un morocho se cogio a mi mujer

Oi! Se vocês gostaram tanto quanto eu, aqui vai a segunda parte do relato. Se quiserem, deixem uns pontinhos, hehe.

Naquela noite, jantamos tranquilos e saímos pra tomar uns drinks. Minha mulher e eu fomos cedo pra casa, porque no dia seguinte ambos trabalhávamos, mas minha irmã e o Duncan "foram pra balada". Lá pelas quatro da manhã, ouvi um barulho, levantei pra ver o que era e, ao passar pela porta do quarto da minha irmã, escutei o que tava rolando. Minha irmã e o Duncan estavam transando igual uns bichos, e ela gritava sem parar, sem se importar que a gente tava a poucos metros. Não sei se minha mulher percebeu, mas eu voltei pra cama com um puta tesão.

A semana começou como toda de verão no trabalho: uma segunda-feira preguiçosa e muito quente. Quando saí, todo mundo ainda tava dormindo. Minha mulher só entrava às 10 da manhã, mas eu tinha que estar no escritório às 8, então acordava entre 6 e 6:30 pra tomar banho e café da manhã sossegado. Lá pelas 12, liguei pra minha mulher pra saber como tava. Ela respondeu: "Oi, amor, dormiu bem?" Eu disse: "Bem, querida, mas meio agitado por causa do calor e do barulho que esses dois fizeram quando chegaram." A Maria falou: "Você também ouviu? Que puta bagunça que eles fizeram. Se for assim toda noite, fodeu." "Bom, eles tão de férias, é normal", respondi. "É, é", disse a Maria. "Se você visse eles hoje de manhã no café da manhã: sua irmã saiu de camisola sexy e ele de cueca samba-canção. Você tem que falar com sua irmã e deixar claro que essa não é a casa dela." "Tá bom, tá bom, vou falar com ela. Vou deixar você, que tô meio enrolado. Beijo." Voltei muito tarde pra casa, a coisa complicou pra caralho. É o que acontece às vezes no verão, quando metade do pessoal tá de férias. Normalmente é tranquilo, mas tem vezes que não dá conta. Cheguei lá pelas 9:30 e só tinha minha mulher em casa. Minha irmã e o Duncan tinham ido jantar fora. Minha A mulher tava meio alterada, me contou que minha irmã e o Duncan tinham tomado banho pelados na piscina e que achavam que tinham transado ali mesmo. Falei pra ela se acalmar um pouco, me deixar tomar um banho porque eu tava todo suado e comer alguma coisa, e aí a gente conversava. Quinze minutos depois, com um sanduíche na mão, perguntei o que tinha rolado. A Maria começou: “Cheguei do trabalho umas cinco e meia e ouvi barulho na piscina. Fui na cozinha pegar algo pra beber e, pela janela que dá pra piscina, vi o Duncan pelado e sua irmã saindo da água completamente nua. Ela foi na direção dele, pegou a rola dele com uma mão como se fosse uma mangueira e puxou ele. Agarrada na rola dele, foi andando pelo jardim. Eu me escondi pra eles não me verem, mas sua irmã guiou o Duncan até uma espreguiçadeira, sentou e começou a chupar ele. Parecia um filme pornô, sua irmã não parava de chupar o Duncan e o pau dele parecia que não parava de crescer, mal cabia na boca dela. Ficaram nisso pelo menos uns 15 minutos, até que o Duncan começou a berrar que nem um touro e gozou na boca da sua irmã. Eu fiquei muito nervosa e saí correndo pra rua comprar alguma coisa e me distrair.”

