No trabalho, tudo era normal, exceto naquela sexta-feira. E, pra variar, os chefes saíram pra almoçar e, como era de se esperar, não voltariam mais, porque essas reuniões sempre terminavam num trânsito infernal. O mais lógico era que passaríamos o resto da tarde sem chefes, então aproveitei pra navegar na internet naquelas páginas que, claro, não podíamos ver quando o chefe estava por perto. Depois de ficar divagando, encontrei um site que me chamou a atenção, tanto que nem me liguei no tempo. Quando desci pro banheiro, percebi que todo mundo já tinha vazado correndo, como era de se esperar: quando não tem chefe, eles são bem pontuais pra sair. E, sinceramente, me deu vontade de fazer o mesmo, mas, apesar de ser sexta, eu não tinha nada programado, porque meu marido tinha me ligado antes pra avisar que ia ficar até tarde no trabalho, já que no dia seguinte teria inventário. Sem dúvida, ele chegaria em casa só pra dormir, que tédio. E numa sexta, eu tava morrendo de vontade de sair, pelo menos pra dançar, que é o que eu adoro. Subi pro meu escritório e continuei no site onde via fotos e vídeos adultos — e olha que eles cumpriam bem o objetivo, porque, sem perceber, eu me tocava por cima da saia. Enquanto via os vídeos, continuava fuçando em outra página até que encontrei uma série de vídeos onde um amador filmava a cena desde quando abordava as garotas na rua até terminar comendo elas no carro, na casa dele, no hotel, e até na rua, no parque e em alguns lugares públicos. Isso me fez lembrar do que aconteceu comigo há uns anos, mas essa é outra história. Segui a sequência desde a lábia de convencimento até elas terminarem gritando de prazer. Aquilo me deixou tão excitada que eu precisava me masturbar mais à vontade, porque minha mão na minha entreperna tava desconfortável, ainda mais com a calcinha no lugar. Então tirei a calcinha — afinal, tava sozinha no escritório, mas não sem antes ligar pra segurança pra confirmar. E foi assim. sentada com a
saia enrolada na cintura, posando minhas nádegas no banco e
com as pernas totalmente abertas, eu me dedava, embora as unhas me roçassem
já que elas estavam compridas. Sentia satisfação ao meter e tirar o dedo
indicador até que alcancei um orgasmo, mas queria mais, então
imaginando que eu era uma daquelas garotas que abordam na rua,
caminhei até o fundo do corredor ajustando a saia como
uma minissaia, imaginando que ao andar o ar que entrava por
baixo chamava a atenção de um cara que depois me abordava pensando
que eu era uma prostituta. Assim, até que terminei nua na sala
de reunião, só com os tênis, em cima da mesa, me dedando
e enfiando a caneta preta no meu cu, que delícia de sensação,
parecia algo novo que me deixava tão excitada, saber que estava totalmente pelada
esfregando minha nudez sobre a mesa, até que gozei num
orgasmo gostoso. E como era de se esperar, sempre que terminava de me masturbar,
o remorso me invadia. Então saí da sala catando a roupa
que larguei no corredor. Opa, o que eu estava fazendo andando
pelada no corredor? Não tem dúvida que quando a gente tá com tesão não
pensa. E como dessa vez não contei que as luzes acesas me
denunciavam para o depósito do outro lado, que também tinha as luzes
acesas no segundo andar, então rápido tentei abrir a
sala do meu chefe, que por sorte estava aberta. Não acendi a luz
e fechei a porta, e logo me espiei na janela que tinha a
persiana aberta. Parecia que ninguém tinha me visto. Dos escritórios
do outro lado tinha umas duas ou três pessoas, entre elas uma mulher.
