Oi! Se vocês gostaram tanto quanto eu, aqui vai a segunda parte do relato. Se quiserem, deixem uns pontinhos, hehe.
Naquela noite, jantamos tranquilos e saímos pra tomar uns drinks. Eu e minha mulher fomos cedo pra casa, porque no dia seguinte ambos trabalhávamos, mas minha irmã e o Duncan "foram pra balada". Lá pelas quatro da manhã, ouvi um barulho, levantei pra ver o que era e, ao passar pela porta do quarto da minha irmã, escutei o que tava rolando. Minha irmã e o Duncan estavam transando igual uns bichos, e ela gritava sem parar, sem se importar que a gente tivesse a poucos metros. Não sei se minha mulher percebeu, mas eu voltei pra cama com um puta tesão.
A semana começou como todas as de verão no trabalho: uma segunda-feira preguiçosa e muito quente. Quando saí, todo mundo ainda tava dormindo. Minha mulher só entrava às 10 da manhã, mas eu tinha que estar no escritório às 8, então acordava entre 6 e 6:30 pra tomar banho e café da manhã sossegado. Lá pelas 12, liguei pra minha mulher pra saber como tava. Ela respondeu: "Oi, amor, dormiu bem?" Eu disse: "Bem, querida, mas meio agitado por causa do calor e do barulho que esses dois fizeram quando chegaram." Maria falou: "Você também ouviu? Que puta bagunça que eles fizeram. Se for assim toda noite, vai ser foda." "Bom, eles tão de férias, é normal", respondi. "É, é", disse Maria. "Se você visse eles no café da manhã hoje, sua irmã saiu de camisola e ele de cueca boxer. Você tem que falar com sua irmã e deixar claro que essa não é a casa dela." "Tá, tá, vou falar com ela. Vou deixar você, que tô meio enrolado. Beijo." Voltei muito tarde pra casa, a coisa complicou pra caralho. Acontece às vezes no verão, quando metade do pessoal tá de férias. Normalmente é tranquilo, mas tem vezes que não dá conta. Cheguei lá pelas 9:30 e só minha mulher tava em casa. Minha irmã e o Duncan tinham saído pra jantar fora. Minha A mulher tava meio alterada, me contou que minha irmã e o Duncan tinham tomado banho pelados na piscina e que achavam que tinham transado ali mesmo. Falei pra ela se acalmar um pouco, me deixar tomar um banho porque eu tava todo suado e comer alguma coisa, e aí a gente conversava. Depois de 15 minutos, com um sanduíche na mão, perguntei o que tinha acontecido. A Maria começou: "Cheguei do trabalho umas 5 e meia e ouvi barulho na piscina, fui na cozinha beber algo e pela janela que dá pra piscina vi o Duncan pelado e sua irmã saindo da água completamente nua. Ela foi até o Duncan, pegou a pica dele com uma mão como se fosse uma mangueira e puxou ele. Agarrada na pica dele, foi andando pelo jardim. Eu me escondi pra não ser vista, mas sua irmã guiou o Duncan até uma espreguiçadeira, sentou e começou a chupar ele. Parecia um filme pornô, sua irmã não parava de chupar o Duncan e ele parecia que não parava de crescer, mal cabia na boca dela. Ficaram assim pelo menos uns 15 minutos, até que o Duncan começou a berrar que nem um touro e gozou na boca da sua irmã. Eu fiquei muito nervosa e saí correndo pra rua comprar alguma coisa e me distrair."
