Passaram-se os meses, e no descanso de uma fodida violenta, Vicky me disse: - Cara, contei isso pra uma colega da faculdade.
Quase tive um treco, perguntei: - Você contou pra uma colega? Sabia que o nosso negócio é segredo.
- Sim, cara, mas precisava desabafar com alguém, não falei que você é ou era meu tio, só disse que é um senhor mais velho.
(Em algum momento isso ia acontecer, mulheres sempre precisam contar pra outra mulher sobre a vida sexual delas)
- E a sua colega, o que disse?
- Ficou curiosa, e quando contei sobre as enrabadas, vi que ela se interessou, e sabe?
- O quê?
- Ela quer te conhecer.
- Não, de jeito nenhum! Exclamei.
- Vai, tio, não seja ruim, quem sabe você gosta...
- Não, não.
Vicky insistiu em todo encontro, e a ideia de ter outra garota à minha disposição começou a martelar na minha cabeça.
Finalmente, topei (as mulheres enchem tanto o saco que no fim conseguem o que querem).
- Tá bom, mas com uma condição.
- Qual, tio?
- Se eu não gostar, a gente toma um café e só, mas se eu gostar, ela tem que chupar minha pica e deixar eu comer.
- Vou falar com ela, tio.
- Como ela se chama?
- Lorena, tem 25 anos, um pouco mais alta que eu, morena, olhos verdes, peitão, uma bunda um pouco menor que a minha, cabelo escuro.
- Beleza, a gente vai se encontrar no bar da esquina pra tomar um café. Se tudo der certo, no final do café eu falo: "Vamos?" Se ela curtir a ideia, é só dizer: "Bora", senão, fala: "Preciso ir estudar."
- Tá certo, tio.
Umas duas semanas depois, recebi uma ligação da Vicky.
- Tio, falei com a Lorena e ela topou. A gente se encontra amanhã no bar da esquina do escritório umas 9 da manhã.
- Beleza, até amanhã.
No dia seguinte, um pouco antes das 9 horas eu já tava no bar, sentado de um jeito que dava pra ver a porta de entrada. Umas 9h15, a porta do bar abriu e entrou minha sobrinha, atrás dela a Ela era uma morena gostosa, além do que a Vicky me falou, tinha uns lábios carnudos e molhadinhos, vestia uma camiseta, jeans apertado e tênis, igualzinho minha sobrinha.
- Oi, Carlos - disse a Vicky, me chamando pelo nome.
- Oi, Vicky - falei, me levantando.
- Ela é a Lorena, minha colega.
A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e sentamos, a Vicky do meu lado e a Lorena na frente.
Pedimos três cafés e ficamos batendo papo sobre os estudos, essas coisas. A Lorena me olhava, me analisava, ficava brincando com a língua depois de tomar um gole do café, e a Vicky passava a mão na minha perna por baixo da mesa, de um jeito que minha pica ficou dura.
Quando acabamos o café, chamei o garçom e falei: - Vamos?
Elas se entreolharam, e a Lorena disse: - Bora - enquanto a Vicky sorria. Aí senti minha pica endurecer ainda mais. Paguei e levantamos da mesa.
Elas iam na minha frente pela calçada estreita, a bunda da Vicky era de dar vontade de agarrar e meter, a da Lorena, mesmo sendo um pouco menor, se mexia de um jeito sensual.
Chegamos na garagem, entramos no carro, minha sobrinha na frente, do meu lado, e a Lorena atrás. Liguei o carro e fui direto pro motel. No caminho, a Vicky, como era de se esperar, começou a acariciar minha pica. Parei no parque, a Vicky abriu minha calça, enfiou a mão e puxou minha pica pra fora, correu a pele deixando a cabecinha roxa e melada no ar, mostrando pra Lorena, que olhava de trás com olhos de tesão. Minha sobrinha se inclinou e começou a me chupar.
Olhei pra trás e vi a Lorena com as mãos na virilha, estendi o braço e, do jeito que deu, apertei os peitos dela.
- Vicky, vamos continuar.
- Tá bom, Carlos.
Seguimos viagem. Chegamos no motel, descemos do carro e entramos no quarto.
Elas iam em fila na minha frente, a Lorena atrás, então assim que entramos no quarto passei uma mão no meio da bunda dela, por cima do jeans. Ela parou, continuei apalpando, levando minha mão até a boceta dela. Ela abriu um pouco as pernas, o jeans tava quente naquela área... Peguei ela por trás, amassava os peitos dela enquanto apoiava meu pau na bunda dela e beijava a nuca dela.
- Carlos, você é sempre assim?
- Isso não é nada, disse a Vicky.
Peguei a Lorena pela mão e levei ela até um sofá, sentei e abri minhas pernas. Ela se ajoelhou, acariciou meu pau por cima da calça (minha braguilha já tava aberta), enfiou a mão e puxou ele pra fora. Olhou pro pau, puxou a pele pra trás, começou a passar a língua no tronco de baixo pra cima, depois devagar enfiou na boca — uma boca macia, quente, cheia de saliva e com uma língua que não parava quieta. Os lábios carnudos e molhados dela contornavam o tronco do meu pau.
