular. Ouvi um homem gritar algo antes que o bang bang bang de uma arma soasse. Meu susto me fez recuar bruscamente, puxando minha mãe e colocando-a em pé; falei pra ela se vestir, depois me apressei em colocar minha roupa e meus sapatos.
"Esquece a calcinha, mamãe! Vamos perder tempo." Chutei ela pra longe e corri pro meu lado, foi aí que a porta do quarto se abriu; um cara com uma cicatriz horrível na testa veio com uma metralhadora. Segurou minha mãe pelo braço e empurrou ela pra porta dizendo: "caminhada, caminhada." Olhou pra mim indicando que eu devia seguir também.
Foi aí que minha mãe virou pra me olhar. Lágrimas escorriam pelas suas bochechas, "Te amo, Mike. Sempre lembre disso." Cara de Cortada ficou muito impaciente e Ele começou a empurrar a mamãe para fora do quarto, enterrando a ponta da arma nas costas dela.
Foi aí que percebi que o Cara Cortada não tinha apontado a arma para mim de jeito nenhum. Quer dizer, por que ele faria isso? Sou um cliente que está pagando uma grana e ele parou só para curtir um momento. Além disso, ele deve ter pensado que eu não era nenhuma ameaça para ele.
Tinha que pensar rápido ou nunca mais veria a mamãe. "Espera!" Não sei se ele entendeu, mas pelo menos chamei a atenção dele. Ele começou a virar e, como uma gata atacando um rato, corri com impulso e dei um joelhada bem no centro do peito dele. Minha pontaria foi boa e um estalo encheu o quarto, me indicando que tinha quebrado algo ali dentro. O Cara Cortada se contorcia de dor no chão.
Aquele movimento de joelho era minha especialidade no Muay Thai que pratiquei durante o ensino médio. Na verdade, era o único que realmente aperfeiçoei. Não sabia lutar porra nenhuma e foi por isso que meu treinador sugeriu que eu focasse no trabalho de pernas. Ele disse que meus braços não tinham muita coordenação para os confrontos de mão.
Enquanto isso, o Cara Cortada apertava o peito, desesperado para respirar. Me agachei, peguei a arma dele e disse para a mamãe me seguir. "Mamãe, tem alguma porta dos fundos nesse lugar ou uma escada de incêndio?"
Ela franziu a testa por um momento e levantou os olhos. "Sim, tem!" disse animada. "Uma vez vi o chefe levando uma garota pela porta dos fundos", ela me contou.
"Me mostra o caminho, mãe." Quando estávamos fora na sala, uma voz que eu não sabia de onde vinha disse: "Senhor Herrera, largue sua arma e chute-a em direção à porta." Não conseguia localizar a fonte da voz, mas havia um tom familiar nela. Coloquei a arma no chão e chutei com a ponta do meu pé direito. Foi aí que nos viramos e vimos um esquadrão da polícia com suas pistolas apontadas para nós; não era a melhor recepção para um turista. Um homem apareceu de trás, era o senhor Morán da embaixada.
Virei pra mamãe e disse: "Vai ficar tudo bem, mãe." Foi aí que os olhos dela ficaram vazios, tive que segurá-la nos meus braços. O senhor Morán nos escoltou de volta à embaixada, onde mamãe foi examinada na enfermaria. Ela estava com um pouco de desnutrição e tinha algumas marcas, mas tirando isso, ia ficar bem. Mesmo assim, o médico sugeriu que ela fosse examinada por especialistas quando voltássemos pra nossa cidade. Mamãe ficou de cama, conectada a um soro durante a estadia; quando ficou forte o suficiente, prestamos nossos depoimentos ao assistente do cônsul.
Na manhã seguinte, perguntei ao cônsul como é que tinham descoberto que eu estava naquele lugar. Ele disse que mandou me seguir quando eu saí da embaixada. Tinha suspeita de que eu tentaria algo arriscado, então quando o informante dele avisou que eu tinha ido ao prostíbulo sozinho, ele fez umas ligações e organizou uma equipe policial pra invadir o lugar.
Quando minha mãe ficou saudável o suficiente pra viajar, a embaixada cuidou pra que a gente voltasse são e salvo pro México. Liguei pro papai pra dar a boa notícia, coloquei minha mãe no telefone, eles conversaram e choraram. Pela primeira vez em três anos, a gente ia ser uma família de novo.
Durante o voo de volta pra casa, mamãe me explicou a horrível verdade por trás do tráfico humano. Me contou sobre as surras constantes, os estupros, a humilhação e tudo mais. Ela admitiu umas coisas pessoais também, tipo como meu pai e ela nunca tinham feito sexo anal, mesmo ele tendo pedido algumas vezes. Os captores da mamãe viram que o cu dela seria uma máquina de fazer dinheiro e foi por isso que especializaram ela em sexo anal.
Ela disse que se sentia muito gorda e que não era atraente. Minha resposta na hora foi: "Você não tem a menor ideia do quanto você é gostosa, mãe." Falei isso porque era verdade, mas também porque queria animá-la um pouco.
"Acho que tenho uma ideia, a O que você quer dizer, menino." Ela sorriu e me pareceu ter visto uma leve piscadela em seus olhos. Foi agradável saber que seu senso de humor permanecia intacto. Foi nesse momento que ela me pegou de surpresa e trouxe à tona aquela minha fantasia adolescente; sabe, aquela que confessei ter quando estava lá no fundo da sua bunda. Deviam ter visto a cor da minha cara, foi de branco a vermelho em um segundo. A única coisa que a mamãe pôde fazer foi rir, e como pude, dei uma versão rápida da minha fantasia número um, esperando que fosse suficiente para matar sua curiosidade.
Quando terminei, a única coisa que pude fazer foi baixar a cabeça de vergonha, mamãe se inclinou sobre mim e amorosamente pegou minha mão e disse: "Amor, fizemos o que tínhamos que fazer para sobreviver, e quero que saiba que me deixa feliz poder ter te dado algo que você desejava há muito tempo, e que... se tivesse sabido que seria nessas circunstâncias, acho que teria feito há muito tempo, além disso você é meu herói, minha vida." Fiquei calado por alguns segundos e disse: "Obrigado, mamãe, realmente não tenho palavras." Mamãe corou um pouco, mas sorriu. Eu devolvi o sorriso e acrescentei: "Mãe, tem uma coisa que não entendo direito, bem, gostaria de saber: por que você diz que sempre soube do meu desejo por você? E a que você se referia quando disse que se não estivesse presa?"
Mamãe olhou para a janelinha por um momento e senti como ela apertou minha mão com um pouco mais de força. Ela voltou a me olhar nos olhos e, sorrindo, me disse: "As mães sempre sabem o que seus filhos desejam no fundo. Sempre soube que você observava meu corpo e muitas vezes notei seu olhar fixo na minha bunda. Na verdade, quando você fazia isso, eu andava e fazia movimentos um pouco mais exagerados. Não sei se você percebia, mas eu adorava a cara que você fazia, bebê." Fiquei um pouco perturbado, mas depois, brincando, disse: "Nossa, mamãe, então você gostava que seu garotinho estivesse babando por você, hein?" Ela soltou uma risadinha e disse: "Claro, safadinho, você é meu garotinho e sempre... Gostei de ser seu centro das atenções".
Daí ela começou a me explicar por que tinha oferecido a bunda naquela noite, e disse que se eu metesse no cu, não seria totalmente incesto, ao contrário de se eu penetrasse ela na buceta. Realmente não via lógica nisso, mas se ajudava ela a lidar com a situação, então tudo bem. Retomei o assunto e perguntei: "E sobre você não estar presa ali, o que quer dizer isso, mamãe?" Ela riu de novo e comentou: "Já vi por que conseguiu me encontrar, meu céu, você não perde uma. Bom, como te disse antes, você é meu herói, arriscou sua vida por mim, me salvou quando nada nem ninguém mais podia me salvar, e não vou ter o resto da minha vida suficiente para te pagar e agradecer, filho". Mamãe parou um momento, os olhos ficaram vidrados, quase chorando. Eu a abracei por um instante e disse:
"Você é quem eu mais amei, mamãe, e daria minha vida por você se fosse necessário. Fiz isso por você e porque te amo, mamãezinha". Minha mãe me apertou forte e agradeceu minhas palavras, continuando: "Bom, como estava dizendo, você é meu grande herói e pensei que a forma de agradecer e te pagar por todo seu esforço é te recompensar de vez em quando". Fiquei com cara de incerteza, realmente não sabia onde minha mãe queria chegar.
Perguntei: "Como assim me recompensar? O que quer dizer, mamãe?" Ela corou e disse: "Quero dizer que nada me deixaria mais feliz que repetir sua fantasia quantas vezes você quiser, meu amor". Fiquei em choque, a boca secou e consegui gaguejar: "Qu- Qu- Quer dizer que você e eu...?" Ela não me deixou terminar quando disse: "Sim, meu herói, você e eu podemos transar pelo cu muitas vezes mais". E piscou o olho de maneira provocante. Senti um choque no pau e ele ficou meio duro. Ainda sem saber bem o que dizer, perguntei: "Mas e o papai? Não seria trair ele?" Minha mãe, com muita calma, disse: "Lembra o que te falei, meu céu, sexo anal para mim não é cem por cento incesto e em... De certo modo, também não seria traí-lo, mas nos limitaremos única e exclusivamente a relações anais. Não haverá penetração vaginal — isso é exclusivo do seu pai."
