Preceptora dominada pelo pai de um aluno
Sou a Sandra, tenho 33 anos, sou o que se pode chamar de uma gata bonita, com meus cabelos morenos, olhos castanhos claros, peitos normais, uns lábios grossos e uma cintura fina com um quadril que dá lugar à minha bunda redonda, bem grande e empinada.
Tinha conseguido começar a trabalhar como preceptora num colégio um pouco afastado, mas muito bonito, era um ensino médio de área meio marginal na periferia da cidade.
Eu era responsável pela turma de garotos de uns 13 anos, todos bem humildes, bastante olheiros, mas muito bons.
Depois dos primeiros meses, notei o Ariel, era um menino muito rebelde na sala e com um temperamento duro.
Eu chamava a atenção dele regularmente, mas ele, como se nada, continuava com o comportamento meio agressivo às vezes.
Um dia comecei a interrogá-lo um pouco, mas ele não me respondia, então perguntei sobre a família dele, e ele ficou calado e baixou o olhar diante da minha pergunta. O que me pareceu muito estranho.
Mas insisti tanto que finalmente ele concordou em me contar.
— Preceptora, tenho vergonha de falar da minha família, moro com minha mãe e meu padrasto. Meu irmão mais velho foi expulso de casa e faz quase um ano que não sei nada dele. Minha mãe é muito boa e inocente. Mas meu padrasto não é boa pessoa.
Eu o escutava com atenção e ele continuava contando quase entre lágrimas.
— Meu padrasto bebe muito, não faz nada, vive do trabalho da minha mãe, é violento, porque ficou 4 anos preso e depois saiu e começou a morar com a gente.
O relato arrasador do Ariel me dava muita pena enquanto eu o olhava, então eu disse:
— Me escuta, Ariel, quero falar com seus pais, diz pra eles virem amanhã na saída do colégio pra conversar.
Ele me olhou fixo, até meio sorrindo, mas não disse nada e foi pra casa dele.
No outro dia, eu como sempre vestia uma calça jeans apertada azul clara, como eu sempre usava e marcava minhas curvas, e uma camiseta preta meio justa, como se usava.
Já no Na saída da escola, apareceu o pai do Ariel, o nome dele era Júlio, alto, uns 50 anos, moreno, cabelo preto cheio de cabelos brancos, vestindo uma camisa branca e calças marrons bem amarrotadas, não ligava nem um pouco pra modos.
Me apresentei pra ele, e ele quase nem olhou na minha cara, só me olhou duas ou três vezes de baixo pra cima, me despindo com um olhar penetrante.
Depois de explicar por que tinha chamado ele, ele só respondeu:
— Pode ser que a senhora tenha razão, preceptora Sandra, já vou dar uma surra nele pra ele estudar.
Eu me assustei e repreendi ele, dizendo:
— Não é sobre isso, tô falando pra incentivá-lo mais.
Ele agarrou o braço do Ariel, se virou e me disse:
— Eu sei como educar esse moleque, você se mete na sua vida que é pra isso que te pagam!
E saiu andando, quase arrastando o Ariel. Fiquei paralisada, puta, indignada por causa daquele velho mal-educado.
O dia inteiro fiquei perturbada com aquela situação.
No outro dia, quando a aula terminou, parei o Ariel pra conversar, mas ele disse:
— Não posso, tenho que ir pra casa.
Mas eu segurei ele mesmo assim, olhei o pescoço dele e tinha uma marca vermelha. Perguntei:
— O que aconteceu no seu pescoço, Ariel?
Ele olhou pra baixo e só disse:
— Nada, caí jogando.
Óbvio que não acreditei, fiquei indignada e, apesar da pressa dele, segurei ele e escrevi num papel, pedindo uma reunião com a mãe.
Entreguei o papel e falei:
— Ariel, por favor, dá esse bilhete pra sua mãe.
Na próxima aula, Ariel chegou e me deu outro bilhete, com uma letra meio desleixada, dizia:
"Por favor, preceptora Sandra, não tenho tempo de ir, mas se a senhora quiser, pode vir na nossa casinha na sexta-feira, esperamos pro almoço. Abraços."
Não sei se por ser novata em assuntos assim, ou se o Ariel me dava muita pena, consultei uma professora com quem a gente tinha virado amigona, e ela recomendou não ir, mas que eu fizesse o que achava certo. conveniente.
Quando a aula terminou, eu disse:
— Ariel, na sexta, depois da escola, vou te levar em casa pra conversar com seus pais.
Ele me olhou com uma cara estranha e me encarou do jeito dele, meio de espião, típico da puberdade, aí deu uma resposta morna, que eu não entendi. Mas imaginei que era medo do padrasto bater nele de novo por causa da minha intromissão.
Chegou a sexta-feira. Eu, como sempre, naquele dia vestia uma calça jeans azul claro justa e uma camiseta preta. Subimos no carro com Ariel rumo à casa dele.
Ele foi me indicando o caminho, sem tirar os olhos das minhas pernas às vezes, o que pela idade dele até me dava graça.
Quando chegamos na casa dele, vi que era um bairro bem humilde, mas parecia tranquilo.
Depois de estacionar, batemos na porta e quem abriu foi a mãe dele, uma mulher de uns 40 anos, mas muito envelhecida, com as rugas prematuras de quem leva uma vida cansativa.
Lá dentro, o padrasto estava sentado com um copo de vinho. Assim que me viu, começou a me devorar com o olhar, como um leão que vê um cordeiro entrando na caverna dele.
Sem ele se levantar, dei um beijo na bochecha dele, sentindo o hálito de álcool, enquanto ele continuava me encarando.
