Adriana, com seu sobrenome italiano e aquela postura de dama rígida e distante, é uma puta e muito escrava.
Conheceu ela no colégio; aquelas reuniões de professores típicas, onde ela deixou uma sensação desagradável se opondo a todas as ideias dele com aquela atitude clássica de quem não dá uma. A verdade é que em um único dia ela encheu o saco dele, encheu os ovos com as atitudes imbecis e aquele olhar de superioridade.
Precisou de um autocontrole enorme para não agarrar ela pelo pescoço, mas uma intervenção persuasiva da diretoria conseguiu acalmá-lo. Ela encheu, cansou, entediou.
Passaram-se várias semanas de atritos, as atitudes arrogantes dela e o caráter repelente bastavam para estragar o apetite de qualquer um; era impossível estar naquele colégio sem esbarrar nela pelo menos duas vezes por dia. Por coincidência, ou por causa da organização dos horários, quarenta minutos por dia eles coincidiam em horários livres; foi nessas circunstâncias que ele descobriu que aquela maldita interlocutora ficava nervosa, se assustava e até mostrava um certo grau de excitação que despertava curiosidade. Como todo velho sabido e cheio de manhas, ele aproveitou um momento; quando chamaram ela da secretaria, por alguma besteira sem dúvida, ele pegou o celular dela esquecido na mesa e mandou uma mensagem para o próprio celular dele. Foi uma sorte que ele conseguiu apagar o envio antes da dona voltar. Com taquicardia pela pressa, ele arrastou as aulas o resto do dia e no final esqueceu do ocorrido, que parecia só uma travessura.
Naquela noite, numa mistura de bebida e tédio, enquanto mexia no celular, ele encontrou a própria mensagem que dizia, simplesmente: "Eu!"
Num acesso de ódio, com os vapores alcoólicos no meio, ele se atreveu a escrever uma mensagem curta:
- Oi puta, o que você tá fazendo?
Para a surpresa dele, a resposta veio na hora:
- Quem é você?
- O cara que vai arrebentar sua buceta e encher teu cu de tapas.
- Mmmm, faz tempo que ninguém faz isso, que delícia!
A verdade é que essa resposta o desconcertou, e a conversa foi subindo de tom. uma forma extremamente obscena; uma forma de explorar a interlocutora e extrair as mínimas informações que revelassem o caráter daquela mulher. A verdade é que ela tentou, sem sucesso, descobrir quem estava dizendo aquelas putarias nojentas. Saber-se dono dos segredos escatológicos mais ocultos da sua pior inimiga fez ele se sentir poderoso e preparado.
Na reunião seguinte, quando a ouviu desfilar seus argumentos de diva, esnobando todo mundo, ele a deixou falar sem interromper até que, cansado, mandou uma mensagem:
— Se não calar a boca, vou enfiar a pica até a garganta, sou o NN.
Entre o som do celular e a leitura, passou só um segundo, mas o olhar dela se ergueu para encontrar o Dele.
Adriana ficou muda pelo resto da reunião, mas as mensagens não pararam.
— O que você quer de mim?
— Hoje às 20h você vai me esperar pelada na sua casa…
— E se eu não quiser?
— Vou arrebentar teu cu na porrada.
A cada mensagem, ela levantava os olhos e via um sorriso debochado seguido de uma piscada. O olhar de Adriana era uma mistura de excitação e medo, deixando a dúvida e a vontade de descobrir o que podia rolar.
Naquela noite, Ele chegou às 19h59 e bateu resoluto na porta; uma Adriana totalmente diferente abriu a porta; vestia um pijama cinza e sem graça, e, sem a soberba de sempre, olhava fugazmente para o chão.
— Falei pra me esperar pelada…
— Não tinha certeza se você viria…
— Certeza o caralho…
E, com um olhar de reprovação, ela se despiu com a maior facilidade, revelando cada parte do corpo. É uma mulher pequena, com peitos e bunda bem proporcionados; nada extraordinário nem de novela, uma mulher comum já vivida, embora seus instintos sejam animalescos.
— Então você gosta de me foder? Tira ele agora mesmo!
E, sem mais, Adriana se ajoelhou para, submissa, puxar para fora o pau de um quase desconhecido; seus dedos hábeis se fecharam em volta do tronco e começaram a esfregá-lo enquanto seus olhos procuravam os Dele.
Ver uma mulher madura e pelada esfregando o pau dele nela causava uma sensação indescritível; por isso quando viu ela abrir a boca pra engolir, segurou ela pelo cabelo e impediu.
—quem te disse pra chupar??
—achei que era isso que você queria…
—não ache nada, puta..
E sem mais, pegou ela no colo e colocou de frente pra mesa da cozinha; as bundas deliciosas dela ficaram expostas ao olhar lascivo dele. A saliva no pau foi um aditivo desnecessário, a lubrificação gostosa fez da buceta dela um receptáculo quente e molhado que recebeu ele rápido e faminto.
As estocadas rápidas só recebiam gemidos de resposta, então o ódio que sobrou explodiu:
—então cê gosta de foder nas reuniões?
