Faz tempo que não postava relatos, então esse aconteceu nesses dias de férias. Começa com uma situação meio tensa, porque a gente ia sair pra se divertir — eu, minha mina e minha cunhada — quando no caminho ligam pra minha mina (a mãe de uma amiga dela) dizendo que uma das amigas dela tinha morrido num acidente.
A gente foi pro local, mas antes perguntei pra minha cunhada se ela queria que a deixássemos na entrada da festa onde o acompanhante dela ia encontrá-la. Ela respondeu que não, que ia com a gente. Chegamos no lugar, que obviamente era uma sala de velório.
Quando chegamos na entrada, tinha um daqueles seguranças com cara de tarado olhando pra minha mina e pra minha cunhada. Quanto mais a gente se aproximava, mais ele devorava elas com os olhos de cima a baixo. Minha mina entrou primeiro, vestindo uma roupa meio sexy: uma saia cinza justa (tipo secretária) e uma blusa vinho (com um decote leve), cabelo preso e uma boca vermelha sensual. Ela perguntou pro segurança: "Com licença, a sala de velório 2???" Ele respondeu rapidinho onde era. Eu vinha atrás da minha mina, e aquele babaca só balançou a cabeça me cumprimentando e já virou pra minha cunhada, murmurando: "que gostosa essa putinha!!" Minha cunhada só deu um sorrisinho. Naquela noite, ela tava com um vestido preto longo (até o meio da coxa) com um decote mais provocante que o da minha mina, e aquele idiota não conseguiu resistir.
Quando chegamos perto da mãe da amiga da minha mina, ela sentou do lado dela, e eu e minha cunhada ficamos num canto, depois de cumprimentar a enlutada e deixar elas em paz. Umas horas depois, aquele segurança começou a rondar a sala de velório cada vez mais, sem tirar os olhos da minha cunhada. Ela cochichou pra mim: "Já viu como deixei o segurança excitado??" Eu só sorri, sem chamar atenção. Virei o olhar e percebi... que tinha um cara (homem, mano, etc.) também olhando pra minha cunhada, mas ele tava na esquina oposta da gente. Na mesma hora, minha mina chega em mim e fala se pode acompanhar os pais da amiga dela pra comprar comida e tomar um banho rápido na casa deles. Eu falei que sim, que a gente ia junto, e ela respondeu: "Não podemos deixar o noivo da falecida sozinho". Era aquele mano sentado na esquina.
Fiquei surpreso e falei que tava de boa, que a gente esperava. Levantei pra pegar uma bebida e dar uma olhada na situação. Tinha mais gente na sala de velório e uma espécie de quarto de descanso no fundo, com o banheiro do lado. Enquanto isso, minha cunhada tava mostrando os atributos dela, agachada conversando com o agora infeliz noivo daquela mina. Sentei do lado da minha cunhada e ela falou: "Tô com vontade de levar uma picada na bunda". Ela já tinha percebido que aquele segurança não tava mais andando, só olhando fixo pra ela. Ela, sentada na frente dele, abria as pernas discretamente pra deixar ele ver aquela rachadura coberta por pano preto.
Por minha vez, comecei a ficar excitado e falei: "Calma, isso é um velório". Ela respondeu: "Então vem". Me pegou pela mão e foi andando pro banheiro, falando: "Me morde a bunda". Eu respondia baixinho: "Shh, cala a boca, vão te ouvir". Daqui a pouco, o noivo passou por trás da gente e entrou no quarto de descanso. Minha cunhada aproveitou e entrou com ele, me deixando fora do banheiro. Pra disfarçar, entrei no banheiro e ouvia minha cunhada dizendo: "Oi, não fica triste não, a vida é assim, não fica abalado". A voz do cara não dava pra ouvir.
