Não tava pensando em comer a mamãe, mas...
Faz exatamente um mês, depois de tomar banho, me vesti com uma calça jeans azul justa e um moletom amarelo mais justo ainda, que se moldava bem ao meu corpo. Ia sair para me distrair, conhecer alguma mina ou algum cara, tanto faz. Me despedi da minha mãe, que ficou me olhando com um jeito provocante e disse: — Nossa, filho, tomara que não te assaltem. E enquanto se despedia e me dava um beijinho, passou a mão de leve no meu peitoral. — Nossa, mãe, que delícia. E enquanto sentia um arrepio elétrico percorrer meu corpo inteiro, fui até a porta e saí.
Uns dias atrás, aconteceu algo parecido. Procurei minha mãe para me despedir e parei para conversar rapidinho com ela. Ela comentou que ia ao mercado, comprar algo para o almoço. — Então volta ao meio-dia, falou. Me beijou suave com a parte de dentro dos lábios, enquanto a mão dela deslizava pela parte de fora do meu braço. Senti a umidade morna da boca dela e escutei com atenção o que ela disse: — Nossa, filho, mas que peludo você é, isso eu não tinha notado. — Por que você diz isso? Perguntei. — É que estou sentindo os pelos do seu braço. Então estendi o braço na frente dela, que passou a mão de novo, dando uns beliscões leves por todo o trajeto. — Ai, mãe, falei, enquanto meu corpo dava um solavanco, deixando claro que os beliscões estavam me arrepiando. De novo, desapareci atrás da porta da rua enquanto ela sorria.
Na quarta-feira santa, aconteceu a mesma coisa e mais um pouco. O calor nos fez vestir roupas mais leves. Então, naquele dia, coloquei uma bermuda branca e uma camiseta azul clara daquelas que mostram os ombros e, se você não ajeitar direito, ou se alguém te olhar de lado, até o peitoral e os biquinhos. Minha mãe, por sua vez, vestiu um vestido escuro decotado que chegava um pouquinho acima dos joelhos e que na parte de cima apertava direitinho, insinuando e destacando o volume dos peitos dela.
Lá pelas dez, a gente se encontrou na cozinha e começou a conversar, os dois de pé, ela apoiada sobre a mesa no centro da cozinha, eu encostado na lateral da cozinha que grudava na parede. Comentamos as notícias estranhas do dia, fofocamos sobre o que rolava com os vizinhos, eu não parei de notar a insistência no olhar da minha mãe, me encarando os peitorais. Então, meio disfarçado, fui me observando, até que percebi que um dos meus mamilos estava aparecendo.
Isso despertou minha curiosidade na mamãe. Não parei de me perguntar por que aquela insistência no olhar dela ou será que eu estava enganado. Com a desculpa de espantar uma mosca, me aproximei dela de um jeito que, em vez de meio metro, ficamos ao alcance das nossas mãos. Continuamos conversando sobre coisas por mais um tempo, até que escapou da minha mãe: — Ai, filho, sério, como você tá peludinho. Claro, ou seja, sim, chamava a atenção dela não só meus peitorais, meu mamilo aparecendo, mas também minha pelugem. — Já vi que você curte a pelugem, hein mamãe. — Ai, sim, filho, é que seu pai não era assim, ele não era muito peludo, digamos, já você. Vi a mão dela se estender na minha direção. A mão dela tocou o centro do meu peito, senti os dedos dela arranharem de leve, puxarem um por um dos meus pelos, juntá-los fazendo um montinho de pelos e puxá-los de novo. — Ai, mamãe, não vai arrancar eles. — Não vai me dizer que doeu? — Um pouquinho, falei, mas é gostoso.