Enquanto a Lorena me chupava, a Vicky tirou a camiseta, ficou só de peitos de fora, depois tirou a camiseta da Lorena, se ajoelhou atrás e começou a amassar os peitos dela.
Fiquei surpreso com aquela cena de lesbianismo, que ao mesmo tempo me deixou com muito mais tesão. A Lorena, com a boca ocupada, fazia um som de prazer enquanto me olhava nos olhos. Pra não deixar dúvida de que eu tava gostando do que a Vicky fazia, agarrei a cabeça dela e enfiei o pau mais fundo na boca dela.
A Lorena engasgou, deu uma ânsia levantando a cabeça, se virou e a Vicky aproveitou pra dar um beijo na boca dela. A Lore desabotoou a calça jeans e voltou a me chupar, minha sobrinha puxou a calça dela pra baixo da bunda e enfiou a mão na racha e na buceta dela, isso fez ela chupar meu pau com frenesi. Tive que me segurar pra não gozar naquela hora.
A Vicky se levantou e ficou pelada. A Lore parou de me chupar e fez o mesmo. Eu, por minha vez, me despi mais que rápido. Mandei a Lore ficar de quatro no sofá, me ajoelhei atrás, abri as nádegas dela pra chupar o cu dela e... que surpresa! O cu da Lorena tinha várias dobras e o contorno era irregular. Aquela bunda sabia bem o que era ser penetrada (Por isso — aí me toquei — ela tinha se interessado tanto quando minha sobrinha contava dos nossos encontros).
Passei a língua pela zanja, meti os dedos na buceta e chupei a bunda dela longa e profundamente.
Minha sobrinha se ajoelhou do meu lado, pegou minha pica e começou a me bater uma punheta enquanto sussurrava: "Você gosta?" Depois, enfiou a cabeça por baixo e me chupou a pica.
Depois de um tempo, fiquei de pé, olhei pra bunda tentadora da Lorena, mas me segurei. A Vicky pegou minha pica, levou até a buceta da Lore, agarrei as nádegas dela e enfiei de uma vez.
A buceta da Lorena é maior que a da minha sobrinha e, além disso, bem melada, então minha pica entrou toda sem problemas. Comecei a meter forte, sentindo que batia no fundo da buceta com a cabeçona, e a cada metida ela reclamava de prazer: "Ahh, ahh, ahh, Carlos, você bate no fundo, mmmmmmm... SIM! ASSIM!"
Agarrei ela pelos cabelos enquanto comia ela com força.
— Filha da puta, não sabia que você era assim! — disse a Lore, enquanto a Vicky apalpava os peitos dela.
Tirei a pica.
— Vamos pra cama — falei.
Fomos pra cama. A Lore se ajoelhou de quatro de novo e eu enfiei de volta. A Vicky se deitou de barriga pra cima na frente da Lorena, com as pernas levantadas pra ela chupar a buceta enquanto eu continuava comendo a Lore.
As metidas que eu dava na Lore eram brutais. Ela rebolava a bunda, mexia em círculos, enquanto chupava a buceta da Vicky e enfiava os dedos. Minha sobrinha ofegava, a Lore de vez em quando levantava a cabeça e gemia, pedia mais pica, mais forte. Eu metia como se minha vida dependesse disso.
A Vicky apertou a cabeça da Lorena com as pernas e gozou com um longo "Ahhhhhhhhhhhh..."
A Lore pediu pra eu ficar de barriga pra cima. Fiz isso. Ela montou em cima e enfiou a pica na buceta, me olhando quase com ódio enquanto cavalgava furiosamente. Eu amassava os peitos dela, apertava, beliscava os bicos, amassava a bunda, até que finalmente ela teve um orgasmo longo, se tremendo, respirando com os dentes cerrados. Eu jorrei tudo dentro. Meu gozo no fundo da buceta dela.
Ela parou, respirou fundo e se deitou sobre mim, me beijou na boca e disse: — Agora eu entendo...
Nós três nos deitamos na cama, tomamos um uísque, gole por gole, enquanto fumávamos devagar.
Depois de um tempo, a Vicky começou a acariciar minha rola, a bater uma pra mim; depois ela ficou de quatro entre minhas pernas e enfiou a rola na boca, devagar, suavemente, o máximo que conseguia, e levantava a cabeça chupando até chegar na cabeçona, repetindo os movimentos.
A Lore ficou atrás da minha sobrinha, abriu as nádegas dela e começou a chupar o cu e a buceta, enfiando os dedos, e ficamos assim por um bom tempo, curtindo, sem pressa, de vez em quando a Vicky levantava mais a bunda e se concentrava na Lore, enquanto batia uma pra mim ao mesmo tempo.
Minha sobrinha se levantou e disse: — Carlos, você vem comigo?
A Lorena e eu seguimos ela até o banheiro. Quando chegamos lá, ela abriu a bolsa, tirou os enemas, ficou de quatro sob o olhar cheio de curiosidade da Lore, enfiei a cânula de um frasco no cu dela e fui apertando aos poucos enquanto massageava a buceta dela, ela levantava a bunda e dizia: — Siim..., assim...
Terminei de injetar o enema, ela sentou no vaso e eu saí com a Lore.
Enquanto esperávamos fora do banheiro, a Lorena, de joelhos, chupava minha rola.
— Já terminei, Carlos.
