Vem de... http://www.poringa.net/posts/relatos/2290695/Las-gemelas-D-Astri-El-sueno-del-dude-Cumplido-2.html
E aí, chegou o dia tão esperado. SEXTA-FEIRA.
Eu me preparei com o que tinha de melhor. Me vesti de terno e gravata, a ocasião merecia. Passei um bom perfume (o único que tenho). Me depilei tudo (até o cu, caso rolasse um Beijo Negro). Tava doido, bati uma punheta braba no banheiro pensando nas gêmeas e em como elas iam me esperar. Depois de tantos preparativos, fui pra casa delas.
Chego na casa, tiro a carteira pra pagar o táxi (tava com o troco certinho – nem tentei, mas o taxista já tinha me ferrado) e... ô surpresa, não tinha camisinha (MAS QUE FILHO DA PUTA!!! Pensei).
“UUUH” falei
“O que foi, magrelo?” pergunta o arrombado do taxista.
“Nada... Bom, é que vou encontrar umas gostosas e tenho certeza – absoluta – que vai rolar festa”
“E? Tá me convidando ou o quê?” Diz o cuzão
“Hmm (Pensando) olha, a parada é que não tenho camisinha e não sei se...”
“Conheço esse bairro, aqui não vai achar nada aberto. A menos que queira que eu te leve de volta pro centro”
(-A puta que pariu, como posso ser tão otário- pensei)
“Olha, cara. A real é que essas gostosas me convidaram só a mim, se eu chegar com você não vai rolar nada porque conheço elas. É a verdade. Se fosse uma festa com mais gente, até podia (Vaza daqui, cuzão, ainda me cobrou a corrida mais cara da minha vida). E voltar pro centro não dá, não tenho um puto”
“Beleza. Eu tenho uma caixa de camisinhas (Olha) com duas. Se quiser, te dou” (Taxista filho da puta)
“Ok. Show. (Pego a caixa e saio do carro)”
“Ei, magrelo! São $20 (pesos) pelo favor” (Taxista arrombado)
Juro que ia destruir esse cara.
“Mas não tenho $20. Falei que tô duro”
“Então deixa pra lá. Me devolve as camisinhas e pronto” (Taxista cuzão)
-Vou matar ele- pensei
“Ok. Espera que vou pegar dinheiro”
Vou andando em direção à casa. Bato A porta. As luzes da casa (por dentro) estão apagadas. Valéria aparece na porta da entrada.
"O que cê quer?" Pergunta toda sem noção (Já tava puta, mas no mau sentido)
"Valéria. Me alcança 20 conto porque faltou pro táxi"
Fecha a porta sem falar nada. Volta num segundo com os 20. E me entrega sem dizer uma palavra.
Pago o taxista filho de um container do Ricardo Fort e ele me deixa as camisinhas.
Viro em direção à casa e vejo a porta fechada de novo. Caminho até ela, bato de novo e quem sai é Gisell. Tava vestida de secretária (Na verdade era uma fantasia de professora). Me cumprimenta com um beijo e me faz entrar.
"Senta e não fala nada" (Gisell)
Faço o que ela manda. De repente, Valéria sai da cozinha com uma fantasia de colegial (Camisa branca – desabotoada até os peitos – saia curtinha estilo escocesa e gravata)
E começa o SHOW
"Oi, profe" (Valéria)
"Sente-se, aluna. Você se comportou muito mal esses dias, então vou ter que castigá-la. Deita e coloca as mãos e os cotovelos em cima da mesa" (Gisell)
Valéria faz o que Gisell manda. Quando se abaixa, deixa ver aquela bundinha durinha e redondinha por baixo da saia.
Gisell pega uma régua comprida e começa a bater de leve na bunda de Valéria, falando:
"Você se comportou muito mal, mocinha. Muito mal" (Gisell)
"Sim, profe, me castigue" (Valéria)
Depois de se aliviar com tanta palmada, ela se afasta um minuto e volta com alguma coisa na mão. É um vibrador em formato de ratinho… (Inacreditável que as novinhas tenham até brinquedos pra mim).
"Sente de novo" (Gisell)
"Obrigada" (Valéria)
"Mas agora em cima disso" (Gisell)
Valéria obedece. Senta em cima do roedor (tamanho mouse) e quase que "engole" ele com a buceta sem fazer esforço. O ratinho já não aparece mais.
Parece que os efeitos colaterais que todo mundo queria ver estavam dando resultado.
Valéria começou a sentir cócegas, cócegas e mais cócegas. Ela Acariciava o rosto dela com as mãos. Depois descia pros peitos dela e tocava e amassava com muita vontade. Sem dúvida, pra esses anjos, o inferno era encantador.
As mãos dele desciam cada vez mais. Agora roçavam o clitóris dela, ela acariciava, molhava um dedo na boquinha e voltava pro clitóris.
Que puta espetáculo. Que mulher gostosa. Um anjinho, mas ao mesmo tempo UMA VADIA PERVERTIDA E FOXY COMO NENHUMA!!!
ISSO!!!
Os movimentos continuavam, mas agora ela começava a fazer mais leves e firmes. Não precisava mais molhar os dedos, já tinha a zona V cheia dos próprios sucos. E foi assim que ela teve o primeiro grande orgasmo da noite.
“MMM. ISSO!!! AHA, PAPI. ADORO SUAS MÃOS, SEU CORPO. ME ENCHE TODA DE SEU PORRA. VAI, GOZA COMIGO, TÁ? QUERO BEM QUENTINHA… ISSO!!! ISSO!!! HA!!! HAAA!!! HAAA!!! ISSO!!!”