Nesse momento, devia estar com uma cara de idiota que não teria preço. Fiquei um minuto balbuciando sem dizer nada de verdade, até minha mãe falar de novo: "O que você acha? Aceita minha forma de agradecer pela sua coragem e heroísmo?" Ela disse com um sorriso malicioso. "Claro, mãe, não poderia querer nada melhor que isso." Ela me deu um beijo terno nos lábios e um abraço, e então continuou: "Que bom, amor. Só peço tempo para sarar, para ficar bem, para refazer uma família, para me sentir confortável. Enquanto isso, peço paciência, compreensão, apoio e, principalmente, muito amor. Não sei quanto tempo vou precisar, mas tenha em mente que não vou esquecer nosso combinado, meu bem, prometo."
Meu corpo era um turbilhão de sensações e pensamentos. Estava feliz, excitado e, ao mesmo tempo, preocupado com a mamãe. Não sabia se o que ela tinha dito era o que realmente queria ou se era a emoção do momento e a necessidade de demonstrar gratidão. "Claro, mamãe linda, não se preocupa. Vou te dar todo o apoio que precisar, hoje e sempre. E repito: você não precisa fazer nada. Por enquanto, vamos deixar o assunto de lado, seguir passo a passo na sua recuperação. E acho melhor não contar para o papai todos os detalhes de como conseguimos sair vivos de lá."
Mamãe me abraçou de novo e disse: "Obrigada, meu bebê... obrigada..." Abraçados como estávamos, acabamos adormecendo.
Quando acordamos, ainda faltava cerca de meia hora para chegar, então decidi contar sobre o Carlos e o que ele tinha feito por nós. Fiquei um pouco enrolado para explicar em detalhes, porque nem eu mesmo entendia muito bem, mas mamãe captou o essencial. Entre sussurros, achei que ouvi minha mãe dizer: "Mais um herói..." Ela continuou dizendo que um dia teria que agradecer a ele pessoalmente.
Alguns... Minutos depois, endireitamos nossos assentos e nos preparamos para o pouso. Quando saímos do avião, avistei meu pai segurando a mão da minha irmã. "Pai!" Quando ouviu minha voz, eles correram na nossa direção sem prestar atenção no caminho e quase atropelaram uma senhora distraída; dei alguns passos para trás para contemplar a cena. Tivessem visto as lágrimas que derramamos, até meu pai, que eu nunca tinha visto chorar antes, soluçava feito um bebê enquanto apertava minha mãe com força contra o peito.
Era hora de ir para casa...
Nas semanas seguintes, meu pai não se desgrudou da minha mãe nem por um instante. Normalmente, qualquer outra mulher se sentiria sufocada, mas era exatamente o que minha mãe queria. Ela precisava se sentir amada de novo, não só por ele, mas por todos nós, e teve isso com sobra.
Antes de mamãe e papai fazerem amor pela primeira vez desde o retorno dela, ela foi fazer exames médicos completos. Nosso médico da família descobriu que alguns nervos da região anal dela tinham sido danificados e que, apesar disso, se ela só tomasse certos cuidados por enquanto, não haveria chances de danos futuros. Outra coisa que ela contraiu foi uma clamídia, mas considerando o tempo que teve que passar e os tipos com que teve que lidar, foi um presente ter sido só isso. Agora entendo por que mamãe tinha me dito para usar camisinha, mas assim é a vida.
Nem essas notícias desanimaram meu pai de comer minha mãe até deixá-la nocauteada, e suspeito que mamãe finalmente deu um pouco de sexo anal pra ele, pelos gemidos que dava pra ouvir até na cozinha. Minha irmã deu risada do sofá e continuou assistindo a um filme.
E não vou dizer que foi tudo mil maravilhas com a volta da mamãe. Como muitas vítimas de sequestro, mamãe teve uma série de sequelas, transtornos de estresse, delírio de perseguição e era mais do que óbvio; ela constantemente tinha pesadelos que duraram vários meses. Só com nossa ajuda e nosso amor de família... conseguimos ir levando ela pra frente. As consultas semanais com o psicólogo ajudaram a lidar com os estragos que ficaram nela como vítima.
Quando minha mãe voltou, meu pai decidiu implantar um microchip nela como medida de segurança. Pode parecer exagero, mas, dadas as circunstâncias, eu concordei totalmente com ele. E, vendo que minha irmã era uma versão jovem da minha mãe, com uma bunda ainda melhor, optamos por implantar nela também. Custou uma fortuna, mas no final vale cada centavo gastado.
Continua…
Mamãe nunca voltou para casa naquela noite e várias ligações para o telefone dela não deram em nada. Quando chegou meia-noite e ela não tinha voltado, ficamos realmente preocupados. Meu pai ligou para a polícia, mas eles disseram que tínhamos que esperar no mínimo 48 horas antes de poder reportá-la como desaparecida. Depois de vários meses, as autoridades suspeitavam que talvez ela tivesse sido sequestrada ou talvez tivesse se metido, sem querer, em uma situação onde poderia ter se machucado e sido incapaz de pedir ajuda.
Naturalmente, essas notícias não eram muito animadoras para nós. Fizemos tudo o que podíamos para encontrá-la. Meu pai até contratou vários investigadores particulares, mas todos voltavam sem informações. Quando nada deu certo, pedimos à emissora local que divulgasse a foto dela; isso chamou a atenção de um antigo colega do meu pai que estava assistindo às notícias quando a foto da mamãe apareceu na TV. Ele a reconheceu e imediatamente ligou para o meu pai. Seu amigo trabalhava para a polícia estadual e se ofereceu para dar uma boa revisada na investigação como um favor especial para nós. Mas depois de alguns dias, ele não conseguiu encontrar novas pistas, e tínhamos perdido a esperança de vê-la novamente. Mas… um milagre dos milagres aconteceu:
Eu a encontrei…
E a encontrei por pura casualidade enquanto navegava em um site pornô um dia. Cliquei em um link que prometia fotos de mulheres com bundas grandes e redondas, porque é isso que eu gosto, especialmente as senhoras maduras; foi aí que uma chuva de janelas emergiu uma atrás da outra cobrindo a tela completamente. Odeio quando isso acontece, mas é o preço que tenho que pagar por baixar pornô de graça. Só quando fechei a penúltima janela que meus olhos encontraram algo interessante.
Era a foto do que comumente se conhece como uma "M.I.L.F." (Mother I'd Like to Fuck, em inglês) vestindo uma calcinha fio-dental preta, uns saltos altíssimos, arqueando as costas, empinando a bunda e mostrando tudo pra câmera. Suas nádegas eram bem redondas e convidativas ao toque, me fazendo desejar ter a habilidade de me teletransportar para o lugar e momento em que a foto foi tirada, assim eu poderia arrombar aquele cu dela sem parar. Meu pau encheu de sangue e ficou duro só com a ideia de realizar essa fantasia. Baixei a imagem e fui procurar mais algumas. Encontrei uma do rosto dela, e foi aí que meu mundo desabou.
Era minha mãe! Eu tinha certeza. O rosto dela parecia cansado e meio desgastado, dava até pra ver umas ruguinhas a mais ao redor dos olhos, mas era ela, sem dúvida. Ela estava sentada numa poltrona vermelha com as pernas longas e grossas cruzadas na altura dos joelhos, vestindo um negligê transparente. O título abaixo da foto dizia "Lenora" e o resto do texto parecia estar em português. Fiquei excitado e confuso; não sabia se pulava de alegria e contava pro meu pai ou se esperava e tentava conseguir mais informações. Como não queria criar falsas esperanças, decidi que precisava de mais dados. Tinha 99% de certeza de que era minha mãe, mas precisava ter absoluta. A única coisa que me fazia duvidar era que a mulher das fotos parecia um pouco mais volumosa que minha mãe, mas não sabia se era porque nas imagens dava pra ver as curvas dela com menos roupa.
A primeira coisa que tinha que fazer era achar alguém pra traduzir o site. Por sorte, conhecia um cara na minha universidade que podia fazer isso; o nome dele é Carlos; e a gente se esbarrou um dia na lanchonete da faculdade. Ele estava sentado sozinho na única mesa vazia disponível. Me aproximei calmamente dele e começamos a conversar; acho que ele ficou surpreso de que alguém que não fosse um sabe-tudo ou um nerd quisesse falar com ele. Dava pra ver que o Carlos era tímido pelo rosto dele, que estava coberto de muita acne. Fingi que não dei importância e me concentrei apenas nos olhos dele enquanto conversávamos.
Durante nosso almoço naquela tarde, expliquei coisas fundamentais pra ele ter uma boa alimentação, garanti que se ele removesse gorduras e açúcares da comida diária, o rosto dele ia limpar em pouco tempo. Ele ouviu atento, mas no fundo eu sabia que ele não seguiria meus conselhos, o que não era pra se surpreender. A maioria das pessoas é escrava do que come e uma mudança tão radical realmente é difícil pra quase todo mundo. Então vão entender minha admiração quando duas semanas depois fui procurá-lo. A acne ainda estava lá, mas em menor quantidade. O Carlos não conseguia conter a emoção, me senti feliz por ele, o coitado precisava de um respiro dessa situação.
