Lorena começou a chupar a buceta dela de um jeito lindo e sensual, ela gemia desde o primeiro instante em que a tia começou a usar a língua, agarrava o cabelo dela se contorcendo de prazer, enquanto eu continuava só de espectador e acho que pela experiência da Lore, ia ser só o começo de uma cena fascinante.
Mesmo estando de frente pra bunda da Lorena, não tava numa posição tão sensual, por se ajeitar pra dar prazer pra sobrinha dele, uma coisa não tira a outra, aquela bunda me encanta de qualquer jeito que ela se coloque.
L: Você gosta do jeito que eu te chupo?
Sim, adoro, tia.
L: Que putinha gostosa que você é, agora é melhor você aguentar, hein
I: Sim, tia, faz comigo o que você quiser.
Lorena levantou as pernas da Ingrid sobre as costas dela, cuspiu algumas vezes e mexeu rapidamente os dedos no clitóris da sobrinha, que se agarrava ao braço do sofá tentando aguentar naquela posição sem se mexer. Foi tanta lubrificação que molhou até o sofá, ela se virou e me disse.
L: Viu o que essa mina de merda fez?
Eu: Sim, eu sujo tudo.
L: Ela é uma safada, quer que eu castigue ela?
Eu: Deixa que eu faço isso.
L: Não, vou fazer eu mesma. Quer que eu faça?
Eu: Me solta, que eu quero castigar essa putinha.
L: Eu castigo ela aqui ou levo pro quarto e você fica sem ver.
Eu: Aqui, castiga ela aqui, como ela merece.
I: O que você vai fazer comigo, tia?
L: O que você merece.
Com os dedos para baixo, ele tocava a buceta dela, a palma da mão roçava e a ponta do dedo do meio ficava entre o cu e a buceta da sobrinha dele, cada vez chegava mais e mais perto até colocar o dedo no cuzinho dela.
L: Você tá muito molhada, olha até onde chega.
I: Ajam.
Enfiou um dedo no cu da sobrinha.
Ai, devagarzinho, devagarzinho.
L: Shh, você foi safada comigo e se comportou mal, agora fica de boca fechada.
Ingrid mordendo os lábios balançou a cabeça pra cima e pra baixo, fazendo um gesto de "Sim". Aos poucos foi entrando, mas não relaxava, estava tensa, então com muita habilidade Lorena usou a boca pra chupar o clitóris dela, puxou pra fora e chupou forte, mexendo a língua com força contra ele. Agora sim, Ingrid estava mais disposta a receber prazer, foi relaxando cada vez mais e o dedo da tia entrava cada vez mais fundo.
L: Relaxa, você sabe que a gente tem que preparar isso.
I: Pra quê?
L: Como assim? Se você vai ficar com a minha mina, tem que cuidar bem dela, e ela adora arrebentar bucetas.
I: Sim, mas você me promete que vai ser meu?
L: Sim, gostosa, mas você vai ter que emprestar pra sua tia de vez em quando, não seja egoísta.
Está bem tia, mas não para.
Lorena a fez girar e ficar de quatro, levantando bem a bunda e com o rosto apoiado no assento do sofá. Agora eu tinha uma vista ainda melhor, duas bundas enfileiradas apontando direto pra mim, e que bundas. Ela mergulhou colocando a cara, direto na buceta da Ingrid chupando ela, pra depois meter um dedo na pussy, num vai e vem tão rápido quanto profundo, a sobrinha dela gemia anunciando pra continuar assim e que não faltava muito pra acabar.
L: Aperta as tetas.
Ingrid fez isso e gemeu.
L: Mais forte, vadia. Eu bato na sua bunda.
Para nossa surpresa, ela gostou, curtiu muito a palmada na bunda e a Lorena aproveitou.
L: Então você gosta que eu te castigue?
Siii
L: Assim, vadia? Ele deu outra palmada na bunda dela, enquanto a masturbava com dois dedos dentro da buceta.
I: Ai sim, pelo amor de Deus, sim.
L: Toma, garota, vadia. Mais uma.
I: Ahh ahh
L: Termina logo. Mais uma.
As bundas da Ingrid tinham várias marcas de mão bem definidas, e isso me deixa ainda mais doido.
Me: Me solta, me solta, sua filha da puta.
L: Não, ainda não.
Eu: Quero arrebentar essa buceta, me solta, tô falando.
L: Viu como você deixa ele duro? Se eu tivesse alguém que quisesse me comer assim todo dia, sabe como eu cuidaria?