Continua na Parte 4 (Em construção)
E aí, chegou o dia tão esperado. SEXTA-FEIRA.
Eu me preparei com o que tinha de melhor. Me vesti de terno e gravata, a ocasião merecia. Passei um bom perfume (o único que tenho). Me depilei tudo (até o cu, caso rolasse um Beijo Negro). Tava doido, bati uma punheta braba no banheiro pensando nas gêmeas e em como elas iam me esperar. Depois de tantos preparativos, fui pra casa delas.
Chego na casa, tiro a carteira pra pagar o táxi (tava com o troco certinho – nem tentei, mas o taxista já tinha me ferrado) e... ô surpresa, não tinha camisinha (MAS QUE FILHO DA PUTA!!! Pensei).
“UUUH” falei
“O que foi, magrelo?” pergunta o arrombado do taxista.
“Nada... Bom, é que vou encontrar umas gostosas e tenho certeza – absoluta – que vai rolar festa”
“E? Tá me convidando ou o quê?” Diz o cuzão
“Hmm (Pensando) olha, a parada é que não tenho camisinha e não sei se...”
“Conheço esse bairro, aqui não vai achar nada aberto. A menos que queira que eu te leve de volta pro centro”
(-A puta que pariu, como posso ser tão otário- pensei)
“Olha, cara. A real é que essas gostosas me convidaram só a mim, se eu chegar com você não vai rolar nada porque conheço elas. É a verdade. Se fosse uma festa com mais gente, até podia (Vaza daqui, cuzão, ainda me cobrou a corrida mais cara da minha vida). E voltar pro centro não dá, não tenho um puto”
“Beleza. Eu tenho uma caixa de camisinhas (Olha) com duas. Se quiser, te dou” (Taxista filho da puta)
“Ok. Show. (Pego a caixa e saio do carro)”
“Ei, magrelo! São $20 (pesos) pelo favor” (Taxista arrombado)
Juro que ia destruir esse cara.
“Mas não tenho $20. Falei que tô duro”
“Então deixa pra lá. Me devolve as camisinhas e pronto” (Taxista cuzão)
-Vou matar ele- pensei
“Ok. Espera que vou pegar dinheiro”
Vou andando em direção à casa. Bato A porta. As luzes da casa (por dentro) estão apagadas. Valéria aparece na porta da entrada.
"O que cê quer?" Pergunta toda sem noção (Já tava puta, mas no mau sentido)
"Valéria. Me alcança 20 conto porque faltou pro táxi"
Fecha a porta sem falar nada. Volta num segundo com os 20. E me entrega sem dizer uma palavra.
Pago o taxista filho de um container do Ricardo Fort e ele me deixa as camisinhas.
Viro em direção à casa e vejo a porta fechada de novo. Caminho até ela, bato de novo e quem sai é Gisell. Tava vestida de secretária (Na verdade era uma fantasia de professora). Me cumprimenta com um beijo e me faz entrar.
"Senta e não fala nada" (Gisell)
Faço o que ela manda. De repente, Valéria sai da cozinha com uma fantasia de colegial (Camisa branca – desabotoada até os peitos – saia curtinha estilo escocesa e gravata)
E começa o SHOW
"Oi, profe" (Valéria)
"Sente-se, aluna. Você se comportou muito mal esses dias, então vou ter que castigá-la. Deita e coloca as mãos e os cotovelos em cima da mesa" (Gisell)
Valéria faz o que Gisell manda. Quando se abaixa, deixa ver aquela bundinha durinha e redondinha por baixo da saia.
Gisell pega uma régua comprida e começa a bater de leve na bunda de Valéria, falando:
"Você se comportou muito mal, mocinha. Muito mal" (Gisell)
"Sim, profe, me castigue" (Valéria)
Depois de se aliviar com tanta palmada, ela se afasta um minuto e volta com alguma coisa na mão. É um vibrador em formato de ratinho… (Inacreditável que as novinhas tenham até brinquedos pra mim).
"Sente de novo" (Gisell)
"Obrigada" (Valéria)
"Mas agora em cima disso" (Gisell)
Valéria obedece. Senta em cima do roedor (tamanho mouse) e quase que "engole" ele com a buceta sem fazer esforço. O ratinho já não aparece mais.
Parece que os efeitos colaterais que todo mundo queria ver estavam dando resultado.
Valéria começou a sentir cócegas, cócegas e mais cócegas. Ela Acariciava o rosto dela com as mãos. Depois descia pros peitos dela e tocava e amassava com muita vontade. Sem dúvida, pra esses anjos, o inferno era encantador.
As mãos dele desciam cada vez mais. Agora roçavam o clitóris dela, ela acariciava, molhava um dedo na boquinha e voltava pro clitóris.
Que puta espetáculo. Que mulher gostosa. Um anjinho, mas ao mesmo tempo UMA VADIA PERVERTIDA E FOXY COMO NENHUMA!!!
ISSO!!!
Os movimentos continuavam, mas agora ela começava a fazer mais leves e firmes. Não precisava mais molhar os dedos, já tinha a zona V cheia dos próprios sucos. E foi assim que ela teve o primeiro grande orgasmo da noite.
“MMM. ISSO!!! AHA, PAPI. ADORO SUAS MÃOS, SEU CORPO. ME ENCHE TODA DE SEU PORRA. VAI, GOZA COMIGO, TÁ? QUERO BEM QUENTINHA… ISSO!!! ISSO!!! HA!!! HAAA!!! HAAA!!! ISSO!!!”
Continua na Parte 4 (Em construção)
1 comentários - As Gêmeas D'Astri: O Sonho do Cara Realizado? 3