Entrei no banheiro e repetimos com o segundo enema.
Lá fora, a Lore esperava pra continuar me chupando.
A Vicky saiu do banheiro, se ajoelhou atrás da Lorena, que estava me chupando, e enquanto beijava o pescoço dela, amassava os peitos e apalpava. Depois de alguns minutos, tirei a rola da boca da Lore e falei: — Vamos.
Elas se levantaram e me seguiram até a cama.
A Vicky, minha surpreendente sobrinha, tirou da bolsa o dildo e o frasco de gel, passou no cu dela e no dildo, ficou de cócoras enfiando ele na bunda. Quando ele estava todo dentro (só a base larga aparecia), ela se levantou devagar e sentou na borda da cama com o brinquedo. Enterrado, me levantei na frente dela, ela pegou na minha rola, me bateu uma punheta e começou a chupar. Lore sentou do lado dela, me dando umas mamadas de vez em quando, passando a cabeçona pelos bicos dos peitões dela, pra depois se colocar atrás da Vicky, e ajoelhada na cama passou as mãos na frente dela, amassando os peitos e beijando o pescoço dela.
Minha sobrinha era puro tesão e prazer, chupava minha rola como se quisesse ordenhar meu leite, se movia em cima do dildo, esticava a mão pra trás e tocava a buceta da Lorena.
Um tempo depois, parou de chupar, virou a cabeça pra trás e elas se beijaram de língua.
Vicky se levantou devagar, se segurando em mim, ficou inclinada e a Lorena tirou o dildo da bunda dela com cuidado, subiu na cama, ficou de quatro, Lore passou gel no cu dela, passou na minha rola devagar e bateu uma punhetinha.
Me coloquei atrás da minha sobrinha, a amiga dela abriu as nádegas dela, me oferecendo um cu pulsante semiaberto, apoiei a cabeçona na entrada do cu e falei: — Vicky, agora do jeito que você sabe…
Ela empurrou pra trás e eu pra frente, a cabeçona roxa entrou, ela parou um pouco, e empurrou de novo, eu segurei na cintura dela empurrando pra frente, a rola deslizava suave na bunda que se abria aos poucos, quando eu tinha metade da rola enfiada no cu da minha sobrinha, comecei a bombar devagar, ela suspirava respirando fundo, Lorena dava tapas na bunda dela pra relaxar o ânus enquanto olhava atenta como a Vicky engolia a rola pelo cu, aos poucos foi entrando até o final do tronco e, aí eu parei.
Sentia a pressão da bunda na cabeçona, bombava devagar, com movimentos curtos e suaves, ela mexia a bunda em círculos empurrando pra trás, respirando rouca com um som tipo: Ahhh...fsss...
Lore se colocou debaixo dela pra fazer um 69, eu comia minha sobrinha, enquanto as duas chupavam as bucetas uma da outra e lambiam os clitóris, Lore de vez em quando quando eu lambia minhas bolas que pendiam sobre a buceta da Vicky, assim passaram vários minutos, de modo que a barriga da minha sobrinha se dilatava mais.
Quando senti que a pica se movia mais livremente, tirei ela pra passar mais gel, depois enfiei quase de uma vez naquilo que parecia um túnel escuro, a Vicky soltou algo como um grito, rouco, sofrido, fiquei lá dentro, no fundo, tirei um pouco e enfiei de novo, ela gemeu num lamento. Comecei a bombar ela mais rápido.
- Aggggg....ahhh... aggggg .......ahhhhhh............ Eram os sons que saíam da garganta da minha sobrinha, enquanto eu comia ela com força.
Ela sabia o que vinha, por isso mexia a bunda como se quisesse me prender dentro da barriga dela.
Nisso, a Lorena tinha saído de debaixo da Vicky e se masturbava.
Tirei a pica de novo, passei gel e enfiei de uma vez, empalando ela.
- Noooooooooo..... ahhh.............mmm...........
Alternadamente, eu comia ela com força, tirava e empalava, a bunda da minha sobrinha tava como que partida, engolia a pica inteira, devorava ela, a Vicky gritava, gemia, grunhia.
- Carlos, fica dentro.
Enfiei até o fundo e fiquei lá, a Vicky mexia a bunda em círculos, se apertando contra mim, e num grito interminável, teve um orgasmo tremendo enquanto eu enchia o cu dela de porra grossa e quente.
Ela desabou na cama.
Me deitei.
A Lorena se esfregava com força no clitóris, até ter uma longa gozada.
Uns dois dias depois, a gente se juntou de novo, dessa vez eu queria dar uma boa foda na Lorena.
Ela ocupou o lugar da Vicky no carro, e minha sobrinha atrás.
No caminho, ela fez a mesma coisa que tinha visto, amassou minha pica, tirou ela e me chupava quando podia, a Vicky se acariciava a buceta no banco de trás, as duas usavam vestidos curtos de tecido leve.
No parque, fiz a parada de sempre, e lá a Lorena montou na minha pica apoiada no volante do carro, gozando depois de várias fodas.
Chegamos no motel, lá apalpei minha sobrinha que se contorcia de tesão, ela tava tão gostosa que rapidamente se ajoelhou, pegou na minha pica com a mão e meteu na boca, chupando quase com desespero.
