Fala, galera do Poringa! Esse vai ser meu segundo post. Quero que saibam que o que escrevo é verdadeiro; mais pra frente vou postar uns relatos épicos de umas pegadas que nunca rolaram, mas esse aqui é real.
Isso aconteceu uns meses atrás.
Desde sempre, sempre curti mulheres mais velhas que eu, desde que se cuidem bem. Foi o que rolou comigo. Umas casas pra lá de onde eu moro tem uma mercearia pequena onde vou fazer a compra toda semana. A dona da loja tem uns 35 anos. A mulher é branca, tem um porte elegante e, graças à zumba e ao yoga, mantém um corpão. Tem uma carinha de gatinha que me atrai pra caralho. Ela é casada — ou era casada — e tem dois filhos, de uns 5 e 3 anos.
Já moro aqui há mais de 2 anos e sempre vou na mesma loja, então comecei a puxar papo com a dona, que vou chamar de Karen. Na primeira vez que vi ela, fiquei besta olhando pra aquele rabão bem desenhado enquanto ela conferia os preços dos produtos na parte de baixo do balcão. A bunda dela formava um coração perfeito. Fiquei vidrado naquela bunda enorme e redonda, e parece que ela percebeu. Resumo: desde aquele dia, só ia comprar pra ver a Karen.
Um dia, comecei a conversar com ela e tentar seduzir de um jeito bem sutil, e a mulher parece que aceitou. Num dia qualquer, fui fazer a compra e notei uns gritos de briga vindo do depósito da loja. Logo depois, vi um cara gordo, uns 45 anos, saindo de lá soltando praga pra todo lado. Espiei o depósito e ela estava com os olhos cheios d'água. Cheguei perto e, como já tinha uma certa intimidade, ela me disse que aquele era o marido dela, o pai dos filhos, e que estavam discutindo os termos do divórcio. Parece que ele queria tirar as crianças dela.
Minha mente começou a criar umas fantasias de transar com a Karen. Resumo: cada dia que passava, eu ficava mais... tesão e, mesmo comendo toda mina que se deixava, eu tava obcecado em comer a Karen. Um dia eu falei pra ela e ela me disse:
- Guillermo, você é muito novo, deve ter um monte de garotas da sua idade que dariam tudo pra ficar com você.
- Essas meninas não me interessam, com elas é perda de tempo. Eu gosto de mulheres que sabem o que querem e não ficam enrolando.
- Que coisas você diz, rapaz.
- Me diz, por acaso eu pareço um rapaz? Eu já sou um homem e você sabe disso.
- Mesmo que fosse, não quero dar motivo pro meu ex-marido brigar pela guarda dos meus filhos. Se você quer tentar alguma coisa, espera o divórcio acabar.
- Sabe que por você eu faria qualquer coisa, mas não me pede pra esperar, porque eu tô muito tarado. Pelo menos me dá uma provinha.
Enquanto eu falava isso, eu apertava ela contra mim pra sentir meu pau completamente duro dentro da calça. Ela suspirava e suava de tão excitada que tava, e se virou e começou a me beijar. Eu já tava muito ansioso pra enfiar meu pau naquela buceta, mas ela não deixou. Ela só me fez a melhor punheta da minha vida, e quando eu gozei, jorros poderosos de porra saíram de mim. Dava pra ver a cara de surpresa dela ao ver minha potência.
Toda vez que eu olhava pra ela, ficava a mil e tinha que arrumar alguém pra aliviar a vontade.
Faz um mês que ela terminou o divórcio e me disse pra esperar uns dias porque tinha uma surpresa preparada pra mim. Eu fiquei empolgado e só quis guardar energia pra meter com tudo que tinha. Quando chegou o fim de semana, ela me ligou e disse que o agora ex-marido dela ia passar pra buscar os filhos, porque tinham combinado isso. Eu fiquei excitado só de imaginar o que ia rolar naquele dia. Quando chegou a hora, me preparei mentalmente. Cheguei na casa dela umas 6 da tarde e ela me esperava com um jantar na mesa, à luz de velas, com vinho e tudo mais. Ela tava vestida elegantemente com um vestido longo de Cor preto com um decote bem conservador, terminamos de jantar, bebemos vinho e as coisas melhoraram, só beijo e amasso. Chegamos no quarto dela, eu já tava com uma porra de uma ereção. Ela me jogou na cama e desabotoou minha camisa com força e disse: — Fica assim. Ela deu um passo pra trás e começou a se despir lenta e sensualmente pra mim. Tava usando uma tanga preta que se escondia entre as bundas redondas dela e não tinha nada em cima. Ela se aproximou e, devagar, tirou meu pau durinho de pedra da calça e começou a chupar. Lambeu ele inteiro, da base até a ponta. Eu lutava pra não gozar. Ela se levantou e eu, selvagem, joguei ela na cama. Com força, rasguei a tanga dela e comecei a devorar aquela buceta suculenta. Ela só gemia e esfregava os peitos. Eu me levantei e encaixei meu pau na entrada da buceta dela e rapidamente comecei a bombar com toda força. Ela só gemia de prazer. Não demorei muito pra gozar dentro da buceta dela. Caí quase exausto do lado dela, a buceta ainda escorrendo meu leite. Ela me olhou e disse: — É só isso que você tem? — Claro que não, isso foi só o começo.
