Meu nome é Jorge, sou advogado e tenho 48 anos. Tô casado com a Marisa há 17 anos e temos uma filha de 18 anos. A gente tem uma vida financeira boa e até agora nada atrapalha nossa rotina.
Junto com meu melhor amigo da faculdade, o nome dele é Julio, a gente toca nosso próprio escritório de advocacia e somos muito bem-sucedidos.
O Julio tem 50 anos e desde que a gente se conheceu, no primeiro ano da faculdade, somos inseparáveis. Sempre estudamos juntos, nos formamos no mesmo dia e montamos o negócio juntos. Casamos no mesmo ano e até moramos no mesmo condomínio fechado nos arredores de Buenos Aires. Mas esse ano ele se divorciou, a esposa dele largou ele por outro cara e ele ficou sozinho, por isso ficou deprimido.
Como melhor amigo dele, não podia deixar de ajudar. Tava com ele quase o tempo todo, todo dia convidava ele pra jantar na minha casa e chamava ele pra qualquer evento familiar que dava. Isso não era problema nenhum porque toda a minha família conhecia ele, mas além disso, ele era o padrinho da minha filha, então era como se fosse da família.
Uma das minhas ideias pra levantar o ânimo dele foi fazer com que minha filha Matilda visitasse ele mais vezes e fizesse companhia. Como ela gostava muito dele, não teve problema nenhum com a minha proposta, então ela começou a visitar ele toda tarde depois da escola.
Com o tempo, o Julio mostrava um ânimo melhor, sempre dizia que graças à Matilda, agora se sentia muito melhor e me agradecia o tempo todo.
Uma tarde, decidi ir na casa do meu amigo, porque minha filha tava lá, pra curtir o dia com eles. Entrei na casa pela porta dos fundos e fui em direção à sala. Assim que entrei, fiquei paralisado, mas reagi a tempo e me escondi atrás da porta. Meu amigo de toda a vida, meu melhor amigo Julio, o padrinho da minha filha, tava pelado comendo, com toda força, a minha filha pequena. Ela tava deitada na mesa de barriga pra cima, enquanto ele tava em pé metendo com tudo, segurando as pernas da minha filhinha. Matilda gritava de prazer e pedia mais, dizia que adorava e que era dele.
Não podia acreditar no que via, estava chocado. Minha pequena filhinha estava gozando com um homem extremamente experiente de 50 anos. O contraste era enorme, Júlio é um homem de porte grande, mede mais de 1,80m, musculoso mas barrigudo e cheio de pelos grisalhos no corpo. Mas sem acreditar no que via, percebi que estava ficando excitado e logo tinha meu pau duro como um cacete. Por mais impressionante que a situação fosse, não me causava repulsa, Júlio era a pessoa em quem eu mais confiava e se eu fosse confiar minhas mulheres a alguém, era a ele que eu as confiaria.
Sem me fazer notar, fiquei observando e logo me encontrei de calças arriadas, me masturbando muito excitado com o que via. Então, de repente, Júlio levantou a vista e nossos olhares se cruzaram. Ele ficou paralisado, mas só por um instante, já que ao ver que eu estava me punhetando, continuou bombando minha filha. Enquanto a comia, me olhava fazendo caretas de prazer e metia ainda mais forte. Depois, tirou o pau da buceta da minha filhinha e fez ela chupá-lo, enquanto ele continuava me encarando. Mas não só isso, segurava a cabeça dela e comia a boca dela até o fundo, o que fazia Matilda engasgar, mas ela continuava chupando com muito prazer. Depois de um tempo, ele parou e disse:
- Então, bebezinha, tá preparada pra eu te comer esse cuzinho? Hoje acho que é o dia perfeito pra você deixar de ser virgem do cu. - disse Júlio pra minha filha, mas quando comentou sobre perder a virgindade, me olhou e sorriu.