Lorena se pelou, ficou atrás da Vicky e começou a apalpar ela.
Fui tirando a roupa, a Lore fez o mesmo e depois ajudou a Vicky. Lore se jogou no chão e enfiou a cabeça entre as pernas da minha sobrinha, enquanto minha sobrinha me chupava a pica, ela lambia a buceta dela, assim a Vicky teve um orgasmo lento e prolongado com um final intenso, onde ela chupou minha pica como se quisesse arrancar ela.
Fomos pra cama, fizemos um 69 com a Lorena, que deixou ela muito, mas muito excitada, com a buceta molhada de sucos, eu falei: – Lore, vamos nos preparar.
– Ok, Carlos.
Fomos pro banheiro seguidos pela Vicky, Lorena ficou de quatro e chupei muito o cu dela, tava dilatado pelo tesão e pelas enrabadas, minha língua penetrava um pouco. Minha sobrinha preparou um frasco de enema, eu me afastei e ela enfiou no cu da Lore, a cânula entrou muito bem e um pouco do líquido, ela apertou, Lore respirava fundo, deixamos ela usar o vaso. Lá fora, a Vicky me chupava a pica. Repetimos com o outro frasco.
Depois de pronta, fomos pra cama, minha sobrinha passou gel no cu dela, passou no dildo e deu pra ela, Lore se agachou e meteu no cu sem muita dificuldade, depois sentou na borda da cama e, como sempre, me chuparam a pica por um tempo.
Depois Lorena ficou de pé, tirou o dildo e ficou de quatro na cama, eu me posicionei atrás, a Vicky abriu as nádegas dela, um cu aberto e pulsante esperava a enfiada, minha sobrinha passou gel na minha pica, encostei no cu e empurrei.
Entrou quase metade.
– Ahhhhhh... sim...
Segurei ela pela cintura e empurrei mais, aí um gemido abafado, tava entrando bem, comecei a foder ela entre exclamações de prazer da Lorena que empurrava pra trás mexendo a bunda. A foda era violenta, aquele Meu cu já tava acostumado, tirei e enfiei várias vezes.
- Sua filha da puta!, tá me doendo, mas eu gosto, me dá mais, assim...
A boceta da Lorena era um túnel, meu pau era uma viga que entrava e saía, até que fiquei no fundo, ela rebolava o cu em círculos.
- Sinto sua cabeçuda, goza pra mim, papai...
A Vicky massageava o clitóris dela, a Lore se grudou em mim com o pau todo dentro, de repente gritou: "Me dá!", eu comi ela com força, enchendo o cu dela de porra, enquanto ela tremia num orgasmo intenso.
Ela ficou parada uns segundos, e caiu de bruços na cama.
Levantei pra ir no banheiro me limpar, a Vicky me seguiu e tratou de lavar bem meu pau enquanto eu apalpava ela, depois sentou na tampa do vaso, levantou as pernas, e abriu a buceta me oferecendo, me ajoelhei pra chupar ela, enfiava dedos enquanto lambia o clitóris, também dedo no cu, até que ela apertou minha cabeça com as pernas tão forte que quase quebrou meu pescoço. Fiquei de pé, minha sobrinha sentou, começou a acariciar meu pau e chupar ele, continuamos na cama, onde a Lorena tava de bruços, com uma nova ereção dei umas fodas fortes na Vicky, meu pau tava pronto de novo.
Abri o cu da Lore, ela tava com o rabo quase aberto, sujo de porra, deitei em cima dela, meti o pau na fenda procurando o ânus e empurrei, entrou fácil tudo que dava naquela posição, ela murmurava: - Mmmmmmmm.... papai...........
Ficamos assim um tempo, depois tirei, ela ficou de quatro e enfiei de novo.
- Isso......., assim.......... me dá tudo......
Com cada metida, a carne do cu dela vibrava, a boceta da Lorena era uma boca insaciável que comia meu pau inteiro. Tirei.
- Fica de barriga pra cima.
Ela virou de barriga pra cima, levantei as pernas dela, ela segurou com os braços, assim o cu ficou exposto e aberto, me coloquei por cima e enfiei no cu, entrou mas apertado, ela reclamou de dor, franzindo a boca e fechando os olhos, eu sentia ela mais, a barriga mais apertada comprimia minha cabeçona e o tronco. Ela abriu os olhos, passou a língua nos lábios num sinal de tesão, eu beijei ela, língua com língua, enquanto tinha toda a pica enfiada dentro daquele cu lindo.
Assim, eu fui metendo devagar, até um final explosivo quando gozamos os dois pela segunda vez.
No caminho de volta, Lorena falou pra Vicky: - Tava escondendo ele, hein?.
- Quem?, Meu tio?.
- ¡Teu tio?!.
Eu fingia que não tava ouvindo.
Vicky ficou vermelha:
- É..., sim....
- ¡Por isso!, vocês são dois degenerados...
- Por acaso você não gosta?, perguntei.
- Me dá um tesão danado, disse Lorena enfiando a mão na virilha enquanto Vicky olhava pra ela com desejo, Lore abriu as pernas mostrando a buceta, minha sobrinha passou pra trás. Enquanto eu dirigia, ouvia os gemidos de prazer das minhas duas putas que estavam se satisfazendo uma à outra.
