Pet Shop 2

O vendedor entrou com um grupo de homens visivelmente bêbados, ia falando sobre os diferentes tipos de mascote que tinha.

— Queremos uma gata. Já te falei. — Disse o que parecia menos bêbado de todos. — E que embrulhem ela pra presente!

— Certo. Sigam-me, por favor. Vou mostrar as diferentes gatas que temos.

Na loja havia duas celas de gatas, a nossa e outra ao lado. Os seis homens pararam na frente das nossas celas.

— E qual é a diferença? Eu acho todas iguais.

— Não, cavalheiro. As desta cela — disse apontando para as outras — foram educadas por completo, escravas-gatinha. Estas outras são gatas no cio, mas ainda não foram... penetradas.

— Eu prefiro uma treinada — disse um homem.

— Não — disse outro. — Melhor uma virgem. — Falou o homem que parecia ser o chefe.

— Preciso lhes dizer, senhores, que as virgens são mais caras, já que a educação delas é mais difícil e leva mais tempo. São gatas no sentido pleno da palavra, só andam de quatro, miam, bebem porra em tigelas e estão permanentemente no cio. Não vão fazer tarefas domésticas, são gatas. Acho que o que vocês procuram é uma escrava-gatinha.

— Não. Ele vai gostar de uma gata. Certo, rapazes?

— Bem, se vocês têm tanta certeza: estas são as quatro que temos.

Nós quatro nos amontoamos umas sobre as outras, assustadas com aquele auê. O cuidador entrou na jaula e nos tirou uma por uma. Eu fui a última. Me fizeram subir no alto de uma mesa pra que aqueles homens pudessem me ver bem. Acariciaram meu lombo e um leve ronronar escapou da minha garganta. O cuidador me deu um tapa e, de susto, pulei; um dos meus peitos escapou do pequeno body. Fiquei ali um tempo sendo observada. Comecei a lamber minha mão, quando parei de ficar assustada.

— Vamos levar esta. Embrulhe ela pra presente. Ah, e uma coleira e uma guia!

Todos riram.

O vendedor colocou em mim uma coleira com um lindo guizo e me meteu numa cesta, me fez me enrolar e me colocou dentro de uma grande caixa de papelão com vários buracos pra ela poder respirar.
Diz pro dono dar um biberão de cum pros dois primeiros dias, e fazer carinho na cabeça dela pra ela se acostumar com ele.
Beleza, assim vamos fazer.

No entardecer seguinte, me levaram até a casa de um homem. Parecia o aniversário dele. Comeram e beberam pra caralho. Eu conseguia sentir o cheiro da comida da minha caixa. Quando começaram a brindar pelo ano novo dele, percebi que mexeram na caixa.
É hora de abrir seu presente.

Senti o pacote começar a se mexer e ser desembrulhado. Tava assustada e me encolhi no fundo da minha cesta. Um homem se inclinou por cima da caixa. Era alto e moreno. Muito gostoso. Passou a mão leve no meu lombo e atrás das orelhas.
Gente, é…!

É uma gata, só isso. Falaram que nos primeiros dias você dá biberão e faz carinho. Pega esse manual que vai te ensinar como cuidar dela. Agora a gente vai embora pra você curtir seu presente.

Eles foram embora e eu e meu dono ficamos lá. Ainda não tinha coragem de sair da caixa, mas um puxãozinho na minha coleira me fez sair. Ele me levou até o quarto dele e colocou a cesta onde eu vinha aos pés da cama. Espera aqui, e nem pense em subir na cama. Obediente e assustada, esperei na cesta quando meu dono voltou com um biberão de cum. Ele sentou na cama e eu comecei a beber o cum morno enquanto a mão dele deslizava pelo meu lombo. Gemidinhos de prazer escapavam da minha garganta. Enquanto eu começava a ficar excitada, como todo entardecer. Terminei meu biberão e fui pra minha cesta, onde comecei a me esfregar no colchão da cesta, como toda noite.

Os olhos dele não paravam de me olhar, e meus gemidos pareciam atrair ele. Então ele resolveu tomar um banho e começou a se despir. Quando o pau dele ficou de fora, veio o gosto de chocolate na minha boca. Devagar, mexendo a bunda de um jeito sensual, fui me aproximando dele, apoiei minhas patinhas da frente nele e me ergui até a altura do pau dele e comecei a lamber ele suavemente. Ele aguentou de pé um tempo, mas… Quando enfiei todo o pau dele na minha boca, as pernas dele fraquejaram e ele sentou na cama. Eu me aproximei de novo, comecei a lamber outra vez enquanto me esfregava nas pernas dele e minhas mãos acariciavam a virilha dele. Comecei a gozar muito antes dele, mas aquilo, como toda noite, não diminuía minha excitação, pelo contrário, só aumentava.

Ele se deitou completamente na cama e me disse:

— Sobe e continua.

Obedeci ao meu dono e pulei na cama, comecei a lamber ele de novo, e ele pegou meus peitos com as mãos. Apertando e brincando com eles cada vez mais forte até que ele encheu minha boca com o esperma dele.

Depois de gozar, ele me mandou de volta pra cesta. Acariciando minha cabeça e dizendo:

— Bem feito, gatinha…

Ele sentou e pegou o manual que falava sobre como me educar e os cuidados que devia me dar. Enquanto eu dormia levemente na cesta.

Continua…

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