Pessoal, continuo publicando essa história emocionante. Lembrem de comentar e dar aquela estrelinha.
Na manhã seguinte, fomos trabalhar como todo dia, e chegou a hora do café. Saí um pouco mais cedo pra ir sozinho e encontrar o Carlos no bar. Minha surpresa foi que o Carlos não estava sozinho: ele estava com um cara de uns 50 anos, grisalho, alto e meio gordo. Deduzi que era o Sr. Pedro Rios, o diretor da seção da Laura, o tal que queria passar o fim de semana com ela em troca da grana combinada. Não hesitei um segundo e fui até eles. Carlos fez as apresentações:
C. – Olha, Sr. Rios, esse é o Jorge, o namorado da Laura, a garota da nossa seção.
P. – Oi Jorge, prazer.
J. – Igualmente.
P. – Então, o Carlos me disse que você falou com ele sobre um aumento de salário pra Laura, né?
J. – Sim, foi isso que a gente conversou, e ele sugeriu que a Laura passasse o fim de semana com o senhor.
P. – E aí, o que você acha?
J. – Bom, pra ser sincero, a grana faz falta, mas é um passo muito grande, e eu realmente não tenho coragem de dar.
P. – O que te preocupa?
J. – É que deixar a Laura lá na sexta, voltar pra Madrid e não saber o que tá rolando naquela casa de campo... no fundo, tenho medo de que algo aconteça com ela.
P. – Por isso não se preocupe. Em momento algum vou machucar a Laura. Até porque, pelo que o Carlos me contou, ela fica toda excitada com isso. Mas já que te vejo cheio de dúvidas, vou te oferecer uma coisa.
J. – Pode falar.
P. – A casa de campo é da minha família. Antes era um hotel rural, mas agora tá fechado por causa de problemas de licença. Tem 5 quartos. Num deles, dentro do armário de roupas, tem um vidro de um metro de largura por um de altura, e por esse vidro dá pra ver o quarto ao lado. Só que no quarto ao lado, é um espelho na frente da cama, parecido com o sistema usado nas salas de reconhecimento das delegacias. Eles veem um espelho, e você vê... perfeitamente o delinquente. Quando um casal jovem se hospedava no hotel, meu primo sempre colocava eles no quarto número 4, e a gente, do 5, ficava vendo o espetáculo. O que você acha? Assim você vai ver que sua namorada não corre nenhum perigo.
J. - Acho bom, assim eu aceito.
P. - Beleza, amanhã, quando vocês saírem às 14h, têm que pegar a estrada de Burgos, pegar a saída 101, e no primeiro povoado que encontrarem, tem um bar chamado Leão. Perguntem por Marcial Rios, é meu primo. Lá a Laura vai ficar, e o Marcial vai te dar o endereço da casa. Você vai pra lá. Na casa já vai estar minha prima Elena, a mulher do Marcial. Ela vai te dar o quarto 5, e de lá você vai ver a Laura chegar um pouco mais tarde, quando o Marcial trouxer ela do bar Leão. Combinado?
J. - Beleza, e o dinheiro?
P. - Já mandei a contabilidade pra esse mês a Laura receber 400€ a mais. Amanhã na hora do café da manhã, o Carlos vai te entregar os primeiros 2000€. Os outros 2000€, eu vou dar pra Laura no domingo à tarde, quando o fim de semana acabar, contanto que ela cumpra todas as minhas ordens. No momento em que ela não fizer algo que eu pedir, esses 2000€ não vão chegar pra vocês, ok? Alguma pergunta?
J. - Muitas, mas agora não sei o que dizer.
P. - Esse é meu celular. Pode me ligar durante o dia de hoje pra tirar as dúvidas que tiver.
J. - A Laura tem que levar mala, com roupa.
P. - Não, não precisa. Pelo que vi da Laura, ela usa um tamanho parecido com o da Elena, a mulher do meu primo. Ela vai emprestar roupa pra ela. Você, se quiser levar alguma coisa, pode, mas não vai sair muito do quarto.
J. - Beleza, então vou trabalhar. Amanhã a gente se vê com o Carlos na hora do café da manhã.
P. - Tchau.
C. - Tchau.
Durante a manhã continuei trabalhando, mas com a cabeça no dia seguinte. Chegamos em casa e eu estava sério, e a Laura não ousava perguntar nada. Ela intuía alguma coisa, mas não perguntava. Fui eu quem puxou o assunto.
