— Quer ir jantar com uns amigos?
— Beleza, bora.
Eu tinha só dezenove anos. Lorena acabava de fazer vinte e nove e ia sair com alguns amigos e amigas pra jantar. Lorena é professora de inglês, então o círculo dela é esse, o dos professores.
Me arrumei pra ocasião. Fiz um penteado diferente, com a franja jogada pra trás e um pouco levantada, duas tranças finas caindo pelas costas, e o resto do cabelo solto e bagunçado. Maquiei meus olhos o suficiente pra chamar atenção, mas não tanto pra parecer uma puta; prata bem suave nas pálpebras, delineado fininho com azul escuro, meus cílios bem pretos. A boca tava num rosa muito bonito, e eu adoro usar brilho nos lábios, então minha boca brilhava. Um pouco de blush nas bochechas e brilhinhos quase invisíveis no resto do rosto.
Usei um vestido azul bem comprido pra mim. Chegava quase nos meus joelhos. O decote era redondo e meio grande, mas as costas não ficavam tão de fora. Como meus braços iam ficar nus dos ombros pra baixo, Lorena teve a ideia de colocar luvas brancas até os cotovelos — parecia uma bandeira.
Usei saltos agulha bem altos, acho que de doze centímetros. Meus brincos eram de ouro, e um colar com uma cruz completava meu visual.
Fomos pra um restaurante muito chique. Tanto Lorena quanto os amigos dela são muito bem de vida financeiramente e não se importam em gastar seiscentos reais por cabeça só num jantar.
A mesa estava reservada, e como a gente tinha que confirmar presença, cada lugar tinha um cartãozinho com nosso nome. Me senti uma estrela, e mesmo que uma parte de mim tenha acreditado nisso, eu sabia que não merecia tanto luxo. Lorena teve um gesto lindo: os cartões tinham nome e sobrenome, o meu só dizia "Ale…" e estava, claro, do lado do cartão dela.
Fomos as primeiras a chegar, junto com outras duas colegas. O próximo a chegar foi… bom, não posso falar o nome dele. Então, vamos chamá-lo de X. Ele era um homem uns anos mais velho que a Lorena, tinha um rostinho bonito, uma barba loira de três dias, cabelo curto e bagunçado, mas, tipo as estrelas do cinema, essa bagunça caía super bem nele. Ele estava vestido na mesma linha que a gente: um blazer cinza, com gravata, calça social. Duas coisas me chamaram a atenção: uma foi que a gola da camisa dele estava levantada, estilo bad boy; a outra é que ele não usava sapatos, e sim tênis esportivos.
— Lá vem o profe... — as outras minas falaram. X era professor de filosofia.
Claro que a primeira coisa que elas fizeram foi zuar ele por causa dos tênis. Ele cumprimentou uma por uma as colegas, me deixou por último.
— E essa beleza? — ele disse.
— X, ela é a Alejandra, minha amiga — a Lorena nos apresentou — Alejandra, esse é o X.
Eu me levantei pra dar um beijo no rosto dele, mas ele fez um gesto pra eu ficar onde estava, segurou minha mão, levou até a boca e beijou, como se eu fosse uma rainha. Fiquei vermelha porque as outras minas gritaram e aplaudiram o gesto, afinal, só eu recebi aquele cumprimento.
— O que você dá? — X me perguntou.
Não soube o que responder. Não entendi a que ele se referia. Procurei ironias na minha mente sobre aquela frase, duplo sentido, nada. Não sabia o que dizer.
— O quê? — falei, encolhendo os ombros.
— Não, X — a Lorena saiu em minha defesa — Ela não é professora de nada, estuda psicologia.
— Desculpa? Mas quantos anos você tem?
— Dezenove...
— Ah, você parece mais velha, é muito gostosa, pensei que fosse professora de alguma coisa.
Meu rubor ficou vermelho quando o resto da mesa aplaudiu de novo. Qualquer mulher ficaria puta se dessem mais idade do que ela tem. Mas pra uma mina de dezenove anos, alguém de trinta e dois achar que ela tem mais, é um puta elogio. Não soube se ele falou de propósito, sabendo disso, pra me seduzir, ou se eu realmente aparentava ser mais velha, o que me daria mais moral pra estar ali. com ele. Porque desde que ele beijou minha mão, minha pele se arrepiou, e eu tive uma vontade imensa de poder transar com ele. E eu, por ser paranoica e metida, comecei a interpretar cada palavra dele como se ele estivesse me seduzindo.
