Sala de professores gostosas

É uma loucura total…

Depois do primeiro encontro com a Eliana, começou um caso super quente. A gente se encontrava às sextas, na sala dos professores, e tinha uns 15 minutos antes do recreio — minutos que a gente usava pra se esquentar. Ela se vestia muito gostosa e eu não conseguia parar de pegar naquela bunda. Quando usava legging, ficava marcada naquele rabo enorme. Ela sempre usava blusões, então não ficava nada à mostra. Assim que ela chegava na sala dos professores, levantava pra me cumprimentar e minha mão já ia direto pra bunda dela, tocando as calcinhas fio dental minúsculas e apertando a bochecha. Ela me beijava o pescoço e pegava no meu pau, tudo em questão de segundos. A gente se encontrava toda terça ao meio-dia na minha casa, os dois arrumando um jeito de transar. Mas, puta merda, a pele dela era sensacional.

Numa sexta de dezembro, no meio das mesas de exame, a gente ficou sozinho, sem alunos. Depois do cumprimento, sentamos juntos. Dessa vez ela tava com uma saia solta até o joelho e uma blusa branca decotada que deixava ver o começo dos peitos macios. Quando coloquei minha mão entre as pernas dela, ela me olhou nos olhos e disse "não", mordendo o lábio inferior — aquilo me deixou maluco. Óbvio que pedi no ouvido dela pra abrir as pernas, e ela abriu. Levantei um pouco a saia e, acariciando bem devagar as coxas dela, cheguei na calcinha fio dental de renda. Ela já tava toda molhada, e eu passava os dedos por cima da calcinha. Ela me olhava nos olhos, eu sorria. Nisso, chega o diretor, Mário. Ela fechou as pernas, mas eu não tirei a mão. Coloquei minha pasta no colo pra disfarçar onde minha mão tava. Ela, nervosa, sorria. Eu continuei mexendo os dedos como dava. O diretor trouxe um monte de planilhas e atas dos alunos ausentes nas mesas pra gente passar pros livros e assinar. Pra falar a verdade, era uma porrada de papel. Nessa hora, chegaram as orientadoras com mais um monte de planilhas e ocuparam a mesa. Tive que tirar a mão, toda molhada. Hummm, com Um aroma incrível, a primeira coisa que fiz foi levar meus dedos à boca e, olhando nos olhos dela, chupei e saboreei. O diretor falou pra gente: "Prof, o laboratório de informática tá aberto, vocês podem fazer esses papéis lá. Se terminarem, podem ir embora." "Uh, ótimo", respondi, peguei as pastas e fui pra sala. Minha pica tava dura pra caralho. Eu tava com uma calça de gabardina branca e uma cueca boxer preta tipo calcinha, mas não dava pra segurar a vontade. Tava tão molhada que manchei a calça com líquido pré-seminal. Entrei na sala, larguei a mochila na primeira mesa que achei e ajeitei a pica, porque tava me incomodando. Segundos depois, ela entrou e, sem dizer nada, eu comi a boca dela num beijo cheio de paixão. Nossas línguas se fundiram numa só, minhas mãos cravadas na bunda dela, ela com as pastas nas mãos. Entre gemidos e beijos, ela largou as pastas no chão e, de joelhos, desabotoou minha calça e libertou minha pica. Pegou ela com as mãos e beijou bem de leve a cabeça. "Mmmm, que delícia de pica", disse, enquanto enfiava na boca. As mãos dela acariciavam minhas bolas. Mmm, chupava com loucura enquanto me olhava nos olhos. A língua percorria o tronco da minha pica e, com a palma das mãos, acariciava a cabeça. Uhhhh, que prazer. Ela tentava enfiar tudo na boca. Eu tava totalmente dominado. Com as mãos, ela acariciava minha bunda e, de lá, me puxava pra boca dela, queria que entrasse tudo. Não dava mais pra aguentar, porque as mãos dela batiam uma pra mim enquanto ela chupava a cabecinha da minha pica. Ela tirou a boca e falou: "Me dá toda a porra, bebê." E continuou chupando mais rápido, igual uma louca. Os jatos de sêmen jorraram intensamente. Ela chupou e engoliu tudo... Uhh, tava muito excitado. Peguei ela pelo braço e ajudei a levantar. Comi a boca dela e, antes, puxei a tanga e enfiei dois dedos. Ela merecia um prêmio depois de um boquete daqueles. Virei ela de costas e, contra a porta, levantei a saia dela e meti minha pica, que tava babando, na buceta dela, super ensopada. As mãos dela estavam Apoiadas na porta, ela mostrava a raba. As investidas foram violentas e furiosas. Minha mão direita tocava o clitóris dela enquanto com a outra segurava sua cintura. Ela gemia bem baixinho, não esquecer que estávamos na escola… a buceta dela queimava e ela arqueava o corpo, já explodia. Eu não parava de meter, beijava seu pescoço. Ela explode de prazer e agarra minha raba, me puxando para perto, queria sentir bem fundo… Fico parado e ela aperta a buceta, e nós dois gozamos num suspiro eterno. Nunca aconteceu isso comigo… Uns segundos ficamos ali parados, eu dentro da buceta dela, num momento que foi eterno… Levantei e ela me deu um beijão e disse: "Agora vamos trabalhar…

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