J. - Então, lembra da conversa que Tivemos ontem, sobre você passar um fim de semana com outro homem?
L. – Sim.
J. – Bem, então já decidi. Amanhã, depois do trabalho, você vai para uma casa rural na serra de Madrid e volta no domingo.
O rosto dela não fez careta. Ela me olhou nos olhos e disse:
L. – Se você me pedir, eu vou. Como vamos nos organizar?
J. – Eu vou te levar até um bar numa cidadezinha. Lá, a gente pergunta por uma pessoa que já vai estar esperando. Você fica com ele e eu volto pra Madrid, ok?
L. – E se eu não quiser fazer isso, o que acontece?
J. – Você vai fazer.
Depois dessa conversa, ela se levantou e foi pro quarto. Eu fui pra academia e, quando voltei, ela já estava deitada. Na manhã seguinte, a gente se levantou, e Laura me disse:
L. – Você precisa entender que eu não tenho certeza se quero fazer isso.
J. – Eu entendo, mas você precisa fazer.
L. – Quem é o homem com quem vou passar o fim de semana?
J. – É o diretor da sua seção, aquele acima do Carlos.
L. – O senhor Pedro Rios?
J. – Sim. Você conhece ele?
L. – Já ouvi falar, mas não sei quem é pessoalmente. Dizem que ele tem muito caráter. Você realmente quer que eu faça isso?
J. – Sim. Consegui um aumento de salário pra você e 4.000 euros em dinheiro, se você fizer tudo o que ele pedir.
L. – Então é isso. Neste fim de semana, vou ser uma puta, vou dar por dinheiro, e você vai deixar.
J. – Não vê por esse lado. Antes de me conhecer, você também dava pra outros caras, não dava?
L. – Sim, claro. Tá bom, você vai conseguir o que quer. Vou dar pra esse homem por dinheiro, e no domingo a gente se vê. Agora vou me vestir, e vou fazer isso como uma puta, que é o que vou ser no fim de semana.
Laura entrou no banheiro meio irritada. Eu fui pro meu, me barbeiei rápido, preparei umas roupas e coloquei na mochila da academia. Esperei na sala até Laura sair pra gente ir trabalhar. Quando vi ela chegar na sala, fiquei surpreso com o quanto ela estava gostosa. Ela usava uma saia curta preta com uma camiseta. Blanca de alças finas, que fazia um decote de arrasar, com umas botas altas pretas de salto. Por cima, vestiu uma jaqueta de couro preta. Eu observava ela sentado no sofá, enquanto ela se aproximou de mim e me beijou na boca com paixão. Quando se abaixou pra me beijar, pude ver que não tava usando sutiã, porque pelo decote já tinha visto demais antes do beijo. Levantei e fomos pra garagem pra ir trabalhar. Durante o caminho, a saia curta foi subindo e percebi que ela tava usando meias que vão até a coxa, e não daquelas meia-calça. Minha excitação tava aumentando a cada momento. Nos despedimos na porta do escritório, e eu falei:
J. — Às duas a gente se vê aqui pra te levar, ok?
L. — Aqui, vou estar. E me beijou de novo.
No café da manhã, fui ver o Carlos no bar. Ele me deu o envelope com a primeira parte do dinheiro. Às duas, a Laura tava me esperando na porta do escritório e a gente seguiu rumo à estrada de Burgos. A viagem durou pouco, não mais de 35 minutos. Chegamos na tal vila e o primeiro bar que vimos foi o Bar León. Estacionamos bem na porta, descemos e entramos no bar. Era um bar velho. Um cara gordo com bigode falou "bom dia" atrás do balcão. Pedimos duas cervejas e, na esquerda, quatro senhores de uns cinquenta e poucos anos tavam jogando cartas. O garçom serviu as cervejas, passando os olhos no decote da Laura, e eu perguntei:
J. — Com licença, conhece o Marcial Rios?
Garçom. — Sim, tá sentado naquela mesa. Marcial, tão perguntando por você.
Da mesa onde tavam jogando cartas, levantou um cara muito alto, uns 40 anos, forte, moreno da pele e de olhos verdes.