Tentei me vestir, mas novamente o tesão tomou conta de mim,
então sentei na cadeira do meu chefe, peguei a caneta que estava na
agenda eletrônica dele, era mais comprida e grossa. Me deu na telha
meter ela na minha bucetinha. Hoooo, que gostoso, o corte fino na ponta
que imitava a pena de um pássaro me causava um certo prazer ao tirar e
meter. Sentei na mesa imaginando masturbar na frente do meu
chefinho, aiiii que delíciaaaa só de lembrar já tô me molhando, e
assim sentada na mesa subi as sapatilhas na borda da
mesa abrindo as pernas e deixando meus sucos molharem a
mesa, me deitei sobre ela sentindo o frio da
fórmica das minhas costas até meus peitos, me levantei e sem descer
da mesa me espiei pra rua pela janela, tava muito
escuro, quem ia imaginar que eu tava ali pelada, então fiquei
de pé e dançando em cima da mesa imaginei que era uma daquelas
dançarinas de boate, primeiro fechei um pouco as persianas mas depois
já tava tão tarada que não me importei se alguém pudesse me ver, ainda mais
se fosse dos escritórios da frente, então abri totalmente as
persianas enquanto dançava passando as mãos por todo meu corpo,
isso era demais pra estar tão quente, mas a verdade é que eu me
sentia tão solta e safada que queria algo mais forte e
principalmente real, mas um arrependimento veio na minha mente, não tava no
lugar certo se quisesse que fosse real, então desci da
mesa, vesti o sutiã a blusa e a saia, saí pro meu
lugar de trabalho e ao ver o monitor continuei minha busca mas dessa
vez procurava fotos de homens musculosos e com armamentos potentes
que já devem imaginar me deixaram mais cachorra do que nunca, já não aguentava
mais, precisava mesmo ser comida, não bastava enfiar o
marcador que era a única coisa que lembrava a grossura, tava
até o fundo da minha alma, quase se escondia inteiro na minha bucetinha,
tinha uma perna levantada apoiada no dispensador de papel com
a bunda pelada na cadeira e de novo com a saia enrolada
na cintura, enfiava o marcador até o fundo sumindo
totalmente na minha bucetinha e de novo deixava ele sair, assim brincava num
vai e vem, sentia que logo ia ter um grande gozo
quando ouvi o rangido da porta, era a entrada principal que estava lá embaixo, rapidinho me safei do marcador, peguei minhas calcinhas e coloquei, mal tinha ajustado na cintura, quando ouço a voz (era o policial): "Oi, ainda tá aí, senhorita? Uppsss". Ele vinha subindo as escadas, deixei cair minha saia que estava enrolada. "Sim, polícia, já tô fechando, me dá 5 minutos." Rapidinho fechei os programas de internet, ups, tava guardando minhas coisas quando percebi que ele já estava do meu lado. Uppsss, que vergonha, por pouco ele não me pegava. Me senti corada, não virei o rosto pra ele, e com o cheiro de sexo nas minhas mãos. Novamente falei: "Me dá 5 minutos pra terminar de guardar e desligar o servidor." "Não se preocupe, senhorita, a senhora já sabe, só tô fazendo minhas rondas pra saber se já posso apagar a luz." "É verdade, não se preocupe, daqui a pouco quando eu descer, eu apago aqui em cima." "Obrigado, senhorita, só espero a senhora, é que tenho que sair pra comprar algo pra jantar." "Sim, polícia, já vou." Com a pressa e o medo de que o policial tivesse me descoberto, nem passei no banheiro. Além disso, já era muito tarde, quase 8 da noite, a rua estava escura e bem deserta, porque naquela hora, como é zona industrial, já não andava ninguém. Um ou outro carro passava, mas parecia não chamar atenção como quando eu estudava, que sempre que andava de noite e até de dia, nunca faltava quem me assobiasse, me chamasse pro carro fingindo que ia perguntar um endereço, e até me propor coisas e, por que não dizer, me agarrar e até vulgaridades mais horrendas que se possa imaginar. Mas parecia que esses tempos já tinham passado, e será que eu tava errada? Porque como dizem por aí, ainda dava o caldo, mas dessa vez que eu tava precisando de uma aventura, parecia que não tinha com quem. Assim, atravessei a avenida pra passar por debaixo de uma ponte veicular; no meio tinha um jardim. O corredor sempre era iluminado, mas dessa vez tava escuro, só os reflexos dos carros que passavam por cima iluminavam um pouco. Lembrei do que alguns anos atrás aconteceu com um dos meus tantos namorados, exatamente quando estávamos em... No faje, os dois estávamos de calcinha e, como ele se achava no direito, imaginem só no escurinho no meio das pontes. Ou seja, é só uma ponte que separa um sentido do outro e no meio tem uma árvore, jardins e grama, o que é muito propício pra dar uma trepadinha quando não passa mais ninguém por ali, já que, como falei, é zona industrial. Lembro que era mais ou menos o mesmo horário, e eu estava no maior faje, deitada nas pernas dele, me deixando apalpar os peitos, com a saia até a cintura e a calcinha lá embaixo, bem presa no tênis, e sem sutiã, mas com a blusa vestida, claro, um pouco desabotoada. Quando ouvimos alguém vindo bem pelo caminho do jardim onde estávamos deitados, eu me levantei rápido, peguei minha bolsa e quase caí com a calcinha presa no tênis. Mal me desvencilhei e atravessei a ponte correndo até a lateral da avenida, tentando pegar o primeiro ônibus que passasse, quando percebi que meus peitos estavam totalmente à mostra. Abotoei a blusa e subi no ônibus. Essa odisseia nunca vou esquecer, porque saí correndo