conhecendo a laura 3

Olá, continuo com a saga dessa história,

CONHECENDO A LAURA 3. (CONTINUAÇÃO)

Depois de ficar um tempinho no banheiro, ela vestiu um pijama e se meteu na cama comigo. Naquela noite dormimos abraçados a noite toda. No dia seguinte, o despertador tocou, levantamos juntos, como sempre, pra ir trabalhar. Ela separava a roupa enquanto eu me barbeava. Nesse dia, a rotina mudou: abri o armário dela e separei a roupa que ela ia usar no escritório, e falei:

J. – Hoje quem escolhe a roupa sou eu. Você vai vestida do meu jeito, combinado? Se o Carlos já se insinuava, agora vai ter motivo de sobra.

Ela não respondeu, só ficou olhando o que eu tirava do armário: uma meia-calça preta que vai até a metade da coxa, uma saia preta e uma camisa branca de botão, com umas botas pretas altas. Aí a Laura perguntou:

L. – Amor, a calcinha e o sutiã posso escolher eu?

J. – Não, porque você não vai usar nada.

A cara dela ficou entre surpresa e tesão. Tenho certeza de que ela nunca tinha saído na rua sem roupa íntima, mas ao mesmo tempo aquilo a excitava pra caralho. Depois dos 40 minutos de sempre, vestimos os casacos e descemos pra garagem pegar o carro. Pra falar a verdade, ela tava uma gostosa. Chegamos no escritório, eu fui pro estacionamento deixar o carro enquanto ela subia pro andar dela. Falei:

J. – A gente fica em contato. Nos vemos na saída como sempre. Aliás, me conta tudo o que o Carlos disser pra você, ok? E nem pense em ser grossa com ele por mensagem, combinado.

L. – Combinado.

A manhã foi passando, e chegou a hora do café. A Laura sempre ficava no escritório e tomava um café por lá mesmo. Eu, por outro lado, descia todo dia com meus colegas pro bar da frente. Nesse dia, sugeri ir no que fica bem ao lado, sabendo que o Carlos, o colega que mandou a mensagem pra Laura, estaria lá. Como esperado, ele tava lá. Aproveitei que ele tava sozinho e... ir cumprimentá-lo, ver por onde ele saía, enquanto meus amigos sentavam numa mesa.

J. – Oi Carlos, beleza?

A cara dele era de surpresa e até ficou meio vermelho quando me viu.

C. – Oi, tudo bem?

J. – De boa, só tomar um café e recuperar as forças.

C. – Olha Jorge, quero te pedir desculpas pela mensagem que mandei ontem pra Laura. Já pedi desculpas pra ela, e agora quero fazer o mesmo com você. Tô passando por um momento difícil, acabei de me separar, e não sei o que deu em mim, mandei aquilo. Me desculpa mesmo.

J. – Relaxa, Carlos. Na verdade, é até o contrário: tenho que te agradecer. Pelo que fiquei sabendo, agora sei o que a Laura faz fora de casa. Olha, vou te passar meu celular, e você me dá o seu. Se ela tiver outro comportamento assim, não hesita em me avisar.

C. – Ah, tá bom, mas como ela disse que ia me castigar por ter feito aquilo, eu me senti culpado.

J. – Não se sente assim não. Mulheres como a Laura adoram um castigo. Pede pra ela te mostrar o celular pra ver as fotos que tirei. Quis fotografar o castigo, e te convido a dar uma olhada.

C. – Sei lá, acho muito ousado pedir pra ela me mostrar o celular pra ver as fotos dela.

J. – Fica tranquilo. Agora mesmo ligo pra Laura e ela te mostra sem problema. Depois ainda te ligo pra saber o que achou.

C. – Pô, Jorge, pensei que você tivesse puto comigo. Você me surpreendeu. Na real, se você quiser, posso convidar vocês dois pra jantar um dia, pra gente se conhecer melhor.