M. — Eu sou Marcial Rios. Vocês devem ser a Laura e o Jorge, né?
J. — Sim.
M. — Prazer. Põe mais duas cervejas pra eles, são meus amigos, e bota alguma coisa pra comer, certeza que não comeram.
O garçom serviu duas cervejas e uma bandeja de aperitivos. A verdade é que a gente tava com fome. Olhei pra De cima a baixo na Laura e disse:
M. — Acho que a Laura tá fazendo xixi, vai no banheiro.
L. — Não, não tô com vontade de fazer xixi.
M. — Falei pra você ir no banheiro, me escuta, você veio aqui pra obedecer, né? Então vai no banheiro, aquela porta à direita.
Laura obedeceu sem reclamar e foi pro banheiro. Foi na direção onde estavam os homens jogando, que olhavam pra ela com olhos de desejo. Enquanto isso, Marcial aproveitou pra me dar o endereço da casa, já que estávamos sozinhos, assim ela não ficou sabendo. Poucos segundos depois, Laura voltou do banheiro, e Marcial disse:
M. — Venham que vou apresentar vocês pros meus amigos.
Laura e eu seguimos ele até a mesa onde estavam jogando cartas.
M. — Esses são meus amigos, Isidoro, Germán e Tino. Eles são Laura e Jorge, mas o Jorge já vai embora e a Laura vai sentar com a gente aqui.
Isso fez os amigos do Marcial caírem na gargalhada. Eu apertei a mão de todos, por sinal bem calejadas comparadas com as minhas de escriturário, e depois cada um deu dois beijos na Laura, enquanto não paravam de olhar pra ela com olhos de safadeza. E Marcial disse:
M. — Sentem aqui do lado, peguem suas cervejas e o que o garçom colocou pra vocês comerem enquanto a gente termina a partida.
Eu fui até o balcão e peguei as cervejas e as porções que tinham deixado pra gente, enquanto Laura sentava numa mesa do lado onde os quatro caipiras jogavam. Enquanto eles jogavam e a gente comia e bebia, um amigo do Marcial sussurrou algo no ouvido dele, e Marcial disse:
M. — O Tino tá perguntando se sua namorada usa sutiã ou não, Jorge?
J. — Acho que não, não usa.
M. — Ele diz que é impossível, que esses peitos tão tão empinados sem nada segurando.
J. — Sei lá, pergunta pra ela.
M. — Não, não vou perguntar não. Abaixa as alças, deixa a gente ver o que você tá usando.
Laura, sem hesitar, jogou a jaqueta de couro pra trás e abaixou uma alça primeiro, depois a outra, deixando os dois peitos lindos dela à mostra na frente daqueles quatro. desconhecidos, pude ver que os bicos dela tavam durinhos, igual quando ela tá excitada, e eu, pra ser sincero, também tava com uma ereção considerável. Aí o Marcial mandou de novo.
M. — Muito bem, já pode se cobrir, já tiramos a dúvida.
M. — Bom, já que estamos nessa, cê tá de calcinha?
L. — Tô sim, tô de fio dental.
M. — Beleza, então vai tirar ela e deixar em cima da mesa. Eu tenho um baralho aqui, vou tirar uma carta pra cada homem presente, seu namorado também vai participar. Quem tirar a carta mais alta ganha sua calcinha de presente, e você vai fazer um boquete nele até ele gozar, aqui mesmo.
Laura levantou da cadeira, enfiou a mão por baixo da saia e tirou o fio dental, deixando ele na mesa. Marcial pegou 5 cartas e colocou uma na frente de cada homem sentado ali. Olhei a minha: era um sete. Virei ela na mesa com o coração saindo pela boca. Outro cara tirou um dois, outro um cinco, Marcial tirou uma dama, e por último, com uma gargalhada enorme, Tino tirou um rei. Ele levantou, abriu o cinto e os botões da calça, puxou o pau dele, de tamanho normal, e me afastou pro lado. Laura se ajoelhou perto dele e enfiou o pau na boca. Ele segurou a nuca dela com as duas mãos e forçava ela a engolir mais fundo, enquanto todo mundo olhava a cena com atenção. Eu tava com uma ereção do caralho, e imagino que meus colegas de mesa também. Depois de um tempo assim, Tino soltou um grito no silêncio do bar, e o leite começou a escorrer pelos cantos da boca de Laura, mas ela continuava chupando, sob a pressão que Tino fazia na nuca dela. Quando ele foi soltando Laura, o esperma escorria pelo queixo dela, mas ela foi engolindo o que dava. Ela me olhou, eu olhei pra ela, e Marcial falou:
M. — Pode ir embora, Jorge. Ela fica em boas mãos.
Olhei pra Laura, ainda de joelhos, e beijei a testa dela. Saí do bar em direção à casa rural.
