Sai a quarta parte do relato, espero que gostem, não esqueçam de deixar uns pontinhos.
Na manhã seguinte, quando acordei, já era quase meio-dia. Levantei com uma puta ressaca, cambaleando pela casa, mas não tinha ninguém. Peguei uma garrafa d'água e quase tomei tudo de uma vez. Minha boca e garganta estavam secas, mal lembrava da noite anterior e a dor de cabeça era infernal. Terminei a água e voltei pra cama dormir mais. Deve ter passado uma ou duas horas quando, entre sonhos, sinto alguém puxar meu braço. Abro os olhos preguiçosamente e vejo minha mulher sentada na cama ao meu lado, perguntando se eu tava dormindo. Balancei a cabeça e falei: "Não, já acordei." Ela começou a me dar beijinhos pelo rosto todo e foi descendo pelo peito até chegar na minha cueca. Me olhou com cara de safada e continuou me beijando por cima do pijama, passando pras pernas. Quando chegou nos meus pés, começou a beijá-los até enfiar o dedão do pé direito na boca dela. Eu, ainda de ressaca, deixava ela fazer o que queria.
Ela me olhou com tesão e continuou chupando e lambendo meus dedos. Começou a subir pelas pernas, voltando pelo caminho até chegar na minha virilha, onde sentiu um volume começando a endurecer. Sorriu pra mim e, segurando a cueca com as duas mãos, deu um puxão forte pra baixo, deixando minha pica no ar. Minha pica tava meio murcha, mas ela se jogou pra chupar e, aos poucos, senti ela ficar dura dentro da boca dela. Ela ficou chupando e lambendo por vários minutos até parar. Levantou, tirou o vestido que tava usando e, sem tirar o sutiã nem a calcinha, montou em cima de mim. Sem falar nada, começou a me beijar enquanto se esfregava no meu pau. Sem parar de me beijar, afastou um pouco o tecido da calcinha e começou a enfiar minha pica. Até aquele momento, eu tinha ficado completamente passivo, deixando ela fazer tudo, mas aí agarrei os peitos dela por cima do sutiã e Me levantando um pouco, comecei a chupar os peitos dela por cima do sutiã. Ela começou a subir e descer com a metida e tirada enquanto eu tirava os peitos dela do sutiã, lambendo os bicos que estavam bem duros. Ficamos assim por uns segundos, até que percebi que Maria ficou tensa e abriu a boca, deixando os olhos quase virados, soltando um gemido surdo enquanto gozava. Eu, vendo aquela cena, não aguentei e gozei dentro dela. Maria ficou parada por um instante que pareceu horas, finalmente relaxou e, me olhando, me beijou de novo. Ainda com a pica dentro, ela se mexeu um pouco pra cima e pra baixo, gemendo baixinho. Eu coloquei as mãos atrás da cabeça e relaxei com um sorriso no rosto. Ela se levantou e se deitou do meu lado e, enquanto passava a mão no meu peito, me perguntou se eu tinha gostado. Eu concordei com cara de satisfeito.
Ficamos em silêncio por uns dois minutos até que ela disse: "Quero que você saiba que falei com sua irmã sobre o que aconteceu ontem e está tudo resolvido, o álcool nos fez fazer loucuras." Eu concordei e não falei nada, estava meio confuso entre a ressaca e a trepada e, pra ser sincero, meus olhos já estavam fechando. Ela continuou passando a mão no meu peito e, puta merda, a sensação era foda e relaxante. E foi assim que eu dormi.
Quando acordei, estava sozinho e pelado na cama. Eram quase 3 da tarde. Levantei e fui tomar um banho no chuveiro do nosso quarto. A ressaca tinha quase passado. Me vesti e fui pra cozinha ver se comia alguma coisa, imaginando que minha mulher e o casal já tinham comido algo. Não encontrei ninguém no caminho, mas quando cheguei na cozinha, ouvi barulho na piscina. Olhei e vi o Duncan e minha irmã brincando na água, mas quando virei a cabeça, fiquei chocado ao ver a Maria de topless tomando sol numa espreguiçadeira. Minha irmã me viu e saiu correndo da piscina pra cozinha, com uma toalha na cintura, entrou na cozinha enquanto eu tentava me recuperar do susto. Ela Direto ela se abraçou em mim e disse: “Me desculpa, me desculpa, Antonio. Você é meu irmãozinho e eu nunca iria querer te machucar, esquece tudo que eu te falei ontem à noite, eu tava muito bêbada. Já falei com a Maria e a gente resolveu tudo.” Eu, com uma garrafinha d’água na mão e ainda atordoado, falei: “Tá bom, tá bom…” Me afastei dela e abri a geladeira pra pegar umas frutas, enquanto os pensamentos se amontoavam na minha cabeça, que começou a doer de novo. Ela, me vendo nesse estado de confusão, sorriu pra mim e virou de volta pra piscina. Fechei a geladeira sem pegar nada, enchi um copo d’água e peguei uma aspirina. Sentei numa cadeira da cozinha enquanto olhava pra minha mulher deitada, quase nua na vista do Duncan e da minha irmã. Minha mulher levantou e veio andando em direção à cozinha do jeito que tava, impressionante. Ela tava com o cabelo preso e uns óculos escuros, a única roupa era uma fio dental e os chinelos. Entrou na cozinha e me disse: “Já acordou? Fiz frango frito pro almoço, não te acordei porque você tava dormindo tão sossegado que me deu pena. Bom, come alguma coisa e vem.” E sem mais, pegou um refrigerante na geladeira e voltou pra espreguiçadeira. Naquela hora, senti meu estômago roncar de fome, me levantei e vi um prato com uns pedaços de frango. Peguei e comecei a devorar ali mesmo.
