Comendo a esposa madura do funcionário

Eu estava no meu escritório quando minha secretária me informou que um dos trabalhadores precisava falar comigo.

- Com licença.

- Em que posso ajudá-lo, seu Carlos?

- Olha, queria pedir um favor. É que tenho que sair amanhã, sexta-feira, com a carga de pêssegos para Concepción, e falei com o contador pra ver se podia me pagar hoje, quinta, já que amanhã é dia de pagamento. Ele disse que não dava, que inclusive só pagariam na segunda, e como eu só voltaria na quinta-feira da próxima semana, queria deixar algum dinheiro em casa.

- A verdade, seu Carlos, é que realmente não tem dinheiro. Tenho um cheque destinado pra isso, mas só posso sacar na segunda. Então, infelizmente, vamos ter que deixar pra quando você voltar.

- Me dá uma ajudinha aí. É que as crianças vão no domingo pra casa da tia e precisamos comprar algumas coisas, além de ter que mandá-las com algum dinheiro. E a verdade é que esse mês a gente ficou muito desorganizado em casa, tivemos gastos extras e já não me sobrou nada.

- Realmente me complica, seu Carlos, porque sério, agora não tenho. Amanhã tenho uma reunião com uns clientes e vou sumir a manhã toda; e o senhor tem que sair cedo, porque essa carga é urgente.

- Mas se não for incômodo, minha esposa pode passar amanhã à tarde pra retirar.

- Tá bom, seu Carlos. Diga pra ela vir amanhã à tarde e passar pra falar comigo.

- Valeu, você é um cara legal.

No outro dia, somei a manhã toda do escritório e só apareci lá pelas 4 da tarde no meu escritório, com um monte de trabalho pendente.

- Tem uma senhora procurando por você.

- Uma senhora?

- Sim, diz que você a chamou pra hoje.

- Ahhhhhhh! Esqueci!

- O que eu digo?

- Diga... diga pra ela entrar.

- Ok.

Nisso meu telefone toca, e começo a falar com um cliente. Uma mulher de uns quarenta e três anos, morena, digamos que com um bom físico, entra no meu escritório e fica de pé em frente à janela.

Naquela hora o sol bate completamente na janela, então, ao... Ela usava um vestido longo e fino, suas pernas se transluziam perfeitamente. Que pernas aquela mulher tinha, meu Deus!, enquanto eu continuava falando ao telefone, ela em pé diante da janela, me impedia de me concentrar na conversa.

Ela me olhava, enquanto eu dava ares de importância. Devo ter parecido interessante a ela, moreno, 33 anos, nada mal de aparência, com boa situação, terno e gravata. Com gestos, convidei-a a sentar. Felizmente ela não se sentou e pude continuar vendo sua silhueta através do vestido fino.

Terminei de falar.

Sente-se, por favor.

Obrigado.

Você é a esposa do senhor Carlos? (A sorte do velho com seus 60 anos...)

Sim, ele me disse que tinha que vir falar com o senhor.

Sim, mas a verdade é que esqueci do seu recado.

Não posso acreditar.

Verdade, passou completamente, mas posso fazer um cheque.

Mas hoje é sexta-feira.

Ahhhhhhhh verdade, esqueci. Olha, vamos fazer o seguinte, você pode vir mais tarde? Digamos, umas oito horas?

Sim, posso sim.

Eu tenho que sair agora, então dou uma corrida em casa para buscar o dinheiro e depois tenho que voltar.

Sim, por favor, agradeceria muito.

Não se preocupe, às oito horas tenho seu dinheiro.

A mulher se despediu, me dando a mão. Pude sentir a dureza dela, dava pra notar o trabalho que desempenhava. Essa não era o tipo de mulher que costumava me atrair, mas não sei se foram suas pernas, seu cheiro, ou o fato de ser a mulher do senhor Carlos, não sei, mas me atraiu muito.

Saí do escritório às 6, fui para casa, tomei banho e saí rumo ao escritório com o dinheiro solicitado. O guarda da entrada me cumprimentou e perguntou se eu vinha trabalhar. Disse que sim, e também avisei que viria uma senhora, que por favor a deixasse passar.

Na empresa já não tinha quase ninguém, só o pessoal da limpeza. Ao entrar no meu escritório, percebi que aquela seção já tinha sido feita.

Eram quase oito horas. Eu estava na internet, quando o O guarda me avisou que a senhora tinha chegado. Eu disse pra ele deixar ela entrar.

A propósito, meu escritório é uma dependência separada, completamente independente da empresa em si, ficando afastado, e conta com uma recepção, um banheiro, cozinha e dois escritórios grandes. Um deles é o meu.

Sinto que batem na porta da recepção, saio pra recebê-la e a faço entrar no meu escritório. Por via das dúvidas, tranquei novamente a entrada principal com chave.

Ela estava com outro vestido, vinha mais arrumada e perfumada. Dava pra ver que tinha saído do banho há pouco, porque ainda estava com o cabelo molhado. Convidei-a pra sentar. Ofereci um café, que ela aceitou. Começamos a falar de coisas sem importância, como o clima, o calor que estava fazendo, etc. Ofereci um cigarro, que ela também aceitou. Era muito tímida, custava a manter um assunto de conversa com ela. A única coisa que me perguntou foi se eu era casado, ao que tive que responder que sim. Perguntei há quanto tempo ela estava casada, ela disse que tinha se casado aos 18. Comentei que era muito jovem pra casar, toquei no assunto da diferença de idade com o marido etc. Depois, um momento de silêncio, que tive que quebrar com o motivo da visita dela. Entreguei o dinheiro.

