Férias com minha sogra (3)

Descemos pra praia. Enquanto a gente tava sentada na areia e minha filha tava se banhando, perguntei se tinha alguma coisa incomodando ela, porque tava muito calada. – Não, nada, são coisas minhas, não se preocupa – Ela falou com um tom de tristeza.

A noite chegou, minha sogra foi dormir cedo. Brinquei um pouco com minha filha e fui colocá-la pra dormir. Na cama do lado, minha sogra já tava dormindo. Saí pra fumar um cigarro, pensando que ela podia comentar com a Andrea o que tinha rolado. Bom, os dados já estavam lançados. Preparei uma dose e fiquei vendo TV. No meio do filme, batem na minha porta. Era ela, de roupão.

– Posso te acompanhar um pouco?
– Claro, pode entrar.
– O que você tá vendo?
– Nada de interessante.

Ela tava nervosa, calada, olhando pra TV mas sem se concentrar. Depois de um tempo, ela me puxa assunto.

– Posso te perguntar uma coisa?
– Pode sim.
– Você já traiu a Andrea alguma vez?
– Não, por quê?
– Por nada.
– O que houve, sogra? Tô te achando meio estranha.
– É que fiquei na dúvida, depois do jogo do outro dia.
– Por quê?
– Não, porque pensei que a situação, se eu não fosse sua sogra e tão velha, podia ter dado margem pra... bom, você sabe.
– Pra quê?
– Sei lá, me veio na cabeça que, se não fosse eu, você podia ter acabado traindo a Andrea.
– Não sei o que te responder, sogra. A verdade é que o homem é mais fraco que a mulher no quesito hormônios. O homem sempre, me desculpe a palavra, tá de pau duro, e acho que podia ter rolado. A mulher é diferente.
– Como você acha que funciona isso?
– O homem não liga pra idade, ainda mais com o novo, o proibido. A mulher é mais... não sei como dizer... por exemplo, se eu não fosse seu genro, e com o jogo, a bebida, tivesse dado em cima de você, o mais provável é que você tivesse me rejeitado, porque a mulher precisa de sentimentos pra ficar com um homem.
– Acho que você tá enganado. A mulher, mesmo na minha idade, também tem necessidades físicas, e não necessariamente Deve ter um sentimento.
Tipo, se eu não fosse seu genro, só nós dois, podia ter rolado alguma coisa.

Quem sabe, naquela altura eu já tava bem bebida, e você sabe que o álcool desperta a libido, além de que uma oportunidade dessas na minha idade não aparece duas vezes. Acho que sim, podia ter rolado alguma coisa, mas claro, você é meu genro.

Mas a gente disse que, supostamente, eu não era seu genro.

Acho que sim, mas daí até você ter reparado em mim...

Por que não? Pra ser sincero, quando você me mostrou seus peitos, eu também fiquei excitado. Mas, por favor, não pense que sou um depravado nem nada do tipo.

Não, como é que você pensa uma coisa dessas? Além disso...

Além disso o quê?

Ontem, quando eu dormi aqui... você...

Eu o quê?

Me dá um pouco de vergonha falar.

Mas me conta.

...Melhor não.

Vai, me fala.

...É que na outra noite, nós dois dormimos aqui, e não sei se você tava acordado ou dormindo.

Não tô entendendo.

O que acontece é que parece que você me confundiu com a Andrea.

E o que eu fiz?

Me dá muita vergonha... Você me abraçou e me tocou, como se eu fosse sua mulher.

Desculpa, sogra! Não percebi, por favor, me perdoa...

Não se preocupa, não aconteceu nada. Percebi que você tava dormindo.

(Com cara de dúvida) Eu te toquei?... E por que você não me acordou?

...É que... pra ser sincera... fazia muito tempo que eu não me sentia mulher, e não me incomodou tanto... mais que isso... até gostei um pouco.

Gostou um pouco?

...Não... vou me arrepender de te contar isso... mas... gostei muito.