Comi os três ou quatro pedaços que tinham no prato, a dor de cabeça tinha aliviado um pouco, então peguei uma garrafinha d’água e fui pra espreguiçadeira onde minha mulher tava. Ela já tinha ficado sem a parte de cima do biquíni em casa antes, mas só quando a gente tava sozinho, então fiquei muito surpreso, ainda mais nas circunstâncias atuais. Sentei do lado dela e falei: “Você tá muito gostosa.” Ela, entendendo meu elogio, respondeu: “Valeu, a verdade é que tava com vontade, e sua irmã falou pra eu não me segurar, que eu tava em casa e não precisava me preocupar com eles, que tão acostumados. Então tirei a parte de cima e olha, assim não vou ter problema com marcas de sol.” Eu me recostei na espreguiçadeira, decidi Não dei importância e acabei cochilando um pouco. Não sei se foi por causa do calor daqueles dias ou o que era, mas eu tava bem largadão, o que tinha acontecido na noite anterior agora me parecia mais compreensível e até perdoável, com certeza eu tava complacente demais com minha irmã. Daqui a pouco minha mulher levantou e, me pegando pela mão, disse: “Por que a gente não vai pro centro? É cedo e quero comprar uns sapatos que vi outro dia.” Eu, diante da perspectiva de ficar a tarde toda largado na espreguiçadeira, concordei, levantei, nos vestimos e fomos pra Madrid passar a tarde enquanto minha irmã e o Duncan continuavam na piscina.
Voltamos lá pras 9, eles tinham cuidado do jantar, que seria umas pizzas. Nós estávamos um pouco cansados depois de andar pelo centro de loja em loja, e eles não tavam a fim de sair, então botamos um filme de vídeo, era um filme meio romântico com um pouco de erotismo em algumas cenas. Não era nada demais, mas a verdade é que eu me excitei um pouco vendo algumas cenas. Minha irmã, sentada com o Duncan, não parava de fazer comentários sobre a atriz, as tetas dela, que ela não atuava bem, que se ela fizesse aquela cena o ator não escapava, essas coisas. Abrimos uma garrafa de espumante e daí a pouco a gente discutia as coisas que minha irmã falava, que cada vez subiam mais o nível. Ficamos nessa até o filme acabar, lá pras 12:00. Minha irmã pegou o controle e começou a zapear enquanto a gente olhava a TV entediado, de repente no zapping rápido pelos milhares de canais, encontrou um daqueles canais locais piratas que passam pornô a partir da meia-noite e deixou lá. Tava aparecendo um mulato parecido com o Duncan pelado enquanto uma loira chupava ele. A Luísa ficou parada olhando como a pica entrava e saía da boca da loira, nisso o Duncan tentou tirar o controle dela pra mudar de canal, mas ela se afastou, se divertindo. Eu e a Maria ficamos em silêncio, até que eu olhei pra minha irmã e falei: “Vai, Luísa,” Coloca outra coisa." María segurou minha perna como se quisesse me calar, olhei para o rosto dela e vi que estava com o olhar perdido na cena da televisão.
Minha irmã encheu as taças com o espumante que restava enquanto falava sem parar sobre a cena da TV, sentou-se de novo ao lado do Duncan e começou a acariciar a perna dele. Ficamos assim por um minuto até que o mulato da televisão se levantou e pudemos ver que ele usava um equipamento de uns 20 cm e bem grosso. María, minha esposa, deixou escapar um "nossa" que a Luisa não passou despercebido e ela rapidamente disse: "O Duncan tem um igual, acho que até um pouco maior." Não consegui evitar dar uma gargalhada. Minha irmã, com cara de indignada, me olhou e disse: "Não acredita? Quer que eu prove?" Duncan continuava calado enquanto minha irmã defendia o tamanho do equipamento dele. Vendo a cara do Duncan, falei: "Não, não, acredito, fica tranquila." Mas minha irmã pegou e, colocando-se ao lado dele, abaixou o zíper das bermudas que ele usava. Duncan se deixou fazer com um sorriso no rosto. Luisa, me olhando enquanto mexia na virilha do namorado, disse: "Você vai ver." Teve que soltar o botão da calça e abaixar um pouco para poder tirar a ferramenta para fora, ainda mole. Olhei pra ela e falei: "Pô, Luisa, tampa isso que vou ficar puto." Ela, com a pica do Duncan totalmente mole na mão, apontou pra TV e disse: "Bom, agora tá mole, mas quando fica dura é maior que aquela." Minha esposa continuava calada, olhando a pica do Duncan, e a Luisa falou: "O que você acha, María? Qual é maior?" María, sem tirar os olhos do Duncan, disse algo que me deixou travado: "Bom, a da TV tá dura e a do Duncan tá mole." Luisa respondeu: "Isso não é problema" e começou a masturbar o pauzão do Duncan enquanto ele se recostava. Em um instante, ficou duríssimo, e minha irmã tinha dificuldade pra segurar ele com uma mão só, então agarrou com as duas. dois. “O que você acha agora, Maria?” ele perguntou pra minha esposa. Ela disse: “Sim, sim… parece maior.” Eu fiquei paralisado e pasmo, sem saber como acabar com aquela situação, quando minha irmã disse: “Vem, acho que você devia chegar mais perto pra tirar a dúvida, uma pica dessas não se vê todo dia.”