—n?
E sem aviso, Ele tirou o pau molhado e fumegante e apoiou no buraco do cu, penetrando devagar, mas sem parar.
Um grito escapou da garganta da Adriana ao sentir a entrada traseira forçada; enquanto as mãos atrevidas apertavam e batiam na bunda dela.
—cê vai me foder de novo???
—nnãããooo
Os movimentos aceleraram contra aquele rabo nada virgem.
—Pois se você se comportar, vou fazer isso e muito mais..
—simsimsimsimsim.
Um jato de porra explodiu dentro das entranhas da Adriana.
Ele tirou o pau do receptáculo quente enquanto ainda soltava a seiva branca; forçando a Adriana a dar uma cambalhota que deixou a cara dela na frente daquele tesouro precioso:
—agora pode chupar!
E a mulher ousada, sem nojo nem dúvida, levou os lábios e começou a mamar desesperadamente o tronco até deixar ele totalmente seco e limpo.
Veio um momento de descanso; Ele tirou a roupa e foram pro banheiro. A Adriana era uma verdadeira Geisha, com devoção ensaboou e lavou o corpo todo dele, parando nos genitais pra esfregar com cuidado.
Se secaram mutuamente e saíram do banheiro; ela pegou na mão dele e tentou levar pro quarto, mas Ele segurou ela e levou de volta pra cozinha. Sem esforço, deitou ela na mesa e o corpinho miúdo ficou em Em plena exibição; puxou uma cadeira, sentou-se e ficou de frente para as coxas dela totalmente abertas. Confortavelmente instalado na buceta dela, a boca ávida se dedicou a chupar com voracidade; sem dar atenção aos gritos, berros, súplicas. Os dedos, a boca, a língua e os dentes exploraram cada ponto de prazer e trataram deles. Uma e outra vez sentiu os espasmos e a expulsão de fluidos; e assim continuou até que o corpo da sua vítima ficou mole e inerte.
Quando viu aquele corpo ofegante e imóvel, levantou-se devagar, apoiou suavemente a glande naquela buceta encharcada de sucos e esfregou de cima para baixo várias vezes. Quando a penetrou com um empurrão decidido, só se ouviu um gemido leve.
O movimento de vai e vem, naquela fenda tão molhada, se prolongou por um bom tempo, até que a natureza falou mais alto e as entranhas dela ficaram cheias de porra. Sem pensar, levantou a roupa, vestiu-se devagar e foi embora. Seu último olhar gravou o corpinho miúdo e branco dormindo sobre a mesa.
Desde então, Adriana nunca mais foi a mesma.
Conheceu ela no colégio; aquelas reuniões de professores típicas, onde ela deixou uma sensação desagradável se opondo a todas as ideias dele com aquela atitude clássica de quem não dá uma. A verdade é que em um único dia ela encheu o saco dele, encheu os ovos com as atitudes imbecis e aquele olhar de superioridade.
Precisou de um autocontrole enorme para não agarrar ela pelo pescoço, mas uma intervenção persuasiva da diretoria conseguiu acalmá-lo. Ela encheu, cansou, entediou.
Passaram-se várias semanas de atritos, as atitudes arrogantes dela e o caráter repelente bastavam para estragar o apetite de qualquer um; era impossível estar naquele colégio sem esbarrar nela pelo menos duas vezes por dia. Por coincidência, ou por causa da organização dos horários, quarenta minutos por dia eles coincidiam em horários livres; foi nessas circunstâncias que ele descobriu que aquela maldita interlocutora ficava nervosa, se assustava e até mostrava um certo grau de excitação que despertava curiosidade. Como todo velho sabido e cheio de manhas, ele aproveitou um momento; quando chamaram ela da secretaria, por alguma besteira sem dúvida, ele pegou o celular dela esquecido na mesa e mandou uma mensagem para o próprio celular dele. Foi uma sorte que ele conseguiu apagar o envio antes da dona voltar. Com taquicardia pela pressa, ele arrastou as aulas o resto do dia e no final esqueceu do ocorrido, que parecia só uma travessura.
Naquela noite, numa mistura de bebida e tédio, enquanto mexia no celular, ele encontrou a própria mensagem que dizia, simplesmente: "Eu!"
Num acesso de ódio, com os vapores alcoólicos no meio, ele se atreveu a escrever uma mensagem curta:
- Oi puta, o que você tá fazendo?
Para a surpresa dele, a resposta veio na hora:
- Quem é você?
- O cara que vai arrebentar sua buceta e encher teu cu de tapas.
- Mmmm, faz tempo que ninguém faz isso, que delícia!
A verdade é que essa resposta o desconcertou, e a conversa foi subindo de tom. uma forma extremamente obscena; uma forma de explorar a interlocutora e extrair as mínimas informações que revelassem o caráter daquela mulher. A verdade é que ela tentou, sem sucesso, descobrir quem estava dizendo aquelas putarias nojentas. Saber-se dono dos segredos escatológicos mais ocultos da sua pior inimiga fez ele se sentir poderoso e preparado.