— Você está com alguém? — ele me perguntou de novo.
Eu estudava psicologia há dois anos. Uma coisa é perguntar se você tem namorado, outra é perguntar se você está com alguém, é uma pergunta mais pessoal, a do namorado se responde com sim ou não, a outra precisa de mais desenvolvimento.
— Não — eu disse e olhei pra Lorena, porque eu transava com ela, mas ninguém sabia — Bom, digamos… estou sem compromisso.
Conforme a conversa rolava, X ia ficando mais bonito pra mim, era simpático, divertido, gostoso. Lorena fez o celular dela tocar de propósito, fingiu que tinha recebido uma mensagem e começou a digitar a resposta. Ela me mandou uma mensagem.
— X tá afim de você, eu conheço ele, ele tá te olhando desde hoje, tá morrendo de vontade… vai fundo.
Eu me desculpei com a mesa quando a mensagem chegou. Apesar do nervosismo, tive lucidez suficiente pra dizer que era minha mãe me enchendo o saco.
Ele se ofereceu pra me levar em casa. Lorena falou pra eu ir, que ela ia dar uma volta com o resto da galera, mas que eu tinha que voltar cedo, ainda morava com meus pais. Quando ele estacionou o carro na entrada da minha casa, me surpreendeu a sinceridade dele, achei que fosse por causa da idade, nada de frescura nem de ficar enrolando.
— Olha, Ale — ele disse — Me diz se eu tô errado, mas acho que a gente tem uma conexão, tem química, o que você acha?
Vai fundo. Lembrei da mensagem da Lorena.
— Sim — eu disse, nervosa, arrumando uma das minhas tranças — Sim, eu acho a mesma coisa.
Ele não perdeu tempo e se aproximou de mim devagar, igual nas novelas. Quando chegou perto do meu rosto, afastou a franja que o cobria, meu cabelo já tinha se desmanchado e tampava minha boca. Quando meus lábios ficaram à disposição dele, eu os molhei, fazendo aquele gesto que a gente faz quando passa batom. lábios, eu os coloquei dentro da minha boca, só que dessa vez passei minha língua por eles. Foi um movimento rápido, mas eficaz, quando os lábios dele bateram nos meus, já não estavam mais secos.
A gente se beijou por uns minutos. Só usando os lábios. Ele não colocava a língua na minha boca, e eu não queria parecer apressada demais pra fazer isso. A gente se separou e ele acariciou minha bochecha. Eu fechei os olhos e molhei meus lábios de novo.
A gente se beijou de novo, dessa vez ele me segurava pela cabeça, a mão dele na minha bochecha. E criei coragem pra enfiar timidamente minha língua na boca dele. Só com a ponta roçou a dele, que começou a despertar bem devagar, quando eu achava que ia começar uma pegação desenfreada, ele mexeu a língua com suavidade, era uma delícia, morna, molhada, mexia bem, acompanhando esses movimentos com um leve abrir e fechar da boca dele.
A gente se separou, na verdade eu que me afastei dele.
— Para, aqui não. Meus pais podem me ver…
— A gente pode se ver de novo?
— Sim. Mas vamos pra outro lugar agora.
O "vai em frente" da Lorena ainda tava martelando na minha cabeça.
Ele me propôs ir pra um hotel de um jeito muito educado, como um cavalheiro. Dizendo que eu não era obrigada a nada, que se eu quisesse a gente só podia se beijar, e que eu é quem ia ditar o ritmo. Com certeza ele achava que eu era virgem, ou que tinha pouca experiência. Eu disse que sim, que tava afim de ir pra um hotel.
No primeiro que a gente foi, não tinha garagem. A gente teve que descer e pedir um quarto. Eu tava sem documentos e não deixaram a gente entrar porque acharam que eu era de menor. No segundo não teve problema, a gente pediu um quarto de dentro do carro. Um turno de duas horas.
O que eu mais gosto quando entro num quarto com um parceiro é entrar primeiro, e assim que a porta fecha, é me pendurar no pescoço da pessoa e beijar ela contra a parede. Nesse caso, X era bem mais alto que eu, então me pendurei enrolando as pernas na cintura dele e os braços no pescoço, igual uma criança. A gente Beijamos muito, de várias formas, ele me segurava pelos glúteos, pela primeira vez se atreveu a colocar a mão em mim, tinha mãos grandes, então a palma da mão dele cobria toda a superfície da minha bunda.
