Era de tarde na casa dos meus avós, meus pais e meus tios conversavam na mesa e eu só ficava olhando para minha prima e seu corpo de longe, então me aproximei dela só para ver de perto seu top que deixava metade dos seios à mostra. Naquele momento, só pensava em comer ela e lamber seus mamilos na minha cama, mas obviamente não podia na frente dos meus pais. Então parei, fui para o quarto dos fundos e tive que me contentar em imaginar os peitos dela no meu pau, com seu rosto delicado me encarando fixamente enquanto soltava uma risada excitante. Foi aí que comecei a levar minha mão até meu pau quando, de repente, minha prima entra no quarto. O mais rápido que pude, sentei na cama e ela me disse sorrindo:
- "Nossos pais foram comprar coisas para o lanche, o que você está fazendo?" — ela perguntou, olhando meu rosto vermelho.
- "Ahm, eu estava quase dormindo kkk, vamos para o quintal?"
- Tá bom, vamos.
Quando estávamos a caminho do quintal, pude admirar como sua bunda pequena me fazia um convite para tocar suas nádegas. Já muito mais excitado que antes, tentei esconder meu pau duro, mas ela já tinha dado várias olhadas disfarçadas para minha virilha. Foi aí que comecei a falar sobre aquela vez que nós dois ríamos quando éramos pequenos, vendo uns garotos se beijando em público. Já mais confiante e com um pau prestes a explodir, comecei a acariciar seu ombro, subi até seu pescoço e, quando cheguei em seu rosto, disse com um sorriso traidor: "Vamos repetir o que aqueles garotos faziam". E então nossos lábios carnudos se encontraram. Ela abraçou meu pescoço, e eu, com minha outra mão, segurei sua cintura. Comecei a subir devagar, até chegar em seus seios. Com a mão inteira em cima de seus peitos, ela me encarou fixamente e disse: "Vamos para o quarto". Aceitei seu convite e tentei fingir que não estava ansioso para levar minhas mãos até seus seios.
Voltamos para casa e me certifiquei de que meus pais ainda não tinham chegado. Em seguida, segui para o último cômodo da casa. Ao entrar, a vi deitada... Ela deitada na cama, lançou um olhar para meu pau ereto com os lábios mordidos. Caminhei até ela, me aproximei da cama e comecei a beijá-la como se fosse a única mulher no mundo. Toquei seu rosto novamente, desci para seu pescoço e, quase impaciente, finalmente toquei seus seios perfeitamente redondos e grandes. Quando comecei a apertá-los, ela soltava gemidos excitantes entre um beijo e outro. Foi aí que tirei seu top e, em seguida, seu sutiã. De tanta excitação, não pude esperar mais e acabei rasgando-o. Depois, ela terminou de tirar e vi seus seios caírem lentamente sobre seu corpo. Comecei a lamber lentamente seu mamilo direito enquanto apertava seu seio esquerdo. Então, ela me pediu para me afastar um pouco. Comigo deitado na cama, ela levou as mãos à minha virilha e abriu meu zíper com delicadeza. Ajoelhou-se no chão, ficando com o rosto na altura da cama, e começou a descer minhas cuecas lentamente com os dentes. Pegou meu pau e começou a lamber meu pau de uma forma que nunca esquecerei. Deslizava a língua sobre meu pênis, beijava minha glande com seus lábios sensuais e, depois de alguns minutos, nós dois ficamos de pé, com vontade de foder como se o mundo fosse acabar. Mas não sabíamos se nossos pais estavam para chegar, então fomos até a sala de jantar da casa, ambos nus, para verificar pela janela se eles ainda não haviam chegado. Ao confirmar que ainda estávamos sozinhos, mostrei a ela a camisinha que trouxe do quarto sem que ela percebesse. Ao vê-la, seu rosto expressava que ela não aguentava mais para fazer amor. Então, fechamos um pouco as janelas de forma que não fosse visível o que íamos fazer e pudéssemos ver quando nossos pais chegassem.
Já com a camisinha fora da embalagem, ela procedeu a colocá-la em mim. Em seguida, segurei sua cintura enquanto enfiava meu dedo dentro de sua buceta. Quando a tesão já não dava mais, joguei-a sobre o sofá, segurei suas pernas e comecei a enfiar meu pau dentro de sua... buceta, ela começa a gemer aos poucos até chegarmos ao orgasmo e ela começa a gritar como se a casa estivesse pegando fogo. Foi ali que vi meu sonho se realizar: ver seus peitos nus e meu pau fazendo ela gritar de prazer. Depois mudamos de posição, ela pede que eu sente no sofá e ela sobe em mim, tendo uma vista perfeita dos peitos dela enquanto ela movia o corpo para fazer meu pênis bater na sua buceta. Ela começa a gemer de novo até chegar ao orgasmo, ela gritava e gritava e o corpo não parava de se mexer, eu sentia o sofá rangendo quando de repente ouço um carro estacionando fora de casa. Foi ali que a tesão passou completamente por causa do susto de nos encontrarem, eu e minha prima, transando na casa do vovô. Foi aí que peguei minha prima para conseguir levantar, conto que nossos pais chegaram e quase correndo com nossas partes à mostra, fomos até o quarto. Ela pega as coisas dela e corre pro banheiro pra vestir o corpo nu. Nesse momento, lembrei que deixei a camisinha jogada na sala de estar. Então, quase com o coração na boca, corro até a sala, pego a camisinha e quase tenho um treco ao ver que metade do gozo tinha derramado no tapete, e meus pais já entrando no jardim da casa. Então pego a camisinha, corro pro quarto pra me vestir, e vejo minha prima saindo do banheiro vestida, e digo: "Se perguntarem pela bagunça na sala, diz que a gente limpou porque eu grudei um chiclete no tapete". Sem esperar resposta, fui até meu quarto, termino de me vestir, me livro da camisinha, e vou pra sala. E vejo minha prima me dedurando pro meu pai porque grudei um chiclete no tapete. Nesse momento, tiro um pouco de coragem e limpo o gozo do tapete fingindo que era um chiclete.
