Oi, continuando com a saga dessa história,
CONHECENDO A LAURA 3. (CONTINUAÇÃO)
Depois de ficar um tempinho no banheiro, ela vestiu um pijama e entrou na cama comigo. Naquela noite, dormimos abraçados direto. No dia seguinte, o despertador tocou. Levantamos juntos, como todos os dias, para ir trabalhar. Enquanto eu fazia a barba, ela separava a roupa. Mas nesse dia mudei a rotina: abri o guarda-roupa dela e separei a roupa que ela teria que usar no escritório, e disse:
J.- Hoje eu vou escolher sua roupa. Você vai vestir o que eu quiser, combinado? Se o Carlos estava dando em cima, agora ele vai ter motivos.
Ela não respondeu, só ficou olhando o que eu tirava do armário: uma meia-calça preta que para na metade da coxa, uma saia preta, uma camisa branca de botões e uma bota preta alta. Aí a Laura perguntou:
L.- Amor, calcinha e sutiã posso escolher?
J.- Não, é que você não vai usar.
O rosto dela misturou surpresa e excitação. Tenho certeza que ela nunca tinha saído sem roupa íntima, mas ao mesmo tempo essa opção a excitou demais. Depois dos 40 minutos de sempre, colocamos os casacos e descemos para a garagem pegar o carro. Ela estava linda, pra falar a verdade. Chegamos no escritório, eu fui estacionar o carro enquanto ela subia para o andar dela. Disse:
J.- Estamos em contato. Nos vemos na saída, como sempre. Ah, e me conta tudo que o Carlos disser, ok? E nem pense em ficar emburrada com ele por causa da mensagem, entendeu?
L.- Entendi.
A manhã foi passando e chegou a hora do café. A Laura sempre ficava no escritório e tomava café lá mesmo. Eu, por outro lado, descia todo dia com meus colegas para o bar em frente. Naquele dia, sugeri mudar para o que fica logo ao lado, sabendo que o Carlos, o colega que mandou a mensagem para a Laura, estaria lá. Como esperado, ele estava lá. Aproveitei que ele estava sozinho para Fui cumprimentá-lo, ver por onde ele saía, enquanto meus amigos se sentavam numa mesa.
J.- Oi Carlos, tudo bem?
O rosto dele estava surpreso e até ficou um pouco corado ao me ver.
C.- Oi, tudo bem.
J.- Tudo, vim tomar um café da manhã e recarregar as energias.
C.- Olha Jorge, quero te pedir desculpas, pela mensagem que enviei ontem pra Laura, já pedi desculpas a ela, e agora quero fazer o mesmo contigo, estou passando por um momento difícil, acabei de me separar, e não sei o que deu em mim, e acabei enviando, sinto muito.
J.- Não se preocupe Carlos, pelo contrário, devo agradecer a você, pelo que fiquei sabendo, assim eu sei o que a Laura faz fora de casa. Olha, vou te dar meu celular, e você me dá o seu. Se ela tiver outro comportamento parecido, não hesite em me avisar.
C.- Tá bom, mas como ela me disse que por ter feito isso você ia puni-la, eu me senti culpado.
J.- Não se sinta assim. Mulheres como a Laura adoram uma punição. Pede pra ela te mostrar o celular pra ver as fotos que eu fiz, quis fotografar a punição, e te convido a vê-las.
C.- Não sei, me parece muito ousado pedir pra ela me mostrar o celular pra ver as fotos dela.
J.- Não se preocupe, agora eu ligo pra Laura e ela te mostra sem problema, além disso depois vou te ligar pra saber o que você achou.
C.- Olha Jorge, eu pensava que você estava chateado comigo, me surpreendeu. Na verdade, se você quiser, eu poderia convidar vocês dois pra jantar um dia e assim nos conhecemos melhor.
J.- Combinado, sexta-feira tá bom pra você?
C.- Sim, eu não tenho nada.
J.- Então essa mesma sexta-feira, como você vai me dar seu celular, a gente se fala daqui a pouco, pra ver o que você achou das fotos e já combinamos o lugar do jantar.
C.- Ok.
Me despedi de Carlos e sentei junto aos meus amigos, para tomar café da manhã.
Após o café da manhã, liguei pra Laura e disse:
J.- Laura, eu estive com Carlos no café da manhã, sexta-feira vamos jantar com ele, aliás se você... Pede pra ver umas fotos no celular, são as últimas que foram tiradas, as de ontem à noite, nas quais você está nua e amarrada na barra da cortina.