pensando que era um policia que ia me parar, como outra vez que aconteceu com outro namorado, mas essa é outra história. Embora no dia seguinte meu namorado tenha dito que não era nada, que era só um casal passando por ali, e que provavelmente estávamos ocupando o lugar deles. A única merda foi que perdi minha calcinha e tive que ir pra casa assim. Desde então, descobri que gostava de me exibir, e como já estava com tesão, me joguei bem ali no meio da grama, debaixo da sombra de uma árvore frondosa. Parecia que não vinha ninguém, e estava tão escuro que ninguém ia pensar em passar por ali, a não ser que fosse um casal. Assim, lembrando daquela liberdade que senti quando saí correndo sem calcinha e, além disso, sentir aquela sensação de estar livre e pelada no escritório, me deixava toda molhada. Então, sem pensar duas vezes, levantei minha saia, tirei a calcinha, que por sinal já estava encharcada de tanto tesão. Excitação. Na mesma hora tirei a blusa e em seguida o sutiã. Por um momento senti medo de que alguém pudesse me ver, mas a tesão era maior e rapidamente deixei a saia cair. Assim, toquei meu corpo que ardia de desejo de ser possuída. Me agachei sem dobrar os joelhos pra procurar algo que eu precisava enfiar em mim. O mais parecido que encontrei foi minha escova, então enfiei o cabo, segurando pelas cerdas. Que delícia! Queria ter um orgasmo rápido, mas em vez de conseguir, parecia que eu precisava de algo mais. Acho que se naquele momento um homem tivesse passado por ali, eu teria deixado ele fazer o que quisesse. Caminhei pelo gramado no meio do jardim até chegar no corredor mais escuro, debaixo da ponte até a avenida, como se esperasse que alguém me visse. Andei pelo jardim inteiro pelada e, como consolo, voltei pra onde tinha deixado minha roupa no chão. Peguei a escova e, de novo, numa tentativa desesperada, tentei conseguir um orgasmo. Tava muito molhada, mas queria mais. Parecia uma puta no cio. Só faltava cobrar. Esse pensamento me fez lembrar de uma conversa que ouvi escondida, onde um perguntava pro outro se ele já tinha comido aquelas minas que ficavam na esquina de gelada. O outro respondeu que não, porque elas eram viados, e que sem dúvida tava ali porque na vinha do Senhor tinha de tudo pra todo mundo, e que com certeza não faltava macho que gostava de pegar eles. Ouvi mais coisas, mas essa lembrança me fez pensar: se tinha quem comesse os viados, por que não eu? Não quis duvidar mais. Se teria sorte ou não, era algo que eu colocaria em prática e assim saberia. Me vesti rápido. A calcinha tava molhada daquele jeito e, como não tinha papel, limpei bem meu sexo com ela e deixei numa das bancas do corredor, como um presente pra qualquer garoto que tivesse coragem de pegar. Ajustei a saia como colegial. Usava ela quatro dedos acima do joelho, mas dessa vez ajustei na cintura, como fazia no colégio, deixando escassamente quatro dedos. debaixo da minha buceta
claro que se eu me abaixasse, dava pra ver minha calcinha, mas dessa vez o que iam ver seria surpresa, só pra quem eu quisesse mostrar, como em outras ocasiões. só teria que tomar um pouco de cuidado ao subir as escadas. assim, peguei o pesero pra Pantitlán e depois o metrô até Gelatao. sentei pra esperar naquela base de cimento que colocam no meio do corredor, que tava bem gelada, ainda mais sabendo que eu tava de bunda de fora na discrição. olhei o relógio: eram 9h15. segundo as meninas, elas chegam depois das 10 da noite, quando quase ninguém mais anda por onde elas ficam. então decidi dar uma volta pelo metrô, esperando a safadeza que me excitava vendo os olhares dos caras e dos senhores que me devoravam com os olhos. assim, peguei o metrô até Los Reyes, desci e esperei todo mundo subir as escadas. como precaução, fiquei no corredor perto da bilheteria e andei na passarela fingindo esperar alguém. a verdade é que eu tava me exibindo, porque não faltava um tarado que olhava pra cima da passarela. quando isso acontecia, eu facilitava a visão abrindo as pernas. assim, mudei de lugar e de posição: numa hora mostrava a frente, noutra a traseira. como vocês podem imaginar, eu tava vestida, mas não faltou quem me falasse alguma coisa, até o policial — a única pessoa que eu dei atenção. me atrevi a dizer pra ele que, se ele me desse o troco, meu namorado seria capaz de levar gaia até com um policial. ele entendeu na hora, topou, mas lembrou que tava de serviço. disse que, se eu quisesse, ele voltaria outro dia mais tarde, quando não tivesse mais ninguém. peguei o metrô e desci em Gelatao, do lado direito. caminhei pela avenida em direção à clínica 25, que é o lugar onde as putas de salto ficam. olhei o relógio: eram 10h15. e, de fato, tinha várias que me encararam como se eu fosse roubar o ponto delas. senti medo, mas meu tesão era maior. cada hora eu parava numa esquina, num lugar escuro, e tirava um tempinho pra mim. Fingindo que esperava alguém, foi assim que fiz
até a sexta esquina. O ventinho, em vez de me esfriar, me excitava
ao entrar por baixo da minha saia curta e, por cima, mesmo usando um sutiã
bem tradicional, me sentia quase nua, já que a blusa era quase
transparente. Fiquei ali umas meia hora. Três vezes
pararam dois carros e uma caminhonete, mas quando eu me aproximava, parecia
que se assustavam ou não gostavam de mim, porque arrancavam na hora.