A língua dele na minha boca era fogo. Cada carícia da língua dele contra a minha era uma gota a mais de lubrificação que minha buceta gerava. As mãos dele apertavam minha raba, beliscavam ela. Eu sou de gemer quando beijo apaixonadamente e essa não foi exceção. A menina tímida que tinha sido a noite toda estava mostrando as garras.
Ainda comigo pendurada no corpo dele, ele caminhou até a cama e caímos lá. Ele ficou por cima de mim, me esmagando. Eu mordia as orelhas dele. Ele falou.
- Vamos transar?
- Sim.
- Você é muito pequenininha.
- Mesmo assim quero, gosto muito de você.
- Bom, é que quero que tudo seja consentido, que você não se sinta obrigada a nada.
Ele era muito cavalheiro, e isso me excitava ainda mais. Qualquer um na situação dele teria me estuprado no carro, mas ele pedia permissão para tudo.
Meu vestido estava na altura da minha cintura, deixando minhas pernas completamente nuas, mostrando minha calcinha preta com lacinhos. X pegou o vestido pela parte de baixo, fez eu sentar na cama e tirou ele como se fosse um moletom ou uma camiseta. Eu tirei minhas luvas longas enquanto ele despia o torso.
Ele se deitou de novo sobre mim. O peito dele, o calor do corpo dele, contra o meu foi outro golpe na minha tesão, meu corpo ardia, precisava saciar a sede de sexo. Apertei os glúteos dele com força por cima do tecido da calça. Ele se levantou e tirou tudo de uma vez, a cueca também saiu. Eu tinha X pelado na minha frente, a primeira coisa que olhei foi o pau dele. Cercado de pelos, muito pelo, o membro dele estava rodeado de cabelo, ele estava ajoelhado na cama, os testículos dele pendiam, também peludos e grandes, acariciei eles, mas na mesma hora ele se jogou de novo em cima de mim para me beijar.
A língua dele percorria meu pescoço. Eu arqueava minhas costas e gemia. Suspirava. Apesar de a diferença de idade, eu me sentia uma mulher. Ele enfiou a cabeça entre meus peitos, lambeu aquele espaço que tem entre um peito e outro, coisa que é extremamente excitante pra gente. De lá, subia a língua até a ponta do meu queixo, e descia de novo. Eu ofegava.
Ele tirou meu sutiã, deixando meus peitos de fora. Ainda não tinham se desenvolvido completamente, cresceram até eu fazer vinte e um anos. Meus mamilos estavam durinhos, coisa que ainda me envergonhava, mas excitou o X. Ele beliscava eles. Chupava. Sugava. Eu só conseguia aproveitar, me entregar de corpo inteiro pra ele. Ele ficou chupando minhas tetas um tempão, tanto que ficaram vermelhas e cheias de chupões, além de estarem super sensíveis.
Ele se levantou de novo. Colocou a camisinha. Já? Não vai me pedir pra chupar ele? Ele não vai chupar a minha?
Ele tirou minha calcinha segurando pelo elástico, separou o tecido da pele, e com as palmas das mãos enrolou até meus tornozelos. Minha buceta estava muito molhada. Ele apoiou a cabeça do pau na entrada do meu buraco. Pressionou. Enfiou até a metade, eu tentei manter a sanidade e não fazer nenhum barulho. Ele tirou. Enfiou de novo devagar, bem suave, até o fundo. Senti minhas paredes vaginais se abrindo. Minha pussy estava se abrindo como uma flor na primavera. Dessa vez não aguentei o prazer e soltei um grito.
Ele se deitou sobre mim. Eu estava de barriga pra cima com as pernas abertas, tinha levantado e flexionado elas pra penetração ser mais funda. Cada bombada dele era muito gostosa. Eu gemia no ouvido dele e falava que tava gostando.
— Tô gostando, meu amor, tô gostando…
X continuava naquele ritmo lento, tão gostoso. Eu comecei a mexer minha pelve no ritmo dos movimentos dele. Enrolei minhas pernas na cintura dele, não ia deixar ele sair. Queria que ele ficasse dentro de mim por muito tempo. Finquei minhas unhas nos ombros dele e ele soltou um gemido. Me excitou tanto aquele som perto do meu rosto que senti minha buceta Transbordava de sucos.
