A viagem continuou bem tranquila. Meu marido estava atento como sempre. Ele não tinha percebido que eu tinha saído, então não comentei nada. No fim das contas, só tinha ido pegar um chá... com porra.
Paramos pra almoçar, abastecer e seguimos até a próxima parada. Chegamos no fim da tarde e nos hospedamos no hotel que já estava reservado. Depois saímos pra dar uma volta pelo vilarejo pequeno. Ao passar por uma oficina a algumas quadras, vejo duas motos bem conhecidas estacionadas na frente. Minha mente ficou nublada. Não podiam estar aqui também. Mas o que mais me preocupava era minha pouca resistência. O que rolou na noite anterior não tinha sido suficiente pra mim. Como eu disse, a gente nem tinha se beijado. Ele só me comeu e pronto. Fiquei com vontade de saber se debaixo daquela casca de homem durão, escondia um cara mais sensível.
Meu marido quis entrar numa loja de artesanato regional pra comprar uma lembrancinha e eu falei que ia continuar andando um pouco e que esperasse por mim lá. Como as motos estavam num beco, meu marido não tinha reparado nelas. Eu, claro, não perdi elas de vista.
Fui rapidamente em direção à oficina. Espiei pelo corredor e vi o Walter conversando com o parceiro de viagem dele e mais uma pessoa. Ele me viu e sorriu. Falou alguma coisa pros companheiros e veio até a porta.
— Puxa, Natália, que surpresa. Realmente não esperava te ver de novo, já que você não me deixou nenhum contato pra eu te encontrar.
— É que não quero que você tente me achar. O que aconteceu, aconteceu e tem que ficar por isso mesmo. Sou casada, tenho uma família e se isso vazar, vou ter problemas sérios.
— Imagino. Acabariam as 4x4 e as roupas de marca, ele falou sorrindo.
— É mais que isso. Eu amo meu marido de verdade, falei.
— Onde você está hospedada? Mas acho que já sei. Só tem um hotel do nível que você está acostumada. Claro que minha grana não deu pra esse lugar. Na real, tenho um amigo de infância que, por essas coisas da vida, se instalou aqui. Esse lugar me ofereceu hospedagem de graça, então, enquanto a gente coloca o papo em dia sobre o passado, tenho onde ficar até seguir viagem. Olha, entrando por esse corredor, a última porta à direita é meu quarto. De dia vou estar ocupado, mas depois da meia-noite, sou todo seu. Quando vier, esquece todos os preconceitos, por favor. Vem disposta a experimentar coisas novas. Se comporte como uma mulher, ele disse, me dando um tapa na bunda e voltando pra dentro pra continuar a conversa, sem me dar tempo de falar nada, embora eu realmente não soubesse o que teria dito.
Voltei com meu marido, e juntos voltamos pro hotel. Tomamos banho e ele começou a me procurar. Eu estava tão excitada que topei na hora. A gente transou de um jeito bem romântico, mas eu precisava de algo mais. Avancei nele de forma mais selvagem e ele se surpreendeu. Parou e me perguntou o que estava acontecendo, então tive que me controlar. Meu marido finalmente gozou e se retirou. Eu fiquei com tesão e excitada. Fingi estar satisfeita e me vesti pra ir jantar de um jeito meio provocante. Saia curta, camisa sem sutiã e um pulôver abotoado. Meu marido estava bem satisfeito. Jantamos, tomamos um bom vinho, especialmente meu marido, que bebeu uns copos a mais. Eu sempre controlo ele, mas nessa noite, pelo contrário, cuidei de encher o copo dele várias vezes. Voltamos pro hotel, onde ele começou a ver TV e, pouco depois, por causa da viagem, do sexo e do álcool, acabou dormindo.
Sentada ao lado dele, pensava nos bons momentos que a gente passava junto. E também nas coisas que me faltavam e que eu podia ter sem afetar meu relacionamento. Não estava roubando nada dele. Pelo contrário, eu estava muito mais disposta, mesmo que ele não soubesse aproveitar.