Porra com essa história, me deixou durasso. Minha mulher parecia muito agitada e perguntei enquanto me aproximava dela: "E o que você quer que a gente faça?" Ela disse: "Não sei, é sua irmã." Fiquei do lado dela e abracei, dando um beijinho: "Se acalma, amor, a gente vai dar um jeito." Ela respondeu meu beijo e eu parti pra beijar com mais paixão. Peguei na mão dela e levei pro quarto, onde continuamos nos beijando enquanto nos despíamos. Quando ela percebeu que eu tava completamente duro, falou: "Você é um safado, ficou com tesão com o que eu te contei." Eu concordei enquanto lambia o pescoço dela e descia até os peitos. Com a mão direita, fui acariciando a buceta dela e notei que ela também tava molhada. "Pô", falei, "parece que não sou o único. excitado aqui". Ela sem dizer nada se ajoelhou e enfiou meu pau na boca, começando a me fazer um boquete de campeonato. A gente tava há vários dias sem transar e eu, pra ser sincero, tava meio necessitado. Ela continuou um tempo no boquete e, quando eu fiz um sinal pra ela parar ou eu ia gozar, ela acelerou o boquete. Eu não aguentei mais e gozei pra caralho na boca dela, o leite escorrendo pelos cantos dos lábios. Sentei na cama pra descansar um pouco enquanto Maria pegava um lenço de papel e se limpava dos restos. Ela me olhou, olhou pro meu pau ainda duro e partiu pra chupar de novo, mas a gozada tinha sido tão intensa que doeu um pouco, e aos poucos foi amolecendo. Ela continuava sugando e começou a ficar meio chato, tive que segurar ela pelos braços e levantar. Depois, deitei ela de barriga pra cima na cama e comecei a lamber os peitos dela, descendo até a buceta. Chupei a parte da frente das coxas e depois fui direto pra buceta e o clitóris dela. Tava ardendo e totalmente molhado, o simples toque da minha língua no clitóris provocou um gemido longo pra caralho que me deixou meio agitado e me fez parar. Ela me olhou e disse: "não para, pelo amor de Deus". Continuei chupando um bom tempo até minha língua doer, acho que ela gozou umas duas vezes, pelos tremores e os gemidos. Com tanta chupada e gemido, meu pau ficou duro de novo, me levantei um pouco e meti de uma vez. Ela reagiu com um gritinho, mas tava tão lubrificada que era quase como enfiar num pote de creme. A gente sempre fantasiou com outras pessoas e, enquanto eu comia ela devagar, falei no ouvido: "o que foi? Ficou com tesão com a cena da piscina?". Ela, me olhando nos olhos com cara de safada, respondeu: "não foi ruim". Eu insisti: "o Duncan tem um pau bom, né?". "Parece", respondeu ela, gemendo devagar. "Minha irmã chupava bem ele?" perguntei. "Ele Ele parecia contente." Eu continuei fodendo ela devagar e, aos poucos, fui acelerando. Continuei: "Bom, você é uma chupadora fenomenal, talvez pudesse ensinar minha irmã a chupar uma rola, não?" María continuou gemendo, e eu perguntei: "Você gostaria de chupar a rola do Duncan?" Ela olhou nos meus olhos e disse: "Sim, seria legal." Eu falei: "Me diz o que você gostaria de fazer." Ela, apertando minha bunda com as duas mãos, disse: "Eu gostaria de chupar a rola dele." Acelerei a foda e perguntei de novo: "Quem, quem?" Ela, de boca aberta, disse quase gritando: "Eu gostaria de chupar a rola do Duncan, quero chupar ela e depois que ele me fodaaaaaa" e gozamos juntos.
Os dois caímos exaustos pela foda monumental, e aos poucos fomos nos recuperando. María se sentou um pouco e disse: "Antonio, isso tudo é uma fantasia, não quero que você se preocupe com o Duncan." Eu, me fazendo de desentendido, comentei: "Por que você se preocupa tanto? Só estávamos fantasiando, não?" Ela respondeu meio sem graça: "Não, não é isso. Mas não gostaria que você ficasse preocupado." Eu falei: "Mas outro dia eu vi como você e a Ruth ficavam de olho nele, e hoje você ficou com tesão vendo minha irmã chupando ele, não?" Ela, meio confusa, respondeu: "Bom, sim, mas são só fantasias, nada mais." Enquanto conversávamos, minha rola estava ficando dura de novo, e María percebeu. Ela esticou a mão e começou a me punhetar enquanto mudava o discurso: "E você, o que acha? Gostaria de me ver fazendo algo com o Duncan?" Eu respondi: "São só fantasias, não? Mas a verdade é que imaginar você enfiando esse pau me deixou com tesão." Ela me olhou e, com luxúria, chupou de novo até eu gozar pela terceira vez. Fazia tempo que não gozava três vezes tão seguidas. Tomamos banho e fomos para a cama destruídos; Duncan e minha irmã ainda não tinham voltado.
