auxiliar de enfermagem

Olá a todos, meu nome é Isabel, sou auxiliar de enfermagem do hospital de Vallecas, tenho 49 anos e sou casada com um homem que realmente não merece o que eu faço, mas é mais forte do que eu. Como boa funcionária de hospital, não deixo passar a oportunidade de ficar com qualquer médico, não quero exagerar, mas acho que já peguei todos, sou o que se diz uma mulher muito puta. Uma tarde, estou saindo do meu turno às 15 horas, e no corredor central vejo um homem, muito forte, estava vestido de forma bem informal, não era um homem bonito, mas sim tremendamente atraente, chamou minha atenção, "boa tarde", cumprimento quando passo ao lado dele, "boa tarde", ele responde com aquele clássico sotaque argentino que deixa a gente espanhola louca. No outro dia, quando estou saindo depois de cumprir meu turno, o vejo e me aproximo para cumprimentá-lo, e aí ele me vê e de longe se levanta como se estivesse me esperando, "boa tarde", o cumprimento, "boa tarde, linda", ele me responde, me viro e olho para ele e sorrio, ele imediatamente se aproximou de mim e começamos a conversar, ele me convidou para tomar uma bebida em um bar da cidade, contei que era auxiliar de enfermagem, ele me contou que era chefe de segurança em uma empresa, que a pessoa que estava ali era sua sogra e ele vinha cuidar dela, e perguntei se tinha tanta intimidade assim com ela, como fazia para higienizá-la, e ele me contou que sua sogra e ele eram amantes há muito tempo, que fdp, pensei, ele trai a mulher com a própria mãe dela, e que a mulher (de nacionalidade peruana) era bastante filha da puta por pegar o marido da própria filha, e que essa história de vir cuidar dela era pura pantomima, já que a mulher podia se virar sozinha, bem voltando ao assunto, no desenrolar da conversa ele me pergunta quando podemos nos ver para sair ou quando eu poderia mostrar as instalações do hospital, eu com o nervosismo de saber o que aquilo significava, disse que quando ele quisesse, Propus naquela mesma tarde, saímos do bar e no carro dele chegamos em cinco minutos. Nossas mãos já haviam começado a conhecer nossos corpos. Sim, eu meti a mão nele, ele dirigia com uma mão e a outra se dedicou a percorrer todo o meu corpo. Quando chegamos, fomos até o último subsolo, o lugar mais afastado. Conhecia muito bem aquele ponto, pois foi ali que deixei mais de um médico com os testículos vazios e meu estômago cheio de porra fresca e cremosa.

Quando chegamos, ele se atirou sobre mim, e em menos de nada eu estava completamente nua. Que prática aquele filho da puta tinha para despir uma mulher! Ele estava grudado nos meus peitos, e suas mãos percorriam todo o meu corpo, entravam em todos os meus buracos, especialmente o do meu cu. Que loucura ele tinha pela minha bunda, o desgraçado! Meteu um dedo, depois queria meter dois, enquanto eu me ocupava de chupar o pau dele.

"Isabel, como você tem o cu aberto! Deixa eu meter por aí", ele disse com uma voz tremendamente sedutora. Eu, naquela altura, estava disposta a deixar ele fazer o que quisesse. E, tirando o pau dele da minha boca, eu disse que sim. "Faz o que quiser de mim, sou sua", falei, colocando aquele lindo pau na boca novamente e continuando a chupar com um prazer... Que pau lindo aquele cara tem! Grande, grosso, daqueles que eu gosto, que entram em todos os lugares. E o sexo anal me enlouquece, adoro que metam no meu cu. E já imaginava aquele pauzão entrando no buraco do meu cuzinho.

Ele se acomodou no banco de trás do carro e, oferecendo o pau, eu virei de costas, abrindo minhas nádegas. Guiei a cabeça do pau dele até o buraco do meu cu e, quando senti que estava no lugar desejado, fui sentando bem devagar, aproveitando como aquele pau lindo entrava no meu culo. Percebia como meu cu, mesmo já sendo bem aberto, se abria ainda mais para deixar aquele pau enorme entrar — um dos maiores que já entraram no meu cuzinho. Quando sentei completamente no colo dele, senti que estava totalmente dentro, que... Minha bunda estava completamente invadida, suas mãos brincavam com minha buceta encharcada, sentia seus dedos entrando e saindo, enquanto eu movia meus quadris com o pau do meu amante ocasional dentro do meu cu. Ele apalpava meus peitos à vontade, eu estava adorando a foda que aquele desconhecido estava me dando. Eu mexia em círculos, levantava e sentava no pau dele, me sentia repleta, adorava estar assim, fodendo aquele cara. Adorava sentir minha bunda aberta pelo pau dele, enquanto pensava tudo isso e seus dedos continuavam entrando e saindo da minha buceta, fiquei tão excitada que tive um orgasmo tremendo, minhas entranhas explodiram em um mar de prazer. Eu mexia como uma louca com aquele pau lindo dentro dos meus intestinos, abria a boca em busca de ar, enquanto aquele cabrão acariciava meu clitóris, me deixando completamente à mercê dele. Sentia minhas pernas moles, que prazer, que orgasmo ele me fez ter, mas ele ainda não tinha gozado.

"Quer gozar na minha boca e eu engulo todo seu leite?", perguntei de modo bem insinuante. Além de querer tomar o leite dele, minha bunda estava doendo da foda que aquele cabrão estava me dando. Eu adoro foder pelo cu, adoro sentir minha bunda aberta, mas nenhum durou tanto quanto esse cabrão, que dava pra ver que tinha uma experiência tremenda e sabia como foder uma mulher. Ele me colocou de quatro no banco do carro dele, desceu e ficou de pé contra a porta, e eu esticava a cabeça para fora. Ele me agarrou pela cabeça e enfiou todo o pau na minha boca. No começo percebi que tinha um gosto estranho, quando fui me dar conta do que era aquele gosto, já tinha limpado e estava em plena tarefa de chupar o pau dele. Tinha limpado ele da minha própria merda, mas isso não importava, o importante era que fazia mais de duas horas que estávamos no carro dele fodendo e meu marido tinha me ligado inúmeras vezes. Até que sinto as veias do pau dele começarem a inchar e ele faz o vai e vem mais rápido na minha boca, sabia que ele estava prestes a... correr, eu movia minha cabeça mais rápido para fazê-lo gozar, até sentir o primeiro jato de porra batendo na minha garganta e depois o outro e mais outro, assim até cinco jatos fortes, depois foram diminuindo, até que eu tirei até a última gota da sua deliciosa porra, bem quentinha, cremosa, bem grossa, a verdade é que era uma delícia aquela porra, quando terminei de limpar o pau dele com a minha boca, e enquanto me vestia, perguntei se nos veríamos de novo, ao que ele respondeu que talvez pudesse me dar outra, mas que não criasse muitas ilusões de ficar com ele por muito tempo, que ele era daqueles caras que hoje uma e amanhã outra, que continuava com a sogra porque a velha dava dinheiro pra ele, e me disse que se eu quisesse continuar com ele, teria que dar uma ajuda financeira, me levou até a cidade e dei 50 euros, a verdade é que era a primeira vez que pagava um homem para me comer, mas valeu a pena. Um beijo e até a próxima.

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