CONTINUA.
Na manhã seguinte, fomos trabalhar como todo dia, e chegou a hora do café. Saí um pouco mais cedo pra ir sozinho e encontrar o Carlos no bar. Minha surpresa foi que o Carlos não estava sozinho: ele estava com um cara de uns 50 anos, grisalho, alto e meio gordo. Deduzi que era o Sr. Pedro Rios, o diretor da seção da Laura, o tal que queria passar o fim de semana com ela em troca da grana combinada. Não hesitei um segundo e fui até eles. Carlos fez as apresentações:
C. – Olha, Sr. Rios, esse é o Jorge, o namorado da Laura, a garota da nossa seção.
P. – Oi Jorge, prazer.
J. – Igualmente.
P. – Então, o Carlos me disse que você falou com ele sobre um aumento de salário pra Laura, né?
J. – Sim, foi isso que a gente conversou, e ele sugeriu que a Laura passasse o fim de semana com o senhor.
P. – E aí, o que você acha?
J. – Bom, pra ser sincero, a grana faz falta, mas é um passo muito grande, e eu realmente não tenho coragem de dar.
P. – O que te preocupa?
J. – É que deixar a Laura lá na sexta, voltar pra Madrid e não saber o que tá rolando naquela casa de campo... no fundo, tenho medo de que algo aconteça com ela.
P. – Por isso não se preocupe. Em momento algum vou machucar a Laura. Até porque, pelo que o Carlos me contou, ela fica toda excitada com isso. Mas já que te vejo cheio de dúvidas, vou te oferecer uma coisa.
J. – Pode falar.
P. – A casa de campo é da minha família. Antes era um hotel rural, mas agora tá fechado por causa de problemas de licença. Tem 5 quartos. Num deles, dentro do armário de roupas, tem um vidro de um metro de largura por um de altura, e por esse vidro dá pra ver o quarto ao lado. Só que no quarto ao lado, é um espelho na frente da cama, parecido com o sistema usado nas salas de reconhecimento das delegacias. Eles veem um espelho, e você vê... perfeitamente o delinquente. Quando um casal jovem se hospedava no hotel, meu primo sempre colocava eles no quarto número 4, e a gente, do 5, ficava vendo o espetáculo. O que você acha? Assim você vai ver que sua namorada não corre nenhum perigo.
J. - Acho bom, assim eu aceito.
P. - Beleza, amanhã, quando vocês saírem às 14h, têm que pegar a estrada de Burgos, pegar a saída 101, e no primeiro povoado que encontrarem, tem um bar chamado Leão. Perguntem por Marcial Rios, é meu primo. Lá a Laura vai ficar, e o Marcial vai te dar o endereço da casa. Você vai pra lá. Na casa já vai estar minha prima Elena, a mulher do Marcial. Ela vai te dar o quarto 5, e de lá você vai ver a Laura chegar um pouco mais tarde, quando o Marcial trouxer ela do bar Leão. Combinado?
J. - Beleza, e o dinheiro?
P. - Já mandei a contabilidade pra esse mês a Laura receber 400€ a mais. Amanhã na hora do café da manhã, o Carlos vai te entregar os primeiros 2000€. Os outros 2000€, eu vou dar pra Laura no domingo à tarde, quando o fim de semana acabar, contanto que ela cumpra todas as minhas ordens. No momento em que ela não fizer algo que eu pedir, esses 2000€ não vão chegar pra vocês, ok? Alguma pergunta?
J. - Muitas, mas agora não sei o que dizer.
P. - Esse é meu celular. Pode me ligar durante o dia de hoje pra tirar as dúvidas que tiver.
J. - A Laura tem que levar mala, com roupa.
P. - Não, não precisa. Pelo que vi da Laura, ela usa um tamanho parecido com o da Elena, a mulher do meu primo. Ela vai emprestar roupa pra ela. Você, se quiser levar alguma coisa, pode, mas não vai sair muito do quarto.
J. - Beleza, então vou trabalhar. Amanhã a gente se vê com o Carlos na hora do café da manhã.
P. - Tchau.
C. - Tchau.
Durante a manhã continuei trabalhando, mas com a cabeça no dia seguinte. Chegamos em casa e eu estava sério, e a Laura não ousava perguntar nada. Ela intuía alguma coisa, mas não perguntava. Fui eu quem puxou o assunto.
