

A tarde caía pesada, fazia um calor como não se sentia há muito tempo, minha camisa estava grudada no corpo de suor e eu tinha tirado os tênis pra ficar mais à vontade. Pensei em tomar um banho pra aliviar o calor, tava nessa quando a campainha tocou. Fiquei curioso porque não esperava ninguém, meus velhos tinham viajado o fim de semana inteiro e eu tinha me desconectado do trabalho pra descansar. Então, curioso pra saber quem era que tava tocando, fui abrir a porta. Era uma mina nova, tipo uns 19 anos, sei lá... uma mulher de cabelo cacheado na altura dos ombros, vestida com uma camiseta branca. Dava pra adivinhar uns peitões enormes e redondos, uma saia jeans curta, mas o que se destacava era uma cintura muito bem desenhada. Ela usava uns tênis baixos. Era uma mulher com um corpo bem feminino, bem voluptuoso, de lábios grossos, traços muito excitantes, pra mim, claro... que sou viciado em mulher de qualquer jeito.
Ela tava ali parada, olhando um papel com algo escrito, enquanto esperava eu abrir a porta.
• Oi, cê tá procurando quem?
• Oi, boa tarde, olha, tô procurando um endereço, será que é essa rua? Tô há horas andando e não acho, cê pode me ajudar?
Dava pra ver que era de fora da cidade pelo sotaque, era paranaense.
• Deixa eu ver o endereço.
Peguei o papel e comecei a ler, tinha o nome de uma rua, o número e o nome de um bairro.
• Acho que cê tá muito longe, essa rua fica do outro lado da cidade, cê tem certeza que é o endereço certo?
• Sim, bem, acho que é o endereço certo, uma amiga mora lá e vim visitar ela, e o cara do ônibus falou que era por aqui.
• Hum... acho que não é por aqui não.
Fazendo um gesto de desespero, ela fala:
• Ah, onde eu posso achar um telefone público pra ligar pra ela, aí ela vem me buscar?
• Bom, por aqui não tem muito telefone público, mas se quiser, pode usar o meu telefone.
• Sério que posso usar? Que gentileza, obrigado.
dizendo isso, faço ela entrar em casa, ajudando com o par de malas pesadas que ela carregava, e seguindo ela com o olhar, observava o balanço daquele par de bundas, não via umas tão boas há muito tempo, e com aquele formato tão excitante, não perdi nenhum detalhe do jeito dela andar, de como dava pra ver o fio dental que ela tava usando naquela bunda linda.
entramos em casa, e convidei ela pra sentar, e aproximando o telefone, ofereci deixar ela sozinha pra ligar. ela discou várias vezes, e esperou atenderem, o que não aconteceu, e desligou, com um toque de tristeza conferiu se tinha discado o número certo e vendo que sim, concluiu que não tinha ninguém em casa.
• obrigada, mas minha amiga não tá, com certeza saiu, então vou ligar mais tarde de algum lugar.
fiquei com pena da situação, e sorrindo falei:
• não se preocupa, melhor descansar um pouco, e depois tenta ligar de novo, tá muito calor lá fora e dá pra ver que você tá bem cansada.
• é, verdade, tô muito cansada, mas não quero te incomodar.
• não é incômodo nenhum, tô sozinho em casa e você pode descansar tranquila um pouco.
sorrindo e por ser de Córdoba (gente muito aberta e confiante), ela falou:
• ah, sendo assim, então vou aceitar sua oferta, se não te incomodar, vou descansar um pouco.
nos apresentamos e ela disse que se chamava Stefi. já mais à vontade, e vendo que não tinha nada a temer comigo, ela relaxou, se recostou no sofá e esticou as pernas.
• se quiser, tira o tênis.
• bom, vou tirar mesmo porque eles tão me incomodando bastante.
e dizendo isso, tirou os pés do tênis, fazendo gestos de quem se sentia mais confortável.
• de onde você vem?
• de Córdoba (confirmado que era de Córdoba), minha amiga vai ter um bebê e vim ajudar ela, mas já viu que azar o meu.
• não se preocupa, liga pra sua amiga de novo se quiser... ela tem celular?
• sim, tem celular sim, mas fico com vergonha te encher mais o saco.
• Não se preocupa, liga pra ela.
Convencida e já à vontade, peguei o telefone e liguei no celular da amiga, e agora sim, com alegria estampada no rosto, vi ela atender.
• Cadê você?
• Mmm, já cheguei e me perdi.
Vi ela ficar quieta ouvindo o que a amiga dizia, depois de alguns segundos de conversa, desligou.
• Olha, minha amiga saiu e volta amanhã, e isso me acontece por não avisar que vinha hoje.
• Bom, Stefi, não se preocupa, o importante é que você a encontrou.
• Sim, mas agora tenho que esperar até ela chegar amanhã.
Com um olhar triste, fez menção de se levantar e pegar suas coisas.
• Se me disser onde achar um hotelzinho barato, vou te agradecer, Oscar.
• Não, Stefi, não tem o que agradecer, mas por que não espera um pouco antes de ir? Depois eu mesmo te levo a um lugar pra passar a noite.
• Não quer uma cerveja? (o pessoal de Córdoba adora tomar cerveja).
Ela me olhou sorrindo, e como já confiava em mim, disse com seu sotaque característico:
• Bom, aceito pra esfriar esse calor.
• Senta aí, vou pegar pra você.
Fui até o freezer, peguei 6 cervejas e me aproximei de onde Stefi estava, estendendo uma pra ela:
• Toma, Stefi, estão bem geladas.
• Siiim, tá bem gelada, valeu, Oscar.
E abrindo a lata, bebeu com gosto, me deixando surpreso com o jeito dela beber e, bom, com o calor que fazia, eu imitei, tomando minha cerveja do mesmo jeito. Depois de um tempo bebendo e conversando sobre mil coisas, uma cerveja, outra cerveja, e mais uma, o clima relaxou e, claro, tanto líquido fez efeito.