Ficamos nos olhando fixamente. Me aproximei dela e tentei beijá-la. Ela desviou o rosto, mas só um pouco. Na segunda tentativa, nossos lábios se encontraram suavemente, minha língua se encontrou com a dela e nos fundimos num beijo longo. Nos abraçamos e nos beijamos apaixonadamente. Comecei a beijar seu pescoço, ela só se deixava levar. Continuei. descendo até chegar na junção dos peitos dela. Minha mão se apossou de uma dessas tetas enormes, por cima da bata, que sempre me deixaram louco. Sem soltar, voltei a beijá-la. Abri a bata dela, só uma camisola branca me separava da pele dela. Dava pra ver como aqueles pedaços enormes de carne ficavam presos no sutiã.

Naquele momento, ela me pede pra apagar a luz, por favor.

Quando apaguei, minha sogra mudou, se entregou completamente à paixão, já não era mais a mãe da minha esposa, era uma mulher com anos de tesão guardado, que explodiu como um vulcão.

Ela mesma tirou toda a roupa. Só pela luz que entrava pela janela pude ver os peitos dela completamente nus. Depois de anos espiando eles por decotes e blusas semi-transparentes, hoje finalmente seriam meus. Sem pressa, me deitei sobre ela, deixando os peitos dela na altura da minha boca. Pegando eles suavemente com as duas mãos, aproximei meus lábios da junção dos peitos, avançando até encontrar uns mamilos pretos e bem grandes, duros, muito duros, esperando pra serem chupados. Beijei aquelas tetas imensas até me cansar, com as duas mãos segurava só uma e entre meus lábios e meus dedos consegui que o mamilo dela atingisse o tamanho máximo. Minha sogra acariciava minha cabeça, esfregando ela contra os peitos dela.

- Mmmmmm que gostoso, continua assim... chupa essas tetas grandes dessa velha... mmmmmm assim, chupa meu mamilo... assim... morde ele, aperta eles... mais... mais forte... com as duas mãos... chupa mais forte... mmmmmm assim!

A velha tava aproveitando ao máximo, e isso que a gente tava só começando. Me despi completamente, mal deixei meu pau livre, a mão dela se apossou dele, segurando firme e começou a bater uma. Subi no peito dela, deixando meu pau entre os peitos dela. Ela, pegando aquelas tetas enormes, prendeu meu pau e começou a esfregar.

Ontem à noite não tava sonhando... quando enfiei meus dedos na sua buceta... tava... Acordei.
Mmmmm, foi gostoso, muito gostoso... faz de novo pra mim, por favor!

Eu desci dela.

—Abre suas pernas!... Quer que eu te toque?

—Siiim, olha como você me deixou toda molhada... me toca!

—Quer que eu te toque... eu quero te ver enquanto te toco!... deixa eu acender a luz.

—Tá bom, como você quiser.

—Mmmmm, que delícia sua buceta... olha esses pelinhos... que gostoso. Você gosta de sentir meus dedos?

—Ahhhhhh siiiim, continua assim...

—Deixa eu te ver mais de perto (Ela de pernas abertas e eu com minha cabeça entre elas).

—Mmmmm, como você me faz gozar... me toca mais!... Se continuar assim, vou gozar... O que você tá fazendo!... é sua língua!... não faz isso!... não, por favor... mmmm... que gostoso... sim... que gostoso sentir sua língua... pra que vou gozar... pra... por favor!... já!... não aguento mais!... ahhhhhhagggg mmmmmmaaghhhh, tô gozando na sua boca!... Chupa mais forte!... siiiiiii

Jatos dela ficaram na minha boca, era um gosto estranho mas delicioso... cheiro de mulher quente... eu também não aguentava mais. Então sentei no travesseiro... peguei a cabeça dela e forcei ela a me chupar... mmmmm... era delicioso... a língua dela percorrendo meu pau... ela fazia muito gostoso... eu tinha que aguentar o máximo que pudesse...

—Quero gozar na sua boca.

—Mmmmm siiiim, jorra seu gozo na minha boca... deixa eu te beber inteiro... mmmmm... você gosta como essa velha te chupa?... mmmmmm shmmmm

—Vou gozar!... siiiiiiii... mmmmmmmm... ohhhhhhhh!

Litros de porra saíram do meu pau, enquanto minha sogra não parava de me chupar.

—Bebe tudo... tira todo o gozo do seu genro... assim... continua...

Ela continuou me chupando por um bom tempo até me deixar mole. Mesmo assim, com a cabeça entre minhas pernas, dava beijinhos e metia de novo na boca.

Foi só sexo oral, mas o prazer foi tanto que não Percebi e acabei dormindo.

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