Quase tive um treco, perguntei: - Você contou pra uma colega? Sabia que o nosso negócio é segredo.
- Sim, cara, mas precisava desabafar com alguém, não falei que você é ou era meu tio, só disse que é um senhor mais velho.
(Em algum momento isso ia acontecer, mulheres sempre precisam contar pra outra mulher sobre a vida sexual delas)
- E a sua colega, o que disse?
- Ficou curiosa, e quando contei sobre as enrabadas, vi que ela se interessou, e sabe?
- O quê?
- Ela quer te conhecer.
- Não, de jeito nenhum! Exclamei.
- Vai, tio, não seja ruim, quem sabe você gosta...
- Não, não.
Vicky insistiu em todo encontro, e a ideia de ter outra garota à minha disposição começou a martelar na minha cabeça.
Finalmente, topei (as mulheres enchem tanto o saco que no fim conseguem o que querem).
- Tá bom, mas com uma condição.
- Qual, tio?
- Se eu não gostar, a gente toma um café e só, mas se eu gostar, ela tem que chupar minha pica e deixar eu comer.
- Vou falar com ela, tio.
- Como ela se chama?
- Lorena, tem 25 anos, um pouco mais alta que eu, morena, olhos verdes, peitão, uma bunda um pouco menor que a minha, cabelo escuro.
- Beleza, a gente vai se encontrar no bar da esquina pra tomar um café. Se tudo der certo, no final do café eu falo: "Vamos?" Se ela curtir a ideia, é só dizer: "Bora", senão, fala: "Preciso ir estudar."
- Tá certo, tio.
Umas duas semanas depois, recebi uma ligação da Vicky.
- Tio, falei com a Lorena e ela topou. A gente se encontra amanhã no bar da esquina do escritório umas 9 da manhã.
- Beleza, até amanhã.
No dia seguinte, um pouco antes das 9 horas eu já tava no bar, sentado de um jeito que dava pra ver a porta de entrada. Umas 9h15, a porta do bar abriu e entrou minha sobrinha, atrás dela a Ela era uma morena gostosa, além do que a Vicky me falou, tinha uns lábios carnudos e molhadinhos, vestia uma camiseta, jeans apertado e tênis, igualzinho minha sobrinha.
- Oi, Carlos - disse a Vicky, me chamando pelo nome.
- Oi, Vicky - falei, me levantando.
- Ela é a Lorena, minha colega.
A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e sentamos, a Vicky do meu lado e a Lorena na frente.
Pedimos três cafés e ficamos batendo papo sobre os estudos, essas coisas. A Lorena me olhava, me analisava, ficava brincando com a língua depois de tomar um gole do café, e a Vicky passava a mão na minha perna por baixo da mesa, de um jeito que minha pica ficou dura.
Quando acabamos o café, chamei o garçom e falei: - Vamos?
Elas se entreolharam, e a Lorena disse: - Bora - enquanto a Vicky sorria. Aí senti minha pica endurecer ainda mais. Paguei e levantamos da mesa.
Elas iam na minha frente pela calçada estreita, a bunda da Vicky era de dar vontade de agarrar e meter, a da Lorena, mesmo sendo um pouco menor, se mexia de um jeito sensual.
Chegamos na garagem, entramos no carro, minha sobrinha na frente, do meu lado, e a Lorena atrás. Liguei o carro e fui direto pro motel. No caminho, a Vicky, como era de se esperar, começou a acariciar minha pica. Parei no parque, a Vicky abriu minha calça, enfiou a mão e puxou minha pica pra fora, correu a pele deixando a cabecinha roxa e melada no ar, mostrando pra Lorena, que olhava de trás com olhos de tesão. Minha sobrinha se inclinou e começou a me chupar.
Olhei pra trás e vi a Lorena com as mãos na virilha, estendi o braço e, do jeito que deu, apertei os peitos dela.
- Vicky, vamos continuar.
- Tá bom, Carlos.
Seguimos viagem. Chegamos no motel, descemos do carro e entramos no quarto.
Elas iam em fila na minha frente, a Lorena atrás, então assim que entramos no quarto passei uma mão no meio da bunda dela, por cima do jeans. Ela parou, continuei apalpando, levando minha mão até a boceta dela. Ela abriu um pouco as pernas, o jeans tava quente naquela área... Peguei ela por trás, amassava os peitos dela enquanto apoiava meu pau na bunda dela e beijava a nuca dela.
- Carlos, você é sempre assim?
- Isso não é nada, disse a Vicky.
Peguei a Lorena pela mão e levei ela até um sofá, sentei e abri minhas pernas. Ela se ajoelhou, acariciou meu pau por cima da calça (minha braguilha já tava aberta), enfiou a mão e puxou ele pra fora. Olhou pro pau, puxou a pele pra trás, começou a passar a língua no tronco de baixo pra cima, depois devagar enfiou na boca — uma boca macia, quente, cheia de saliva e com uma língua que não parava quieta. Os lábios carnudos e molhados dela contornavam o tronco do meu pau.
Enquanto a Lorena me chupava, a Vicky tirou a camiseta, ficou só de peitos de fora, depois tirou a camiseta da Lorena, se ajoelhou atrás e começou a amassar os peitos dela.
