Chifre no trabalho. Real (Parte 2)

Fala, poringa boys, aqui vai a continuação dessa história. Dedico isso a você, que com cada olhar me diz tudo.

Depois daquele primeiro encontro, a realidade de Ivana e Miguel mudou de um jeito que eles nunca imaginavam. Ivana tava muito confusa porque, até aquele dia, nunca tinha pensado em transar com outro homem que não fosse Miguel. Agora, cada dia que passava, cada contato com Emilio, só fazia crescer a vontade de repetir a experiência. Cada dia parecia não ter fim. Ela mal esperava o sábado chegar.

Miguel também tava cheio de sentimentos confusos. Por um lado, se sentia destruído por ver a mulher dele gozando como nunca com outro cara, e a presença dele nem sequer ter conseguido parar a porrada de foda que ela tava levando. Mas também tava confuso com a própria reação. Ele não só obedeceu o que Emilio mandou quando foi pego com Ivana, como também seguiu as ordens durante a semana. Foi o marido de sempre, tratando a mulher do mesmo jeito, transando na mesma frequência de sempre e fazendo as mesmas horas extras planejadas. Mas, conforme o sábado se aproximava, ele sabia que tava perto da chance da mulher dele acabar empalada pela piroca do Emilio. Também não conseguia parar de pensar no momento em que Emilio tirou a piroca da buceta da mulher dele. Era o dobro do comprimento, o dobro da grossura e o dobro da cabeça da dele. Pra piorar, como nunca tinha conseguido convencer Ivana a fazer sexo anal, ele não esquecia como aquele pedaço monstruoso afundava no cu da mulher dele.

Durante a semana, a vida no trabalho mudou. Diferente da rotina de antes, Ivana ia todo dia cumprimentar Emilio, e em cada beijo parecia que queria devorar a boca dele. Cada vez que via o colega, o coração acelerava. Os olhares trocados tinham outra mensagem no ar, e cada beijo de saudação deixava ela toda molhada. Mas Emilio tratava ela com educação, mas distante. Miguel fazia as rondas de sempre. Toda vez que passava pelo escritório da mulher, imaginava que ela podia estar com o Emílio, mas sempre que entrava, a Ivana tava concentrada nas tarefas dela, rodeada de colegas homens e mulheres, mas nunca daquele colega. O Emílio passou a semana trabalhando pra caralho, longe da Ivana, focado em umas paradas muito importantes do local. Numa oportunidade, teve que orientar a Ivana sobre um dispositivo bem raro, oferecendo ajuda e contatos, mas depois disso seguiu na rotina dele. Obviamente, todo mundo tava esperando a chegada do próximo sábado. Na sexta, além de ir cumprimentar ele, a Ivana deixou bem claro na frente do Emílio, numa conversa com outros colegas, que tinha pedido pra ir no sábado.

Naquele dia, mal começou o expediente, o Emílio praticamente sumiu. Com a desculpa do trabalho atrasado, foi pro setor mais afastado, deixando a assistente dele no escritório. A Ivana ligou logo cedo, mas se deparou com a voz conhecida da Solange. Achou que todos os planos e desejos dela tinham ido pro saco, que o Emílio já tinha se satisfeito e não ia repetir a dose. O Miguel, cheio de ciúme e curiosidade, chegou naquele instante e encontrou a mulher trabalhando de mau humor pra caramba. Pensou que, finalmente, tinha acabado tudo entre a Ivana e o Emílio.