Maria, sem hesitar e sem olhar pra mim, levantou da poltrona dela e sentou na outra poltrona à direita de Duncan. Minha irmã continuava punhetando devagar a pica de Duncan enquanto Maria olhava pra televisão e pra Duncan alternadamente. Nisso, Laura largou o pau de Duncan sobre a barriga dele e, pegando uma das mãos de Maria, levou até a pica de Duncan. Maria não disse nada, mas tentou um leve gesto pra afastar a mão. Laura segurou um pouco mais forte e colocou a mão de Maria sobre o tronco da pica de Duncan, com a mão dela por cima da da minha esposa. Maria ficou parada, mas olhando pra televisão e não pro que a cunhada dela tava fazendo. Laura, ao nos ver todos quietos, começou a mexer a mão dela sobre a de Maria, forçando-a a acariciar a pica de Duncan. Luisa perguntou: “O que você acha, é maior ou não?” Maria, como se acordasse de um sonho, parou de olhar pra TV e respondeu: “Sim, verdade, parece que é maior mesmo.” A mão de Maria já acariciava a pica de Duncan de cima pra baixo, sem a guia de Laura. Essa me deu uma olhada e, ao me ver totalmente imóvel assistindo a cena, sorriu pra mim. Tanto dia fantasiando com aquela pica e no final ela tava tocando. Eu não sabia o que tava acontecendo comigo: por um lado, queria levantar e acabar com tudo aquilo, mas por outro, a situação me excitava e eu queria ver até onde minha mulher podia ir.
Maria continuava movendo a mão ao longo da pica de Duncan, mas sem pegar ela de verdade, percorrendo todo o tronco da base até a cabeça e voltando a descer. Laura se inclinou um pouco e começou a beijar o peito de Duncan. Ele se recostou mais na poltrona e deixou rolar. Laura seguiu beijando e lambendo Duncan até chegar na boca dele e começar a comendo as línguas uma da outra de forma barulhenta na nossa frente. Maria deu uma olhada pro meu lado e me disse como se fosse a coisa mais normal do mundo: "tem uma textura incrível, vou tentar uma coisa" e, como se nada, levantou ela com uma mão enquanto com a outra continuava acariciando. De repente, segurou com as duas mãos e fez um movimento de masturbação pra baixo, e Duncan soltou um suspiro. Laura se virou e viu Maria segurando a pica com as duas mãos, deixando ela reta apontando pro teto. Ela se virou pra Maria e, enquanto Maria segurava, inclinou a cabeça e esticou a língua até tocar a cabeça da pica. Maria não perdia nada, e enquanto a saliva de Laura começava a molhar a pica do Duncan, ela já tava tocando as bolas dele e acariciando a barriga. Laura abriu a boca e engoliu o que conseguiu enquanto Maria segurava, fez uns vai e vem e tirou ela da boca. Olhou pra Maria e disse: "é uma sensação incrível sentir ela na boca, e aí, vai encarar?" Maria hesitou um pouco, olhou pra mim e depois de novo pra pica do Duncan. Virou de novo pra mim e falou: "desculpa, Antonio, mas eu tenho que fazer isso" e se virou, esticando a ponta da língua e passando suavemente pela cabeça da pica. Depois, abrindo a boca o máximo que podia, começou a enfiar a cabeça da pica na boca.
Duncan me olhou e sorriu, mas não disse nada. Voltou a beijar Laura na boca enquanto minha mulher chupava ele. Eu continuava parado, com a taça na mão e a pica dura dentro da cueca. Laura se levantou e se ajoelhou entre as pernas do Duncan, começando a lamber as bolas dele enquanto Maria continuava chupando a pica. Laura foi subindo e, num dado momento, as línguas delas se encontraram. Com a primeira timidez da Maria, Laura começou a beijar ela com força e meter a língua na boca dela. Maria agarrou a pica com as duas mãos como se fossem tirar dela enquanto minha irmã a beijava. Ao mesmo tempo, Laura foi até a camiseta da minha mulher e tirou de uma vez pela cabeça, deixando Maria só de Meio tonta e com os peitos balançando dentro do sutiã. Laura beijou ela de novo, e Maria, se recuperando, agarrou a pica do Duncan de novo. Nesse momento, Duncan começou a se mexer e, se levantando um pouco, agarrou com a mão direita o peito esquerdo de Maria. Enquanto isso, Laura continuava beijando ela e foi mexer nos fechos do sutiã, deixando os peitos de Maria de fora. O mulato aproveitou pra se levantar e começar a chupar os peitos da minha mulher. Ela já tinha soltado a pica do Duncan e se reclinava enquanto minha irmã a beijava e Duncan a comia. Minha mulher se levantou um pouco e me olhou, mas eu estava paralisado, incapaz de reagir. Laura foi descendo e ficou na altura do Duncan, cada um chupando um peito dela. Maria ofegava de boca aberta e olhar perdido enquanto Laura descia até a cintura dela e puxava o shortinho e a calcinha ao mesmo tempo, deixando-a nua. Em seguida, enfiou a boca na buceta de Maria e começou a chupar e lamber o sexo da minha mulher. Duncan, como o melhor ator pornô, se levantou e ofereceu a pica pra Maria, colocando-a a centímetros do rosto dela. Maria abriu a boca e Duncan enfiou o máximo que pôde até ela dar uma tossidinha. Assim continuaram por um tempo até Maria começar a ofegar — ela estava gozando com a chupada que minha irmã tava dando. Laura se afastou um pouco sem parar de lamber, e Maria, tirando a pica da boca, soltou um gemido mais longo. Duncan sentou de novo no sofá, deixando a pica dura apontando pro teto, pedindo guerra. Maria olhou pra ele e pra mim e, num ato de sanidade, disse: "já, já chega". E foi na minha direção, se jogando aos meus pés e abraçando minhas pernas como quem busca perdão e compreensão. Laura olhou a cena, divertida, deu de ombros, subiu no sofá, baixou o shortinho que tava usando e montou na pica do mulato de costas pra gente. Começou a descer e enfiar ela devagar até que a bunda dela... topo com o corpo do Duncan.
