Primeira vez com uma professora gostosa

A professora Telma

Uma vez, no colégio, aconteceu comigo com minha professora de contabilidade, que se chama Telma. Ela tem 43 anos, corpo de senhora mediano, bundão, não tem muito peito, pernas de senhora um pouco cheinhas e o rosto é feio. Ela sempre se veste com calça de tecido ou saias na altura do joelho, meia-calça e salto alto, já que é professora.

Sempre me dei muito bem com ela, mas ela é um pouco séria. Um dia, conversando, percebi que ela era solteira porque o marido a traiu com outra.

Uma vez, eu precisava pagar um dinheiro que devia e, como tinha muita confiança nela, pensei em pedir um empréstimo. Então, na saída da aula, falei com ela em particular, perguntando se podia me emprestar dinheiro porque eu estava devendo e que depois pagaria. Ela não pensou duas vezes, tirou o dinheiro da bolsa e me deu. Agradeci e fui embora.

Paguei a dívida e disse à professora que em alguns dias devolveria o dinheiro. Ela falou que não tinha problema, que eu podia pagar quando pudesse. Eu tinha aula com ela todo dia, então sempre conversávamos, porque ela se cansava de só dar aula. Comecei a conhecê-la melhor. Embora seja séria, é uma boa pessoa. Quando fala do ex-marido, fica muito puta, porque ele a traiu, e ela disse que nunca mais ficaria com outro homem.

Uma semana depois que ela me emprestou o dinheiro, ela me ligou depois da aula, muito agitada, e disse: “Olha, preciso do dinheiro amanhã, porque estou com uma dívida”. Eu, meio sem graça, falei que tentaria, mas não sabia se conseguiria, porque ia pagar com minhas economias e ainda faltava bastante. Achei estranho ela cobrar tão rápido.

No dia seguinte, ela me ligou de novo na saída e perguntou se eu tinha o dinheiro. Eu, envergonhado, disse que não, que só tinha conseguido a metade. Ela não se surpreendeu e falou: “Bom, aluno, já que você não me pagou o que me deve, vai ter que pagar de outro jeito”. Eu, meio preocupado, pensei que ela fosse me dar mais lição de casa. Ela disse: “Amanhã, te espero depois da aula. Como é sexta-feira, peça permissão aos seus pais para ficar fora”. da casa dela porque ela vai me pagar pra me ajudar a passar umas anotações pro meu computador”. Eu não pensei mal, então quando cheguei em casa falei pros meus pais que ia ficar na casa de um colega pra fazer trabalho. Eles não falaram nada, só mandaram eu me cuidar.

Levei um pouco de roupa na mochila e os cadernos, mas de manhã a professora me mandou uma mensagem no celular dizendo que ia sair mais cedo da escola por causa de um problema e me deu o endereço da casa dela pra eu ir.

Quando saí da aula, peguei um táxi e fui pra casa da professora. Bati na porta e ela saiu, ainda não tinha se trocado, tava de calça social, blusa de tecido e salto preto. Não reparei muito nisso, então ela mandou eu entrar, pegou minha mochila e levou pro quarto dela. Me perguntou se foi difícil chegar na casa dela pra quebrar o gelo, eu falei que não e perguntei qual era o trabalho. Ela me deu o laptop dela e umas anotações pra eu passar pro computador.

Ela falou que ia deitar pra dormir porque tava cansada e que ia me deixar trabalhar sozinho. Ela foi embora e depois de um tempão trabalhando, quis dar uma pausa. Fui pegar água e, já que a professora tava dormindo, tentei ver o que ela tinha guardado, talvez algum jogo pra me distrair. Nisso, percebi que não sabia usar muito bem aquele computador porque não tinha quase nada nele, só uns documentos, música e fotos.

Revirei as coisas, eram documentos sem importância, e a música da época dela, muito ruim pra mim. Aí abri a pasta onde tinha as fotos, só tinha umas da família, dos pais dela e do filho, e vi outras de férias. Antes de ver, dei uma olhada pra ver se ela não tinha acordado, espiei o quarto dela porque a porta tava meio aberta e vi que ela tava dormindo profundamente.

Abri a pasta e apareceu ela de biquíni rosa de duas peças, meio folgado pra idade dela, e outras com um short branco e a parte de cima do biquíni. Ela parecia uma mulher normal, já que não gostava de tirar muitas fotos, mesmo assim aquilo me excitou sem querer e de vez em quando eu tocava a piroca.
Quando terminei de ver as últimas fotos, ela já estava atrás de mim, e eu sem perceber, então ela disse: “Parece que você é meio curioso, mas não se preocupa, vi como você se tocava enquanto olhava minhas fotos, parece que tem alguém que me admira como mulher.” Eu, todo envergonhado, me desculpei e falei que ia embora de tanta vergonha que tava. Ela disse: “Não precisa ter vergonha, é normal. Você é homem e eu sou mulher, é normal ficar excitado. Aliás, acho muito lindo você fazer isso.”

Aí ela disse que fazia tempo que não transava e que, pra perdoar minha dívida, eu tinha que fazer o que ela quisesse. Então ela tirou meu computador e, como ainda tava com a roupa de professora, começou a se despir. Tirou a blusa, a calça que tava um pouco justa. Vi a lingerie dela: um sutiã preto e uma calcinha de renda preta, que na frente tinha detalhes e dava pra ver uma boa quantidade de pelinhos. Ela ficou só de salto e tava muito gostosa.

Ela mandou eu me despir. Eu obedeci, e ela, como uma louca, se jogou em cima de mim, me beijando desesperada. Eu já tava com a piroca bem dura, ela começou a tocar nela e me levou até o quarto dela.

Lá, ela me deitou e me beijou. Tirou a calcinha e o sutiã. Vi uns peitos meio pequenos e os bicos pretos. Na buceta dela, muitos pelos pretos e escorrendo os sucos, porque ela tava muito molhada. Ela disse: “Espero que você goste de uma buceta peluda, porque como não transo, não depilo.” Não falei nada.

Ela subiu em cima de mim e, sem lubrificação, pegou meu pau e enfiou na buceta peluda dela. Tava como uma louca, como se nunca tivesse transado. Minha piroca entrou de uma vez, ela gemeu bem alto, mas gostou. Então começou a subir e descer no meu pau, muito excitada. Depois de 20 minutos nessa, não aguentei mais e gozei no clitóris dela. Vi meu leite escorrendo pelas coxas dela. Depois disso, ela mandou eu ficar na frente do clitóris dela. Ela deitou de barriga pra cima, abriu as pernas, comecei a beijar a pussy peluda e meti minha língua sabia muito gostoso, eu lambia ela toda. depois de 15 minutos, ela segurou minha cabeça e não soltou até ter um orgasmo, e lavou minha cara com os sucos dela. quase me afoguei de tanto líquido, mas era uma delícia.

a gente dormiu até o dia seguinte. ela me acordou e mandou eu tomar banho pra ir embora. me arrumei e, antes de sair, ela me deu um beijo muito gostoso. disse que sempre que eu quisesse, podia voltar, porque ela se sentia sozinha, mas que na escola continuasse tudo como sempre pra ninguém desconfiar, e que a dívida tava paga.

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