Minha filha concordou com a cabeça e ela mesma se colocou de quatro, oferecendo a bundinha, bem pequena, pro meu amigo. Ele começou a lamber o ânus, ainda virgem, e depois começou a introduzir os dedos pra dilatá-lo. Isso era muito necessário, já que o pau do Júlio, embora de comprimento não fosse ruim, entre 18 e 19cm, se destacava principalmente pela grossura descomunal, uns 8cm de diâmetro. Depois de dilatado, lubrifico com vaselina com os dedos dele. Em seguida, ele se posicionou de um jeito que eu pudesse ver ele penetrar o cu da minha filhinha pela primeira vez.
Meu amigo pegou o pau dele, fez um gesto balançando como quem diz "não perde nada" e encostou no cu da minha filha. Me mostrando cada detalhe, começou a penetrar devagar. O cu estava rígido no começo, dava pra ver o nervosismo da Matilda, mas o Júlio tentava acalmar ela, mesmo que parecesse em vão. Com quase metade do pau do meu amigo dentro do retinho da minha filha, ela não aguentou mais a dor e desabou em choro. Reclamava da dor com gritos e pedia pro Júlio parar. Primeiro ele disse que a dor ia passar aos poucos, que ele ia ficar parado até passar, mas ela continuava com muita dor e não parava de chorar. Foi nesse momento que o Júlio me olhou meio sem saber, ele não sabia o que fazer, não queria machucar ela demais, mas ao mesmo tempo sabia que se esperasse mais um pouco, o cu ia ceder e relaxar pra dor virar prazer. Respondi de um jeito que nem eu esperava, me aproximei deles e fiquei na frente dela com meu pau bem na boca dela.
— Não se preocupa, minha filhinha, o papai tá aqui, tudo vai ficar bem. — falei.
Ela devagar levantou a vista e me olhou com os olhinhos cheios de lágrima.
— Tá doendo muito. — disse ela choramingando.
— O papai tá aqui. — repeti baixinho, enquanto acariciava a cabeça dela.
Ela me olhou de novo, secou as lágrimas e começou a chupar meu pau, mudando totalmente o estado de espírito dela. Mas além disso, ela levantou a bundinha e relaxou o cu, então o Júlio continuou penetrando ela, agora com menos resistência. Depois o pau dele chegou até o fundo, tudo dentro dela, então aos poucos o Júlio começou a bombar devagar e depois mais rápido. Aí ele me disse:
— Jorge, quero que você veja isso. — falou apontando pro pau dele penetrando o cu da minha filha.
Era uma imagem Impressionante, o pau de 8cm de diâmetro dele se movia atravessando o esfínter anal que se encaixava na forma do tamanho enorme de carne do meu amigo. Então o Júlio tirou o pau completamente e me mostrou como o que estava fechadinho agora era um grande buraco. Quando ele meteu de novo, enfiou tudo sem parar, sem resistência, depois tirou outra vez e repetiu a mesma coisa enquanto eu olhava. Isso fez com que eu não conseguisse segurar minha excitação, estava prestes a gozar na boca da minha filha e por um segundo pensei em tirar meu pau da boca dela, mas já era tarde. Agarrei com força a cabeça da minha filha com as duas mãos e comi a boca dela como um desesperado, enfiando quase todo meu pau de 21cm de comprimento e 5cm de diâmetro, até descarregar toda minha porra na garganta dela. A Matilda continuou chupando até meu pau ficar mole dentro da boca dela, extraindo até a última gota do meu esperma. Um minuto depois, o Júlio tirou o pau do cu e colocou na boca dela, que parecia não entrar. Ela chupou até receber o esperma dele dentro da boca, do qual se alimentou, como tinha feito com o meu.
Um momento depois, minha tesão já tinha passado, e então um sentimento de culpa, remorso, vergonha e muitos outros me invadiram. Minha cara mudou de repente e minha filha, percebendo, me disse:
- Não se preocupa, papi, não vai dar em nada, aqui está sua filhinha e vai te ajudar. Eu gostei muito. - ela disse sorrindo.
Isso me acalmou.
Desde aquele dia, eu transo com minha filha, tanto acompanhado pelo Júlio quanto sem ele. Conversando com o Júlio, ele confessou que ela o seduziu para que ele fosse o homem que a desvirginasse.