Depois de uma volta intensa, o Emílio aproveitou que tava passando na frente do escritório da Ivana pra dar um oi. Quando entrou, os olhos da Ivana brilharam de tesão. Ela levantou pra beijar ele e recebeu aquele beijo distante no rosto de sempre. Fodida da vida, sentou, ofereceu algo pra ele beber e começaram a conversar sobre coisas do trabalho. Ela esperava que ele começasse o ataque tão esperado, mas nada, só papo de trampo e besteira. Pouco antes do meio-dia, o Miguel, um pouco mais calmo, decidiu passar pra cumprimentar a mulher. Quando entrou no escritório, ficou pálido. Na frente da porta, separado por uma mesa, tava o Emílio sentado na frente da escrivaninha da mulher dele. Mesmo que estivessem conversando sobre trabalho, o Miguel sentiu o estômago embrulhar. Entrou, cumprimentou... A mulher dele sentou pra tomar algo. Emilio não se alterou nada e continuou a conversa. Num certo momento, olhou pro relógio e disse:
— Já é hora do almoço. Vocês vão pro refeitório?
— Não, a gente vai comer no meu escritório — respondeu Miguel, meio sem graça.
— Ah, beleza, bom apetite então, a gente se vê depois — disse ele, olhando pra Ivana.
Quando já tava saindo, virou e falou:
— Pensaram em alguma sobremesa?
Ivana e Miguel se entreolharam, estranhando. Ivana respondeu na frente:
— Não, Emi, por que você tá perguntando?
Emilio entregou um pacotinho que tava escondido dentro da agenda e disse:
— Aqui dentro tem algo pra você e um bilhete com instruções. Leiam depois que terminarem de comer.
Dito isso, acenou com um "a gente se vê" acompanhado de um olhar penetrante que mexeu com Ivana, e foi embora. Miguel quis saber na hora do que se tratava, mas Ivana segurou ele:
— Calma, Miguel. Se o Emi falou depois de comer, vai ser depois de comer.
Miguel tentou bancar o autoritário, dizendo que não acreditava que ela tava priorizando a palavra do Emilio em vez da dele, o marido, que as coisas não podiam ser assim. Ivana acalmou ele, falando que era pra manter o mistério, pra ver qual era a surpresa.
Foram pro escritório do Miguel, comeram, relaxaram, riram, e quando limparam tudo lembraram do pacote do Emilio. Se olharam cúmplices e decidiram abrir. Parecia algo acolchoado. Ivana rasgou o pacote e encontrou um baby doll, uma calcinha fio dental minúscula e um sutiã, tudo branco e do melhor renda. Camuflada entre as roupas, tinha uma máquina de barbear rosa e um bilhete que dizia:
“Ivana e Miguel, sigam essas ordens:
Miguel, você vai pegar a máquina e raspar os pelos pubianos da Ivana, deixando uma faixa vertical sem raspar, alinhada com o umbigo, acima da buceta e com os lábios limpos.
Ivana, você vai vestir o conjunto.
Miguel, você vai tirar duas fotos dela, uma de frente e outra de costas, e vai imprimir.” E depois você vai anotar o que acha da sua mulher vestida assim. Têm que ser elogios, sensações que ela te causa. Cuidado pra não xingar ou maltratar ela.
Miguel, você vai se sentar na cadeira da sua escrivaninha, de frente pro seu PC.
Ivana, você vai se sentar na escrivaninha do Miguel, de frente pra ele, vai apoiar seus pés nos joelhos dele e vai se masturbar. Quando sentir que vai gozar, você vai parar. MIGUEL NÃO PODE TE TOCAR.
Ivana, você vai se vestir e vir pro meu escritório. Vai encontrar ele fechado, com as cortinas corridas. Vai bater 4 vezes seguidas.
Miguel, você vai ficar trabalhando no seu escritório até a hora de ir embora. Se a Ivana não aparecer, você vai pegar o transporte e ir pra sua casa.
Saudações, e que se divirtam.”

Os dois ficaram imóveis, meio sem saber o que fazer, até que a Ivana começou a andar pro banheiro do escritório do Miguel com as coisas na mão. Miguel, totalmente perplexo, sem acreditar no que tinha lido, tentou se opor, mas a voz da Ivana soou como uma ordem:
- Negão, cê vem ou vou assim mesmo?
Miguel foi, cumpriu a depilação, deixando os lábios da mulher dele à mostra, brilhantes, macios.
Ivana se vestiu com as roupas. O conjunto era simplesmente de parar o coração. As tetas da Ivana ficavam cobertas pela metade, deixando a parte de cima pronta pra ser devorada. A tanga cobria o básico do púbis, mas deixava a raba toda de fora. O baby doll, com liga e meia incluso, deixava ela parecendo uma estrela pornô.

