Não tinha planejado uma terceira parte pra essa história, mas a pedido do T-Henry9, aqui vai. Espero que vocês gostem.
Nossa viagem de férias continuou sem grandes surpresas. Chegamos no destino e passamos uns dias maravilhosos. Meu casamento ia melhor do que nunca. Meu marido estava feliz e tranquilo como nunca, e isso me fazia muito feliz.
Quando nossa estadia terminou, a gente começou a voltar e foi refazendo o caminho de ida. Eu me sentia muito bem, mas conforme a gente avançava, ia lembrando das experiências que vivi e, confesso, ficava muito excitada. Lembrei do que meu motoqueiro tinha planejado pra mim, e não pude deixar de sorrir. Aquele filho da puta queria me entregar pra uma matilha de amigos dele como se eu fosse qualquer puta de estrada. Eu era uma mulher educada e inteligente, felizmente casada e sem precisar de nada. Como ele achava que eu ia me interessar em virar uma putinha barata? Mas, conforme as horas passavam, a pergunta foi mudando: Será que eu me interessava em virar uma putinha barata? Por que não? Depois, minha vida podia continuar como sempre, mas eu teria uma experiência que muitas mulheres só sonham. E a ideia ficava rodando na minha cabeça, embora eu tenha acabado descartando ela.
No fim da tarde, a gente parou num posto de gasolina simples, que tinha um restaurante pequeno e só uns quartos bem básicos. A ideia era seguir mais adiante, já que uns 50 km à frente tinha uma cidade maior e onde a gente com certeza encontraria uma acomodação melhor, mas uma tempestade que ameaçava estourar a qualquer momento fez meu maridinho se resignar a passar a noite ali. E ele acertou. Mal tínhamos terminado de fazer o check-in no hotel quando desabou um temporal da porra.
— Ainda bem. Na estrada, a gente não teria visto o caminho pra seguir — suspirou aliviado meu marido.
— É, foi uma boa decisão — falei sinceramente, embora não soubesse o quão boa tinha sido.
Saímos pra comer no restaurante. Uma galeria ligava o hotel a ele. então não nos molhamos muito.
Ao entrar, fiquei pasada. Numa das mesas estava Walter, o filho dele, e mais dois caras que pela pinta eram motoqueiros igual eles. Pensei em vazar, mas não ia conseguir explicar pro meu marido por que eu tava saindo, então me sentei disfarçada no outro canto, torcendo pra não me verem. Walter e o filho estavam de costas pra mim, e meu marido sentou na minha frente, tampando a mesa, então fui me acalmando aos poucos. Eu não via o que eles faziam e confiava que eles não tavam me olhando.
Jantamos, batemos um papo e depois da janta meu marido começou a cair de cansaço, resultado das horas de estrada, então deixei ele pagar e saí rapidinho do restaurante. Ninguém pareceu reparar na minha presença, e eu respirei aliviada. Fui pro hotel, tirei a roupa e me enfiei na cama.
Uns minutos depois meu marido chegou, morto de cansado, tirou a roupa, deitou e apagou de vez. Estranho nele, que sempre precisa ler um pouco pra pegar no sono, mas a viagem tinha sido longa, então não me surpreendi muito.
Apaguei a luz e fiquei no escuro pensando em tudo que rolou nessa viagem. Depois de uns minutos, me peguei lembrando do Walter. Tava tão viril como sempre, e os amigos dele pareciam cortados no mesmo molde. Ah, se eu tivesse solteira... Ou pelo menos sozinha, pensei, sádica, me arrependendo na hora do pensamento com meu marido do lado... mas, se pudesse ficar com eles, sem meu marido saber... chega... descartei os pensamentos, virei e tentei pegar no sono.
Uns minutos depois, achei que ouvi batidas na porta, bem de leve. ... Prestei atenção e nada... daí a pouco, de novo aquelas batidas baixinhas... me levantei confusa, sem acender a luz. Não sabia se as batidas eram na minha porta ou em outro quarto. Me aproximei da porta. De repente, novas batidas nela. Agora sim, tava certa. - Quem é? Acho que se enganchou de quarto, falei baixinho pra não acordar meu marido.
- Sou eu, Walter, disse uma voz conhecida que fez minhas pernas tremerem.
Olhei pro meu marido. Tava dormindo profundamente.
- Sai da minha porta que meu marido pode te ouvir, falei baixa e urgente.