Será que era porque eu não sabia me comportar como uma puta ou minha
insegurança fazia eles duvidarem se eu era ou não uma profissional?
Fiquei desanimada. Será que pra isso também tinha que ter coragem?
Então decidi andar e virei na próxima esquina, rumo à avenida
Texcoco. Ia no meio da rua, que mais parecia um beco, estava muito
sombrio, alguns postes não funcionavam. Parei pra vestir o casaco
que estava pendurado na minha bolsa, quando a luz de uma caminhonete
me cegou, se aproximando da calçada. Rapidamente me aproximei
do estribo e, sem hesitar, subi até a janela pra atender aquele
cara que me chamava, abrindo a porta.
— Eu: "E aí, gato? Vamos nessa?"
— Ele: "Quanto você cobra?"
— Eu: "Bom, pra você, $$$."
— Ele: "Assim? Por que tanto, mamacita?"
— Eu: "Quanto eles te cobram?"
Ele ficou desconfiado, dizia que por ali tinha muito tira,
e tentou confirmar, mas eu falei que não precisava
colocar a mão, eu mesma levantei a saia minúscula e ele
ficou surpreso, dizendo que eu era uma puta de verdade.
Aí eu afirmei que valia o que cobrava, mas ele dizia que era caro.
Só que, como ele tava tarado, fiz um desconto total. O que me interessava
era saciar aquela vontade imensa de transar com alguém que não fosse meu
marido. Com ele, o que pagasse no hotel, me desse por fora e
faria o que ele pedisse. Ele concordou e apagou as luzes.
Tava muito escuro e a caminhonete era daquelas altas, de carga, que ninguém
ia perceber que a gente tava ali fodendo. Estacionou a
caminhonete direitinho. Assim, pronta pra tudo, me ajoelhei no banco. do copiloto e
fui em busca do cock dele, tirei pra fora e comecei a dar umas boas
mamadas, ele percorria minhas costas nuas depois de tirar minha blusa e
o sutiã e apalpava meus peitos que estavam como duas bolas
balançando enquanto eu chupava aquele pinto agridoce mas tasty, parecia
que crescia mais e mais conforme eu enfiava na minha boca, ele com uma mão
percorria minha pussy que já escorria, não aguentava mais, precisava
possuir aquele male com cheiro de homem todo suado, queria ver ele
pelado, então com a ajuda dele só consegui abaixar as
calças com a cueca até os tornozelos, que ovões ele
carregava, parecia estar muito cheio, ele reclinou o banco pra trás e
logo montei nele pra cavalgar do meu jeito, que tasty pinto ele tinha,
mais grosso que o do meu marido, esse era mais comprido e grosso que
se encaixava perfeitamente na minha pussy, gozei sentando e
quando cansava meu peito se apoiava no volante, deixava que ele
me comesse do jeito dele, assim consegui dois orgasmos tão intensos como nunca,
tão gostosos que até sentia escorrer meus sucos entre minhas
pernas, logo senti aquilo que tinha dentro se
contorcendo, depois de me recuperar ali sentada no membro dele e
abraçada por aquele male, senti a flacidez do pinto dele
saindo entre minhas nádegas, tirei a camisinha, e logo
chupava ele até deixar limpo, eu queria mais, então dei umas
mamadas e não foi difícil, ele reviveu logo e ficou duro,
montei nele de novo mas dessa vez apoiei meus sapatos ao lado da
cintura dele no banco e assim me deixei cair suavemente
enfiando ele no bum, quando tive tudo dentro o
abracei e beijei, pois estávamos cara a cara, e assim ele me segurou pelas
nádegas e apoiada em mim começamos um tasty sobe e desce, eu gemia de
prazer, parecia que me perfurava um pepino, que yummy cock esse cara tinha,
aaaagggggggg só de lembrar já estou molhada, assim não
duramos muito porque o tesão de ser descoberta pela janela e,
sabendo que estava num lugar público, isso me excitava ainda mais.