Maria, sem parar de olhar a cena, disse: “porra, enfiou tudo”. Eu olhei pra ela e ela olhou pra mim. Enquanto minha irmãzinha fodia o Duncan, Maria percebeu que meu pau tava marcando totalmente duro debaixo da calça e me disse sorrindo: “sabia que você tava excitado”. Ela se levantou um pouco e baixou meu short e minha cueca até os joelhos, metendo meu pau na boca sem mais delongas. Depois de lamber o pau do Duncan, o meu devia parecer pequeno demais pra ela, mas ela se dedicou bem, tão bem que comecei a gozar em menos de um minuto. Ela, sem tempo, tentou engolir tudo, mas um jato ficou pendurado. Minha irmã e o Duncan, alheios ao boquete da Maria, tinham se virado um pouco ao me ouvir gemer e estavam rindo. Maria se levantou e disse: “nossa, como você tava quente, gozou com duas lambidas”. Eu não disse nada, mas sorri agradecido. Ela sentou do meu lado, mas Laura parou a foda com o Duncan e se levantou. Foi até a Maria e disse: “Vem, que hoje você não pode ficar sem foder.” Ela deixou pegar na mão e me olhou como quem pergunta o que fazer. Eu simplesmente concordei.
Com um gesto da Laura, Duncan se levantou com aquele troço duro e disse pra Maria se colocar de quatro no sofá que até então ele ocupava. Maria obedeceu sem reclamar, a boceta dela se abriu como uma flor e Laura aproveitou pra se abaixar e começar a lamber de novo. Minha mulher afundou a cabeça no sofá e apertou os punhos. Duncan soltou um grunhido e Laura se afastou, deixando a buceta da Maria toda molhada, aberta e brilhando. Duncan se abaixou um pouco e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta da Maria e, sem mais, empurrou devagar mas firme até enfiar tudo. Maria soltou um gemido longo e prolongado, meio abafado por ter o rosto contra o sofá. Duncan colocou uma perna no sofá pra melhorar a posição e começou um vai-e-vem lento que foi acelerando aos poucos. Laura se colocou atrás do namorado dela e começou a lamber a bunda e as bolas dele, que balançavam com o movimento. A cena da minha posição era brutal, minha mulher se mexia na frente e atrás sem nenhum controle, assim ficaram uns 2 ou 3 minutos que pareceram uma eternidade, quando a Maria levantou a cabeça e, ficando totalmente dura, começou a ofegar. O Duncan já tava fodendo e sendo chupado fazia quase uma hora e o filho da puta ainda não tinha gozado, deviam ter transado ele e minha irmã antes. A Maria começou a pedir pro Duncan parar, mas ele acelerou a fodida, a Maria pediu pra ele não gozar dentro, ele não parou e continuou metendo forte, e a Maria ofegou de novo dizendo: “que delícia, ahaahh”. Aí o Duncan começou a urrar, sinal claro de que tava gozando. Aos poucos foi ficando imóvel até que se jogou pro lado da Maria, mas sem tirar a pica da buceta dela. A Maria, completamente em transe, empurrava a bunda em direção ao Duncan como se quisesse continuar a fodida. A Laura ria e, me olhando, disse: “E aí, o que achou da minha cunhada? Gostou de ver como ela é uma puta e como o Duncan come ela?” Eu me recuperei por um instante e, na real, de repente fiquei bem puto com minha irmã, me levantei e fui até a Maria, peguei ela pelo braço e puxei ela pra cima. Ela, tirada de repente do transe de fodeção, se agitou um pouco e, se soltando bruscamente da minha mão, disse: “Me deixa, preciso sentir ela de novo” e, ajoelhando nas pernas do Duncan, meteu a pica dele, molhada de fluidos e começando a ficar mole, de novo na boca. Nessa posição, vi o esperma do Duncan escorrendo pela buceta dela e descendo pelas pernas. A Laura, no auge da perversão, também se jogou entre as pernas do namorado e disputava com minha mulher a pica dele. Eu não sabia o que fazer e falei: “Maria, já chega.” Ela virou a cabeça e, com uma cara de puta do caralho, disse: “Antonio, me espera na cama que já vou.” O Duncan soltou uma gargalhada sonora. As coisas tinham escapado completamente do meu controle.
Totalmente indignado e humilhado, me virei e fui pro meu quarto. Me joguei na cama, ciente do que tava rolando e de que tinha sido excluído. Sabia que eu era o culpado por ter deixado tudo isso acontecer e permitir que a Maria enlouquecesse naquela noite. Depois de um tempão remoendo na cabeça, levantei e, sem fazer barulho, saí do quarto pra ver o que tava pegando. Quando cheguei na sala, de um canto escuro, vi que a Maria, de quatro, tava sendo fodida brutalmente pelo Duncan, os peitos dela balançando violentamente pra frente e pra trás, enquanto a Laura, sentada na frente dela, fazia ela lamber a buceta. Maria gritava de prazer com a boca escancarada e os olhos arregalados. Num desses movimentos, ela levantou a cabeça, me viu no escuro e sorriu. Eu me afastei e voltei pra cama. Me deitei e percebi que tava com o pau duro. Lá no fundo, dava pra ouvir a Maria gritando de prazer, não consegui evitar e bati uma punheta, mesmo sentindo vergonha da galha que tavam me botando. Continuei ouvindo barulho por um tempo, não sei quanto tempo passou até que o silêncio chegou, deviam ter se passado horas, mas não tive coragem de levantar.