Percebi que ele estava se movendo mais rápido. As respirações dele ficavam cada vez mais fortes. Finalmente, ele colocou a mão na minha nuca, levantou minha cabeça para que eu olhasse fixo nos olhos dele. O rosto dele mostrava uma careta linda, os olhos semicerrados, a boca aberta, a testa suada.
— Oooohhhh, oooohhh… — suspirou. Me excita muito homem que geme com a letra O.
X gozou quase ao mesmo tempo que eu. Acho que me adiantei por uns segundos.
Ele se levantou e tirou a camisinha. Cheia de porra. Quando vi o sêmen ali, percebi que aquela tinha sido a primeira vez que um homem metia em mim sem antes ter chupado. Todas as picas que tinham me penetrado tinham passado pela minha boca. E também era a primeira vez que não me faziam sexo oral, e nem tinha me tocado com os dedos. O único contato da minha buceta com o corpo de X tinha sido com o pau dele.
Ficamos deitados. Em silêncio.
— Podemos nos ver de novo? — ele me disse.
— Sim.
Depois daquela noite, começamos um relacionamento gostoso em segredo. As sessões de sexo foram ficando mais intensas. Na segunda vez que transamos, a parada foi mais completa. Ele estava de pé, apoiado na parede, e eu me ajoelhei. De lá, enfiei na boca aquele pau que me dava tanta vontade, nunca um pau tinha sido tão desejado pelos meus lábios. Foi a rola que mais curti lamber. Os pelos dele entravam na minha boca. Grudavam no meu céu da boca. A cabeça era grande. Passei a língua no olhinho dele e foi o ponto chave pra fazer ele gozar. O gozo dele se espalhou por todo o meu rosto, o primeiro jato acertou em cheio no meu olho, o resto se dividiu entre minha testa e meu cabelo. O olho ficou ardendo por um bom tempo.
Depois disso, me deitei na cama. Abri as pernas pra ele me fazer sexo oral. Ele ficou chupando minha buceta por um bom tempo, quando ele me fez gozar, achei que já era tudo, mas ele continuou lambendo como um cachorrinho fiel.
Transamos no chão do hotel. Dessa vez, eu fui a responsável por mostrar minhas qualidades. como amante. Montei ele. Cavalguei ele. Sentei naquela pica, dessa vez sem camisinha pra ele gozar mais. Meus movimentos eram doces, suaves, queria que o pau dele sentisse o contato com o interior da minha buceta, que a ponta tocasse e raspasse as paredes do meu interior, meus movimentos eram baseados nisso. Adorava ver a cara de prazer dele. Quando ele percebeu que eu tava cansando, teve a fineza de me segurar pela bunda pra ajudar a continuar minha cavalgada. Ele me ajudava a subir e descer, e também começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo. Minhas coxas estavam cansadas, quase cãibra, sentia fogo, igual quando a gente sai pra correr e as pernas tão muito cansadas, mas a gente continua. X não gozava, e eu queria fazer ele gozar, ele sugeriu trocar de posição mas eu recusei. Não queria que ele pensasse que eu era uma mocinha que não conseguia fazer um homem gozar. Cavalguei tanto que num momento o peito e o rosto dele ficaram molhados com gotas do meu suor. Minha testa suava muito, assim como minhas costas, sentia as gotas de suor escorrendo pela fenda da minha bunda. Já não conseguia respirar, tava muito ofegante, até que consegui. Ele ofegou, cravou as mãos na minha bunda e se mexeu rapidinho até soltar um gemido forte.
Meus joelhos estavam ralados pelo atrito com o carpete. Sangravam, e meus movimentos acabaram ficando brutos. Ardiam muito.
Ficamos transando assim por vários meses. Sempre em segredo, só a Lorena sabia, mas X não. Até que eu terminei. O sexo era lindo. Mas não me apaixonei. E quando ele veio me perguntar se a gente podia ter algo mais sério, me vi obrigada a dizer que não. E nos separamos.
Ficamos sem nos ver por dois anos. Até que na faculdade apresentaram o novo professor de filosofia do meu curso. E aí ele entrou. Quando vi ele, minha visão ficou turva e meu coração disparou. Ele, por outro lado, sorriu ao me ver. Senti muita vergonha, meu professor ia ser uma pessoa que já tinha me tido de quatro, ele tinha estado em cima de mim, eu montei nele, chupei ele, engoli o cum dele, sabia o gosto da minha buceta, ele tinha me ouvido falar putaria na cama, a gente tinha dormido junto. Senti uma vergonha danada. Mas isso é parte de outra história.