Fiquei surpreso com aquela cena de lesbianismo, que ao mesmo tempo me deixou com muito mais tesão. A Lorena, com a boca ocupada, fazia um som de prazer enquanto me olhava nos olhos. Pra não deixar dúvida de que eu tava gostando do que a Vicky fazia, agarrei a cabeça dela e enfiei o pau mais fundo na boca dela.
A Lorena engasgou, deu uma ânsia levantando a cabeça, se virou e a Vicky aproveitou pra dar um beijo na boca dela. A Lore desabotoou a calça jeans e voltou a me chupar, minha sobrinha puxou a calça dela pra baixo da bunda e enfiou a mão na racha e na buceta dela, isso fez ela chupar meu pau com frenesi. Tive que me segurar pra não gozar naquela hora.
A Vicky se levantou e ficou pelada. A Lore parou de me chupar e fez o mesmo. Eu, por minha vez, me despi mais que rápido. Mandei a Lore ficar de quatro no sofá, me ajoelhei atrás, abri as nádegas dela pra chupar o cu dela e... que surpresa! O cu da Lorena tinha várias dobras e o contorno era irregular. Aquela bunda sabia bem o que era ser penetrada (Por isso — aí me toquei — ela tinha se interessado tanto quando minha sobrinha contava dos nossos encontros).
Passei a língua pela zanja, meti os dedos na buceta e chupei a bunda dela longa e profundamente.
Minha sobrinha se ajoelhou do meu lado, pegou minha pica e começou a me bater uma punheta enquanto sussurrava: "Você gosta?" Depois, enfiou a cabeça por baixo e me chupou a pica.
Depois de um tempo, fiquei de pé, olhei pra bunda tentadora da Lorena, mas me segurei. A Vicky pegou minha pica, levou até a buceta da Lore, agarrei as nádegas dela e enfiei de uma vez.
A buceta da Lorena é maior que a da minha sobrinha e, além disso, bem melada, então minha pica entrou toda sem problemas. Comecei a meter forte, sentindo que batia no fundo da buceta com a cabeçona, e a cada metida ela reclamava de prazer: "Ahh, ahh, ahh, Carlos, você bate no fundo, mmmmmmm... SIM! ASSIM!"
Agarrei ela pelos cabelos enquanto comia ela com força.
— Filha da puta, não sabia que você era assim! — disse a Lore, enquanto a Vicky apalpava os peitos dela.
Tirei a pica.
— Vamos pra cama — falei.
Fomos pra cama. A Lore se ajoelhou de quatro de novo e eu enfiei de volta. A Vicky se deitou de barriga pra cima na frente da Lorena, com as pernas levantadas pra ela chupar a buceta enquanto eu continuava comendo a Lore.
As metidas que eu dava na Lore eram brutais. Ela rebolava a bunda, mexia em círculos, enquanto chupava a buceta da Vicky e enfiava os dedos. Minha sobrinha ofegava, a Lore de vez em quando levantava a cabeça e gemia, pedia mais pica, mais forte. Eu metia como se minha vida dependesse disso.
A Vicky apertou a cabeça da Lorena com as pernas e gozou com um longo "Ahhhhhhhhhhhh..."
A Lore pediu pra eu ficar de barriga pra cima. Fiz isso. Ela montou em cima e enfiou a pica na buceta, me olhando quase com ódio enquanto cavalgava furiosamente. Eu amassava os peitos dela, apertava, beliscava os bicos, amassava a bunda, até que finalmente ela teve um orgasmo longo, se tremendo, respirando com os dentes cerrados. Eu jorrei tudo dentro. Meu gozo no fundo da buceta dela.
Ela parou, respirou fundo e se deitou sobre mim, me beijou na boca e disse: — Agora eu entendo...
Nós três nos deitamos na cama, tomamos um uísque, gole por gole, enquanto fumávamos devagar.
Depois de um tempo, a Vicky começou a acariciar minha rola, a bater uma pra mim; depois ela ficou de quatro entre minhas pernas e enfiou a rola na boca, devagar, suavemente, o máximo que conseguia, e levantava a cabeça chupando até chegar na cabeçona, repetindo os movimentos.
A Lore ficou atrás da minha sobrinha, abriu as nádegas dela e começou a chupar o cu e a buceta, enfiando os dedos, e ficamos assim por um bom tempo, curtindo, sem pressa, de vez em quando a Vicky levantava mais a bunda e se concentrava na Lore, enquanto batia uma pra mim ao mesmo tempo.
Minha sobrinha se levantou e disse: — Carlos, você vem comigo?
A Lorena e eu seguimos ela até o banheiro. Quando chegamos lá, ela abriu a bolsa, tirou os enemas, ficou de quatro sob o olhar cheio de curiosidade da Lore, enfiei a cânula de um frasco no cu dela e fui apertando aos poucos enquanto massageava a buceta dela, ela levantava a bunda e dizia: — Siim..., assim...
Terminei de injetar o enema, ela sentou no vaso e eu saí com a Lore.
Enquanto esperávamos fora do banheiro, a Lorena, de joelhos, chupava minha rola.
— Já terminei, Carlos.
Entrei no banheiro e repetimos com o segundo enema.