L. - Você não espera que eu mostre essas fotos, né?
J. - Sim, quero que você mostre pra ele, combinado.
L. - Combinado.
J. - Aliás, no momento que você mostrar, me manda um SMS, tipo que ele já viu, ok?
L. - Ok.
Continuei trabalhando e depois de uma hora, um SMS chegou no meu celular, da Laura.
"Ele já me pediu se pode ver as fotos"
"Mostrei pra ele e ele ficou de pedra, ele e o pau dele, que ia estourar a braguilha"
Depois de ver isso, enviei outro pra Laura.
"Assim que eu gosto, você fez fenomenal, você é uma putinha boa".
Já com o celular na mão, e depois de enviar o SMS, liguei pro Carlos.
C. - Alô?
J. - Oi Carlos, sou o Jorge, o que você achou das fotos?
C. - Não tenho palavras, Jorge, não sei como você conseguiu algo assim com uma mulher, me parece impressionante, que submissão, eu adorei.
J. - Bom, e eu acho que ela pode ir muito além.
C. - É?
J. - Com certeza, na verdade você vai comprovar na sexta-feira no jantar, nesse dia você vai conhecer a Laura de verdade.
C. - Não sei como agradecer, Jorge, você não pode imaginar como estou curtindo isso.
J. - Sim, você sabe como me agradecer, e eu vou te dizer, a Laura está há três anos na empresa, e nunca teve nenhum aumento de salário, hoje é terça, você tem até sexta pra conseguir, fala com o diretor da empresa sobre esse aumento, se conseguir, posso te garantir que a noite do jantar você não vai esquecer na sua vida.
C. - Te garanto que vou fazer tudo que puder. Mas com essa crise, é muito difícil conseguir um aumento.
J. - Estamos em contato, olha, essa semana vou tomar café da manhã nesse horário todos os dias no bar que você vai e a gente conversa, ok?
C. - Ok.
J. - Aliás, Carlos, não sei se você percebeu mas hoje Laura não está usando calcinha. C.- Pois é, pra ser sincero, eu reparei sim. Ela está com uma camisa branca e dá pra ver o mamilo todo marcando. Você não sabe a sorte que tem, Jorge. J.- Então tá, fala com quem precisar falar e me conta. Naquele dia, quando chegamos em casa, Laura me contou que Carlos passou a manhã inteira olhando pros peitos dela. Isso me deixou com tesão, e eu percebi que ela também estava excitada. Mas naquela noite eu não quis tocá-la, e sei que ela foi pra cama com um fogo danado, porque essa situação toda também estava deixando ela com vontade. No dia seguinte, deixei Laura escolher a roupa que quisesse, e ela optou, sem que eu dissesse nada, por um visual parecido. Quanto à calcinha, eu não comentei nada, e a decisão de não usar nada por baixo partiu dela. Nos despedimos no estacionamento como sempre, e eu estava ansioso pra chegar a hora do café, pra falar com Carlos. Inclusive, naquela quarta-feira, não fui com meus amigos e fui direto pro bar onde estaria o chefe da Laura. Quando cheguei, perguntei: J.- E aí, Carlos, como vão as coisas? C.- Tudo bem, Jorge, tudo bem. J.- E sobre o nosso assunto, você falou com o diretor? C.- Falei, sim, e tá bem difícil. Expliquei do que se tratava, mas ele disse que agora não é o momento, a não ser por uma loucura que ele pensou. J.- Conta. C.- Espero que você não se ofenda. J.- Claro que não, homem, fala. C.- No começo, o diretor, Sr. Pedro Rios, disse não de forma bem taxativa, e eu não queria perder a oportunidade de uma noite inesquecível com a Laura. Contei pra ele o que você me disse e até onde vocês estariam dispostos a ir pra conseguir aquele aumento. A cara dele mudou de repente quando ele se lembrou de quem era a Laura, dizendo que aquela gata era gostosa pra caralho. Eu também contei sobre as fotos que vi no celular, assim como sobre o que ela faz na hora do café e o gosto dela por submissão. Não te incomoda, né, Jorge, que eu tenha contado isso? J.- Não, continua. O Carlos era mais esperto do que eu imaginava, e ele faria qualquer coisa para ficar com a Laura.