— Beleza, bora.
Eu tinha só dezenove anos. Lorena acabava de fazer vinte e nove e ia sair com alguns amigos e amigas pra jantar. Lorena é professora de inglês, então o círculo dela é esse, o dos professores.
Me arrumei pra ocasião. Fiz um penteado diferente, com a franja jogada pra trás e um pouco levantada, duas tranças finas caindo pelas costas, e o resto do cabelo solto e bagunçado. Maquiei meus olhos o suficiente pra chamar atenção, mas não tanto pra parecer uma puta; prata bem suave nas pálpebras, delineado fininho com azul escuro, meus cílios bem pretos. A boca tava num rosa muito bonito, e eu adoro usar brilho nos lábios, então minha boca brilhava. Um pouco de blush nas bochechas e brilhinhos quase invisíveis no resto do rosto.
Usei um vestido azul bem comprido pra mim. Chegava quase nos meus joelhos. O decote era redondo e meio grande, mas as costas não ficavam tão de fora. Como meus braços iam ficar nus dos ombros pra baixo, Lorena teve a ideia de colocar luvas brancas até os cotovelos — parecia uma bandeira.
Usei saltos agulha bem altos, acho que de doze centímetros. Meus brincos eram de ouro, e um colar com uma cruz completava meu visual.
Fomos pra um restaurante muito chique. Tanto Lorena quanto os amigos dela são muito bem de vida financeiramente e não se importam em gastar seiscentos reais por cabeça só num jantar.
A mesa estava reservada, e como a gente tinha que confirmar presença, cada lugar tinha um cartãozinho com nosso nome. Me senti uma estrela, e mesmo que uma parte de mim tenha acreditado nisso, eu sabia que não merecia tanto luxo. Lorena teve um gesto lindo: os cartões tinham nome e sobrenome, o meu só dizia "Ale…" e estava, claro, do lado do cartão dela.
Fomos as primeiras a chegar, junto com outras duas colegas. O próximo a chegar foi… bom, não posso falar o nome dele. Então, vamos chamá-lo de X. Ele era um homem uns anos mais velho que a Lorena, tinha um rostinho bonito, uma barba loira de três dias, cabelo curto e bagunçado, mas, tipo as estrelas do cinema, essa bagunça caía super bem nele. Ele estava vestido na mesma linha que a gente: um blazer cinza, com gravata, calça social. Duas coisas me chamaram a atenção: uma foi que a gola da camisa dele estava levantada, estilo bad boy; a outra é que ele não usava sapatos, e sim tênis esportivos.
— Lá vem o profe... — as outras minas falaram. X era professor de filosofia.
Claro que a primeira coisa que elas fizeram foi zuar ele por causa dos tênis. Ele cumprimentou uma por uma as colegas, me deixou por último.
— E essa beleza? — ele disse.
— X, ela é a Alejandra, minha amiga — a Lorena nos apresentou — Alejandra, esse é o X.
Eu me levantei pra dar um beijo no rosto dele, mas ele fez um gesto pra eu ficar onde estava, segurou minha mão, levou até a boca e beijou, como se eu fosse uma rainha. Fiquei vermelha porque as outras minas gritaram e aplaudiram o gesto, afinal, só eu recebi aquele cumprimento.
— O que você dá? — X me perguntou.
Não soube o que responder. Não entendi a que ele se referia. Procurei ironias na minha mente sobre aquela frase, duplo sentido, nada. Não sabia o que dizer.
— O quê? — falei, encolhendo os ombros.
— Não, X — a Lorena saiu em minha defesa — Ela não é professora de nada, estuda psicologia.
— Desculpa? Mas quantos anos você tem?
— Dezenove...
— Ah, você parece mais velha, é muito gostosa, pensei que fosse professora de alguma coisa.
Meu rubor ficou vermelho quando o resto da mesa aplaudiu de novo. Qualquer mulher ficaria puta se dessem mais idade do que ela tem. Mas pra uma mina de dezenove anos, alguém de trinta e dois achar que ela tem mais, é um puta elogio. Não soube se ele falou de propósito, sabendo disso, pra me seduzir, ou se eu realmente aparentava ser mais velha, o que me daria mais moral pra estar ali. com ele. Porque desde que ele beijou minha mão, minha pele se arrepiou, e eu tive uma vontade imensa de poder transar com ele. E eu, por ser paranoica e metida, comecei a interpretar cada palavra dele como se ele estivesse me seduzindo.