Lá fora, a Lore esperava pra continuar me chupando.
A Vicky saiu do banheiro, se ajoelhou atrás da Lorena, que estava me chupando, e enquanto beijava o pescoço dela, amassava os peitos e apalpava. Depois de alguns minutos, tirei a rola da boca da Lore e falei: — Vamos.
Elas se levantaram e me seguiram até a cama.
A Vicky, minha surpreendente sobrinha, tirou da bolsa o dildo e o frasco de gel, passou no cu dela e no dildo, ficou de cócoras enfiando ele na bunda. Quando ele estava todo dentro (só a base larga aparecia), ela se levantou devagar e sentou na borda da cama com o brinquedo. Enterrado, me levantei na frente dela, ela pegou na minha rola, me bateu uma punheta e começou a chupar. Lore sentou do lado dela, me dando umas mamadas de vez em quando, passando a cabeçona pelos bicos dos peitões dela, pra depois se colocar atrás da Vicky, e ajoelhada na cama passou as mãos na frente dela, amassando os peitos e beijando o pescoço dela.
Minha sobrinha era puro tesão e prazer, chupava minha rola como se quisesse ordenhar meu leite, se movia em cima do dildo, esticava a mão pra trás e tocava a buceta da Lorena.
Um tempo depois, parou de chupar, virou a cabeça pra trás e elas se beijaram de língua.
Vicky se levantou devagar, se segurando em mim, ficou inclinada e a Lorena tirou o dildo da bunda dela com cuidado, subiu na cama, ficou de quatro, Lore passou gel no cu dela, passou na minha rola devagar e bateu uma punhetinha.
Me coloquei atrás da minha sobrinha, a amiga dela abriu as nádegas dela, me oferecendo um cu pulsante semiaberto, apoiei a cabeçona na entrada do cu e falei: — Vicky, agora do jeito que você sabe…
Ela empurrou pra trás e eu pra frente, a cabeçona roxa entrou, ela parou um pouco, e empurrou de novo, eu segurei na cintura dela empurrando pra frente, a rola deslizava suave na bunda que se abria aos poucos, quando eu tinha metade da rola enfiada no cu da minha sobrinha, comecei a bombar devagar, ela suspirava respirando fundo, Lorena dava tapas na bunda dela pra relaxar o ânus enquanto olhava atenta como a Vicky engolia a rola pelo cu, aos poucos foi entrando até o final do tronco e, aí eu parei.
Sentia a pressão da bunda na cabeçona, bombava devagar, com movimentos curtos e suaves, ela mexia a bunda em círculos empurrando pra trás, respirando rouca com um som tipo: Ahhh...fsss...
Lore se colocou debaixo dela pra fazer um 69, eu comia minha sobrinha, enquanto as duas chupavam as bucetas uma da outra e lambiam os clitóris, Lore de vez em quando quando eu lambia minhas bolas que pendiam sobre a buceta da Vicky, assim passaram vários minutos, de modo que a barriga da minha sobrinha se dilatava mais.
Quando senti que a pica se movia mais livremente, tirei ela pra passar mais gel, depois enfiei quase de uma vez naquilo que parecia um túnel escuro, a Vicky soltou algo como um grito, rouco, sofrido, fiquei lá dentro, no fundo, tirei um pouco e enfiei de novo, ela gemeu num lamento. Comecei a bombar ela mais rápido.
- Aggggg....ahhh... aggggg .......ahhhhhh............ Eram os sons que saíam da garganta da minha sobrinha, enquanto eu comia ela com força.
Ela sabia o que vinha, por isso mexia a bunda como se quisesse me prender dentro da barriga dela.
Nisso, a Lorena tinha saído de debaixo da Vicky e se masturbava.
Tirei a pica de novo, passei gel e enfiei de uma vez, empalando ela.
- Noooooooooo..... ahhh.............mmm...........
Alternadamente, eu comia ela com força, tirava e empalava, a bunda da minha sobrinha tava como que partida, engolia a pica inteira, devorava ela, a Vicky gritava, gemia, grunhia.
- Carlos, fica dentro.
Enfiei até o fundo e fiquei lá, a Vicky mexia a bunda em círculos, se apertando contra mim, e num grito interminável, teve um orgasmo tremendo enquanto eu enchia o cu dela de porra grossa e quente.
Ela desabou na cama.
Me deitei.
A Lorena se esfregava com força no clitóris, até ter uma longa gozada.
Uns dois dias depois, a gente se juntou de novo, dessa vez eu queria dar uma boa foda na Lorena.
Ela ocupou o lugar da Vicky no carro, e minha sobrinha atrás.
No caminho, ela fez a mesma coisa que tinha visto, amassou minha pica, tirou ela e me chupava quando podia, a Vicky se acariciava a buceta no banco de trás, as duas usavam vestidos curtos de tecido leve.
No parque, fiz a parada de sempre, e lá a Lorena montou na minha pica apoiada no volante do carro, gozando depois de várias fodas.
Chegamos no motel, lá apalpei minha sobrinha que se contorcia de tesão, ela tava tão gostosa que rapidamente se ajoelhou, pegou na minha pica com a mão e meteu na boca, chupando quase com desespero.
Lorena se pelou, ficou atrás da Vicky e começou a apalpar ela.