Explodi num gostoso orgasmo, ia no segundo quando ele explodiu,
jogando todo o sêmen dele no meu cu, que sensação deliciosa. Depois de
nos recuperarmos, me vesti: o sutiã e a blusa, por cima o suéter e embaixo
só a saia, já que não estava de calcinha. Em seguida,
fui para a avenida Texcoco, onde peguei um táxi pra casa, já que moro
por perto. Enquanto voltava pra casa, pensava, incrédula, que
fui capaz de me prostituir e como foi fácil ganhar dinheiro com
aquilo, além de ter aproveitado. Ainda não cabia na minha cabeça, mas
me senti tão puta, sabendo que tinha sido comida. Sentada no banco
de trás do táxi, sentia o sêmen escorrendo, então, pra não
sujar minha saia, cruzei as pernas discretamente, sentando minhas nádegas
nuas no banco. Cada vez que passava por um quebra-molas, aproveitava
pra esfregar minha bunda no assento, e só não fiz mais porque
o taxista não era gostoso, senão teria pago com o cartão. Assim cheguei
em casa, onde caí de exausta, que nem percebi a que horas meu
marido chegou. Essa foi a descoberta de como me prostituí
pela primeira vez. Depois de algumas semanas, tentei fazer isso mais vezes,
mas essa é outra história. Espero que tenham gostado :D
saia enrolada na cintura, posando minhas nádegas no banco e
com as pernas totalmente abertas, eu me dedava, embora as unhas me roçassem
já que elas estavam compridas. Sentia satisfação ao meter e tirar o dedo
indicador até que alcancei um orgasmo, mas queria mais, então
imaginando que eu era uma daquelas garotas que abordam na rua,
caminhei até o fundo do corredor ajustando a saia como
uma minissaia, imaginando que ao andar o ar que entrava por
baixo chamava a atenção de um cara que depois me abordava pensando
que eu era uma prostituta. Assim, até que terminei nua na sala
de reunião, só com os tênis, em cima da mesa, me dedando
e enfiando a caneta preta no meu cu, que delícia de sensação,
parecia algo novo que me deixava tão excitada, saber que estava totalmente pelada
esfregando minha nudez sobre a mesa, até que gozei num
orgasmo gostoso. E como era de se esperar, sempre que terminava de me masturbar,
o remorso me invadia. Então saí da sala catando a roupa
que larguei no corredor. Opa, o que eu estava fazendo andando
pelada no corredor? Não tem dúvida que quando a gente tá com tesão não
pensa. E como dessa vez não contei que as luzes acesas me
denunciavam para o depósito do outro lado, que também tinha as luzes
acesas no segundo andar, então rápido tentei abrir a
sala do meu chefe, que por sorte estava aberta. Não acendi a luz
e fechei a porta, e logo me espiei na janela que tinha a
persiana aberta. Parecia que ninguém tinha me visto. Dos escritórios
do outro lado tinha umas duas ou três pessoas, entre elas uma mulher.
Tentei me vestir, mas novamente o tesão tomou conta de mim,
então sentei na cadeira do meu chefe, peguei a caneta que estava na
agenda eletrônica dele, era mais comprida e grossa. Me deu na telha
meter ela na minha bucetinha. Hoooo, que gostoso, o corte fino na ponta
que imitava a pena de um pássaro me causava um certo prazer ao tirar e
meter. Sentei na mesa imaginando masturbar na frente do meu
chefinho, aiiii que delíciaaaa só de lembrar já tô me molhando, e
assim sentada na mesa subi as sapatilhas na borda da
mesa abrindo as pernas e deixando meus sucos molharem a
mesa, me deitei sobre ela sentindo o frio da
fórmica das minhas costas até meus peitos, me levantei e sem descer
da mesa me espiei pra rua pela janela, tava muito
escuro, quem ia imaginar que eu tava ali pelada, então fiquei
de pé e dançando em cima da mesa imaginei que era uma daquelas
dançarinas de boate, primeiro fechei um pouco as persianas mas depois
já tava tão tarada que não me importei se alguém pudesse me ver, ainda mais
se fosse dos escritórios da frente, então abri totalmente as
persianas enquanto dançava passando as mãos por todo meu corpo,
isso era demais pra estar tão quente, mas a verdade é que eu me
sentia tão solta e safada que queria algo mais forte e
principalmente real, mas um arrependimento veio na minha mente, não tava no
lugar certo se quisesse que fosse real, então desci da
mesa, vesti o sutiã a blusa e a saia, saí pro meu
lugar de trabalho e ao ver o monitor continuei minha busca mas dessa
vez procurava fotos de homens musculosos e com armamentos potentes
que já devem imaginar me deixaram mais cachorra do que nunca, já não aguentava
mais, precisava mesmo ser comida, não bastava enfiar o
marcador que era a única coisa que lembrava a grossura, tava
até o fundo da minha alma, quase se escondia inteiro na minha bucetinha,
tinha uma perna levantada apoiada no dispensador de papel com
a bunda pelada na cadeira e de novo com a saia enrolada
