Olá, poringas girls e poringas boys. Antes de começar com o relato, quero agradecer as mensagens de parabéns e sugestões que prometo que vou levar em conta para novos relatos. Agora sim, como diria o macaco Mario: "Partiuuu pra cima!!!!"
Pra quem não é de Buenos Aires, vou descrever um pouco a situação caótica dos transportes públicos por essas bandas. A cidade tá um caos, com 15 milhões de habitantes, e ainda tem que somar os milhares que, como eu e minha mulher, precisam entrar na cidade usando meios de transporte obsoletos e lotados. Fora a frota de carros que cresce sem controle ano após ano. Ah, e sem esquecer dos bloqueios de rua por causa de protestos... Tudo é uma verdadeira bagunça.
Eu e minha mulher pegamos o 60 pra voltar pra casa, que fica perto do shopping Unicenter, em Martinez. Quando subimos na Av. Callao, o busão já tava bem cheio. Conforme a gente ia andando, ele ia enchendo até o limite. O fato é que não sei onde entrou um cara, de terno bem arrumado, e se posicionou atrás dela. Eu tava meio distraído quando, de repente, vejo minha esposa meio estranha, com o rosto mostrando que algo anormal tava rolando. Quando viro a cabeça de leve, vejo o cara de terno encostado nela. Ela tava com uma saia preta não tão curta, quase batendo no joelho; uma blusa branca que deixava transparecer de leve o sutiã branco, sapatos de salto e o cabelo ondulado solto caindo sobre os ombros. Com sutileza, mas sem conseguir evitar, ela passava as mãos nos próprios peitos, num movimento quase imperceptível pros outros, menos pra mim, que já não perdia nenhum detalhe. Em poucos minutos, passei do espanto ao incômodo, mas não posso negar que de alguma forma a situação me excitava. A ereção do meu pau era impossível de esconder, parecia querer aparecer e participar de algum jeito. O busão corria rápido pela Av. Cabildo, desviando de carros, táxis e outros. Véi, as booties que se cruzavam. Os passageiros se moviam junto com o 60 e isso era aproveitado por esse cara e minha mulher, que já estava esfregando a boceta na bunda da minha esposa. No meio disso tudo, o babaca começa a acariciar as pernas torneadas da minha mulher enquanto ela morde o lábio inferior, tudo sempre sutil, só percebido por mim e pelo meu estado de excitação. Daí a pouco, vejo ela pegar a mão do estranho e levar até a virilha dela pra ele estimular delicadamente. De canto de olho, ela me observa, percebe que não tiro os olhos deles pra não perder nenhum detalhe e me dá um sorriso com a maior cara de puta. Sempre com o ônibus lotado, minha mulher começa a fazer movimentos pélvicos e a se mexer, sinal claro de que estava tendo um orgasmo. Já chegando no nosso destino, vejo que, como despedida, ela pega com força a rola do cara no jeans dele. Ao descer do ônibus, não trocamos uma palavra, um silêncio tenso tinha nos invadido. Entramos no prédio onde moramos, subimos no elevador e eu parei entre o 3º e o 4º andar; empurrei minha mulher contra a parede do elevador, levantei a saia dela, arranquei a calcinha molhada, tirei meu pau duro e ereto e penetrei ela com força.
- Então você gosta de ser apoiada, puta?! - perguntei com raiva e excitação.
- Ai!!! Vai fundo!!! Você adorou também!!! - ela respondeu com a voz entrecortada.
Minhas mãos seguravam a cintura dela enquanto ela deixava os peitos aparecerem, refletidos no espelho do elevador. Com brutalidade, eu estava comendo minha mulher e completando o trabalho que aquele estranho deixou pendente no ônibus. Pouco depois, os gritos da minha esposa, fruto da excitação e dos orgasmos dela, chamaram a atenção dos meus vizinhos curiosos. Com mais umas bombadas, joguei um jato de esperma quente dentro da buceta dela.
- Que puta gostosa você é! Agora a gente continua em casa... - falei ainda excitado, mas já normalizando o elevador.
Ao descer do Mesmo assim, a gente andou uns poucos metros até a entrada do apartamento e nesses passos curtos, o esperma escorrendo pelas pernas dela. Lá dentro, a gente continuou até bem tarde da noite, não tinha jeito de tirar aquele tesão.
