
Olá, vou contar pra vocês o que rolou comigo no domingo passado. Era umas 20h30, tava voltando de um domingo de macarronada na casa da mãe de um amigo, tava cansado por causa da viagem, porque pegar a Panamericana naquele horário num domingo é bem lento e cansativo. Cheguei no meu bairro, Palermo, e tinha torcedor do RIVER pra todo lado com as camisetas, porque naquela tarde eles tinham ganhado um jogo, já tava bem agitado. Quando cheguei na minha rua, vi um policial parado, daqueles que ficam lá sem fazer nada, só cuidando da rua. Olhei pra ele, ele me olhou e eu falei... Boa noite! E continuei andando, mas não consegui evitar de me virar pra olhar de novo. Ele era alto, uns 30 anos, tava super gostoso no uniforme e tava um tesão. Subi pro meu apartamento, tomei um banho, vesti um short de futebol e uma camiseta, e desci pro mercado pra comprar umas bebidas e algo pra comer antes do chinês da frente de casa fechar. Quando voltei do chinês, vi o policial parado mais perto do meu prédio. Quando passei do lado dele, falei: — Noite tranquila, né?! Com um sorriso, me fazendo de simpático. Ele me olhou e respondeu: — E chata! Aí perguntei desde que horas ele tava ali, e ele respondeu que desde as 18h e que tinha que ficar até as 23h, depois tinha que ir pra delegacia que fica a duas quadras. Então falei: — Cê deve estar todo dolorido já, e ri. Ele me perguntou se eu sabia como tinha sido o jogo do RIVER, e como eu sabia, contei o resultado. Enquanto a gente conversava, não parei de olhar pro volume dele, pra ver qual era... E numa dessas, ele pegou na própria rola enquanto me dizia que tinha que ficar parado ali até as 23h. Eu, nem besta nem lerdo, falei: — Bom, se precisar de um cafezinho ou alguma coisa, eu moro aqui no oitavo. E entrei... e subi pro meu apê com o pau durasso. Umas meia hora depois, desci de propósito na padaria e comprei dois chocolates. Quando voltei, falei pro policial: — Toma, pra passar o tempo que falta. Ele agradeceu e sorriu, e me disse: — Mais que chocolate, preciso de um banheiro. Aí na hora, Eu falei: "Quer usar o meu? Não tenho problema nenhum." Se não, tem um banheiro na laje que os trabalhadores usam quando tão fazendo alguma coisa no prédio. Ele respondeu que tinha que avisar pelo rádio que ia largar a ronda por um tempo pra usar um banheiro. Falei pra ele me avisar qualquer coisa... Subi e, dez minutos depois, o porteiro toca. Olhei a câmera da TV e vi que era ele. Atendi e ele perguntou se podia subir um minuto. Óbvio que abri a porta na hora, sorte que abre de cima. Meu banheiro dá pra minha laje e tem duas janelas grandes. Enquanto ele subia, eu corri uma das janelas e deixei ela meio aberta. Abri a porta pra ele, e ele pediu desculpa, disse que era só um minuto. Deixou o boné dele em cima da mesa e entrou no banheiro. Nisso, eu saí na hora pra laje e me coloquei na frente da janela que tinha aberto, e vi ele mijando. Ele levantou o olhar, que tava no pau dele, e me viu. E falou: "Uff, não aguentava mais." E eu, sem vergonha nenhuma, falei: "Ainda bem que tem alguém gauchito como eu no bairro." E ri. Entrei no apê, me sentei no sofá, e ele saiu do banheiro e disse: "Muito obrigado, mano." Falei: "Quer um copo d'água ou um cafezinho pra levar?" Ele pediu água ou algo pra beber. Servi pra ele, e enquanto ele bebia, fiquei olhando pro volume dele. Ele olhou pro próprio volume e disse: "Que foi? Mijei na calça?" Rindo. E eu falei: "Deixa eu ver." E olhei com mais empolgação ainda! Ele riu e disse: "Cê é perigoso, hein!" Aí falei de novo: "Sou gauchito, sim!" — "Ah é? Quão gauchito?" Na mesma hora, aproximei minha mão do volume dele... E ele falou: "Ehhh, não, senão você vai ter que se virar!" — "Me virar com o quê?" falei. — "Com isso", ele disse, e tirou o pau pra fora... Minhas pernas tremeram, não era um pega qualquer, era um policial e da minha rua. Comecei a passar a mão nele, ali mesmo me ajoelhei e comecei a chupar devagar. Me empolguei e chupei com uma vontade do caralho. Engoli ele todo até a garganta, e senti ele exclamar um "Nãããooo, seu filho da puta..." Então continuei com a garganta profunda por um tempo. Ele me parou e me Diz pra parar, que não quero gozar, tenho que descer. A gente tava do lado do sofá, aí eu me viro e levo uma das mãos dele pro meu rabo, coisa que ele curtiu. Ele fala: "Que rabo que tu tem!" Abaixei o short e mostrei pra ele, tava usando uma tanguinha de uma ex-namorada que tive uma vez. Sentei no braço do sofá, empinando a bunda, e ele falou: "Não, mais putaria..." e enfiou a ponta de um dedo e disse: "Nossa, que quentinho que tá por dentro!" "É? Dá uma olhada", falei... Lambi bem a pica dele com saliva e ele encostou ela naquela posição. Mal encostou a cabecinha, ele disse: "Se eu encostar a cabeça só, vai entrar tudo pra dentro..." Eu empurrei minha bunda pra pica dele entrar. Doeu pra caralho, mas aguentei... A pica dele era grossa e tinha uns 19 cm... Quando entrou toda, ele exclamou de novo: "Ahhjj, que quentinho que tem o cu, vagabundo!" E começou a me foder com muita força, como se tivesse desesperado. Deu umas bombadas e sinto ele falar: "Não aguento mais, ahhjj, ahhjj" e sinto ele enchendo meu cu de porra... Eu não acreditava... Ele tirou, limpei bem com a boca, era um monumento. Um policial com o uniforme, as calças abaixadas e a pica dura, recém-gozada. Foi pro banheiro de novo se limpar, saiu e falou: "Bom, agora vou aproveitar meu chocolate." E eu falei: "Beleza, quando quiser usar o banheiro de novo, é só tocar a campainha." A gente riu e ele foi embora... Quando ele foi, não consegui evitar me jogar com as pernas bem dobradas pra cima, o cu pra fora, sentindo a porra dele escorrendo do meu rabo enquanto fazia uma punheta violenta.
36 comentários - O policial que cuida da quebrada
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