— Você está com alguém? — ele me perguntou de novo.
Eu estudava psicologia há dois anos. Uma coisa é perguntar se você tem namorado, outra é perguntar se você está com alguém, é uma pergunta mais pessoal, a do namorado se responde com sim ou não, a outra precisa de mais desenvolvimento.
— Não — eu disse e olhei pra Lorena, porque eu transava com ela, mas ninguém sabia — Bom, digamos… estou sem compromisso.
Conforme a conversa rolava, X ia ficando mais bonito pra mim, era simpático, divertido, gostoso. Lorena fez o celular dela tocar de propósito, fingiu que tinha recebido uma mensagem e começou a digitar a resposta. Ela me mandou uma mensagem.
— X tá afim de você, eu conheço ele, ele tá te olhando desde hoje, tá morrendo de vontade… vai fundo.
Eu me desculpei com a mesa quando a mensagem chegou. Apesar do nervosismo, tive lucidez suficiente pra dizer que era minha mãe me enchendo o saco.
Ele se ofereceu pra me levar em casa. Lorena falou pra eu ir, que ela ia dar uma volta com o resto da galera, mas que eu tinha que voltar cedo, ainda morava com meus pais. Quando ele estacionou o carro na entrada da minha casa, me surpreendeu a sinceridade dele, achei que fosse por causa da idade, nada de frescura nem de ficar enrolando.
— Olha, Ale — ele disse — Me diz se eu tô errado, mas acho que a gente tem uma conexão, tem química, o que você acha?
Vai fundo. Lembrei da mensagem da Lorena.
— Sim — eu disse, nervosa, arrumando uma das minhas tranças — Sim, eu acho a mesma coisa.
Ele não perdeu tempo e se aproximou de mim devagar, igual nas novelas. Quando chegou perto do meu rosto, afastou a franja que o cobria, meu cabelo já tinha se desmanchado e tampava minha boca. Quando meus lábios ficaram à disposição dele, eu os molhei, fazendo aquele gesto que a gente faz quando passa batom. lábios, eu os coloquei dentro da minha boca, só que dessa vez passei minha língua por eles. Foi um movimento rápido, mas eficaz, quando os lábios dele bateram nos meus, já não estavam mais secos.
A gente se beijou por uns minutos. Só usando os lábios. Ele não colocava a língua na minha boca, e eu não queria parecer apressada demais pra fazer isso. A gente se separou e ele acariciou minha bochecha. Eu fechei os olhos e molhei meus lábios de novo.
A gente se beijou de novo, dessa vez ele me segurava pela cabeça, a mão dele na minha bochecha. E criei coragem pra enfiar timidamente minha língua na boca dele. Só com a ponta roçou a dele, que começou a despertar bem devagar, quando eu achava que ia começar uma pegação desenfreada, ele mexeu a língua com suavidade, era uma delícia, morna, molhada, mexia bem, acompanhando esses movimentos com um leve abrir e fechar da boca dele.
A gente se separou, na verdade eu que me afastei dele.
— Para, aqui não. Meus pais podem me ver…
— A gente pode se ver de novo?
— Sim. Mas vamos pra outro lugar agora.
O "vai em frente" da Lorena ainda tava martelando na minha cabeça.
Ele me propôs ir pra um hotel de um jeito muito educado, como um cavalheiro. Dizendo que eu não era obrigada a nada, que se eu quisesse a gente só podia se beijar, e que eu é quem ia ditar o ritmo. Com certeza ele achava que eu era virgem, ou que tinha pouca experiência. Eu disse que sim, que tava afim de ir pra um hotel.
No primeiro que a gente foi, não tinha garagem. A gente teve que descer e pedir um quarto. Eu tava sem documentos e não deixaram a gente entrar porque acharam que eu era de menor. No segundo não teve problema, a gente pediu um quarto de dentro do carro. Um turno de duas horas.
O que eu mais gosto quando entro num quarto com um parceiro é entrar primeiro, e assim que a porta fecha, é me pendurar no pescoço da pessoa e beijar ela contra a parede. Nesse caso, X era bem mais alto que eu, então me pendurei enrolando as pernas na cintura dele e os braços no pescoço, igual uma criança. A gente Beijamos muito, de várias formas, ele me segurava pelos glúteos, pela primeira vez se atreveu a colocar a mão em mim, tinha mãos grandes, então a palma da mão dele cobria toda a superfície da minha bunda.