Acordei ele e o acompanhei até o quarto. Meio dormindo, ele caiu na cama e continuou roncando. Tirei os sapatos dele, as meias, a calça e o cobri com o lençol. Fiquei um tempinho observando. Ele tava profundamente dormindo. Nem chance de acordar. Antes da manhã.
Quanto tempo passou? Não muito. O relógio marcava meia-noite. Levantei como se estivesse programada e saí sem fazer barulho. Tranquei a porta com a chave.
A noite estava fria. Caminhei pelas ruas solitárias, sem que ninguém me visse. Tentava pensar numa desculpa. Passei por um negócio e vi umas revistas na vitrine. Entrei e comprei um par. Não conseguia dormir e saí pra buscar algo pra ler. Qualquer coisa serve, pensei.
Cheguei até a oficina. A porta do corredor estava aberta. Uma luzinha no meio dava um tom mortiço ao lugar, mais sórdido do que era de dia, e talvez desse o tom certo pra minhas ações.
Entrei no corredor e fui até a porta indicada. Escutei uns segundos. Nada se ouvia do outro lado. Será que o Walter tava? Ele tinha voltado? Bati de leve.
Segundos que pareciam minutos passaram até a porta se abrir. Walter me fez entrar, todo atencioso.
- Hoje tive um dia muito agitado, gostosa. Realmente precisava descarregar, então você chegou na hora certa - disse ele, dando um tapinha na minha bunda de novo, marcando sua posse, e diante da minha passividade total. Mas dessa vez foi diferente. Ele parou na minha frente e me beijou. Um beijo longo e quente, onde a língua dele devagar me invadiu e percorreu minha boca. Eu me sentia uma boneca nos braços fortes dele. Ele tava vestido com uma jeans e um moletom. Enquanto me beijava, abriu meu casaco de lã e deixou cair no chão, pra começar logo a desabotoar minha camisa. Quando conseguiu, uma das mãos dele entrou por ela e pegou meus peitos, começando a massagear de um jeito muito sensual.
Ele se separou e, num movimento só, tirou o moletom pela cabeça. O cabelo comprido dele se soltou do rabo de cavalo em que tava preso e caiu sobre os ombros. Eu aproveitei a pausa e tirei meus saltos. Na hora pulei nele, que me recebeu satisfeito.
Continuou me beijando e devorando minha boca, ao mesmo tempo que me despia com habilidade. Eu já tava muito excitada. Na verdade, tava excitada antes de chegar. Agora Eu tava realmente no fogo.
Quando ele terminou de desabotoar minha camisa, tirei ela e fiquei ali de pé com meio corpo nu.
— Você tem uma pele maravilhosa — ele disse entre um beijo e outro, enquanto as mãos dele percorriam minhas costas, meus peitos, minha barriga.
— Continua, continua — implorei.
E as mãos dele continuaram. Avançaram pelos meus ombros e meu pescoço. As mãos dele se fecharam ali enquanto ele me beijava. Senti que, se quisesse, com um simples aperto daquelas mãos poderosas, podia me sufocar, e isso me excitou ainda mais. De repente, ele me levou até a cama.
O quarto era amplo. Eu não tinha tido tempo de examinar ele. A luz do abajur jogava uma claridade suave sobre a cama e seus arredores, deixando ver em detalhe nosso jogo amoroso, mas, por outro lado, mantinha o resto do quarto na penumbra, e seus limites ficavam borrados. Quando me deitei na cama, desabotoei minha saia na hora e deixei ela escorrer até meus pés. Walter, me olhando fixamente, tirou a calça jeans dele, ficando totalmente nu e com a ferramenta dele dura e pronta pra mim.