- "Nossos pais foram comprar coisas para o lanche, o que você está fazendo?" — ela perguntou, olhando meu rosto vermelho.
- "Ahm, eu estava quase dormindo kkk, vamos para o quintal?"
- Tá bom, vamos.
Quando estávamos a caminho do quintal, pude admirar como sua bunda pequena me fazia um convite para tocar suas nádegas. Já muito mais excitado que antes, tentei esconder meu pau duro, mas ela já tinha dado várias olhadas disfarçadas para minha virilha. Foi aí que comecei a falar sobre aquela vez que nós dois ríamos quando éramos pequenos, vendo uns garotos se beijando em público. Já mais confiante e com um pau prestes a explodir, comecei a acariciar seu ombro, subi até seu pescoço e, quando cheguei em seu rosto, disse com um sorriso traidor: "Vamos repetir o que aqueles garotos faziam". E então nossos lábios carnudos se encontraram. Ela abraçou meu pescoço, e eu, com minha outra mão, segurei sua cintura. Comecei a subir devagar, até chegar em seus seios. Com a mão inteira em cima de seus peitos, ela me encarou fixamente e disse: "Vamos para o quarto". Aceitei seu convite e tentei fingir que não estava ansioso para levar minhas mãos até seus seios.
Voltamos para casa e me certifiquei de que meus pais ainda não tinham chegado. Em seguida, segui para o último cômodo da casa. Ao entrar, a vi deitada... Ela deitada na cama, lançou um olhar para meu pau ereto com os lábios mordidos. Caminhei até ela, me aproximei da cama e comecei a beijá-la como se fosse a única mulher no mundo. Toquei seu rosto novamente, desci para seu pescoço e, quase impaciente, finalmente toquei seus seios perfeitamente redondos e grandes. Quando comecei a apertá-los, ela soltava gemidos excitantes entre um beijo e outro. Foi aí que tirei seu top e, em seguida, seu sutiã. De tanta excitação, não pude esperar mais e acabei rasgando-o. Depois, ela terminou de tirar e vi seus seios caírem lentamente sobre seu corpo. Comecei a lamber lentamente seu mamilo direito enquanto apertava seu seio esquerdo. Então, ela me pediu para me afastar um pouco. Comigo deitado na cama, ela levou as mãos à minha virilha e abriu meu zíper com delicadeza. Ajoelhou-se no chão, ficando com o rosto na altura da cama, e começou a descer minhas cuecas lentamente com os dentes. Pegou meu pau e começou a lamber meu pau de uma forma que nunca esquecerei. Deslizava a língua sobre meu pênis, beijava minha glande com seus lábios sensuais e, depois de alguns minutos, nós dois ficamos de pé, com vontade de foder como se o mundo fosse acabar. Mas não sabíamos se nossos pais estavam para chegar, então fomos até a sala de jantar da casa, ambos nus, para verificar pela janela se eles ainda não haviam chegado. Ao confirmar que ainda estávamos sozinhos, mostrei a ela a camisinha que trouxe do quarto sem que ela percebesse. Ao vê-la, seu rosto expressava que ela não aguentava mais para fazer amor. Então, fechamos um pouco as janelas de forma que não fosse visível o que íamos fazer e pudéssemos ver quando nossos pais chegassem.
Já com a camisinha fora da embalagem, ela procedeu a colocá-la em mim. Em seguida, segurei sua cintura enquanto enfiava meu dedo dentro de sua buceta. Quando a tesão já não dava mais, joguei-a sobre o sofá, segurei suas pernas e comecei a enfiar meu pau dentro de sua... buceta, ela começa a gemer aos poucos até chegarmos ao orgasmo e ela começa a gritar como se a casa estivesse pegando fogo. Foi ali que vi meu sonho se realizar: ver seus peitos nus e meu pau fazendo ela gritar de prazer. Depois mudamos de posição, ela pede que eu sente no sofá e ela sobe em mim, tendo uma vista perfeita dos peitos dela enquanto ela movia o corpo para fazer meu pênis bater na sua buceta. Ela começa a gemer de novo até chegar ao orgasmo, ela gritava e gritava e o corpo não parava de se mexer, eu sentia o sofá rangendo quando de repente ouço um carro estacionando fora de casa. Foi ali que a tesão passou completamente por causa do susto de nos encontrarem, eu e minha prima, transando na casa do vovô. Foi aí que peguei minha prima para conseguir levantar, conto que nossos pais chegaram e quase correndo com nossas partes à mostra, fomos até o quarto. Ela pega as coisas dela e corre pro banheiro pra vestir o corpo nu. Nesse momento, lembrei que deixei a camisinha jogada na sala de estar. Então, quase com o coração na boca, corro até a sala, pego a camisinha e quase tenho um treco ao ver que metade do gozo tinha derramado no tapete, e meus pais já entrando no jardim da casa. Então pego a camisinha, corro pro quarto pra me vestir, e vejo minha prima saindo do banheiro vestida, e digo: "Se perguntarem pela bagunça na sala, diz que a gente limpou porque eu grudei um chiclete no tapete". Sem esperar resposta, fui até meu quarto, termino de me vestir, me livro da camisinha, e vou pra sala. E vejo minha prima me dedurando pro meu pai porque grudei um chiclete no tapete. Nesse momento, tiro um pouco de coragem e limpo o gozo do tapete fingindo que era um chiclete.
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