Estávamos os quatro comendo, e eu me sentia incomodada com o olhar do cara em cima de mim o tempo todo, até que ele disse: "Como é linda sua orientadora, Ariel, ela é muito gostosa."
Respondi agradecendo e observei ele bem, disfarçando.
Comecei a explicar tanto pra mãe do Ariel quanto pro pai a situação que eu notava no Ariel, que talvez precisasse de mais apoio por causa do comportamento dele, etc.
Eles ouviram e não contestaram nada. Júlio só ficava enfiando o dedo na orelha, como se estivesse coçando, e de vez em quando no nariz, coçava a virilha, ou direto a bunda — era bem nojento. E o olhar dele era tão safado que parecia que ele me tocava com ele.
Terminamos de comer, enquanto ele tipo, ele cuidava pra meu copo estar sempre cheio de vinho. Quando Ariel e a mãe dele levantaram pra lavar a louça, o cara falou pra eu ficar sentada porque eu era a convidada, e aí fiquei sozinha com ele.
Então ele me perguntou:
— E você é casada, Sandra?!
Eu hesitei em responder, porque pensei em tudo num minuto, mas acabei falando a verdade.
— Não, sou divorciada.
— Quantos anos você tem?!
— 33 recém-completados, respondi.
Na cara dele apareceu um sorriso safado, aí ele me pediu pra pegar os cigarros que estavam num aparador atrás de onde eu tava sentada.
Eu levantei, me virei pra pegar, os bagulho tavam bem altos e tive que ficar quase na ponta dos pés, e por um espelho vi ele olhando descaradamente pra minha bunda.
Depois que me sentei de novo, ele tava meio alterado depois da observação dele, e uma das mãos dele tava debaixo da mesa.
Já tava indo embora, me despedi da Gladys (mãe do Ariel) e do Ariel e fui até a porta, enquanto o Julio vinha atrás de mim, com certeza sem perder um detalhe da minha bunda, quando ele abriu a porta pra mim falou:
— Sandra, amanhã à noite a gente vai fazer um churrasco aqui, adoraríamos que você viesse!
Eu tava quase recusando a oferta, quando o Ariel veio correndo insistindo pra eu ir, e foi aquele "por favor, vai, vai". Aí eu aceitei.
Chegou o sábado e, como o olhar dele me intimidava um pouco, resolvi vestir algo mais solto, uma calça mais esportiva e uma camiseta preta, mas o que eu não percebi é que essa calça era muito fina e dava pra ver um pouco minha calcinha fio dental. Fui pra casa do Ariel.
A gente tava os quatro no quintal, onde tava a churrasqueira, e enquanto o Julio fazia o churrasco, ele bebia muito vinho. E num momento ele falou pro Ariel e pra mãe dele:
— Não vai dar o carvão, vão comprar! Claro, de um jeito autoritário, e eles mansamente aceitaram.
Eu fiquei sozinha com ele, tava com um pouco de medo, então fui pra dentro limpar a verdura pra salada. Tava Parada numa mesinha limpando, quando ele se colocou atrás de mim, encostando de leve o volume no meu rabo, fingindo que tava procurando alguma coisa. Eu me afastei, mas ele me seguiu, e quando eu ia me afastar de novo, ele sussurrou no meu ouvido com bafo de cachaça:
— Cê não gosta de ter um negócio sério te apertando, né? Sei que cê tá precisando de uma noite boa, com um homem de verdade.
Eu saí pro lado e gritei, furiosa:
— Me deixa em paz!! Quem você pensa que eu sou?!! Vou contar tudo pra eles quando voltarem pra sua mulher e pro Ariel!!
Ele me olhou de cima a baixo, começou a dar risada e falou:
— Conta sim, o que cê vai conseguir é eu moer os dois na porrada. A velha já me encheu o saco e o moleque não presta pra nada!! Cê ia me dar a desculpa perfeita pra meter o pé na bunda dos dois e mandar eles pra rua, porque essa casa é minha. Droga da hora que saí da cadeia e me meti com essa velha. Mesmo eu dando galho nela quando bem entendo, até os viados que eu comi no presídio são melhores que ela na cama. Quatro vezes ela fez queixa na polícia que eu batia nela, eles não tão nem aí. E se eu voltar pro xadrez, quando sair, explodo todo mundo. Pensa bem no que cê vai falar, mas se não me deixar aliviar a vontade uma noite, eles vão se foder feio e a culpa vai ser sua. Pensa direitinho, porque se na terça à noite cê não vier jantar, prepara sua casa pra receber eles, que vão chegar meio quebrados. Pensa bem.
Ele virou as costas e voltou a cuidar do churrasco e a beber vinho.
Fiquei gelada e com medo do tom das palavras dele. Era um cara realmente doente, pesado, e eu tava no meio.
Se eu falasse alguma coisa, com certeza ele cumpriria as ameaças, e eu não queria aquilo que ele tinha ameaçado. E, por outro lado, o que aquela porcaria queria de mim me dava nojo e muito medo ao mesmo tempo. Senti que eu também tava caindo no domínio dele. Eles chegaram e eu não falei nada, e via que o cara me olhava como se tivesse lembrando das palavras dele.
Quase não comi, dizendo que tava me sentindo mal, com um mal-estar no estômago. estômago, enquanto o cara me olhava com um sorriso sarcástico.
Fui pra minha casa e não parava de pensar na merda que eu tinha me metido.
No dia seguinte no colégio, tava muito nervosa, e minha cabeça girava pra todo lado, não sabia o que fazer, então decidi que o melhor era contar pra minha amiga, a Prof de matemática.