Ele se aproximou pelos meus pés e avançou de joelhos na cama. A mão dele tomou posse da minha buceta, começando a acariciar ela, e depois puxou minha calcinha fio dental e, lentamente, enfiou um dos dedos daquelas mãos poderosas dentro do meu coelhinho. O prazer me fez gemer. Fazia tempo que eu não recebia esse tratamento. Quando foi a boca dele que tomou posse da minha buceta, comecei a pirar de tesão. Achei que ia morrer de desejo. Abri minhas pernas e levantei meus joelhos pra facilitar a penetração dele. Joguei a cabeça pra trás e fechei meus olhos, enquanto minhas mãos acariciavam a cabeça dele, pedindo sem falar mais e mais desse tratamento. Ele me colocou rapidamente à beira do orgasmo.
Nesse momento, ele avançou sobre meu corpo e, colocando os joelhos dos dois lados da minha cara, me ofereceu o pau quente e pronto dele, que eu peguei na hora com minha boca, começando um chupão de campeonato. Acho que nunca chupei um pau como tava chupando naquele Naquele momento.
De repente, senti uma língua percorrendo minha buceta. Era impossível.
Larguei por um segundo a pica que tinha na boca e levantei a cabeça. Lá, entre minhas pernas, o companheiro de Walter estava me lambendo como um expert. Olhei para Walter e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele falou.
- Vejo que conheceu meu filho. Com certeza vai notar a semelhança nas picas que temos, claro que ele tem 25 anos a menos que eu, e portanto mais energia. Esta noite você vai pra casa satisfeita por uns meses, pode ter certeza, ele disse enquanto colocava a pica de volta na minha boca.
Eu, com a boca ocupada, me limitei a chupar e chupar, enquanto aproveitava os choques elétricos que vinham da minha buceta. Fechei os olhos e me deixei levar.
De repente, Walter saiu de cima de mim, e antes que eu reagisse, senti minhas pernas serem abertas e um corpo se deitar sobre o meu. Abro os olhos e um garoto loiro, de olhos verdes e muito gostoso, começa a me beijar. Respondi na hora. Depois de alguns minutos, ele se apoiou nos meus ombros e procurou minha entrada com a pica, sem tocar. Tava dura igual a uma estaca. Passou pela minha racha umas quantas vezes, até que, finalmente, abriu meus lábios vaginais e a cabeça se posicionou certinho. Nesse momento, ele começou a empurrar e aliviar, empurrar e aliviar, até que me encheu por completo. Eu levantei minhas pernas pra envolver a cintura dele. Era tudo que eu podia fazer. Esse garoto era uma verdadeira trepadeira. Me sacudia como se fosse um objeto. E eu, apesar disso, tive um novo orgasmo bestial que quase me deixou inconsciente.
O jovem esperou eu terminar de gozar e virou, me deixando por cima dele. Nesse momento, Walter subiu na cama e começou a passar uma pomada no meu cu. Tentei resistir, mas empalada como eu tava e com minha boca presa na boca do jovem, que sugava como um chupão, era impossível me opor. Rapidamente percebi que iam me comer no cu pela primeira vez na vida. Rezei pra não me machucarem. Era Tudo o que eu podia fazer, diante daqueles dois males insaciáveis. Quando a pica do Walter encostou no meu buraco traseiro, senti um calor como se estivesse queimando, um calor que virou ardor quando ele começou a me penetrar. Queria gritar, mas era impossível. O jovem não soltava minha boca. Por sorte, o Walter era um expert e os movimentos dele foram suaves, embora imparáveis. Finalmente, as duas picas estavam dentro de mim.
Naquele momento, começou a ação de verdade. As duas picas entravam e saíam, e eu sentia como se estivesse sendo rasgada, mas, ao mesmo tempo, meus orgasmos se encadeavam um atrás do outro. Perdi a conta. Na real, nem sei se tive vários ou um só que durou o tempo inteiro. O que eu tenho certeza é que em algum momento apaguei, e quando voltei a mim, ainda estava empalada na ponta daquelas duas picas bestiais.