J. – Fechado. Sexta-feira, te serve?

C. – Sim, tô livre.

J. – Então nessa sexta mesmo. Como você vai me passar seu celular, a gente fala daqui a pouco pra saber o que achou das fotos e aí combinamos o lugar do jantar.

C. – Ok.

Me despedi do Carlos e sentei com meus amigos pra tomar café.

Depois do café, liguei pra Laura e falei:

J. – Laura, encontrei o Carlos no café. Sexta-feira vamos jantar com ele. Aliás, se você pede pra ver umas fotos no celular, são as últimas que foram tiradas, as de ontem à noite, onde você tá nua e amarrada na barra da cortina.

L. - Cê não vai querer que eu mostre essas fotos pra ele, né?

J. - Sim, quero que você mostre pra ele, tá bom.

L. - Tá bom.

J. - Aliás, na hora que você mostrar pra ele, me manda um SMS, tipo "já viu as fotos", ok?

L. - Ok.

Continuei trabalhando e, depois de uma hora, chegou um SMS no meu celular, da Laura.

"ele já pediu se pode ver as fotos"
"mostrei pra ele e ele ficou de queixo caído, ele e o pau dele, que ia estourar a braguilha"

Depois de ver isso, mandei outro pra Laura.

"Assim que eu gosto, você mandou muito bem, é uma putinha de respeito."

Já com o celular na mão, depois de mandar o SMS, liguei pro Carlos.

C. - Fala?

J. - Oi Carlos, é o Jorge, o que achou das fotos?

C. - Tô sem palavras, Jorge, não sei como você conseguiu uma parada dessas de uma mulher, acho impressionante, que submissão, adorei.

J. - Pois é, e acho que ela pode ir muito além disso.

C. - É mesmo?

J. - Com certeza, inclusive você vai ver na sexta no jantar, nesse dia você vai conhecer a Laura de verdade.

C. - Não sei como te agradecer, Jorge, você não tem ideia de como tô curtindo isso.

J. - Sabe sim como me agradecer, e vou te falar, a Laura tá há três anos na empresa e nunca teve aumento de salário. Hoje é terça, você tem até sexta pra conseguir isso. Fala com o diretor da empresa sobre o aumento. Se conseguir, te garanto que a noite do jantar você nunca vai esquecer na sua vida.

C. - Te garanto que vou fazer de tudo. Mas com essa crise, é muito difícil conseguir um aumento.

J. - A gente se fala, olha, essa semana vou tomar café no mesmo horário de hoje todos os dias no bar que você vai, e a gente conversa, ok?

C. - Ok.

J. - Aliás Carlos, não sei se você percebeu mas hoje a Laura não tá de calcinha nem sutiã.

C.- É, pra ser sincero, reparei sim. Ela tá com uma camisa branca e dá pra ver o bico do peito inteiro. Tu não sabe a sorte que tem, Jorge.

J.- Então já sabe, fala com quem tiver que falar e me conta.

Naquele dia, quando chegamos em casa, a Laura me contou que o Carlos tinha passado a manhã inteira olhando pras tetas dela. Aquilo me agradou, e eu soube que ela tava excitada, mas naquela noite não quis tocar nela. E sei que ela foi pra cama com um tesão danado, porque tudo isso também deixava ela com muito fogo.

No dia seguinte, deixei a Laura usar a roupa que quisesse, e ela, sem eu falar nada, escolheu uma vestimenta parecida. Sobre a questão da roupa íntima, eu não falei nada, e partiu dela não usar nada por baixo. Nos despedimos no estacionamento como todo dia, e eu tava doido pra chegar a hora do café da manhã pra falar com o Carlos. Até que naquela quarta-feira, não fui com meus amigos e fui sozinho pro bar onde o superior da Laura estaria. Quando cheguei, falei:

J.- E aí, Carlos, como é que cê tá?

C.- Bem, Jorge, bem.

J.- E sobre o nosso assunto, cê falou com o diretor?