Porra com essa história, me deixou durasso. Minha mulher parecia bem agitada e perguntei enquanto me aproximava dela: “E o que você quer que a gente faça?” Ela disse: “Não sei, é sua irmã.” Cheguei perto dela e abracei, dando um beijinho: “Se acalma, amor, a gente vai dar um jeito.” Ela respondeu meu beijo e eu parti pra beijar ela com mais paixão. Peguei na mão dela e levei pro quarto, onde a gente continuou se beijando enquanto se despia. Quando ela viu que eu tava todo duro, falou: “Você é um safado, ficou com tesão com o que eu te contei.” Eu concordei enquanto lambia o pescoço dela e descia até os peitos. Com a mão direita, fui acariciando a buceta dela e notei que ela também tava molhada. “Pô”, falei, “parece que não sou o único.” excitado aqui". Ela sem dizer nada se ajoelhou e enfiou meu pau na boca, começando a me fazer um boquete de campeonato. A gente tava há vários dias sem transar e eu, pra ser sincero, tava meio necessitado. Ela continuou no boquete por um tempo e, quando eu fiz um sinal pra ela parar ou eu ia gozar, ela acelerou o ritmo. Eu não aguentei mais e gozei pra caralho na boca dela, o leite escorrendo pelos cantos dos lábios. Sentei na cama pra descansar um pouco enquanto Maria pegava um lenço de papel e se limpava dos restos. Ela me olhou, olhou pro meu pau ainda duro e partiu pra chupar de novo, só que a gozada tinha sido tão intensa que doeu um pouco, e aos poucos foi amolecendo. Ela continuava sugando e começou a ficar meio chato, tive que segurar ela pelos braços e levantar. Em seguida, deitei ela de barriga pra cima na cama e comecei a lamber os peitos dela, descendo até a buceta. Chupei a parte da frente das coxas e depois fui direto pra buceta e o clitóris dela. Tava ardendo e completamente molhado, o simples roçar da minha língua no clitóris provocou um gemido longo pra caralho que me deixou meio alterado e me fez parar. Ela me olhou e disse: "não para, pelo amor de Deus". Continuei chupando por um bom tempo até minha língua doer, acho que ela gozou umas duas vezes pelo menos, pelos tremores e ofegos. Com tanta chupada e gemido, meu pau ficou duro de novo, me levantei um pouco e enfiei de uma vez. Ela reagiu com um gritinho, embora estivesse tão lubrificada que era quase como enfiar num pote de creme. A gente sempre fantasiou com terceiras pessoas e, enquanto eu metia devagar, falei no ouvido dela: "o que foi? Ficou com tesão com a cena da piscina?" Ela, me olhando nos olhos com cara de safada, respondeu: "não foi ruim". Eu insisti: "o Duncan tem um pau bom, né?" "Parece", respondeu ela, ofegando devagar. "Minha irmã chupava bem ele?" perguntei. "Ele Ele parecia contente." Eu continuei fodendo ela devagar e, aos poucos, fui acelerando. Continuei: "Bom, você é uma chupadora fenomenal, talvez pudesse ensinar minha irmã como se chupa uma rola, não?" María continuou gemendo, e eu perguntei: "Você gostaria de chupar a rola do Duncan?" Ela olhou nos meus olhos e disse: "Sim, seria legal." Eu falei: "Me diz o que você gostaria de fazer." Ela, apertando minha bunda com as duas mãos, disse: "Eu gostaria de chupar a rola dele." Acelerei a fodida e perguntei de novo: "Quem, quem?" Ela, de boca aberta, disse quase gritando: "Eu gostaria de chupar a rola do Duncan, quero chupar ela e depois que ele me foda pra caralho!" E gozamos juntos.

Os dois caímos exaustos pela fodida monumental, aos poucos fomos nos recuperando. María se sentou um pouco e disse: "Antonio, tudo isso é uma fantasia, não quero que você se preocupe com o Duncan." Eu, me fazendo de desentendido, comentei: "Por que você se preocupa tanto? Só estávamos fantasiando, não?" Ela respondeu meio sem graça: "Não, não é isso. Mas não gostaria que você ficasse preocupado." Eu disse: "Mas outro dia eu vi como você e a Ruth ficaram de olho nele, e hoje você ficou com tesão vendo minha irmã chupando ele, não?" Ela, meio confusa, respondeu: "Bom, sim, mas são só fantasias, nada mais." Enquanto conversávamos, minha rola estava ficando dura de novo, o que não passou despercebido pra María. Ela esticou a mão e começou a me bater uma punheta enquanto dizia, mudando o discurso: "E você, o que acha? Gostaria de me ver fazendo algo com o Duncan?" Eu respondi: "São só fantasias, não? Mas a verdade é que imaginar você enfiando esse pau me deixou com tesão." Ela me olhou e, com luxúria, voltou a chupar minha rola até eu gozar pela terceira vez. Fazia tempo que não gozava três vezes tão seguidas. Tomamos banho e fomos pra cama destruídos. Duncan e minha irmã ainda não tinham voltado.