• Oscar, posso usar seu banheiro?
• Claro, Stefi.
• Bom, e onde fica o banheiro?
Lembrando que as reformas do banheiro de baixo não tinham terminado, falei:
• Fica lá em cima, vai lá.
• Me diz por onde, Oscar, vou me perder nessa casarão.
• Sobe a escada que vou te guiando.
• Kkkkk, tá bom, Oscar, como você quiser.
E subindo atrás dela, Eu ia me deliciando com o movimento da bunda dela, se mexiam com uma cadência perfeita, dava quase pra adivinhar como seriam macias, excitantes pra caralho. Era uma raba linda, uma bunda como não via há muito tempo.
• Vamo, entra, esse é o banheiro.
• Nossa Oscar, e esse é teu quarto?
• Sim, é meu quarto.
• Ah, que massa, olha que televisão grandona que tu tem.
E ligando a televisão pra ela, falei:
• Então Stefi, vou deixar você no banheiro, vou pegar uma cerveja, pra gente tomar mais uma.
• Beleza, te espero aqui.
E falando isso, desci pra cozinha pegar mais cerveja, subindo na hora pro meu quarto, onde sentei na cama e abri minha cerveja, ouvindo barulhos no banheiro e esperando ela sair. Uns minutos depois, ela saiu do banheiro, ajeitando a minissaia na cintura e sorrindo.
• Olha o efeito que a cerveja faz em mim kkkkk, me dá uma vontade...
• Kkkkkk, normal, comigo é a mesma coisa.
Falando isso, ela senta nos pés da cama e, olhando pra televisão ligada, me fala:
• Nossa, que televisão grandona, sempre quis uma assim pra ver filme, a imagem é muito boa, amei.
• Stefi, senta aqui. Falei apontando pra cama.
• Assim você vê a TV sossegada.
E sem dizer mais nada, ela sobe na cama e senta do meu lado.
• Oscar, que cama macia.
• É, é bem confortável, isso mesmo.
E abrindo outra cerveja, entreguei pra ela.
• Kkkkkk, Oscar, vou ficar indo no banheiro direto, já vou avisando.
• Kkkkkk, sem problema, até porque é bem perto.
E falando isso, continuei bebendo cerveja, a respiração dela tava muito ofegante, os peitões enormes dela apareciam por baixo do tecido da blusa branca, dava pra adivinhar os bicos e eu imaginava que eles estavam endurecendo, ou pelo menos era o que eu pensava.
Uma mina de 19 anos, meio bêbada, na minha cama, e com um corpo do jeito que eu gostava. Não dava pra acreditar.
A gente continuou bebendo e, daqui a pouco, Stefi tava bêbada e, levantando, foi pro banheiro.
• Oscar, já volto. Não vá.
• Hahaha, não vou embora não.
E dizendo isso, entra no banheiro e sai um tempinho depois, e assim, rindo, sobe na cama e senta na minha frente.
• Bom, Oscar, acho que já é hora de ir, tá ficando tarde.
• Nãão, Stefi, não vai não, melhor ficar aqui, afinal amanhã quando a amiga dela chegar, ela vai embora.
• E onde é que eu vou dormir?
• Ora, aqui nessa cama, cabe nós dois de boa.
Falei, e ela me olhando responde:
• Humm, na mesma cama, humm, tá bom, mas e se você resolver se comportar mal, Oscar?
• Não, Stefi, como é que você acha que vou me comportar mal? Sou um cavalheiro.
• Hahaha, é brincadeira, Oscar, como é que eu vou pensar que você, um cavalheiro, vai querer se comportar mal.
• Hahaha, Stefi, então você tem muito por onde se comportar mal.
E ela, dando risada, bate na minha palma do peito, rindo alto pra caralho.
• Hahaha, que cara hahaha.
Os copos tinham feito o efeito deles nos dois, estávamos deitados na cama quase sem falar, só vendo TV, Stefi meio sentada e eu também, as pernas dela esticadas.
• Já volto, Osky.
• Onde é que você vai, Stefi?
• Vou pegar uns lencinhos umedecidos pra limpar o suor.
O álcool tinha deixado ela sem vergonha e, sem cerimônia, ela falou:
• Tô suada, Osky, e tenho que limpar o suor, senão não consigo dormir.
• Tá bom, Stefi, mas se quiser, eu tenho lencinhos umedecidos aqui, olha.
• Ahh, é desses mesmos que eu uso, Osky, me dá um?
E entregando o pacote pra ela, ela colocou do lado e puxou um, começando a limpar o rosto, os braços, as dobras dos braços, o pescoço, e quando tentou limpar os pés, não alcançou, ficou tonta… eu falei:
• Quer ajuda?
• Hahaha, não, Osky, como é que pode, deixa que eu consigo.
• Stefi, eu te ajudo, me empresta.
E tirando os lencinhos dela, me ajoelhei perto dos pés dela e comecei a limpar devagar, entre os dedos, passando o lenço, o pé inteiro, o tornozelo, e assim até terminar, passando pro outro pé, limpando também com cuidado entre os dedos, segurando o pé dela por cima do tornozelo. enchendo minha mão com a perna dela, bem macia, ela sorria como se não acreditasse e se recostou na cama, como se estivesse pegando no sono, eu continuei, limpando o pé.
Quando terminei, subi devagar pela perna dela, limpando, ela não disse nada, se ajeitou e ela mesma me deixou limpá-la, comecei a limpar devagar... e ao mesmo tempo... com minha mão tocava a perna descaradamente, percorrendo o joelho e a coxa dela, bem suavemente, ela tinha fechado os olhos e parecia ter dormido, eu aproveitei e devagar levantei a saia dela até deixar a calcinha fio-dental à mostra, ela não acordou, era algo excitante olhar aquilo, as pernas dela eram excitantes, dava pra ver a calcinha preta não cobrindo nada, a respiração dela era compassada, as pernas brancas dela estavam à minha disposição, e comecei a limpá-las devagar… até a borda daquela calcinha minúscula, larguei os lenços e agora só com as mãos estava apalpando ela, estava muito excitado e me atrevia a tocá-la, com certeza por causa das cervejas que tinha tomado, mas também pelo nível de excitação que me fazia me arriscar cada vez mais.