Na manhã seguinte, quando acordei, já era quase meio-dia. Levantei com uma puta ressaca, cambaleando pela casa, mas não tinha ninguém. Peguei uma garrafa d'água e quase tomei tudo de uma vez. Minha boca e garganta estavam secas, mal lembrava da noite anterior e a dor de cabeça era infernal. Terminei a água e voltei pra cama dormir mais. Deve ter passado uma ou duas horas quando, entre sonhos, sinto alguém puxar meu braço. Abro os olhos preguiçosamente e vejo minha mulher sentada na cama ao meu lado, perguntando se eu tava dormindo. Balancei a cabeça e falei: "Não, já acordei." Ela começou a me dar beijinhos pelo rosto todo e foi descendo pelo peito até chegar na minha cueca. Me olhou com cara de safada e continuou me beijando por cima do pijama, passando pras pernas. Quando chegou nos meus pés, começou a beijá-los até enfiar o dedão do pé direito na boca dela. Eu, ainda de ressaca, deixava ela fazer o que queria.
Ela me olhou com tesão e continuou chupando e lambendo meus dedos. Começou a subir pelas pernas, voltando pelo caminho até chegar na minha virilha, onde sentiu um volume começando a endurecer. Sorriu pra mim e, segurando a cueca com as duas mãos, deu um puxão forte pra baixo, deixando minha pica no ar. Minha pica tava meio murcha, mas ela se jogou pra chupar e, aos poucos, senti ela ficar dura dentro da boca dela. Ela ficou chupando e lambendo por vários minutos até parar. Levantou, tirou o vestido que tava usando e, sem tirar o sutiã nem a calcinha, montou em cima de mim. Sem falar nada, começou a me beijar enquanto se esfregava no meu pau. Sem parar de me beijar, afastou um pouco o tecido da calcinha e começou a enfiar minha pica. Até aquele momento, eu tinha ficado completamente passivo, deixando ela fazer tudo, mas aí agarrei os peitos dela por cima do sutiã e Me levantando um pouco, comecei a chupar os peitos dela por cima do sutiã. Ela começou a subir e descer com a metida e tirada enquanto eu tirava os peitos dela do sutiã, lambendo os bicos que estavam bem duros. Ficamos assim por uns segundos, até que percebi que Maria ficou tensa e abriu a boca, deixando os olhos quase virados, soltando um gemido surdo enquanto gozava. Eu, vendo aquela cena, não aguentei e gozei dentro dela. Maria ficou parada por um instante que pareceu horas, finalmente relaxou e, me olhando, me beijou de novo. Ainda com a pica dentro, ela se mexeu um pouco pra cima e pra baixo, gemendo baixinho. Eu coloquei as mãos atrás da cabeça e relaxei com um sorriso no rosto. Ela se levantou e se deitou do meu lado e, enquanto passava a mão no meu peito, me perguntou se eu tinha gostado. Eu concordei com cara de satisfeito.
Ficamos em silêncio por uns dois minutos até que ela disse: "Quero que você saiba que falei com sua irmã sobre o que aconteceu ontem e está tudo resolvido, o álcool nos fez fazer loucuras." Eu concordei e não falei nada, estava meio confuso entre a ressaca e a trepada e, pra ser sincero, meus olhos já estavam fechando. Ela continuou passando a mão no meu peito e, puta merda, a sensação era foda e relaxante. E foi assim que eu dormi.
Quando acordei, estava sozinho e pelado na cama. Eram quase 3 da tarde. Levantei e fui tomar um banho no chuveiro do nosso quarto. A ressaca tinha quase passado. Me vesti e fui pra cozinha ver se comia alguma coisa, imaginando que minha mulher e o casal já tinham comido algo. Não encontrei ninguém no caminho, mas quando cheguei na cozinha, ouvi barulho na piscina. Olhei e vi o Duncan e minha irmã brincando na água, mas quando virei a cabeça, fiquei chocado ao ver a Maria de topless tomando sol numa espreguiçadeira. Minha irmã me viu e saiu correndo da piscina pra cozinha, com uma toalha na cintura, entrou na cozinha enquanto eu tentava me recuperar do susto. Ela Direto ela se abraçou em mim e disse: “Me desculpa, me desculpa, Antonio. Você é meu irmãozinho e eu nunca iria querer te machucar, esquece tudo que eu te falei ontem à noite, eu tava muito bêbada. Já falei com a Maria e a gente resolveu tudo.” Eu, com uma garrafinha d’água na mão e ainda atordoado, falei: “Tá bom, tá bom…” Me afastei dela e abri a geladeira pra pegar umas frutas, enquanto os pensamentos se amontoavam na minha cabeça, que começou a doer de novo. Ela, me vendo nesse estado de confusão, sorriu pra mim e virou de volta pra piscina. Fechei a geladeira sem pegar nada, enchi um copo d’água e peguei uma aspirina. Sentei numa cadeira da cozinha enquanto olhava pra minha mulher deitada, quase nua na vista do Duncan e da minha irmã. Minha mulher levantou e veio andando em direção à cozinha do jeito que tava, impressionante. Ela tava com o cabelo preso e uns óculos escuros, a única roupa era uma fio dental e os chinelos. Entrou na cozinha e me disse: “Já acordou? Fiz frango frito pro almoço, não te acordei porque você tava dormindo tão sossegado que me deu pena. Bom, come alguma coisa e vem.” E sem mais, pegou um refrigerante na geladeira e voltou pra espreguiçadeira. Naquela hora, senti meu estômago roncar de fome, me levantei e vi um prato com uns pedaços de frango. Peguei e comecei a devorar ali mesmo.
