La primer noche con mi cuñada

A história que vou contar pra vocês aconteceu na Argentina, é um caso real meu, por isso vou mudar os nomes de duas pessoas (minha mulher e eu).
Pra começar, vou me descrever e descrever minha cunhada (irmã da minha mulher) e minha mulher.
Minha cunhada se chama Carolina, é morena, suas medidas são 89 - 60 - 91, olhos castanhos claros. Uma boca de algodão que enlouqueceria qualquer um, corpo excelente, peitos proeminentes mas não muito grandes (o suficiente pra caber nas minhas mãos) e uma bunda que é a inveja de qualquer mulher quando passa.
Minha mulher se chama xxx, é morena também, mas com uma boca melhor que a da minha cunhada, uns peitos divinos, uma bunda incrível. Uns olhões cinza claros, suas medidas são 91 - 60 - 92. Embora tenham só um ano de diferença, são muito diferentes uma da outra. Minha mulher é mais bonita que minha cunhada, mas quem ler esse relato sabe que a cunhada é o fruto proibido.
Passo a me descrever: sou moreno, rosto normal, corpo normal, não muito atlético, mas tenho meu charme, olhos castanhos, pele branca.
Essa história aconteceu há 5 anos. Apesar de eu e minha mulher (namorados naquela época) estarmos muito bem em todos os sentidos, sempre tive uma tara pela famosa irmã!
Meus esforços pra ignorá-la eram frustrados por um sorriso dela ou algum olhar bem disfarçado.
Mesmo sentindo que tinha algo entre a gente, nunca tive coragem de falar nada por respeito à família dela, mas o destino sempre dá uma mãozinha. Era 23 de dezembro de 2004, fui dar um oi pra minha mulher xxx antes de seguir viagem pra casa dos meus tios, onde sempre passo o Natal.
Quando chego na casa da xxx, encontro a mãe e a Carolina, que me dizem que xxx foi com o pai pra San Justo, na casa dos tios do interior passar o Natal, e que elas também iam, mas só no dia seguinte.
Bom, vocês tão pensando a mesma coisa que eu! E agora? Onde eu fico? Se eu tinha planejado passar a noite ali... para depois seguir viagem.
por respeito, minha sogra me convida para passar e tomar uns mates e depois comer alguma coisa, no momento em que ela decide que eu fique para dormir lá hoje à noite sem problemas. aceito de má vontade (sempre tem que disfarçar).
depois da janta, minha sogra vai dormir e ficamos eu e minha cunhada Carolina na cozinha, conversando sobre tudo um pouco. eu não aguentava mais, cada segundo ao lado dela parecia estar no paraíso, sentir sua respiração, vê-la brincar com o cabelo. apesar de tudo isso, me controlei e só tive coragem de dizer "vamos lá fora que quero fumar um cigarro?". ela foi gentil e respondeu "tá bom, além disso acho que nos escutam daqui e essa conversa está muito interessante".
lá fora da casa já me sentia mais relaxado, estava um pouco escuro, coisa que não dava para ver minha cara de excitado que eu tinha, apesar de que com certeza ela percebeu.

vou acelerar um pouco esse relato, mesmo não querendo cortar, mas enfim.

começamos a falar sobre nós, e eu disse: "Caro, tem uma coisa que sempre quis te perguntar".
caro: fala!
xxx: por que você mandou dizer com sua irmã que não queria mais falar comigo quando éramos só amigos os três?
caro: desculpa, mas nunca mandei dizer nada, aliás, me estranhou você ter parado de vir me buscar e de me ligar.
xxx: se fiz isso foi porque você supostamente mandou dizer que não queria mais minha amizade.
caro: nunca mandei dizer nada com minha irmã, mas sabe uma coisa?
xxx: fala!
caro: só sei que disse para minha irmã que você me parecia um cara atraente, bom e inteligente, e que talvez eu tentaria te seduzir. (hehe risadas no meio)
para minha surpresa! só fiquei em silêncio e não consegui articular gesto algum. ela me pegou no rosto e disse: "ainda sinto isso por você" mas...
meu Deus, como doeu essa frase!!!
caro: você é o namorado da minha irmã e não me parece justo!
apesar de que me deu muito tesão o que ela tinha acabado de confessar, também me deu raiva que ela tivesse dito... para isso é melhor ficar quieta e não dizer nada.
mas Já sabendo o que ela sentia, ficou mais fácil pra mim.
Falei que sempre gostei dela e que só um idiota não perceberia! Ela respondeu que era mais que óbvio, porque eu dava mais sinais que um semáforo (risadas mútuas hahaha).

Peguei a mão dela entre as minhas e comecei a acariciar, ela correspondeu à carícia segurando meu rosto e me dando um beijo apaixonado nos lábios. Retribuí o beijo enquanto nos levantamos, segurei ela pela cintura sem parar de nos beijar e a levei até o fundo do quintal, onde tem aquelas redes de madeira grandes!

Quando chegamos lá, ela me abraçou com toda força e disse: "XXX, eu te amo, na verdade sempre te amei e não quero que isso seja só uma noite de sexo, quero que seja eterno!".

Não reagi, ainda não sabia se a amava ou não, só sabia que estava morrendo de tesão!