De repente ela abre os olhos e me olhando diz:
• O que foi Oscar, o que você está fazendo comigo?
• Nada Stefi, estou te limpando.
• Ah tá bom Oscar, mas já estou bem, se quiser pode parar agora.
• Se você quer que eu pare, tudo bem, gata.
Sorriindo ela diz:
• Mas se você quiser continuar Oscar, então continua, mas se comporta.
• Sim, gata, vou me comportar.
E dizendo isso, ela se deita completamente esticando as pernas e se cobrindo com a saia.
• Osky, me limpa direitinho.
• Sim, gata, é o que estou fazendo.
• Hahaha, cara, o que você está fazendo é me deixar com tesão.
• Ficou excitada, gata?
• Bom, não, não tanto quanto tesão, mas quase, quase me deixa com calor.
• E como você fica com tesão?
• He he he he Oscar, não seja cara, você tá muito louco, e só meu namorado me deixa com tesão.
• Tá bom, Stefi, se te incomoda, eu paro.
• Oscar, não fica bravo hahaha, continua me limpando, desde que não faça coisas ruins comigo.
• Coisas ruins? • Se já sabe, Oscar, não vai querer me comer.
• Não, eu não quero comer ela.
Menti...
• Ah, tá bom Oscar, então continua limpando aqui... que eu tô suando muito.
Abrindo as pernas completamente e apontando pra borda do elástico da calcinha fio dental dela.
Devagar peguei um paninho e comecei a limpar a borda e, me arriscando mais, enfiei um dedo por baixo da borda e, puxando a calcinha de lado, já saindo pela borda levantada, ergui mais a borda tentando enfiar meus dedos quando...
• Oscar, vai rasgar minha calcinha, depois quem vai me pagar? Kkkkk.
• Eu pago pra você, respondi.
• Ai, Osky, melhor abaixar a calcinha senão você nunca vai terminar de me limpar.
Dizendo isso, ela mesma se arqueou, pegou a calcinha e tirou de uma vez, a barriga branca dela estava na minha frente, ela com os olhos fechados fingindo estar sonolenta, se acomodou aberta na minha frente, passou a mão na buceta dela e abriu as pernas completamente.
• Agora sim, Osky, aqui me tem, me limpa mas não me come, hein.
• Não, gata, não vou te comer.
• Jura, Osky?
• Sim, gata, eu juro.
• Então me limpa a buceta que eu tô toda molhada.
• Ficou com tesão, Stefi?
Sem dizer nada, ela só abriu as pernas completamente e com a mão entre elas, separou os lábios da buceta, passando os dedos por todo o caminho até a entrada, que tava molhadíssima, e assim, sem mais, enfiou dois dedos até o fundo e, ouvindo o suspiro dela, tirou os dedos e, se ajeitando bem, disse:
• Ai, Osky, não seja ruim, me limpa logo a buceta que não aguento.
• Sim.
Eu tava quase gozando de tesão, via a cara dela, ela tava com tesão por causa do álcool e da mão que eu tinha passado nela, ela tava ali de pernas abertas pedindo pra eu comer ela, mas sem dizer abertamente, então, sem mais, me inclinei entre as pernas dela e me enfiei direto na buceta dela, meu nariz se perdeu entre aquelas dobras molhadas e cremosas, senti ela gritar e empurrar minha cara com a mão contra a buceta dela. buceta.
• Ay Osky cadê você......., pussy, assim me limpa a pussy, pussy.
• Assim, bebezinho, assim me come a pussy.
• Assim, assim mete a língua, vai, come a Stefi, come ela.
Ela se mexia como possessa, levantava a cintura e eu entre as pernas dela, meti minhas mãos debaixo das nádegas dela, e finalmente as senti, deliciosas, excitantes, minhas mãos pegavam e mexiam, apalpando ela... à vontade.
• Oscarooo, Oscaroo, cara, você me esquenta, cara.
• Assim, assim, Oscar, mete mais, mete maaaaais.
Levantei o rosto da pussy dela e ela continuava de olhos fechados, então me ajeitei... ela com as pernas abertas e de barriga pra cima, eu me ajoelhei entre as pernas dela, baixei a calça... e descendo a cueca, tirei meu pau. E me preparei pra meter quando ela abriu os olhos.
• Ay Osky, o que você está fazendo??????????
• Nada, gata, nada.
• Como nada e por que você tá tirando o pau, pussy?, quer meter em mim, né?
• Não, gata, não quero meter em você.
• Não???... então pra que tirou?
• É que dói deixar ele guardado.
• E como não, Oscar, se você tem ele enorme...
• Oscar... você quer me comer, pussy?
• Sim, Stefi, quero te comer.
• Ai, o que eu faço... não quero te deixar assim, mas não posso deixar você me comer, sou decente.
Ela dizia isso e tava de pernas abertas, com a pussy escorrendo da chupada que eu tinha acabado de dar, e ela se achando decente, eu sabia que era uma pose que ela gostava e que talvez ela mesma acreditasse, então entrei na dela.
• Gata, não vou te comer se você não quiser.
• Ay Oscar, meu bebê, vou tirar seu leite com a mão, tá bom?, não posso te deixar assim, vai te fazer mal.
• Mmm com a mão, Stefi?..
• Sim, Osky, com a mão, ou com o que você quer que eu tire seu leite?, com os peitos?
• Com a bunda, gata, sim?
• Com a bundinha você quer, Osky?
• Queria com sua pussy, gata, mas se não dá.
• Ay Osky, me desculpa por não deixar você me comer, mas nunca fui comida pela pussy por ninguém que não seja meu namorado.