C.- Falei, e tá bem difícil. Expliquei do que se tratava, mas ele disse que não é o momento agora, a não ser por uma loucura que passou pela cabeça dele.

J.- Me conta.

C.- Espero que cê não se ofenda.

J.- Qual é, cara, fala.

C.- Como no começo o diretor, Sr. Pedro Rios, disse que não, categoricamente, e eu não queria perder a chance de uma noite inesquecível com a Laura. Contei o que cê tinha me falado e até onde vocês estariam dispostos a ir pra conseguir esse aumento. A cara dele mudou na hora quando ele lembrou quem era a Laura, e me disse que aquela mina era uma gostosa do caralho. Eu também contei sobre as fotos que vi no celular, sobre o que ela faz na hora do café da manhã e o gosto dela por submissão. Não te incomoda, Jorge, que eu tenha contado isso?

J.- Não, continua.

O Carlos era mais esperto do que eu imaginava. era capaz de qualquer coisa pra ficar com a Laura.

C.- Então o Sr. Rios me disse pra te passar a seguinte proposta: a Laura devia passar um fim de semana numa casa de campo que o Sr. Rios tem na serra. O aumento em relação ao salário atual é de 400 euros por mês, e se você aceitar, na sexta antes de ir pra casa de campo ele te dá 2000 euros em dinheiro, e no domingo, quando acabar, mais 2000 euros. Nem preciso dizer que a Laura aceitaria todas as ordens dadas pelo Sr. Rios, claro. O que você acha?

J.- Preciso pensar, Jorge. Amanhã no mesmo horário a gente toma café aqui de novo e eu te digo se a Laura vai ou não, ok?

C.- Ok.

Aquela conversa me deixou pensativo e excitado ao mesmo tempo. Era inacreditável até onde o Carlos tinha ido pra ficar com a Laura. Não era normal contar uma parada dessas pro diretor, mas me excitava saber que o diretor era capaz de me dar 4000 euros por um fim de semana com a Laura, e o aumento cobiçado. Eu precisava pensar, e principalmente conversar com a Laura, pra ver por onde ela ia sair. Até agora ela tinha se comportado como uma submissa exemplar, e tinha mostrado com sobra que gostava de dominação, mas isso eu não sabia se era um pouco demais.

Naquela tarde chegamos em casa e ela percebeu que tinha algo errado comigo, e disse:

L.- Você vai me contar o que tá rolando? Ontem você não me deu um beijo sequer, hoje tá no mesmo caminho, e nem fala comigo. Será que não gostou da minha atitude desde o outro dia até hoje?

J.- Não, não é isso.

L.- Então?

J.- Eu adoro dominação, sadomasoquismo, e achava que você nem tanto. No outro dia percebi que sim, mas não sei até onde você gosta. Não sei se me entende.

L.- Entendo, sim. E daí?

J.- É que não sei até onde você pode ir, não sei do que você seria capaz.

L.- Eu seria capaz de fazer o que você me pedisse. Sou sua submissa, e quero ser pra sempre. Passei muito tempo escondendo meus instintos, e agora que consegui que você, o homem que eu amo, me trate do jeito que eu gosto, não quero parar. nunca fazer isso.

J. – Bem, você sabe que dentro da dominação existe a cessão.

O rosto dela mudou de repente, não esperava que eu dissesse algo assim.

L. – Sei sim.

J. – E eu quero saber se você estaria disposta a ser cedida a outro homem, para mim seria um prazer saber que posso ceder algo que é meu.

Ela ficou um tempo calada e pensativa, baixou a cabeça, e logo depois levantou de novo me olhando nos olhos e disse:

L. – Eu te falei que vou ser sua submisso, sua escrava, e que vou fazer tudo o que você pedir, e se você quiser me ceder, farei com prazer.

Aquelas palavras me deixaram alucinado, até onde ia a submissão dela eu estava descobrindo agora mesmo, estava claro que os dois estávamos excitados com a conversa, e eu especialmente por como a Laura estava à minha mercê, decidi continuar falando do assunto para aumentar ainda mais o tesão.