De qualquer forma, a batalha tinha que acabar, e foi o Walter quem primeiro se esvaziou em cima de mim, enchendo meu cu com a porra quente dele. Depois de alguns minutos, ele se retirou e sentou numa cadeira, esperando o filho terminar comigo.
O jovem, quando o pai desmontou, girou, tirou a pica e me fez virar, pra depois se aproximar por trás, levantar uma das minhas pernas e me enfiar de novo até o fundo. Eu chorava de prazer. Por desespero, comecei a passar a mão nas bolas dele, brincando com elas, massageando, apertando, e foi nessa hora que me toquei que o jovem não tinha colocado camisinha. Tentei me afastar pra pedir que ele se protegesse, mas nesse instante ele me segurou pelos ombros, me cravou até o talo e se deixou ir, jato após jato, até se esvaziar completamente dentro de mim. Eu gemi e chorei de prazer e de raiva. Ele tinha me enchido sem dó. Até podia engravidar daquele imberbe.
Fiquei deitada na cama, de olhos fechados. O Walter, já recuperado, me fez virar e ficar de quatro, e com a pica dele novamente pronta, me montou como uma gostosa, dessa vez pela minha entrada da frente. Naquele momento, meu novo orgasmo disparou. Eu gozava. Já que fazia tempo que não acontecia comigo. Depois foi a vez do filho me comer.
Até as quatro da manhã me meteram sem parar, pai e filho se revezando pra encher minha buceta, meu cu e minha boca de porra. Acho que recebi o suficiente pra um ano inteiro, e finalmente me deixaram em paz pra eu poder me lavar e me vestir.
Quando saí do banheiro, os dois homens ainda estavam pelados.
— Pra onde vocês vão depois daqui? — Walter me perguntou.
— Pras montanhas — falei, mencionando o lugar das nossas férias.
— Nós vamos pra outro lado, mas daqui a 4 dias a gente passa por aí. Me diz como te contato. — Preferia que não fizesse isso — falei, com o último resquício da minha moral.
— Perfeito. — Ele abriu minha bolsa, pegou meu celular e, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, discou o número dele e deixou tocar, depois desligou.
— Aqui está o meu. Me procura daqui a 4 dias que eu te dou o último trato, pra você virar uma puta completa — disse ele, sorrindo.
— Não acho que isso vá se repetir, muito menos um menage — falei séria.
— Qual é, você adorou. E agora seu maridinho vai poder te comer no cu porque você já tá preparada. Ele não vai acreditar quando você pedir, pode ter certeza. Além disso, quem falou em menage? Tenho uns amigos que adorariam te conhecer, e você vai poder experimentar ter todos os buracos preenchidos ao mesmo tempo, coisa que uma mulher fielmente casada nunca ia aproveitar.
Saí de lá como se estivesse nas nuvens. Lembrei do que tinha acontecido naqueles dias e repeti internamente o que me ofereceram. Queriam me transformar na puta de todos os motoqueiros da região.
Imediatamente fiquei molhada de novo. Sexo em grupo era algo que ocupava meus melhores sonhos.
Mas era um limite que eu não estava disposta a ultrapassar, por enquanto. Tinha provado a infidelidade e o sexo selvagem. Tinha transado com desconhecidos num quartinho vagabundo. Não estava preparada pro que esses caras tinham planejado.
Na esquina, tirei meu celular da bolsa e joguei num bueiro. No dia seguinte, diria que tinha perdido. pediria um novo, com um número novo também, pra não conseguirem me localizar. Até aí tinha chegado. Eu tinha lembranças e sensações pra um bom tempo.
Voltei pro hotel. Meu marido tava dormindo. Por incrível que pareça, eu tava tão tesuda que comecei a chupar a pica dele até conseguir que ele acordasse. Com o cansaço e a bebida, não sei se ele percebeu que era real ou se tava sonhando. Montei nele e acabei em questão de minutos, chegando a outro orgasmo violento, não por causa do meu marido, mas lembrando das cenas que vivi naquela noite. Depois, nós dois caímos na cama como mortos, até a manhã seguinte.
