Umas coisa de dois dias depois, entro no escritório do Daniel e ele me fala:
- Como cê tá, Pauli?
- Muito bem, e você?
- Bem, love. Sabe que minha mulher me ligou?
- É mesmo? E aí?
- Ela quer te conhecer.
- Mas por quê?
- É que eu contei sobre a gente.
- Mas você é louco?
- Não fica nervosa. Entre nós, já te falei que temos uma relação muito especial. Ela sai com outros caras e eu com outras mulheres, sem problema.
- Você me deixa louca, não entendo nada.
- Não esquenta, você vai entender e vai gostar. Além disso, ela disse que daqui a 30 minutos vem pra cá.
- Agora? Cê é maluco?
- Se deixa levar, eu vou cuidar de você. (Ele se aproximou de mim e me abraçou, me dando um beijinho carinhoso nos lábios.)
- Tá bom, o que você disser, Dany, mas me entende.
- Entendo, sim, e vai ser o melhor, já vai ver.
- Tá bom. (Fui pro meu escritório e, uns 20 minutos depois, chega uma mulher de uns 40 anos, muito bem conservada, com uma saia na altura do joelho e uma camisa levemente desabotoada, loira, de traços bonitos.)
- Me anuncia pro Daniel, fala que a Sofia chegou. (Falou bem autoritária, parei, fiz o que ela pediu, peguei o interfone.)
- Senhor, tem uma senhora aqui que quer falar com o senhor, se chama Sofia.
- Manda ela entrar, Paula.
- Pode entrar, senhora. (Abri a porta e fiquei no meu escritório. Umas coisa de 10 minutos depois, o interfone toca.)
- Paula, pode entrar no meu escritório.
- Sim, claro, senhor. (Quando entrei, ele estava com a senhora nos braços, me olhou e falou.)
- Te apresento minha esposa. (Ela sorriu e estendeu a mão pra eu me aproximar.)
- Mas ela é muito mais gostosa do que você falou, Dany. Vem, chega mais, Paula. (Eu caminhei até eles até ficar ao alcance dela. Ela, com uma mão, pegou meu ombro e me deu um beijo na bochecha, eu correspondi.)
- Acho que de agora em diante vamos ser muito boas amigas. Temos algumas coisas em comum. (Ela disse, olhando pro Daniel.)
- Bom, se a senhora quiser...
- Olha, primeiro deixa de lado esse "senhora". Eu sou a Sofy pras minhas amigas.
- Eu sou a Pauli.
- Assim tá melhor, viu? Com certeza vamos nos dar muito bem. Daniel me contei algo de vocês e fiquei intrigada pra conhecer quem era a mulherzinha que deixava meu maridinho tão louco
— te falei, Sofy, que era uma mulher gostosa
— sim, já vi, você tem muito bom gosto
— bom, mas também te falei que ela é novinha nisso tudo
— claro, querida, você sabe que eu tenho tato pra essas coisas, vamos ir bem devagar, do jeito que a Paula precisar pra se acostumar
— me acostumar com o quê?
— a ficar com a gente (disse a Sofy rapidamente, eu olhei pro Daniel e ele fez sinal com o dedo pra eu calar a boca)
— bom, eu queria que na sexta à noite você viesse jantar aqui em casa, o que acha?
— bom, se vocês não se importam, adoraria
— que é que a gente vai se importar? eu e o Daniel vamos amar, e você também vai gostar, Paulinha, já vai ver. bom, agora eu tenho que ir, beijinho, linda, tchau (e quando me deu, foi perto da comissura dos lábios e foi embora, eu fiquei esperando o Daniel me explicar)
— você caiu muito bem pra ela, te convidar pra comer em casa não é com qualquer um que ela faz isso
— mas eu ainda não entendi
— o que é que você não entende, Pau? Na sexta em casa, vamos ficar os três juntos
— sim, os três juntos comendo
— comendo e fazendo amor, bebê (ele já chegou perto de mim e me pegou no colo, mexendo na minha bunda, e eu sentia ele encostando o pau na minha barriguinha)
— você tá me dizendo que vamos ficar eu, você e ela
— claro, não é a primeira vez que a gente faz uma parada dessas
— mas eu nunca fiquei com uma mulher
— até 15 dias atrás você também nunca tinha transado e gostou
— nisso você tem razão
— bom, você vai ver que isso também vai te dar tesão, a Sofy tem muita experiência, ela vai te fazer sentir muito bem, Pau
— não sei, mas confio em você
— claro, papai vai cuidar de você, tanto que já marquei consulta com o ginecologista
— pra quê?
