Esta é minha primeira história.
Isso aconteceu há alguns anos numa cidade da região de Cuyo, na Argentina, e foi com uma moça que vou chamar de Fabiana.
Sou um cara normal, tenho 1,93m, cabelo castanho, corpo atlético e bem cuidado por causa dos meus esportes. Hoje tenho 30 anos.
A Fabi hoje tem uns 25 anos. Ela tem uma bunda pequena, mas bem empinada e durinha; mas o melhor dela são os peitos grandes, firmes e com uns bicos bem pontudos. É uma mina muito sensual e com um olhar provocante.
Conheci ela num chat. Ela tinha tido uma história que não terminou bem com um colega da faculdade. Tudo estava normal e tranquilo até que numa sexta-feira nós dois estávamos entediados e sem planos pra aquela noite. Aí tive a ideia de convidar ela pra dar um rolê no meu carro, tomar alguma coisa e depois ver no que dava.
Chegou a hora e fui buscá-la. Ela estava pontual, esperando na esquina da casa dela. Desci do carro, cumprimentei ela e ela entrou. Demos umas voltas pela cidade e depois passei pra comprar uma garrafa de fernet e uma coca-cola. Segui viagem até um lugar afastado pra poder ficar tranquilo. Parei o carro, coloquei uma música e descemos.
Preparei um copo comunitário de fernet com coca e começamos a beber. Ela me contava dos problemas que tinha tido com meu colega da faculdade. Eu escutava, mas sem prestar muita atenção, porque os peitos dela me deixavam bobão. A conversa continuou, e o fernet também.
De repente, senti uma vontade enorme de beijar ela e fiz isso. No começo ela não respondeu como eu esperava, acho que foi pela surpresa, porque depois de uns segundos ela se entregou num beijo longo, apaixonado, onde teve carícias, roçadas e muita pele.
Comecei devagar a acariciar os peitos dela por cima da camiseta. Ela não negou, então continuei e depois coloquei a mão por baixo da camiseta dela e soltei o sutiã. Levantei um pouco a camiseta dela e enfiei a cabeça pra primeiro lamber e depois chupar os peitos dela. Ela não resistiu e eu me empolguei. Os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes, então comecei a acariciar a buceta dela por cima da calça jeans. Ela tava muito excitada e não oferecia resistência, então desabotoei o jeans dela, abaixei o zíper e comecei a puxar pra baixo, enquanto com a boca já mordia os peitos durinhos dela. Deixei o jeans cair e comecei a puxar a calcinha fio dental, mas nessa hora ela não deixou. Tentei de novo e ela já não resistiu mais. Pra tentar deixar ela ainda mais excitada e não ficar só no tesão, pra poder aproveitar ela de verdade.
Sentei ela no capô do carro, me abaixei, abri as pernas dela e devagar comecei a passar a língua na buceta dela. Levantei o olhar e vi o corpo dela se arquear e os gemidos ficarem mais altos. Continuei um tempo até sentir que ela ia gozar, aí foi quando peguei uma camisinha na minha carteira, coloquei e, sem dizer nada, enfiei. Ela já não mostrava nenhum tipo de resistência, relaxou e começou a gozar. Eu metia primeiro devagar, pra ela aguentar um pouco mais, depois comecei a meter mais forte até que ela não aguentou mais. Entre os gritos dela e os arranhões nas minhas costas, ela chegou ao clímax. Eu continuei um pouco mais até gozar também. A gente se beijou e ficou deitado uns instantes em cima do capô.
Depois a gente se beijou mais um tempo, terminamos o fernet e fomos pra casa dela, porque ela não tinha chave e já era muito tarde. Cheguei, dei um beijo nela e ela desceu na esquina da casa dela.
Espero ter melhorado na escrita do relato e que vocês tenham gostado. Aguardo comentários.
Isso aconteceu há alguns anos numa cidade da região de Cuyo, na Argentina, e foi com uma moça que vou chamar de Fabiana.
Sou um cara normal, tenho 1,93m, cabelo castanho, corpo atlético e bem cuidado por causa dos meus esportes. Hoje tenho 30 anos.
A Fabi hoje tem uns 25 anos. Ela tem uma bunda pequena, mas bem empinada e durinha; mas o melhor dela são os peitos grandes, firmes e com uns bicos bem pontudos. É uma mina muito sensual e com um olhar provocante.
Conheci ela num chat. Ela tinha tido uma história que não terminou bem com um colega da faculdade. Tudo estava normal e tranquilo até que numa sexta-feira nós dois estávamos entediados e sem planos pra aquela noite. Aí tive a ideia de convidar ela pra dar um rolê no meu carro, tomar alguma coisa e depois ver no que dava.
Chegou a hora e fui buscá-la. Ela estava pontual, esperando na esquina da casa dela. Desci do carro, cumprimentei ela e ela entrou. Demos umas voltas pela cidade e depois passei pra comprar uma garrafa de fernet e uma coca-cola. Segui viagem até um lugar afastado pra poder ficar tranquilo. Parei o carro, coloquei uma música e descemos.
Preparei um copo comunitário de fernet com coca e começamos a beber. Ela me contava dos problemas que tinha tido com meu colega da faculdade. Eu escutava, mas sem prestar muita atenção, porque os peitos dela me deixavam bobão. A conversa continuou, e o fernet também.
De repente, senti uma vontade enorme de beijar ela e fiz isso. No começo ela não respondeu como eu esperava, acho que foi pela surpresa, porque depois de uns segundos ela se entregou num beijo longo, apaixonado, onde teve carícias, roçadas e muita pele.
Comecei devagar a acariciar os peitos dela por cima da camiseta. Ela não negou, então continuei e depois coloquei a mão por baixo da camiseta dela e soltei o sutiã. Levantei um pouco a camiseta dela e enfiei a cabeça pra primeiro lamber e depois chupar os peitos dela. Ela não resistiu e eu me empolguei. Os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes, então comecei a acariciar a buceta dela por cima da calça jeans. Ela tava muito excitada e não oferecia resistência, então desabotoei o jeans dela, abaixei o zíper e comecei a puxar pra baixo, enquanto com a boca já mordia os peitos durinhos dela. Deixei o jeans cair e comecei a puxar a calcinha fio dental, mas nessa hora ela não deixou. Tentei de novo e ela já não resistiu mais. Pra tentar deixar ela ainda mais excitada e não ficar só no tesão, pra poder aproveitar ela de verdade.
Sentei ela no capô do carro, me abaixei, abri as pernas dela e devagar comecei a passar a língua na buceta dela. Levantei o olhar e vi o corpo dela se arquear e os gemidos ficarem mais altos. Continuei um tempo até sentir que ela ia gozar, aí foi quando peguei uma camisinha na minha carteira, coloquei e, sem dizer nada, enfiei. Ela já não mostrava nenhum tipo de resistência, relaxou e começou a gozar. Eu metia primeiro devagar, pra ela aguentar um pouco mais, depois comecei a meter mais forte até que ela não aguentou mais. Entre os gritos dela e os arranhões nas minhas costas, ela chegou ao clímax. Eu continuei um pouco mais até gozar também. A gente se beijou e ficou deitado uns instantes em cima do capô.
Depois a gente se beijou mais um tempo, terminamos o fernet e fomos pra casa dela, porque ela não tinha chave e já era muito tarde. Cheguei, dei um beijo nela e ela desceu na esquina da casa dela.
Espero ter melhorado na escrita do relato e que vocês tenham gostado. Aguardo comentários.
3 comentários - Aproveita o que um colega de faculdade deixou