Foi aí que o Carlos mencionou que se eu precisasse de algo em termos de computadores, software grátis, hackear qualquer coisa, ele faria com prazer. Comecei a procurá-lo desde então, esbarrava com ele pelo campus às vezes ou almoçávamos juntos e conversávamos. A acne dele tinha sumido completamente e dava pra ver que ele estava mais confiante.
O dia depois de encontrar as fotos da minha mãe, fui procurar o Carlos; depois de um tempo encontrei ele sentado debaixo de uma árvore, estudando suas anotações. Perguntei se a gente podia se encontrar na biblioteca à tarde. Sabia que se alguém pudesse me ajudar a encontrar minha mãe, seria ele. O Carlos disse que à tarde a gente se via, nunca tinha contado pra ele sobre o sumiço da minha mãe antes, mas quando nos encontramos contei absolutamente tudo, em particular minhas suspeitas.
“Sem problema, Mike. Tenho um programa que pode traduzir qualquer linguagem moderna para o português; no entanto, encontrar o local de onde as informações são enviadas para o servidor que armazena as fotos da mulher—digo, da sua mãe—pode me levar um pouco mais de tempo."
"E você realmente acha que consegue fazer isso?"
"Não se preocupe, Mike. Eu consigo. Você vai ver."
Na hora seguinte, Carlos me explicou o que planejava fazer. Depois que as palavras "endereço IP" e "roteador" saíram da boca dele, não consegui entender mais nada. Mais uma vez, ele me garantiu que faria e isso foi o suficiente para mim. Peguei minhas coisas e fui para casa.
No caminho, passei pelo parque, admirando as árvores e a grama macia. Pensei que uma mudança de cenário me ajudaria a clarear a mente. O vento soprava forte e soava como um sussurro nos meus ouvidos; olhei para o céu escurecendo e para as pessoas que certamente estavam voltando para suas casas. O caminho que segui me levou a um pequeno lago e a uma fileira de bancos alinhados. Sentei-me e estiquei os braços para os lados, aproveitando a solidão daquele lugar.
Comecei a pensar na mamãe e em como ela havia desaparecido misteriosamente três anos antes. Lembrei da dor que causou à família, especialmente à minha irmã, Tere, que não conseguiu parar de chorar por muitos dias depois do ocorrido. Pensei também no papai, que sempre escondia suas emoções quando Tere estava por perto. Sabia que ele tentava ser forte, mas percebia a dor que sofria em silêncio. Como não perceber? Mamãe e papai começaram a namorar no ensino médio, e não muitos casais de hoje podem dizer o mesmo.
Lembro que, quando era mais novo, ele costumava me dizer que minha mãe era uma mulher em um milhão e que um dia eu precisaria encontrar alguém como ela. Levantei-me do banco e segui para a saída do parque. Caminhei com as mãos nos bolsos, relembrando a sequência de eventos que me levou a buscar a ajuda de Carlos.
Pensando em Carlos, veio à minha mente um colega que havia feito uma apresentação sobre o tráfico de pessoas. Na época, o assunto me interessou e até perguntei se podia ler as anotações dele. Para ser honesto, não estava preparado para a quantidade de números e estatísticas que ele tinha registrado: o tráfico de pessoas é um negócio multibilionário que explora principalmente mulheres e crianças para fins como prostituição, pornografia e abusos sexuais. As vítimas são enganadas com promessas falsas ou forçadas sem nenhuma esperança de escapar.
A razão pela qual menciono isso é porque eu acreditava que minha mãe tinha sido levada à força no dia em que ela me ligou do salão de beleza. Ela tinha 43 anos na época, mas o corpo dela estava muito bem. De vez em quando ela fazia caminhada e aeróbica ou cuidava da alimentação. Também ajudou ter herdado os genes certos, o que lhe deu uma bunda que qualquer um que adorasse bundas gostaria de montar. E, quando ela colocava leggings, não havia homem na rua que não virasse para olhar. (Se quiserem ter uma ideia de como é minha mãe, usem a Roció Sánchez Azuara como referência, só que minha mãe tem cabelo escuro.)
Os traficantes devem ter visto minha mãe e decidido que ela seria uma boa presa e que geraria muita grana, sem mencionar o quanto ela estava gostosa. Meu estômago embrulhou só de pensar em muitos homens descontando suas frustrações na minha mãe. Eu não conseguia nem imaginar pelo que ela deve ter passado nesses três anos. E se não fossem pelas anotações do meu colega, eu nunca teria feito a conexão dos pontos. É a única explicação que parecia fazer sentido. Juro que vou encontrar esses filhos da puta e eles vão me pagar.
Naquela noite, me tranquei no meu quarto e entrei de novo no site que tinha as fotos da mamãe, fiquei até altas horas da noite pensando no que estariam fazendo com ela. Será que a tinham nocauteado? Será que a tinham forçado a passar fome até ela decidir cooperar? Será que esses desgraçados usam camisinha? Será que ela ainda está viva?
Odiei pensar nessas coisas, mas alguém da A família tinha que fazer essas perguntas. Eu sabia que Tere e meu pai não fariam. Infelizmente, eles perderam toda esperança de encontrá-la viva, mas eu não. Eu precisava de provas da morte dela.
Me sentia constrangido em admitir, mas como admirador de mulheres mais velhas, eu constantemente sonhava com as nádegas carnudas da mamãe, especialmente em como elas se sentiriam contra minhas mãos e como o esfíncter dela saberia ao contato com minha língua. Mas o que eu mais gostaria era provar como seria enfiar meu pau no cuzinho apertado dela. Sempre pensei nisso, até desde os meus 12 anos. Agora, eu desejava a mamãe ainda mais depois de ter visto as fotografias.
Carlos não me procurou até dois dias depois. Furei a aula de biologia para me encontrar com ele. Ele estava sentado me esperando no corredor fora da sala. “Ei, Mike. Tenho a informação que você queria.” Ele disse num tom de suspense. Foda-se, minha mãe é mais importante pra mim que biologia, pensei.
“Vamos pros bancos lá fora, assim a gente pode conversar.” Ele acenou com a cabeça e me seguiu. Quando estávamos sentados, Carlos abriu o laptop e esperou ele sair da hibernação; quando a área de trabalho apareceu, ele clicou num arquivo que abriu com o Firefox. Era o site que eu não conseguia ler antes. Ele conseguiu traduzir de algum jeito pro português.
Carlos ajeitou os óculos antes de explicar o que tinha feito: “Tá, talvez te pareça estranho, mas a língua usada na página não é muito comum, é algum tipo de português ou algum dialeto do Brasil, usaram pra evitar que fosse facilmente localizado e, meu caro, a página é feita pra executivos e políticos de boa saúde.”
A explicação do Carlos só confirmou minhas suspeitas sobre o tráfico de pessoas pra propósitos de escravidão sexual. O simples fato de pensar na minha mãe sendo usada como um pedaço de carne por um puto gordo nojento me encheu de raiva.
“Agora, eu fiz uma checagem do servidor que usam de armazenamento pra página web e me direcionou a uma cidade que fica no Brasil. Mas essa não é a parte interessante. O interessante é que as fotos e a página não são originárias do Brasil, elas vêm de um computador que está em Barranquilla, Colômbia. Então… acho que é lá que ela está presa.”
Carlos pigarreou algumas vezes e se mexeu de forma desconfortável na cadeira. “Bom… Eu… uh… encontrei algumas fotos da sua mãe,” disse constrangido. “Juro que não olhei por muito tempo.” Seus olhos se moviam de um lado para o outro, tentando evitar meu olhar. “Eu… uh… só queria ter certeza de que você teria tudo.”
“Não se preocupe. Você fez o que eu pedi.” Ele me olhou de soslaio, com uma expressão cautelosa, sem saber qual seria minha reação. “Carlos, minha família e eu estamos eternamente gratos pela sua ajuda. Nunca vou esquecer.” Sorri para ele, depois peguei minha mochila e tirei um pen drive usado. Continha todos os arquivos que ele roubou, além das novas fotos. “Obrigado.” Nos despedimos e seguimos caminhos separados.
Mais tarde naquela noite, li todas as informações da página e descobri que minha mãe era uma das muitas mulheres que se especializavam em sexo anal. Ela era anunciada como “Princesa Anal Mexicana”. Seus serviços incluíam anal, boquete, gaping, brincadeiras com dildo, creampies, dupla penetração e enemas. Leonora, era seu nome artístico, estava disponível para festas e reuniões de negócios, além de sexo um a um. O preço por suas habilidades era de 200 dólares, mas falando sério, provavelmente os clientes estavam dispostos a pagar muito mais que isso.
O verdadeiro choque não foi a descrição dos serviços, mas as novas fotos que acompanhavam cada um. A primeira mostrava minha mãe abrindo as nádegas, revelando seu cuzinho apertado e sua bucetinha rosada. Suas unhas haviam sido meticulosamente decoradas em vermelho, branco e com detalhes em verde, aludindo ao seu país de origem. A descrição dizia: “qualquer buraco que você escolher, os dois são Deliciosos!"