Eu: Também vou te arrebentar essa buceta, sua filha da puta, me solta.
L: Ai que gostosa, não me fala duas vezes.
I: Ai continua continua….ahhh
Gozo forte e o corpo dela teve uns espasmos, respirava fundo tentando recuperar o fôlego, embora custasse, ela tava tão gostosa quase de quatro com a bunda meio empinada, recém-gozada, mas o pior pra mim ainda tava por vir. E quando o jogo parecia ser o pior pra mim, tem uma pessoa que me conhece, sabe dos meus gostos e ficou tão tarada quanto eu, e essa é a Lore, ela podia deixar tudo ainda pior.
Ela se levantou do sofá e veio na minha direção como uma puta, quase cruzando os pés ao andar, embora eu não pudesse ver, sabia que a bunda dela ficava tremenda nessas caminhadas. Ela sentou na minha perna direita e me abraçou com o braço esquerdo, eu ainda continuava amarrado.
L: Olha como eu deixei a sua nova putinha, ela ficou com a bunda empinada.
Eu: Sim, me solta.
L: Shh, bebê, isso tá só começando. Mas tenho uma dúvida.
Qual?
L: Pra quem você prefere fazer a bucetinha? Falou manhoso.
Eu: Pra que tiver a bunda mais perto.
L: Resposta errada, você tinha que me escolher, eu é que tenho as chaves.
Me solta.
Levantou-se e me amordaçou para depois voltar para a minha perna. Ingrid, por outro lado, já começava a recuperar o fôlego, embora não se levantasse; virou a cabeça para me olhar e sorrir.
Lorena voltou a se sentar em cima de mim, elas conversavam entre si, se perguntando o que fariam agora e se me ajudariam a gozar ou não. Ela acariciou minhas bolas com a ponta do dedo, devagar para cima, passou pela base e seguiu até a cabeça, tinha líquido pré-gozo, ela juntou e levou à boca enquanto estávamos de frente uma para a outra.
Continuo me massageando, mas agora com a ponta das unhas longas dela, um arrepio percorria meu corpo, finalmente sentia prazer, mesmo que fosse mínimo, Ingrid só ficava me olhando e sorrindo por cima do ombro, deixando aquela bunda linda dela à mostra.
L: O que mais a gente pode fazer por vocês?
Faz uma punheta pra ele.
L: Te parece?
Sim, só um pouquinho.
L: Mmm.. bom. Assim?
Ela agarrou minha pica com a mão cheia de saliva, batendo uma pra baixo, o antebraço roçando a cabeça e as unhas dela nos meus ovos.
I: Sim, assim. Que ela me olhe.
Lorena segurava minha cabeça direto para a sobrinha dela, que se mexia se contorcendo toda gostosa no sofá, se acariciando.
I: Mais forte, vai.
L: Assim?
I: É isso aí, pode mandar.
Ela abria as nádegas me mostrando a buceta molhadinha do jeito que a Lore tinha deixado.
Quer que eu te solte e você venha me arrebentar? Eu não conseguia responder, mas ela continuava falando. Me arrebenta toda, meu amor, eu vou te cuidar do jeito que minha tia me ensinou, sendo bem puta pra você.
L: Você vai fazer ele gozar assim, garota.
Ai, não me fala assim, não sei o que prefiro, se me encher a bunda de porra ou a boca.
L: Em todo lugar é uma delícia kkk
I: Você me deixou exausta, viu. Acho que tô com sede.
Lorena afrouxou o ritmo da punheta, já dava pra ver que eu não aguentava mais, tava todo agitado e contraindo a barriga tentando gozar. A Ingrid chegou perto de mim feito uma puta, engatinhando até ficar ajoelhada aos meus pés, ficou brincando com o rosto nas minhas coxas, beijando e mordiscando, até que passou a língua das minhas bolas até a cabeça, dando uma chupadinha e girando um pouco a boca.
I: Que que cê tá dizendo, tia, a gente tira a camisinha?
L: Já? Tão rápido?
Eu já me segurei muito, e ele também. Você não acha?
L: Decidi você então, agora é teu homem, eu tenho que te pedir permissão.
Você sabe o quê, tia?
L: O quê?
I: Você me ensinou muitas coisas, que tal como agradecimento, a gente te dá uma última noite antes de eu ser dele?
L: O que você tá dizendo?
I: Sim, despede-te como quiseres, tu mereces.