- Abre um minuto, por favor.
- Pra quê? perguntei assustada
- Pra te cumprimentar, só isso, ele disse
Hesitei um segundo. Me aproximei da cama pra confirmar que meu marido tava apagado, arrumei minha roupa, e como se uma força sobrenatural me obrigasse, girei a chave e abri a porta.
A ideia era abrir só uma frestinha, mas quando a porta cedeu, a força do Walter abriu o suficiente pra ele entrar no quarto. O susto me fez afastar da porta, que o filho da puta fechou devagar, pra depois se aproximar de mim, me pegar pelo rosto e me dar um beijo molhado que me deixou paralisada. Lutei pra me soltar.
- Você é louco? Não tá vendo meu marido? falei assustada.
- Não se preocupa com seu marido, disse ele me abraçando de novo e descendo as mãos até amassar minha bunda.
Era cômico. Eu tentando me soltar mas sem fazer barulho e o Walter avançando cada vez mais com as carícias íntimas. Eu gozando com o tesão da situação enquanto olhava de canto a cama onde meu marido continuava dormindo. Achei que ia morrer.
Finalmente o Walter se afastou.
- Fica tranquila, Natália. Não se preocupa. Te vi no restaurante. E como vocês são amigos, consegui convencê-los a pregar uma peça no seu marido. Falei que a gente tinha discutido na estrada, porque ele quase me atropelou, e eles aceitaram misturar uns soníferos no suco dele. Te garanto que ele vai dormir até amanhã bem tarde. Não escuta nem vê nada do que rola ao redor. Tá totalmente dopado, ele disse sorrindo.
Ao ouvir isso, me aproximei da cama. Virei ele de um lado pro outro e era verdade. Não tinha como arrancar nem um gemido dele. Tava completamente inconsciente.
- Você é um animal. Pode machucar ele. Dano.
—Fica tranquila que não acontece nada com ele. Só que não vai poder curtir o espetáculo — disse ele, me pegando por trás e começando a beijar meu pescoço, e a apalpar meus peitos, enquanto o pau dele se encostava na minha bunda.
Eu hesitei por um momento. O que eu podia fazer? Gritar? Qual é, ninguém ia acreditar que não tinha rolado nada entre a gente, quando na verdade tinha rolado. E por mais que eu gritasse, meu marido não ia acordar.
— Mas a gente não tem lugar pra ir — falei, tímida, enquanto as mãos dele percorriam meu corpo todo.
— Nem precisa. A gente fica aqui. Não me diga que não te dá tesão dar uns bons chifres no seu marido com ele aqui do lado e sem ele saber de nada — sussurrou no meu ouvido enquanto a língua dele passeava por ele.
Nessa altura, meu corpo já não obedecia mais. Eu abri as pernas e uma das mãos dele se enfiou entre elas, começando a percorrer minha racha por cima da calcinha, separando meus lábios e brincando com meu clitóris. O calor que saía do meu corpo me fazia suar. Percebi, resignada, que não ia resistir.
— Mas não tem espaço — falei, já num sussurro, entre um gemido e outro.
— Deixa comigo — disse Walter, me levando até uma cadeira perto da cama. Ele me sentou ali e fez um sinal pra eu ficar quieta. Foi até a porta, espiou e entrou, e atrás dele mais 3 homens encheram o quarto. Eu tava com tesão, mas também fiquei assustada. Aquilo era demais. Tentei protestar, quando o filho dele se aproximou e, me levantando da cadeira, enfiou a língua até o fundo da minha boca enquanto me segurava nos braços. Enquanto ele me beijava, eu vi de relance os outros três pegarem meu marido e o colocarem, dormindo do jeito que tava, debaixo da cama.
— Agora a gente tem espaço — disse Walter, começando a se despir, e os outros dois homens imitaram, enquanto o jovem não me dava trégua nos ataques, carícias e apalpadelas. Quando olhei de novo, os três estavam pelados e bem equipados. Naquele momento, o jovem me levou até a cama e me subiu nela, ficando Os quatro ao meu redor. Feito isso, o último também se pelou igual aos outros.
Ajoelhada na minha cama, a cena era inesquecível. Quatro homens com seus paus duros me rodeavam, prontos pra me comer sem trégua, e meu marido roncava debaixo da cama.
