Minha Buceta Faminta, Perdição e Salvação II

Minha buceta faminta, perdição e salvação II

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Minha Buceta Faminta, Perdição e Salvação II




No meu post anterior, contei pra vocês sobre minha safadeza com um cara magro. Aqui vai um resumo:Eu tava deixando o técnico de computador do prédio me comer, com uma pica enorme, quando aconteceu o que aconteceu.
Resumo: o cara, de pau maravilhoso e mãos de seda, começou a me meter e no terceiro empurrão
explodiu. Sim, leram certo, a anaconda estourou dentro do meu cu, sem me dar tempo de aproveitar, de dar uma boa recepção. Uma porrada de leite foi direto no meu reto.
– Ahhhh!!! Ahhh!!! Gozei!!! – gritou o idiota.
Eu soube pelo menos três segundos antes do grito dele anunciar, e já ia xingar quando a campainha tocou e ouvi a voz inconfundível do meu marido:
– Oi, Lu!
Naquela hora, o leite congelou dentro da minha buceta.E aqui a gente retoma!-Ssflocksh!
Digamos que essa é a única maneira de ilustrar a arrancada, a saída abrupta de um pau descomunal do meu buraquinho traseiro agora alargado. A gente cagou de medo. Tão perturbada que nem reclamei da expulsão brusca daquela porra do meu cu. Pra piorar, parecia que o surfista tinha uma torneira de esperma aberta pra mim, porque meu cu tava cheio de leite.
No meio da enrascada, o perigo meteu o dedo no nosso cu. O Kili ficou vermelho, a gente não reagia, o medo nos paralisava.
-Oi, Lu! – Ouviu-se de novo.
Tirei forças de onde não tinha e me levantei com a adrenalina queimando meu peito. Kili, um idiota, ficava balançando aquele pedaço, espirrando leite no chão.
-Veste essa puta que te pariu! – Levantei ele no braço enquanto arrumava minha fio-dental. Meu cu transbordava de porra e meu marido com certeza tava subindo!
Empurrando, tirei o Kili pra fora. Mandei ele ir pelas escadas. Tranquei a porta quando ele saiu. Corri pro banheiro, tirei a fio-dental e com ela limpei um pouco do que escorria de leitada. Joguei a calcinha na banheira, abri o chuveiro pra molhar ela. Corri pro meu quarto atrás de outra fio-dental quando ouvi o elevador abrir.
Vesti outra fio-dental na velocidade da luz e corri pra abrir a porta. No caminho, joguei uma almofada do sofá em cima de uma poça de leite, e xinguei o Kili mentalmente.
A porta se abriu.
-Oi, Lu! Por que não respondia, sua idiota? – Ele perguntou.
-Tava indo tomar banho, amor, ia ficar pelada e você me pegou de surpresa! – Me desculpei.
Meu coração batia a mil, devo ter feito a melhor atuação da minha vida, porque ele não pareceu notar nada estranho. Me abraçou e me deu um beijão na boca. Ele vinha tarado.
Saquei na hora. Esse filho da puta vinha tarado de fora! Ou se excitou no caminho, olhando alguma bunda que passou, ou também tava na sacanagem e a gostosa deixou ele com o leite no olho, o que me parecia mais provável. (Porque sempre que a gente tá Falta, pensa o mesmo do outro! Lei do equilíbrio, hehe) DICA INFALÍVEL. Quando um cara chega da rua, do trampo ou de onde for, e já vem quente, com o pau de gravata e mete a mão com uma voracidade incomum; é certeza, o que esquentou ele NÃO é aquele papo furado que nos enfiaram por décadas: "Não via a hora de chegar e fazer amor com você". NÃO, SENHORAS! Essa história caducou faz tempo. Nosso machinho chega todo fogoso, porque esquentaram a flauta dele no escritório, no metrô, no supermercado, na rua, no busão, no necrotério, onde caralhos ele andou. Vão descontar nos nossos corpinho, uma quentura alheia, uma tesão que não é nossa responsabilidade. Vêm descarregar a luxúria que algum rabo de legging, minissaia, jeans apertado ou minishort despertou. Um par de peitos enfiados num top, um decote de infarto, uma carinha de puta master do caralho... Resumindo, SEMPRE desconfiem das tesões "espontâneas" que vêm da rua! E continuo contando, porque perdi o fio da meada; meu guri colocou a mão na minha bunda de uma vez, enquanto me beijava de boca aberta, o que só reforçou minha teoria. A puta da mãe! Ainda tinha muito leite dentro! Ele me encurralou contra a porta da entrada e seguiu, já embalado. A mão dele amassava minhas nádegas e acariciava minha buceta por cima do tecido. Tive medo de que ele percebesse que eu tava com o tanque cheio. O lento e inevitável "vazamento" do marrom, por efeito da lei da gravidade, com certeza já tava manchando minha calcinha fio dental. Pensei rápido. Entrei na dele. Travei ele gostoso, mordendo os lábios dele, deixando nossas línguas brincarem com paixão. Passei a mão no volume dele. Abri a braguilha dele, fingindo de desesperada, e liberei o pau dele. Tava babado! Certeza que esse otário vinha com uma tesão velha! Já tava segura de que não era por mim que ele tava no cio, mas ia aproveitar em meu benefício, obviamente. Tava batendo uma pra ele quando senti que, abrindo caminho entre o tecido, ela mandou um dedo na bunda. Meu coração parou por um instante, ele hesitou.