Então senti a mão dela avançar até que um dos dedos dela parou no meu mamilo, começando a amassá-lo. — Mmmmmm. — Puxa, vejo que você gosta. — É que você faz gostoso. Ela remexeu entre meus pelos até deixar meu mamilo descoberto, beliscou ele. Eu grunhi e soltei um oooohhhh. — Puxa, você curte mesmo. Então falei: — Pega meus dois mamilos e belisca eles de leve ao mesmo tempo. Obediente, mamãe enfiou as duas mãos dentro das mangas da minha camiseta, primeiro amassou meus peitorais e depois foi procurando meus mamilos até fazer o que pedi. — Deus, falei, que delícia! Sabe o que eu também gosto? — O quê, filho? Fala. — Que você lamba chupetin. Mamãe, não precisou ouvir duas vezes. A boquinha dela pousou num dos meus mamilos e começou um chupão e uma mordiscada dos sonhos. – Ai, mamãe, como você sabe fazer bem. Enquanto via ela fazer, pensava no tesão da situação e na puta que, sem dúvida, minha mãe era. Será que ela se atreveria a chupar o que eu pedisse? E é que depois de uns minutos dessa sessão, meu pau tava estourando lá embaixo da bermuda.
Eu também estendi as mãos nas costas da minha mãe, comecei a percorrer do pescoço até a bunda. Ela continuava chupando meus peitos, eu de vez em quando dava uns tapas na bunda dela, esticava por baixo do pano, e batia de novo, enquanto por cima do vestido eu enfiava os dedos ao longo da racha definida entre as nádegas dela, onde sentia sumir o tecido da calcinha fio dental. Mamãe não dizia nada e eu pensava: – então a puta tá no cio. Subia minhas mãos e massageava o pescoço dela, beliscava de leve os lóbulos das orelhas. – Ai, mamãe, que vontade de te foder. Sentia meu líquido seminal escorrendo pela uretra, daqui a pouco ia molhar minha cueca. Mamãe devia provar.
Mamãe parou de chupar meus mamilos, levantou o rosto. Eu olhei direto nos olhos dela e falei: – Mamãe, que boquinha mais deliciosa. Puxei ela pra mim, beijei o pescoço dela, percorri com minha língua, enfiei minha língua entre as orelhas dela, senti o arrepio, busquei os lábios dela, beijei, meti minha língua entre os lábios, senti a boquinha dela se abrir, empurrei com gosto minha língua pra dentro. A língua quentinha e molhada dela veio me receber, e ficamos assim um tempão, enquanto lá embaixo das costas dela minhas mãos continuavam massageando a bunda, abrindo as nádegas, esticando a calcinha fio dental, fuçando a racha, dando tapas. Que vontade de foder essa puta.
– Deus, mamãe, que beijo gostoso, sua boquinha tem um sabor tão bom.
– Você também, filhinho, dá pra ver que tem experiência, adoro como você faz suave e não fica impaciente.
– Mas olha que eu tô impaciente sim, olha aqui embaixo, tenho Mais uma coisa pra você.
Vi os olhos dela começarem a descer. Minha pica tava querendo estourar minha bermuda.
— Tira minha camiseta. — Falei. E ela fez. Minha mãe no vestido dela. Eu com o peito nu, e lá embaixo minha bermuda esticada.
— Tira logo essa bermuda.
Mamãe se inclinou. Enfiou as mãos nas laterais da minha bermuda e foi tirando ela devagar. Nesse vai e vem, claro que a cara dela encostou na minha cueca, claro que sentiu a dureza da minha pica, claro que sentiu meu cheiro de macho precisando da buceta dela. Senti e ouvi o beijo que ela deu por cima da minha cueca. Ela ergueu os olhos, viu que eu tava olhando, sorriu e passou a língua por cima da cueca. A putinha sorriu de novo. O filho dela era completamente dela. A língua dela começou a percorrer a parte de dentro das minhas pernas, chegando na base das minhas bolas, pressionou com a língua que afundou entre minhas bolas por cima do tecido.