Junto com meu melhor amigo da faculdade, o nome dele é Julio, a gente toca nosso próprio escritório de advocacia e somos muito bem-sucedidos.
O Julio tem 50 anos e desde que a gente se conheceu, no primeiro ano da faculdade, somos inseparáveis. Sempre estudamos juntos, nos formamos no mesmo dia e montamos o negócio juntos. Casamos no mesmo ano e até moramos no mesmo condomínio fechado nos arredores de Buenos Aires. Mas esse ano ele se divorciou, a esposa dele largou ele por outro cara e ele ficou sozinho, por isso ficou deprimido.
Como melhor amigo dele, não podia deixar de ajudar. Tava com ele quase o tempo todo, todo dia convidava ele pra jantar na minha casa e chamava ele pra qualquer evento familiar que dava. Isso não era problema nenhum porque toda a minha família conhecia ele, mas além disso, ele era o padrinho da minha filha, então era como se fosse da família.
Uma das minhas ideias pra levantar o ânimo dele foi fazer com que minha filha Matilda visitasse ele mais vezes e fizesse companhia. Como ela gostava muito dele, não teve problema nenhum com a minha proposta, então ela começou a visitar ele toda tarde depois da escola.
Com o tempo, o Julio mostrava um ânimo melhor, sempre dizia que graças à Matilda, agora se sentia muito melhor e me agradecia o tempo todo.
Uma tarde, decidi ir na casa do meu amigo, porque minha filha tava lá, pra curtir o dia com eles. Entrei na casa pela porta dos fundos e fui em direção à sala. Assim que entrei, fiquei paralisado, mas reagi a tempo e me escondi atrás da porta. Meu amigo de toda a vida, meu melhor amigo Julio, o padrinho da minha filha, tava pelado comendo, com toda força, a minha filha pequena. Ela tava deitada na mesa de barriga pra cima, enquanto ele tava em pé metendo com tudo, segurando as pernas da minha filhinha. Matilda gritava de prazer e pedia mais, dizia que adorava e que era dele.
Não podia acreditar no que via, estava chocado. Minha pequena filhinha estava gozando com um homem extremamente experiente de 50 anos. O contraste era enorme, Júlio é um homem de porte grande, mede mais de 1,80m, musculoso mas barrigudo e cheio de pelos grisalhos no corpo. Mas sem acreditar no que via, percebi que estava ficando excitado e logo tinha meu pau duro como um cacete. Por mais impressionante que a situação fosse, não me causava repulsa, Júlio era a pessoa em quem eu mais confiava e se eu fosse confiar minhas mulheres a alguém, era a ele que eu as confiaria.
Sem me fazer notar, fiquei observando e logo me encontrei de calças arriadas, me masturbando muito excitado com o que via. Então, de repente, Júlio levantou a vista e nossos olhares se cruzaram. Ele ficou paralisado, mas só por um instante, já que ao ver que eu estava me punhetando, continuou bombando minha filha. Enquanto a comia, me olhava fazendo caretas de prazer e metia ainda mais forte. Depois, tirou o pau da buceta da minha filhinha e fez ela chupá-lo, enquanto ele continuava me encarando. Mas não só isso, segurava a cabeça dela e comia a boca dela até o fundo, o que fazia Matilda engasgar, mas ela continuava chupando com muito prazer. Depois de um tempo, ele parou e disse:
- Então, bebezinha, tá preparada pra eu te comer esse cuzinho? Hoje acho que é o dia perfeito pra você deixar de ser virgem do cu. - disse Júlio pra minha filha, mas quando comentou sobre perder a virgindade, me olhou e sorriu.
Minha filha concordou com a cabeça e ela mesma se colocou de quatro, oferecendo a bundinha, bem pequena, pro meu amigo. Ele começou a lamber o ânus, ainda virgem, e depois começou a introduzir os dedos pra dilatá-lo. Isso era muito necessário, já que o pau do Júlio, embora de comprimento não fosse ruim, entre 18 e 19cm, se destacava principalmente pela grossura descomunal, uns 8cm de diâmetro. Depois de dilatado, lubrifico com vaselina com os dedos dele. Em seguida, ele se posicionou de um jeito que eu pudesse ver ele penetrar o cu da minha filhinha pela primeira vez.