Na reunião seguinte, quando a ouviu desfilar seus argumentos de diva, esnobando todo mundo, ele a deixou falar sem interromper até que, cansado, mandou uma mensagem:
— Se não calar a boca, vou enfiar a pica até a garganta, sou o NN.
Entre o som do celular e a leitura, passou só um segundo, mas o olhar dela se ergueu para encontrar o Dele.
Adriana ficou muda pelo resto da reunião, mas as mensagens não pararam.
— O que você quer de mim?
— Hoje às 20h você vai me esperar pelada na sua casa…
— E se eu não quiser?
— Vou arrebentar teu cu na porrada.
A cada mensagem, ela levantava os olhos e via um sorriso debochado seguido de uma piscada. O olhar de Adriana era uma mistura de excitação e medo, deixando a dúvida e a vontade de descobrir o que podia rolar.
Naquela noite, Ele chegou às 19h59 e bateu resoluto na porta; uma Adriana totalmente diferente abriu a porta; vestia um pijama cinza e sem graça, e, sem a soberba de sempre, olhava fugazmente para o chão.
— Falei pra me esperar pelada…
— Não tinha certeza se você viria…
— Certeza o caralho…
E, com um olhar de reprovação, ela se despiu com a maior facilidade, revelando cada parte do corpo. É uma mulher pequena, com peitos e bunda bem proporcionados; nada extraordinário nem de novela, uma mulher comum já vivida, embora seus instintos sejam animalescos.
— Então você gosta de me foder? Tira ele agora mesmo!
E, sem mais, Adriana se ajoelhou para, submissa, puxar para fora o pau de um quase desconhecido; seus dedos hábeis se fecharam em volta do tronco e começaram a esfregá-lo enquanto seus olhos procuravam os Dele.
Ver uma mulher madura e pelada esfregando o pau dele nela causava uma sensação indescritível; por isso quando viu ela abrir a boca pra engolir, segurou ela pelo cabelo e impediu.
—quem te disse pra chupar??
—achei que era isso que você queria…
—não ache nada, puta..
E sem mais, pegou ela no colo e colocou de frente pra mesa da cozinha; as bundas deliciosas dela ficaram expostas ao olhar lascivo dele. A saliva no pau foi um aditivo desnecessário, a lubrificação gostosa fez da buceta dela um receptáculo quente e molhado que recebeu ele rápido e faminto.
As estocadas rápidas só recebiam gemidos de resposta, então o ódio que sobrou explodiu:
—então cê gosta de foder nas reuniões?
—n?
E sem aviso, Ele tirou o pau molhado e fumegante e apoiou no buraco do cu, penetrando devagar, mas sem parar.
Um grito escapou da garganta da Adriana ao sentir a entrada traseira forçada; enquanto as mãos atrevidas apertavam e batiam na bunda dela.
—cê vai me foder de novo???
—nnãããooo
Os movimentos aceleraram contra aquele rabo nada virgem.
—Pois se você se comportar, vou fazer isso e muito mais..
—simsimsimsimsim.
Um jato de porra explodiu dentro das entranhas da Adriana.
Ele tirou o pau do receptáculo quente enquanto ainda soltava a seiva branca; forçando a Adriana a dar uma cambalhota que deixou a cara dela na frente daquele tesouro precioso:
—agora pode chupar!
E a mulher ousada, sem nojo nem dúvida, levou os lábios e começou a mamar desesperadamente o tronco até deixar ele totalmente seco e limpo.
Veio um momento de descanso; Ele tirou a roupa e foram pro banheiro. A Adriana era uma verdadeira Geisha, com devoção ensaboou e lavou o corpo todo dele, parando nos genitais pra esfregar com cuidado.
Se secaram mutuamente e saíram do banheiro; ela pegou na mão dele e tentou levar pro quarto, mas Ele segurou ela e levou de volta pra cozinha. Sem esforço, deitou ela na mesa e o corpinho miúdo ficou em Em plena exibição; puxou uma cadeira, sentou-se e ficou de frente para as coxas dela totalmente abertas. Confortavelmente instalado na buceta dela, a boca ávida se dedicou a chupar com voracidade; sem dar atenção aos gritos, berros, súplicas. Os dedos, a boca, a língua e os dentes exploraram cada ponto de prazer e trataram deles. Uma e outra vez sentiu os espasmos e a expulsão de fluidos; e assim continuou até que o corpo da sua vítima ficou mole e inerte.
Quando viu aquele corpo ofegante e imóvel, levantou-se devagar, apoiou suavemente a glande naquela buceta encharcada de sucos e esfregou de cima para baixo várias vezes. Quando a penetrou com um empurrão decidido, só se ouviu um gemido leve.
O movimento de vai e vem, naquela fenda tão molhada, se prolongou por um bom tempo, até que a natureza falou mais alto e as entranhas dela ficaram cheias de porra. Sem pensar, levantou a roupa, vestiu-se devagar e foi embora. Seu último olhar gravou o corpinho miúdo e branco dormindo sobre a mesa.
Desde então, Adriana nunca mais foi a mesma.
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