Paramos pra almoçar, abastecer e seguimos até a próxima parada. Chegamos no fim da tarde e nos hospedamos no hotel que já estava reservado. Depois saímos pra dar uma volta pelo vilarejo pequeno. Ao passar por uma oficina a algumas quadras, vejo duas motos bem conhecidas estacionadas na frente. Minha mente ficou nublada. Não podiam estar aqui também. Mas o que mais me preocupava era minha pouca resistência. O que rolou na noite anterior não tinha sido suficiente pra mim. Como eu disse, a gente nem tinha se beijado. Ele só me comeu e pronto. Fiquei com vontade de saber se debaixo daquela casca de homem durão, escondia um cara mais sensível.
Meu marido quis entrar numa loja de artesanato regional pra comprar uma lembrancinha e eu falei que ia continuar andando um pouco e que esperasse por mim lá. Como as motos estavam num beco, meu marido não tinha reparado nelas. Eu, claro, não perdi elas de vista.
Fui rapidamente em direção à oficina. Espiei pelo corredor e vi o Walter conversando com o parceiro de viagem dele e mais uma pessoa. Ele me viu e sorriu. Falou alguma coisa pros companheiros e veio até a porta.
— Puxa, Natália, que surpresa. Realmente não esperava te ver de novo, já que você não me deixou nenhum contato pra eu te encontrar.
— É que não quero que você tente me achar. O que aconteceu, aconteceu e tem que ficar por isso mesmo. Sou casada, tenho uma família e se isso vazar, vou ter problemas sérios.
— Imagino. Acabariam as 4x4 e as roupas de marca, ele falou sorrindo.
— É mais que isso. Eu amo meu marido de verdade, falei.
— Onde você está hospedada? Mas acho que já sei. Só tem um hotel do nível que você está acostumada. Claro que minha grana não deu pra esse lugar. Na real, tenho um amigo de infância que, por essas coisas da vida, se instalou aqui. Esse lugar me ofereceu hospedagem de graça, então, enquanto a gente coloca o papo em dia sobre o passado, tenho onde ficar até seguir viagem. Olha, entrando por esse corredor, a última porta à direita é meu quarto. De dia vou estar ocupado, mas depois da meia-noite, sou todo seu. Quando vier, esquece todos os preconceitos, por favor. Vem disposta a experimentar coisas novas. Se comporte como uma mulher, ele disse, me dando um tapa na bunda e voltando pra dentro pra continuar a conversa, sem me dar tempo de falar nada, embora eu realmente não soubesse o que teria dito.
Voltei com meu marido, e juntos voltamos pro hotel. Tomamos banho e ele começou a me procurar. Eu estava tão excitada que topei na hora. A gente transou de um jeito bem romântico, mas eu precisava de algo mais. Avancei nele de forma mais selvagem e ele se surpreendeu. Parou e me perguntou o que estava acontecendo, então tive que me controlar. Meu marido finalmente gozou e se retirou. Eu fiquei com tesão e excitada. Fingi estar satisfeita e me vesti pra ir jantar de um jeito meio provocante. Saia curta, camisa sem sutiã e um pulôver abotoado. Meu marido estava bem satisfeito. Jantamos, tomamos um bom vinho, especialmente meu marido, que bebeu uns copos a mais. Eu sempre controlo ele, mas nessa noite, pelo contrário, cuidei de encher o copo dele várias vezes. Voltamos pro hotel, onde ele começou a ver TV e, pouco depois, por causa da viagem, do sexo e do álcool, acabou dormindo.
Sentada ao lado dele, pensava nos bons momentos que a gente passava junto. E também nas coisas que me faltavam e que eu podia ter sem afetar meu relacionamento. Não estava roubando nada dele. Pelo contrário, eu estava muito mais disposta, mesmo que ele não soubesse aproveitar.