— Eu aconselharia você a tirar o sutiã e a calcinha pra evitar que estraguem, mas pediria pra deixar essa camisola tão bonita que você tem. A verdade é que me excita pra caralho — disse Walter com um olhar de lascívia incrível.
— Pois não só você, pra falar a verdade — disse o mais alto que estava ao lado dele.
Silenciosamente, tirei o sutiã e a calcinha. Sabia que não era brincadeira que iam rasgar, e não poderia explicar na manhã seguinte.
— Bem, Natália, já que você é tão boazinha e complacente, e como imagino que este será nosso último encontro, quero que você organize o jeito como vamos te comer todos juntos. Quero que realize sua fantasia — disse Walter sorrindo.
Olhei pros quatro e fiz sinal pro mais baixinho, que se aproximou. Enquanto caminhava, o pau dele balançava como um pêndulo. Já na beirada da cama, peguei a ferramenta dele com minhas mãos e masturbei suavemente pra depois enfiar na boca de uma vez só. Fiquei de quatro e me deitei de través na cama. Chupei um pouco, e depois soltei.
— Vamos, gato, quero sua língua na minha buceta — falei pro filho do Walter. Continuei chupando e senti uma língua molhada e ágil começando a lamber e penetrar com agilidade. A sensação era única e tive que me esforçar pra não gozar. O dono do pau que estava na minha boca grunhia de prazer.
— Como você tem razão, Walter, como tem razão. Essa é uma foxy especial, das que não têm muitas.
— Não é uma foxy. É uma mulher educada e distinta, Richard, o problema é que acabou de descobrir que adora carne de buteco — respondeu Walter rindo.
Por fim, não aguentei mais e gozei. No meio do meu orgasmo, o que estava me fazendo cunilíngua largou e senti ele me enfiar até o talo. me enchendo por completo.
- Isso, puta, isso. Aí você tem ela bem fundo, ele me dizia no ouvido enquanto, inclinado sobre mim como um cachorro, me dava tudo que tinha.
Foram não menos que cinco minutos. A fúria das investidas dele me fez perder o controle das coisas e o pica-dura gozou na minha boca até quase me engasgar, sem que eu percebesse. Quando senti os jatos quentes no fundo da minha garganta, lembrei que tinha uma rola na boca, tamanha era a maneira como estavam me furando. O orgasmo do pica-dura acelerou o orgasmo de quem estava me penetrando, que gozou selvagemente, caindo sobre mim e me esmagando na cama. Rapidamente o tiraram, me viraram, e dessa vez foi o alto quem, pegando minhas pernas, as subiu sobre os ombros dele e me enfiou. Gemi com a violência da enfiada, mas aquele gemido só fez ele se excitar mais e em questão de segundos estávamos trepando como demônios.
- Vira, filho da puta, disse Walter, e o amigo dele baixou minhas pernas dos ombros, as envolveu nos quadris dele e girou, me arrastando junto. Quando fiquei por cima dele, Walter subiu na cama e começou a me arrombar o cu com a ferramenta dele. Quando conseguiu lubrificar bem com meus sucos e os dos outros, apoiou a cabeça no meu esfíncter, empurrou e me enfiou devagar, se deixando cair bem lentamente, enquanto o amigo dele parava de bombar pra facilitar a intrusão. Me sodomizou por completo e, uma vez enfiada entre os dois, ambos começaram a me foder, provocando em mim verdadeiros espasmos de orgasmos que quase me deixaram inconsciente.
Quando Walter gozou no meu cu, o lugar dele foi ocupado por outro, e a esse sucedeu um terceiro. No total, cada um me deu duas gozadas. De madrugada, já exaustos, se vestiram e foram embora, não sem antes colocar meu marido dormindo de volta na cama. Quando foram, tomei um banho longo, troquei minha camisola que tinha ficado toda melada de sêmen e me deitei.
Era meio da manhã quando meu marido acordou e me chamou. Assustada com a hora que já era. Rapidamente tomamos um café da manhã qualquer e saímos pra continuar a viagem.
Nunca mais vi meus motoqueiros, mas a experiência me fez valorizar ainda mais meu casamento e meu marido. Somos um casal feliz. Embora eu precise confessar que, de vez em quando, preciso de um desconhecido pra me dar um service rápido.
Meu marido ainda lembra com prazer da viagem que fizemos, embora continue contando pros outros não só o quanto dormiu naquela noite, mas o sonho estranho que teve, onde parecia estar debaixo e não em cima da cama, vendo o colchão se mexer, se mexer e se mexer...