Falei pra gente tomar um café na saída, e lá contei tudo com luxo e detalhe.
Viviana, é o nome dela, ela se surpreendeu e não conseguia acreditar enquanto eu contava, já que Ariel também era aluno dela.
Ela me disse num tom imponente:
— Denuncia esse filho da puta, nem te atreve a ir na terça!! E um monte de conselhos a mais.
Em casa, minha cabeça era uma bagunça total, não sabia o que fazer, mas sinceramente tava com medo pelo Ariel e pela mãe dele, e decidi juntar forças e ir na terça, apesar da raiva da minha amiga, e ia botar esse sujeito no lugar dele pra deixar claro que podia denunciar se quisesse.
Sentia que era meu dever fazer isso.
Depois que a manhã e a tarde passaram voando, à noite fui jantar na casa do Ariel, e enquanto comia, pensava no que viria agora.
Eu tinha ido com a mesma roupa do colégio daquele dia, uma calça jeans como sempre e uma camiseta.
O cara me olhava como se soubesse o que ia me fazer.
Ariel e a mãe dele se levantaram pra lavar a louça, e o cara logo me disse num tom imperativo:
— Sandra, vem comigo no quintal pegar mais vinho!
Aceitei com resignação, esperando que a mãe ou o Ariel dissessem algo, mas não falaram nada.
Não sei por que aquele cara conseguia se impor tão fácil, sabia que não devia ir, mas o tom dele e o jeito violento me intimidavam.
Quando saímos pro quintal, ele fechou a porta, tava bem escuro, e me pegou pela cintura, puxando pra perto dele e tentou começar a me beijar.
Aguardando o hálito horrível de vinho, me resisti, o que parecia excitá-lo, não gritei porque tava com medo.
De repente, ele colocou a mão na minha bunda e ficou acariciando por cima da calça, eu peguei a mão dele Braço com que ele segurava minha bunda e eu apertei, tentando tirar ele dali.
Julio estava meio alterado e isso me assustou um pouco, mas ele me soltou, fui andando até a porta e, antes de entrar, ele veio até mim que estava parada, me pegou pela cintura se colocando por trás de mim, encostou bem o volume dele bem duro na minha bunda, e enquanto me dizia no ouvido:
— Que linda você tá, boneca, que rabão grande e gostoso você tem, que tesouro, meu amor! Tá sentindo como eu tô de pau duro?
Eu não respondi, mas sentia o volume dele bem duro e quase fervendo por cima da minha calça.
Depois ele me disse:
— Sábado, linda, sábado! Me escuta bem, sábado, o Ariel e a velha vão pro interior ver um irmão! Você vem pra cá às oito e se veste bem pra mim, tudo bem apertadinho, a gente toma uns copos e vai se conhecer muito bem, te espero!
Ele me soltou, e voltamos, enquanto Ariel e a mãe dele continuavam na cozinha.
Pouco depois eles terminaram e sentaram à mesa, eu inventei uma desculpa e fui embora, queria ir rápido, minha cabeça tava a mil e eu não sabia o que fazer, o que pensar, o que dizer.
No outro dia na escola, Viviana me perguntou o que eu tinha feito, se eu tinha ido, etc.
Menti, não sei se por medo das críticas dela ou de ser tão idiota, e falei que não tinha ido.
Chegou o sábado, umas seis horas tomei banho, coloquei minha calcinha branca, uma calça branca que marcava minha fio dental de tão justa e uma regata marrom.
Enquanto dirigia pra casa do Ariel, meu coração batia forte, tava com medo, me arrependendo, quando lembrei das ameaças sobre o Ariel e a mãe dele e instintivamente dirigi até a casa dele.
Cheguei, ele abriu a porta e me fez sentar, servindo vinho branco puro.
Ele tava de bermuda azul, tênis e nada mais, o torso todo nu, que por sinal era bem peludo.
Depois da primeira garrafa, onde quase não falamos, só olhava pra ele, com curiosidade e medo, ele abriu outra e a gente continuou bebendo.
Eu já tava meio tonta, e ele percebeu. Levantou, veio pro meu lado e Levantou.
Me pegou pela cintura, começou a me beijar como nunca, mexendo a língua dele com a minha sem parar. Agarrou com força as minhas nádegas, me apertando contra ele, e começou a esfregar o volume dele pra cima e pra baixo, me passando o rodo inteira.
Julio desabotoou minha calça, com esforço por causa do justo que tava, puxou um pouco pra baixo, até a metade da minha bunda, e começou a apalpar com muita força minha buceta e meu cu.
O efeito do vinho e aquela situação tinham começado a me excitar. Ele trabalhava muito bem pra me deixar mais e mais quente.
Depois de um tempo me esquentando e se esquentando bem, ele sussurrou no meu ouvido:
— Tira a calça, gostosa!
Eu me afastei um pouco e, ainda de salto, comecei a tirar a calça, enquanto ele esfregava o volume me olhando, e eu olhando pra ele.
Ele veio pra cima de mim, encostou o volume na minha buceta e, com a outra mão, começou a apalpar meus peitos.
Sem falar nada, tirou minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos no ar.
Ele se jogou neles, chupando sem parar, enquanto eu tentava esconder meus gemidos, mas era impossível. Eu tava ficando louca, quase não conseguia ficar de pé. Aí eu falei:
— Chega, filho da puta, até quando você vai continuar?!
Ele se afastou de mim rindo e disse:
— Vem cá, ajoelha, tira ela e chupa bem gostoso!