Acordei ele e o acompanhei até o quarto. Meio dormindo, ele caiu na cama e continuou roncando. Tirei os sapatos dele, as meias, a calça e o cobri com o lençol. Fiquei um tempinho observando. Ele tava profundamente dormindo. Nem chance de acordar. Antes da manhã.
Quanto tempo passou? Não muito. O relógio marcava meia-noite. Levantei como se estivesse programada e saí sem fazer barulho. Tranquei a porta com a chave.
A noite estava fria. Caminhei pelas ruas solitárias, sem que ninguém me visse. Tentava pensar numa desculpa. Passei por um negócio e vi umas revistas na vitrine. Entrei e comprei um par. Não conseguia dormir e saí pra buscar algo pra ler. Qualquer coisa serve, pensei.
Cheguei até a oficina. A porta do corredor estava aberta. Uma luzinha no meio dava um tom mortiço ao lugar, mais sórdido do que era de dia, e talvez desse o tom certo pra minhas ações.
Entrei no corredor e fui até a porta indicada. Escutei uns segundos. Nada se ouvia do outro lado. Será que o Walter tava? Ele tinha voltado? Bati de leve.
Segundos que pareciam minutos passaram até a porta se abrir. Walter me fez entrar, todo atencioso.
- Hoje tive um dia muito agitado, gostosa. Realmente precisava descarregar, então você chegou na hora certa - disse ele, dando um tapinha na minha bunda de novo, marcando sua posse, e diante da minha passividade total. Mas dessa vez foi diferente. Ele parou na minha frente e me beijou. Um beijo longo e quente, onde a língua dele devagar me invadiu e percorreu minha boca. Eu me sentia uma boneca nos braços fortes dele. Ele tava vestido com uma jeans e um moletom. Enquanto me beijava, abriu meu casaco de lã e deixou cair no chão, pra começar logo a desabotoar minha camisa. Quando conseguiu, uma das mãos dele entrou por ela e pegou meus peitos, começando a massagear de um jeito muito sensual.
Ele se separou e, num movimento só, tirou o moletom pela cabeça. O cabelo comprido dele se soltou do rabo de cavalo em que tava preso e caiu sobre os ombros. Eu aproveitei a pausa e tirei meus saltos. Na hora pulei nele, que me recebeu satisfeito.
Continuou me beijando e devorando minha boca, ao mesmo tempo que me despia com habilidade. Eu já tava muito excitada. Na verdade, tava excitada antes de chegar. Agora Eu tava realmente no fogo.
Quando ele terminou de desabotoar minha camisa, tirei ela e fiquei ali de pé com meio corpo nu.
— Você tem uma pele maravilhosa — ele disse entre um beijo e outro, enquanto as mãos dele percorriam minhas costas, meus peitos, minha barriga.
— Continua, continua — implorei.
E as mãos dele continuaram. Avançaram pelos meus ombros e meu pescoço. As mãos dele se fecharam ali enquanto ele me beijava. Senti que, se quisesse, com um simples aperto daquelas mãos poderosas, podia me sufocar, e isso me excitou ainda mais. De repente, ele me levou até a cama.
O quarto era amplo. Eu não tinha tido tempo de examinar ele. A luz do abajur jogava uma claridade suave sobre a cama e seus arredores, deixando ver em detalhe nosso jogo amoroso, mas, por outro lado, mantinha o resto do quarto na penumbra, e seus limites ficavam borrados. Quando me deitei na cama, desabotoei minha saia na hora e deixei ela escorrer até meus pés. Walter, me olhando fixamente, tirou a calça jeans dele, ficando totalmente nu e com a ferramenta dele dura e pronta pra mim.