Meu pau ainda tava duro, então ela começou a chupar de novo pra limpar meu pau. Ela adorava ter meu pedaço dentro. Eu me precipitei, coloquei ela de quatro e, sem avisar, meti com força no cu dela. Ela deu um grito enorme, mas gostou, porque já começou a cavalgar em mim. Eu brincava com os peitos dela, adorava sentir aqueles peitões enormes que não cabiam nas minhas mãos, e ela adorava sentir uns braços de homem apertando ela com força. Ela se masturbava enquanto eu metia, e nisso ela gozou. Mas ainda me sobravam muitas forças, então virei ela e deixei na beirada da cama, de barriga pra cima, e comecei a meter forte. Ela gemia, completamente excitada. Quando eu ia gozar, tirei meu pau do cu dela e levei direto pra boca dela. Ela primeiro recusou, mas com um pouco de força consegui enfiar, e aí gozei de novo. Ela fez o possível pra tirar meu pau da boca dela, mas eu deixava, e aí vi meu leite começando a escorrer da boca dela, mas era tanto que ela preferiu engolir e continuar chupando. Ela terminou completamente exausta. Eu levantei e comecei a me vestir, ela pediu pra eu ficar, mas tive que recusar porque no dia seguinte teria um dia bem puxado.
Essa ação continua rolando todo fim de semana, minha fantasia de comer a Karen. Ela é só uma aventura, uma aventura muito boa.
Isso aconteceu uns meses atrás.
Desde sempre, sempre curti mulheres mais velhas que eu, desde que se cuidem bem. Foi o que rolou comigo. Umas casas pra lá de onde eu moro tem uma mercearia pequena onde vou fazer a compra toda semana. A dona da loja tem uns 35 anos. A mulher é branca, tem um porte elegante e, graças à zumba e ao yoga, mantém um corpão. Tem uma carinha de gatinha que me atrai pra caralho. Ela é casada — ou era casada — e tem dois filhos, de uns 5 e 3 anos.
Já moro aqui há mais de 2 anos e sempre vou na mesma loja, então comecei a puxar papo com a dona, que vou chamar de Karen. Na primeira vez que vi ela, fiquei besta olhando pra aquele rabão bem desenhado enquanto ela conferia os preços dos produtos na parte de baixo do balcão. A bunda dela formava um coração perfeito. Fiquei vidrado naquela bunda enorme e redonda, e parece que ela percebeu. Resumo: desde aquele dia, só ia comprar pra ver a Karen.
Um dia, comecei a conversar com ela e tentar seduzir de um jeito bem sutil, e a mulher parece que aceitou. Num dia qualquer, fui fazer a compra e notei uns gritos de briga vindo do depósito da loja. Logo depois, vi um cara gordo, uns 45 anos, saindo de lá soltando praga pra todo lado. Espiei o depósito e ela estava com os olhos cheios d'água. Cheguei perto e, como já tinha uma certa intimidade, ela me disse que aquele era o marido dela, o pai dos filhos, e que estavam discutindo os termos do divórcio. Parece que ele queria tirar as crianças dela.
Minha mente começou a criar umas fantasias de transar com a Karen. Resumo: cada dia que passava, eu ficava mais... tesão e, mesmo comendo toda mina que se deixava, eu tava obcecado em comer a Karen. Um dia eu falei pra ela e ela me disse:
- Guillermo, você é muito novo, deve ter um monte de garotas da sua idade que dariam tudo pra ficar com você.
- Essas meninas não me interessam, com elas é perda de tempo. Eu gosto de mulheres que sabem o que querem e não ficam enrolando.