Lorena e eu olhávamos para baixo, onde Ingrid estava ajoelhada, quando ouvimos aquilo nossos olhares se cruzaram, sorrimos safadamente, nos nossos olhos teve fogo e nós dois sabíamos como a noite continuaria.
Mesmo estando de frente pra bunda da Lorena, não tava numa posição tão sensual, por se ajeitar pra dar prazer pra sobrinha dele, uma coisa não tira a outra, aquela bunda me encanta de qualquer jeito que ela se coloque.
L: Você gosta do jeito que eu te chupo?
Sim, adoro, tia.
L: Que putinha gostosa que você é, agora é melhor você aguentar, hein
I: Sim, tia, faz comigo o que você quiser.
Lorena levantou as pernas da Ingrid sobre as costas dela, cuspiu algumas vezes e mexeu rapidamente os dedos no clitóris da sobrinha, que se agarrava ao braço do sofá tentando aguentar naquela posição sem se mexer. Foi tanta lubrificação que molhou até o sofá, ela se virou e me disse.
L: Viu o que essa mina de merda fez?
Eu: Sim, eu sujo tudo.
L: Ela é uma safada, quer que eu castigue ela?
Eu: Deixa que eu faço isso.
L: Não, vou fazer eu mesma. Quer que eu faça?
Eu: Me solta, que eu quero castigar essa putinha.
L: Eu castigo ela aqui ou levo pro quarto e você fica sem ver.
Eu: Aqui, castiga ela aqui, como ela merece.
I: O que você vai fazer comigo, tia?
L: O que você merece.
Com os dedos para baixo, ele tocava a buceta dela, a palma da mão roçava e a ponta do dedo do meio ficava entre o cu e a buceta da sobrinha dele, cada vez chegava mais e mais perto até colocar o dedo no cuzinho dela.
L: Você tá muito molhada, olha até onde chega.
I: Ajam.
Enfiou um dedo no cu da sobrinha.
Ai, devagarzinho, devagarzinho.
L: Shh, você foi safada comigo e se comportou mal, agora fica de boca fechada.
Ingrid mordendo os lábios balançou a cabeça pra cima e pra baixo, fazendo um gesto de "Sim". Aos poucos foi entrando, mas não relaxava, estava tensa, então com muita habilidade Lorena usou a boca pra chupar o clitóris dela, puxou pra fora e chupou forte, mexendo a língua com força contra ele. Agora sim, Ingrid estava mais disposta a receber prazer, foi relaxando cada vez mais e o dedo da tia entrava cada vez mais fundo.
L: Relaxa, você sabe que a gente tem que preparar isso.
I: Pra quê?
L: Como assim? Se você vai ficar com a minha mina, tem que cuidar bem dela, e ela adora arrebentar bucetas.
I: Sim, mas você me promete que vai ser meu?
L: Sim, gostosa, mas você vai ter que emprestar pra sua tia de vez em quando, não seja egoísta.
Está bem tia, mas não para.
Lorena a fez girar e ficar de quatro, levantando bem a bunda e com o rosto apoiado no assento do sofá. Agora eu tinha uma vista ainda melhor, duas bundas enfileiradas apontando direto pra mim, e que bundas. Ela mergulhou colocando a cara, direto na buceta da Ingrid chupando ela, pra depois meter um dedo na pussy, num vai e vem tão rápido quanto profundo, a sobrinha dela gemia anunciando pra continuar assim e que não faltava muito pra acabar.
L: Aperta as tetas.
Ingrid fez isso e gemeu.
L: Mais forte, vadia. Eu bato na sua bunda.
Para nossa surpresa, ela gostou, curtiu muito a palmada na bunda e a Lorena aproveitou.
L: Então você gosta que eu te castigue?
Siii
L: Assim, vadia? Ele deu outra palmada na bunda dela, enquanto a masturbava com dois dedos dentro da buceta.
I: Ai sim, pelo amor de Deus, sim.
L: Toma, garota, vadia. Mais uma.
I: Ahh ahh
L: Termina logo. Mais uma.
As bundas da Ingrid tinham várias marcas de mão bem definidas, e isso me deixa ainda mais doido.
Me: Me solta, me solta, sua filha da puta.
L: Não, ainda não.
Eu: Quero arrebentar essa buceta, me solta, tô falando.
L: Viu como você deixa ele duro? Se eu tivesse alguém que quisesse me comer assim todo dia, sabe como eu cuidaria?
Eu: Também vou te arrebentar essa buceta, sua filha da puta, me solta.
L: Ai que gostosa, não me fala duas vezes.