Nossa viagem de férias continuou sem grandes surpresas. Chegamos no destino e passamos uns dias maravilhosos. Meu casamento ia melhor do que nunca. Meu marido estava feliz e tranquilo como nunca, e isso me fazia muito feliz.
Quando nossa estadia terminou, a gente começou a voltar e foi refazendo o caminho de ida. Eu me sentia muito bem, mas conforme a gente avançava, ia lembrando das experiências que vivi e, confesso, ficava muito excitada. Lembrei do que meu motoqueiro tinha planejado pra mim, e não pude deixar de sorrir. Aquele filho da puta queria me entregar pra uma matilha de amigos dele como se eu fosse qualquer puta de estrada. Eu era uma mulher educada e inteligente, felizmente casada e sem precisar de nada. Como ele achava que eu ia me interessar em virar uma putinha barata? Mas, conforme as horas passavam, a pergunta foi mudando: Será que eu me interessava em virar uma putinha barata? Por que não? Depois, minha vida podia continuar como sempre, mas eu teria uma experiência que muitas mulheres só sonham. E a ideia ficava rodando na minha cabeça, embora eu tenha acabado descartando ela.
No fim da tarde, a gente parou num posto de gasolina simples, que tinha um restaurante pequeno e só uns quartos bem básicos. A ideia era seguir mais adiante, já que uns 50 km à frente tinha uma cidade maior e onde a gente com certeza encontraria uma acomodação melhor, mas uma tempestade que ameaçava estourar a qualquer momento fez meu maridinho se resignar a passar a noite ali. E ele acertou. Mal tínhamos terminado de fazer o check-in no hotel quando desabou um temporal da porra.
— Ainda bem. Na estrada, a gente não teria visto o caminho pra seguir — suspirou aliviado meu marido.
— É, foi uma boa decisão — falei sinceramente, embora não soubesse o quão boa tinha sido.
Saímos pra comer no restaurante. Uma galeria ligava o hotel a ele. então não nos molhamos muito.
Ao entrar, fiquei pasada. Numa das mesas estava Walter, o filho dele, e mais dois caras que pela pinta eram motoqueiros igual eles. Pensei em vazar, mas não ia conseguir explicar pro meu marido por que eu tava saindo, então me sentei disfarçada no outro canto, torcendo pra não me verem. Walter e o filho estavam de costas pra mim, e meu marido sentou na minha frente, tampando a mesa, então fui me acalmando aos poucos. Eu não via o que eles faziam e confiava que eles não tavam me olhando.
Jantamos, batemos um papo e depois da janta meu marido começou a cair de cansaço, resultado das horas de estrada, então deixei ele pagar e saí rapidinho do restaurante. Ninguém pareceu reparar na minha presença, e eu respirei aliviada. Fui pro hotel, tirei a roupa e me enfiei na cama.
Uns minutos depois meu marido chegou, morto de cansado, tirou a roupa, deitou e apagou de vez. Estranho nele, que sempre precisa ler um pouco pra pegar no sono, mas a viagem tinha sido longa, então não me surpreendi muito.
Apaguei a luz e fiquei no escuro pensando em tudo que rolou nessa viagem. Depois de uns minutos, me peguei lembrando do Walter. Tava tão viril como sempre, e os amigos dele pareciam cortados no mesmo molde. Ah, se eu tivesse solteira... Ou pelo menos sozinha, pensei, sádica, me arrependendo na hora do pensamento com meu marido do lado... mas, se pudesse ficar com eles, sem meu marido saber... chega... descartei os pensamentos, virei e tentei pegar no sono.
Uns minutos depois, achei que ouvi batidas na porta, bem de leve. ... Prestei atenção e nada... daí a pouco, de novo aquelas batidas baixinhas... me levantei confusa, sem acender a luz. Não sabia se as batidas eram na minha porta ou em outro quarto. Me aproximei da porta. De repente, novas batidas nela. Agora sim, tava certa. - Quem é? Acho que se enganchou de quarto, falei baixinho pra não acordar meu marido.
- Sou eu, Walter, disse uma voz conhecida que fez minhas pernas tremerem.
Olhei pro meu marido. Tava dormindo profundamente.
- Sai da minha porta que meu marido pode te ouvir, falei baixa e urgente.
- Abre um minuto, por favor.