Tá bom, não vou negar que minha boca não salivou, porque salivou. Ainda sou homem, mesmo sendo filho dela.
A próxima foto mostrava minha mãe deitada de costas, as pernas para o alto, puxando as nádegas para separá-las, enquanto um cara a metia pelo cu. Suas coxas suculentas haviam sido previamente oleadas para dar um brilho erótico. Sem dúvida, uma técnica de marketing. Eu realmente queria ver a próxima foto, mas estava difícil mover minha mão, quer dizer, não é todo dia que se vê uma foto da própria mãe sendo comida pelo cu. A descrição desta dizia: "É tão apertado que ele nem vai conseguir gozar dentro do seu cu!"
A terceira era outra cena anal, exceto que desta vez mamãe estava de joelhos, abrindo suas bundonas. Não sei se era o mesmo cara da foto anterior, mas fosse ou não, ele tinha metade do pau dentro do anel anal apertado da minha mãe. A descrição desta era: "Nossa meta é satisfazer."
A quarta era meio bizarra, nessa mostrava minha mãe abrindo suas nádegas enquanto uma garrafa de viagem de vodka estava alojada em seu reto. Deixando de lado o humor duvidoso, o cu da minha mãe estava muito melhor nessa foto do que nas anteriores. Sua pele parecia delicada e um pouco bronzeada. A legenda desta dizia: "Beba do lugar certo!"
Na foto seguinte, mostrava mamãe de joelhos puxando as nádegas para separá-las novamente, mas desta vez depois de ter sido enrabada. Seu ânus brilhante estava aberto, com sêmen ao redor do esfíncter. O homem que a tinha comido deve ter tirado o pau um segundo antes de disparar sua porra. A descrição dizia: "Mais um cliente satisfeito."
Não sei o que passou pela minha cabeça, mas abri um editor de imagem e dei zoom em seu ânus aberto, apenas admirando os detalhes fibrosos que formavam seu esfíncter e o início de seu reto. Rapidamente fechei o programa, irritado comigo mesmo por ter desejado o cu da mamãe. Porra! Por que ela tem que estar tão gostosa?
A próxima foto me pegou desprevenido; minha mãe estava de quatro com um punho enfiado num luva de látex dentro do seu cu! Só conseguia imaginar a dor e humilhação que ela deve ter passado pra fazer essa cena. A descrição dizia, "Para quem precisa de algo especial." Era óbvio que o negócio atraía todo tipo de cliente.
Nem conseguia evitar que meu pau ficasse duro, quase derramei lágrimas sabendo que esse tinha sido o destino dela nos últimos três anos. E se alguém não a resgatasse, continuaria sendo. Não podia deixar isso acontecer.
Finalmente, a última foto era um close-up da minha mãe chupando um pau grande. Ela estava curvada sobre um cara com os lábios fechados em volta da cabeça do pau. Os peitos que um dia usou pra amamentar minha irmã e eu, pendurados embaixo, cobertos por mamilos de 2 centímetros esperando serem chupados. A legenda dessa dizia, "Olha esses lábios. Tão prontos pra te deixar seco."
Se meu pai algum dia visse essas fotos, seria o fim pra ele. Por isso escondi num pasta criptografada. Desliguei o computador e me joguei na cama, precisava de tempo pra pensar no meu plano e a melhor forma de fazer isso era deitado olhando pro teto. Acreditem ou não, minhas melhores ideias acontecem assim.
Pensei em diferentes cenários; todos tinham seu grau de sucesso e de fracasso, mas só um expunha um risco mínimo pra mãe e pra mim. No final só podia torcer pra dar certo. Afinal, é uma organização criminosa que tenho que enfrentar e preferia que a gente saísse da situação inteiros.
Quando terminei de resolver os detalhes, caí num sono agitado. Dormi a noite quase toda até abrir os olhos de repente, um suor frio me banhava todo, o relógio marcava 3:18 da manhã e as únicas criaturas acordadas eram alguns grilos, graças a Deus era sexta se não teria que estar... Acordo com apenas três horas para me arrumar e ir para a escola. Voltar a dormir não tinha sentido, não conseguiria mesmo se quisesse. Tinha tanta coisa passando pela minha cabeça, sem mencionar que havia muito em jogo.
Então decidi preparar tudo para o meu plano…
A primeira coisa na minha lista era conseguir todo o dinheiro possível. Precisava dele para as passagens de avião, o quarto de hotel e para as despesas que pudessem surgir no caminho. Tinha cerca de 3.000 dólares na minha conta de poupança, tinha planejado usar esse dinheiro para comprar um carro novo, mas agora o usaria para salvar uma vida. Logo cedo, fui ao banco e esvaziei minha conta.
Uma hora depois, eu estava saindo de um lote de carros usados com mais dois mil dólares no bolso. O carro que usava para transporte pessoal estava estacionado na parte de trás daquele lugar. No total, tinha cinco mil dólares. Não estava mal, mas não era suficiente. Se eu quisesse vender a ideia de que era um homem de negócios, precisava ter o respaldo financeiro. Saquei mais algum dinheiro dos meus cartões de crédito, sabendo o risco que isso implicava em dívidas bancárias. No total, agora tinha cerca de oito mil dólares. Rezava para que fosse o suficiente para nos trazer de volta para casa.
A próxima parada na minha lista era a universidade. Fiz os arranjos para faltar a todas as minhas aulas, também cancelei algumas matérias para que não afetasse minha matrícula. Acho que isso foi ainda mais difícil do que vender meu carro. Agora, a única coisa que faltava era ir a uma agência de viagens e comprar minha passagem. Comprei uma passagem só de ida para Barranquilla. A agente de vendas, uma morena muito simpática, me sugeriu um hotel barato onde eu poderia ficar e que, além disso, tinha comida decente.
De volta em casa, escrevi uma carta para meu pai e minha irmã. Sem entrar em muitos detalhes, expliquei que havia possibilidades reais de descobrir o paradeiro da minha mãe. Mencionei meu voo para a Colômbia, Falei pra eles não se preocuparem comigo e que manteria contato. Imprimi duas cópias da carta e enviei pelo correio, acho que quando recebessem, eu já estaria cruzando os céus; depois de fazer isso, entrei na internet pra buscar alguns números e endereços pro meu plano.
Às 13h30 do dia seguinte, despachei minha bagagem no aeroporto. Às 15h05 eu já estava no ar rumo a Barranquilla. O voo não demorou tanto quanto pensei, em pouco mais de 4 horas estava pousando na pista, mesmo estando cagando de medo, sabia minha causa e por que fazia aquilo, então tomei coragem e segui em frente com o plano.
Me sentia bem desconfortável quando cheguei no hotel, depois de me registrar e dar a gorjeta ao carregador, tomei um banho longo e refrescante. Eram 20h43 quando terminei de me arrumar, precisava me apressar, infelizmente deitei um pouco pra descansar e acabei dormindo, abri os olhos e meu relógio marcava 2h07 da madrugada, decidi que o melhor seria esperar amanhecer pra poder seguir com meu plano, fechei os olhos de novo e minha mente virou uma tempestade de pensamentos, lembrava da imagem da minha mãe de quatro expondo seus encantos mais privados e ao mesmo tempo lembrava dela andando pela casa cantando e fazendo as tarefas domésticas; não percebi quando adormeci de novo, ao abrir os olhos mais uma vez eram 7h15 e a luz entrava pelas bordas das cortinas, me apressei pra sair da cama e entrei no chuveiro. Saí e me vesti rápido, corri pra sair do hotel, na saída tinha uma máquina de doces onde comprei algo pra botar no estômago porque não tinha comido nada desde o voo do dia anterior, peguei um táxi e dez minutos depois estava chegando na porta da embaixada mexicana onde tinha uma reunião marcada com o cônsul Gerardo García.
Uma garota que facilmente poderia ser modelo me acompanhou até a área de Esperei do lado de fora do gabinete do cônsul. Fiquei cerca de 20 minutos até que o funcionário saiu e me pediu para entrar, com um gesto da mão indicou que eu me sentasse numa das cadeiras em frente à sua mesa.
Expliquei tudo, desde a descoberta do site — a parte mais vergonhosa de admitir — até o momento em que o Carlos me ajudou a traduzir a tal página. Além disso, mostrei cópias dos boletins de ocorrência, a documentação do desaparecimento da minha mãe, fotos dela com a família tiradas alguns anos atrás e uma foto do site. Escolhi entregar a imagem em que ela aparecia sentada na poltrona vermelha, porque dava pra ver claramente o rosto dela e, o mais importante, ela não estava nua.
Depois de revisar as evidências, o cônsul pediu licença por um momento. Um minuto depois, voltou com um homem uniformizado. O cabelo dele era bem curto nas laterais, parecia um corte militar, e ele aparentava ter longa carreira, então imaginei que provavelmente fosse um ex-militar. O cônsul García o apresentou como seu assistente, Fausto Morán. Nos sentamos e o cônsul começou a falar sobre o caso, contando a maior parte dos detalhes ao assistente. O senhor Fausto parecia genuinamente interessado.