Pra quem não é de Buenos Aires, vou descrever um pouco a situação caótica dos transportes públicos por essas bandas. A cidade tá um caos, com 15 milhões de habitantes, e ainda tem que somar os milhares que, como eu e minha mulher, precisam entrar na cidade usando meios de transporte obsoletos e lotados. Fora a frota de carros que cresce sem controle ano após ano. Ah, e sem esquecer dos bloqueios de rua por causa de protestos... Tudo é uma verdadeira bagunça.
Eu e minha mulher pegamos o 60 pra voltar pra casa, que fica perto do shopping Unicenter, em Martinez. Quando subimos na Av. Callao, o busão já tava bem cheio. Conforme a gente ia andando, ele ia enchendo até o limite. O fato é que não sei onde entrou um cara, de terno bem arrumado, e se posicionou atrás dela. Eu tava meio distraído quando, de repente, vejo minha esposa meio estranha, com o rosto mostrando que algo anormal tava rolando. Quando viro a cabeça de leve, vejo o cara de terno encostado nela. Ela tava com uma saia preta não tão curta, quase batendo no joelho; uma blusa branca que deixava transparecer de leve o sutiã branco, sapatos de salto e o cabelo ondulado solto caindo sobre os ombros. Com sutileza, mas sem conseguir evitar, ela passava as mãos nos próprios peitos, num movimento quase imperceptível pros outros, menos pra mim, que já não perdia nenhum detalhe. Em poucos minutos, passei do espanto ao incômodo, mas não posso negar que de alguma forma a situação me excitava. A ereção do meu pau era impossível de esconder, parecia querer aparecer e participar de algum jeito. O busão corria rápido pela Av. Cabildo, desviando de carros, táxis e outros. Véi, as booties que se cruzavam. Os passageiros se moviam junto com o 60 e isso era aproveitado por esse cara e minha mulher, que já estava esfregando a boceta na bunda da minha esposa. No meio disso tudo, o babaca começa a acariciar as pernas torneadas da minha mulher enquanto ela morde o lábio inferior, tudo sempre sutil, só percebido por mim e pelo meu estado de excitação. Daí a pouco, vejo ela pegar a mão do estranho e levar até a virilha dela pra ele estimular delicadamente. De canto de olho, ela me observa, percebe que não tiro os olhos deles pra não perder nenhum detalhe e me dá um sorriso com a maior cara de puta. Sempre com o ônibus lotado, minha mulher começa a fazer movimentos pélvicos e a se mexer, sinal claro de que estava tendo um orgasmo. Já chegando no nosso destino, vejo que, como despedida, ela pega com força a rola do cara no jeans dele. Ao descer do ônibus, não trocamos uma palavra, um silêncio tenso tinha nos invadido. Entramos no prédio onde moramos, subimos no elevador e eu parei entre o 3º e o 4º andar; empurrei minha mulher contra a parede do elevador, levantei a saia dela, arranquei a calcinha molhada, tirei meu pau duro e ereto e penetrei ela com força.
- Então você gosta de ser apoiada, puta?! - perguntei com raiva e excitação.
- Ai!!! Vai fundo!!! Você adorou também!!! - ela respondeu com a voz entrecortada.
Minhas mãos seguravam a cintura dela enquanto ela deixava os peitos aparecerem, refletidos no espelho do elevador. Com brutalidade, eu estava comendo minha mulher e completando o trabalho que aquele estranho deixou pendente no ônibus. Pouco depois, os gritos da minha esposa, fruto da excitação e dos orgasmos dela, chamaram a atenção dos meus vizinhos curiosos. Com mais umas bombadas, joguei um jato de esperma quente dentro da buceta dela.
- Que puta gostosa você é! Agora a gente continua em casa... - falei ainda excitado, mas já normalizando o elevador.
Ao descer do Mesmo assim, a gente andou uns poucos metros até a entrada do apartamento e nesses passos curtos, o esperma escorrendo pelas pernas dela. Lá dentro, a gente continuou até bem tarde da noite, não tinha jeito de tirar aquele tesão.
11 comentários - Minha esposa é apalpada no 60 na minha frente
no me quedaron puntos pero lo recomiendo y te sigo.
http://www.poringa.net/posts/videos/2294480/Debutando-con-unos-bailes-sexys.html
Recomendamos tu Post y a Favoritos.. 😉 $ $ Dejamos Puntos para Vos $ $ 🆒
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