C.- Então o Sr. Rios me pediu para transmitir a seguinte oferta: Laura deveria passar um fim de semana numa casa de campo que o Sr. Rios tem na serra. O aumento em relação ao salário atual é de 400 € por mês. E se aceitar, na sexta-feira antes de ir para a casa de campo ele te dará 2000 € em dinheiro vivo, e no domingo ao terminar outros 2000 €. Nem preciso dizer que Laura aceitaria todas as ordens dadas pelo Sr. Rios, claro. O que você acha?
J.- Preciso pensar, Jorge. Amanhã no mesmo horário tomamos café da manhã aqui de novo e te digo se a Laura vai ou não, ok?
C.- Ok.
Aquela conversa me deixou pensativo e excitado ao mesmo tempo. Era incrível até onde o Carlos tinha ido para ficar com a Laura. Não era normal contar algo assim para o diretor, mas me excitava que o diretor fosse capaz de me entregar 4000 € por um fim de semana com a Laura, e o cobiçado aumento. Precisava pensar, e principalmente conversar com a Laura, para ver como ela reagia. Até agora ela tinha se comportado como uma sumisa exemplar, e tinha demonstrado com sobras que gostava de dominação, mas isso aí não sei se já estava um pouco fora da curva.
Naquela tarde chegamos em casa e ela percebeu que tinha algo errado comigo, e disse:
L.- Vai me contar o que está acontecendo? Ontem você não me deu nem um beijo, hoje está seguindo o mesmo caminho, e nem sequer dirige a palavra para mim. Será que não gostou da minha atitude desde aquele dia até hoje?
J.- Não, não é isso.
L.- Então?
J.- Eu adoro dominação, sadomaso, e achava que você não gostava tanto. Naquele dia percebi que sim, mas não sei até onde você gosta, não sei se me entende.
L.- Entendo sim, e daí?
J.- É que não sei até onde você pode ir, não sei do que você seria capaz.
L.- Seria capaz de fazer o que você me pedisse. Sou sua sumisa, e quero ser sempre. Estive escondendo meus instintos por muito tempo, e agora que consegui que você, o homem que amo, me trate como eu gosto, não quero parar de fazer isso nunca. J.- Bom, você sabe que dentro da dominação está a cessão. O rosto dela mudou de repente, não esperava que eu dissesse algo assim. L.- Sim, eu sei. J.- E eu quero saber se você estaria disposta a ser cedida a outro homem, para mim seria um prazer saber que posso ceder algo que é meu. Ela ficou um tempo calada e pensativa, baixou a cabeça, e logo em seguida a levantou novamente me olhando nos olhos e disse: L.- Eu te disse que vou ser sua sumisa, sua escrava, e que farei tudo o que você pedir, e se você desejar me ceder, eu o farei encantada. Aquelas palavras me deixaram alucinado, até onde ia a sua submissão eu estava descobrindo agora mesmo, estava claro que ambos estávamos excitados com a conversa, e eu especialmente por como Laura estava à minha mercê, decidi continuar falando do assunto para subir ainda mais a temperatura. J.- Bom, e se eu decidir te ceder então você aceitaria? L.- Se você decidir, eu aceito. J.- Bom, pois decidi te ceder por um fim de semana. Este fim de semana. O rosto dela sofreu uma mudança inesperada, suas bochechas ficaram coradas, e seus olhos quase saltaram das órbitas, até as lágrimas estavam prestes a aparecer, mas ela disse: L.- Você sabe que vou fazer o que você pedir. J.- Assim que eu gosto, já conversamos, sobre as formas amanhã à noite, por falar nisso amanhã você pode levar roupa íntima para o escritório, e vestir a roupa que quiser. L.- Tudo bem, só uma coisa, se você vai me ceder na sexta, hoje quarta e amanhã quinta, me fode como só você sabe. J.- Muito bem, eu o farei, por falar nisso nos meses que estamos juntos, temos uma matéria pendente e você sabe, não é? L.- Sim, o sexo anal, certo. J.- Sim. L.- Você sabe que eu tento, mas seu pau é muito grosso, e me dói muito, sempre te digo que algum dia serei capaz, mas, se você quiser a gente tenta. J.- Bom, vai pegar vaselina. Nunca tínhamos consumado um orgasmo, nem ela nem eu, praticando sexo anal, doía de maneira sobrenatural, ela sempre alegava a grossura do meu pau, e era algo que eu queria resolver.
L.- Pega a vaselina.
J.- Não, não me dê, tire a camisa branca e a saia preta.