E dizendo isso, levanta as pernas completamente e, abrindo as nádegas, me mostra o cu.
• Vamos, pussy, enfia aqui, vamos, promíscua, se apressa antes que eu me arrependa.
Sem dizer mais nada, enfiei no cu dela e empurrei... entrou devagar... meu pau deslizou naquele cu apertado e, aos poucos, fui metendo mais e mais, Stefi tinha as pernas levantadas até minha cabeça e as nádegas debaixo de mim, o cu dela recebia meu pau por completo.
• Ai, bebê, assim, aí termina, meu bebezinho, vai, deixa a porra aqui, pussy.
E me movendo com força, finalmente terminei de gozar dentro do cu da Stefi. Caí exausto sobre ela, ainda com meu pau no cu dela, que foi perdendo o tamanho devagar e saí daquele cu, e aí ficamos os dois, eu em cima dela e ela embaixo... respirando devagar.
• Já terminou, Osky?
• Já terminei, mas não onde queria.
• Me perdoa, Osky, mas juro que ninguém nunca enfiou na minha pussy além do meu namorado.
• Sei que não acredita em mim, Osky, mas é verdade.
Dizendo isso, a gente dormiu, e eu pensava: hum, será que é verdade mesmo que ela não deixa comer a pussy dela? E aí falei: daqui a pouco tento de novo. Passaram umas duas horas quando acordei de novo, e a Stefi estava dormindo do meu lado, de costas para mim, as nádegas dela na minha frente, cobertas só pela mini. Abracei ela por trás e, enfiando a mão por baixo da camiseta dela, comecei a pegar nos peitos dela, eram enormes, ela não acordava, estava completamente dormindo, então pude tirar os peitões dela para fora e apalpar à vontade, peguei nos mamões grandes dela, levantei a mini dela para deixar as nádegas nuas e, encostando nelas, comecei a me mexer como se estivesse comendo ela, meu pau se acomodava entre as nádegas dela, deslizando a mão, bem devagar separei as nádegas dela e percorri o caminho até o cu, estava molhado, ainda escorria porra daquela fodida que eu tinha dado. Deslizei a mão mais para baixo até a buceta dela e, ao sentir meus dedos ali, ela abriu suas pernas, levantando-a de lado, deixando meus dedos entrarem na buceta dela... meio sonolenta, ela realmente me disse:
• Mmmm Osky, você tá com vontade de novo?
• Sim, gata, tô com vontade de novo.
E ela, jogando a mão pra trás onde meu pau estava, apertou ele e foi me acariciando devagar.
• Nossa, pussy, você tá bem duro, quer meter em mim?
• Como você quer que eu fique? Você já sabe que é por trás que eu deixo você meter.
• Sim, gata, fica de quatro.
• Sim, pussy.
E dizendo isso, ela se deitou de bruços e, ajoelhada, se inclinou, deixando a raba levantada e aberta, colando os peitos na cama.
• Assim, Osky?.. É assim que você quer ver essa gata safada?
• Sim, gata, assim que eu gosto, você tá muito gostosa.
• Vai, Osky, mete logo.
E dizendo isso, fiquei atrás dela e comecei a tocar ela com os dedos, deslizando meus dedos do cu dela até a buceta, que ficava cada vez mais molhada, os lábios da buceta pendendo pros lados da entrada. Meus dedos separaram os lábios e entraram fácil na buceta dela, ela virou a cabeça e, me olhando, disse:
• Oscar, não seja cuzão, não vai me foder.
• Não, gata, só um pedacinho, tá?
• O que é um pedacinho?
• Deixa eu meter só a cabecinha?
• Mmmm. Oscar, não seja otário, não me pede isso.
• Vamos, Stefi, deixa eu meter a cabecinha... isso não é te foder.
• Não é me foder? Tá bom, mas só a pontinha.
Me ajeitei e, colocando meu pau na buceta enorme dela, enfiei metade do pau, e ela, virando a cabeça, disse:
• Ah, que cuzão você é, pussy, já me empalou.
Ela tentou se afastar quando eu me joguei nela... enfiando o resto do meu pau na buceta dela, tava apertada, não parecia virgem, mas apertava muito e tava fervendo.
Stefi gemia, não conseguia falar, só se ouviam os gemidos dela.
• Mmjjj... Ahh... cuzão, filho da puta, já me fodeu.
• Sim, gata, e vou te foder mais.
• É?... Bom, total, pussy, você não vai contar nada, né?
• Não, gata, pra ninguém.
• Então, Oscar, fode à vontade, me come, cuzão.
• Me come bem comida, me faz gozar. buceta.
Dizendo isso, continuei me movendo atrás dela, enfiando e tirando meu pau da buceta dela, comendo ela com força, quase violentamente, as bundas dela balançavam a cada estocada que eu dava.
• buceta, buceta, me come sempre buceta, vai, me come mais, enfia mais pau, gostoso, enfia mais pau na buceta, vai, mete tudo.
De repente, ela ficou parada... e se contorcia toda, senti meu pau sendo molhado por todos os lados por um banho fervente, o orgasmo mais gostoso que já senti no meu pau.
Fiquei parado em cima da bunda dela, devagar eu continuava enfiando e tirando o pau, ouvindo o som do meu pau na buceta molhada dela, quando ela me diz:
• buceta, desce.
Ela me empurrou e se deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas e disse:
• Agora sim, Oscar, como Deus manda, me come.
Ela se ajeitou e me puxou pra cima dela, pegou meu pau e colocou na buceta dela e...
• Me come, Oscar, vamos, você queria me comer?... agora me come até acabar comigo, gostoso.
• Sim, gata, é isso que eu quero.
....foi uma noite como nunca tive outra, mesmo tendo comido a Stefi durante toda a estadia dela na minha cidade, nunca foi tão excitante quanto aquela primeira noite. Comi ela de pé, por cima, enquanto a gente tomava banho, na cozinha, em todo lugar, na casa da amiga dela. Em todo canto. E ainda de vez em quando, quando ela vem... ainda me fode.