Comi os três ou quatro pedaços que tinham no prato, a dor de cabeça tinha aliviado um pouco, então peguei uma garrafinha d’água e fui pra espreguiçadeira onde minha mulher tava. Ela já tinha ficado sem a parte de cima do biquíni em casa antes, mas só quando a gente tava sozinho, então fiquei muito surpreso, ainda mais nas circunstâncias atuais. Sentei do lado dela e falei: “Você tá muito gostosa.” Ela, entendendo meu elogio, respondeu: “Valeu, a verdade é que tava com vontade, e sua irmã falou pra eu não me segurar, que eu tava em casa e não precisava me preocupar com eles, que tão acostumados. Então tirei a parte de cima e olha, assim não vou ter problema com marcas de sol.” Eu me recostei na espreguiçadeira, decidi Não dei importância e acabei cochilando um pouco. Não sei se foi por causa do calor daqueles dias ou o que era, mas eu tava bem largadão, o que tinha acontecido na noite anterior agora me parecia mais compreensível e até perdoável, com certeza eu tava complacente demais com minha irmã. Daqui a pouco minha mulher levantou e, me pegando pela mão, disse: “Por que a gente não vai pro centro? É cedo e quero comprar uns sapatos que vi outro dia.” Eu, diante da perspectiva de ficar a tarde toda largado na espreguiçadeira, concordei, levantei, nos vestimos e fomos pra Madrid passar a tarde enquanto minha irmã e o Duncan continuavam na piscina.
Voltamos lá pras 9, eles tinham cuidado do jantar, que seria umas pizzas. Nós estávamos um pouco cansados depois de andar pelo centro de loja em loja, e eles não tavam a fim de sair, então botamos um filme de vídeo, era um filme meio romântico com um pouco de erotismo em algumas cenas. Não era nada demais, mas a verdade é que eu me excitei um pouco vendo algumas cenas. Minha irmã, sentada com o Duncan, não parava de fazer comentários sobre a atriz, as tetas dela, que ela não atuava bem, que se ela fizesse aquela cena o ator não escapava, essas coisas. Abrimos uma garrafa de espumante e daí a pouco a gente discutia as coisas que minha irmã falava, que cada vez subiam mais o nível. Ficamos nessa até o filme acabar, lá pras 12:00. Minha irmã pegou o controle e começou a zapear enquanto a gente olhava a TV entediado, de repente no zapping rápido pelos milhares de canais, encontrou um daqueles canais locais piratas que passam pornô a partir da meia-noite e deixou lá. Tava aparecendo um mulato parecido com o Duncan pelado enquanto uma loira chupava ele. A Luísa ficou parada olhando como a pica entrava e saía da boca da loira, nisso o Duncan tentou tirar o controle dela pra mudar de canal, mas ela se afastou, se divertindo. Eu e a Maria ficamos em silêncio, até que eu olhei pra minha irmã e falei: “Vai, Luísa,” Coloca outra coisa." María segurou minha perna como se quisesse me calar, olhei para o rosto dela e vi que estava com o olhar perdido na cena da televisão.
Minha irmã encheu as taças com o espumante que restava enquanto falava sem parar sobre a cena da TV, sentou-se de novo ao lado do Duncan e começou a acariciar a perna dele. Ficamos assim por um minuto até que o mulato da televisão se levantou e pudemos ver que ele usava um equipamento de uns 20 cm e bem grosso. María, minha esposa, deixou escapar um "nossa" que a Luisa não passou despercebido e ela rapidamente disse: "O Duncan tem um igual, acho que até um pouco maior." Não consegui evitar dar uma gargalhada. Minha irmã, com cara de indignada, me olhou e disse: "Não acredita? Quer que eu prove?" Duncan continuava calado enquanto minha irmã defendia o tamanho do equipamento dele. Vendo a cara do Duncan, falei: "Não, não, acredito, fica tranquila." Mas minha irmã pegou e, colocando-se ao lado dele, abaixou o zíper das bermudas que ele usava. Duncan se deixou fazer com um sorriso no rosto. Luisa, me olhando enquanto mexia na virilha do namorado, disse: "Você vai ver." Teve que soltar o botão da calça e abaixar um pouco para poder tirar a ferramenta para fora, ainda mole. Olhei pra ela e falei: "Pô, Luisa, tampa isso que vou ficar puto." Ela, com a pica do Duncan totalmente mole na mão, apontou pra TV e disse: "Bom, agora tá mole, mas quando fica dura é maior que aquela." Minha esposa continuava calada, olhando a pica do Duncan, e a Luisa falou: "O que você acha, María? Qual é maior?" María, sem tirar os olhos do Duncan, disse algo que me deixou travado: "Bom, a da TV tá dura e a do Duncan tá mole." Luisa respondeu: "Isso não é problema" e começou a masturbar o pauzão do Duncan enquanto ele se recostava. Em um instante, ficou duríssimo, e minha irmã tinha dificuldade pra segurar ele com uma mão só, então agarrou com as duas. dois. “O que você acha agora, Maria?” ele perguntou pra minha esposa. Ela disse: “Sim, sim… parece maior.” Eu fiquei paralisado e pasmo, sem saber como acabar com aquela situação, quando minha irmã disse: “Vem, acho que você devia chegar mais perto pra tirar a dúvida, uma pica dessas não se vê todo dia.”