– O que foi, bebê? Se lambuzou até o cu? – ele perguntou.
Não me perguntem como caralhos me veio o que respondi, mas às vezes, o desespero faz a gente improvisar qualquer merda:
– Ai não, papu! É que eu andei me comportando mal... Fiquei brincando com um consolo! – falei com voz de garota mimada, piranha de pau.
Ele arregalou os olhos, surpreso.
– Comprou um consolo? – ele disparou.
– Não. – respondi com uma segurança que até eu me assustei.
– Fiz um caseiro. Ensinaram a improvisar num programa de sexo que passa na Utilísima!
Não sei como não me caguei de rir ao me ouvir.
A risada dele quase me contagiou, mas fiquei séria:
– Sério, seu idiota! – protestei.
– Fala sério, tá me zoando. – ele disse.
– Não, seu otário. Com um pote de desodorante Dove, fita pra prender bem a tampa, pra não soltar dentro, e uma camisinha pra cobrir, dá pra improvisar um consolo lindo. E como eu tava entediada e com tantaaaaaa saudade de você...
Isso último falei com vozinha de puta, balançando o pau dele.
– Hmmmm, sério? – ele respondeu. – Sentiu tanto a minha falta quanto eu a sua? – completou.
Diálogos de mentirosos. Acho que os dois desconfiávamos um do outro, mas a gente se deixava levar.
– Já tô aqui, bebê. – ele me consolou, passando a mão em mim toda. – Deixa eu cuidar da sua bunda, que sou o dono desse cu!
Não respondo. Me ajoelho e chupo o pau dele. Selvagem. Sem dar tempo pra ele pensar na merda que acabei de falar. Ele encostou as costas na porta e me agarrou pelos cabelos. Ele sabe muito bem que EU NÃO gosto que empurrem minha cabeça quando tô chupando o pau dele, mas ele "viaja" muitas vezes e "esquece".
Parei seco o boquete e avisei:
– Se quiser que eu continue chupando, meu amor, não enche o saco e deixa minha cabeça em paz! – repreendi.
Ele obedeceu. Se deixou levar. Saboreei o líquido pré-seminal abundante que ele tava, impregnando com aquele aroma tão peculiar o pau dele. Amo isso. perfume de macho tarado, aquele gostinho salgado, viscoso, delicioso! Minha boca desceu pros ovos dele, enfiava um por um, alternando. Engoli, óbvio, inevitável nessas incursões, mas faz parte do ofício. Chupei ele que nem uma puta, bem vagabunda, engoli tudo, passou reto pelas minhas amígdalas e seguiu caminho dentro da minha boca, mas já tô acostumada a engolir assim, só curto muito, só isso, porque não sei se falei que adoro chupar um pau bem gostoso (sim, acho que já falei).
-Ssssshhh!!! Ahhhh!!! Isso, putinha!!!-O gemido dele ecoava no silêncio do apartamento.
Ele desabotoou a calça e baixou junto com a cueca, deixando os dois no tornozelo. Tive um DÉJÀ VU. Já tinha vivido isso antes! Exatamente uns minutos antes! Kkkkk!
Ele me levantou pelos ombros e pediu sem rodeios a minha bunda.
-Quero comer essa buceta do cú, meu amor! Dá essa raba porque tô com um tesão que não vejo a hora!-Falou, todo romântico.
Levei ele pela mão até o sofá. Ele andava que nem um pinguim idiota, com a rouba no chão, dando pulinhos e passos trôpegos. Eu rebolava a bunda uns passos na frente, provocando.
Me abaixei e peguei na pica dele.
-Deixa eu fazer, papai!-Pedí.
Ele deixou. Puxei a minha calcinha e encostei a ponta na entrada. O medo de ser pega fez maravilhas no meu esfíncter, contraindo a dilatação que tinha sido brutalmente forçada no meu buraco instantes antes.
Acho que o medo é um fator que pode foder uma boa sessão de sexo anal. Tô falando do medo de entregar o cú, que nos "fecha" bastante, dificultando tudo, e também do "cuíqui". Cuidado, minas, com se assustar quando tão sendo comidas no cu; uma contração repentina dos músculos poderosos do esfíncter pode causar a amputação do pau do amante em questão.