No dia seguinte, a amiga veio buscar ela, quando bateu na porta, eu tava comendo a Stefi na sala da minha casa, ela tava de quatro, e fizemos a amiga esperar até a Stefi não aguentar mais ser comida.
Ela tava ali parada, olhando um papel com algo escrito, enquanto esperava eu abrir a porta.
• Oi, cê tá procurando quem?
• Oi, boa tarde, olha, tô procurando um endereço, será que é essa rua? Tô há horas andando e não acho, cê pode me ajudar?
Dava pra ver que era de fora da cidade pelo sotaque, era paranaense.
• Deixa eu ver o endereço.
Peguei o papel e comecei a ler, tinha o nome de uma rua, o número e o nome de um bairro.
• Acho que cê tá muito longe, essa rua fica do outro lado da cidade, cê tem certeza que é o endereço certo?
• Sim, bem, acho que é o endereço certo, uma amiga mora lá e vim visitar ela, e o cara do ônibus falou que era por aqui.
• Hum... acho que não é por aqui não.
Fazendo um gesto de desespero, ela fala:
• Ah, onde eu posso achar um telefone público pra ligar pra ela, aí ela vem me buscar?
• Bom, por aqui não tem muito telefone público, mas se quiser, pode usar o meu telefone.
• Sério que posso usar? Que gentileza, obrigado.
dizendo isso, faço ela entrar em casa, ajudando com o par de malas pesadas que ela carregava, e seguindo ela com o olhar, observava o balanço daquele par de bundas, não via umas tão boas há muito tempo, e com aquele formato tão excitante, não perdi nenhum detalhe do jeito dela andar, de como dava pra ver o fio dental que ela tava usando naquela bunda linda.
entramos em casa, e convidei ela pra sentar, e aproximando o telefone, ofereci deixar ela sozinha pra ligar. ela discou várias vezes, e esperou atenderem, o que não aconteceu, e desligou, com um toque de tristeza conferiu se tinha discado o número certo e vendo que sim, concluiu que não tinha ninguém em casa.
• obrigada, mas minha amiga não tá, com certeza saiu, então vou ligar mais tarde de algum lugar.
fiquei com pena da situação, e sorrindo falei:
• não se preocupa, melhor descansar um pouco, e depois tenta ligar de novo, tá muito calor lá fora e dá pra ver que você tá bem cansada.
• é, verdade, tô muito cansada, mas não quero te incomodar.
• não é incômodo nenhum, tô sozinho em casa e você pode descansar tranquila um pouco.
sorrindo e por ser de Córdoba (gente muito aberta e confiante), ela falou:
• ah, sendo assim, então vou aceitar sua oferta, se não te incomodar, vou descansar um pouco.
nos apresentamos e ela disse que se chamava Stefi. já mais à vontade, e vendo que não tinha nada a temer comigo, ela relaxou, se recostou no sofá e esticou as pernas.
• se quiser, tira o tênis.
• bom, vou tirar mesmo porque eles tão me incomodando bastante.
e dizendo isso, tirou os pés do tênis, fazendo gestos de quem se sentia mais confortável.
• de onde você vem?
• de Córdoba (confirmado que era de Córdoba), minha amiga vai ter um bebê e vim ajudar ela, mas já viu que azar o meu.
• não se preocupa, liga pra sua amiga de novo se quiser... ela tem celular?
• sim, tem celular sim, mas fico com vergonha te encher mais o saco.
• Não se preocupa, liga pra ela.
Convencida e já à vontade, peguei o telefone e liguei no celular da amiga, e agora sim, com alegria estampada no rosto, vi ela atender.
• Cadê você?
• Mmm, já cheguei e me perdi.
Vi ela ficar quieta ouvindo o que a amiga dizia, depois de alguns segundos de conversa, desligou.
• Olha, minha amiga saiu e volta amanhã, e isso me acontece por não avisar que vinha hoje.
• Bom, Stefi, não se preocupa, o importante é que você a encontrou.
• Sim, mas agora tenho que esperar até ela chegar amanhã.
Com um olhar triste, fez menção de se levantar e pegar suas coisas.
• Se me disser onde achar um hotelzinho barato, vou te agradecer, Oscar.
• Não, Stefi, não tem o que agradecer, mas por que não espera um pouco antes de ir? Depois eu mesmo te levo a um lugar pra passar a noite.
• Não quer uma cerveja? (o pessoal de Córdoba adora tomar cerveja).
Ela me olhou sorrindo, e como já confiava em mim, disse com seu sotaque característico:
• Bom, aceito pra esfriar esse calor.
• Senta aí, vou pegar pra você.
Fui até o freezer, peguei 6 cervejas e me aproximei de onde Stefi estava, estendendo uma pra ela:
• Toma, Stefi, estão bem geladas.
• Siiim, tá bem gelada, valeu, Oscar.
E abrindo a lata, bebeu com gosto, me deixando surpreso com o jeito dela beber e, bom, com o calor que fazia, eu imitei, tomando minha cerveja do mesmo jeito. Depois de um tempo bebendo e conversando sobre mil coisas, uma cerveja, outra cerveja, e mais uma, o clima relaxou e, claro, tanto líquido fez efeito.
• Oscar, posso usar seu banheiro?
• Claro, Stefi.
• Bom, e onde fica o banheiro?
Lembrando que as reformas do banheiro de baixo não tinham terminado, falei:
• Fica lá em cima, vai lá.
• Me diz por onde, Oscar, vou me perder nessa casarão.
• Sobe a escada que vou te guiando.
• Kkkkk, tá bom, Oscar, como você quiser.
E subindo atrás dela, Eu ia me deliciando com o movimento da bunda dela, se mexiam com uma cadência perfeita, dava quase pra adivinhar como seriam macias, excitantes pra caralho. Era uma raba linda, uma bunda como não via há muito tempo.