Levantei minha perna e apoiei o pé na parede. A língua da mamãe percorria ela. Tirei minhas bolas pra fora. Um instante depois, mamãe engoliu elas com a boquinha dela. Deus, que delícia! Ela puxou, chupou. Meus sucos começaram a molhar minha cueca. Ela rastejou com os lábios pela minha outra perna. Voltou pras minhas bolas. — Aaaaiii, mamãe, como você faz bem, dá pra ver que é uma expert. Me inclinei pra ela. — Agora chupa minha pica. Ela me olhou com aquele sorriso de putinha. Mordeu minha cueca e começou a puxar pra baixo. Minha pica pulou pra fora. Ela aproximou a boca, ergueu os olhos, esticou a língua, passou na minha cabeça, enquanto as mãos terminavam de tirar minha cueca.
Vi como meus sucos grudaram na língua dela. A língua dela percorreu minha pica. A boquinha dela se abriu e capturou minha cabeça, apertou os lábios enquanto me olhava. Continuou apertando os lábios e começou a devorar minha pica. Senti a sucção, senti a pressão, senti a língua dela se mexendo. Ela tirava, colocava de novo. Fez isso umas duas vezes. Eu não aguentei mais e bombei. Minha pica foi até o fundo. Segurei o rosto da mamãe. Me virei e voltei. bombando. Vi como a maçã do rosto dela se esticava. Tirei de novo e meti de novo. Sentia a língua dela brincando. Não aguentava mais. Sentia que ia gozar. Queria ter visto meu gozo na boca daquela puta, mas me segurei. Tirei. Sussurrei no ouvido dela: — agora quero lamber sua buceta. Me afastei e vi um fio dos meus sucos, tipo um cordão umbilical, ligando a boca da mamãe ao meu pau. Rompi aquele fio com meus lábios enquanto beijava ela, enfiava a língua e chupava os lábios dela.
— Vamos pro sofá, ali vou chupar sua buceta.
Peguei na mão dela e levei pra sala. Eu completamente pelado, ela toda vestida. Aquela imagem se refletiu no espelho e, por Deus, me deu uma nova tesão. Empurrei ela pro sofá, fiz ela deitar enquanto levantava as pernas dela, puxei o vestido pra cima, abri as pernas dela e apoiei nos braços laterais. Toquei na calcinha de renda que tampava a boceta dela. Afastei. Ajoelhei no chão, vi que meu pau ficou na altura da buceta dela. Que vontade de meter. Mas não, enfiei a cabeça, a buceta dela tinha um pelo macio, tava dilatada, passei a língua, ouvi um aaaahhh. E aí parei pra lamber.
Percorri aquela boceta de baixo pra cima, de cima pra baixo. Sentia o cheiro de mulher dela penetrante, saboreava os sucos de puta no cio e penetrava ela com a língua. De vez em quando, descia mais a língua e dava uma lambida rápida na bunda dela, pensando que ela ia reclamar. Voltava pra buceta dela, ficava enfiado ali, de novo a língua brincando de baixo pra cima, de cima pra baixo, e numa dessas passava dando uma lambida no cu dela. Fiz isso várias vezes até parar pra lamber a bunda dela uma e outra vez. Ouvia um — aaaahhh, mmmmm, continua filho, continua, que gostoso que você faz. Que delícia que você faz, filho, e também quero ver.
Ela baixou as pernas, tirou o vestido, eu terminei de tirar a calcinha de renda que usou e ficou nua na minha frente. Deitei ela de novo, me inclinei sobre a cintura dela e parei mais um tempo pra lamber a buceta e chupar o cu dela. Aí me endireitei, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros.
– Agora sim, mamãe, vou te comer como você merece.
– Oooh sim, filho, faz isso, me dá o que eu mereço, me come de uma vez.
A mão dela pegou meu pau, bateu uma e guiou até a porta dela. Eu esfreguei na buceta dela várias vezes, também esfreguei no cu dela, deixando ali por um instante, olhando desafiador e dizendo: – também vou te comer pelo cu, mamãe. Ela sorriu. Puxou meu pau pra dentro da buceta dela. Eu senti a entrada e soltei a estocada. – Ooooooh. Mamãe gemeu. Eu comecei a bombar enquanto beijava os lábios dela. Nossas línguas se chupavam e minha cintura se movia ritmadamente pra dentro e pra fora.