Continuando. A ponta tava no lugar certo, forçando o asterisco molhado. Escorria um fio aguado de esperma já meio diluído. Com Essa mesma porra de esperma sujou toda a escarapela e a pontinha da cock. Ele empurrou e deslizou como se fosse um cano. Óbvio! A coletora tinha sido alargada em pelo menos duas pistas!
— Ai, ai, siiiim!! — gritei.
— Tá doendo, mamãe? — o cuck me pergunta. "Tá doendo!!!" Kkkkk! Quase me caguei de rir, mas segurei a gargalhada. Eu tinha acabado de "comer" uma lontra que me dobrava em tamanho e peso, e ele me perguntava se a "pilinha" dele tava me machucando!!! Que ego enorme, o maluco! Kkkkk!
— Ahhhh!!! Não, meu amor, é que você me come tão gostosooo!!! — respondi.
Ele me bombava num ritmo bom. Não entendo como ele não percebeu, se a tesão dele era tão grande que não notou o esperma que as investidas dele tiravam do meu buraquinho e escorria na direção da minha pussy. Quando senti, meti a mão na hora pra espalhar pelo meu sexo, e de quebra raspei a porra da poronga dele com minhas unhas, de leve, porque sei que isso deixa ele louco.
— Ahhh!!! Siiiim!!! — ele soltou.
Eu jogava minha bunda bem pra trás, meu Booty tava devorando ele. Tinha que foder ele de um jeito descomunal, pra deixar ele tão pirado que não raciocinasse nos pequenos-grandes detalhes que me entregavam como uma slut infiel.
Não precisava ser um Sherlock Holmes pra perceber: a bunda encharcada, mais inchada que o Maravilla Martínez, a calcinha suja, a viscosidade interna daquele butt... Pensei que deixar ele transtornado com uma foda selvagem me daria a chance de não deixar ele pensar, de não ligar os pontos. Tava funcionando.
Ele me pegou pela cintura e arremeteu com um ímpeto brutal. Esse era meu garoto! Tinha uma cock respeitável, não um Kraken entre as pernas, igual o Kili. Mas tinha uma resistência impressionante. Começava o mete-saca e sustentava gostosamente. Comecei a dedilhar meu clitóris, com carícias que foram aumentando o ritmo aos poucos, já tava toda molhada também.
— Splasch! Splasch! Splasch!
Os ovos dele batiam na minha pussy e na minha bunda, meus peitos pulavam no ar e minha cintura parecia que ia deslocar.
Siiim! O som mais viciante da terra. as bolas batendo na buceta a cada estocada, os ovos dele não paravam de chacoalhar em mim.
Com uma mão ele amassava meus peitos, com a outra me segurava pelo ombro e me empurrava pra trás pra me enfiar no pau dele.
-Splasch! Shhlgsh! Shhlgsh! Shhhoch!
Quase tinha esquecido da enxurrada de porra que eu tinha no cu, a metida no rabo tava fazendo um barulhão de chafurdada. Pra abafar o som, nesse caso não do "coração delator", mas do "cu dedo-duro", comecei a gemer bem alto:
-Ahhhhhh!!! Siiim!!! Ahhh!!! Me come, boceta!!! Assim!!! Faz direito no meu cu!!! Ahh!!!Ahhh!!Ahhh!!!Ahhh!!! Siim!!!
Fiz um escândalo que devia ter dado pra ouvir lá no térreo, mais ou menos.
O filho da puta manjava bem de fazer a raba. Não parava. Serrando meu cu com vontade, com uma putaria avassaladora.
-Siiim, mamãe!!! Assim, Luuu!!! Abre bem esse cu, sua filha da puta!!! Assim!!! Goza, putinha!!!-As obscenidades dele me esquentaram ainda mais.
Tão longe tinha ficado a lembrança da performance precoce do Kili. "Quanto pau à toa!" pensei. Adorava a certeza de que meu machinho era um amante muito melhor. Kili tinha me deixado "no meio do caminho", inundada de esperma e com o cu todo arrombado, mas agora eu tava gozando uma revanche, uma foda antológica, com meu maridão mostrando toda sua sabedoria e habilidade.
Parecia que o pau dele se encaixava todo no meu cu com uma força bruta, ele se movia empurrando o pau com a cintura, da cintura pra cima ficava parado segurando minha cintura, meus peitos e voltava a pegar minha cintura pra se enfiar tudo dentro de mim, mas de repente ele tirava quase até a cabeça e de uma vez metia tudo pra dentro, isso me fazia pular, de novo e de novo e eu me joguei com os braços no sofá, procurando um apoio melhor, porque parecia que eu ia voar pra frente nas estocadas dele, doía e me esquentava aquela foda bruta, a vontade dele transmitida naquelas investidas no meu buraquinho tava me deixando louca.
-Splasch! Splasch! Shhlgsh! Shhlgsh!
O vai e vem me deixava louca. Sentia um formigamento nas paredes do cu cada vez que o intruso entrava de novo, violento, duro, implacável. Com o indicador e o anular bem lambuzados na poça que escorria da minha buceta e na porra que continuava saindo do meu rabo, eu me esfregava o clitóris na velocidade que denuncia o orgasmo iminente.

