Un Feliz Reencuentro

Vanesa chegou do trabalho.
Por vários motivos, não tínhamos conseguido nos ver durante a semana.
Ela tem 1,60m, pele branca, cachos pretos, uma bunda gostosa, uns peitos que me deixam louco, e a barriguinha dela com estrias, fruto do nosso filho.
Ela é minha esposa, minha mulher, minha amante e minha puta... mas muito puta. Estamos há três anos num relacionamento "aberto", e muitos mais que ninguém sabe, só nós.
O quarto estava climatizado, na mesa estava a janta, nada de outro mundo, milho com fritas, vinho, música no clima, e na cama tudo pronto pra uma grande noite.
Depois de comer, sem muita enrolação, ela empurra minha cadeira pra trás, sobe em cima de mim e começa a me beijar.
— Amor, você não sabe como senti sua falta, fiquei toda molhada com as fotos que você me mandou; ver seu pau veiudo, inchado e bem duro, meio babado... você não sabe a vontade que eu tava de chupar ele todinho!!!
Essa frase fez, simplesmente, meu pau ficar duro na hora!!
Com delicadeza, comecei a acariciar as costas dela, a bunda, a buceta dela, que tava encharcada, e os peitos dela.
— Sabe o que te espera, né? — falei, e sem mais enrolação me levantei com ela em cima, levei ela até a cama, e de um puxão tirei a legging dela. Enfiei minha cabeça na buceta dela, enquanto com minhas mãos acariciava a barriga dela, os peitos dela, apertava os bicos dela, e ela gemia, se contorcia e suspirava, ficava mais molhada e ofegava. Num momento, nossos olhares se encontram, enfio minha língua e chupo o clitóris dela, enquanto massajo ele com a língua, tudo ao mesmo tempo... Ela não aguenta, se arqueia e goza, com um gemido quase imperceptível.
— Olha o que eu tenho pra você — falo, enquanto desabotoo minha jeans velha, deixando à vista meus humildes 18 cm de pau, todo raspado e sem pelos; bem bem duro, depois de uma semana sem nada de sexo.
Vale dizer, sou 10 anos mais velho que ela, tenho 33, 1,80m, pele branca, cabelo castanho acobreado, narigudo, olhos cor de mel, magro, ou seja, um cara normal.
— Você quer ele dentro, amor? — pergunto.
— Ai, sim, sim, por favor, enfia ele todo em mim, amor, não Vê como eu tô?!
— Seus pedidos são ordens — e, segurando as pernas dela, começo a passar meu pau pelos lábios dela, no clitóris.
Pressiono a cabeça da minha rola nela, enquanto vejo a umidade dela começar a brotar, ela tá se molhando toda de novo... e é demais pra mim, não aguento.
Tiro a legging dela, descubro que ela realmente não tá de calcinha, abro as pernas dela e começo a meter devagar, bem devagar, sem pressa nem pausa, até que ela fica toda dentro, bem no fundo, e eu paro assim...
Ela não acredita, sinto ela apertando meu pau com a bucetinha dela, enquanto vai ficando mais e mais molhada... Ela não aguenta, me abraça, cola a boca no meu pescoço e abafa um grito.
Não acredito, ela tá gozando de novo!!!
— Vane!!! Que puta que você tá hoje, sua vadia!!!
— E também, olha o que você tá me fazendo; o que você acha que eu sou?!
— Ah, isso é óbvio, você é minha putinha, e até aqui chegou minha doçura — falo, piscando um olho, e começo a me mexer, entro e saio, enquanto aumento o ritmo, cada vez meto mais forte, arrancando gemidos e suspiros dela, cravo meus dedos na cintura dela, seguro a bunda dela, enquanto tô metendo o mais forte que posso, enquanto ela goza de novo.
Levanto ela, enquanto me sento sobre minhas panturrilhas, ela fica na vertical, tem tudo dentro e começa a se mexer, ela tá me montando, tá me molhando, tiro a blusa dela, o sutiã, e aí está ela, toda peladinha, com o corpo gostoso dela todo pra mim, mordo os peitos dela, chupo os bicos, enfio o dedo no cu dela, devagar, só pra ela gozar, e ela fecha os olhos, se joga em cima de mim e continua me dando.
— Olha como você me deixa, filha da puta, cê acha certo?!
— Se você é puta, não é culpa minha, docinho — falo enquanto rimos.
Jogo ela de lado, subo em cima dela e começo a comer ela de quatro, enquanto enfio o polegar no cu dela. Bombeio mais um tempo, ela sente que eu vou gozar.
— Quero que você goze na minha boca, amor.
— É?!
— Siiim, amor, sim.
— Sabe o que eu ia gostar? — pergunto.
— Ia gostar que agora mesmo você tivesse me chupando. outra pica Gostosa, toda toda, e que encham sua boca de porra enquanto você tá gozando assim!!

E na sequência, sem aguentar mais por ter imaginado essa cena na minha mente perversa, saio, viro ela de barriga pra cima, e gozo na cara, na boca e nos peitos dela, com um gemido gutural.

Ela pega na minha pica, e começa a me bater uma punheta o mais rápido que pode. Sinto que vou gozar, ela se ajoelha, e enquanto me lambe, começa a chupar... não aguento, seguro ela forte pelo cabelo, meto na boca dela, embora não por muito tempo... na quinta estocada, tô gozando de novo.

Caio exausto do lado dela, ela me olha, ri... junta toda a porra que consegue dos peitos e da cara e... engole tudo.

— Você é impressionante, Gostosa, não pode me fazer gozar assim. Não sei se é pela acumulação ou o quê, mas você me fez gozar duas vezes.

— Eu sei, amor — ela diz, rindo safada — você realmente gostaria de me ver com outro homem?

— Sim, ou com uma mulher, ou com os dois — falo, rindo.

— Bom, me dá tempo, não me apressa, e a gente faz — ela diz.

— Por quê? Se te pedi mil vezes e você nunca ligou...

— Porque tem sua graça ver você comer outra gostosa, porque me dá curiosidade, e porque te amo — ela responde.

— Eu também te amo, Vane — falo, enquanto abraço ela. Ela cheira a mim, a suor, da boca dela sai o cheiro da minha porra, e da buceta dela... a gente se beija, se abraça, e deitamos pra dormir.

Espero que tenham gostado, comentem, compartilhem, deixem pontos, e se alguém curtir, mande mensagem privada. Como disse, somos um casal normal, nada de corpos esculturais, querendo só passar um bom momento.

Sucesso, transem muito e se cuidem.

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