Uma vez que os dados foram repassados ao Sr. Morán, discutimos minhas opções. Eles me contaram sobre algumas quadrilhas locais que poderiam estar envolvidas no sequestro da minha mãe. Com base no que a embaixada conseguiu apurar, essas gangues eram difíceis de tocar, em parte porque muitos políticos corruptos, juízes e oficiais de alta patente formavam grande parte da sua clientela. Tomar qualquer tipo de medida legal contra eles seria em vão. O cônsul García achou que a única maneira de lidar com a situação seria usar certos meios para pressionar os políticos locais.
Isso aceleraria as coisas e forçaria as autoridades da cidade a entrarem em ação. Algumas prisões seriam feitas, mas apenas para manter as aparências. Na melhor das hipóteses, os arruaceiros passariam uma noite na prisão até o juiz arquivar as acusações. Em outras palavras, ninguém seria punido pelos crimes cometidos contra minha mãe.
Com minhas reservas, segui o plano deles à força. Que outra opção eu tinha? Sabia que tinham boas intenções, mas alguém tinha que pagar pelo sequestro da minha mãe e por forçá-la a se humilhar por três longos anos! Puta que pariu, mãe!!
Terminada a conversa, o cônsul García sugeriu que eu voltasse ao hotel e esperasse sua ligação. Disse que precisava de tempo para fazer os arranjos. Peguei um táxi de volta ao hotel e desabei na cama. Só abri os olhos à meia-noite; levantei e fui ao banheiro lavar o rosto com água fria. Comecei a pensar no que o cônsul tinha me dito, mas se esperasse tanto poderia ser tarde demais. Por tudo que me disseram, minha mãe poderia ser transferida para outra cidade amanhã mesmo, ou pior, para outro país! Foda-se toda essa burocracia! Vou fazer do meu jeito.
Ainda tinha o endereço que o Carlos me deu, então podia começar por ali. Meu estômago roncava, mas não tinha tempo para uma refeição decente, só tomei um shake que tinha trazido comigo. Rápido, nutritivo e cai bem quando não tenho muito tempo para comer.
Com a barriga mais calma, saí do hotel e peguei o primeiro táxi disponível. Mostrei ao motorista o papel com o endereço; ao ler, ele sorriu. Ergueu o olhar, mirou pelo retrovisor e disse: "É um bom lugar." Pisou fundo no acelerador e partimos.
O táxi parou em frente a um pequeno prédio de tijolos, localizado numa área quase desértica. Ele apontou para a porta de madeira e disse: "É ali." Paguei, saí do carro e fiquei parado diante da porta. O táxi sumiu na escuridão da noite, me deixando sozinho para enfrentar o que viesse.
Bati na porta duas vezes com o punho; soou algo metálico e uma pequena fenda se abriu. Um gorila bem robusto, com uma expressão dura no rosto, falou algo num idioma que não entendi. Apontei para mim mesmo e... falei: "Eu sou mexicano, procurando uma mulher." Fiz a típica silhueta de uma garota com as mãos. Ele recuou, abriu a porta e me deixou entrar no corredor. O ar parecia invadido pelo cheiro de maconha, segui o musculoso até uma pequena escada que levava ao andar principal. Ele bateu numa porta vermelha, o cara atrás dela parecia ainda pior, um verdadeiro bandido, os dois idiotas disseram algo que não entendi muito — aparentemente era português de novo, a única coisa que entendi foi "mexicano".
O segundo rosnou e nos deixou passar para um quarto grande e retangular, com cadeiras de plástico ao redor. Poucos clientes tinham vindo naquela noite. Os clientes eram uma mistura de jovens e velhos, eles me encararam mas eu ignorei, encontrei um lugar vazio no canto e me sentei. Fiquei pensando em quantos daqueles caras tinham comido minha mãe. Provavelmente nenhum, não parecia que poderiam pagar por ela.
Havia um cheiro chato de cigarro que impregnava todo o lugar, esfreguei os olhos com a palma da mão, enquanto me acostumava à fumaça irritante. Olhei em volta, evitando os olhares dos outros caras e focando numa pequena TV de LCD embutida na parede. Estavam passando um pornô, o volume estava baixo mas quem diabos se importava.
Espiei o primeiro gorila conversando com uma mulher mais velha que parecia estar na casa dos cinquenta, tinha cabelo loiro e uns olhos azul-claro. O gorila apontou pra mim algumas vezes enquanto ela franzia a testa. Uh-oh, é hora, eu sabia.
Ela calou o grandalhão e virou pra mim; devolvi o olhar com um sorriso encantador, a senhora dispensou ele completamente com um gesto da mão. Ela se levantou e veio na minha direção, quando ficou na minha frente se inclinou apoiando as mãos nas coxas e disse: "mexicana mulher... ah. Tu vem." Ela estaria se referindo à minha mãe?
Segui ela até um salão com quartos dos dois lados. Cortinas grossas e pesadas serviam como portas, dando aos clientes certa privacidade. Enquanto caminhava pelo corredor, dava pra ouvir gemidos e queixumes vindo do outro lado da cortina que eu passava. As paredes pareciam ser uma camada de pedra pintada, impedindo que o som passasse de um quarto pro outro.
A madame parou em frente à última porta à esquerda e a abriu — um rangido ecoou e pelo que dava pra ver era uma espécie de recepção, móveis espalhados sobre um tapete vermelho. Ela me levou até outra porta no canto do cômodo, a loira apertou um botão na parede e a porta se abriu sozinha. Fiquei atrás dela até a porta abrir completamente.
A primeira coisa que notei foi um homem baixinho, de meia-idade, enfiando a pica numa mulher pelo cu. Ela estava de quatro, com o cabelo longo e escuro cobrindo o rosto. Quando o homem viu a madame, lentamente tirou o pau do túnel traseiro da mulher. O filho da puta devia ter uma rola de mais de vinte centímetros — depois que a cabeça do pau saiu do ânus dela, um tipo de estalido úmido invadiu o quarto em silêncio.
O esfíncter da moça permanecia aberto, e o cara sorriu pra madame enquanto forçava as nádegas da mulher a se abrirem, aumentando o tamanho da abertura do cu dela ao dobro! A madame virou a cabeça e fez um gesto de desagrado com a mão; disse algo em português, mas num tom irritado que fez o homem rir. Como a diversão tinha acabado, o cara soltou as nádegas da mulher e começou a cruzar o quarto — o pau ainda tava ereto e balançando no ar. Ele pegou um roupão de uma cadeira e se cobriu. A mulher na cama ainda tinha a cabeça baixa de vergonha, nunca emitiu nenhum som.
A madame e o careca trocaram algumas palavras. Imediatamente deu pra perceber que eu era o tema da conversa — o baixinho parecia hesitante em confiar em mim ou não. Olhei pra mulher e percorri sua figura sexy, meus olhos se prenderam nos peitos fartos, na bunda madura e volumosa, e nas coxas bem torneadas.
A conversa terminou abruptamente, o velho disse algo e saiu. A boca da madame se contraiu; sua testa franziu enquanto se virava para mim e disse, "pra você. Ohhh... boa mulher mexicana." Foi aí que a mulher na cama decidiu revelar o rosto. Ergueu a cabeça e me encarou nos olhos, o tempo pareceu um instante enquanto minhas mãos se contraíam nos bolsos; a dama na cama parecia ter visto um fantasma, tão grande foi o susto.
Mãe?
E imediatamente quebrou o contato visual, limpando a garganta, a madame ergueu a mão esperando meu pagamento. Revirei meus bolsos e tirei um maço gordo de notas; vi os olhos da madame se arregalarem. Queria que ela pensasse que eu ia gastar pra caralho, contei o dinheiro e separei o equivalente a 600 dólares, minha visão periférica localizou minha mãe nua tentando se cobrir com um lençol. A madame ficou levemente surpresa com a modéstia da minha mãe, considerando que tinham acabado de foder ela pelo cu uns minutos antes.
"Obrigado! Obrigado!" acho que ela estava me agradecendo mas não tinha certeza. Coloquei meu melhor sorriso e esperei impaciente pela saída da madame, ela deve ter notado já que rapidamente deixou o quarto.
Quando a porta fechou, minhas emoções tomaram conta de mim e tudo que eu queria era correr até a mamãe e abraçá-la, mas ao dar meu primeiro passo ela ergueu a mão me parando. "Ei, gatinho, dá um tempo pra uma dama te conhecer melhor." Meu rosto era uma máscara de confusão; não sabia o que dizer, por que ela estava agindo assim? Ela devia saber que eu era seu filho.
Mamãe se levantou da cama e ficou em pé insegura; nervosa olhou para a parede atrás de mim, havia medo genuíno em seus olhos; rapidamente se recompôs, pensou e lentamente com a mão apertou o lençol que cobria seus encantos. O tecido branco deslizou sobre seu corpo, desenhando cada curva dela no lençol.
Fiquei sem fôlego diante de sua beleza. Mamãe assentiu para mim aprovação óbvia da sua anatomia e se dirigiu até mim. Aproximou-se sedutoramente e com a mão direita esfregou a palma no meu pecho, sentindo o calor da minha pele sob a minha camiseta. Buscou meus olhos por um momento antes de se erguer na ponta dos pés e pressionar seus lábios contra os meus, mantive o beijo e apoiei minhas mãos nos seus quadris. A temperatura do quarto subiu alguns graus. Mamãe se afastou justo quando eu estava curtindo; depois colocou a mão na minha nuca e me puxou para perto do seu rosto. Dessa vez me deu um beijinho na bochecha enquanto com suas longas unhas arrumava meu cabelo. Sensualmente deslizou os lábios até minha orelha e sussurrou: "segue meu jogo o melhor que puder." Enterrou o nariz no meu pescoço e acrescentou: "eles estão nos observando, não quero que meu bebê se machuque. Por favor."