Meus joelhos cederam, mas ele me segurou firme.
— Ahhhhhhhhhhhh!!! Ahhhh!!! Ahhh!!! SIIIIIM!!!! AAAHHHH!!!! Tô gozandooooo!!!! Siiiii!!!!

A leoa dentro de mim saltou, e não me surpreenderia se na próxima reunião do condomínio um dos assuntos fosse os "barulhos incômodos" de alguns amantes "exagerados", hein! 😉

Meu homem diminuiu um pouco o ritmo, praticamente tirava o pau todo para enfiar de novo de uma só estocada. A intensidade do orgasmo me dominava. Minha pele arrepiada, a buceta virada uma sopa, latejando vermelha, e o pau que não dava trégua pro meu cu.

Ele tinha dificuldade de pegar nas minhas tetas, então, de uma vez, arrancou meu top, literalmente, destruiu ele com uma fúria bestial. Eu nem reclamei. Mal conseguia falar. Era só gemido, só um ofegante se desfazendo no mais infernal torpor.
— Hmmmmm!!! Ahh! Ahh! Hmmmm!!! HHHHHHHHHmmmmmmmm!!!

Ele me agarrou pelos bicos dos peitos, beliscava, esfregava, amassava minhas tetas... Esse filho da puta me conhece. Amo isso. Outro orgasmo, como uma onda, me sacudiu toda.
— Ahhhhh!!!! Ahhhhhh!!!! Ohhh!!! SSSSSim!!! SSSSIIIIIIIIII!!! Ahhhhhhh! — Os gritos eram dilacerantes, febris e lascivos. Ele aumentou a velocidade, ao sentir meus gemidos de satisfação, de puta que tá gozando igual uma louca por causa das porradas de pau que levou, ficou tão excitado que encheu meu cu (Ainda mais) de porra.

Os jatos de esperma dele foram quentes, abundantes, divinos!
— AHHHH!!! SIIIIIM!!! Tô te enchendoOOO!!! Siiiii!!!! — Gritou selvagem.