- Pra quê? perguntei assustada
- Pra te cumprimentar, só isso, ele disse
Hesitei um segundo. Me aproximei da cama pra confirmar que meu marido tava apagado, arrumei minha roupa, e como se uma força sobrenatural me obrigasse, girei a chave e abri a porta.
A ideia era abrir só uma frestinha, mas quando a porta cedeu, a força do Walter abriu o suficiente pra ele entrar no quarto. O susto me fez afastar da porta, que o filho da puta fechou devagar, pra depois se aproximar de mim, me pegar pelo rosto e me dar um beijo molhado que me deixou paralisada. Lutei pra me soltar.
- Você é louco? Não tá vendo meu marido? falei assustada.
- Não se preocupa com seu marido, disse ele me abraçando de novo e descendo as mãos até amassar minha bunda.
Era cômico. Eu tentando me soltar mas sem fazer barulho e o Walter avançando cada vez mais com as carícias íntimas. Eu gozando com o tesão da situação enquanto olhava de canto a cama onde meu marido continuava dormindo. Achei que ia morrer.
Finalmente o Walter se afastou.
- Fica tranquila, Natália. Não se preocupa. Te vi no restaurante. E como vocês são amigos, consegui convencê-los a pregar uma peça no seu marido. Falei que a gente tinha discutido na estrada, porque ele quase me atropelou, e eles aceitaram misturar uns soníferos no suco dele. Te garanto que ele vai dormir até amanhã bem tarde. Não escuta nem vê nada do que rola ao redor. Tá totalmente dopado, ele disse sorrindo.
Ao ouvir isso, me aproximei da cama. Virei ele de um lado pro outro e era verdade. Não tinha como arrancar nem um gemido dele. Tava completamente inconsciente.
- Você é um animal. Pode machucar ele. Dano.
—Fica tranquila que não acontece nada com ele. Só que não vai poder curtir o espetáculo — disse ele, me pegando por trás e começando a beijar meu pescoço, e a apalpar meus peitos, enquanto o pau dele se encostava na minha bunda.
Eu hesitei por um momento. O que eu podia fazer? Gritar? Qual é, ninguém ia acreditar que não tinha rolado nada entre a gente, quando na verdade tinha rolado. E por mais que eu gritasse, meu marido não ia acordar.
— Mas a gente não tem lugar pra ir — falei, tímida, enquanto as mãos dele percorriam meu corpo todo.
— Nem precisa. A gente fica aqui. Não me diga que não te dá tesão dar uns bons chifres no seu marido com ele aqui do lado e sem ele saber de nada — sussurrou no meu ouvido enquanto a língua dele passeava por ele.
Nessa altura, meu corpo já não obedecia mais. Eu abri as pernas e uma das mãos dele se enfiou entre elas, começando a percorrer minha racha por cima da calcinha, separando meus lábios e brincando com meu clitóris. O calor que saía do meu corpo me fazia suar. Percebi, resignada, que não ia resistir.
— Mas não tem espaço — falei, já num sussurro, entre um gemido e outro.
— Deixa comigo — disse Walter, me levando até uma cadeira perto da cama. Ele me sentou ali e fez um sinal pra eu ficar quieta. Foi até a porta, espiou e entrou, e atrás dele mais 3 homens encheram o quarto. Eu tava com tesão, mas também fiquei assustada. Aquilo era demais. Tentei protestar, quando o filho dele se aproximou e, me levantando da cadeira, enfiou a língua até o fundo da minha boca enquanto me segurava nos braços. Enquanto ele me beijava, eu vi de relance os outros três pegarem meu marido e o colocarem, dormindo do jeito que tava, debaixo da cama.
— Agora a gente tem espaço — disse Walter, começando a se despir, e os outros dois homens imitaram, enquanto o jovem não me dava trégua nos ataques, carícias e apalpadelas. Quando olhei de novo, os três estavam pelados e bem equipados. Naquele momento, o jovem me levou até a cama e me subiu nela, ficando Os quatro ao meu redor. Feito isso, o último também se pelou igual aos outros.
Ajoelhada na minha cama, a cena era inesquecível. Quatro homens com seus paus duros me rodeavam, prontos pra me comer sem trégua, e meu marido roncava debaixo da cama.
— Eu aconselharia você a tirar o sutiã e a calcinha pra evitar que estraguem, mas pediria pra deixar essa camisola tão bonita que você tem. A verdade é que me excita pra caralho — disse Walter com um olhar de lascívia incrível.