— pra você colocar um DIU, não vá engravidar. hoje às 10 você tem consulta
— bom, um beijinho, papai
E chegou a sexta
(eu tava com um pouco de medinho, não sabia como a coisa ia rolar, mas nessa altura eu confiava plenamente no Daniel, então coloquei um vestidinho) Negro com alças e lá fui eu. Toquei a campainha e veio me atender o Daniel. Ele tava de regata e calça jeans. No elevador, ele acariciou meu rosto e me deu um beijo bem doce.
— Mas que linda que tá minha rainha hoje.
— Tô sim, e bem nervosa.
— Já te falei, relaxa que você vai ser muito bem cuidada.
— Assim espero. (Ele abriu a porta do apartamento e a Sofy tava radiante com um vestido igual ao meu, mas vermelho. Dava pra ver que, igual a mim, ela não tava de sutiã. Claro que os peitos dela eram maiores. Ela se aproximou de mim e, de novo, o beijo dela foi perto dos meus lábios.)
— Que linda que você tá, Pau.
— Você também, o vermelho te cai muito bem. (Bom, passa que toma. Entramos numa sala que tinha sofás. O Daniel sentou primeiro e falou: senta aqui do meu lado. Assim fiz, e a Sofy do outro lado meu.)
— Bom, tô te perguntando o que você vai tomar, linda.
— Sei lá, o que vocês tão tomando?
— Bom, mais um copo de uísque pra menina. (O Daniel me serviu e me ofereceu. Eu peguei, tava uma delícia. O Daniel, como se nada fosse, colocou a mão na minha perna.)
— Bom, vou trazer a tábua de frios, gente. (A Sofia falou e foi pra cozinha. Enquanto ela ia andando, ele passou a mão num dos meus peitos e começou a acariciar.)
— Fica divino esse vestidinho sem sutiã, dá pra ver seus biquinhos lindos, Pau.
— Cê tá louco? Fica quieto, senão ela vai ver.
— Já te falei, ela não vai falar nada. Pelo contrário, quer ver? (Ele chamou a Sofia.)
— Sofy, vem aqui, por favor. (Ele continuava com a mão no meu peito quando ela entrou e nem se incomodou de ver aquilo. Não fez nenhum comentário.)
— Pauli, ela não entende que você não vai ficar brava. Não acredita em mim. Explica pra ela. (Ela sentou do meu lado, um de cada lado.)
Ela colocou a mão na minha perna enquanto falava:
— Olha, eu e o Daniel estamos juntos há 15 anos e somos swingers, entendeu? Eu já vi ele com outras e ele já me viu com outros, e tá tudo bem. Isso enriquece nosso relacionamento. Então, quando ele me contou que tinha uma secretária linda, eu já imaginei que ele ia te comer, entende? Agora, eu também tenho uns machinhos por aí, e tá tudo bem, ou não, love?
— Claro que sim. sofy
- e além disso queria confirmar o que a garota tinha que esquentava tanto meu maridinho (ela agora passava a mão no meu cabelo e me dava beijinhos na orelha enquanto ele subia a mão pela minha perna e me tocava a buceta na frente dela)
- porque você deixa ele bem quentinho e eu também, sweet girl (ela sussurrou, eu já sentia o dedo dele acariciando meu clitóris por cima da calcinha fio dental e a boca dela no meu pescoço)
- que molhadinha você tá ficando, meu bebê
- siiiiiim como vocês tão me esquentando
- siiiiiim te excita o que papai e mamãe tão fazendo com você, Pauli (Sofy disse, a língua dela já se aproximando da minha boca)
- mmmm siiiiiim muuuuuuito
- e o que a menina quer quando fica assim gostosinha (eu já com uma mão acariciando a rola do Dany por cima da calça)
- a menina quer foder pra caralho (quando terminei de falar, a língua da Sofy já tinha aberto caminho pelos meus lábios e eu sugava sem saber se era de homem ou de mulher e ficava doida)
- vamos pra caminha nós três (Sofy disse e me pegou pela mão, fomos andando, já no quarto ela ficou atrás de mim e Daniel na frente, nos despimos mutuamente e já na cama eu tava de barriga pra cima no meio dos dois, ela chupava meus peitos e eu chupava a rola do Daniel)
- que peitinhos lindos que a menina tem, você gosta que mamãe chupe eles
- siiiiiiiiiiiim me chupa, Sofy
- mmmm que linda, me mostra como você chupa a rola do meu maridinho
- sim, olha como eu tô comendo
- você gosta da rola do Dany? gosta de me fazer corna?
- mmmmmmmmm siiiiiim muuuuuuito corna (ela desceu e começou a chupar minha buceta enquanto eu continuava com a rola do Dany na boca)
- uhi siiiiiim que delícia como você me chupa, que linguinha linda
- então foi assim que essa virgindade você deu pro Dany, né sua putinha
- siiiiiiiiii tudo tudo do papai, ele é meu homem
- bom, agora você vai dar pra mamãe, sente como eu te como com a linguinha
- mm sinto sim, mamãe, você tá me fazendo gozar, me chupa
- e o que a putinha quer agora
- pirocaaaaaaaa quero rola, muita rola
- mmmm mas pra rola do meu Maridão, eu autorizo, senão nada, não é assim, love?