Laura rapidamente deixou a vaselina na mesa e procedeu a tirar as roupas que eu havia ordenado, logo ficou apenas com as meias até a coxa e as botas pretas altas.
J.- Agora, vire-se, ajoelhe-se no chão e passe vaselina na bunda.
Eu, enquanto me despia do sofá, vendo a imagem de Laura no chão com a bunda empinada passando o lubrificante, da minha posição pude ver como sua buceta estava cheia de lubrificação natural, assim que ela notou que eu me ajoelhei atrás dela, parou de lubrificar a bunda, para não ser muito duro, a primeira investida teve como destino a buceta, coisa que ela agradeceu com um gemido de prazer, após alguns segundos, em sua buceta, tirei meu pau e notei como ela ficou rígida, e vi como seu ânus, perdia a tranquilidade que enquanto eu a fodia pela buceta tinha, me aproximei de sua nuca e disse:
J.- calma, não fique tensa, imagine que na sexta o homem a quem eu te cedo só quer foder sua bunda.
Esta frase a excitou ainda mais e seu corpo veio em minha direção, tocando sua bunda na minha virilha, e ela me disse.
L.- Fode minha bunda, eu quero fazer isso.
Apontei meu pau para ele e muito devagar foi entrando, sem problemas, dava para ver que ela não estava tão tensa como outras vezes e talvez até muito mais excitada, consegui meter quase até a metade e depois tirei um pouco mais diante dos gritinhos de dor de Laura, outra vez decidi meter dessa vez quase até dentro e os gritos de dor, mudavam, se transformando em prazer, naquele momento tudo foi muito mais fácil, entrava e saía sem problemas, ela com a mão direita se esfregava enquanto o clitóris e eu tinha uma mão em seus quadris e outra puxava sua longa melena para mim, meu orgasmo não demorou a chegar, e pelos seus gemidos o dela também, foi incrível, como suas mãos cederam e caímos os dois derrubados no chão, depois disso tirei meu pau daquele buraquinho e do seu cu foi saindo o sêmen que eu tinha entregado, nos levantamos exaustos e tomamos banho juntos, fomos para a cama sem jantar, e eu pensando no dia seguinte em que daria a resposta afirmativa para Carlos. CONTINUARÁ.
CONHECENDO A LAURA 3. (CONTINUAÇÃO)
Depois de ficar um tempinho no banheiro, ela vestiu um pijama e entrou na cama comigo. Naquela noite, dormimos abraçados direto. No dia seguinte, o despertador tocou. Levantamos juntos, como todos os dias, para ir trabalhar. Enquanto eu fazia a barba, ela separava a roupa. Mas nesse dia mudei a rotina: abri o guarda-roupa dela e separei a roupa que ela teria que usar no escritório, e disse:
J.- Hoje eu vou escolher sua roupa. Você vai vestir o que eu quiser, combinado? Se o Carlos estava dando em cima, agora ele vai ter motivos.
Ela não respondeu, só ficou olhando o que eu tirava do armário: uma meia-calça preta que para na metade da coxa, uma saia preta, uma camisa branca de botões e uma bota preta alta. Aí a Laura perguntou:
L.- Amor, calcinha e sutiã posso escolher?
J.- Não, é que você não vai usar.
O rosto dela misturou surpresa e excitação. Tenho certeza que ela nunca tinha saído sem roupa íntima, mas ao mesmo tempo essa opção a excitou demais. Depois dos 40 minutos de sempre, colocamos os casacos e descemos para a garagem pegar o carro. Ela estava linda, pra falar a verdade. Chegamos no escritório, eu fui estacionar o carro enquanto ela subia para o andar dela. Disse:
J.- Estamos em contato. Nos vemos na saída, como sempre. Ah, e me conta tudo que o Carlos disser, ok? E nem pense em ficar emburrada com ele por causa da mensagem, entendeu?
L.- Entendi.
A manhã foi passando e chegou a hora do café. A Laura sempre ficava no escritório e tomava café lá mesmo. Eu, por outro lado, descia todo dia com meus colegas para o bar em frente. Naquele dia, sugeri mudar para o que fica logo ao lado, sabendo que o Carlos, o colega que mandou a mensagem para a Laura, estaria lá. Como esperado, ele estava lá. Aproveitei que ele estava sozinho para Fui cumprimentá-lo, ver por onde ele saía, enquanto meus amigos se sentavam numa mesa.
J.- Oi Carlos, tudo bem?