Eu, como uma autômata, obedeci. Me ajoelhei, puxei o short dele pra baixo, e apareceu um pedaço enorme, muito grosso, vermelho, que me fez parar.
Enquanto ele tirava o short de vez, disse:
— Não me diga que você se assustou, é exatamente o que você precisa no estado que tá. Vai, chupa bem que já vou te dar!
A safadeza venceu a razão de novo. Segurei com as duas mãos, abri bem grande a boca, meti ele lá dentro e comecei a chupar.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca, com um movimento que doía de tão grosso. Com as mãos, eu fazia sinal pra ele parar, mas ele empurrava e dizia. -¡¡Não, gostosa, agora não!! Você não queria o pau, agora tá com ele!! E continuou.
Os lados da minha boca já doíam de tão esticados que estavam, e eu não conseguia pará-lo com minhas mãos.
Ele começou a puxar meu cabelo, enquanto movia minha cabeça pra frente e pra trás violentamente, aumentando a dor.
Não sei quanto tempo ele ficou assim, mas foi um bom tempo, e com um gemido forte, ele segurou minha cabeça contra o pau dele e começou a soltar uma quantidade daquele líquido fedorento na minha boca.
Parecia que eu tava me afogando enquanto o sêmen entrava direto no meu estômago, e ele me manteve ali por um bom tempo pra garantir que eu engolisse todo aquele líquido nojento.
Quando ele tirou, eu respirei desesperada, enquanto meus olhos tinham lágrimas de humilhação e dor. Mas ele, como se nada, me disse:
-¡¡Agora vamos pro quarto, linda, que ainda tô duro e quero te comer!!
Eu tremia com essas palavras, mas sabia que não tinha escolha.
Quando chegamos no quarto dele, todo bagunçado por sinal, ele me jogou na cama, de barriga pra cima, depois pegou minhas pernas e colocou na cintura dele.
Ele ficou me apalpando, enfiando um dedo e tirando, chupando meus peitos, enquanto me olhava com aquele olhar doentio, descontrolado, até que depois de um tempo.
Ele colocou a cabeça do pau em mim e começou a me penetrar. No começo, quando entrou, doeu, e eu tentei mexer a perna, mas ele segurava com a mão e bem puxada pra trás dele, eu com minhas mãos apertava as costas dele.
Como eu tava bem lubrificada, ele enfiou com toda facilidade, mas mesmo assim eu reclamava, não tava acostumada com aquilo tão grosso e, desde minha separação, não tava em forma e menos ainda pra receber uma coisa dessas.
Uma vez dentro de mim, ele disse:
-¡Já foi, meu amor, já foi, você já comeu tudo, agora aproveita bem dentro de você!!
E começou a se mover num ritmo normal, gritando a cada estocada. Eu depois de um tempo também gritava a cada estocada e me mexia junto com ele. Ele soltou minha perna e ficamos os dois abraçados, nos movendo. Ele me batia com muita força, chegando até o fundo de mim, doendo um pouco, mas o prazer era indescritível. Não sei quanto tempo ficou assim, mas de repente começou a gemer que nem um louco e, com um grito, gozou dentro de mim sem hesitar e sem me dar escolha.
Meu orgasmo ainda não tinha vindo e eu sentia muito calor por dentro. Fui me lavar no banheiro, vendo o saindo de dentro da minha buceta. Voltei, ele estava fumando, me deitei ao lado dele timidamente, sem dizer uma palavra.
Passou um tempão, até que ele me olhou e disse:
— Gostou, Sandrita?
Eu corei e não respondi, mas aquele silêncio falou por si.
Então, ele deitado de barriga pra cima, me disse:
— Vem cá e monta em mim, puta, que quero continuar te aproveitando!
Mesmo sendo humilhante, aquilo continuava me excitando, então fiz sem pensar.
Enfiei o pau grosso dele e, superando a dor inicial, comecei a cavalgar.
A parte de cima do meu corpo estava debruçada sobre ele, enquanto as duas mãos de Julio apertavam minhas nádegas, acompanhando o ritmo.
Eu comecei a cavalgar cada vez mais rápido, soltando gemidos incontroláveis:
— Ahhhh! AAhhhh! Siii! Siiiiii! Aaaaaahhhhh! Siiii!
Isso deixou Julio ainda mais excitado, ele apertava minhas nádegas e mexia a pélvis acompanhando meus movimentos, até que disse:
— Puta, desce rápido que vou gozar de novo e quero que engula tudo!
Saí de cima sem hesitar, coloquei minha boca na cabeça do pau dele e engoli outra boa dose de porra.
Foi incrível, fazia tempo que não ficava tão excitada. Com vergonha e sem olhar pra ele, levantei e voltei ao banheiro.
Quando voltei, ele disse:
— Bom, gostosa, vou dormir, porque foram três gozadas quase seguidas! Você fica ou vai pra sua casinha?
Eu hesitei por uns instantes, mas pensei que a situação já tinha escapado muito do meu controle e que eu precisava sair dali urgente. Com voz firme, falei:
— Eu vou embora!
Ele sorriu e disse:
— Tá bom, puta, fez Tava uma delícia, a gente se vê logo, deixa a porta destrancada quando for embora! Kkkk
Me vesti o mais rápido que pude e fui embora, meio puta com o jeito que o cara me tratou, mas pensando que ia rolar outra oportunidade.
Fui direto pro meu apê tomar um banho e dormir, tinha que admitir que aquele cara era um garanhão e sabia o que fazer com uma mulher.
Avaliações e/ou Comentários, por favor.
"Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Sou a Sandra, tenho 33 anos, sou o que se pode chamar de uma gata bonita, com meus cabelos morenos, olhos castanhos claros, peitos normais, uns lábios grossos e uma cintura fina com um quadril que dá lugar à minha bunda redonda, bem grande e empinada.
Tinha conseguido começar a trabalhar como preceptora num colégio um pouco afastado, mas muito bonito, era um ensino médio de área meio marginal na periferia da cidade.
Eu era responsável pela turma de garotos de uns 13 anos, todos bem humildes, bastante olheiros, mas muito bons.
Depois dos primeiros meses, notei o Ariel, era um menino muito rebelde na sala e com um temperamento duro.
Eu chamava a atenção dele regularmente, mas ele, como se nada, continuava com o comportamento meio agressivo às vezes.
Um dia comecei a interrogá-lo um pouco, mas ele não me respondia, então perguntei sobre a família dele, e ele ficou calado e baixou o olhar diante da minha pergunta. O que me pareceu muito estranho.
Mas insisti tanto que finalmente ele concordou em me contar.
— Preceptora, tenho vergonha de falar da minha família, moro com minha mãe e meu padrasto. Meu irmão mais velho foi expulso de casa e faz quase um ano que não sei nada dele. Minha mãe é muito boa e inocente. Mas meu padrasto não é boa pessoa.
Eu o escutava com atenção e ele continuava contando quase entre lágrimas.
— Meu padrasto bebe muito, não faz nada, vive do trabalho da minha mãe, é violento, porque ficou 4 anos preso e depois saiu e começou a morar com a gente.
O relato arrasador do Ariel me dava muita pena enquanto eu o olhava, então eu disse:
— Me escuta, Ariel, quero falar com seus pais, diz pra eles virem amanhã na saída do colégio pra conversar.
Ele me olhou fixo, até meio sorrindo, mas não disse nada e foi pra casa dele.
No outro dia, eu como sempre vestia uma calça jeans apertada azul clara, como eu sempre usava e marcava minhas curvas, e uma camiseta preta meio justa, como se usava.
Já no Na saída da escola, apareceu o pai do Ariel, o nome dele era Júlio, alto, uns 50 anos, moreno, cabelo preto cheio de cabelos brancos, vestindo uma camisa branca e calças marrons bem amarrotadas, não ligava nem um pouco pra modos.
Me apresentei pra ele, e ele quase nem olhou na minha cara, só me olhou duas ou três vezes de baixo pra cima, me despindo com um olhar penetrante.
Depois de explicar por que tinha chamado ele, ele só respondeu:
— Pode ser que a senhora tenha razão, preceptora Sandra, já vou dar uma surra nele pra ele estudar.
Eu me assustei e repreendi ele, dizendo:
— Não é sobre isso, tô falando pra incentivá-lo mais.
Ele agarrou o braço do Ariel, se virou e me disse:
— Eu sei como educar esse moleque, você se mete na sua vida que é pra isso que te pagam!
E saiu andando, quase arrastando o Ariel. Fiquei paralisada, puta, indignada por causa daquele velho mal-educado.
O dia inteiro fiquei perturbada com aquela situação.
No outro dia, quando a aula terminou, parei o Ariel pra conversar, mas ele disse:
— Não posso, tenho que ir pra casa.
Mas eu segurei ele mesmo assim, olhei o pescoço dele e tinha uma marca vermelha. Perguntei:
— O que aconteceu no seu pescoço, Ariel?
Ele olhou pra baixo e só disse:
— Nada, caí jogando.
Óbvio que não acreditei, fiquei indignada e, apesar da pressa dele, segurei ele e escrevi num papel, pedindo uma reunião com a mãe.
Entreguei o papel e falei:
— Ariel, por favor, dá esse bilhete pra sua mãe.
Na próxima aula, Ariel chegou e me deu outro bilhete, com uma letra meio desleixada, dizia:
"Por favor, preceptora Sandra, não tenho tempo de ir, mas se a senhora quiser, pode vir na nossa casinha na sexta-feira, esperamos pro almoço. Abraços."
Não sei se por ser novata em assuntos assim, ou se o Ariel me dava muita pena, consultei uma professora com quem a gente tinha virado amigona, e ela recomendou não ir, mas que eu fizesse o que achava certo. conveniente.
Quando a aula terminou, eu disse:
— Ariel, na sexta, depois da escola, vou te levar em casa pra conversar com seus pais.
Ele me olhou com uma cara estranha e me encarou do jeito dele, meio de espião, típico da puberdade, aí deu uma resposta morna, que eu não entendi. Mas imaginei que era medo do padrasto bater nele de novo por causa da minha intromissão.
Chegou a sexta-feira. Eu, como sempre, naquele dia vestia uma calça jeans azul claro justa e uma camiseta preta. Subimos no carro com Ariel rumo à casa dele.
Ele foi me indicando o caminho, sem tirar os olhos das minhas pernas às vezes, o que pela idade dele até me dava graça.
Quando chegamos na casa dele, vi que era um bairro bem humilde, mas parecia tranquilo.
Depois de estacionar, batemos na porta e quem abriu foi a mãe dele, uma mulher de uns 40 anos, mas muito envelhecida, com as rugas prematuras de quem leva uma vida cansativa.
Lá dentro, o padrasto estava sentado com um copo de vinho. Assim que me viu, começou a me devorar com o olhar, como um leão que vê um cordeiro entrando na caverna dele.
Sem ele se levantar, dei um beijo na bochecha dele, sentindo o hálito de álcool, enquanto ele continuava me encarando.