O próximo passo eram as fotos. Miguel queria se opor, mas uma força interior fazia ele cumprir tudo sem reclamar. Com o celular dele, se colocou na frente da mulher, depois atrás dela. Quando terminou, baixou as fotos no PC, editou e imprimiu. As imagens mostravam toda a beleza, a voluptuosidade e a sensualidade da mulher dele. Com uma caneta, escreveu atrás das fotos:
“Ivana está muito sensual, linda e me faz desejar ela pra caralho.”
Ao terminar a anotação, se remexeu na cadeira. sua cadeira. Sem perceber, já estava na frente do PC, o que Ivana notou rapidamente, apressando o passo para se sentar na mesa do marido e começar a se masturbar.
Totalmente excitada, Ivana se acomodou na frente de Miguel, apoiando os pés nos joelhos dele. Começou a acariciar o próprio púbis com suavidade. Sentia uma eletricidade nascendo na mão ao roçar os pelos aparados e bem cuidados que restavam, percorrendo todo o corpo, até eriçar os mamilos. Cada toque os endurecia, deixando-os como duas pedras apontadas para os olhos do marido. Ele se remexia na cadeira. Ver Ivana naquela posição, transformada numa besta transbordando de luxúria, irradiando o fogo do tesão que brotava do corpo dela, estava enlouquecendo ele. Sentia a ereção mais forte da vida e vontade de se jogar em cima daquela mulher selvagem. Já louca de desejo, Ivana começou a esfregar o clitóris, rodeando-o com o indicador primeiro, e massageando com dois dedos depois, para então enfiar o dedo médio na buceta inundada de tesão. Sentia um prazer que a elevava no ar e, perdendo o controle, disse:
- Ahhh, Emi, por favor, preciso da sua pica!!!
Miguel não aguentou aquilo e gozou sem se tocar. Foi a gozada mais forte da vida dele e não conseguia acreditar que nem tinha encostado na mulher.
Com isso, Ivana se levantou quase correndo e começou a se vestir. O marido tentava limpar a mancha na calça com lenços descartáveis. Estava contrariado, desorientado. Nunca tinha sentido tanto prazer com nenhuma mulher ou se masturbando. Ao mesmo tempo, sentia uma humilhação como nunca antes, um desespero diante do inevitável e a impotência de não ter forças para resistir. Via Ivana, já vestida, sem nem olhar para ele enquanto se dirigia à porta.
Num passo bem rápido, Ivana chegou ao prédio onde ficava o escritório de Emílio. Subiu ao primeiro andar e chegou à sala do colega. Esquecendo o que dizia o bilhete, pegou o puxou a maçaneta e se deparou com a porta aberta. Entrou tateando, já que a luz estava apagada. Antes que pudesse reagir, ouviu a voz de Emilio atrás dela:
- Shhh, quieta!!!
Louca de tesão no escuro, esperando que o parceiro fizesse o que quisesse, sentiu ele vendando seus olhos, tirando sua roupa, amarrando seus pulsos para frente, e depois disso a deixou por um instante para acionar algo, evidentemente a luz.
Em seguida, como se fosse uma dança, ele a pegou pela cintura, apoiou-a no peito dele e a fez se mover num ritmo lento, sensual, que a embriagava. Ela se sentia no céu. Num momento, ele a fez girar e começou a acariciar seu púbis, seguindo para o clitóris, já inchado, a buceta completamente molhada e suas pernas, que pareciam perder a força. Essas carícias e um beijo furioso foram suficientes para que Ivana tivesse um orgasmo devastador que a fez cair no chão. Emilio a acomodou no chão acarpetado como se fosse uma cama, abriu suas pernas e tirou a calcinha dela. Ivana estava completamente fora da realidade, mergulhada num mar de prazer. Sentiu a língua de Emilio subindo por suas pernas, chegando na junção das coxas e na bunda, voltava a começar com a outra perna, até que, como se fosse uma lança, enfiou a língua na buceta totalmente inundada. O grito de prazer ecoou no quarto, foi um gemido desesperado. Emilio se afastou um pouco para voltar à carga. No mesmo movimento, passou por baixo das pernas de Ivana, que foi sentindo elas deslizarem sobre os ombros do macho dela. Ficaram cara a cara, se beijando, quando ele começou a penetrá-la com força. Apesar do beijo, Ivana gemia quase aos gritos, se remexia, enfiava o máximo que podia a língua em Emilio, que continuava enfiando a piroca, abrindo caminho no útero de Ivana. Num momento, com uma mão, soltou as amarras de Ivana, que aproveitou para abraçá-lo e pedir:
- Emi, assiiiiim, não para por favor, me dá forte!!!!
A Em seguida, tirou a venda dos olhos dela e mostrou que estava filmando tudo com a câmera do trabalho. Ivana não aguentou mais e gozou de novo com tanta força que as contrações e o jato jorravam entre as paredes da buceta dela e a pica do Emilio. Emilio continuava bombando com força, prolongando o prazer da Ivana, até que num momento pergunta:
- Você tá no período fértil?, ao que Ivana respondeu
- Siiiii Emi, me enche, faz um filho pra mim!!!!!