O rosto dele estava surpreso e até ficou um pouco corado ao me ver.
C.- Oi, tudo bem.
J.- Tudo, vim tomar um café da manhã e recarregar as energias.
C.- Olha Jorge, quero te pedir desculpas, pela mensagem que enviei ontem pra Laura, já pedi desculpas a ela, e agora quero fazer o mesmo contigo, estou passando por um momento difícil, acabei de me separar, e não sei o que deu em mim, e acabei enviando, sinto muito.
J.- Não se preocupe Carlos, pelo contrário, devo agradecer a você, pelo que fiquei sabendo, assim eu sei o que a Laura faz fora de casa. Olha, vou te dar meu celular, e você me dá o seu. Se ela tiver outro comportamento parecido, não hesite em me avisar.
C.- Tá bom, mas como ela me disse que por ter feito isso você ia puni-la, eu me senti culpado.
J.- Não se sinta assim. Mulheres como a Laura adoram uma punição. Pede pra ela te mostrar o celular pra ver as fotos que eu fiz, quis fotografar a punição, e te convido a vê-las.
C.- Não sei, me parece muito ousado pedir pra ela me mostrar o celular pra ver as fotos dela.
J.- Não se preocupe, agora eu ligo pra Laura e ela te mostra sem problema, além disso depois vou te ligar pra saber o que você achou.
C.- Olha Jorge, eu pensava que você estava chateado comigo, me surpreendeu. Na verdade, se você quiser, eu poderia convidar vocês dois pra jantar um dia e assim nos conhecemos melhor.
J.- Combinado, sexta-feira tá bom pra você?
C.- Sim, eu não tenho nada.
J.- Então essa mesma sexta-feira, como você vai me dar seu celular, a gente se fala daqui a pouco, pra ver o que você achou das fotos e já combinamos o lugar do jantar.
C.- Ok.
Me despedi de Carlos e sentei junto aos meus amigos, para tomar café da manhã.
Após o café da manhã, liguei pra Laura e disse:
J.- Laura, eu estive com Carlos no café da manhã, sexta-feira vamos jantar com ele, aliás se você... Pede pra ver umas fotos no celular, são as últimas que foram tiradas, as de ontem à noite, nas quais você está nua e amarrada na barra da cortina.
L. - Você não espera que eu mostre essas fotos, né?
J. - Sim, quero que você mostre pra ele, combinado.
L. - Combinado.
J. - Aliás, no momento que você mostrar, me manda um SMS, tipo que ele já viu, ok?
L. - Ok.
Continuei trabalhando e depois de uma hora, um SMS chegou no meu celular, da Laura.
"Ele já me pediu se pode ver as fotos"
"Mostrei pra ele e ele ficou de pedra, ele e o pau dele, que ia estourar a braguilha"
Depois de ver isso, enviei outro pra Laura.
"Assim que eu gosto, você fez fenomenal, você é uma putinha boa".
Já com o celular na mão, e depois de enviar o SMS, liguei pro Carlos.
C. - Alô?
J. - Oi Carlos, sou o Jorge, o que você achou das fotos?
C. - Não tenho palavras, Jorge, não sei como você conseguiu algo assim com uma mulher, me parece impressionante, que submissão, eu adorei.
J. - Bom, e eu acho que ela pode ir muito além.
C. - É?
J. - Com certeza, na verdade você vai comprovar na sexta-feira no jantar, nesse dia você vai conhecer a Laura de verdade.
C. - Não sei como agradecer, Jorge, você não pode imaginar como estou curtindo isso.
J. - Sim, você sabe como me agradecer, e eu vou te dizer, a Laura está há três anos na empresa, e nunca teve nenhum aumento de salário, hoje é terça, você tem até sexta pra conseguir, fala com o diretor da empresa sobre esse aumento, se conseguir, posso te garantir que a noite do jantar você não vai esquecer na sua vida.
C. - Te garanto que vou fazer tudo que puder. Mas com essa crise, é muito difícil conseguir um aumento.
J. - Estamos em contato, olha, essa semana vou tomar café da manhã nesse horário todos os dias no bar que você vai e a gente conversa, ok?