A semana passou devagar. Eu chegava tarde e mal via minha irmã e o namorado dela. Minha mulher não ela não me contou mais nada sobre eles, embora transássemos todas as noites e ela estivesse especialmente gostosa, não incluímos o Duncan nas nossas fantasias pelo resto da semana. Na real, nem precisava, a María estava super quente e eu estava meio encucado, mas sem me preocupar de verdade. Na quarta-feira, cheguei umas 7 horas e o Duncan e minha irmã não estavam, tinham ido fazer compras e depois jantar em Madri. A gente passou o resto da tarde na piscina lendo e jantamos uma pizza enquanto viajávamos um filme na TV, lá pela meia-noite fomos dormir. O Duncan e a Luísa ainda não tinham chegado.
No meio da noite, uma sensação muito gostosa me acordou, a María tinha abaixado meu short de pijama e estava chupando minha pica. Era algo que a María fazia de vez em quando quando a gente começou a namorar, ela acordava no meio da noite com vontade e começava a chupar até me acordar, fazia tempo que não fazia isso. Eu já estava de pau duro nos sonhos e ela, completamente pelada, mamava com gosto. Na penumbra da noite, me recostei um pouco enquanto espreguiçava, ela continuou chupando enquanto se ajoelhava, colocando a buceta em cima de uma das minhas pernas, se esfregando e gemendo. Eu sentia na perna a umidade e o calor da buceta dela e ficava ainda mais excitado, mas o mais forte foi vê-la de repente se levantar um pouco e começar a se dedar enquanto com a outra mão me chupava. Sentia as lambidas dela ficarem mais intensas enquanto ela gemia, estava chegando ao orgasmo sozinha, eu estava alucinando, meio dormindo como estava. Nisso, com a pica presa na ponta dos lábios, ela começa a gemer, e eu, diante desse cenário, comecei a gozar. A María, com um orgasmo longo, sentiu na penumbra meu esperma jorrar no rosto e na mão dela. Quando parou de gozar, me olhou e começou a lamber a mão, limpando o sêmen. Eu, completamente alucinado, me deitei e, depois de relaxar um pouco, perguntei: “Caralho, María!” O que rolou que você acordou com tanta sede de guerra? São 3 da manhã, puta merda, que boquete que você me deu." Ela, ofegante, se deitou ao meu lado sem soltar minha pica, com aquele cheiro misturado de porra, suor e saliva, e disse: "Você gostou? Digamos que eu tava com muita vontade." "Já, já percebi," falei eu, "mas fazia um tempão que você não fazia isso e, sinceramente, te sinto super tarada essa semana." Ela me olhou, me beijou, se afastou um pouco e contou:
"Acordei e fui pegar um copo d'água, ouvi um barulho lá fora e espiei a piscina. Lá estava sua irmã no meio do gramado de quatro, enquanto o Duncan metia nela por trás. Tavam de costas pra mim, eu fiquei completamente paralisada vendo ele meter e tirar. Nem percebi e fiquei na soleira da porta uns segundos que pareceram uma eternidade. De repente, ele começou a grunhir, tirou a pica e virou, sentando no chão na frente da sua irmã com o pau pronto. Ela agarrou com as duas mãos e começou a chupar. O Duncan levantou a vista e me viu olhando. No começo, pareceu surpreso, mas quando viu que eu não me mexia, levantou a mão e fez um sinal pra eu chegar perto. Sua irmã percebeu e, com a pica na mão, se virou e, ao me ver, sorriu. Eu saí do transe e corri de volta pra cama. Tava tão excitada que não consegui evitar: baixei sua calça e comecei a chupar você."
Eu, com a história, já tinha ficado duro de novo. Subi em cima da minha mulher e, sem mais delongas, comecei a foder ela de forma selvagem. Ela me olhava nos olhos e apertava meus braços como se eu fosse fugir. Num momento da foda, olhei pra ela e falei: "Você quer que o Duncan te coma?" E ela, sem pensar, me olhou e disse: "Sim," e começou a gozar de novo. Eu também gozei e caí exausto ao lado dela. Virei de costas pra ela. Um silêncio longo se fez. A Cinco minutos depois, ela se aproxima de mim e, acariciando minhas costas, diz: “Você ficou bravo?” Não respondi, resolvi fingir que estava dormindo. Vendo que eu não respondia, ela disse: “Antonio, eu te amo e não vou fazer nada que te machuque, quero que você saiba… tá dormindo?…” Continuei sem responder e ela virou pro lado dela na cama. Fiquei acordado um tempinho pensando na situação até que acabei dormindo sem perceber. De manhã, acordei, levantei sem fazer barulho e sem acordar a Maria. Tomei banho e fui trabalhar.