Depois juntei as pernas dela, deitei elas pro lado e continuei comendo ela com dedicação. Uns instantes depois, falei: – agora quero você de quatro. Nos separamos, a putinha obediente se virou e ficou de quatro no sofá. O cu dela ficou na minha frente. Eu peguei as nádegas dela com as mãos, coloquei um dos meus pés no sofá, abri o cu dela e soltei meu pau. Depois de um tempo, abaixei o pé e me ajeitei na frente do cu dela. Peguei os braços dela e puxei pra mim, enquanto bombava rápido. Depois de um tempo, soltei os braços dela e coloquei as mãos nas laterais da cintura dela. Continuei bombando gostoso. Bombava com a cintura e com as mãos puxava e empurrava ela. Dava tapinhas nas nádegas gostosas dela. Depois de um tempo, senti que ia gozar e falei:
– Mamãe, já tô sentindo que vou acabar.
– Vai, filho, vai, me come forte e me dá todo seu leite.
– Vou te dar tudo, mamãe, mas no seu cu, se prepara.
Tirei meu pau da buceta dela e apontei pro cu dela. Pressionei. Deixei um instante meus fluidos lubrificarem. Comecei a empurrar com força, mas devagar. Sentia meus fluidos saindo da uretra. Não sabia Quanto tempo esperar pra meus sucos fazerem o trabalho deles. Continuei empurrando. Minha glande desapareceu. Continuei empurrando. – Aaaaiii. Os gritos da mamãe chegavam até mim. – Aaaaaiii. Meu pau continuava entrando aos poucos. Já tinha entrado quase até a metade. Parei. Dei um tapinha na bunda dela, abri, dei outro tapa. Passei a mão suavemente pelas costas dela, comecei a pressionar os trapézios dela, tentando uma massagem meio porca. Só queria que o tempo passasse, meus sucos lubrificassem mais fundo no cu dela e meu pau se acomodasse. Queria enfiar tudo de uma vez. Me movi pra trás pra minha glande aparecer do cu dela, aí empurrei de novo pra dentro, devagar mas firme. Tirei de novo e meti de novo. Esperei mais um pouco enquanto me distraía dando tapinhas na bunda dela, enfiar a mão na barriga dela, brincar com a buceta dela, subi pra apertar os peitos dela, amassar, beliscar os bicos, e passar a mão de baixo pra cima e vice-versa.
De novo tirei meu pau e de novo enfiei. Senti que dessa vez entrou mais macio. Continuei entrando e saindo. Que gostoso o cu da minha mãe. Ver meu pau enfiado no cu dela me deu uma vontade inevitável de gozar. Então decidi fazer isso. Agarrado no cu dela, subi no sofá, enrolei mechas do cabelo dela nas minhas mãos e comecei a meter nela rápido, com força, com intensidade, batendo na bunda dela, enquanto puxava a cabeça dela pra mim.
Mamãe gemia, gritava, tremia. O filho dela tava prestes a gozar na bunda dela. E foi o que fiz. O prazer era intenso, senti a erupção lá dentro, a sensação do líquido grosso passando pela minha uretra e escapando da minha glande, me movi mais algumas vezes e tirei. Enquanto abri a bunda dela, vi meu sêmen escorrendo na racha do cu dela. Juntei a bunda dela pressionando meu pau com ela e continuei me masturbando como nunca tinha me masturbado, entre a bunda e o cu da minha mãe. – Ooooohhh Deus. E pensei que na semana santa a carne tava proibida.
Um tempo depois, a gente descansava deitado no sofá, eu acariciando o cabelo dela, ela acariciando meu pau. Acordei uma hora depois. Uma sensação de frio me percorreu. Vi minha mãe do mesmo jeito, tremendo e encolhida de frio. Senti vontade de comer ela de novo e como meu pau reagia ao desejo. Fui pegar um cobertor e cobri ela, fui tomar banho. Outro dia eu comeria ela de novo. Por hoje, tinha que guardar energia. Tinha combinado de me encontrar com um cara e isso seria daqui a algumas horas.