Mamãe jogou a cabeça para trás e me prendeu pelos ombros com os braços; escaneou meu rosto notando cada centímetro, acho que custava a acreditar que eu estava com ela naquele quarto. Quando finalmente se convenceu de que era real, começou um pequeno diálogo, alto o suficiente para que qualquer um que estivesse escutando ouvisse. "Então, você é mexicano? Certo?"
Levei um segundo para sair do meu espanto antes de responder. "Sim, sou mexicano."
"De onde?" Não queria revelar meu lugar de origem, então disse a primeira coisa que me veio à mente.
"Cidade de Monterrey. Estou aqui a negócios."
"Oh... e que tipo de negócio é?" Mamãe prosseguiu.
"Hmmm... na maior parte, negócios internacionais." Respondi. Não soube dizer algo melhor, mas soou convincente. Mamãe desfez o abraço e atravessou a cama grande; eu babei ao admirar o balanço suave dos seus quadris, acentuando o vai e vem das suas bundas perfeitas e redondas. Ela se abaixou, curvando-se na cintura para arrumar um pouco os lençóis e deixar a cama mais apresentável; satisfeita com o resultado, acomodou sua pele macia perto da borda do colchão e cruzou sensualmente suas pernas maravilhosas.
Mamãe se Ela se recostou levemente e esticou o braço na minha direção; me acomodei na cama e apertei minha mão um pouco suada na dela; ela gentilmente me puxou até eu ficar sentado bem ao seu lado. Ficamos sentados em silêncio, aproveitando o calor da nossa proximidade. Apesar da beleza incrível da mamãe, a pele jovem que ela teve um dia parecia ter sido drenada do seu ser. As rugas nos cantos dos olhos eram muito visíveis, fazendo ela parecer um pouco mais velha que 46 anos. Como alguém poderia ter sido tão cruel com essa mulher? O que ela fez na vida para merecer algo assim?
Nesse ponto, se eu pudesse arrebentar o cu de cada filho da puta que foi responsável pelo sequestro da minha mãe, eu faria, amarraria eles pelos sacos e arrastaria pelo periférico inteiro. Mamãe percebeu a fúria repentina no meu rosto e apertou minha mão gentilmente, mesmo nessas circunstâncias, ela tentava me envolver com amor. Sorri em resposta e fiquei hipnotizado pelos seus lindos olhos mel. Eu costumava gostar disso quando era criança, podia admirar eles a tarde toda enquanto ela lia um livro ou assistia TV, mamãe não parecia se importar e me deixava observar sabendo o quanto me acalmava, quando fui crescendo ela constantemente fazia piadas dizendo que era a única forma de me manter quieto.
As memórias me fizeram sorrir bobo. A voz da mamãe me trouxe de volta ao presente. “Então, o que você quer, gatinho? Posso fazer praticamente de tudo.”
“Hã?” Esperava que ela não estivesse perguntando o que eu estava pensando.
“Você não pagou toda essa grana pra ficar sentado e conversar. Então, o que vai ser?”
“Q.. qu . . . qu,” eu queria dizer “que” mas ao gaguejar soou como “c. Cu.. cu.”
“Que bom, então você gosta de bundas? Devia ter imaginado.” Mamãe piscou o olho pro meu desconforto óbvio; então se inclinou sobre a cômoda e abriu uma gaveta. Tirou um pacote de camisinhas, jogou na cama e disse, “Você vai precisar de uma dessas se Vamos fazer anal." Eu engasguei com minha saliva e tossi quando ela mencionou a palavra anal. "Todos os clientes têm que usar um, regras da casa, exceto pelo chefe; é aquele que você viu antes." Ela corou ao fazer a referência.
Minha mãe realmente esperava que eu enfiasse no cu dela? Eu não tinha certeza do que aconteceria quando chegasse a hora de realizar o ato, e mesmo que fosse apenas simulado, o simples fato de ouvi-la dizer as palavras "você vai precisar de um desses se vamos fazer anal," foi suficiente para fazer meu coração bater no máximo. Eu sentia meu órgão vascular bombeando mais sangue, assim podia compensar a perda na minha cabeça, que estava sendo usada nas artérias do meu pau.
"Essa vai ser sua primeira vez fazendo anal?"
"Ahm... ahm... sim, acho que sim, quero dizer, sim." Apesar de enfiar no reto da minha mãe ter sido uma fantasia da adolescência, eu não sabia se ainda tinha isso em mim. Mãe levantou meu queixo com a mão, nos olhamos e sentimos aquele amor incondicional que surgia de nossos corações.
"Quando você quiser, senhor, aliás, qual é o seu nome?"
"Mike."
"Bem, Mike, eu sou Lenora e você pode ir se despindo atrás daquele biombo que está ali." Mãe apontou com o dedo o lugar e era similar aos que usam no oriente, "enquanto eu me arrumo para você, vou entrar no vestiário um momento." Eu ainda tinha sérias dúvidas sobre tudo isso, mas minhas últimas ações nos meteram nisso, então não tinha opção a não ser ver como tudo terminaria.
Levei meu tempo para tirar cada peça de roupa, tanto, que ouvi minha mãe sair do vestiário, "Está pronto, lindo Mike?" Disse ela enquanto caminhava pelo quarto, ouvi um clique claque e imaginei que ela tinha colocado salto alto, o tique-taque cessou repentinamente, arrumei minha roupa em um banco de madeira que estava atrás de mim; inspirei profundamente e lentamente exalei. "É agora ou nunca..." balancei minha cabeça e apareci na frente do biombo.
Nada me Eu estava preparado para o que vi, à minha frente estava minha mãe de quatro sobre o sofá vermelho das fotos, sua pele estava deliciosamente brilhante, era óbvio que ela tinha passado óleo no corpo, seu torso estava levemente arqueado para trás enquanto com as mãos aplicava lubrificante no ânus. Minha boca literalmente caiu, enquanto via seus dedos se enfiando no fundo de seu esfínter elástico, ela girou seu dedo longo dentro de seu reto, certificando-se de que seu anel apertado de carne estivesse bem lubrificado, meus olhos percorreram seu bumbum e desceram pelas coxas firmes, seguiram pelas panturrilhas e reparei nos saltos que ela calçava, eram muito altos de uma cor vermelha intensa, e dava para perceber algumas tiras em volta dos tornozelos onde eles se fechavam.
Quando sentiu que estava suficientemente preparada, mamãe colocou o tubo de lubrificante embaixo e olhou por cima do ombro. "Aí está você. Não pensei que fosse demorar tanto para sair." Ela fixou o olhar no meu cilindro de 17 cm de carne; apontando direto para o teto, duro como uma barra de aço, com líquido pré-seminal escorrendo pelos lados. Uma leve emoção percorreu meu corpo sabendo que ela estava observando meu membro cheio de veias.
Dei um passo hesitante para frente, inseguro se deveria prosseguir ou não. "Não seja tímido. Vem... tudo vai ficar bem." Como ela podia soar tão normal e casual sobre isso. Era como se os eventos dos últimos trinta minutos não a tivessem perturbado nem um pouco. Mas no meio de tudo isso ela tinha mencionado que estávamos sendo observados, então, essa poderia ser a explicação para seu comportamento.
A partir daí, não havia volta. Nossas vidas estariam em risco se eu não agisse apropriadamente. Felizmente, mamãe estava um passo à frente nesse aspecto. Eu vi como mamãe colocou as palmas das mãos na parte superior do encosto e depois reclinou a cabeça de lado sobre ele, após alguns pequenos ajustes para ficar bem equilibrada, Ela levou os braços para trás e, com cuidado, usando as mãos, dedos e unhas, pegou uma boa porção de carne de ambas as nádegas e puxou-as, separando-as completamente. A textura rígida do seu ânus rosado se esticava radialmente em todas as direções, sendo puxada para fora do centro até que um pequeno e redondo buraco se formou.
Com minhas pernas prontas para ceder, olhei para o medo da mulher que me repreendia há muito tempo. A mesma mulher que agora alimentava o fogo do meu desejo pelo seu traseiro volumoso. Sem ter outra opção, minhas pupilas fizeram os ajustes necessários para capturar a imagem dos seus montes maduros de carne. Naturalmente, o efeito disparou os níveis de testosterona, elevando minha libido ao máximo.
Finalmente pude me aproximar do sofá e me posicionar atrás dela. Agora, tão perto do objeto dos meus desejos, pude ver o que atraiu aquela bola de criminosos para a minha mãe. Não sou especialista quando se trata de bundas e nádegas, mas a da mamãe batia um novo recorde, pelo menos para mim.
A sequência de eventos que nos uniu exigia a consumação da nossa relação mãe-filho de um modo que nunca havíamos imaginado. Se por fé ou por desejo, fui me aproximando mais e mais, estreitando os poucos centímetros que separavam meu pau do seu cu exposto, pronto para cometer um pecado que nenhuma cultura aprovaria.