Meu amigo pegou o pau dele, fez um gesto balançando como quem diz "não perde nada" e encostou no cu da minha filha. Me mostrando cada detalhe, começou a penetrar devagar. O cu estava rígido no começo, dava pra ver o nervosismo da Matilda, mas o Júlio tentava acalmar ela, mesmo que parecesse em vão. Com quase metade do pau do meu amigo dentro do retinho da minha filha, ela não aguentou mais a dor e desabou em choro. Reclamava da dor com gritos e pedia pro Júlio parar. Primeiro ele disse que a dor ia passar aos poucos, que ele ia ficar parado até passar, mas ela continuava com muita dor e não parava de chorar. Foi nesse momento que o Júlio me olhou meio sem saber, ele não sabia o que fazer, não queria machucar ela demais, mas ao mesmo tempo sabia que se esperasse mais um pouco, o cu ia ceder e relaxar pra dor virar prazer. Respondi de um jeito que nem eu esperava, me aproximei deles e fiquei na frente dela com meu pau bem na boca dela.
— Não se preocupa, minha filhinha, o papai tá aqui, tudo vai ficar bem. — falei.
Ela devagar levantou a vista e me olhou com os olhinhos cheios de lágrima.
— Tá doendo muito. — disse ela choramingando.
— O papai tá aqui. — repeti baixinho, enquanto acariciava a cabeça dela.
Ela me olhou de novo, secou as lágrimas e começou a chupar meu pau, mudando totalmente o estado de espírito dela. Mas além disso, ela levantou a bundinha e relaxou o cu, então o Júlio continuou penetrando ela, agora com menos resistência. Depois o pau dele chegou até o fundo, tudo dentro dela, então aos poucos o Júlio começou a bombar devagar e depois mais rápido. Aí ele me disse:
— Jorge, quero que você veja isso. — falou apontando pro pau dele penetrando o cu da minha filha.
Era uma imagem Impressionante, o pau de 8cm de diâmetro dele se movia atravessando o esfínter anal que se encaixava na forma do tamanho enorme de carne do meu amigo. Então o Júlio tirou o pau completamente e me mostrou como o que estava fechadinho agora era um grande buraco. Quando ele meteu de novo, enfiou tudo sem parar, sem resistência, depois tirou outra vez e repetiu a mesma coisa enquanto eu olhava. Isso fez com que eu não conseguisse segurar minha excitação, estava prestes a gozar na boca da minha filha e por um segundo pensei em tirar meu pau da boca dela, mas já era tarde. Agarrei com força a cabeça da minha filha com as duas mãos e comi a boca dela como um desesperado, enfiando quase todo meu pau de 21cm de comprimento e 5cm de diâmetro, até descarregar toda minha porra na garganta dela. A Matilda continuou chupando até meu pau ficar mole dentro da boca dela, extraindo até a última gota do meu esperma. Um minuto depois, o Júlio tirou o pau do cu e colocou na boca dela, que parecia não entrar. Ela chupou até receber o esperma dele dentro da boca, do qual se alimentou, como tinha feito com o meu.
Um momento depois, minha tesão já tinha passado, e então um sentimento de culpa, remorso, vergonha e muitos outros me invadiram. Minha cara mudou de repente e minha filha, percebendo, me disse:
- Não se preocupa, papi, não vai dar em nada, aqui está sua filhinha e vai te ajudar. Eu gostei muito. - ela disse sorrindo.
Isso me acalmou.
Desde aquele dia, eu transo com minha filha, tanto acompanhado pelo Júlio quanto sem ele. Conversando com o Júlio, ele confessou que ela o seduziu para que ele fosse o homem que a desvirginasse.
6 comentários - papa miraba mientras su amigo la desvirgaba