Naquela noite, jantamos tranquilos e saímos pra tomar uns drinks. Eu e minha mulher fomos cedo pra casa, porque no dia seguinte ambos trabalhávamos, mas minha irmã e o Duncan "foram pra balada". Lá pelas quatro da manhã, ouvi um barulho, levantei pra ver o que era e, ao passar pela porta do quarto da minha irmã, escutei o que tava rolando. Minha irmã e o Duncan estavam transando igual uns bichos, e ela gritava sem parar, sem se importar que a gente tivesse a poucos metros. Não sei se minha mulher percebeu, mas eu voltei pra cama com um puta tesão.
A semana começou como todas as de verão no trabalho: uma segunda-feira preguiçosa e muito quente. Quando saí, todo mundo ainda tava dormindo. Minha mulher só entrava às 10 da manhã, mas eu tinha que estar no escritório às 8, então acordava entre 6 e 6:30 pra tomar banho e café da manhã sossegado. Lá pelas 12, liguei pra minha mulher pra saber como tava. Ela respondeu: "Oi, amor, dormiu bem?" Eu disse: "Bem, querida, mas meio agitado por causa do calor e do barulho que esses dois fizeram quando chegaram." Maria falou: "Você também ouviu? Que puta bagunça que eles fizeram. Se for assim toda noite, vai ser foda." "Bom, eles tão de férias, é normal", respondi. "É, é", disse Maria. "Se você visse eles no café da manhã hoje, sua irmã saiu de camisola e ele de cueca boxer. Você tem que falar com sua irmã e deixar claro que essa não é a casa dela." "Tá, tá, vou falar com ela. Vou deixar você, que tô meio enrolado. Beijo." Voltei muito tarde pra casa, a coisa complicou pra caralho. Acontece às vezes no verão, quando metade do pessoal tá de férias. Normalmente é tranquilo, mas tem vezes que não dá conta. Cheguei lá pelas 9:30 e só minha mulher tava em casa. Minha irmã e o Duncan tinham saído pra jantar fora. Minha A mulher tava meio alterada, me contou que minha irmã e o Duncan tinham tomado banho pelados na piscina e que achavam que tinham transado ali mesmo. Falei pra ela se acalmar um pouco, me deixar tomar um banho porque eu tava todo suado e comer alguma coisa, e aí a gente conversava. Depois de 15 minutos, com um sanduíche na mão, perguntei o que tinha acontecido. A Maria começou: "Cheguei do trabalho umas 5 e meia e ouvi barulho na piscina, fui na cozinha beber algo e pela janela que dá pra piscina vi o Duncan pelado e sua irmã saindo da água completamente nua. Ela foi até o Duncan, pegou a pica dele com uma mão como se fosse uma mangueira e puxou ele. Agarrada na pica dele, foi andando pelo jardim. Eu me escondi pra não ser vista, mas sua irmã guiou o Duncan até uma espreguiçadeira, sentou e começou a chupar ele. Parecia um filme pornô, sua irmã não parava de chupar o Duncan e ele parecia que não parava de crescer, mal cabia na boca dela. Ficaram assim pelo menos uns 15 minutos, até que o Duncan começou a berrar que nem um touro e gozou na boca da sua irmã. Eu fiquei muito nervosa e saí correndo pra rua comprar alguma coisa e me distrair."