Nós caímos no sofá. Suados, com a respiração ofegante, exaustos. Ele mordia minha orelha, respirando no meu ouvido. Quente no ouvido (sabe que pode comigo) e lambendo meu pescoço.
A gente se separou depois de um tempo de carícias pós-rabada.
— Porra, como enchi tua bunda! Tá transbordando! — falou se achando o tal.
— É, buceta, claro que vai transbordar, você é um garanhão! — alimentei o ego dele.
Ele saiu andando igual pinguim otário de novo, rumo ao banheiro, de calça arriada. Eu caí na gargalhada.
Ele piscou um olho pra mim.
Depois entrei no chuveiro com ele e ele chupou minha xereca até eu gozar de novo.
Mais tarde, me perguntou pelo computador, que não tava funcionando. Falei que o Kili tava consertando, que ia vir mais tarde porque foi buscar uma peça, e por isso deixou a mochila. Ele acreditou. Mandei um SMS pro Kili contando a história, ele veio daqui a pouco, se fazendo de bem burro (como homem tem facilidade pra isso!).
Arrumou o PC e cobrou 300 conto!!!
300 pila pra consertar uma merda no computador, chupar a bunda da mulher dele e encher o cu de porra na gozada mais rápida da história. Um achado!
Mas um gozado cobriu o outro, e saí limpinha dessa jogada suja.
Bah! "Limpinha" é modo de dizer, porque a bagunça ainda tá pendente pro Laverrap.
E agora que penso, o cara do Laverrap me olha com uns olhinhos...
Talvez no próximo post eu conte sobre isso.
Tchauzinho!porno

34 comentários - Minha Buceta Faminta, Perdição e Salvação II

linda segunda parte...sep...muy aventurera la niña...jajajaja
Increible, segui con los relatos... (no me enojo si subis una fotito tuya 😉 )
Muy ocurrente!!! que bien zafaste jaja!!!!!
hey putita...dale...vamos a un chat...aún puedo volarte un poco mas el coco
@fachelo1 Hijo de puta venís a levantar a mi post!?
Jajaja! Suerte con el verso papu! 😉
laranaP +1
Buenisimo el relato... si ese ojete hablara seria peor que Tato Bores!!! me sumo al pedido de fotos!! Van Ptos.
diega72 +1
Muy buen relato! lo escribiste vos?
Si es asi, tenes talento, no solo para garchar, tambien para escribir...
Besitos, te dejo 5...
Lo escribí yo papu!
Gracias por pasar, leer y disfrutar!
Besitossssss
Impecable, muy morboso. Y muy ingeniso el dispositivo que recomendaron en Utilisima. Fue Narda Lepes?
h_ccapo +1
tremenda historia... aunque mas tremendas fueron las garchadas que te diste ...
bastante boludo el marido había sido che.. ajjaa!

te felicito linda! favoritos + 5 ptos!
no se si coges bien pero escribiendo sos muy buena, son esos relatos diferentes que dan gusto leer segui haciendolo (lo de escribir digo) coger es mas facil
HERMOS relato mi amor como siempre dejo puntos y a favoritos bessos
Bebe23 +1
Dejo puntos que adeudaba, buena presentación, me gustó. Felicidades!
genial el relato, al mismo nivel de los anteriores, muy hot. besos
AYJ2012 +1
Muy buenos relatos! Nos calienta mucho leerlos, besos
mmm mi amorr, como me calentastes mal..que ganas de arreglarte la pc!
uyyyyyyyyyyyy se me paro muy buen relato ahoa una preguntita te puedo garchar ❤️ 🤤 ❤️ 🤤 🤤 🤤 😉
spumco
ME calentó mal amor, yo te arreglo la compu 😉
y te vuelvo a felicitar relatos como el tuyo son un oplacer lee, me gusta tu morbo y tu estilo tan descriptivo
por lo bien que escribís y tu estilo "literario porno" jeje, pareces la versión femenina de alguien que conozco .

Excelente, muy morbo, muy guarro
Muy bueno tu relato hiciste que se me pare la pija y ahora voy a llegar y hacerle el culo a mi señora. Besos
Que lindo es comerte una buena pija por el culo , lastima que duro muy poquito el BB
Este ya solo con el titulo ma calentaste mal