Ele se aproximou pelos meus pés e avançou de joelhos na cama. A mão dele tomou posse da minha buceta, começando a acariciar ela, e depois puxou minha calcinha fio dental e, lentamente, enfiou um dos dedos daquelas mãos poderosas dentro do meu coelhinho. O prazer me fez gemer. Fazia tempo que eu não recebia esse tratamento. Quando foi a boca dele que tomou posse da minha buceta, comecei a pirar de tesão. Achei que ia morrer de desejo. Abri minhas pernas e levantei meus joelhos pra facilitar a penetração dele. Joguei a cabeça pra trás e fechei meus olhos, enquanto minhas mãos acariciavam a cabeça dele, pedindo sem falar mais e mais desse tratamento. Ele me colocou rapidamente à beira do orgasmo.
Nesse momento, ele avançou sobre meu corpo e, colocando os joelhos dos dois lados da minha cara, me ofereceu o pau quente e pronto dele, que eu peguei na hora com minha boca, começando um chupão de campeonato. Acho que nunca chupei um pau como tava chupando naquele Naquele momento.
De repente, senti uma língua percorrendo minha buceta. Era impossível.
Larguei por um segundo a pica que tinha na boca e levantei a cabeça. Lá, entre minhas pernas, o companheiro de Walter estava me lambendo como um expert. Olhei para Walter e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele falou.
- Vejo que conheceu meu filho. Com certeza vai notar a semelhança nas picas que temos, claro que ele tem 25 anos a menos que eu, e portanto mais energia. Esta noite você vai pra casa satisfeita por uns meses, pode ter certeza, ele disse enquanto colocava a pica de volta na minha boca.
Eu, com a boca ocupada, me limitei a chupar e chupar, enquanto aproveitava os choques elétricos que vinham da minha buceta. Fechei os olhos e me deixei levar.
De repente, Walter saiu de cima de mim, e antes que eu reagisse, senti minhas pernas serem abertas e um corpo se deitar sobre o meu. Abro os olhos e um garoto loiro, de olhos verdes e muito gostoso, começa a me beijar. Respondi na hora. Depois de alguns minutos, ele se apoiou nos meus ombros e procurou minha entrada com a pica, sem tocar. Tava dura igual a uma estaca. Passou pela minha racha umas quantas vezes, até que, finalmente, abriu meus lábios vaginais e a cabeça se posicionou certinho. Nesse momento, ele começou a empurrar e aliviar, empurrar e aliviar, até que me encheu por completo. Eu levantei minhas pernas pra envolver a cintura dele. Era tudo que eu podia fazer. Esse garoto era uma verdadeira trepadeira. Me sacudia como se fosse um objeto. E eu, apesar disso, tive um novo orgasmo bestial que quase me deixou inconsciente.
O jovem esperou eu terminar de gozar e virou, me deixando por cima dele. Nesse momento, Walter subiu na cama e começou a passar uma pomada no meu cu. Tentei resistir, mas empalada como eu tava e com minha boca presa na boca do jovem, que sugava como um chupão, era impossível me opor. Rapidamente percebi que iam me comer no cu pela primeira vez na vida. Rezei pra não me machucarem. Era Tudo o que eu podia fazer, diante daqueles dois males insaciáveis. Quando a pica do Walter encostou no meu buraco traseiro, senti um calor como se estivesse queimando, um calor que virou ardor quando ele começou a me penetrar. Queria gritar, mas era impossível. O jovem não soltava minha boca. Por sorte, o Walter era um expert e os movimentos dele foram suaves, embora imparáveis. Finalmente, as duas picas estavam dentro de mim.
Naquele momento, começou a ação de verdade. As duas picas entravam e saíam, e eu sentia como se estivesse sendo rasgada, mas, ao mesmo tempo, meus orgasmos se encadeavam um atrás do outro. Perdi a conta. Na real, nem sei se tive vários ou um só que durou o tempo inteiro. O que eu tenho certeza é que em algum momento apaguei, e quando voltei a mim, ainda estava empalada na ponta daquelas duas picas bestiais.
De qualquer forma, a batalha tinha que acabar, e foi o Walter quem primeiro se esvaziou em cima de mim, enchendo meu cu com a porra quente dele. Depois de alguns minutos, ele se retirou e sentou numa cadeira, esperando o filho terminar comigo.