Porra com essa história, me deixou durasso. Minha mulher parecia muito agitada e perguntei enquanto me aproximava dela: "E o que você quer que a gente faça?" Ela disse: "Não sei, é sua irmã." Fiquei do lado dela e abracei, dando um beijinho: "Se acalma, amor, a gente vai dar um jeito." Ela respondeu meu beijo e eu parti pra beijar com mais paixão. Peguei na mão dela e levei pro quarto, onde continuamos nos beijando enquanto nos despíamos. Quando ela percebeu que eu tava completamente duro, falou: "Você é um safado, ficou com tesão com o que eu te contei." Eu concordei enquanto lambia o pescoço dela e descia até os peitos. Com a mão direita, fui acariciando a buceta dela e notei que ela também tava molhada. "Pô", falei, "parece que não sou o único. excitado aqui". Ela sem dizer nada se ajoelhou e enfiou meu pau na boca, começando a me fazer um boquete de campeonato. A gente tava há vários dias sem transar e eu, pra ser sincero, tava meio necessitado. Ela continuou um tempo no boquete e, quando eu fiz um sinal pra ela parar ou eu ia gozar, ela acelerou o boquete. Eu não aguentei mais e gozei pra caralho na boca dela, o leite escorrendo pelos cantos dos lábios. Sentei na cama pra descansar um pouco enquanto Maria pegava um lenço de papel e se limpava dos restos. Ela me olhou, olhou pro meu pau ainda duro e partiu pra chupar de novo, mas a gozada tinha sido tão intensa que doeu um pouco, e aos poucos foi amolecendo. Ela continuava sugando e começou a ficar meio chato, tive que segurar ela pelos braços e levantar. Depois, deitei ela de barriga pra cima na cama e comecei a lamber os peitos dela, descendo até a buceta. Chupei a parte da frente das coxas e depois fui direto pra buceta e o clitóris dela. Tava ardendo e totalmente molhado, o simples toque da minha língua no clitóris provocou um gemido longo pra caralho que me deixou meio agitado e me fez parar. Ela me olhou e disse: "não para, pelo amor de Deus". Continuei chupando um bom tempo até minha língua doer, acho que ela gozou umas duas vezes, pelos tremores e os gemidos. Com tanta chupada e gemido, meu pau ficou duro de novo, me levantei um pouco e meti de uma vez. Ela reagiu com um gritinho, mas tava tão lubrificada que era quase como enfiar num pote de creme. A gente sempre fantasiou com outras pessoas e, enquanto eu comia ela devagar, falei no ouvido: "o que foi? Ficou com tesão com a cena da piscina?". Ela, me olhando nos olhos com cara de safada, respondeu: "não foi ruim". Eu insisti: "o Duncan tem um pau bom, né?". "Parece", respondeu ela, gemendo devagar. "Minha irmã chupava bem ele?" perguntei. "Ele Ele parecia contente." Eu continuei fodendo ela devagar e, aos poucos, fui acelerando. Continuei: "Bom, você é uma chupadora fenomenal, talvez pudesse ensinar minha irmã a chupar uma rola, não?" María continuou gemendo, e eu perguntei: "Você gostaria de chupar a rola do Duncan?" Ela olhou nos meus olhos e disse: "Sim, seria legal." Eu falei: "Me diz o que você gostaria de fazer." Ela, apertando minha bunda com as duas mãos, disse: "Eu gostaria de chupar a rola dele." Acelerei a foda e perguntei de novo: "Quem, quem?" Ela, de boca aberta, disse quase gritando: "Eu gostaria de chupar a rola do Duncan, quero chupar ela e depois que ele me fodaaaaaa" e gozamos juntos.
Os dois caímos exaustos pela foda monumental, e aos poucos fomos nos recuperando. María se sentou um pouco e disse: "Antonio, isso tudo é uma fantasia, não quero que você se preocupe com o Duncan." Eu, me fazendo de desentendido, comentei: "Por que você se preocupa tanto? Só estávamos fantasiando, não?" Ela respondeu meio sem graça: "Não, não é isso. Mas não gostaria que você ficasse preocupado." Eu falei: "Mas outro dia eu vi como você e a Ruth ficavam de olho nele, e hoje você ficou com tesão vendo minha irmã chupando ele, não?" Ela, meio confusa, respondeu: "Bom, sim, mas são só fantasias, nada mais." Enquanto conversávamos, minha rola estava ficando dura de novo, e María percebeu. Ela esticou a mão e começou a me punhetar enquanto mudava o discurso: "E você, o que acha? Gostaria de me ver fazendo algo com o Duncan?" Eu respondi: "São só fantasias, não? Mas a verdade é que imaginar você enfiando esse pau me deixou com tesão." Ela me olhou e, com luxúria, chupou de novo até eu gozar pela terceira vez. Fazia tempo que não gozava três vezes tão seguidas. Tomamos banho e fomos para a cama destruídos; Duncan e minha irmã ainda não tinham voltado.