J. – Bem, e se eu decidir te ceder, então você aceitaria?

L. – Se você decidir, eu aceito.

J. – Então decidi te ceder por um fim de semana. Este fim de semana.

O rosto dela sofreu uma mudança inesperada, as bochechas ficaram vermelhas, e os olhos quase saltaram das órbitas, até as lágrimas estavam prestes a aparecer, mas ela disse:

L. – Você sabe que vou fazer o que você pedir.

J. – Assim que eu gosto, a gente conversa amanhã à noite sobre os detalhes, aliás amanhã você pode usar calcinha no escritório, e vestir a roupa que quiser.

L. – Tá bom, só uma coisa, se você vai me ceder na sexta, hoje é quarta e amanhã quinta, me fode do jeito que só você sabe.

J. – Muito bem, vou fazer, aliás nos meses que estamos juntos, temos uma matéria pendente e você sabe, né?

L. – Sim, sexo anal, certo?

J. – Sim.

L. – Você sabe que eu tento, mas seu pau é muito grosso, e dói pra caralho, sempre te falo que um dia vou conseguir, mas se você quiser, a gente tenta.

J. – Então vai pegar vaselina.

Nunca tínhamos chegado ao orgasmo nem eu nem ela praticando sexo anal, doía de um jeito sobrenatural, ela sempre reclamava da grossura. do meu pau, e era algo que eu queria resolver.

L.- Pega a vaselina.

J.- Não, não me dá ela, tira a camisa branca e a saia preta.

Laura rapidamente largou a vaselina na mesa e começou a tirar as roupas que eu tinha mandado, logo ficou só com as meias até a coxa e as botas pretas altas.

J.- Agora, vira de costas, ajoelha no chão e passa vaselina na bunda.

Eu, enquanto isso, tirava minha roupa no sofá, vendo a imagem da Laura no chão com a bunda empinada passando o lubrificante. Da minha posição, dava pra ver que a buceta dela tava cheia de lubrificação vaginal. Quando ela percebeu que eu me ajoelhei atrás dela, parou de lubrificar o cu pra não ficar muito duro. A primeira investida foi na buceta, coisa que ela agradeceu com um gemido de prazer. Depois de uns segundos na buceta dela, tirei meu pau e notei que ela ficou tensa, e vi como o cu dela perdeu a tranquilidade que tinha enquanto eu tava metendo na buceta. Me aproximei da nuca dela e falei:

J.- Calma, não fica tensa. Imagina que na sexta, o homem pra quem eu te empresto só quer foder teu cu.

Essa frase excitou ela ainda mais, e o corpo dela veio na minha direção, encostando a bunda na minha virilha, e ela disse:

L.- Fode meu cu, quero fazer isso.

Apontei meu pau pra ele e, bem devagar, fui entrando, sem problemas. Dava pra ver que ela não tava tão tensa como outras vezes e talvez muito mais excitada. Consegui enfiar quase até a metade, e depois tirei um pouco, com os gritinhos de dor da Laura. Decidi meter de novo, dessa vez quase até o fundo, e os gritos de dor foram mudando, virando prazer. Naquele momento, tudo ficou muito mais fácil, entrava e saía sem problemas. Ela, com a mão direita, se esfregava no clitóris, enquanto eu tinha uma mão na cintura dela e a outra puxava a longa cabeleira dela pra mim. Meu orgasmo não demorou a chegar, e pelos gemidos dela, o dela também não. Foi incrível, como as mãos dela cederam e nós dois caímos. Derrotados no chão, depois disso tirei meu pau daquele buraquinho e do cu dela foi saindo o leite que eu tinha dado. Ficamos de pé, exaustos, e tomamos banho juntos. Fomos pra cama sem jantar, e eu pensando no dia seguinte, quando daria a resposta positiva pro Carlos.

CONTINUA.

1 comentários - conhecendo a laura 3

Vaya que mujeron mas caliente, vas por el mejor camino!!!