Maria, sem hesitar e sem olhar pra mim, levantou da poltrona dela e sentou na outra poltrona à direita de Duncan. Minha irmã continuava punhetando devagar a pica de Duncan enquanto Maria olhava pra televisão e pra Duncan alternadamente. Nisso, Laura largou o pau de Duncan sobre a barriga dele e, pegando uma das mãos de Maria, levou até a pica de Duncan. Maria não disse nada, mas tentou um leve gesto pra afastar a mão. Laura segurou um pouco mais forte e colocou a mão de Maria sobre o tronco da pica de Duncan, com a mão dela por cima da da minha esposa. Maria ficou parada, mas olhando pra televisão e não pro que a cunhada dela tava fazendo. Laura, ao nos ver todos quietos, começou a mexer a mão dela sobre a de Maria, forçando-a a acariciar a pica de Duncan. Luisa perguntou: “O que você acha, é maior ou não?” Maria, como se acordasse de um sonho, parou de olhar pra TV e respondeu: “Sim, verdade, parece que é maior mesmo.” A mão de Maria já acariciava a pica de Duncan de cima pra baixo, sem a guia de Laura. Essa me deu uma olhada e, ao me ver totalmente imóvel assistindo a cena, sorriu pra mim. Tanto dia fantasiando com aquela pica e no final ela tava tocando. Eu não sabia o que tava acontecendo comigo: por um lado, queria levantar e acabar com tudo aquilo, mas por outro, a situação me excitava e eu queria ver até onde minha mulher podia ir.
Maria continuava movendo a mão ao longo da pica de Duncan, mas sem pegar ela de verdade, percorrendo todo o tronco da base até a cabeça e voltando a descer. Laura se inclinou um pouco e começou a beijar o peito de Duncan. Ele se recostou mais na poltrona e deixou rolar. Laura seguiu beijando e lambendo Duncan até chegar na boca dele e começar a comendo as línguas uma da outra de forma barulhenta na nossa frente. Maria deu uma olhada pro meu lado e me disse como se fosse a coisa mais normal do mundo: "tem uma textura incrível, vou tentar uma coisa" e, como se nada, levantou ela com uma mão enquanto com a outra continuava acariciando. De repente, segurou com as duas mãos e fez um movimento de masturbação pra baixo, e Duncan soltou um suspiro. Laura se virou e viu Maria segurando a pica com as duas mãos, deixando ela reta apontando pro teto. Ela se virou pra Maria e, enquanto Maria segurava, inclinou a cabeça e esticou a língua até tocar a cabeça da pica. Maria não perdia nada, e enquanto a saliva de Laura começava a molhar a pica do Duncan, ela já tava tocando as bolas dele e acariciando a barriga. Laura abriu a boca e engoliu o que conseguiu enquanto Maria segurava, fez uns vai e vem e tirou ela da boca. Olhou pra Maria e disse: "é uma sensação incrível sentir ela na boca, e aí, vai encarar?" Maria hesitou um pouco, olhou pra mim e depois de novo pra pica do Duncan. Virou de novo pra mim e falou: "desculpa, Antonio, mas eu tenho que fazer isso" e se virou, esticando a ponta da língua e passando suavemente pela cabeça da pica. Depois, abrindo a boca o máximo que podia, começou a enfiar a cabeça da pica na boca.
Duncan me olhou e sorriu, mas não disse nada. Voltou a beijar Laura na boca enquanto minha mulher chupava ele. Eu continuava parado, com a taça na mão e a pica dura dentro da cueca. Laura se levantou e se ajoelhou entre as pernas do Duncan, começando a lamber as bolas dele enquanto Maria continuava chupando a pica. Laura foi subindo e, num dado momento, as línguas delas se encontraram. Com a primeira timidez da Maria, Laura começou a beijar ela com força e meter a língua na boca dela. Maria agarrou a pica com as duas mãos como se fossem tirar dela enquanto minha irmã a beijava. Ao mesmo tempo, Laura foi até a camiseta da minha mulher e tirou de uma vez pela cabeça, deixando Maria só de Meio tonta e com os peitos balançando dentro do sutiã. Laura beijou ela de novo, e Maria, se recuperando, agarrou a pica do Duncan de novo. Nesse momento, Duncan começou a se mexer e, se levantando um pouco, agarrou com a mão direita o peito esquerdo de Maria. Enquanto isso, Laura continuava beijando ela e foi mexer nos fechos do sutiã, deixando os peitos de Maria de fora. O mulato aproveitou pra se levantar e começar a chupar os peitos da minha mulher. Ela já tinha soltado a pica do Duncan e se reclinava enquanto minha irmã a beijava e Duncan a comia. Minha mulher se levantou um pouco e me olhou, mas eu estava paralisado, incapaz de reagir. Laura foi descendo e ficou na altura do Duncan, cada um chupando um peito dela. Maria ofegava de boca aberta e olhar perdido enquanto Laura descia até a cintura dela e puxava o shortinho e a calcinha ao mesmo tempo, deixando-a nua. Em seguida, enfiou a boca na buceta de Maria e começou a chupar e lamber o sexo da minha mulher. Duncan, como o melhor ator pornô, se levantou e ofereceu a pica pra Maria, colocando-a a centímetros do rosto dela. Maria abriu a boca e Duncan enfiou o máximo que pôde até ela dar uma tossidinha. Assim continuaram por um tempo até Maria começar a ofegar — ela estava gozando com a chupada que minha irmã tava dando. Laura se afastou um pouco sem parar de lamber, e Maria, tirando a pica da boca, soltou um gemido mais longo. Duncan sentou de novo no sofá, deixando a pica dura apontando pro teto, pedindo guerra. Maria olhou pra ele e pra mim e, num ato de sanidade, disse: "já, já chega". E foi na minha direção, se jogando aos meus pés e abraçando minhas pernas como quem busca perdão e compreensão. Laura olhou a cena, divertida, deu de ombros, subiu no sofá, baixou o shortinho que tava usando e montou na pica do mulato de costas pra gente. Começou a descer e enfiar ela devagar até que a bunda dela... topo com o corpo do Duncan.