A semana passou devagar. Eu chegava tarde e mal via minha irmã e o namorado dela. Minha mulher não ela não me contou mais nada sobre eles, embora transássemos todas as noites e ela estivesse especialmente gostosa, não incluímos o Duncan nas nossas fantasias pelo resto da semana. Na real, nem precisava, a María estava super quente e eu estava meio encucado, mas sem me preocupar de verdade. Na quarta-feira, cheguei umas 7 horas e o Duncan e minha irmã não estavam, tinham ido fazer compras e depois jantar em Madri. A gente passou o resto da tarde na piscina lendo e jantamos uma pizza enquanto viajávamos um filme na TV, lá pela meia-noite fomos dormir. O Duncan e a Luísa ainda não tinham chegado.
No meio da noite, uma sensação muito gostosa me acordou, a María tinha abaixado meu short de pijama e estava chupando minha pica. Era algo que a María fazia de vez em quando quando a gente começou a namorar, ela acordava no meio da noite com vontade e começava a chupar até me acordar, fazia tempo que não fazia isso. Eu já estava de pau duro nos sonhos e ela, completamente pelada, mamava com gosto. Na penumbra da noite, me recostei um pouco enquanto espreguiçava, ela continuou chupando enquanto se ajoelhava, colocando a buceta em cima de uma das minhas pernas, se esfregando e gemendo. Eu sentia na perna a umidade e o calor da buceta dela e ficava ainda mais excitado, mas o mais forte foi vê-la de repente se levantar um pouco e começar a se dedar enquanto com a outra mão me chupava. Sentia as lambidas dela ficarem mais intensas enquanto ela gemia, estava chegando ao orgasmo sozinha, eu estava alucinando, meio dormindo como estava. Nisso, com a pica presa na ponta dos lábios, ela começa a gemer, e eu, diante desse cenário, comecei a gozar. A María, com um orgasmo longo, sentiu na penumbra meu esperma jorrar no rosto e na mão dela. Quando parou de gozar, me olhou e começou a lamber a mão, limpando o sêmen. Eu, completamente alucinado, me deitei e, depois de relaxar um pouco, perguntei: “Caralho, María!” O que rolou que você acordou com tanta sede de guerra? São 3 da manhã, puta merda, que boquete que você me deu." Ela, ofegante, se deitou ao meu lado sem soltar minha pica, com aquele cheiro misturado de porra, suor e saliva, e disse: "Você gostou? Digamos que eu tava com muita vontade." "Já, já percebi," falei eu, "mas fazia um tempão que você não fazia isso e, sinceramente, te sinto super tarada essa semana." Ela me olhou, me beijou, se afastou um pouco e contou:
"Acordei e fui pegar um copo d'água, ouvi um barulho lá fora e espiei a piscina. Lá estava sua irmã no meio do gramado de quatro, enquanto o Duncan metia nela por trás. Tavam de costas pra mim, eu fiquei completamente paralisada vendo ele meter e tirar. Nem percebi e fiquei na soleira da porta uns segundos que pareceram uma eternidade. De repente, ele começou a grunhir, tirou a pica e virou, sentando no chão na frente da sua irmã com o pau pronto. Ela agarrou com as duas mãos e começou a chupar. O Duncan levantou a vista e me viu olhando. No começo, pareceu surpreso, mas quando viu que eu não me mexia, levantou a mão e fez um sinal pra eu chegar perto. Sua irmã percebeu e, com a pica na mão, se virou e, ao me ver, sorriu. Eu saí do transe e corri de volta pra cama. Tava tão excitada que não consegui evitar: baixei sua calça e comecei a chupar você."
Eu, com a história, já tinha ficado duro de novo. Subi em cima da minha mulher e, sem mais delongas, comecei a foder ela de forma selvagem. Ela me olhava nos olhos e apertava meus braços como se eu fosse fugir. Num momento da foda, olhei pra ela e falei: "Você quer que o Duncan te coma?" E ela, sem pensar, me olhou e disse: "Sim," e começou a gozar de novo. Eu também gozei e caí exausto ao lado dela. Virei de costas pra ela. Um silêncio longo se fez. A Cinco minutos depois, ela se aproxima de mim e, acariciando minhas costas, diz: “Você ficou bravo?” Não respondi, resolvi fingir que estava dormindo. Vendo que eu não respondia, ela disse: “Antonio, eu te amo e não vou fazer nada que te machuque, quero que você saiba… tá dormindo?…” Continuei sem responder e ela virou pro lado dela na cama. Fiquei acordado um tempinho pensando na situação até que acabei dormindo sem perceber. De manhã, acordei, levantei sem fazer barulho e sem acordar a Maria. Tomei banho e fui trabalhar.
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