Faz exatamente um mês, depois de tomar banho, me vesti com uma calça jeans azul justa e um moletom amarelo mais justo ainda, que se moldava bem ao meu corpo. Ia sair para me distrair, conhecer alguma mina ou algum cara, tanto faz. Me despedi da minha mãe, que ficou me olhando com um jeito provocante e disse: — Nossa, filho, tomara que não te assaltem. E enquanto se despedia e me dava um beijinho, passou a mão de leve no meu peitoral. — Nossa, mãe, que delícia. E enquanto sentia um arrepio elétrico percorrer meu corpo inteiro, fui até a porta e saí.
Uns dias atrás, aconteceu algo parecido. Procurei minha mãe para me despedir e parei para conversar rapidinho com ela. Ela comentou que ia ao mercado, comprar algo para o almoço. — Então volta ao meio-dia, falou. Me beijou suave com a parte de dentro dos lábios, enquanto a mão dela deslizava pela parte de fora do meu braço. Senti a umidade morna da boca dela e escutei com atenção o que ela disse: — Nossa, filho, mas que peludo você é, isso eu não tinha notado. — Por que você diz isso? Perguntei. — É que estou sentindo os pelos do seu braço. Então estendi o braço na frente dela, que passou a mão de novo, dando uns beliscões leves por todo o trajeto. — Ai, mãe, falei, enquanto meu corpo dava um solavanco, deixando claro que os beliscões estavam me arrepiando. De novo, desapareci atrás da porta da rua enquanto ela sorria.
Na quarta-feira santa, aconteceu a mesma coisa e mais um pouco. O calor nos fez vestir roupas mais leves. Então, naquele dia, coloquei uma bermuda branca e uma camiseta azul clara daquelas que mostram os ombros e, se você não ajeitar direito, ou se alguém te olhar de lado, até o peitoral e os biquinhos. Minha mãe, por sua vez, vestiu um vestido escuro decotado que chegava um pouquinho acima dos joelhos e que na parte de cima apertava direitinho, insinuando e destacando o volume dos peitos dela.
Lá pelas dez, a gente se encontrou na cozinha e começou a conversar, os dois de pé, ela apoiada sobre a mesa no centro da cozinha, eu encostado na lateral da cozinha que grudava na parede. Comentamos as notícias estranhas do dia, fofocamos sobre o que rolava com os vizinhos, eu não parei de notar a insistência no olhar da minha mãe, me encarando os peitorais. Então, meio disfarçado, fui me observando, até que percebi que um dos meus mamilos estava aparecendo.
Isso despertou minha curiosidade na mamãe. Não parei de me perguntar por que aquela insistência no olhar dela ou será que eu estava enganado. Com a desculpa de espantar uma mosca, me aproximei dela de um jeito que, em vez de meio metro, ficamos ao alcance das nossas mãos. Continuamos conversando sobre coisas por mais um tempo, até que escapou da minha mãe: — Ai, filho, sério, como você tá peludinho. Claro, ou seja, sim, chamava a atenção dela não só meus peitorais, meu mamilo aparecendo, mas também minha pelugem. — Já vi que você curte a pelugem, hein mamãe. — Ai, sim, filho, é que seu pai não era assim, ele não era muito peludo, digamos, já você. Vi a mão dela se estender na minha direção. A mão dela tocou o centro do meu peito, senti os dedos dela arranharem de leve, puxarem um por um dos meus pelos, juntá-los fazendo um montinho de pelos e puxá-los de novo. — Ai, mamãe, não vai arrancar eles. — Não vai me dizer que doeu? — Um pouquinho, falei, mas é gostoso.