Maria, sem parar de olhar a cena, disse: “porra, enfiou tudo”. Eu olhei pra ela e ela olhou pra mim. Enquanto minha irmãzinha fodia o Duncan, Maria percebeu que meu pau tava marcando totalmente duro debaixo da calça e me disse sorrindo: “sabia que você tava excitado”. Ela se levantou um pouco e baixou meu short e minha cueca até os joelhos, metendo meu pau na boca sem mais delongas. Depois de lamber o pau do Duncan, o meu devia parecer pequeno demais pra ela, mas ela se dedicou bem, tão bem que comecei a gozar em menos de um minuto. Ela, sem tempo, tentou engolir tudo, mas um jato ficou pendurado. Minha irmã e o Duncan, alheios ao boquete da Maria, tinham se virado um pouco ao me ouvir gemer e estavam rindo. Maria se levantou e disse: “nossa, como você tava quente, gozou com duas lambidas”. Eu não disse nada, mas sorri agradecido. Ela sentou do meu lado, mas Laura parou a foda com o Duncan e se levantou. Foi até a Maria e disse: “Vem, que hoje você não pode ficar sem foder.” Ela deixou pegar na mão e me olhou como quem pergunta o que fazer. Eu simplesmente concordei.
Com um gesto da Laura, Duncan se levantou com aquele troço duro e disse pra Maria se colocar de quatro no sofá que até então ele ocupava. Maria obedeceu sem reclamar, a boceta dela se abriu como uma flor e Laura aproveitou pra se abaixar e começar a lamber de novo. Minha mulher afundou a cabeça no sofá e apertou os punhos. Duncan soltou um grunhido e Laura se afastou, deixando a buceta da Maria toda molhada, aberta e brilhando. Duncan se abaixou um pouco e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta da Maria e, sem mais, empurrou devagar mas firme até enfiar tudo. Maria soltou um gemido longo e prolongado, meio abafado por ter o rosto contra o sofá. Duncan colocou uma perna no sofá pra melhorar a posição e começou um vai-e-vem lento que foi acelerando aos poucos. Laura se colocou atrás do namorado dela e começou a lamber a bunda e as bolas dele, que balançavam com o movimento. A cena da minha posição era brutal, minha mulher se mexia na frente e atrás sem nenhum controle, assim ficaram uns 2 ou 3 minutos que pareceram uma eternidade, quando a Maria levantou a cabeça e, ficando totalmente dura, começou a ofegar. O Duncan já tava fodendo e sendo chupado fazia quase uma hora e o filho da puta ainda não tinha gozado, deviam ter transado ele e minha irmã antes. A Maria começou a pedir pro Duncan parar, mas ele acelerou a fodida, a Maria pediu pra ele não gozar dentro, ele não parou e continuou metendo forte, e a Maria ofegou de novo dizendo: “que delícia, ahaahh”. Aí o Duncan começou a urrar, sinal claro de que tava gozando. Aos poucos foi ficando imóvel até que se jogou pro lado da Maria, mas sem tirar a pica da buceta dela. A Maria, completamente em transe, empurrava a bunda em direção ao Duncan como se quisesse continuar a fodida. A Laura ria e, me olhando, disse: “E aí, o que achou da minha cunhada? Gostou de ver como ela é uma puta e como o Duncan come ela?” Eu me recuperei por um instante e, na real, de repente fiquei bem puto com minha irmã, me levantei e fui até a Maria, peguei ela pelo braço e puxei ela pra cima. Ela, tirada de repente do transe de fodeção, se agitou um pouco e, se soltando bruscamente da minha mão, disse: “Me deixa, preciso sentir ela de novo” e, ajoelhando nas pernas do Duncan, meteu a pica dele, molhada de fluidos e começando a ficar mole, de novo na boca. Nessa posição, vi o esperma do Duncan escorrendo pela buceta dela e descendo pelas pernas. A Laura, no auge da perversão, também se jogou entre as pernas do namorado e disputava com minha mulher a pica dele. Eu não sabia o que fazer e falei: “Maria, já chega.” Ela virou a cabeça e, com uma cara de puta do caralho, disse: “Antonio, me espera na cama que já vou.” O Duncan soltou uma gargalhada sonora. As coisas tinham escapado completamente do meu controle.
Totalmente indignado e humilhado, me virei e fui pro meu quarto. Me joguei na cama, ciente do que tava rolando e de que tinha sido excluído. Sabia que eu era o culpado por ter deixado tudo isso acontecer e permitir que a Maria enlouquecesse naquela noite. Depois de um tempão remoendo na cabeça, levantei e, sem fazer barulho, saí do quarto pra ver o que tava pegando. Quando cheguei na sala, de um canto escuro, vi que a Maria, de quatro, tava sendo fodida brutalmente pelo Duncan, os peitos dela balançando violentamente pra frente e pra trás, enquanto a Laura, sentada na frente dela, fazia ela lamber a buceta. Maria gritava de prazer com a boca escancarada e os olhos arregalados. Num desses movimentos, ela levantou a cabeça, me viu no escuro e sorriu. Eu me afastei e voltei pra cama. Me deitei e percebi que tava com o pau duro. Lá no fundo, dava pra ouvir a Maria gritando de prazer, não consegui evitar e bati uma punheta, mesmo sentindo vergonha da galha que tavam me botando. Continuei ouvindo barulho por um tempo, não sei quanto tempo passou até que o silêncio chegou, deviam ter se passado horas, mas não tive coragem de levantar.
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