Capilla de Velacion - Tremenda Aventura - Relato Corto

Faz tempo que não postava relatos. Pois bem, esse aconteceu nesses dias de férias, começando com uma situação meio tensa, já que estávamos saindo pra nos divertir — eu, minha mina e minha cunhada — quando, no caminho, ligaram pra minha mina (a mãe de uma amiga dela) dizendo que uma das amigas tinha falecido num acidente.

Então fomos pro local, mas antes perguntei pra minha cunhada se a gente deixava ela na entrada da festa onde o acompanhante dela ia encontrá-la. Ela respondeu que não, que ia com a gente. Chegamos no lugar, que obviamente era um velório.

Quando chegamos na entrada, tinha um daqueles seguranças com cara de tarado olhando pra minha mina e pra minha cunhada. Quanto mais a gente se aproximava, mais ele devorava elas com os olhos de cima a baixo. Minha mina entrou primeiro, vestindo uma roupa meio sexy: uma saia cinza justa (tipo secretária) e uma blusa vinho (levemente decotada), cabelo preso e uma boca vermelha sensual. Ela perguntou pro segurança: "Com licença, a sala de velório 2???" Ele respondeu rapidinho onde era. Eu vinha atrás da minha mina, e aquele babaca só balançou a cabeça me cumprimentando e já virou pra minha cunhada, murmurando: "Que gostosa essa putinha!!" Minha cunhada só deu um sorrisinho. Naquela noite, ela tava com um vestido preto longo (até o meio da coxa) com um decote mais provocante que o da minha mina, e aquele idiota não conseguiu resistir.

Quando chegamos perto da mãe da amiga da minha mina, ela sentou do lado dela, e eu e minha cunhada ficamos num canto, depois de cumprimentar a enlutada e deixar elas em paz. Passaram uns 60 minutos, e aquele segurança rondava cada vez mais a sala do velório, sem tirar os olhos de cima da minha cunhada. Ela cochichou pra mim: "Já viu como deixei o segurança excitado??" Eu só sorri, sem chamar atenção. Virei o olhar e percebi... que tinha um cara (homem, mano, etc.) também olhando pra minha cunhada, mas ele tava na esquina oposta da gente. Logo minha mina chega em mim e fala se pode acompanhar os pais da amiga dela pra comprar comida e tomar um banho rápido na casa deles. Eu falei que sim, que a gente ia junto, e ela respondeu: "Não podemos deixar o noivo da falecida sozinho" — era aquele cara sentado na esquina.

Fiquei surpreso e falei que tava de boa, que a gente esperava. Levantei pra pegar uma bebida e dar uma checada na situação. Tinha mais gente na sala de velório e uma espécie de quarto de descanso no fundo, com o banheiro do lado. Enquanto isso, minha cunhada tava mostrando os atributos dela, agachada conversando com o agora azarado noivo daquela mina. Sentei do lado da minha cunhada e ela fala: "Tô com vontade de você me morder a bunda". Ela já tinha percebido que aquele segurança não tava mais andando, só olhando fixo pra ela. Ela, sentada na frente dele, abria as pernas discretamente pra deixar ele ver aquela rachadura coberta por pano preto.

Por minha parte, comecei a ficar excitado e falei: "Calma, isso é uma sala de velório". Ela respondeu: "Então vem". Me pegou pela mão e foi andando pro banheiro, falou: "Me morde a bunda". Eu respondi baixinho: "Shh, cala a boca, vão te ouvir". Daqui a pouco, o noivo passou por trás da gente e entrou no quarto de descanso. Minha cunhada aproveitou e entrou com ele, me deixando fora do banheiro. Pra disfarçar, entrei no banheiro e ouvia minha cunhada falando: "Oi, não fica triste não, a vida é assim, não fica abalado". A voz do cara não dava pra ouvir.