Então senti a mão dela avançar até que um dos dedos dela parou no meu mamilo, começando a amassá-lo. — Mmmmmm. — Puxa, vejo que você gosta. — É que você faz gostoso. Ela remexeu entre meus pelos até deixar meu mamilo descoberto, beliscou ele. Eu grunhi e soltei um oooohhhh. — Puxa, você curte mesmo. Então falei: — Pega meus dois mamilos e belisca eles de leve ao mesmo tempo. Obediente, mamãe enfiou as duas mãos dentro das mangas da minha camiseta, primeiro amassou meus peitorais e depois foi procurando meus mamilos até fazer o que pedi. — Deus, falei, que delícia! Sabe o que eu também gosto? — O quê, filho? Fala. — Que você lamba chupetin. Mamãe, não precisou ouvir duas vezes. A boquinha dela pousou num dos meus mamilos e começou um chupão e uma mordiscada dos sonhos. – Ai, mamãe, como você sabe fazer bem. Enquanto via ela fazer, pensava no tesão da situação e na puta que, sem dúvida, minha mãe era. Será que ela se atreveria a chupar o que eu pedisse? E é que depois de uns minutos dessa sessão, meu pau tava estourando lá embaixo da bermuda.
Eu também estendi as mãos nas costas da minha mãe, comecei a percorrer do pescoço até a bunda. Ela continuava chupando meus peitos, eu de vez em quando dava uns tapas na bunda dela, esticava por baixo do pano, e batia de novo, enquanto por cima do vestido eu enfiava os dedos ao longo da racha definida entre as nádegas dela, onde sentia sumir o tecido da calcinha fio dental. Mamãe não dizia nada e eu pensava: – então a puta tá no cio. Subia minhas mãos e massageava o pescoço dela, beliscava de leve os lóbulos das orelhas. – Ai, mamãe, que vontade de te foder. Sentia meu líquido seminal escorrendo pela uretra, daqui a pouco ia molhar minha cueca. Mamãe devia provar.
Mamãe parou de chupar meus mamilos, levantou o rosto. Eu olhei direto nos olhos dela e falei: – Mamãe, que boquinha mais deliciosa. Puxei ela pra mim, beijei o pescoço dela, percorri com minha língua, enfiei minha língua entre as orelhas dela, senti o arrepio, busquei os lábios dela, beijei, meti minha língua entre os lábios, senti a boquinha dela se abrir, empurrei com gosto minha língua pra dentro. A língua quentinha e molhada dela veio me receber, e ficamos assim um tempão, enquanto lá embaixo das costas dela minhas mãos continuavam massageando a bunda, abrindo as nádegas, esticando a calcinha fio dental, fuçando a racha, dando tapas. Que vontade de foder essa puta.
– Deus, mamãe, que beijo gostoso, sua boquinha tem um sabor tão bom.
– Você também, filhinho, dá pra ver que tem experiência, adoro como você faz suave e não fica impaciente.
– Mas olha que eu tô impaciente sim, olha aqui embaixo, tenho Mais uma coisa pra você.
Vi os olhos dela começarem a descer. Minha pica tava querendo estourar minha bermuda.
— Tira minha camiseta. — Falei. E ela fez. Minha mãe no vestido dela. Eu com o peito nu, e lá embaixo minha bermuda esticada.
— Tira logo essa bermuda.
Mamãe se inclinou. Enfiou as mãos nas laterais da minha bermuda e foi tirando ela devagar. Nesse vai e vem, claro que a cara dela encostou na minha cueca, claro que sentiu a dureza da minha pica, claro que sentiu meu cheiro de macho precisando da buceta dela. Senti e ouvi o beijo que ela deu por cima da minha cueca. Ela ergueu os olhos, viu que eu tava olhando, sorriu e passou a língua por cima da cueca. A putinha sorriu de novo. O filho dela era completamente dela. A língua dela começou a percorrer a parte de dentro das minhas pernas, chegando na base das minhas bolas, pressionou com a língua que afundou entre minhas bolas por cima do tecido.
Levantei minha perna e apoiei o pé na parede. A língua da mamãe percorria ela. Tirei minhas bolas pra fora. Um instante depois, mamãe engoliu elas com a boquinha dela. Deus, que delícia! Ela puxou, chupou. Meus sucos começaram a molhar minha cueca. Ela rastejou com os lábios pela minha outra perna. Voltou pras minhas bolas. — Aaaaiii, mamãe, como você faz bem, dá pra ver que é uma expert. Me inclinei pra ela. — Agora chupa minha pica. Ela me olhou com aquele sorriso de putinha. Mordeu minha cueca e começou a puxar pra baixo. Minha pica pulou pra fora. Ela aproximou a boca, ergueu os olhos, esticou a língua, passou na minha cabeça, enquanto as mãos terminavam de tirar minha cueca.