• Vamo, entra, esse é o banheiro.
• Nossa Oscar, e esse é teu quarto?
• Sim, é meu quarto.
• Ah, que massa, olha que televisão grandona que tu tem.
E ligando a televisão pra ela, falei:
• Então Stefi, vou deixar você no banheiro, vou pegar uma cerveja, pra gente tomar mais uma.
• Beleza, te espero aqui.
E falando isso, desci pra cozinha pegar mais cerveja, subindo na hora pro meu quarto, onde sentei na cama e abri minha cerveja, ouvindo barulhos no banheiro e esperando ela sair. Uns minutos depois, ela saiu do banheiro, ajeitando a minissaia na cintura e sorrindo.
• Olha o efeito que a cerveja faz em mim kkkkk, me dá uma vontade...
• Kkkkkk, normal, comigo é a mesma coisa.
Falando isso, ela senta nos pés da cama e, olhando pra televisão ligada, me fala:
• Nossa, que televisão grandona, sempre quis uma assim pra ver filme, a imagem é muito boa, amei.
• Stefi, senta aqui. Falei apontando pra cama.
• Assim você vê a TV sossegada.
E sem dizer mais nada, ela sobe na cama e senta do meu lado.
• Oscar, que cama macia.
• É, é bem confortável, isso mesmo.
E abrindo outra cerveja, entreguei pra ela.
• Kkkkkk, Oscar, vou ficar indo no banheiro direto, já vou avisando.
• Kkkkkk, sem problema, até porque é bem perto.
E falando isso, continuei bebendo cerveja, a respiração dela tava muito ofegante, os peitões enormes dela apareciam por baixo do tecido da blusa branca, dava pra adivinhar os bicos e eu imaginava que eles estavam endurecendo, ou pelo menos era o que eu pensava.
Uma mina de 19 anos, meio bêbada, na minha cama, e com um corpo do jeito que eu gostava. Não dava pra acreditar.
A gente continuou bebendo e, daqui a pouco, Stefi tava bêbada e, levantando, foi pro banheiro.
• Oscar, já volto. Não vá.
• Hahaha, não vou embora não.
E dizendo isso, entra no banheiro e sai um tempinho depois, e assim, rindo, sobe na cama e senta na minha frente.
• Bom, Oscar, acho que já é hora de ir, tá ficando tarde.
• Nãão, Stefi, não vai não, melhor ficar aqui, afinal amanhã quando a amiga dela chegar, ela vai embora.
• E onde é que eu vou dormir?
• Ora, aqui nessa cama, cabe nós dois de boa.
Falei, e ela me olhando responde:
• Humm, na mesma cama, humm, tá bom, mas e se você resolver se comportar mal, Oscar?
• Não, Stefi, como é que você acha que vou me comportar mal? Sou um cavalheiro.
• Hahaha, é brincadeira, Oscar, como é que eu vou pensar que você, um cavalheiro, vai querer se comportar mal.
• Hahaha, Stefi, então você tem muito por onde se comportar mal.
E ela, dando risada, bate na minha palma do peito, rindo alto pra caralho.
• Hahaha, que cara hahaha.
Os copos tinham feito o efeito deles nos dois, estávamos deitados na cama quase sem falar, só vendo TV, Stefi meio sentada e eu também, as pernas dela esticadas.
• Já volto, Osky.
• Onde é que você vai, Stefi?
• Vou pegar uns lencinhos umedecidos pra limpar o suor.
O álcool tinha deixado ela sem vergonha e, sem cerimônia, ela falou:
• Tô suada, Osky, e tenho que limpar o suor, senão não consigo dormir.
• Tá bom, Stefi, mas se quiser, eu tenho lencinhos umedecidos aqui, olha.
• Ahh, é desses mesmos que eu uso, Osky, me dá um?
E entregando o pacote pra ela, ela colocou do lado e puxou um, começando a limpar o rosto, os braços, as dobras dos braços, o pescoço, e quando tentou limpar os pés, não alcançou, ficou tonta… eu falei:
• Quer ajuda?
• Hahaha, não, Osky, como é que pode, deixa que eu consigo.
• Stefi, eu te ajudo, me empresta.
E tirando os lencinhos dela, me ajoelhei perto dos pés dela e comecei a limpar devagar, entre os dedos, passando o lenço, o pé inteiro, o tornozelo, e assim até terminar, passando pro outro pé, limpando também com cuidado entre os dedos, segurando o pé dela por cima do tornozelo. enchendo minha mão com a perna dela, bem macia, ela sorria como se não acreditasse e se recostou na cama, como se estivesse pegando no sono, eu continuei, limpando o pé.
Quando terminei, subi devagar pela perna dela, limpando, ela não disse nada, se ajeitou e ela mesma me deixou limpá-la, comecei a limpar devagar... e ao mesmo tempo... com minha mão tocava a perna descaradamente, percorrendo o joelho e a coxa dela, bem suavemente, ela tinha fechado os olhos e parecia ter dormido, eu aproveitei e devagar levantei a saia dela até deixar a calcinha fio-dental à mostra, ela não acordou, era algo excitante olhar aquilo, as pernas dela eram excitantes, dava pra ver a calcinha preta não cobrindo nada, a respiração dela era compassada, as pernas brancas dela estavam à minha disposição, e comecei a limpá-las devagar… até a borda daquela calcinha minúscula, larguei os lenços e agora só com as mãos estava apalpando ela, estava muito excitado e me atrevia a tocá-la, com certeza por causa das cervejas que tinha tomado, mas também pelo nível de excitação que me fazia me arriscar cada vez mais.
De repente ela abre os olhos e me olhando diz:
• O que foi Oscar, o que você está fazendo comigo?
• Nada Stefi, estou te limpando.
• Ah tá bom Oscar, mas já estou bem, se quiser pode parar agora.