J. - Então, lembra da conversa que Tivemos ontem, sobre você passar um fim de semana com outro homem?
L. – Sim.
J. – Bem, então já decidi. Amanhã, depois do trabalho, você vai para uma casa rural na serra de Madrid e volta no domingo.
O rosto dela não fez careta. Ela me olhou nos olhos e disse:
L. – Se você me pedir, eu vou. Como vamos nos organizar?
J. – Eu vou te levar até um bar numa cidadezinha. Lá, a gente pergunta por uma pessoa que já vai estar esperando. Você fica com ele e eu volto pra Madrid, ok?
L. – E se eu não quiser fazer isso, o que acontece?
J. – Você vai fazer.
Depois dessa conversa, ela se levantou e foi pro quarto. Eu fui pra academia e, quando voltei, ela já estava deitada. Na manhã seguinte, a gente se levantou, e Laura me disse:
L. – Você precisa entender que eu não tenho certeza se quero fazer isso.
J. – Eu entendo, mas você precisa fazer.
L. – Quem é o homem com quem vou passar o fim de semana?
J. – É o diretor da sua seção, aquele acima do Carlos.
L. – O senhor Pedro Rios?
J. – Sim. Você conhece ele?
L. – Já ouvi falar, mas não sei quem é pessoalmente. Dizem que ele tem muito caráter. Você realmente quer que eu faça isso?
J. – Sim. Consegui um aumento de salário pra você e 4.000 euros em dinheiro, se você fizer tudo o que ele pedir.
L. – Então é isso. Neste fim de semana, vou ser uma puta, vou dar por dinheiro, e você vai deixar.
J. – Não vê por esse lado. Antes de me conhecer, você também dava pra outros caras, não dava?
L. – Sim, claro. Tá bom, você vai conseguir o que quer. Vou dar pra esse homem por dinheiro, e no domingo a gente se vê. Agora vou me vestir, e vou fazer isso como uma puta, que é o que vou ser no fim de semana.
Laura entrou no banheiro meio irritada. Eu fui pro meu, me barbeiei rápido, preparei umas roupas e coloquei na mochila da academia. Esperei na sala até Laura sair pra gente ir trabalhar. Quando vi ela chegar na sala, fiquei surpreso com o quanto ela estava gostosa. Ela usava uma saia curta preta com uma camiseta. Blanca de alças finas, que fazia um decote de arrasar, com umas botas altas pretas de salto. Por cima, vestiu uma jaqueta de couro preta. Eu observava ela sentado no sofá, enquanto ela se aproximou de mim e me beijou na boca com paixão. Quando se abaixou pra me beijar, pude ver que não tava usando sutiã, porque pelo decote já tinha visto demais antes do beijo. Levantei e fomos pra garagem pra ir trabalhar. Durante o caminho, a saia curta foi subindo e percebi que ela tava usando meias que vão até a coxa, e não daquelas meia-calça. Minha excitação tava aumentando a cada momento. Nos despedimos na porta do escritório, e eu falei:
J. — Às duas a gente se vê aqui pra te levar, ok?
L. — Aqui, vou estar. E me beijou de novo.
No café da manhã, fui ver o Carlos no bar. Ele me deu o envelope com a primeira parte do dinheiro. Às duas, a Laura tava me esperando na porta do escritório e a gente seguiu rumo à estrada de Burgos. A viagem durou pouco, não mais de 35 minutos. Chegamos na tal vila e o primeiro bar que vimos foi o Bar León. Estacionamos bem na porta, descemos e entramos no bar. Era um bar velho. Um cara gordo com bigode falou "bom dia" atrás do balcão. Pedimos duas cervejas e, na esquerda, quatro senhores de uns cinquenta e poucos anos tavam jogando cartas. O garçom serviu as cervejas, passando os olhos no decote da Laura, e eu perguntei:
J. — Com licença, conhece o Marcial Rios?
Garçom. — Sim, tá sentado naquela mesa. Marcial, tão perguntando por você.
Da mesa onde tavam jogando cartas, levantou um cara muito alto, uns 40 anos, forte, moreno da pele e de olhos verdes.
M. — Eu sou Marcial Rios. Vocês devem ser a Laura e o Jorge, né?
J. — Sim.
M. — Prazer. Põe mais duas cervejas pra eles, são meus amigos, e bota alguma coisa pra comer, certeza que não comeram.
O garçom serviu duas cervejas e uma bandeja de aperitivos. A verdade é que a gente tava com fome. Olhei pra De cima a baixo na Laura e disse:
M. — Acho que a Laura tá fazendo xixi, vai no banheiro.
L. — Não, não tô com vontade de fazer xixi.
M. — Falei pra você ir no banheiro, me escuta, você veio aqui pra obedecer, né? Então vai no banheiro, aquela porta à direita.