Logo saí do banheiro e fiz que não achava toalha pra secar as mãos. Girei a maçaneta do quarto e, de repente, uma mão me empurrou por trás, dizendo: "Já vou te dar uma toalha, entra". Quando entrei, tava o noivo daquela mina, minha cunhada do lado dele abraçando ele, e ele chorando. Desconsolado, me sentei no sofá que tava dentro do quarto enquanto os dois tavam numa cama pequena. O guarda tava ali atrás da caminha, olhando pra bunda da minha cunhada, e ela tava ligada no que tava rolando.

Minha cunhada levanta, fica de joelhos na cama sem largar o namorado, e mostra aquela bunda enorme pro guarda, que já tava se coçando todo. Ela empurra o namorado pra trás, encosta ele na parede, abraça ele pelo peito, acariciando os braços dele e falando "você vai encontrar alguém que saiba te amar". A cada carícia, ela ia descendo mais, até que a cabeça dela ficou na altura do púbis do rapaz. O guarda não tirava os olhos da bunda dela e se esfregava mais forte, batendo uma punheta.

O namorado, cansado de estar acordado, começou a dormir, e ela aproveitou pra abaixar o zíper da calça dele. Tirou a rola dele pra fora e meteu na boca, começando a chupar o pau dele. O guarda puxou a própria rola e começou a se masturbar. Minha cunhada chupava devagar e suave o pau daquele jovem, que não acreditava no que tava rolando, mas sem parar de acariciar a bunda dela. De repente, ela sente uma mão estranha na bunda dela, tira a rola da boca e fala pro guarda: "sem tocar, hein, até eu mandar". O guarda ignora e continua amassando a bunda da minha cunhada. Ela para na hora e fala, num tom irritado: "quer ver?!" Senta ele também na cama e fica de pé.

Ela fala pros dois: "olhem bem". Começa a agachar e subir, tipo agachamento, e diz: "olha como quica, isso é bunda de verdade, não é porcaria, né, cunhado?" Eu concordo com a cabeça e falo: "e morde, te deixa seco". Minha cunhada continua dançando pra aqueles dois. Começa a levantar o vestido e mostra metade das nádegas. Com aquela bunda branca, macia, em formato de coração, ela começa a se abaixar devagar, deixando ver uma calcinha preta fio-dental. O vestido, por causa do volume da bunda dela... se descobre comendo o fio dental entre as nádegas dela, o guarda toca nela, ela se irrita e fala "espera aí, porra". Continua se mexendo, dando um show do caralho, levanta o vestido até a cintura e começa a descer devagar a tanga, deixando ver um cu rosadinho do cacete e uma bucetinha bem suculenta.

O guarda fica louco, parece que os olhos vão pular pra fora vendo aquela bunda enorme ao ar livre, minha cunhada se aproxima do guarda, vira de costas, arqueia a coluna e encaixa a pica do guarda entre as nádegas dela. O garoto, por sua vez, levanta minha cunhada pela nuca e enfia a pica na boca dela. Minha cunhada se abaixa um pouco mais, deixando aquela bundona toda à mostra pro guarda. O guarda goza nas nádegas da minha cunhada, que fica mais puta ainda e começa a chupar o pau daquele garoto, fazendo ele gozar na boca dela e engolindo cada gota da pica dele.

O guarda sai correndo do quartinho, e o garoto sobe a calça pra ficar preparado pra qualquer merda, sai também do lugar, deixando eu e minha cunhada sozinhos. Aí ela me fala "é sua vez". Pego ela pela cintura, abaixo ela, pego a tanga dela, arranco de entre as pernas e falo "vamos nessa, que isso vai ficar feio". Quando saímos do quartinho, três guardas vêm na nossa direção falando "tá tudo bem, senhor?" com uma cara de tesão, disfarçando que aquele guarda tinha contado que minha cunhada tava sedenta de pica. Um deles pega minha cunhada pelo braço e fala "tá tudo bem, mocinha, vem cá". Aí eu pego ela pelo outro braço e falo pro guarda "não, obrigado, a gente já vai" e coloco na mão dele as calcinhas da minha cunhada pra eles se deliciarem com o cheiro.

Saímos do lugar e esperamos minha mina...
FIN

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