Saí do banheiro e fingi que não achava toalha pra secar as mãos. Girei a maçaneta do quarto e, de repente, uma mão me empurrou por trás, dizendo: "Já vou te dar uma toalha, entra". Quando entrei, tava o noivo daquela mina, minha cunhada do lado dele abraçando ele, e ele chorando. Desconsolado, me sentei no sofá que tava dentro do quarto enquanto os dois tavam numa cama pequena. O guarda tava ali atrás da caminha, olhando pra bunda da minha cunhada, e ela tava ligada no que tava rolando.
Minha cunhada se levantou, ficou de joelhos na cama sem largar o namorado, e mostrou aquela bunda monstra pro guarda, que já tava se coçando todo. Ela empurrou o namorado pra trás, encostou ele na parede, abraçou ele pelo peito, acariciando os braços dele e falando "você vai encontrar alguém que saiba te amar". A cada carícia, ela descia mais, até que a cabeça dela ficou na altura do púbis do cara. O guarda não tirava os olhos da bunda dela e se esfregava ainda mais forte, batendo uma punheta.
O namorado, cansado de estar acordado, começou a dormir, e ela aproveitou pra abaixar o zíper da calça dele. Tirou o pau dele pra fora e meteu na boca, começando a chupar gostoso. O guarda puxou o pau dele e começou a se masturbar. Minha cunhada chupava devagar e suave o pau daquele jovem, que não acreditava no que tava rolando, mas sem parar de acariciar a bunda dela. De repente, ela sente uma mão estranha na bunda dela. Tira o pau da boca e fala pro guarda: "Sem tocar, hein, até eu mandar." O guarda ignorou e continuou amassando a bunda da minha cunhada. Ela parou na hora e falou, num tom irritado: "Quer ver??" Sentou ele também na cama e ficou de pé.
Ela falou pros dois: "Olhem bem." Começou a agachar e subir, tipo agachamento, e disse: "Vê como quica. Isso é bunda de verdade, não é porcaria, né, cunhado?" Eu concordei com a cabeça e falei: "E morde, te deixa seco." Minha cunhada continuou dançando pra aqueles dois. Começou a levantar o vestido e deixou ver metade das nádegas. Com aquela bunda branca, macia e em formato de coração, ela começou a se agachar devagar, deixando ver uma calcinha preta fio dental. O vestido, por causa do tamanho da bunda dela... se descobre comendo o fio dental entre as nádegas dela, o guarda toca nela, ela se irrita e fala "espera aí, porra" continua se mexendo dando um puta espetáculo, levanta o vestido até a cintura e começa a descer devagar a tanga deixando ver um cu rosadinho do caralho e uma bucetinha bem suculenta.
O guarda fica louco, parece que os olhos vão pular pra fora vendo aquela raba enorme ao ar livre, minha cunhada se aproxima do guarda, vira de costas, arqueia a lombar e encaixa a pica do guarda entre as nádegas dela, o garoto por sua vez levanta ela toda pela nuca e enfia a pica na boca dela, minha cunhada se abaixa um pouco mais deixando aquela bundona à mostra pro guarda, o guarda goza nas nádegas da minha cunhada, aí ela fica mais puta e começa a chupar o pau daquele garoto fazendo ele gozar na boca dela e engolindo cada gota da pica dele.
O guarda sai correndo do quartinho e o garoto sobe a calça pra ficar pronto pra qualquer merda, sai também do lugar nos deixando só eu e minha cunhada, aí ela me fala "é sua vez" pego ela pela cintura, abaixo ela, pego a tanga dela e arranco entre as pernas e falo "vamos nessa que isso vai ficar feio", quando saímos do quartinho vêm na nossa direção 3 guardas falando "tá tudo bem, senhor?" com uma cara de safados e disfarçando que aquele guarda tinha contado que minha cunhada tava sedenta de pica, um deles pega minha cunhada pelo braço e fala "tá bem, mocinha, vem cá", aí eu pego ela pelo outro braço e falo pro guarda "não, obrigado, já vamos" e dou a mão colocando na palma dele as calcinhas da minha cunhada pra eles se deleitarem com o cheiro.