Ela sentou na rede e começou a abaixar minha calça, deixando meu pau à mostra (não é muito grande, acho que é normal, 19 cm). Acariciou, olhou e enfiou na boca sem hesitar... Deu um pouco de ânsia quando chegou no fundo, mas foi se acostumando e continuou com um mete e saca fenomenal. Sentia que estava no paraíso, minha cunhada!! A que tanto desejava estava me dando um boquete espetacular!!

Enquanto chupava, ela me olhava nos olhos e enchía meu pau completamente de saliva, dizendo: "Cunhado, seu pau é uma delícia, sinto todas as veias enchendo minha boca!".

Estava quase gozando, pedi pra ela parar, mas ela ignorou e continuou chupando meu pau num ritmo mais acelerado até conseguir que eu gozasse na boca dela. Meu semen escorria devagar pelos lados da boquinha carnuda dela, e ela engoliu tudo que tinha saído.

Mesmo que muitos na minha situação não continuassem, eu não podia desperdiçar uma oportunidade dessas. Ajeitei ela na rede e comecei a beijar seus pés enquanto me aproximava da buceta linda dela. Estava totalmente molhada e soltando uns fluidos de amor... quantidades que limpei bem suavemente com minha língua.
Ela parecia explodir de prazer, arqueava o corpo e apertava minha cabeça contra sua buceta, enquanto eu movia minha língua em círculos, num vai e vem, de lado a lado, de cima a baixo, bem lá no fundo, chupava seus lábios, lambia seu clitóris com o qual eu brincava mais cada vez que ela soltava um gemido.
"Continua assim, amor, não para de chupar e te prometo que depois fazemos o que você quiser" — isso que ela disse me deixou a mil! Já podem imaginar o que passou pela minha cabeça.
Fiquei chupando a buceta dela por pelo menos 15 minutos, nos quais ela gozou 3 vezes, com muito líquido. Claro que engoli sem hesitar.

Achei que ia terminar por ali, pelas vezes que ela já tinha gozado, mas não! Para minha surpresa, ela se sentou na rede e voltou a chupar meu pau como se fosse a primeira vez, me dizendo "Sou sua putinha, amor, te amo mas sou sua putinha".
Quando eu estava a mil, ela me pediu para ir por trás e fazer o que quisesse — com isso, passei dos limites, não me importando se a mãe nos visse ou não.
Me posicionei e comecei a brincar com meu pau na entrada de sua vagina, que estava ardendo e molhada!

Ela fez um movimento brusco e meu pau se perdeu nas profundidades de sua buceta divina.
Comecei um vai e vem, e ela acompanhava com movimentos dos quadris, enquanto meus dedos brincavam com sua bunda.
Senti ela gozar de novo, contraindo a vagina no meu pau e liberando mais fluidos. Mas não parei minha investida, continuei me movendo, alternando entradas bruscas e suaves para dar mais prazer a ela (e a mim).
Ela começou a me pedir para ter cuidado com seu cuzinho, porque era virgem ali.

A acalmei com um beijo na boca enquanto meus dedos brincavam em sua bunda e meu membro em sua vagina.
Quando consegui enfiar 3 dedos sem problemas no seu cu, não hesitei e coloquei meu pau na entrada de seu cuzinho virgem.
Enquanto entrava, parava um pouco para ela ir se acostumando com a grossura do meu pau. pau. ela gemeu, quase gritou de dor e prazer. tapei a boca dela com minhas mãos e ela começou a passar a língua, ahhhh isso me deixou a mil por hora e eu enfiei até o fundo! ela soltou um grito incrível e eu me assustei por causa da mãe. carolina me acalmou dizendo que a mãe dorme pesado, não sei porquê mas nunca acreditei. continuamos fazendo mais um pouco até que eu não aguentei mais e acabei enchendo a bunda dela de porra quentinha, e quando ela sentiu também gozou comigo, gemendo e se contorcendo como a putinha que era, tirei do seu cu e tentei colocar na boca dela, ela disse que não porque tinha cheiro, então parei e me afastei dela.

ficamos abraçados no fundo do quintal conversando sobre o que aconteceu e nos beijando. em um momento a porta do quintal se abriu e uma voz chamou "carolina, é você?"

não sabíamos o que fazer, então ela respondeu "sim mãe, sou eu", o que você está fazendo aí perguntou a mãe "e o xxx onde está"? não teve jeito, tivemos que dizer a verdade. "ele está aqui mãe" disse carolina, estamos conversando desde hoje, lá dentro está muito quente."

a mãe disse para não ficarmos muito tempo ali. sinceramente não sei se ela nos ouviu naquele momento (a verdade no próximo relato).

mas não demos ouvidos, ficamos no fundo nos beijando no escuro. fui lavar bem o pau com sabão e voltei já que ela me prometeu outro boquete para eu gozar na boquinha dela... e assim ficamos a noite toda. não voltamos a transar naquela noite mas ficamos nos chupando mutuamente o resto da madrugada!

as coisas que continuaram acontecendo com minha cunhada, revelarei nos próximos relatos.

4 comentários - La primer noche con mi cuñada

kramalo +1
muy bueno.... pero espero que cuentes más.... capaz que la suegra tambien quería...jaja.!!
van puntos....