Estávamos os quatro comendo, e eu me sentia incomodada com o olhar do cara em cima de mim o tempo todo, até que ele disse: "Como é linda sua orientadora, Ariel, ela é muito gostosa."
Respondi agradecendo e observei ele bem, disfarçando.
Comecei a explicar tanto pra mãe do Ariel quanto pro pai a situação que eu notava no Ariel, que talvez precisasse de mais apoio por causa do comportamento dele, etc.
Eles ouviram e não contestaram nada. Júlio só ficava enfiando o dedo na orelha, como se estivesse coçando, e de vez em quando no nariz, coçava a virilha, ou direto a bunda — era bem nojento. E o olhar dele era tão safado que parecia que ele me tocava com ele.
Terminamos de comer, enquanto ele tipo, ele cuidava pra meu copo estar sempre cheio de vinho. Quando Ariel e a mãe dele levantaram pra lavar a louça, o cara falou pra eu ficar sentada porque eu era a convidada, e aí fiquei sozinha com ele.
Então ele me perguntou:
— E você é casada, Sandra?!
Eu hesitei em responder, porque pensei em tudo num minuto, mas acabei falando a verdade.
— Não, sou divorciada.
— Quantos anos você tem?!
— 33 recém-completados, respondi.
Na cara dele apareceu um sorriso safado, aí ele me pediu pra pegar os cigarros que estavam num aparador atrás de onde eu tava sentada.
Eu levantei, me virei pra pegar, os bagulho tavam bem altos e tive que ficar quase na ponta dos pés, e por um espelho vi ele olhando descaradamente pra minha bunda.
Depois que me sentei de novo, ele tava meio alterado depois da observação dele, e uma das mãos dele tava debaixo da mesa.
Já tava indo embora, me despedi da Gladys (mãe do Ariel) e do Ariel e fui até a porta, enquanto o Julio vinha atrás de mim, com certeza sem perder um detalhe da minha bunda, quando ele abriu a porta pra mim falou:
— Sandra, amanhã à noite a gente vai fazer um churrasco aqui, adoraríamos que você viesse!
Eu tava quase recusando a oferta, quando o Ariel veio correndo insistindo pra eu ir, e foi aquele "por favor, vai, vai". Aí eu aceitei.
Chegou o sábado e, como o olhar dele me intimidava um pouco, resolvi vestir algo mais solto, uma calça mais esportiva e uma camiseta preta, mas o que eu não percebi é que essa calça era muito fina e dava pra ver um pouco minha calcinha fio dental. Fui pra casa do Ariel.
A gente tava os quatro no quintal, onde tava a churrasqueira, e enquanto o Julio fazia o churrasco, ele bebia muito vinho. E num momento ele falou pro Ariel e pra mãe dele:
— Não vai dar o carvão, vão comprar! Claro, de um jeito autoritário, e eles mansamente aceitaram.
Eu fiquei sozinha com ele, tava com um pouco de medo, então fui pra dentro limpar a verdura pra salada. Tava Parada numa mesinha limpando, quando ele se colocou atrás de mim, encostando de leve o volume no meu rabo, fingindo que tava procurando alguma coisa. Eu me afastei, mas ele me seguiu, e quando eu ia me afastar de novo, ele sussurrou no meu ouvido com bafo de cachaça:
— Cê não gosta de ter um negócio sério te apertando, né? Sei que cê tá precisando de uma noite boa, com um homem de verdade.
Eu saí pro lado e gritei, furiosa:
— Me deixa em paz!! Quem você pensa que eu sou?!! Vou contar tudo pra eles quando voltarem pra sua mulher e pro Ariel!!
Ele me olhou de cima a baixo, começou a dar risada e falou:
— Conta sim, o que cê vai conseguir é eu moer os dois na porrada. A velha já me encheu o saco e o moleque não presta pra nada!! Cê ia me dar a desculpa perfeita pra meter o pé na bunda dos dois e mandar eles pra rua, porque essa casa é minha. Droga da hora que saí da cadeia e me meti com essa velha. Mesmo eu dando galho nela quando bem entendo, até os viados que eu comi no presídio são melhores que ela na cama. Quatro vezes ela fez queixa na polícia que eu batia nela, eles não tão nem aí. E se eu voltar pro xadrez, quando sair, explodo todo mundo. Pensa bem no que cê vai falar, mas se não me deixar aliviar a vontade uma noite, eles vão se foder feio e a culpa vai ser sua. Pensa direitinho, porque se na terça à noite cê não vier jantar, prepara sua casa pra receber eles, que vão chegar meio quebrados. Pensa bem.
Ele virou as costas e voltou a cuidar do churrasco e a beber vinho.
Fiquei gelada e com medo do tom das palavras dele. Era um cara realmente doente, pesado, e eu tava no meio.
Se eu falasse alguma coisa, com certeza ele cumpriria as ameaças, e eu não queria aquilo que ele tinha ameaçado. E, por outro lado, o que aquela porcaria queria de mim me dava nojo e muito medo ao mesmo tempo. Senti que eu também tava caindo no domínio dele. Eles chegaram e eu não falei nada, e via que o cara me olhava como se tivesse lembrando das palavras dele.
Quase não comi, dizendo que tava me sentindo mal, com um mal-estar no estômago. estômago, enquanto o cara me olhava com um sorriso sarcástico.
Fui pra minha casa e não parava de pensar na merda que eu tinha me metido.
No dia seguinte no colégio, tava muito nervosa, e minha cabeça girava pra todo lado, não sabia o que fazer, então decidi que o melhor era contar pra minha amiga, a Prof de matemática.
