enhorabuena q cachondes!!!!!!

Essa história me contou uma amiga com quem troco e-mails, onde a gente manda fotos e conta histórias. Ela é espanhola (não vou dar nomes), então usa uns termos bem típicos de lá. Eu só corrigi alguns erros de ortografia e uma vírgula ou ponto aqui e ali, mas não mudei as palavras dela (por isso vocês vão notar que algumas se repetem bastante) pra não perder aquele tesão que as histórias contadas pela própria pessoa têm.

Talvez eu esteja errado em falar isso agora, mas não gosto de enganar ninguém: o relato tem duas partes (conto em duas partes porque foi assim que ela me contou, em dois e-mails), então posto a primeira aqui e amanhã coloco a segunda. Espero que vocês curtam.

...isso aconteceu ano passado numa festa de aniversário de uma amiga da tia do meu namorado (a tia dela é nova, tem 35 anos) e a gente se vê muito. Sempre organizamos saídas e outras coisas, e eles têm muitos amigos. Ela é solteira e vive na farra quando pode, adora ir pra festas e tal. Os amigos dela sempre me olharam com malícia e vivem falando umas coisas que vocês já imaginam do tipo... principalmente porque me veem como a novinha do grupo e zoam meu namorado sobre como ele deve ser cuck e tal... um em especial, eu sempre percebi que queria ir além de só falar putaria, e é com ele que essa história rola.

A festa era na casa da tia do meu namorado, porque ela mora sozinha numa casa bem grande que os pais deixaram pra ela. A casa tem duas partes: uma com os quartos (são três), cozinha, sala e tal, e outra parte que se chega por um corredor da sala — é a garagem, um quarto de serviço com um banheiro que dá acesso ao jardim (a outra entrada pro jardim é pela cozinha, do outro lado). Essa parte a tia reformou porque não tem carro, não fez grandes mudanças, mas ampliou e é um lugar bem espaçoso e integrado. A O quarto que fica atrás da garagem ela não usa, então é mais como uma continuação daquela...
Na festa devia ter umas trinta ou quarenta pessoas, primeiro tinha comida que ela colocou na garagem numa mesa, depois tiraram tudo e botaram música e a gente dançou. Esse amigo da minha tia que te falei chegou perto de mim umas duas vezes, mas nada demais, não que tivesse muita gente, mas todo mundo tava lá, até os pais da tia do meu namorado (ou seja, os avós dele) com mais alguns pais.
Comecei a perceber de novo que esse cara tava se agarrando em mim quando a gente tava dançando, porque ele ficava sempre perto, me olhando e sorrindo, ah, aquelas besteiras que a gente faz quando dança, pra você me imaginar melhor: eu tava com uma regata justa, meio curta, então dava pra ver meu umbigo, preta, e uma calça igual a de uma das fotos que te mandei, aquela que eu tô de máscara, lembra? Aquela de estampa de zebra, mas não era aquela (essa é muito puta), e sim uma da mesma marca, mas lisa, cor de pele, digamos.
A foto mostra de frente, mas juro que ela marca minha bunda muito bem, segundo meu namorado...
Já tinha notado que vários amigos da tia dele olhavam pra minha bunda, mas o mais sem vergonha era o tal cara, porque ele ficava muito perto e ainda falou na minha cara, que minha bunda era incrível, que ele invejava meu namorado, e não lembro mais o quê...
Já era mais tarde na noite, a gente tava meio bebido (não muito), e esse cara tava meio chato porque não me largava (ele já tava bem bêbado), e aí começa o resto: numa hora que fui no quarto atrás da garagem pegar gelo (tem uma geladeira lá), ele me seguiu e começou a falar comigo enquanto me segurava pelo braço, que tava apaixonado por mim, que pensava em mim o tempo todo e outras besteiras, porque era óbvio que ele queria me foder ali mesmo. Eu fiz a sonsinha um pouco, o que deixou ele mais doido. e ele tentou me dar um beijo, mas eu virei o rosto e ele acertou minha bochecha. Eu fui embora e, quando encontrei meu namorado, ele mesmo me perguntou o que estava rolando com aquele cara. Falei que não era nada, que ele só estava um pouco bêbado, mas fiquei surpresa quando ele me perguntou se eu queria dar pra ele, porra!!!!!!
Ele estava tão bêbado quanto aquele cara, acho, mas eu entrei na brincadeira e falei que talvez sim, eu gostaria. Ele ficou com tesão e com ciúmes ao mesmo tempo (coisa que, se você nunca sentiu, te digo que é a melhor coisa pro sexo). A gente começou a se beijar e ele passou a mão em mim, mas eu fiquei curiosa e perguntei de novo se ele tava falando sério. Ele disse pra eu fazer o que quisesse, mas eu falei que, se fizesse aquilo, ele ia ficar puto e tal. Ele disse que não, que só exigia que eu contasse todos os detalhes e não mentisse em nada. Só me pediu pra não foder com o cara (ou seja, me deixou brincar um pouco sem chegar a transar) e pra agir como se estivesse muito bêbada. Quanto ao medo de ele contar algo, não era problema, porque esse cara era noivo e amigo da tia do meu namorado (que não estava lá porque estuda em Algeciras).

Bom, a parada é que meu namorado foi embora dizendo que se sentia mal e me deixou livre pra agir. Obviamente, aquele cara, ao saber que meu namorado não estava mais, voltou ao ataque. Já tinha menos gente porque era tarde, então ele me pediu por favor pra irmos pro jardim. Eu segui ele, passamos pela garagem, depois pelo outro quarto e saímos no jardim (não é muito grande, mas tem vários cantinhos, então dá pra passar despercebido). Lá, sem dizer nada, ele me pegou pela cintura e me beijou. Meio descontrolado, diria, porque a língua dele não parava de percorrer minha boca. Eu deixei rolar. A gente estava encostado na parede que dá no banheiro atrás do quarto, um lugar escondido porque aquela parte é tipo um 'L' ao contrário (não sei se expliquei direito, desculpa).

A parada é que a gente continuava se beijando, ele encostou o corpo mais no meu e apoiou contra o meu. Se você já Beijou alguma mina contra a parede, sabe do que eu tô falando, né? ... ela começou a rebolando a bunda contra mim enquanto me apertava mais forte e continuava me beijando, aí começou a soltar as mãos...

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