Laura obedeceu sem reclamar e foi pro banheiro. Foi na direção onde estavam os homens jogando, que olhavam pra ela com olhos de desejo. Enquanto isso, Marcial aproveitou pra me dar o endereço da casa, já que estávamos sozinhos, assim ela não ficou sabendo. Poucos segundos depois, Laura voltou do banheiro, e Marcial disse:
M. — Venham que vou apresentar vocês pros meus amigos.
Laura e eu seguimos ele até a mesa onde estavam jogando cartas.
M. — Esses são meus amigos, Isidoro, Germán e Tino. Eles são Laura e Jorge, mas o Jorge já vai embora e a Laura vai sentar com a gente aqui.
Isso fez os amigos do Marcial caírem na gargalhada. Eu apertei a mão de todos, por sinal bem calejadas comparadas com as minhas de escriturário, e depois cada um deu dois beijos na Laura, enquanto não paravam de olhar pra ela com olhos de safadeza. E Marcial disse:
M. — Sentem aqui do lado, peguem suas cervejas e o que o garçom colocou pra vocês comerem enquanto a gente termina a partida.
Eu fui até o balcão e peguei as cervejas e as porções que tinham deixado pra gente, enquanto Laura sentava numa mesa do lado onde os quatro caipiras jogavam. Enquanto eles jogavam e a gente comia e bebia, um amigo do Marcial sussurrou algo no ouvido dele, e Marcial disse:
M. — O Tino tá perguntando se sua namorada usa sutiã ou não, Jorge?
J. — Acho que não, não usa.
M. — Ele diz que é impossível, que esses peitos tão tão empinados sem nada segurando.
J. — Sei lá, pergunta pra ela.
M. — Não, não vou perguntar não. Abaixa as alças, deixa a gente ver o que você tá usando.
Laura, sem hesitar, jogou a jaqueta de couro pra trás e abaixou uma alça primeiro, depois a outra, deixando os dois peitos lindos dela à mostra na frente daqueles quatro. desconhecidos, pude ver que os bicos dela tavam durinhos, igual quando ela tá excitada, e eu, pra ser sincero, também tava com uma ereção considerável. Aí o Marcial mandou de novo.
M. — Muito bem, já pode se cobrir, já tiramos a dúvida.
M. — Bom, já que estamos nessa, cê tá de calcinha?
L. — Tô sim, tô de fio dental.
M. — Beleza, então vai tirar ela e deixar em cima da mesa. Eu tenho um baralho aqui, vou tirar uma carta pra cada homem presente, seu namorado também vai participar. Quem tirar a carta mais alta ganha sua calcinha de presente, e você vai fazer um boquete nele até ele gozar, aqui mesmo.
Laura levantou da cadeira, enfiou a mão por baixo da saia e tirou o fio dental, deixando ele na mesa. Marcial pegou 5 cartas e colocou uma na frente de cada homem sentado ali. Olhei a minha: era um sete. Virei ela na mesa com o coração saindo pela boca. Outro cara tirou um dois, outro um cinco, Marcial tirou uma dama, e por último, com uma gargalhada enorme, Tino tirou um rei. Ele levantou, abriu o cinto e os botões da calça, puxou o pau dele, de tamanho normal, e me afastou pro lado. Laura se ajoelhou perto dele e enfiou o pau na boca. Ele segurou a nuca dela com as duas mãos e forçava ela a engolir mais fundo, enquanto todo mundo olhava a cena com atenção. Eu tava com uma ereção do caralho, e imagino que meus colegas de mesa também. Depois de um tempo assim, Tino soltou um grito no silêncio do bar, e o leite começou a escorrer pelos cantos da boca de Laura, mas ela continuava chupando, sob a pressão que Tino fazia na nuca dela. Quando ele foi soltando Laura, o esperma escorria pelo queixo dela, mas ela foi engolindo o que dava. Ela me olhou, eu olhei pra ela, e Marcial falou:
M. — Pode ir embora, Jorge. Ela fica em boas mãos.
Olhei pra Laura, ainda de joelhos, e beijei a testa dela. Saí do bar em direção à casa rural.
CONTINUA.
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