C. - Ok.
J. - Aliás, Carlos, não sei se você percebeu mas hoje Laura não está usando calcinha. C.- Pois é, pra ser sincero, eu reparei sim. Ela está com uma camisa branca e dá pra ver o mamilo todo marcando. Você não sabe a sorte que tem, Jorge. J.- Então tá, fala com quem precisar falar e me conta. Naquele dia, quando chegamos em casa, Laura me contou que Carlos passou a manhã inteira olhando pros peitos dela. Isso me deixou com tesão, e eu percebi que ela também estava excitada. Mas naquela noite eu não quis tocá-la, e sei que ela foi pra cama com um fogo danado, porque essa situação toda também estava deixando ela com vontade. No dia seguinte, deixei Laura escolher a roupa que quisesse, e ela optou, sem que eu dissesse nada, por um visual parecido. Quanto à calcinha, eu não comentei nada, e a decisão de não usar nada por baixo partiu dela. Nos despedimos no estacionamento como sempre, e eu estava ansioso pra chegar a hora do café, pra falar com Carlos. Inclusive, naquela quarta-feira, não fui com meus amigos e fui direto pro bar onde estaria o chefe da Laura. Quando cheguei, perguntei: J.- E aí, Carlos, como vão as coisas? C.- Tudo bem, Jorge, tudo bem. J.- E sobre o nosso assunto, você falou com o diretor? C.- Falei, sim, e tá bem difícil. Expliquei do que se tratava, mas ele disse que agora não é o momento, a não ser por uma loucura que ele pensou. J.- Conta. C.- Espero que você não se ofenda. J.- Claro que não, homem, fala. C.- No começo, o diretor, Sr. Pedro Rios, disse não de forma bem taxativa, e eu não queria perder a oportunidade de uma noite inesquecível com a Laura. Contei pra ele o que você me disse e até onde vocês estariam dispostos a ir pra conseguir aquele aumento. A cara dele mudou de repente quando ele se lembrou de quem era a Laura, dizendo que aquela gata era gostosa pra caralho. Eu também contei sobre as fotos que vi no celular, assim como sobre o que ela faz na hora do café e o gosto dela por submissão. Não te incomoda, né, Jorge, que eu tenha contado isso? J.- Não, continua. O Carlos era mais esperto do que eu imaginava, e ele faria qualquer coisa para ficar com a Laura.
C.- Então o Sr. Rios me pediu para transmitir a seguinte oferta: Laura deveria passar um fim de semana numa casa de campo que o Sr. Rios tem na serra. O aumento em relação ao salário atual é de 400 € por mês. E se aceitar, na sexta-feira antes de ir para a casa de campo ele te dará 2000 € em dinheiro vivo, e no domingo ao terminar outros 2000 €. Nem preciso dizer que Laura aceitaria todas as ordens dadas pelo Sr. Rios, claro. O que você acha?
J.- Preciso pensar, Jorge. Amanhã no mesmo horário tomamos café da manhã aqui de novo e te digo se a Laura vai ou não, ok?
C.- Ok.
Aquela conversa me deixou pensativo e excitado ao mesmo tempo. Era incrível até onde o Carlos tinha ido para ficar com a Laura. Não era normal contar algo assim para o diretor, mas me excitava que o diretor fosse capaz de me entregar 4000 € por um fim de semana com a Laura, e o cobiçado aumento. Precisava pensar, e principalmente conversar com a Laura, para ver como ela reagia. Até agora ela tinha se comportado como uma sumisa exemplar, e tinha demonstrado com sobras que gostava de dominação, mas isso aí não sei se já estava um pouco fora da curva.
Naquela tarde chegamos em casa e ela percebeu que tinha algo errado comigo, e disse:
L.- Vai me contar o que está acontecendo? Ontem você não me deu nem um beijo, hoje está seguindo o mesmo caminho, e nem sequer dirige a palavra para mim. Será que não gostou da minha atitude desde aquele dia até hoje?
J.- Não, não é isso.
L.- Então?
J.- Eu adoro dominação, sadomaso, e achava que você não gostava tanto. Naquele dia percebi que sim, mas não sei até onde você gosta, não sei se me entende.
L.- Entendo sim, e daí?
J.- É que não sei até onde você pode ir, não sei do que você seria capaz.