Saímos do lugar e esperamos minha mina...FIN
A gente foi pro local, mas antes perguntei pra minha cunhada se ela queria que a deixássemos na entrada da festa onde o acompanhante dela ia encontrá-la. Ela respondeu que não, que ia com a gente. Chegamos no lugar, que obviamente era uma sala de velório.
Quando chegamos na entrada, tinha um daqueles seguranças com cara de tarado olhando pra minha mina e pra minha cunhada. Quanto mais a gente se aproximava, mais ele devorava elas com os olhos de cima a baixo. Minha mina entrou primeiro, vestindo uma roupa meio sexy: uma saia cinza justa (tipo secretária) e uma blusa vinho (com um decote leve), cabelo preso e uma boca vermelha sensual. Ela perguntou pro segurança: "Com licença, a sala de velório 2???" Ele respondeu rapidinho onde era. Eu vinha atrás da minha mina, e aquele babaca só balançou a cabeça me cumprimentando e já virou pra minha cunhada, murmurando: "que gostosa essa putinha!!" Minha cunhada só deu um sorrisinho. Naquela noite, ela tava com um vestido preto longo (até o meio da coxa) com um decote mais provocante que o da minha mina, e aquele idiota não conseguiu resistir.
Quando chegamos perto da mãe da amiga da minha mina, ela sentou do lado dela, e eu e minha cunhada ficamos num canto, depois de cumprimentar a enlutada e deixar elas em paz. Umas horas depois, aquele segurança começou a rondar a sala de velório cada vez mais, sem tirar os olhos da minha cunhada. Ela cochichou pra mim: "Já viu como deixei o segurança excitado??" Eu só sorri, sem chamar atenção. Virei o olhar e percebi... que tinha um cara (homem, mano, etc.) também olhando pra minha cunhada, mas ele tava na esquina oposta da gente. Na mesma hora, minha mina chega em mim e fala se pode acompanhar os pais da amiga dela pra comprar comida e tomar um banho rápido na casa deles. Eu falei que sim, que a gente ia junto, e ela respondeu: "Não podemos deixar o noivo da falecida sozinho". Era aquele mano sentado na esquina.
Fiquei surpreso e falei que tava de boa, que a gente esperava. Levantei pra pegar uma bebida e dar uma olhada na situação. Tinha mais gente na sala de velório e uma espécie de quarto de descanso no fundo, com o banheiro do lado. Enquanto isso, minha cunhada tava mostrando os atributos dela, agachada conversando com o agora infeliz noivo daquela mina. Sentei do lado da minha cunhada e ela falou: "Tô com vontade de levar uma picada na bunda". Ela já tinha percebido que aquele segurança não tava mais andando, só olhando fixo pra ela. Ela, sentada na frente dele, abria as pernas discretamente pra deixar ele ver aquela rachadura coberta por pano preto.
Por minha vez, comecei a ficar excitado e falei: "Calma, isso é um velório". Ela respondeu: "Então vem". Me pegou pela mão e foi andando pro banheiro, falando: "Me morde a bunda". Eu respondia baixinho: "Shh, cala a boca, vão te ouvir". Daqui a pouco, o noivo passou por trás da gente e entrou no quarto de descanso. Minha cunhada aproveitou e entrou com ele, me deixando fora do banheiro. Pra disfarçar, entrei no banheiro e ouvia minha cunhada dizendo: "Oi, não fica triste não, a vida é assim, não fica abalado". A voz do cara não dava pra ouvir.
Saí do banheiro e fingi que não achava toalha pra secar as mãos. Girei a maçaneta do quarto e, de repente, uma mão me empurrou por trás, dizendo: "Já vou te dar uma toalha, entra". Quando entrei, tava o noivo daquela mina, minha cunhada do lado dele abraçando ele, e ele chorando. Desconsolado, me sentei no sofá que tava dentro do quarto enquanto os dois tavam numa cama pequena. O guarda tava ali atrás da caminha, olhando pra bunda da minha cunhada, e ela tava ligada no que tava rolando.