A língua dele na minha boca era fogo. Cada carícia da língua dele contra a minha era uma gota a mais de lubrificação que minha buceta gerava. As mãos dele apertavam minha raba, beliscavam ela. Eu sou de gemer quando beijo apaixonadamente e essa não foi exceção. A menina tímida que tinha sido a noite toda estava mostrando as garras.
Ainda comigo pendurada no corpo dele, ele caminhou até a cama e caímos lá. Ele ficou por cima de mim, me esmagando. Eu mordia as orelhas dele. Ele falou.
- Vamos transar?
- Sim.
- Você é muito pequenininha.
- Mesmo assim quero, gosto muito de você.
- Bom, é que quero que tudo seja consentido, que você não se sinta obrigada a nada.
Ele era muito cavalheiro, e isso me excitava ainda mais. Qualquer um na situação dele teria me estuprado no carro, mas ele pedia permissão para tudo.
Meu vestido estava na altura da minha cintura, deixando minhas pernas completamente nuas, mostrando minha calcinha preta com lacinhos. X pegou o vestido pela parte de baixo, fez eu sentar na cama e tirou ele como se fosse um moletom ou uma camiseta. Eu tirei minhas luvas longas enquanto ele despia o torso.
Ele se deitou de novo sobre mim. O peito dele, o calor do corpo dele, contra o meu foi outro golpe na minha tesão, meu corpo ardia, precisava saciar a sede de sexo. Apertei os glúteos dele com força por cima do tecido da calça. Ele se levantou e tirou tudo de uma vez, a cueca também saiu. Eu tinha X pelado na minha frente, a primeira coisa que olhei foi o pau dele. Cercado de pelos, muito pelo, o membro dele estava rodeado de cabelo, ele estava ajoelhado na cama, os testículos dele pendiam, também peludos e grandes, acariciei eles, mas na mesma hora ele se jogou de novo em cima de mim para me beijar.
A língua dele percorria meu pescoço. Eu arqueava minhas costas e gemia. Suspirava. Apesar de a diferença de idade, eu me sentia uma mulher. Ele enfiou a cabeça entre meus peitos, lambeu aquele espaço que tem entre um peito e outro, coisa que é extremamente excitante pra gente. De lá, subia a língua até a ponta do meu queixo, e descia de novo. Eu ofegava.
Ele tirou meu sutiã, deixando meus peitos de fora. Ainda não tinham se desenvolvido completamente, cresceram até eu fazer vinte e um anos. Meus mamilos estavam durinhos, coisa que ainda me envergonhava, mas excitou o X. Ele beliscava eles. Chupava. Sugava. Eu só conseguia aproveitar, me entregar de corpo inteiro pra ele. Ele ficou chupando minhas tetas um tempão, tanto que ficaram vermelhas e cheias de chupões, além de estarem super sensíveis.
Ele se levantou de novo. Colocou a camisinha. Já? Não vai me pedir pra chupar ele? Ele não vai chupar a minha?
Ele tirou minha calcinha segurando pelo elástico, separou o tecido da pele, e com as palmas das mãos enrolou até meus tornozelos. Minha buceta estava muito molhada. Ele apoiou a cabeça do pau na entrada do meu buraco. Pressionou. Enfiou até a metade, eu tentei manter a sanidade e não fazer nenhum barulho. Ele tirou. Enfiou de novo devagar, bem suave, até o fundo. Senti minhas paredes vaginais se abrindo. Minha pussy estava se abrindo como uma flor na primavera. Dessa vez não aguentei o prazer e soltei um grito.
Ele se deitou sobre mim. Eu estava de barriga pra cima com as pernas abertas, tinha levantado e flexionado elas pra penetração ser mais funda. Cada bombada dele era muito gostosa. Eu gemia no ouvido dele e falava que tava gostando.
— Tô gostando, meu amor, tô gostando…
X continuava naquele ritmo lento, tão gostoso. Eu comecei a mexer minha pelve no ritmo dos movimentos dele. Enrolei minhas pernas na cintura dele, não ia deixar ele sair. Queria que ele ficasse dentro de mim por muito tempo. Finquei minhas unhas nos ombros dele e ele soltou um gemido. Me excitou tanto aquele som perto do meu rosto que senti minha buceta Transbordava de sucos.
Percebi que ele estava se movendo mais rápido. As respirações dele ficavam cada vez mais fortes. Finalmente, ele colocou a mão na minha nuca, levantou minha cabeça para que eu olhasse fixo nos olhos dele. O rosto dele mostrava uma careta linda, os olhos semicerrados, a boca aberta, a testa suada.