L.- Seria capaz de fazer o que você me pedisse. Sou sua sumisa, e quero ser sempre. Estive escondendo meus instintos por muito tempo, e agora que consegui que você, o homem que amo, me trate como eu gosto, não quero parar de fazer isso nunca. J.- Bom, você sabe que dentro da dominação está a cessão. O rosto dela mudou de repente, não esperava que eu dissesse algo assim. L.- Sim, eu sei. J.- E eu quero saber se você estaria disposta a ser cedida a outro homem, para mim seria um prazer saber que posso ceder algo que é meu. Ela ficou um tempo calada e pensativa, baixou a cabeça, e logo em seguida a levantou novamente me olhando nos olhos e disse: L.- Eu te disse que vou ser sua sumisa, sua escrava, e que farei tudo o que você pedir, e se você desejar me ceder, eu o farei encantada. Aquelas palavras me deixaram alucinado, até onde ia a sua submissão eu estava descobrindo agora mesmo, estava claro que ambos estávamos excitados com a conversa, e eu especialmente por como Laura estava à minha mercê, decidi continuar falando do assunto para subir ainda mais a temperatura. J.- Bom, e se eu decidir te ceder então você aceitaria? L.- Se você decidir, eu aceito. J.- Bom, pois decidi te ceder por um fim de semana. Este fim de semana. O rosto dela sofreu uma mudança inesperada, suas bochechas ficaram coradas, e seus olhos quase saltaram das órbitas, até as lágrimas estavam prestes a aparecer, mas ela disse: L.- Você sabe que vou fazer o que você pedir. J.- Assim que eu gosto, já conversamos, sobre as formas amanhã à noite, por falar nisso amanhã você pode levar roupa íntima para o escritório, e vestir a roupa que quiser. L.- Tudo bem, só uma coisa, se você vai me ceder na sexta, hoje quarta e amanhã quinta, me fode como só você sabe. J.- Muito bem, eu o farei, por falar nisso nos meses que estamos juntos, temos uma matéria pendente e você sabe, não é? L.- Sim, o sexo anal, certo. J.- Sim. L.- Você sabe que eu tento, mas seu pau é muito grosso, e me dói muito, sempre te digo que algum dia serei capaz, mas, se você quiser a gente tenta. J.- Bom, vai pegar vaselina. Nunca tínhamos consumado um orgasmo, nem ela nem eu, praticando sexo anal, doía de maneira sobrenatural, ela sempre alegava a grossura do meu pau, e era algo que eu queria resolver.
L.- Pega a vaselina.
J.- Não, não me dê, tire a camisa branca e a saia preta.
Laura rapidamente deixou a vaselina na mesa e procedeu a tirar as roupas que eu havia ordenado, logo ficou apenas com as meias até a coxa e as botas pretas altas.
J.- Agora, vire-se, ajoelhe-se no chão e passe vaselina na bunda.
Eu, enquanto me despia do sofá, vendo a imagem de Laura no chão com a bunda empinada passando o lubrificante, da minha posição pude ver como sua buceta estava cheia de lubrificação natural, assim que ela notou que eu me ajoelhei atrás dela, parou de lubrificar a bunda, para não ser muito duro, a primeira investida teve como destino a buceta, coisa que ela agradeceu com um gemido de prazer, após alguns segundos, em sua buceta, tirei meu pau e notei como ela ficou rígida, e vi como seu ânus, perdia a tranquilidade que enquanto eu a fodia pela buceta tinha, me aproximei de sua nuca e disse:
J.- calma, não fique tensa, imagine que na sexta o homem a quem eu te cedo só quer foder sua bunda.
Esta frase a excitou ainda mais e seu corpo veio em minha direção, tocando sua bunda na minha virilha, e ela me disse.
L.- Fode minha bunda, eu quero fazer isso.
Apontei meu pau para ele e muito devagar foi entrando, sem problemas, dava para ver que ela não estava tão tensa como outras vezes e talvez até muito mais excitada, consegui meter quase até a metade e depois tirei um pouco mais diante dos gritinhos de dor de Laura, outra vez decidi meter dessa vez quase até dentro e os gritos de dor, mudavam, se transformando em prazer, naquele momento tudo foi muito mais fácil, entrava e saía sem problemas, ela com a mão direita se esfregava enquanto o clitóris e eu tinha uma mão em seus quadris e outra puxava sua longa melena para mim, meu orgasmo não demorou a chegar, e pelos seus gemidos o dela também, foi incrível, como suas mãos cederam e caímos os dois derrubados no chão, depois disso tirei meu pau daquele buraquinho e do seu cu foi saindo o sêmen que eu tinha entregado, nos levantamos exaustos e tomamos banho juntos, fomos para a cama sem jantar, e eu pensando no dia seguinte em que daria a resposta afirmativa para Carlos. CONTINUARÁ.
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