Vi como meus sucos grudaram na língua dela. A língua dela percorreu minha pica. A boquinha dela se abriu e capturou minha cabeça, apertou os lábios enquanto me olhava. Continuou apertando os lábios e começou a devorar minha pica. Senti a sucção, senti a pressão, senti a língua dela se mexendo. Ela tirava, colocava de novo. Fez isso umas duas vezes. Eu não aguentei mais e bombei. Minha pica foi até o fundo. Segurei o rosto da mamãe. Me virei e voltei. bombando. Vi como a maçã do rosto dela se esticava. Tirei de novo e meti de novo. Sentia a língua dela brincando. Não aguentava mais. Sentia que ia gozar. Queria ter visto meu gozo na boca daquela puta, mas me segurei. Tirei. Sussurrei no ouvido dela: — agora quero lamber sua buceta. Me afastei e vi um fio dos meus sucos, tipo um cordão umbilical, ligando a boca da mamãe ao meu pau. Rompi aquele fio com meus lábios enquanto beijava ela, enfiava a língua e chupava os lábios dela.
— Vamos pro sofá, ali vou chupar sua buceta.
Peguei na mão dela e levei pra sala. Eu completamente pelado, ela toda vestida. Aquela imagem se refletiu no espelho e, por Deus, me deu uma nova tesão. Empurrei ela pro sofá, fiz ela deitar enquanto levantava as pernas dela, puxei o vestido pra cima, abri as pernas dela e apoiei nos braços laterais. Toquei na calcinha de renda que tampava a boceta dela. Afastei. Ajoelhei no chão, vi que meu pau ficou na altura da buceta dela. Que vontade de meter. Mas não, enfiei a cabeça, a buceta dela tinha um pelo macio, tava dilatada, passei a língua, ouvi um aaaahhh. E aí parei pra lamber.
Percorri aquela boceta de baixo pra cima, de cima pra baixo. Sentia o cheiro de mulher dela penetrante, saboreava os sucos de puta no cio e penetrava ela com a língua. De vez em quando, descia mais a língua e dava uma lambida rápida na bunda dela, pensando que ela ia reclamar. Voltava pra buceta dela, ficava enfiado ali, de novo a língua brincando de baixo pra cima, de cima pra baixo, e numa dessas passava dando uma lambida no cu dela. Fiz isso várias vezes até parar pra lamber a bunda dela uma e outra vez. Ouvia um — aaaahhh, mmmmm, continua filho, continua, que gostoso que você faz. Que delícia que você faz, filho, e também quero ver.
Ela baixou as pernas, tirou o vestido, eu terminei de tirar a calcinha de renda que usou e ficou nua na minha frente. Deitei ela de novo, me inclinei sobre a cintura dela e parei mais um tempo pra lamber a buceta e chupar o cu dela. Aí me endireitei, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros.
– Agora sim, mamãe, vou te comer como você merece.
– Oooh sim, filho, faz isso, me dá o que eu mereço, me come de uma vez.
A mão dela pegou meu pau, bateu uma e guiou até a porta dela. Eu esfreguei na buceta dela várias vezes, também esfreguei no cu dela, deixando ali por um instante, olhando desafiador e dizendo: – também vou te comer pelo cu, mamãe. Ela sorriu. Puxou meu pau pra dentro da buceta dela. Eu senti a entrada e soltei a estocada. – Ooooooh. Mamãe gemeu. Eu comecei a bombar enquanto beijava os lábios dela. Nossas línguas se chupavam e minha cintura se movia ritmadamente pra dentro e pra fora.