A semana passou devagar. Eu chegava tarde e mal via minha irmã e o namorado dela. Minha mulher não ela não me contou mais nada sobre eles, embora transássemos todas as noites e ela estivesse especialmente gostosa, não incluímos o Duncan nas nossas fantasias pelo resto da semana, na verdade nem precisava, a Maria estava super quente e eu estava meio encucado, mas sem me preocupar de verdade. Na quarta-feira cheguei umas 7 horas e o Duncan e minha irmã não estavam, tinham ido fazer compras e depois jantar em Madri, nós passamos o resto da tarde na piscina lendo e comemos uma pizza enquanto assistíamos um filme na TV, lá pela meia-noite fomos dormir. O Duncan e a Luísa ainda não tinham chegado.

No meio da noite uma sensação muito gostosa me acordou, a Maria tinha abaixado meu short de pijama e estava chupando minha rola. Era algo que a Maria fazia de vez em quando quando começamos a namorar, ela acordava no meio da noite com vontade e começava a chupar até me acordar, fazia muito tempo que não fazia isso. Eu já estava de pau duro no sonho e ela, completamente nua, mamava com gosto. Na penumbra da noite me recostei um pouco enquanto espreguiçava, ela continuou chupando enquanto se ajoelhava, colocando a buceta em cima de uma das minhas pernas, se esfregando e gemendo. Eu sentia na perna a umidade e o calor da buceta dela e ficava ainda mais excitado, mas o mais forte foi vê-la de repente se levantar um pouco e começar a se dedar enquanto com a outra mão me chupava. Sentia as lambidas ficarem mais intensas enquanto ela gemia, estava chegando ao orgasmo sozinha, eu estava alucinando, meio dormindo como estava. Nisso, com a rola presa na ponta dos lábios, ela começa a gemer, e eu, diante desse cenário, comecei a gozar. A Maria, com um orgasmo longo, sentiu na penumbra meu esperma jorrar no rosto e na mão dela. Quando parou de gozar, me olhou e começou a lamber a mão, limpando o sêmen. Eu, completamente alucinado, me deitei e, depois de relaxar um pouco, perguntei: “Porra, Maria!” O que aconteceu que você acordou com tanta vontade de guerra? São 3 da manhã, minha nossa, que boquete que você me fez. Ela, ofegante, se deitou ao meu lado sem soltar minha pica, com aquele cheiro misturado de porra, suor e saliva, e disse: "Você gostou? Digamos que eu tava com muita vontade." "Já, já percebi", falei eu, "mas fazia um tempão que você não fazia isso e, sinceramente, te notei super tarada essa semana." Ela me olhou, me beijou, se afastou um pouco e contou:

"Acordei e fui pegar um copo d'água, ouvi um barulho lá fora e espiei a piscina. Lá estava sua irmã no meio do gramado, de quatro, enquanto o Duncan metia nela por trás. Eles estavam de costas pra mim, eu fiquei completamente paralisada vendo ele meter e tirar. Nem percebi, fiquei na soleira da porta uns segundos que pareceram uma eternidade. De repente, ele começou a gemer, tirou a pica dela e se virou, sentando no chão na frente da sua irmã com a pica dura. Ela agarrou com as duas mãos e começou a chupar. O Duncan levantou a vista e me viu olhando. No começo, pareceu surpreso, mas quando viu que eu não me mexia, levantou a mão e fez um sinal pra eu me aproximar. Sua irmã percebeu e, com a pica na mão, se virou e, ao me ver, sorriu. Eu saí do transe e corri de volta pra cama. Tava tão excitada que não consegui evitar: puxei sua calça pra baixo e comecei a chupar você."

Com a história, eu já tinha ficado duro de novo. Montei na minha mulher e, sem mais delongas, comecei a foder ela de forma selvagem. Ela me olhava nos olhos e apertava meus braços como se eu fosse fugir. Num momento da foda, olhei pra ela e falei: "Você quer que o Duncan te coma?" E ela, sem pensar, me olhou e disse: "Sim", e começou a gozar de novo. Eu também gozei e caí exausto ao lado dela. Virei de costas pra ela. Um silêncio longo se fez. cinco minutos depois, ela se aproxima de mim e, acariciando minhas costas, me diz: “você ficou bravo?” não respondi, resolvi fingir que estava dormindo. Ela, vendo que eu não respondia, me disse: “Antonio, eu te amo e não vou fazer nada que te machuque, quero que você saiba…, você está dormindo?...” continuei sem responder e ela virou para o lado dela na cama. Fiquei acordado um tempo pensando na situação até que peguei no sono sem perceber. De manhã, acordei, levantei sem fazer barulho e sem acordar a Maria. Tomei banho e fui trabalhar.

1 comentários - un morocho se cogio a mi mujer

Buena historia me encanto 🙂 ahora a leer la segunda :V