Comi a namorada do meu amigo no aniversário dele

Me chamo Fernando, sou um cara não muito alto, 1,78m, corpo normal, me cuido na academia e, no geral, sou comum. A história aconteceu comigo há pouco mais de 1 ano, no aniversário de um amigo. Ia comemorar na casa dele com muita gente conhecida, mas o que me interessava mesmo era saber se iam ter mulheres. Perguntei pra ele, e ele disse que sim, que não precisava me preocupar, porque a namorada dele ia levar várias amigas.

Chegou o dia esperado. Fui pra festa com uns amigos e, bom, chegamos tarde. Já tava pensando que podiam ter levado todas as mulheres boas e deixado as sobras pra gente, mas não, lá tinha bastante opção e fomos pra cima. O problema foi quando vi a namorada do meu amigo: vestidinho preto curto, cobria o básico e mostrava aquelas pernas que pareciam não ter fim, e ainda com um peito que fazia as alças do vestido sofrerem. Ela se chamava Silvia, já conhecia ela, mas nunca tinha visto ela tão pelada daquele jeito. A noite toda conversando com as minas sem dar bola, eu já tinha um objetivo: era a namorada do meu amigo.

A noite foi passando e eu fui percebendo umas coisas, como meu amigo tratava ela com muita delicadeza, delicadeza demais. Beijos só o básico, poucas carícias e nada de apalpadas. Pô, se eu tivesse uma mulher daquelas, o que eu não faria, pensava. Por isso, decidi que aquela mulher ia saber o que é um homem de verdade e não (desculpa, amigo) um viadinho, como chamo os caras que têm namorada assim e não sabem aproveitar. Assim, fui falar com ela. Vale dizer que nunca tinha conversado muito com ela, sempre foi um "oi" e "tchau", mas essa era a minha chance. Meu amigo já tava muito bêbado, e ela tava sozinha, encostada numa parede, olhando o povo dançar e ouvindo a música que tocava no talo. Cheguei perto, bem perto pra ela me ouvir, e comecei a conversa.

— Oi, Silvia, você tá muito gostosa hoje. Onde escondeu esse corpanzil?
— Jiji — ela riu — é sim? que a gente se vê muito pouco, Fer, e bom, meu namorado não gosta que eu vista roupas tão provocantes assim

- Pois eu adoro você assim, gata, devia usar mais roupas como essa e não dar tanta bola pro bêbado do seu namorado - falei olhando pro sofá onde meu amigo tava

- Jiji, cê acha?

- Ué, menina, com esse vestido dá pra ver umas curvas que eu já queria ter nas mãos

- Ai, Fer, não fala isso que meu namorado tá aqui

- Qual é, seu namorado não sabe valorizar o que tem, então outra pessoa vai ter que valorizar, né?

- Bãão...

Era minha hora, esse "bãão" já tinha me dito tudo, mostrou que ela não tava muito satisfeita com o jeito que o namorado tratava ela, precisava de algo mais.

- Lindona, não se preocupa com seu namorado, ele tá lá largado e meio dormindo - falei enquanto meus dedos já roçavam a cintura dela

- É, ele não aguenta muita bebida, no primeiro gole já fica ruim

- E deixa a namorada aqui sozinha e entediada - meus dedos já estavam avançando e tinham chegado naquela bunda que eu tinha descoberto hoje graças a esse vestidinho preto

- Um pouco entediada, tô sim, pra ser sincera

- Bom, não se preocupa, agora eu tô aqui pra você se divertir um pouco

terminei a frase e parti pro ataque, meti a mão por baixo do vestido e coloquei na bunda dela, apertando bem forte, quase levantei ela de tão forte que segurei, isso assustou ela um pouco e ela se afastou, mas eu me grudei ainda mais nela.

- Fer, para com isso, meu namorado tá aqui e tem muita gente conhecida aqui

Sorri pra ela e me aproximei do ouvido dela

- Tá bom, vou soltar sua bunda com uma condição, putinha, daqui a 10 minutos você vai pro banheiro e me espera lá pra gente terminar o que começou

Falei tudo isso enquanto pegava a mão dela e levava até meu pau que tava prestes a explodir. Ela, num reflexo, segurou e soltou rápido, e depois eu levei ela até o sofá onde o namorado dela tava.

- Toma, amigão, aqui tô devolvendo sua namorada, que ela tava muito entediada ali

- Brigado, Fer - ele falou, mal dando pra entender

Fui pro outro lado da Quarto e pude ver como meu amigo se deitava sobre a Silvia, ela fazia cara de contrariedade, na real meu amigo tava muito mal e o cheiro de álcool não ajudava. Nisso, Silvia e eu trocamos olhares várias vezes, na verdade era ela que olhava, eu não parava de admirar o corpaço que ela tinha até que vi ela afastar o namorado e fazer sinal de que ia sair um momento. Vi ela andar e sumir pelo corredor da casa, esperei um minuto e me mexi, já tinha uma leve ideia de onde a Silvia podia ter ido, então fui pro banheiro. Ia caminhando pelo corredor e encontrava alguns casais que já tinham achado lugares mais privados, até que vi a luz do banheiro, a porta tava entreaberta e lá estava a Silvia na frente do espelho se arrumando, mas visivelmente nervosa pelo movimento das mãos.