na cintura, enfiava o marcador até o fundo sumindo
totalmente na minha bucetinha e de novo deixava ele sair, assim brincava num
vai e vem, sentia que logo ia ter um grande gozo
quando ouvi o rangido da porta, era a entrada principal que estava lá embaixo, rapidinho me safei do marcador, peguei minhas calcinhas e coloquei, mal tinha ajustado na cintura, quando ouço a voz (era o policial): "Oi, ainda tá aí, senhorita? Uppsss". Ele vinha subindo as escadas, deixei cair minha saia que estava enrolada. "Sim, polícia, já tô fechando, me dá 5 minutos." Rapidinho fechei os programas de internet, ups, tava guardando minhas coisas quando percebi que ele já estava do meu lado. Uppsss, que vergonha, por pouco ele não me pegava. Me senti corada, não virei o rosto pra ele, e com o cheiro de sexo nas minhas mãos. Novamente falei: "Me dá 5 minutos pra terminar de guardar e desligar o servidor." "Não se preocupe, senhorita, a senhora já sabe, só tô fazendo minhas rondas pra saber se já posso apagar a luz." "É verdade, não se preocupe, daqui a pouco quando eu descer, eu apago aqui em cima." "Obrigado, senhorita, só espero a senhora, é que tenho que sair pra comprar algo pra jantar." "Sim, polícia, já vou." Com a pressa e o medo de que o policial tivesse me descoberto, nem passei no banheiro. Além disso, já era muito tarde, quase 8 da noite, a rua estava escura e bem deserta, porque naquela hora, como é zona industrial, já não andava ninguém. Um ou outro carro passava, mas parecia não chamar atenção como quando eu estudava, que sempre que andava de noite e até de dia, nunca faltava quem me assobiasse, me chamasse pro carro fingindo que ia perguntar um endereço, e até me propor coisas e, por que não dizer, me agarrar e até vulgaridades mais horrendas que se possa imaginar. Mas parecia que esses tempos já tinham passado, e será que eu tava errada? Porque como dizem por aí, ainda dava o caldo, mas dessa vez que eu tava precisando de uma aventura, parecia que não tinha com quem. Assim, atravessei a avenida pra passar por debaixo de uma ponte veicular; no meio tinha um jardim. O corredor sempre era iluminado, mas dessa vez tava escuro, só os reflexos dos carros que passavam por cima iluminavam um pouco. Lembrei do que alguns anos atrás aconteceu com um dos meus tantos namorados, exatamente quando estávamos em... No faje, os dois estávamos de calcinha e, como ele se achava no direito, imaginem só no escurinho no meio das pontes. Ou seja, é só uma ponte que separa um sentido do outro e no meio tem uma árvore, jardins e grama, o que é muito propício pra dar uma trepadinha quando não passa mais ninguém por ali, já que, como falei, é zona industrial. Lembro que era mais ou menos o mesmo horário, e eu estava no maior faje, deitada nas pernas dele, me deixando apalpar os peitos, com a saia até a cintura e a calcinha lá embaixo, bem presa no tênis, e sem sutiã, mas com a blusa vestida, claro, um pouco desabotoada. Quando ouvimos alguém vindo bem pelo caminho do jardim onde estávamos deitados, eu me levantei rápido, peguei minha bolsa e quase caí com a calcinha presa no tênis. Mal me desvencilhei e atravessei a ponte correndo até a lateral da avenida, tentando pegar o primeiro ônibus que passasse, quando percebi que meus peitos estavam totalmente à mostra. Abotoei a blusa e subi no ônibus. Essa odisseia nunca vou esquecer, porque saí correndo pensando que era um policia que ia me parar, como outra vez que aconteceu com outro namorado, mas essa é outra história. Embora no dia seguinte meu namorado tenha dito que não era nada, que era só um casal passando por ali, e que provavelmente estávamos ocupando o lugar deles. A única merda foi que perdi minha calcinha e tive que ir pra casa assim. Desde então, descobri que gostava de me exibir, e como já estava com tesão, me joguei bem ali no meio da grama, debaixo da sombra de uma árvore frondosa. Parecia que não vinha ninguém, e estava tão escuro que ninguém ia pensar em passar por ali, a não ser que fosse um casal. Assim, lembrando daquela liberdade que senti quando saí correndo sem calcinha e, além disso, sentir aquela sensação de estar livre e pelada no escritório, me deixava toda molhada. Então, sem pensar duas vezes, levantei minha saia, tirei a calcinha, que por sinal já estava encharcada de tanto tesão. Excitação. Na mesma hora tirei a blusa e em seguida o sutiã. Por um momento senti medo de que alguém pudesse me ver, mas a tesão era maior e rapidamente deixei a saia cair. Assim, toquei meu corpo que ardia de desejo de ser possuída. Me agachei sem dobrar os joelhos pra procurar algo que eu precisava enfiar em mim. O mais parecido que encontrei foi minha