I: Ai continua continua….ahhh
Gozo forte e o corpo dela teve uns espasmos, respirava fundo tentando recuperar o fôlego, embora custasse, ela tava tão gostosa quase de quatro com a bunda meio empinada, recém-gozada, mas o pior pra mim ainda tava por vir. E quando o jogo parecia ser o pior pra mim, tem uma pessoa que me conhece, sabe dos meus gostos e ficou tão tarada quanto eu, e essa é a Lore, ela podia deixar tudo ainda pior.
Ela se levantou do sofá e veio na minha direção como uma puta, quase cruzando os pés ao andar, embora eu não pudesse ver, sabia que a bunda dela ficava tremenda nessas caminhadas. Ela sentou na minha perna direita e me abraçou com o braço esquerdo, eu ainda continuava amarrado.
L: Olha como eu deixei a sua nova putinha, ela ficou com a bunda empinada.
Eu: Sim, me solta.
L: Shh, bebê, isso tá só começando. Mas tenho uma dúvida.
Qual?
L: Pra quem você prefere fazer a bucetinha? Falou manhoso.
Eu: Pra que tiver a bunda mais perto.
L: Resposta errada, você tinha que me escolher, eu é que tenho as chaves.
Me solta.
Levantou-se e me amordaçou para depois voltar para a minha perna. Ingrid, por outro lado, já começava a recuperar o fôlego, embora não se levantasse; virou a cabeça para me olhar e sorrir.
Lorena voltou a se sentar em cima de mim, elas conversavam entre si, se perguntando o que fariam agora e se me ajudariam a gozar ou não. Ela acariciou minhas bolas com a ponta do dedo, devagar para cima, passou pela base e seguiu até a cabeça, tinha líquido pré-gozo, ela juntou e levou à boca enquanto estávamos de frente uma para a outra.
Continuo me massageando, mas agora com a ponta das unhas longas dela, um arrepio percorria meu corpo, finalmente sentia prazer, mesmo que fosse mínimo, Ingrid só ficava me olhando e sorrindo por cima do ombro, deixando aquela bunda linda dela à mostra.
L: O que mais a gente pode fazer por vocês?
Faz uma punheta pra ele.
L: Te parece?
Sim, só um pouquinho.
L: Mmm.. bom. Assim?
Ela agarrou minha pica com a mão cheia de saliva, batendo uma pra baixo, o antebraço roçando a cabeça e as unhas dela nos meus ovos.
I: Sim, assim. Que ela me olhe.
Lorena segurava minha cabeça direto para a sobrinha dela, que se mexia se contorcendo toda gostosa no sofá, se acariciando.
I: Mais forte, vai.
L: Assim?
I: É isso aí, pode mandar.
Ela abria as nádegas me mostrando a buceta molhadinha do jeito que a Lore tinha deixado.
Quer que eu te solte e você venha me arrebentar? Eu não conseguia responder, mas ela continuava falando. Me arrebenta toda, meu amor, eu vou te cuidar do jeito que minha tia me ensinou, sendo bem puta pra você.
L: Você vai fazer ele gozar assim, garota.
Ai, não me fala assim, não sei o que prefiro, se me encher a bunda de porra ou a boca.
L: Em todo lugar é uma delícia kkk
I: Você me deixou exausta, viu. Acho que tô com sede.
Lorena afrouxou o ritmo da punheta, já dava pra ver que eu não aguentava mais, tava todo agitado e contraindo a barriga tentando gozar. A Ingrid chegou perto de mim feito uma puta, engatinhando até ficar ajoelhada aos meus pés, ficou brincando com o rosto nas minhas coxas, beijando e mordiscando, até que passou a língua das minhas bolas até a cabeça, dando uma chupadinha e girando um pouco a boca.
I: Que que cê tá dizendo, tia, a gente tira a camisinha?
L: Já? Tão rápido?
Eu já me segurei muito, e ele também. Você não acha?
L: Decidi você então, agora é teu homem, eu tenho que te pedir permissão.
Você sabe o quê, tia?
L: O quê?
I: Você me ensinou muitas coisas, que tal como agradecimento, a gente te dá uma última noite antes de eu ser dele?
L: O que você tá dizendo?
I: Sim, despede-te como quiseres, tu mereces.
Lorena e eu olhávamos para baixo, onde Ingrid estava ajoelhada, quando ouvimos aquilo nossos olhares se cruzaram, sorrimos safadamente, nos nossos olhos teve fogo e nós dois sabíamos como a noite continuaria.
10 comentários - Milf gostosa da banca 38