O jovem, quando o pai desmontou, girou, tirou a pica e me fez virar, pra depois se aproximar por trás, levantar uma das minhas pernas e me enfiar de novo até o fundo. Eu chorava de prazer. Por desespero, comecei a passar a mão nas bolas dele, brincando com elas, massageando, apertando, e foi nessa hora que me toquei que o jovem não tinha colocado camisinha. Tentei me afastar pra pedir que ele se protegesse, mas nesse instante ele me segurou pelos ombros, me cravou até o talo e se deixou ir, jato após jato, até se esvaziar completamente dentro de mim. Eu gemi e chorei de prazer e de raiva. Ele tinha me enchido sem dó. Até podia engravidar daquele imberbe.
Fiquei deitada na cama, de olhos fechados. O Walter, já recuperado, me fez virar e ficar de quatro, e com a pica dele novamente pronta, me montou como uma gostosa, dessa vez pela minha entrada da frente. Naquele momento, meu novo orgasmo disparou. Eu gozava. Já que fazia tempo que não acontecia comigo. Depois foi a vez do filho me comer.
Até as quatro da manhã me meteram sem parar, pai e filho se revezando pra encher minha buceta, meu cu e minha boca de porra. Acho que recebi o suficiente pra um ano inteiro, e finalmente me deixaram em paz pra eu poder me lavar e me vestir.
Quando saí do banheiro, os dois homens ainda estavam pelados.
— Pra onde vocês vão depois daqui? — Walter me perguntou.
— Pras montanhas — falei, mencionando o lugar das nossas férias.
— Nós vamos pra outro lado, mas daqui a 4 dias a gente passa por aí. Me diz como te contato. — Preferia que não fizesse isso — falei, com o último resquício da minha moral.
— Perfeito. — Ele abriu minha bolsa, pegou meu celular e, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, discou o número dele e deixou tocar, depois desligou.
— Aqui está o meu. Me procura daqui a 4 dias que eu te dou o último trato, pra você virar uma puta completa — disse ele, sorrindo.
— Não acho que isso vá se repetir, muito menos um menage — falei séria.
— Qual é, você adorou. E agora seu maridinho vai poder te comer no cu porque você já tá preparada. Ele não vai acreditar quando você pedir, pode ter certeza. Além disso, quem falou em menage? Tenho uns amigos que adorariam te conhecer, e você vai poder experimentar ter todos os buracos preenchidos ao mesmo tempo, coisa que uma mulher fielmente casada nunca ia aproveitar.
Saí de lá como se estivesse nas nuvens. Lembrei do que tinha acontecido naqueles dias e repeti internamente o que me ofereceram. Queriam me transformar na puta de todos os motoqueiros da região.
Imediatamente fiquei molhada de novo. Sexo em grupo era algo que ocupava meus melhores sonhos.
Mas era um limite que eu não estava disposta a ultrapassar, por enquanto. Tinha provado a infidelidade e o sexo selvagem. Tinha transado com desconhecidos num quartinho vagabundo. Não estava preparada pro que esses caras tinham planejado.
Na esquina, tirei meu celular da bolsa e joguei num bueiro. No dia seguinte, diria que tinha perdido. pediria um novo, com um número novo também, pra não conseguirem me localizar. Até aí tinha chegado. Eu tinha lembranças e sensações pra um bom tempo.
Voltei pro hotel. Meu marido tava dormindo. Por incrível que pareça, eu tava tão tesuda que comecei a chupar a pica dele até conseguir que ele acordasse. Com o cansaço e a bebida, não sei se ele percebeu que era real ou se tava sonhando. Montei nele e acabei em questão de minutos, chegando a outro orgasmo violento, não por causa do meu marido, mas lembrando das cenas que vivi naquela noite. Depois, nós dois caímos na cama como mortos, até a manhã seguinte.
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