Fui tirando a roupa, a Lore fez o mesmo e depois ajudou a Vicky. Lore se jogou no chão e enfiou a cabeça entre as pernas da minha sobrinha, enquanto minha sobrinha me chupava a pica, ela lambia a buceta dela, assim a Vicky teve um orgasmo lento e prolongado com um final intenso, onde ela chupou minha pica como se quisesse arrancar ela.
Fomos pra cama, fizemos um 69 com a Lorena, que deixou ela muito, mas muito excitada, com a buceta molhada de sucos, eu falei: – Lore, vamos nos preparar.
– Ok, Carlos.
Fomos pro banheiro seguidos pela Vicky, Lorena ficou de quatro e chupei muito o cu dela, tava dilatado pelo tesão e pelas enrabadas, minha língua penetrava um pouco. Minha sobrinha preparou um frasco de enema, eu me afastei e ela enfiou no cu da Lore, a cânula entrou muito bem e um pouco do líquido, ela apertou, Lore respirava fundo, deixamos ela usar o vaso. Lá fora, a Vicky me chupava a pica. Repetimos com o outro frasco.
Depois de pronta, fomos pra cama, minha sobrinha passou gel no cu dela, passou no dildo e deu pra ela, Lore se agachou e meteu no cu sem muita dificuldade, depois sentou na borda da cama e, como sempre, me chuparam a pica por um tempo.
Depois Lorena ficou de pé, tirou o dildo e ficou de quatro na cama, eu me posicionei atrás, a Vicky abriu as nádegas dela, um cu aberto e pulsante esperava a enfiada, minha sobrinha passou gel na minha pica, encostei no cu e empurrei.
Entrou quase metade.
– Ahhhhhh... sim...
Segurei ela pela cintura e empurrei mais, aí um gemido abafado, tava entrando bem, comecei a foder ela entre exclamações de prazer da Lorena que empurrava pra trás mexendo a bunda. A foda era violenta, aquele Meu cu já tava acostumado, tirei e enfiei várias vezes.
- Sua filha da puta!, tá me doendo, mas eu gosto, me dá mais, assim...
A boceta da Lorena era um túnel, meu pau era uma viga que entrava e saía, até que fiquei no fundo, ela rebolava o cu em círculos.
- Sinto sua cabeçuda, goza pra mim, papai...
A Vicky massageava o clitóris dela, a Lore se grudou em mim com o pau todo dentro, de repente gritou: "Me dá!", eu comi ela com força, enchendo o cu dela de porra, enquanto ela tremia num orgasmo intenso.
Ela ficou parada uns segundos, e caiu de bruços na cama.
Levantei pra ir no banheiro me limpar, a Vicky me seguiu e tratou de lavar bem meu pau enquanto eu apalpava ela, depois sentou na tampa do vaso, levantou as pernas, e abriu a buceta me oferecendo, me ajoelhei pra chupar ela, enfiava dedos enquanto lambia o clitóris, também dedo no cu, até que ela apertou minha cabeça com as pernas tão forte que quase quebrou meu pescoço. Fiquei de pé, minha sobrinha sentou, começou a acariciar meu pau e chupar ele, continuamos na cama, onde a Lorena tava de bruços, com uma nova ereção dei umas fodas fortes na Vicky, meu pau tava pronto de novo.
Abri o cu da Lore, ela tava com o rabo quase aberto, sujo de porra, deitei em cima dela, meti o pau na fenda procurando o ânus e empurrei, entrou fácil tudo que dava naquela posição, ela murmurava: - Mmmmmmmm.... papai...........
Ficamos assim um tempo, depois tirei, ela ficou de quatro e enfiei de novo.
- Isso......., assim.......... me dá tudo......
Com cada metida, a carne do cu dela vibrava, a boceta da Lorena era uma boca insaciável que comia meu pau inteiro. Tirei.
- Fica de barriga pra cima.
Ela virou de barriga pra cima, levantei as pernas dela, ela segurou com os braços, assim o cu ficou exposto e aberto, me coloquei por cima e enfiei no cu, entrou mas apertado, ela reclamou de dor, franzindo a boca e fechando os olhos, eu sentia ela mais, a barriga mais apertada comprimia minha cabeçona e o tronco. Ela abriu os olhos, passou a língua nos lábios num sinal de tesão, eu beijei ela, língua com língua, enquanto tinha toda a pica enfiada dentro daquele cu lindo.
Assim, eu fui metendo devagar, até um final explosivo quando gozamos os dois pela segunda vez.
No caminho de volta, Lorena falou pra Vicky: - Tava escondendo ele, hein?.
- Quem?, Meu tio?.
- ¡Teu tio?!.
Eu fingia que não tava ouvindo.
Vicky ficou vermelha:
- É..., sim....
- ¡Por isso!, vocês são dois degenerados...
- Por acaso você não gosta?, perguntei.
- Me dá um tesão danado, disse Lorena enfiando a mão na virilha enquanto Vicky olhava pra ela com desejo, Lore abriu as pernas mostrando a buceta, minha sobrinha passou pra trás. Enquanto eu dirigia, ouvia os gemidos de prazer das minhas duas putas que estavam se satisfazendo uma à outra.
2 comentários - A Saga do Tio Carlos Parte 2