
PRIMEIRA PARTE AQUI
http://www.poringa.net/posts/relatos/2308750/De-souvenir-mi-tanga-de-regalo-mi-cola.html
Vamos recapitular, rapazes:
Tive um puta rolo no trampo com um entregador abusado que encostou a rola em mim. Dei um tapa na cara dele e um colega, também entregador, quase encheu ele de porrada na hora ao ver o abuso. Mais tarde, com meu "salvador", pegamos o caminho de casa. Bateu uma vontade danada de aprontar... Resumindo; acabei de joelhos na frente dele, engolindo o gozo dele. Me levantei, beijei ele e...Ele me comeu ali sentadinho, com o pau mole, morto como uma cobra de lado, em cima da calça. Me afastei um momento. Desci as calças até os tornozelos. Como pude, me virei até o sofá (ainda de salto!) e sentei, abrindo bem as pernas, com a diminuta fio dental mostrando muito mais do que escondia.
— Vem, Marian; é sua vez! — Convidei com a voz bem sugestiva, bem de puta.Capítulo 2Ele chegou. Se jogou de cabeça, de língua viva. Puxou minha calcinha fio dental pro lado e enfiou boca e língua entre meus lábios encharcados.
-Ahhhh!!! Siim!!! Assimmmm meu amorrrrrrr!!!- Gritei pra ele.
Eu tremia com a língua atrapalhada dele tentando ir cada vez mais fundo na minha buceta. Fui guiando ele, ensinei como e onde lamber, fiz um tour guiado no clitóris, avisei sobre a sensibilidade especial e instruí ele nas melhores técnicas pra estimular.
Depois de um tempo, sentia as lambidas dele imitando o carinho que eu tinha dado no pau dele minutos antes. Eu derretia. Meus líquidos multiplicaram. Ele não me dava trégua. Rapidinho aprendeu a alternar dedos e boca, sozinho desceu pro subsolo conhecer o anel de couro. Quando ele enfiou a língua no meu cu, achei que gozava na hora. Comecei a me mexer igual uma louca e ele não conseguia me segurar, só tentava colocar a boca de volta na minha xota enquanto, nos meus espasmos intensos, meu corpo pulava sem controle.
Gozei na boca dele. O cara me matou. Chupou minha buceta igual uma maquininha.
Tive que tapar a boca porque era pra gritar que nem bicho, com toda a força dos pulmões, sem pudor nem vergonha; mas tinha vizinho muito fofoqueiro, então me segurei como pude, abafando meu prazer com uma mão, que mal deu conta de tanta luxúria.
Ele ficou lá me lambendo toda, me saboreando com dedicação.
Levantei ele e a gente se devorou de boca. Que tarde, pelo amor!!! Tirei os saltos, terminei de tirar a legging e a calcinha fio dental. Joguei a regatinha pra longe. Fiquei pelada.
Ele lutava com o zíper da calça. Ajudei ele, despi ele rapidinho. Vi o pau dele de novo duro, pronto pra mais.
Vesti os saltos de novo (é minha loucura, adoro estar de salto quando tão me comendo) e, amassando minha calcinha fio dental numa mão, falei:
-Esse é meu souvenir do seu aniversário, Marian!- E dei um beijão nele.
Ele me sorriu lindo, o garoto!
-É o melhor aniversário da minha vida!- Ele confessou.
-Vamos fazer ele inesquecível então.- Sugeri.
Abracei ele por trás, segurando a cock dele e lambendo o lóbulo da orelha dele.
—Vou te dar minha Booty pussy! Faz ela toda tua! —sussurrei no ouvido dele.
Me apoiei no encosto do sofá, empinei a bunda, bem durinha, aí sim que os saltinhos fazem a diferença! Balançava ela pra trás e pra frente. Mexi ela de um jeito lascivo, tentador. Meu quadril fazia movimentos oscilantes, ondulantes, que nem uma puta Shakira. Ele encostou o pedaço em mim com o fio de baba escorrendo do canto dos lábios dele. Deixou cair entre minhas nádegas enquanto me segurava firme pela cintura. Esfregou desde a tatuagem que tenho bem no começo da racha, até o ass do butt.
—Vamo devagar, bebê —avisei.
A inexperiência dele trouxe à tona a professora que existe em mim, comecei a instruir ele de novo. Enfatizei que era sempre pra ser suave e respeitar o tempo de quem oferecia um tesouro daqueles!
—Se fizer a Booty direito, é mais provável que te entreguem de novo, Mar —falei, como se fosse uma sentença de filósofo grego.