- Que coisas você diz, rapaz.
- Me diz, por acaso eu pareço um rapaz? Eu já sou um homem e você sabe disso.
- Mesmo que fosse, não quero dar motivo pro meu ex-marido brigar pela guarda dos meus filhos. Se você quer tentar alguma coisa, espera o divórcio acabar.
- Sabe que por você eu faria qualquer coisa, mas não me pede pra esperar, porque eu tô muito tarado. Pelo menos me dá uma provinha.
Enquanto eu falava isso, eu apertava ela contra mim pra sentir meu pau completamente duro dentro da calça. Ela suspirava e suava de tão excitada que tava, e se virou e começou a me beijar. Eu já tava muito ansioso pra enfiar meu pau naquela buceta, mas ela não deixou. Ela só me fez a melhor punheta da minha vida, e quando eu gozei, jorros poderosos de porra saíram de mim. Dava pra ver a cara de surpresa dela ao ver minha potência.
Toda vez que eu olhava pra ela, ficava a mil e tinha que arrumar alguém pra aliviar a vontade.
Faz um mês que ela terminou o divórcio e me disse pra esperar uns dias porque tinha uma surpresa preparada pra mim. Eu fiquei empolgado e só quis guardar energia pra meter com tudo que tinha. Quando chegou o fim de semana, ela me ligou e disse que o agora ex-marido dela ia passar pra buscar os filhos, porque tinham combinado isso. Eu fiquei excitado só de imaginar o que ia rolar naquele dia. Quando chegou a hora, me preparei mentalmente. Cheguei na casa dela umas 6 da tarde e ela me esperava com um jantar na mesa, à luz de velas, com vinho e tudo mais. Ela tava vestida elegantemente com um vestido longo de Cor preto com um decote bem conservador, terminamos de jantar, bebemos vinho e as coisas melhoraram, só beijo e amasso. Chegamos no quarto dela, eu já tava com uma porra de uma ereção. Ela me jogou na cama e desabotoou minha camisa com força e disse: — Fica assim. Ela deu um passo pra trás e começou a se despir lenta e sensualmente pra mim. Tava usando uma tanga preta que se escondia entre as bundas redondas dela e não tinha nada em cima. Ela se aproximou e, devagar, tirou meu pau durinho de pedra da calça e começou a chupar. Lambeu ele inteiro, da base até a ponta. Eu lutava pra não gozar. Ela se levantou e eu, selvagem, joguei ela na cama. Com força, rasguei a tanga dela e comecei a devorar aquela buceta suculenta. Ela só gemia e esfregava os peitos. Eu me levantei e encaixei meu pau na entrada da buceta dela e rapidamente comecei a bombar com toda força. Ela só gemia de prazer. Não demorei muito pra gozar dentro da buceta dela. Caí quase exausto do lado dela, a buceta ainda escorrendo meu leite. Ela me olhou e disse: — É só isso que você tem? — Claro que não, isso foi só o começo.
Meu pau ainda tava duro, então ela começou a chupar de novo pra limpar meu pau. Ela adorava ter meu pedaço dentro. Eu me precipitei, coloquei ela de quatro e, sem avisar, meti com força no cu dela. Ela deu um grito enorme, mas gostou, porque já começou a cavalgar em mim. Eu brincava com os peitos dela, adorava sentir aqueles peitões enormes que não cabiam nas minhas mãos, e ela adorava sentir uns braços de homem apertando ela com força. Ela se masturbava enquanto eu metia, e nisso ela gozou. Mas ainda me sobravam muitas forças, então virei ela e deixei na beirada da cama, de barriga pra cima, e comecei a meter forte. Ela gemia, completamente excitada. Quando eu ia gozar, tirei meu pau do cu dela e levei direto pra boca dela. Ela primeiro recusou, mas com um pouco de força consegui enfiar, e aí gozei de novo. Ela fez o possível pra tirar meu pau da boca dela, mas eu deixava, e aí vi meu leite começando a escorrer da boca dela, mas era tanto que ela preferiu engolir e continuar chupando. Ela terminou completamente exausta. Eu levantei e comecei a me vestir, ela pediu pra eu ficar, mas tive que recusar porque no dia seguinte teria um dia bem puxado.
Essa ação continua rolando todo fim de semana, minha fantasia de comer a Karen. Ela é só uma aventura, uma aventura muito boa.
2 comentários - mais velha que eu