Emilio respirou fundo, o peito dele parecia que ia explodir, e soltou um gemido que fez a porta tremer. A xota da Ivana transbordava de novo de porra e dos próprios sucos dela, enquanto o interior queimava com a goza grossa do Emilio.
Ficaram deitados no tapete, um do lado do outro, se acariciando, se beijando, se excitando de novo. De repente, Emilio se levantou, pegou a foto e voltou a se deitar no chão com Ivana. Leu o bilhete escrito pelo Miguel e começou a rir. Ivana perguntou do que ele tava rindo, e ele respondeu:
- Do teu marido e do que ele escreveu!!! Que imbecil quadrado, pelo amor de Deus!!! Não tem uma emoção!!!
Ivana se dividia entre dois sentimentos. Por um lado, sentia pena e culpa pelo Miguel. A humilhação que ele tava passando por causa da safadeza dela era imensurável. Mas por outro lado, pensava em como ele nunca foi demonstrativo com ela, sempre se fazendo de superior, como se ela fosse um troféu pra exibir, e a raiva vencia. Emilio tirou ela dos pensamentos quando disse:
- Não entendo o que você faz com um cara que nunca te valorizou!!!! Sabe o que eu teria escrito no lugar dele? Essa gostosa é minha mulher. Tem as melhores tetas do mundo e a raba mais gostosa que já provei. É a mais puta de todas e é só minha, e quem quiser botar a mão nela vai acabar com o cu arrombado.
Depois de ouvir isso, Ivana se sentiu uma rainha, cheia de prazer e desejando congelar aquele momento e o tempo pra que nunca passasse. Queria que Emilio soubesse o que ela sentia, o desejo de pertencer só a ele e a mais ninguém, a satisfação de todo o universo sexual dela quando ele a pegava. Deu um pulinho e, sem dizer uma palavra, foi direto pro pau do amante pra chupar com gosto, mas com um sentimento misturado de necessidade e devoção, de submissão àquele ídolo de carne que mudou a vida dela. Enfiou na boca e começou a subir e descer naquela barra de carne mole que começava a reagir, ganhando rigidez e altura. Depois de um tempo, tava pronta pro que ela queria. Emílio, com os braços de travesseiro, olhava e deixava ela fazer. Ela se levantou desafiadora, abrindo as pernas sobre o corpo deitado dele e se agachou sobre o pau latejante. Se lubrificou com saliva, encostou e foi se deixando cair pra que fosse enfiando na bunda dela, faminta de sexo quente. Quando chegou no fundo, começou a se mexer devagar, levantando até deixar só a cabecinha dentro e voltava a descer pra ter tudo lá dentro. Aos poucos foi aumentando a velocidade até chegar num ritmo desenfreado. Ela gemia, xingava, chorava, ria, dizia pro Emílio que a bunda era só dele e que ninguém mais ia tocar. No meio da ação, Emílio para ela, deita ela no tapete, coloca as pernas dela no ombro de novo e enfia na raba sem piedade. Ivana enlouquecia de prazer. Gozava e voltava a sentir prazer pra gozar de novo. Os orgasmos eram contínuos. Num momento, Emílio começou a massagear o clitóris dela, enfiou um dedo na buceta e tocava o pau dele que entrava e saía do cu da Ivana. Totalmente louca de prazer, sentiu uma onda misturada de calor, sufoco e tremores que tomava conta dela. Naquela hora, Emílio começou a gritar, enchendo a bunda dela de porra. Ivana sentiu uma martelada no meio do peito, tudo ficou em silêncio e só ouviu um som quando o próprio grito de prazer dela a trouxe de volta à realidade. Exaustos, começaram a se vestir. Ivana não parava de acariciar ele, de beijar, de dizer que desejava ele só pra ela. Ela. Emílio, calado, foi acalmando ela com beijos e carícias. Quando olharam o relógio, os dois começaram a rir. Já tinham passado duas horas do horário de saída.
Emílio ofereceu levar Ivana até a casa dela. Era uma viagem de uma hora, do outro lado da dele. Ivana ficou tentada a pedir pra irem pra casa dele, mas se segurou. No caminho, a conversa foi esquentando de novo, terminando num boquete bem antes de chegar. Depois de engolir aquele leite que ela amava, beijou o macho dela e entrou em casa.
Miguel, que tinha obedecido tudo o que o bilhete dizia, esperava impaciente. Quando Ivana entrou, ele perguntou como tinha sido, todo inocente. Ivana, totalmente transtornada, respondeu:
— Negão, de agora em diante as coisas vão ser assim. Eu com você não vou transar nunca mais. Se você gostar, bem; se não gostar, também. O que eu sinto com o Emí, nunca senti antes e não vou perder. Por enquanto, só vou morar aqui porque não posso me mudar do nada, mas se me encher muito, vou embora. Ah, outra coisa. Acabei de chupar a pica do Emí, ele gozou na minha boca e eu engoli todo o leite dele, e vou continuar fazendo isso sempre que puder. Tô te falando pra você saber que, se quiser me beijar, de agora em diante na minha boca sempre vai ter gosto do Emí.
Miguel, completamente perturbado, ofendido, confuso e humilhado, só conseguiu responder:
— Cê tá com fome, meu amor? Quer que eu faça a comida?

1 comentários - Chifre no trabalho. Real (Parte 2)

sos muy descriptivo y vas generando deseos de seguir leyendote muy bueno lo tuyo.