escova, então enfiei o cabo, segurando pelas cerdas. Que delícia! Queria ter um orgasmo rápido, mas em vez de conseguir, parecia que eu precisava de algo mais. Acho que se naquele momento um homem tivesse passado por ali, eu teria deixado ele fazer o que quisesse. Caminhei pelo gramado no meio do jardim até chegar no corredor mais escuro, debaixo da ponte até a avenida, como se esperasse que alguém me visse. Andei pelo jardim inteiro pelada e, como consolo, voltei pra onde tinha deixado minha roupa no chão. Peguei a escova e, de novo, numa tentativa desesperada, tentei conseguir um orgasmo. Tava muito molhada, mas queria mais. Parecia uma puta no cio. Só faltava cobrar. Esse pensamento me fez lembrar de uma conversa que ouvi escondida, onde um perguntava pro outro se ele já tinha comido aquelas minas que ficavam na esquina de gelada. O outro respondeu que não, porque elas eram viados, e que sem dúvida tava ali porque na vinha do Senhor tinha de tudo pra todo mundo, e que com certeza não faltava macho que gostava de pegar eles. Ouvi mais coisas, mas essa lembrança me fez pensar: se tinha quem comesse os viados, por que não eu? Não quis duvidar mais. Se teria sorte ou não, era algo que eu colocaria em prática e assim saberia. Me vesti rápido. A calcinha tava molhada daquele jeito e, como não tinha papel, limpei bem meu sexo com ela e deixei numa das bancas do corredor, como um presente pra qualquer garoto que tivesse coragem de pegar. Ajustei a saia como colegial. Usava ela quatro dedos acima do joelho, mas dessa vez ajustei na cintura, como fazia no colégio, deixando escassamente quatro dedos. debaixo da minha buceta
claro que se eu me abaixasse, dava pra ver minha calcinha, mas dessa vez o que iam ver seria surpresa, só pra quem eu quisesse mostrar, como em outras ocasiões. só teria que tomar um pouco de cuidado ao subir as escadas. assim, peguei o pesero pra Pantitlán e depois o metrô até Gelatao. sentei pra esperar naquela base de cimento que colocam no meio do corredor, que tava bem gelada, ainda mais sabendo que eu tava de bunda de fora na discrição. olhei o relógio: eram 9h15. segundo as meninas, elas chegam depois das 10 da noite, quando quase ninguém mais anda por onde elas ficam. então decidi dar uma volta pelo metrô, esperando a safadeza que me excitava vendo os olhares dos caras e dos senhores que me devoravam com os olhos. assim, peguei o metrô até Los Reyes, desci e esperei todo mundo subir as escadas. como precaução, fiquei no corredor perto da bilheteria e andei na passarela fingindo esperar alguém. a verdade é que eu tava me exibindo, porque não faltava um tarado que olhava pra cima da passarela. quando isso acontecia, eu facilitava a visão abrindo as pernas. assim, mudei de lugar e de posição: numa hora mostrava a frente, noutra a traseira. como vocês podem imaginar, eu tava vestida, mas não faltou quem me falasse alguma coisa, até o policial — a única pessoa que eu dei atenção. me atrevi a dizer pra ele que, se ele me desse o troco, meu namorado seria capaz de levar gaia até com um policial. ele entendeu na hora, topou, mas lembrou que tava de serviço. disse que, se eu quisesse, ele voltaria outro dia mais tarde, quando não tivesse mais ninguém. peguei o metrô e desci em Gelatao, do lado direito. caminhei pela avenida em direção à clínica 25, que é o lugar onde as putas de salto ficam. olhei o relógio: eram 10h15. e, de fato, tinha várias que me encararam como se eu fosse roubar o ponto delas. senti medo, mas meu tesão era maior. cada hora eu parava numa esquina, num lugar escuro, e tirava um tempinho pra mim. Fingindo que esperava alguém, foi assim que fiz
até a sexta esquina. O ventinho, em vez de me esfriar, me excitava
ao entrar por baixo da minha saia curta e, por cima, mesmo usando um sutiã
bem tradicional, me sentia quase nua, já que a blusa era quase
transparente. Fiquei ali umas meia hora. Três vezes
pararam dois carros e uma caminhonete, mas quando eu me aproximava, parecia
que se assustavam ou não gostavam de mim, porque arrancavam na hora.
Será que era porque eu não sabia me comportar como uma puta ou minha
insegurança fazia eles duvidarem se eu era ou não uma profissional?
Fiquei desanimada. Será que pra isso também tinha que ter coragem?
Então decidi andar e virei na próxima esquina, rumo à avenida
Texcoco. Ia no meio da rua, que mais parecia um beco, estava muito
sombrio, alguns postes não funcionavam. Parei pra vestir o casaco
que estava pendurado na minha bolsa, quando a luz de uma caminhonete
me cegou, se aproximando da calçada. Rapidamente me aproximei
do estribo e, sem hesitar, subi até a janela pra atender aquele
cara que me chamava, abrindo a porta.