- Oi, gostosa

- Fer, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu antes, foi um erro e você não devia ter me pegado assim

- Como? - falei me aproximando - assim, putinha - e agarrei de novo aquela bunda que tava me deixando louco a noite toda

- Mm Fer, para..

- Você não quer que eu pare, putinha. O viadinho nunca te pegou assim, pegou não, putinha?

- Não fala isso

- Só responde isso: ele já te pegou assim, putinha? - tudo isso enquanto minha mão deslizava por baixo da calcinha dela e eu aproximava meus dedos da buceta dela

- Mmmm não, porra

Soltei ela de repente e me afastei um pouco. Olhei o rosto dela e parecia contrariada.

- Tem alguma coisa, putinha?

- Por que você me soltou?

- Falei que se respondesse, ia te soltar

- Quero que você me pegue de novo...

- Não ouvi, putinha, o que você disse?

Me aproximei de novo, mas sem tocar nela, esperei a resposta, queria ver ela se submeter.

- QUERO QUE VOCÊ AGARRE MINHA BUNDA QUE NEM UMA PUTINHA

Já tinha ela. Agarrei de novo, mas dessa vez pela frente, enfiei minha mão entre as pernas dela e senti o quanto tava quente

- Nossa, putinha, você tá melada e por um cara que não é o viadinho do seu namorado

- Cala a boca, filho da puta, e me fode, porra

- Mmm, pra começar a ser uma putinha, você tá bem Muito mal-educada - enquanto a soltava um pouco
-Desculpa
-Amo, desculpa amo, se você vai ser minha putinha vai ter que se comportar como tal, então não esquece quem eu sou
-Sim, amo
-Bom, agora tira minha calça e come meu pau, putinha, que ele tá duro a noite toda por sua culpa

Ela fez rápido, estava possuída, essa não era a Silvia que eu tinha visto com o viadinho do meu amigo, e eu gostava, gostava de ver como ela se submeteu e ver o quão puta ela era no fundo. Ela tirou minha rola da cueca e não demorou pra enfiar na boca, a coitada quase engasgou, não parava de ter ânsia tentando enfiar tudo (não vou dizer que sou muito dotado, mas com meus 18 cm tô satisfeito e a putinha também), mas não conseguia. Ela começou a lamber como uma puta, sem parar, usava as mãos, a boca, a língua, tava soltando todo o desejo reprimido

-Vamos, me mostra o quão puta você é e come ele inteiro
-Sim, amo - ela dizia enquanto enfiava de novo e me olhava com uma cara de desejo que eu nunca tinha visto numa mulher

Ela tava num ritmo forte demais, e se continuasse ia me fazer gozar muito rápido, a putinha, então eu afastei ela, virei ela de costas e coloquei de quatro em cima da banheira, levantei um pouco o vestido dela e vi aquela calcinha fio dental, aquele fiozinho laranja tampando a buceta dela, e arranquei com um puxão

-Aaai - ela soltou um gritinho
-Você grita como uma puta, o viadinho do seu namorado com certeza nunca te ouviu gritar assim
-Mete logo e para de falar isso do meu namorado - ela disse, essa era a Silvia que eu conhecia
-Pra eu parar de falar que seu namorado é um viado? Se é o que ele é por não tratar como deve a putinha da namorada dele, e na verdade, até você me dizer o quão viado ele é e se prefere o pau dele ou o meu, não vou meter - falei enquanto me sentava na banheira esperando a resposta

Ela demorou uns segundos até se levantar e se aproximar de mim

-Você é meu macho e meu amo, o viado é um idiota que não sabe tratar uma puta como eu
-Muito bem, putinha - falei sorrindo

Ela abriu as pernas e se posicionou Em cima de mim, descendo devagar, enfiando toda a minha pica e aos poucos começou a cavalgar.

— Diz pra mim, você gosta de ser uma puta e ter um macho de verdade?

— Sim, amor.

— A partir de hoje, você vai ser minha e vou te foder quando eu quiser.

— Sim, amor, sou sua, sou sua puta.

Cada vez ela cavalgava com mais força, não parava de se mexer e tinha uma cara de safada que me deixava a mil. Já quase não aguentava, estava prestes a gozar...

— E você vai fazer os chifres do corno crescerem cada dia mais.

— Sim, porra, que se foda esse corno, eu já tenho um macho de verdade.

Terminou a frase e nos fundimos num orgasmo. Não parava de gozar, joguei vários jatos e, entre o meu e o dela, transbordamos a buceta dela.

— Mandou muito bem, puta.

Falei enquanto ela se deitava no meu peito, cansada depois da foda que eu tinha dado nela. Aos poucos, ela voltou a si e se levantou, deixando minha pica escorrendo.

— Limpa ela pra mim, puta.

Ela pegou e enfiou tudo na boca, levando com os lábios todo o resto da minha gozada. Terminou e me vesti, saí do banheiro deixando ela se vestir e se limpar. Fui ver se não tínhamos chamado atenção e se todo mundo continuava na mesma. Ninguém tinha percebido nossa ausência, muito menos meu amigo, que já dormia no sofá. Tudo tinha dado certo, ninguém tinha notado, e eu já tinha uma puta só pra mim.

3 comentários - Comi a namorada do meu amigo no aniversário dele

es copia fiel del original que he tenido a la vista.....jaaaa!!