Falei pra gente tomar um café na saída, e lá contei tudo com luxo e detalhe.
Viviana, é o nome dela, ela se surpreendeu e não conseguia acreditar enquanto eu contava, já que Ariel também era aluno dela.
Ela me disse num tom imponente:
— Denuncia esse filho da puta, nem te atreve a ir na terça!! E um monte de conselhos a mais.
Em casa, minha cabeça era uma bagunça total, não sabia o que fazer, mas sinceramente tava com medo pelo Ariel e pela mãe dele, e decidi juntar forças e ir na terça, apesar da raiva da minha amiga, e ia botar esse sujeito no lugar dele pra deixar claro que podia denunciar se quisesse.
Sentia que era meu dever fazer isso.
Depois que a manhã e a tarde passaram voando, à noite fui jantar na casa do Ariel, e enquanto comia, pensava no que viria agora.
Eu tinha ido com a mesma roupa do colégio daquele dia, uma calça jeans como sempre e uma camiseta.
O cara me olhava como se soubesse o que ia me fazer.
Ariel e a mãe dele se levantaram pra lavar a louça, e o cara logo me disse num tom imperativo:
— Sandra, vem comigo no quintal pegar mais vinho!
Aceitei com resignação, esperando que a mãe ou o Ariel dissessem algo, mas não falaram nada.
Não sei por que aquele cara conseguia se impor tão fácil, sabia que não devia ir, mas o tom dele e o jeito violento me intimidavam.
Quando saímos pro quintal, ele fechou a porta, tava bem escuro, e me pegou pela cintura, puxando pra perto dele e tentou começar a me beijar.
Aguardando o hálito horrível de vinho, me resisti, o que parecia excitá-lo, não gritei porque tava com medo.
De repente, ele colocou a mão na minha bunda e ficou acariciando por cima da calça, eu peguei a mão dele Braço com que ele segurava minha bunda e eu apertei, tentando tirar ele dali.
Julio estava meio alterado e isso me assustou um pouco, mas ele me soltou, fui andando até a porta e, antes de entrar, ele veio até mim que estava parada, me pegou pela cintura se colocando por trás de mim, encostou bem o volume dele bem duro na minha bunda, e enquanto me dizia no ouvido:
— Que linda você tá, boneca, que rabão grande e gostoso você tem, que tesouro, meu amor! Tá sentindo como eu tô de pau duro?
Eu não respondi, mas sentia o volume dele bem duro e quase fervendo por cima da minha calça.
Depois ele me disse:
— Sábado, linda, sábado! Me escuta bem, sábado, o Ariel e a velha vão pro interior ver um irmão! Você vem pra cá às oito e se veste bem pra mim, tudo bem apertadinho, a gente toma uns copos e vai se conhecer muito bem, te espero!
Ele me soltou, e voltamos, enquanto Ariel e a mãe dele continuavam na cozinha.
Pouco depois eles terminaram e sentaram à mesa, eu inventei uma desculpa e fui embora, queria ir rápido, minha cabeça tava a mil e eu não sabia o que fazer, o que pensar, o que dizer.
No outro dia na escola, Viviana me perguntou o que eu tinha feito, se eu tinha ido, etc.
Menti, não sei se por medo das críticas dela ou de ser tão idiota, e falei que não tinha ido.
Chegou o sábado, umas seis horas tomei banho, coloquei minha calcinha branca, uma calça branca que marcava minha fio dental de tão justa e uma regata marrom.
Enquanto dirigia pra casa do Ariel, meu coração batia forte, tava com medo, me arrependendo, quando lembrei das ameaças sobre o Ariel e a mãe dele e instintivamente dirigi até a casa dele.
Cheguei, ele abriu a porta e me fez sentar, servindo vinho branco puro.
Ele tava de bermuda azul, tênis e nada mais, o torso todo nu, que por sinal era bem peludo.
Depois da primeira garrafa, onde quase não falamos, só olhava pra ele, com curiosidade e medo, ele abriu outra e a gente continuou bebendo.
Eu já tava meio tonta, e ele percebeu. Levantou, veio pro meu lado e Levantou.
Me pegou pela cintura, começou a me beijar como nunca, mexendo a língua dele com a minha sem parar. Agarrou com força as minhas nádegas, me apertando contra ele, e começou a esfregar o volume dele pra cima e pra baixo, me passando o rodo inteira.
Julio desabotoou minha calça, com esforço por causa do justo que tava, puxou um pouco pra baixo, até a metade da minha bunda, e começou a apalpar com muita força minha buceta e meu cu.
O efeito do vinho e aquela situação tinham começado a me excitar. Ele trabalhava muito bem pra me deixar mais e mais quente.
Depois de um tempo me esquentando e se esquentando bem, ele sussurrou no meu ouvido:
— Tira a calça, gostosa!
Eu me afastei um pouco e, ainda de salto, comecei a tirar a calça, enquanto ele esfregava o volume me olhando, e eu olhando pra ele.
Ele veio pra cima de mim, encostou o volume na minha buceta e, com a outra mão, começou a apalpar meus peitos.
Sem falar nada, tirou minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos no ar.
Ele se jogou neles, chupando sem parar, enquanto eu tentava esconder meus gemidos, mas era impossível. Eu tava ficando louca, quase não conseguia ficar de pé. Aí eu falei:
— Chega, filho da puta, até quando você vai continuar?!
Ele se afastou de mim rindo e disse:
— Vem cá, ajoelha, tira ela e chupa bem gostoso!