Depois juntei as pernas dela, deitei elas pro lado e continuei comendo ela com dedicação. Uns instantes depois, falei: – agora quero você de quatro. Nos separamos, a putinha obediente se virou e ficou de quatro no sofá. O cu dela ficou na minha frente. Eu peguei as nádegas dela com as mãos, coloquei um dos meus pés no sofá, abri o cu dela e soltei meu pau. Depois de um tempo, abaixei o pé e me ajeitei na frente do cu dela. Peguei os braços dela e puxei pra mim, enquanto bombava rápido. Depois de um tempo, soltei os braços dela e coloquei as mãos nas laterais da cintura dela. Continuei bombando gostoso. Bombava com a cintura e com as mãos puxava e empurrava ela. Dava tapinhas nas nádegas gostosas dela. Depois de um tempo, senti que ia gozar e falei:
– Mamãe, já tô sentindo que vou acabar.
– Vai, filho, vai, me come forte e me dá todo seu leite.
– Vou te dar tudo, mamãe, mas no seu cu, se prepara.
Tirei meu pau da buceta dela e apontei pro cu dela. Pressionei. Deixei um instante meus fluidos lubrificarem. Comecei a empurrar com força, mas devagar. Sentia meus fluidos saindo da uretra. Não sabia Quanto tempo esperar pra meus sucos fazerem o trabalho deles. Continuei empurrando. Minha glande desapareceu. Continuei empurrando. – Aaaaiii. Os gritos da mamãe chegavam até mim. – Aaaaaiii. Meu pau continuava entrando aos poucos. Já tinha entrado quase até a metade. Parei. Dei um tapinha na bunda dela, abri, dei outro tapa. Passei a mão suavemente pelas costas dela, comecei a pressionar os trapézios dela, tentando uma massagem meio porca. Só queria que o tempo passasse, meus sucos lubrificassem mais fundo no cu dela e meu pau se acomodasse. Queria enfiar tudo de uma vez. Me movi pra trás pra minha glande aparecer do cu dela, aí empurrei de novo pra dentro, devagar mas firme. Tirei de novo e meti de novo. Esperei mais um pouco enquanto me distraía dando tapinhas na bunda dela, enfiar a mão na barriga dela, brincar com a buceta dela, subi pra apertar os peitos dela, amassar, beliscar os bicos, e passar a mão de baixo pra cima e vice-versa.
De novo tirei meu pau e de novo enfiei. Senti que dessa vez entrou mais macio. Continuei entrando e saindo. Que gostoso o cu da minha mãe. Ver meu pau enfiado no cu dela me deu uma vontade inevitável de gozar. Então decidi fazer isso. Agarrado no cu dela, subi no sofá, enrolei mechas do cabelo dela nas minhas mãos e comecei a meter nela rápido, com força, com intensidade, batendo na bunda dela, enquanto puxava a cabeça dela pra mim.
Mamãe gemia, gritava, tremia. O filho dela tava prestes a gozar na bunda dela. E foi o que fiz. O prazer era intenso, senti a erupção lá dentro, a sensação do líquido grosso passando pela minha uretra e escapando da minha glande, me movi mais algumas vezes e tirei. Enquanto abri a bunda dela, vi meu sêmen escorrendo na racha do cu dela. Juntei a bunda dela pressionando meu pau com ela e continuei me masturbando como nunca tinha me masturbado, entre a bunda e o cu da minha mãe. – Ooooohhh Deus. E pensei que na semana santa a carne tava proibida.
Um tempo depois, a gente descansava deitado no sofá, eu acariciando o cabelo dela, ela acariciando meu pau. Acordei uma hora depois. Uma sensação de frio me percorreu. Vi minha mãe do mesmo jeito, tremendo e encolhida de frio. Senti vontade de comer ela de novo e como meu pau reagia ao desejo. Fui pegar um cobertor e cobri ela, fui tomar banho. Outro dia eu comeria ela de novo. Por hoje, tinha que guardar energia. Tinha combinado de me encontrar com um cara e isso seria daqui a algumas horas.
11 comentários - Comendo a puta da minha mãe