Tremendo de luxúria, alinhei meu pau com seu ânus escorregadio e delicadamente empurrei contra a membrana tensa; observei, com a respiração acelerada, como seu anel rosado afundava facilmente antes de se esticar firmemente ao redor da cabeça roxa do meu pênis. Gemi com a combinação de prazer exercida pelos seus esfíncteres, a faixa de fibras musculares que formavam seu buraco fazia uma vedação hermética ao redor da minha cabeça inchada, impedindo que o fluxo de ar entrasse ou saísse do seu reto.
Comecei então o processo de enfiar a mamãe no meu falo grosso, introduzi centímetro a centímetro e pouco a pouco, observando... meu anel estriado deslizando contra a parte dorsal do meu pau. Eu empurrava e pausava meu caminho dentro de sua cavidade anal, até que meu pau estivesse enterrado por completo em seu cu. Em toda a excitação de poder finalmente fazer sexo anal com a mamãe, esqueci completamente de colocar a camisinha que ela tinha me dado, mas a essa altura, não sabia se teria força para parar agora. Além disso, fazer todo esse movimento só chamaria a atenção de convidados indesejados.
Agora que já estava firmemente no fundo do cu da minha mãe, pensei que seria a oportunidade perfeita para realizar minha fantasia número um, me inclinei sobre suas costas, aproximei meus lábios de sua orelha esquerda e sussurrei: "Ah, mamãe... sonhei com esse momento desde os doze anos. Tenho vergonha de admitir, mas é verdade e é uma pena que não vá durar muito."
Não sabia que reação ela teria, mas a última coisa que esperava era empatia. "Eu sei, bebê. Tudo bem. Acho que sempre soube, e não tenha vergonha também. Apenas ame a mamãe da forma que você precisa, e sobre durar muito, se eu não estivesse aqui trancada, bem, quem sabe, meu amor." Foi justamente aí que os músculos do seu esfíncter liberaram a pressão no meu pau.
Movi meu torso de volta à posição inicial e lentamente vi minha ereção entrando e saindo de seu orifício lubrificado. Com cada mergulho do meu pau, minha mãe apertava e afrouxava seu ânus quente, estimulando os nervos cutâneos ao longo da minha ferramenta. Gradualmente, ganhei velocidade e intensidade, empurrando ritmicamente para dentro e para fora de sua passagem anal. Mantive esse ritmo o máximo que pude, que não foi mais do que três minutos tristes, antes de experimentar o orgasmo mais intenso da minha curta vida.
Meu rosto se contorceu em uma máscara de pura luxúria animal enquanto meu pau repetidamente esfregava contra a parte superior do reto da mamãe, cuspindo jato após jato de porra quente em suas entranhas. Gritei enquanto ondas de êxtase percorriam meu corpo, enviando ondulações de prazer que ecoava entre minhas bolas e minhas glândulas. Tive que diminuir minhas investidas porque minha glande sensível não aguentava mais a fricção da enrabada.
Depois que o último resquício de porra saiu de mim, fiquei dentro do cu da mamãe ofegando por ar. Quando minha respiração normalizou, puxei meus quadris pra trás até que meu pau mole saísse do buraco aberto dela. O contraste entre o rosa do ânus dela e o vermelho escuro do reto prendeu minha atenção de um jeito que me fez ignorar tudo ao redor, não conseguia decidir se queria lamber o interior do reto dela ou enterrar minha cabeça ali. Tão forte era o poder da minha luxúria incontrolável, uma luxúria que nenhuma outra mulher poderia despertar.
Sabia que devia ter parado naquela hora e respeitado o sacrifício que minha mãe fazia ao oferecer o cu de bandeja pra mim, mas não conseguia controlar a vontade de provar, de morder aquela carne macia que me deu tanto prazer, a polpa delicada da sua bunda se rendeu aos meus caninos que marcaram a superfície lisa da sua parte traseira volumosa.
Afastei minha cabeça pra admirar o trabalho e estava prestes a provar o ânus aberto dela quando um barulho forte nos fez pular. Ouvi um homem gritar algo antes que o bang bang bang de uma arma soasse. Meu susto me fez recuar bruscamente, puxando minha mãe e colocando-a em pé; falei pra ela se vestir, depois me apressei em colocar minha roupa e meus sapatos.
"Esquece a calcinha, mamãe! Vamos perder tempo." Chutei ela pra longe e corri pro meu lado, foi aí que a porta do quarto se abriu; um cara com uma cicatriz horrível na testa veio com uma metralhadora. Segurou minha mãe pelo braço e empurrou ela pra porta dizendo: "caminhada, caminhada." Olhou pra mim indicando que eu devia seguir também.
Foi aí que minha mãe virou pra me olhar. Lágrimas escorriam pelas suas bochechas, "Te amo, Mike. Sempre lembre disso." Cara de Cortada ficou muito impaciente e Ele começou a empurrar a mamãe para fora do quarto, enterrando a ponta da arma nas costas dela.
Foi aí que percebi que o Cara Cortada não tinha apontado a arma para mim de jeito nenhum. Quer dizer, por que ele faria isso? Sou um cliente que está pagando uma grana e ele parou só para curtir um momento. Além disso, ele deve ter pensado que eu não era nenhuma ameaça para ele.
Tinha que pensar rápido ou nunca mais veria a mamãe. "Espera!" Não sei se ele entendeu, mas pelo menos chamei a atenção dele. Ele começou a virar e, como uma gata atacando um rato, corri com impulso e dei um joelhada bem no centro do peito dele. Minha pontaria foi boa e um estalo encheu o quarto, me indicando que tinha quebrado algo ali dentro. O Cara Cortada se contorcia de dor no chão.
Aquele movimento de joelho era minha especialidade no Muay Thai que pratiquei durante o ensino médio. Na verdade, era o único que realmente aperfeiçoei. Não sabia lutar porra nenhuma e foi por isso que meu treinador sugeriu que eu focasse no trabalho de pernas. Ele disse que meus braços não tinham muita coordenação para os confrontos de mão.
Enquanto isso, o Cara Cortada apertava o peito, desesperado para respirar. Me agachei, peguei a arma dele e disse para a mamãe me seguir. "Mamãe, tem alguma porta dos fundos nesse lugar ou uma escada de incêndio?"
Ela franziu a testa por um momento e levantou os olhos. "Sim, tem!" disse animada. "Uma vez vi o chefe levando uma garota pela porta dos fundos", ela me contou.
"Me mostra o caminho, mãe." Quando estávamos fora na sala, uma voz que eu não sabia de onde vinha disse: "Senhor Herrera, largue sua arma e chute-a em direção à porta." Não conseguia localizar a fonte da voz, mas havia um tom familiar nela. Coloquei a arma no chão e chutei com a ponta do meu pé direito. Foi aí que nos viramos e vimos um esquadrão da polícia com suas pistolas apontadas para nós; não era a melhor recepção para um turista. Um homem apareceu de trás, era o senhor Morán da embaixada.
Virei pra mamãe e disse: "Vai ficar tudo bem, mãe." Foi aí que os olhos dela ficaram vazios, tive que segurá-la nos meus braços. O senhor Morán nos escoltou de volta à embaixada, onde mamãe foi examinada na enfermaria. Ela estava com um pouco de desnutrição e tinha algumas marcas, mas tirando isso, ia ficar bem. Mesmo assim, o médico sugeriu que ela fosse examinada por especialistas quando voltássemos pra nossa cidade. Mamãe ficou de cama, conectada a um soro durante a estadia; quando ficou forte o suficiente, prestamos nossos depoimentos ao assistente do cônsul.
Na manhã seguinte, perguntei ao cônsul como é que tinham descoberto que eu estava naquele lugar. Ele disse que mandou me seguir quando eu saí da embaixada. Tinha suspeita de que eu tentaria algo arriscado, então quando o informante dele avisou que eu tinha ido ao prostíbulo sozinho, ele fez umas ligações e organizou uma equipe policial pra invadir o lugar.
Quando minha mãe ficou saudável o suficiente pra viajar, a embaixada cuidou pra que a gente voltasse são e salvo pro México. Liguei pro papai pra dar a boa notícia, coloquei minha mãe no telefone, eles conversaram e choraram. Pela primeira vez em três anos, a gente ia ser uma família de novo.
Durante o voo de volta pra casa, mamãe me explicou a horrível verdade por trás do tráfico humano. Me contou sobre as surras constantes, os estupros, a humilhação e tudo mais. Ela admitiu umas coisas pessoais também, tipo como meu pai e ela nunca tinham feito sexo anal, mesmo ele tendo pedido algumas vezes. Os captores da mamãe viram que o cu dela seria uma máquina de fazer dinheiro e foi por isso que especializaram ela em sexo anal.
Ela disse que se sentia muito gorda e que não era atraente. Minha resposta na hora foi: "Você não tem a menor ideia do quanto você é gostosa, mãe." Falei isso porque era verdade, mas também porque queria animá-la um pouco.