Minha cunhada se levantou, ficou de joelhos na cama sem largar o namorado, e mostrou aquela bunda monstra pro guarda, que já tava se coçando todo. Ela empurrou o namorado pra trás, encostou ele na parede, abraçou ele pelo peito, acariciando os braços dele e falando "você vai encontrar alguém que saiba te amar". A cada carícia, ela descia mais, até que a cabeça dela ficou na altura do púbis do cara. O guarda não tirava os olhos da bunda dela e se esfregava ainda mais forte, batendo uma punheta.
O namorado, cansado de estar acordado, começou a dormir, e ela aproveitou pra abaixar o zíper da calça dele. Tirou o pau dele pra fora e meteu na boca, começando a chupar gostoso. O guarda puxou o pau dele e começou a se masturbar. Minha cunhada chupava devagar e suave o pau daquele jovem, que não acreditava no que tava rolando, mas sem parar de acariciar a bunda dela. De repente, ela sente uma mão estranha na bunda dela. Tira o pau da boca e fala pro guarda: "Sem tocar, hein, até eu mandar." O guarda ignorou e continuou amassando a bunda da minha cunhada. Ela parou na hora e falou, num tom irritado: "Quer ver??" Sentou ele também na cama e ficou de pé.
Ela falou pros dois: "Olhem bem." Começou a agachar e subir, tipo agachamento, e disse: "Vê como quica. Isso é bunda de verdade, não é porcaria, né, cunhado?" Eu concordei com a cabeça e falei: "E morde, te deixa seco." Minha cunhada continuou dançando pra aqueles dois. Começou a levantar o vestido e deixou ver metade das nádegas. Com aquela bunda branca, macia e em formato de coração, ela começou a se agachar devagar, deixando ver uma calcinha preta fio dental. O vestido, por causa do tamanho da bunda dela... se descobre comendo o fio dental entre as nádegas dela, o guarda toca nela, ela se irrita e fala "espera aí, porra" continua se mexendo dando um puta espetáculo, levanta o vestido até a cintura e começa a descer devagar a tanga deixando ver um cu rosadinho do caralho e uma bucetinha bem suculenta.
O guarda fica louco, parece que os olhos vão pular pra fora vendo aquela raba enorme ao ar livre, minha cunhada se aproxima do guarda, vira de costas, arqueia a lombar e encaixa a pica do guarda entre as nádegas dela, o garoto por sua vez levanta ela toda pela nuca e enfia a pica na boca dela, minha cunhada se abaixa um pouco mais deixando aquela bundona à mostra pro guarda, o guarda goza nas nádegas da minha cunhada, aí ela fica mais puta e começa a chupar o pau daquele garoto fazendo ele gozar na boca dela e engolindo cada gota da pica dele.
O guarda sai correndo do quartinho e o garoto sobe a calça pra ficar pronto pra qualquer merda, sai também do lugar nos deixando só eu e minha cunhada, aí ela me fala "é sua vez" pego ela pela cintura, abaixo ela, pego a tanga dela e arranco entre as pernas e falo "vamos nessa que isso vai ficar feio", quando saímos do quartinho vêm na nossa direção 3 guardas falando "tá tudo bem, senhor?" com uma cara de safados e disfarçando que aquele guarda tinha contado que minha cunhada tava sedenta de pica, um deles pega minha cunhada pelo braço e fala "tá bem, mocinha, vem cá", aí eu pego ela pelo outro braço e falo pro guarda "não, obrigado, já vamos" e dou a mão colocando na palma dele as calcinhas da minha cunhada pra eles se deleitarem com o cheiro.
Saímos do lugar e esperamos minha mina...FIN
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