Ela agradeceu e começou a se levantar pra ir embora. Em nenhum momento ela deu nenhuma indireta ou coisa do tipo, que pudesse me servir pra me aproximar dela; só o olhar dela, direto nos meus olhos, como querendo me dizer alguma coisa.

Me levantei e me aproximei por trás dela em direção à porta, caminhamos até a porta, perto, muito perto, quase encostando nela com meu corpo por trás. Dava pra sentir o perfume dela. A saída dela foi lenta, como esperando que eu desse uma investida. No entanto, algo me impedia de fazer isso. Comecei a abrir a porta, só um pouco, obrigando-a a passar perto de mim. Ela estendeu a mão em sinal de despedida, eu a peguei e me aproximei pra dar um beijo na bochecha, bem perto dos lábios dela. Meu afastamento do rosto dela também foi devagar. Ela começava a passar ao meu lado, saindo do meu escritório, era agora, nunca mais teria uma oportunidade como essa. Segurando-a pela mão, eu a detenho e fecho a porta. Ela com cara de surpresa, me olha. Eu a seguro pela cintura e tento beijá-la, encostando-a contra a porta. Ela com as mãos no meu peito, tentava me empurrar para trás dizendo:

- O que você está fazendo! Me solte!

- Vamos, me dê um beijo.

- Não, como você se atreve! Me solte!

- Vamos, não seja má, só um.

- Não!... Me solte!... Eu não sou dessas!

- Vamos, o que tem de mal?

- Me solte!....... Sou uma mulher casada, isso tem de mal!

Minhas mãos em sua cintura, a puxavam para perto do meu corpo, fazendo-a notar o pauzão que a esperava, mas ela resistia. Eu continuava tentando beijá-la e ela com as mãos no meu peito me empurrava para trás. Pensei que com um pouco mais de insistência ela cederia, mas não, os minutos passaram e a situação era a mesma. Fiquei preocupado, vi em seus olhos que ela estava realmente assustada e que isso podia piorar. O que fazer? Se a soltasse, ela sairia correndo do meu escritório, contaria ao marido e me criaria um problema enorme no trabalho. Tinha que arriscar para deixar tudo em nada. Sem soltá-la, disse que tudo bem, que me desculpasse, que não sabia o que tinha me dado, enfim, uma série de desculpas para que ela se acalmasse.

Soltei-a, mas sem me afastar, pedindo perdão.

- Você vai conseguir me perdoar?

- Não sei.

- Por favor, não sei o que deu em mim.

- Mas como você se atreve, nós dois somos casados.

- Sim, eu sei, mas é que você estava tão gostosa, e pensei que não teria outra chance... além do seu olhar.

- O que tinha no meu olhar?

- Pensei que eu te atraía, e decidi arriscar antes que você fosse embora.

- Não é que você não me atraia, ao contrário, você é muito bonito, e imagino que possa ter a garota que quiser, na verdade, não sei como reparou em mim.

- Desculpe, mas você é muito sensual (essa palavra a gostoso ), e eu sempre gostei de mulheres milf

Não seja mentiroso

Sério, senão por que você acha que fiz o que fiz?

Só para satisfazer uma vontade, nada mais.

Não está brava

Não, mas me deixe ir

Não até você me dizer que me perdoa

Não te perdôo

Então não te deixo ir (um sorriso no meu rosto para mostrar minhas boas intenções)

Bom, nesse caso, vamos ficar a noite toda, porque não pretendo perdoá-lo

Ao seu lado........... não tenho nenhum problema

Ela riu, baixando o olhar. Dessa vez me aproximei com mais doçura para tentar beijá-la novamente, sendo recusado de novo, mas dessa vez num tom mais suave.

Já disse que não!

Só quero sentir seu perfume

Meu perfume não está na minha boca

Ok, então..... (me aproximo do seu pescoço e esfrego meus lábios, dando uma cócegas)

O que está fazendo!!!

O que você me disse

Mas......... (Sua frase fica suspensa por um beijo)

Começamos a nos beijar, lentamente, suavemente, tocando levemente sua cintura com meus dedos. Era assim que ela queria, algo mais suave, não com a brutalidade do começo. Lentamente fui abraçando-a e puxando-a para perto de mim. Morria de vontade de tocá-la, mas com ela tudo tinha que ser suave.

Parei de beijar sua boca e me dediquei a beijar seu pescoço, ela gostava, então me aventurei a descer minha mão, lentamente até tê-la completamente em suas nádegas, acariciando-as suavemente, aos poucos minhas carícias foram se transformando em massagens cada vez mais fortes, que conseguiam fazê-la gemer cada vez que com as pegadas a puxava para mim.

Nossos movimentos foram acelerando cada vez mais. Nossos sexos se esfregavam e já os beijos estavam bem molhados, esfregando nossas línguas desesperadamente. Estávamos fazendo isso com a roupa vestida, já seus gemidos eram audíveis e eu percebia que se continuasse assim, ela logo gozaria, então enfiei minhas mãos sob sua saia. Ela tirou minhas mãos, mas eu com mais força consegui Agarrei suas nádegas nuas. Tentei puxar sua calcinha, mas ela não deixou.

Tirei meu pau e, levantando seu vestido e puxando a calcinha de lado, enfiei tudo de uma vez. Ela me abraçou forte e começou a se mover com toda força, com uns movimentos pélvicos que eu nunca tinha visto, fazendo eu sentir que ela tava agarrando meu pau com a buceta, o que me deixou com um tesão absurdo. Ela começou a gozar bem na hora que eu já não aguentava mais e comecei a encher sua buceta com meu gozo quente.

Foi delicioso, mas eu queria mais. Tentei fazer a gente sentar no sofá, mas assim que soltei ela, saiu correndo do meu escritório.

Não sei o que vai acontecer agora....................
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