• Se você quer que eu pare, tudo bem, gata.
Sorriindo ela diz:
• Mas se você quiser continuar Oscar, então continua, mas se comporta.
• Sim, gata, vou me comportar.
E dizendo isso, ela se deita completamente esticando as pernas e se cobrindo com a saia.
• Osky, me limpa direitinho.
• Sim, gata, é o que estou fazendo.
• Hahaha, cara, o que você está fazendo é me deixar com tesão.
• Ficou excitada, gata?
• Bom, não, não tanto quanto tesão, mas quase, quase me deixa com calor.
• E como você fica com tesão?
• He he he he Oscar, não seja cara, você tá muito louco, e só meu namorado me deixa com tesão.
• Tá bom, Stefi, se te incomoda, eu paro.
• Oscar, não fica bravo hahaha, continua me limpando, desde que não faça coisas ruins comigo.
• Coisas ruins? • Se já sabe, Oscar, não vai querer me comer.
• Não, eu não quero comer ela.
Menti...
• Ah, tá bom Oscar, então continua limpando aqui... que eu tô suando muito.
Abrindo as pernas completamente e apontando pra borda do elástico da calcinha fio dental dela.
Devagar peguei um paninho e comecei a limpar a borda e, me arriscando mais, enfiei um dedo por baixo da borda e, puxando a calcinha de lado, já saindo pela borda levantada, ergui mais a borda tentando enfiar meus dedos quando...
• Oscar, vai rasgar minha calcinha, depois quem vai me pagar? Kkkkk.
• Eu pago pra você, respondi.
• Ai, Osky, melhor abaixar a calcinha senão você nunca vai terminar de me limpar.
Dizendo isso, ela mesma se arqueou, pegou a calcinha e tirou de uma vez, a barriga branca dela estava na minha frente, ela com os olhos fechados fingindo estar sonolenta, se acomodou aberta na minha frente, passou a mão na buceta dela e abriu as pernas completamente.
• Agora sim, Osky, aqui me tem, me limpa mas não me come, hein.
• Não, gata, não vou te comer.
• Jura, Osky?
• Sim, gata, eu juro.
• Então me limpa a buceta que eu tô toda molhada.
• Ficou com tesão, Stefi?
Sem dizer nada, ela só abriu as pernas completamente e com a mão entre elas, separou os lábios da buceta, passando os dedos por todo o caminho até a entrada, que tava molhadíssima, e assim, sem mais, enfiou dois dedos até o fundo e, ouvindo o suspiro dela, tirou os dedos e, se ajeitando bem, disse:
• Ai, Osky, não seja ruim, me limpa logo a buceta que não aguento.
• Sim.
Eu tava quase gozando de tesão, via a cara dela, ela tava com tesão por causa do álcool e da mão que eu tinha passado nela, ela tava ali de pernas abertas pedindo pra eu comer ela, mas sem dizer abertamente, então, sem mais, me inclinei entre as pernas dela e me enfiei direto na buceta dela, meu nariz se perdeu entre aquelas dobras molhadas e cremosas, senti ela gritar e empurrar minha cara com a mão contra a buceta dela. buceta.
• Ay Osky cadê você......., pussy, assim me limpa a pussy, pussy.
• Assim, bebezinho, assim me come a pussy.
• Assim, assim mete a língua, vai, come a Stefi, come ela.
Ela se mexia como possessa, levantava a cintura e eu entre as pernas dela, meti minhas mãos debaixo das nádegas dela, e finalmente as senti, deliciosas, excitantes, minhas mãos pegavam e mexiam, apalpando ela... à vontade.
• Oscarooo, Oscaroo, cara, você me esquenta, cara.
• Assim, assim, Oscar, mete mais, mete maaaaais.
Levantei o rosto da pussy dela e ela continuava de olhos fechados, então me ajeitei... ela com as pernas abertas e de barriga pra cima, eu me ajoelhei entre as pernas dela, baixei a calça... e descendo a cueca, tirei meu pau. E me preparei pra meter quando ela abriu os olhos.
• Ay Osky, o que você está fazendo??????????
• Nada, gata, nada.
• Como nada e por que você tá tirando o pau, pussy?, quer meter em mim, né?
• Não, gata, não quero meter em você.
• Não???... então pra que tirou?
• É que dói deixar ele guardado.
• E como não, Oscar, se você tem ele enorme...
• Oscar... você quer me comer, pussy?
• Sim, Stefi, quero te comer.
• Ai, o que eu faço... não quero te deixar assim, mas não posso deixar você me comer, sou decente.
Ela dizia isso e tava de pernas abertas, com a pussy escorrendo da chupada que eu tinha acabado de dar, e ela se achando decente, eu sabia que era uma pose que ela gostava e que talvez ela mesma acreditasse, então entrei na dela.
• Gata, não vou te comer se você não quiser.
• Ay Oscar, meu bebê, vou tirar seu leite com a mão, tá bom?, não posso te deixar assim, vai te fazer mal.
• Mmm com a mão, Stefi?..
• Sim, Osky, com a mão, ou com o que você quer que eu tire seu leite?, com os peitos?
• Com a bunda, gata, sim?
• Com a bundinha você quer, Osky?
• Queria com sua pussy, gata, mas se não dá.
• Ay Osky, me desculpa por não deixar você me comer, mas nunca fui comida pela pussy por ninguém que não seja meu namorado.
E dizendo isso, levanta as pernas completamente e, abrindo as nádegas, me mostra o cu.
• Vamos, pussy, enfia aqui, vamos, promíscua, se apressa antes que eu me arrependa.
Sem dizer mais nada, enfiei no cu dela e empurrei... entrou devagar... meu pau deslizou naquele cu apertado e, aos poucos, fui metendo mais e mais, Stefi tinha as pernas levantadas até minha cabeça e as nádegas debaixo de mim, o cu dela recebia meu pau por completo.
• Ai, bebê, assim, aí termina, meu bebezinho, vai, deixa a porra aqui, pussy.