"Acho que tenho uma ideia, a O que você quer dizer, menino." Ela sorriu e me pareceu ter visto uma leve piscadela em seus olhos. Foi agradável saber que seu senso de humor permanecia intacto. Foi nesse momento que ela me pegou de surpresa e trouxe à tona aquela minha fantasia adolescente; sabe, aquela que confessei ter quando estava lá no fundo da sua bunda. Deviam ter visto a cor da minha cara, foi de branco a vermelho em um segundo. A única coisa que a mamãe pôde fazer foi rir, e como pude, dei uma versão rápida da minha fantasia número um, esperando que fosse suficiente para matar sua curiosidade.
Quando terminei, a única coisa que pude fazer foi baixar a cabeça de vergonha, mamãe se inclinou sobre mim e amorosamente pegou minha mão e disse: "Amor, fizemos o que tínhamos que fazer para sobreviver, e quero que saiba que me deixa feliz poder ter te dado algo que você desejava há muito tempo, e que... se tivesse sabido que seria nessas circunstâncias, acho que teria feito há muito tempo, além disso você é meu herói, minha vida." Fiquei calado por alguns segundos e disse: "Obrigado, mamãe, realmente não tenho palavras." Mamãe corou um pouco, mas sorriu. Eu devolvi o sorriso e acrescentei: "Mãe, tem uma coisa que não entendo direito, bem, gostaria de saber: por que você diz que sempre soube do meu desejo por você? E a que você se referia quando disse que se não estivesse presa?"
Mamãe olhou para a janelinha por um momento e senti como ela apertou minha mão com um pouco mais de força. Ela voltou a me olhar nos olhos e, sorrindo, me disse: "As mães sempre sabem o que seus filhos desejam no fundo. Sempre soube que você observava meu corpo e muitas vezes notei seu olhar fixo na minha bunda. Na verdade, quando você fazia isso, eu andava e fazia movimentos um pouco mais exagerados. Não sei se você percebia, mas eu adorava a cara que você fazia, bebê." Fiquei um pouco perturbado, mas depois, brincando, disse: "Nossa, mamãe, então você gostava que seu garotinho estivesse babando por você, hein?" Ela soltou uma risadinha e disse: "Claro, safadinho, você é meu garotinho e sempre... Gostei de ser seu centro das atenções".
Daí ela começou a me explicar por que tinha oferecido a bunda naquela noite, e disse que se eu metesse no cu, não seria totalmente incesto, ao contrário de se eu penetrasse ela na buceta. Realmente não via lógica nisso, mas se ajudava ela a lidar com a situação, então tudo bem. Retomei o assunto e perguntei: "E sobre você não estar presa ali, o que quer dizer isso, mamãe?" Ela riu de novo e comentou: "Já vi por que conseguiu me encontrar, meu céu, você não perde uma. Bom, como te disse antes, você é meu herói, arriscou sua vida por mim, me salvou quando nada nem ninguém mais podia me salvar, e não vou ter o resto da minha vida suficiente para te pagar e agradecer, filho". Mamãe parou um momento, os olhos ficaram vidrados, quase chorando. Eu a abracei por um instante e disse:
"Você é quem eu mais amei, mamãe, e daria minha vida por você se fosse necessário. Fiz isso por você e porque te amo, mamãezinha". Minha mãe me apertou forte e agradeceu minhas palavras, continuando: "Bom, como estava dizendo, você é meu grande herói e pensei que a forma de agradecer e te pagar por todo seu esforço é te recompensar de vez em quando". Fiquei com cara de incerteza, realmente não sabia onde minha mãe queria chegar.
Perguntei: "Como assim me recompensar? O que quer dizer, mamãe?" Ela corou e disse: "Quero dizer que nada me deixaria mais feliz que repetir sua fantasia quantas vezes você quiser, meu amor". Fiquei em choque, a boca secou e consegui gaguejar: "Qu- Qu- Quer dizer que você e eu...?" Ela não me deixou terminar quando disse: "Sim, meu herói, você e eu podemos transar pelo cu muitas vezes mais". E piscou o olho de maneira provocante. Senti um choque no pau e ele ficou meio duro. Ainda sem saber bem o que dizer, perguntei: "Mas e o papai? Não seria trair ele?" Minha mãe, com muita calma, disse: "Lembra o que te falei, meu céu, sexo anal para mim não é cem por cento incesto e em... De certo modo, também não seria traí-lo, mas nos limitaremos única e exclusivamente a relações anais. Não haverá penetração vaginal — isso é exclusivo do seu pai."
Nesse momento, devia estar com uma cara de idiota que não teria preço. Fiquei um minuto balbuciando sem dizer nada de verdade, até minha mãe falar de novo: "O que você acha? Aceita minha forma de agradecer pela sua coragem e heroísmo?" Ela disse com um sorriso malicioso. "Claro, mãe, não poderia querer nada melhor que isso." Ela me deu um beijo terno nos lábios e um abraço, e então continuou: "Que bom, amor. Só peço tempo para sarar, para ficar bem, para refazer uma família, para me sentir confortável. Enquanto isso, peço paciência, compreensão, apoio e, principalmente, muito amor. Não sei quanto tempo vou precisar, mas tenha em mente que não vou esquecer nosso combinado, meu bem, prometo."
Meu corpo era um turbilhão de sensações e pensamentos. Estava feliz, excitado e, ao mesmo tempo, preocupado com a mamãe. Não sabia se o que ela tinha dito era o que realmente queria ou se era a emoção do momento e a necessidade de demonstrar gratidão. "Claro, mamãe linda, não se preocupa. Vou te dar todo o apoio que precisar, hoje e sempre. E repito: você não precisa fazer nada. Por enquanto, vamos deixar o assunto de lado, seguir passo a passo na sua recuperação. E acho melhor não contar para o papai todos os detalhes de como conseguimos sair vivos de lá."
Mamãe me abraçou de novo e disse: "Obrigada, meu bebê... obrigada..." Abraçados como estávamos, acabamos adormecendo.
Quando acordamos, ainda faltava cerca de meia hora para chegar, então decidi contar sobre o Carlos e o que ele tinha feito por nós. Fiquei um pouco enrolado para explicar em detalhes, porque nem eu mesmo entendia muito bem, mas mamãe captou o essencial. Entre sussurros, achei que ouvi minha mãe dizer: "Mais um herói..." Ela continuou dizendo que um dia teria que agradecer a ele pessoalmente.
Alguns... Minutos depois, endireitamos nossos assentos e nos preparamos para o pouso. Quando saímos do avião, avistei meu pai segurando a mão da minha irmã. "Pai!" Quando ouviu minha voz, eles correram na nossa direção sem prestar atenção no caminho e quase atropelaram uma senhora distraída; dei alguns passos para trás para contemplar a cena. Tivessem visto as lágrimas que derramamos, até meu pai, que eu nunca tinha visto chorar antes, soluçava feito um bebê enquanto apertava minha mãe com força contra o peito.
Era hora de ir para casa...
Nas semanas seguintes, meu pai não se desgrudou da minha mãe nem por um instante. Normalmente, qualquer outra mulher se sentiria sufocada, mas era exatamente o que minha mãe queria. Ela precisava se sentir amada de novo, não só por ele, mas por todos nós, e teve isso com sobra.
Antes de mamãe e papai fazerem amor pela primeira vez desde o retorno dela, ela foi fazer exames médicos completos. Nosso médico da família descobriu que alguns nervos da região anal dela tinham sido danificados e que, apesar disso, se ela só tomasse certos cuidados por enquanto, não haveria chances de danos futuros. Outra coisa que ela contraiu foi uma clamídia, mas considerando o tempo que teve que passar e os tipos com que teve que lidar, foi um presente ter sido só isso. Agora entendo por que mamãe tinha me dito para usar camisinha, mas assim é a vida.
Nem essas notícias desanimaram meu pai de comer minha mãe até deixá-la nocauteada, e suspeito que mamãe finalmente deu um pouco de sexo anal pra ele, pelos gemidos que dava pra ouvir até na cozinha. Minha irmã deu risada do sofá e continuou assistindo a um filme.
E não vou dizer que foi tudo mil maravilhas com a volta da mamãe. Como muitas vítimas de sequestro, mamãe teve uma série de sequelas, transtornos de estresse, delírio de perseguição e era mais do que óbvio; ela constantemente tinha pesadelos que duraram vários meses. Só com nossa ajuda e nosso amor de família... conseguimos ir levando ela pra frente. As consultas semanais com o psicólogo ajudaram a lidar com os estragos que ficaram nela como vítima.
Quando minha mãe voltou, meu pai decidiu implantar um microchip nela como medida de segurança. Pode parecer exagero, mas, dadas as circunstâncias, eu concordei totalmente com ele. E, vendo que minha irmã era uma versão jovem da minha mãe, com uma bunda ainda melhor, optamos por implantar nela também. Custou uma fortuna, mas no final vale cada centavo gastado.
Continua…
27 comentários - Quase perdi minha mãe para sempre.
te vuelvo a felicitar y alegrarme de que hayas podido encontrar a tu madre ,ayudenla pues lo va a necesitar mucho.
unsaludo grande.
patricio
nuevamente te vuelvo a felicitar y espero con todo cariño y emocion que me produjo tu relato de valentia y heroismo .espero que escribas de nuevo tu post pues pues quiero saber como sige la recuperacion de tu madre.
saludos a toda tu flia y cuidense mucho.