— Oooohhhh, oooohhh… — suspirou. Me excita muito homem que geme com a letra O.
X gozou quase ao mesmo tempo que eu. Acho que me adiantei por uns segundos.
Ele se levantou e tirou a camisinha. Cheia de porra. Quando vi o sêmen ali, percebi que aquela tinha sido a primeira vez que um homem metia em mim sem antes ter chupado. Todas as picas que tinham me penetrado tinham passado pela minha boca. E também era a primeira vez que não me faziam sexo oral, e nem tinha me tocado com os dedos. O único contato da minha buceta com o corpo de X tinha sido com o pau dele.
Ficamos deitados. Em silêncio.
— Podemos nos ver de novo? — ele me disse.
— Sim.
Depois daquela noite, começamos um relacionamento gostoso em segredo. As sessões de sexo foram ficando mais intensas. Na segunda vez que transamos, a parada foi mais completa. Ele estava de pé, apoiado na parede, e eu me ajoelhei. De lá, enfiei na boca aquele pau que me dava tanta vontade, nunca um pau tinha sido tão desejado pelos meus lábios. Foi a rola que mais curti lamber. Os pelos dele entravam na minha boca. Grudavam no meu céu da boca. A cabeça era grande. Passei a língua no olhinho dele e foi o ponto chave pra fazer ele gozar. O gozo dele se espalhou por todo o meu rosto, o primeiro jato acertou em cheio no meu olho, o resto se dividiu entre minha testa e meu cabelo. O olho ficou ardendo por um bom tempo.
Depois disso, me deitei na cama. Abri as pernas pra ele me fazer sexo oral. Ele ficou chupando minha buceta por um bom tempo, quando ele me fez gozar, achei que já era tudo, mas ele continuou lambendo como um cachorrinho fiel.
Transamos no chão do hotel. Dessa vez, eu fui a responsável por mostrar minhas qualidades. como amante. Montei ele. Cavalguei ele. Sentei naquela pica, dessa vez sem camisinha pra ele gozar mais. Meus movimentos eram doces, suaves, queria que o pau dele sentisse o contato com o interior da minha buceta, que a ponta tocasse e raspasse as paredes do meu interior, meus movimentos eram baseados nisso. Adorava ver a cara de prazer dele. Quando ele percebeu que eu tava cansando, teve a fineza de me segurar pela bunda pra ajudar a continuar minha cavalgada. Ele me ajudava a subir e descer, e também começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo. Minhas coxas estavam cansadas, quase cãibra, sentia fogo, igual quando a gente sai pra correr e as pernas tão muito cansadas, mas a gente continua. X não gozava, e eu queria fazer ele gozar, ele sugeriu trocar de posição mas eu recusei. Não queria que ele pensasse que eu era uma mocinha que não conseguia fazer um homem gozar. Cavalguei tanto que num momento o peito e o rosto dele ficaram molhados com gotas do meu suor. Minha testa suava muito, assim como minhas costas, sentia as gotas de suor escorrendo pela fenda da minha bunda. Já não conseguia respirar, tava muito ofegante, até que consegui. Ele ofegou, cravou as mãos na minha bunda e se mexeu rapidinho até soltar um gemido forte.
Meus joelhos estavam ralados pelo atrito com o carpete. Sangravam, e meus movimentos acabaram ficando brutos. Ardiam muito.
Ficamos transando assim por vários meses. Sempre em segredo, só a Lorena sabia, mas X não. Até que eu terminei. O sexo era lindo. Mas não me apaixonei. E quando ele veio me perguntar se a gente podia ter algo mais sério, me vi obrigada a dizer que não. E nos separamos.
Ficamos sem nos ver por dois anos. Até que na faculdade apresentaram o novo professor de filosofia do meu curso. E aí ele entrou. Quando vi ele, minha visão ficou turva e meu coração disparou. Ele, por outro lado, sorriu ao me ver. Senti muita vergonha, meu professor ia ser uma pessoa que já tinha me tido de quatro, ele tinha estado em cima de mim, eu montei nele, chupei ele, engoli o cum dele, sabia o gosto da minha buceta, ele tinha me ouvido falar putaria na cama, a gente tinha dormido junto. Senti uma vergonha danada. Mas isso é parte de outra história.
4 comentários - Um Professor (muito gostoso)