— Eu: "E aí, gato? Vamos nessa?"
— Ele: "Quanto você cobra?"
— Eu: "Bom, pra você, $$$."
— Ele: "Assim? Por que tanto, mamacita?"
— Eu: "Quanto eles te cobram?"
Ele ficou desconfiado, dizia que por ali tinha muito tira,
e tentou confirmar, mas eu falei que não precisava
colocar a mão, eu mesma levantei a saia minúscula e ele
ficou surpreso, dizendo que eu era uma puta de verdade.
Aí eu afirmei que valia o que cobrava, mas ele dizia que era caro.
Só que, como ele tava tarado, fiz um desconto total. O que me interessava
era saciar aquela vontade imensa de transar com alguém que não fosse meu
marido. Com ele, o que pagasse no hotel, me desse por fora e
faria o que ele pedisse. Ele concordou e apagou as luzes.
Tava muito escuro e a caminhonete era daquelas altas, de carga, que ninguém
ia perceber que a gente tava ali fodendo. Estacionou a
caminhonete direitinho. Assim, pronta pra tudo, me ajoelhei no banco. do copiloto e
fui em busca do cock dele, tirei pra fora e comecei a dar umas boas
mamadas, ele percorria minhas costas nuas depois de tirar minha blusa e
o sutiã e apalpava meus peitos que estavam como duas bolas
balançando enquanto eu chupava aquele pinto agridoce mas tasty, parecia
que crescia mais e mais conforme eu enfiava na minha boca, ele com uma mão
percorria minha pussy que já escorria, não aguentava mais, precisava
possuir aquele male com cheiro de homem todo suado, queria ver ele
pelado, então com a ajuda dele só consegui abaixar as
calças com a cueca até os tornozelos, que ovões ele
carregava, parecia estar muito cheio, ele reclinou o banco pra trás e
logo montei nele pra cavalgar do meu jeito, que tasty pinto ele tinha,
mais grosso que o do meu marido, esse era mais comprido e grosso que
se encaixava perfeitamente na minha pussy, gozei sentando e
quando cansava meu peito se apoiava no volante, deixava que ele
me comesse do jeito dele, assim consegui dois orgasmos tão intensos como nunca,
tão gostosos que até sentia escorrer meus sucos entre minhas
pernas, logo senti aquilo que tinha dentro se
contorcendo, depois de me recuperar ali sentada no membro dele e
abraçada por aquele male, senti a flacidez do pinto dele
saindo entre minhas nádegas, tirei a camisinha, e logo
chupava ele até deixar limpo, eu queria mais, então dei umas
mamadas e não foi difícil, ele reviveu logo e ficou duro,
montei nele de novo mas dessa vez apoiei meus sapatos ao lado da
cintura dele no banco e assim me deixei cair suavemente
enfiando ele no bum, quando tive tudo dentro o
abracei e beijei, pois estávamos cara a cara, e assim ele me segurou pelas
nádegas e apoiada em mim começamos um tasty sobe e desce, eu gemia de
prazer, parecia que me perfurava um pepino, que yummy cock esse cara tinha,
aaaagggggggg só de lembrar já estou molhada, assim não
duramos muito porque o tesão de ser descoberta pela janela e,
sabendo que estava num lugar público, isso me excitava ainda mais.
Explodi num gostoso orgasmo, ia no segundo quando ele explodiu,
jogando todo o sêmen dele no meu cu, que sensação deliciosa. Depois de
nos recuperarmos, me vesti: o sutiã e a blusa, por cima o suéter e embaixo
só a saia, já que não estava de calcinha. Em seguida,
fui para a avenida Texcoco, onde peguei um táxi pra casa, já que moro
por perto. Enquanto voltava pra casa, pensava, incrédula, que
fui capaz de me prostituir e como foi fácil ganhar dinheiro com
aquilo, além de ter aproveitado. Ainda não cabia na minha cabeça, mas
me senti tão puta, sabendo que tinha sido comida. Sentada no banco
de trás do táxi, sentia o sêmen escorrendo, então, pra não
sujar minha saia, cruzei as pernas discretamente, sentando minhas nádegas
nuas no banco. Cada vez que passava por um quebra-molas, aproveitava
pra esfregar minha bunda no assento, e só não fiz mais porque
o taxista não era gostoso, senão teria pago com o cartão. Assim cheguei
em casa, onde caí de exausta, que nem percebi a que horas meu
marido chegou. Essa foi a descoberta de como me prostituí
pela primeira vez. Depois de algumas semanas, tentei fazer isso mais vezes,
mas essa é outra história. Espero que tenham gostado :D
2 comentários - La primera vez que me prostitui :P