Quase que eu tava catequizando ele no primeiro anal dele.
Fiz ele salivar o dedo indicador pra dilatar o buraquinho. Foi uma delícia sentir ele me dando dedo no ass.
Um bom tempo acostumando as paredes, relaxando o esfíncter. Colocamos mais dedos, continuamos trabalhando a área por mais um tempo. A verdade é que eu já tava bem aberta, mas queria prestar um serviço à comunidade e mandar pro mundo um cara treinado na arte de fazer uma Booty direito. Acho que é um jeito de "nos protegermos" entre mulheres, ensinar eles como praticar sexo anal DIREITO.
Já tava aprovada na dilatação. Peguei a cock dele, me virei, me abaixei e chupei ela, babando bem.
Me coloquei de novo com a Booty pra cima, aberta contra o sofá. Fui guiando ele.
Coloquei na porta, encaixando a cabeça no buraquinho.
—Devagar, papi, agora deixa a bunda ir "comendo". Deixa entrar sem forçar, ok? Lembra que se não dilatar bem, pode me machucar!
Mariano seguia minhas instruções que nem um dândi. Sabia se controlar, o cara! Não se deixava ganhar pelo Tsunami de hormônios que batalhavam nas bolas fervendo deles.
Foi assim que a tranca dele foi se perdendo nas profundezas do meu cu. Centímetro por centímetro.
As bolas dele bateram nos lábios da minha pussy.
-Splasch!.-Minha onomatopeia favorita, o som doce dos testículos aplaudindo os lábios maiores!
Começou o mete-saca. Devagar, pausado.
Me deu uma raiva. Meus dedos não esperaram a ordem do cérebro e já estavam esfregando meu clitóris. Abri as pernas um pouquinho mais.
-Dá-lhe pussy! Dá bomba, bebê!.-Ordenei.
Aí ele se soltou. Entrou me bombando com uma força e uma vontade que pensei que durava 2 minutos. Mas não. Meu garoto segurou a gozada me dando murra um laaaargo tempo.
-Splasch! Splasch! Splasch!.-Cada vez mais acelerado.
Eu me mordia toda pra não gritar. Escapam gemidos e gritinhos, meus peitos balançavam pra todo lado, ardia minha bunda, ardia minha pussy, todo meu ser era uma chama viva!
Foi um verdadeiro Por-ra-lho! Era delicioso, único, esquisito...
Até que chegou o fim;
-Vou encher sua bunda, Luliiii!!!.-Ele gritou.
O pau dele inflou dentro de mim e senti um jorro de porra inundando meu cu. O mete-saca dele ficou mais violento, mais intenso, "mais rápido e mais furioso" jijiji.
Senti outro jorraço de porra, quente, quentíssimo.
Diminuiu a bombada, ficou devagar, suave, carinhoso...romântico, diria.
O pau dele continuava duro e dentro e senti uma nova descarga, uma ejaculação tardia, espasmódica, ele tremeu, me apertou toda. Gozei como a puta que pariu!!!
Ele estava me enchendo, era uma quantidade enorme de porra. Já transbordava da bunda, enquanto eu me contorcia como uma cobra presa em espasmos fantásticos.
Me rendi, desabei no sofá, num torpor doce, a pele elétrica nas réplicas do orgasmo.
Mariano caiu em cima de mim. Me beijou o lóbulo da orelha, e disse:
-Valeu, Luli, vai ser meu melhor aniversário!
Dei um chupão nele. Deixei ele dentro do meu reto até ele dormir. E ela saiu sozinha. Peguei ele pela mão e levei pro banheiro, tomamos banho juntos, ele lambeu minha buceta de novo e eu chupei o pau dele. Quase tive que mandar ele embora umas 6 da tarde, porque meu marido já podia chegar. Nos beijamos e, antes de ir, ele me mostrou a calcinha fio dental:
—Esse é meu tesouro mais preciado, Lu!
Quase dei outro boquete nele, de tão puta que sou.
32 comentários - De souvenir, mi tanga, de regalo, mi cola! 2
tus relatos son buenisimos
quiero repetir esa historia!
Hay cosas que parecerían OBVIAS, pero no está de mas recordarles
*que NO deben ser bruscos
*que deben ser caballeros
*que lo que ven en pelis porno no siempre funciona en la vida real!
*que está bueno avisar antes del lechazo
*que se disfruta mas cuando los dos aceptan el juego
Besitosssssss
Genial preciosa! Muy caliente me dejaste!