— Pois não só você, pra falar a verdade — disse o mais alto que estava ao lado dele.
Silenciosamente, tirei o sutiã e a calcinha. Sabia que não era brincadeira que iam rasgar, e não poderia explicar na manhã seguinte.
— Bem, Natália, já que você é tão boazinha e complacente, e como imagino que este será nosso último encontro, quero que você organize o jeito como vamos te comer todos juntos. Quero que realize sua fantasia — disse Walter sorrindo.
Olhei pros quatro e fiz sinal pro mais baixinho, que se aproximou. Enquanto caminhava, o pau dele balançava como um pêndulo. Já na beirada da cama, peguei a ferramenta dele com minhas mãos e masturbei suavemente pra depois enfiar na boca de uma vez só. Fiquei de quatro e me deitei de través na cama. Chupei um pouco, e depois soltei.
— Vamos, gato, quero sua língua na minha buceta — falei pro filho do Walter. Continuei chupando e senti uma língua molhada e ágil começando a lamber e penetrar com agilidade. A sensação era única e tive que me esforçar pra não gozar. O dono do pau que estava na minha boca grunhia de prazer.
— Como você tem razão, Walter, como tem razão. Essa é uma foxy especial, das que não têm muitas.
— Não é uma foxy. É uma mulher educada e distinta, Richard, o problema é que acabou de descobrir que adora carne de buteco — respondeu Walter rindo.
Por fim, não aguentei mais e gozei. No meio do meu orgasmo, o que estava me fazendo cunilíngua largou e senti ele me enfiar até o talo. me enchendo por completo.
- Isso, puta, isso. Aí você tem ela bem fundo, ele me dizia no ouvido enquanto, inclinado sobre mim como um cachorro, me dava tudo que tinha.
Foram não menos que cinco minutos. A fúria das investidas dele me fez perder o controle das coisas e o pica-dura gozou na minha boca até quase me engasgar, sem que eu percebesse. Quando senti os jatos quentes no fundo da minha garganta, lembrei que tinha uma rola na boca, tamanha era a maneira como estavam me furando. O orgasmo do pica-dura acelerou o orgasmo de quem estava me penetrando, que gozou selvagemente, caindo sobre mim e me esmagando na cama. Rapidamente o tiraram, me viraram, e dessa vez foi o alto quem, pegando minhas pernas, as subiu sobre os ombros dele e me enfiou. Gemi com a violência da enfiada, mas aquele gemido só fez ele se excitar mais e em questão de segundos estávamos trepando como demônios.
- Vira, filho da puta, disse Walter, e o amigo dele baixou minhas pernas dos ombros, as envolveu nos quadris dele e girou, me arrastando junto. Quando fiquei por cima dele, Walter subiu na cama e começou a me arrombar o cu com a ferramenta dele. Quando conseguiu lubrificar bem com meus sucos e os dos outros, apoiou a cabeça no meu esfíncter, empurrou e me enfiou devagar, se deixando cair bem lentamente, enquanto o amigo dele parava de bombar pra facilitar a intrusão. Me sodomizou por completo e, uma vez enfiada entre os dois, ambos começaram a me foder, provocando em mim verdadeiros espasmos de orgasmos que quase me deixaram inconsciente.
Quando Walter gozou no meu cu, o lugar dele foi ocupado por outro, e a esse sucedeu um terceiro. No total, cada um me deu duas gozadas. De madrugada, já exaustos, se vestiram e foram embora, não sem antes colocar meu marido dormindo de volta na cama. Quando foram, tomei um banho longo, troquei minha camisola que tinha ficado toda melada de sêmen e me deitei.
Era meio da manhã quando meu marido acordou e me chamou. Assustada com a hora que já era. Rapidamente tomamos um café da manhã qualquer e saímos pra continuar a viagem.
Nunca mais vi meus motoqueiros, mas a experiência me fez valorizar ainda mais meu casamento e meu marido. Somos um casal feliz. Embora eu precise confessar que, de vez em quando, preciso de um desconhecido pra me dar um service rápido.
Meu marido ainda lembra com prazer da viagem que fizemos, embora continue contando pros outros não só o quanto dormiu naquela noite, mas o sonho estranho que teve, onde parecia estar debaixo e não em cima da cama, vendo o colchão se mexer, se mexer e se mexer...
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