Eu, como uma autômata, obedeci. Me ajoelhei, puxei o short dele pra baixo, e apareceu um pedaço enorme, muito grosso, vermelho, que me fez parar.
Enquanto ele tirava o short de vez, disse:
— Não me diga que você se assustou, é exatamente o que você precisa no estado que tá. Vai, chupa bem que já vou te dar!
A safadeza venceu a razão de novo. Segurei com as duas mãos, abri bem grande a boca, meti ele lá dentro e comecei a chupar.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca, com um movimento que doía de tão grosso. Com as mãos, eu fazia sinal pra ele parar, mas ele empurrava e dizia. -¡¡Não, gostosa, agora não!! Você não queria o pau, agora tá com ele!! E continuou.
Os lados da minha boca já doíam de tão esticados que estavam, e eu não conseguia pará-lo com minhas mãos.
Ele começou a puxar meu cabelo, enquanto movia minha cabeça pra frente e pra trás violentamente, aumentando a dor.
Não sei quanto tempo ele ficou assim, mas foi um bom tempo, e com um gemido forte, ele segurou minha cabeça contra o pau dele e começou a soltar uma quantidade daquele líquido fedorento na minha boca.
Parecia que eu tava me afogando enquanto o sêmen entrava direto no meu estômago, e ele me manteve ali por um bom tempo pra garantir que eu engolisse todo aquele líquido nojento.
Quando ele tirou, eu respirei desesperada, enquanto meus olhos tinham lágrimas de humilhação e dor. Mas ele, como se nada, me disse:
-¡¡Agora vamos pro quarto, linda, que ainda tô duro e quero te comer!!
Eu tremia com essas palavras, mas sabia que não tinha escolha.
Quando chegamos no quarto dele, todo bagunçado por sinal, ele me jogou na cama, de barriga pra cima, depois pegou minhas pernas e colocou na cintura dele.
Ele ficou me apalpando, enfiando um dedo e tirando, chupando meus peitos, enquanto me olhava com aquele olhar doentio, descontrolado, até que depois de um tempo.
Ele colocou a cabeça do pau em mim e começou a me penetrar. No começo, quando entrou, doeu, e eu tentei mexer a perna, mas ele segurava com a mão e bem puxada pra trás dele, eu com minhas mãos apertava as costas dele.
Como eu tava bem lubrificada, ele enfiou com toda facilidade, mas mesmo assim eu reclamava, não tava acostumada com aquilo tão grosso e, desde minha separação, não tava em forma e menos ainda pra receber uma coisa dessas.
Uma vez dentro de mim, ele disse:
-¡Já foi, meu amor, já foi, você já comeu tudo, agora aproveita bem dentro de você!!
E começou a se mover num ritmo normal, gritando a cada estocada. Eu depois de um tempo também gritava a cada estocada e me mexia junto com ele. Ele soltou minha perna e ficamos os dois abraçados, nos movendo. Ele me batia com muita força, chegando até o fundo de mim, doendo um pouco, mas o prazer era indescritível. Não sei quanto tempo ficou assim, mas de repente começou a gemer que nem um louco e, com um grito, gozou dentro de mim sem hesitar e sem me dar escolha.
Meu orgasmo ainda não tinha vindo e eu sentia muito calor por dentro. Fui me lavar no banheiro, vendo o saindo de dentro da minha buceta. Voltei, ele estava fumando, me deitei ao lado dele timidamente, sem dizer uma palavra.
Passou um tempão, até que ele me olhou e disse:
— Gostou, Sandrita?
Eu corei e não respondi, mas aquele silêncio falou por si.
Então, ele deitado de barriga pra cima, me disse:
— Vem cá e monta em mim, puta, que quero continuar te aproveitando!
Mesmo sendo humilhante, aquilo continuava me excitando, então fiz sem pensar.
Enfiei o pau grosso dele e, superando a dor inicial, comecei a cavalgar.
A parte de cima do meu corpo estava debruçada sobre ele, enquanto as duas mãos de Julio apertavam minhas nádegas, acompanhando o ritmo.
Eu comecei a cavalgar cada vez mais rápido, soltando gemidos incontroláveis:
— Ahhhh! AAhhhh! Siii! Siiiiii! Aaaaaahhhhh! Siiii!
Isso deixou Julio ainda mais excitado, ele apertava minhas nádegas e mexia a pélvis acompanhando meus movimentos, até que disse:
— Puta, desce rápido que vou gozar de novo e quero que engula tudo!
Saí de cima sem hesitar, coloquei minha boca na cabeça do pau dele e engoli outra boa dose de porra.
Foi incrível, fazia tempo que não ficava tão excitada. Com vergonha e sem olhar pra ele, levantei e voltei ao banheiro.
Quando voltei, ele disse:
— Bom, gostosa, vou dormir, porque foram três gozadas quase seguidas! Você fica ou vai pra sua casinha?
Eu hesitei por uns instantes, mas pensei que a situação já tinha escapado muito do meu controle e que eu precisava sair dali urgente. Com voz firme, falei:
— Eu vou embora!
Ele sorriu e disse:
— Tá bom, puta, fez Tava uma delícia, a gente se vê logo, deixa a porta destrancada quando for embora! Kkkk
Me vesti o mais rápido que pude e fui embora, meio puta com o jeito que o cara me tratou, mas pensando que ia rolar outra oportunidade.
Fui direto pro meu apê tomar um banho e dormir, tinha que admitir que aquele cara era um garanhão e sabia o que fazer com uma mulher.
Avaliações e/ou Comentários, por favor.
"Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
2 comentários - Dominada pelo pai de um aluno