E me movendo com força, finalmente terminei de gozar dentro do cu da Stefi. Caí exausto sobre ela, ainda com meu pau no cu dela, que foi perdendo o tamanho devagar e saí daquele cu, e aí ficamos os dois, eu em cima dela e ela embaixo... respirando devagar.
• Já terminou, Osky?
• Já terminei, mas não onde queria.
• Me perdoa, Osky, mas juro que ninguém nunca enfiou na minha pussy além do meu namorado.
• Sei que não acredita em mim, Osky, mas é verdade.
Dizendo isso, a gente dormiu, e eu pensava: hum, será que é verdade mesmo que ela não deixa comer a pussy dela? E aí falei: daqui a pouco tento de novo. Passaram umas duas horas quando acordei de novo, e a Stefi estava dormindo do meu lado, de costas para mim, as nádegas dela na minha frente, cobertas só pela mini. Abracei ela por trás e, enfiando a mão por baixo da camiseta dela, comecei a pegar nos peitos dela, eram enormes, ela não acordava, estava completamente dormindo, então pude tirar os peitões dela para fora e apalpar à vontade, peguei nos mamões grandes dela, levantei a mini dela para deixar as nádegas nuas e, encostando nelas, comecei a me mexer como se estivesse comendo ela, meu pau se acomodava entre as nádegas dela, deslizando a mão, bem devagar separei as nádegas dela e percorri o caminho até o cu, estava molhado, ainda escorria porra daquela fodida que eu tinha dado. Deslizei a mão mais para baixo até a buceta dela e, ao sentir meus dedos ali, ela abriu suas pernas, levantando-a de lado, deixando meus dedos entrarem na buceta dela... meio sonolenta, ela realmente me disse:
• Mmmm Osky, você tá com vontade de novo?
• Sim, gata, tô com vontade de novo.
E ela, jogando a mão pra trás onde meu pau estava, apertou ele e foi me acariciando devagar.
• Nossa, pussy, você tá bem duro, quer meter em mim?
• Como você quer que eu fique? Você já sabe que é por trás que eu deixo você meter.
• Sim, gata, fica de quatro.
• Sim, pussy.
E dizendo isso, ela se deitou de bruços e, ajoelhada, se inclinou, deixando a raba levantada e aberta, colando os peitos na cama.
• Assim, Osky?.. É assim que você quer ver essa gata safada?
• Sim, gata, assim que eu gosto, você tá muito gostosa.
• Vai, Osky, mete logo.
E dizendo isso, fiquei atrás dela e comecei a tocar ela com os dedos, deslizando meus dedos do cu dela até a buceta, que ficava cada vez mais molhada, os lábios da buceta pendendo pros lados da entrada. Meus dedos separaram os lábios e entraram fácil na buceta dela, ela virou a cabeça e, me olhando, disse:
• Oscar, não seja cuzão, não vai me foder.
• Não, gata, só um pedacinho, tá?
• O que é um pedacinho?
• Deixa eu meter só a cabecinha?
• Mmmm. Oscar, não seja otário, não me pede isso.
• Vamos, Stefi, deixa eu meter a cabecinha... isso não é te foder.
• Não é me foder? Tá bom, mas só a pontinha.
Me ajeitei e, colocando meu pau na buceta enorme dela, enfiei metade do pau, e ela, virando a cabeça, disse:
• Ah, que cuzão você é, pussy, já me empalou.
Ela tentou se afastar quando eu me joguei nela... enfiando o resto do meu pau na buceta dela, tava apertada, não parecia virgem, mas apertava muito e tava fervendo.
Stefi gemia, não conseguia falar, só se ouviam os gemidos dela.
• Mmjjj... Ahh... cuzão, filho da puta, já me fodeu.
• Sim, gata, e vou te foder mais.
• É?... Bom, total, pussy, você não vai contar nada, né?
• Não, gata, pra ninguém.
• Então, Oscar, fode à vontade, me come, cuzão.
• Me come bem comida, me faz gozar. buceta.
Dizendo isso, continuei me movendo atrás dela, enfiando e tirando meu pau da buceta dela, comendo ela com força, quase violentamente, as bundas dela balançavam a cada estocada que eu dava.
• buceta, buceta, me come sempre buceta, vai, me come mais, enfia mais pau, gostoso, enfia mais pau na buceta, vai, mete tudo.
De repente, ela ficou parada... e se contorcia toda, senti meu pau sendo molhado por todos os lados por um banho fervente, o orgasmo mais gostoso que já senti no meu pau.
Fiquei parado em cima da bunda dela, devagar eu continuava enfiando e tirando o pau, ouvindo o som do meu pau na buceta molhada dela, quando ela me diz:
• buceta, desce.
Ela me empurrou e se deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas e disse:
• Agora sim, Oscar, como Deus manda, me come.
Ela se ajeitou e me puxou pra cima dela, pegou meu pau e colocou na buceta dela e...
• Me come, Oscar, vamos, você queria me comer?... agora me come até acabar comigo, gostoso.
• Sim, gata, é isso que eu quero.
....foi uma noite como nunca tive outra, mesmo tendo comido a Stefi durante toda a estadia dela na minha cidade, nunca foi tão excitante quanto aquela primeira noite. Comi ela de pé, por cima, enquanto a gente tomava banho, na cozinha, em todo lugar, na casa da amiga dela. Em todo canto. E ainda de vez em quando, quando ela vem... ainda me fode.
No dia seguinte, a amiga veio buscar ela, quando bateu na porta, eu tava comendo a Stefi na sala da minha casa, ela tava de quatro, e fizemos a amiga esperar até a Stefi não aguentar mais ser comida.

Isso foi só o começo entre @el_pretorian_ban ... beijinhos @StefiMarinera
3 comentários - primeiro encontro com a osky
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Nena no podes contar nuestras cosas a foro abierto!!!!!!! 😬 😬 😬