— Claro, Sofy, o que você disser (ela se apoiou na cabeceira da cama com as pernas bem abertas, tocando a buceta).
— Vem, girl, chupa minha buceta agora pra Dany te comer (eu olhei pra ela e fui de quatro, coloquei meu rostinho na buceta dela, que estava bem perfumada, e estiquei a língua pra passar no clitóris dela; ela segurou minha cabeça com as duas mãos).
— Mmm, assim, girl, como você chupa bem! Levanta essa bundinha pro meu maridão te comer (eu senti ele me empurrando por trás pra entrar na minha buceta e, ao sentir, tive mil orgasmos; nós três estávamos gozando de jeitos diferentes: ela com minhas chupadinhas, eu e ele transando. Foi assim que, quando terminamos, eu fiquei nos braços da Sofy e ele atrás de mim; eu estava com o rosto perto de um dos peitos dela, os mamões estavam enormes e bem durinhos. Ao vê-los, fiquei tentada a ver qual era a sensação, e quando ela sentiu, acariciou minha cabeça com carinho).
— Mmm, assim, bebê, chupa a teta da mamãe. Gostou de transar com papai e mamãe?
— Siiiiiiiiii, me enlouqueceram, gozei muito!
— Eu te falei, bebê, que você ia gostar.
— É por isso que você tem um namoradinho que você faz de corno manso.
— Siiiiiii, papai me ensinou.
— E você gosta disso, né?
— Siii, cada vez mais.
— Sabe o que eu estava pensando, Dany? Que outro dia a gente podia convidar o namoradinho da Paulita.
— Que pervertida você é, Sofy.
— Bom, você já me conhece.
— Você é louca! E ele me ver com vocês? Não!
— Podia ser, mas na verdade eu estava pensando em você ver ele comigo.
— Você é louca, Sofy!
— E claro, você comeu meu maridão, e eu tenho que comer seu namoradinho, não é, Dany?
— Não seria ruim, pensando bem.
— Vocês são loucos!
— Você vai entender, Paulita.
— Sei não...
Bom, agora por hoje, cada um pra sua vida.
Espero que me escrevam no meu e-mail contando suas experiências com todos os detalhes. Meu e-mail é: paulaygaby@yahoo.com.ar. Muito obrigada.
- Como cê tá, Pauli?
- Muito bem, e você?
- Bem, love. Sabe que minha mulher me ligou?
- É mesmo? E aí?
- Ela quer te conhecer.
- Mas por quê?
- É que eu contei sobre a gente.
- Mas você é louco?
- Não fica nervosa. Entre nós, já te falei que temos uma relação muito especial. Ela sai com outros caras e eu com outras mulheres, sem problema.
- Você me deixa louca, não entendo nada.
- Não esquenta, você vai entender e vai gostar. Além disso, ela disse que daqui a 30 minutos vem pra cá.
- Agora? Cê é maluco?
- Se deixa levar, eu vou cuidar de você. (Ele se aproximou de mim e me abraçou, me dando um beijinho carinhoso nos lábios.)
- Tá bom, o que você disser, Dany, mas me entende.
- Entendo, sim, e vai ser o melhor, já vai ver.
- Tá bom. (Fui pro meu escritório e, uns 20 minutos depois, chega uma mulher de uns 40 anos, muito bem conservada, com uma saia na altura do joelho e uma camisa levemente desabotoada, loira, de traços bonitos.)
- Me anuncia pro Daniel, fala que a Sofia chegou. (Falou bem autoritária, parei, fiz o que ela pediu, peguei o interfone.)
- Senhor, tem uma senhora aqui que quer falar com o senhor, se chama Sofia.
- Manda ela entrar, Paula.
- Pode entrar, senhora. (Abri a porta e fiquei no meu escritório. Umas coisa de 10 minutos depois, o interfone toca.)
- Paula, pode entrar no meu escritório.
- Sim, claro, senhor. (Quando entrei, ele estava com a senhora nos braços, me olhou e falou.)
- Te apresento minha esposa. (Ela sorriu e estendeu a mão pra eu me aproximar.)
- Mas ela é muito mais gostosa do que você falou, Dany. Vem, chega mais, Paula. (Eu caminhei até eles até ficar ao alcance dela. Ela, com uma mão, pegou meu ombro e me deu um beijo na bochecha, eu correspondi.)
- Acho que de agora em diante vamos ser muito boas amigas. Temos algumas coisas em comum. (Ela disse, olhando pro Daniel.)
- Bom, se a senhora quiser...
- Olha, primeiro deixa de lado esse "senhora". Eu sou a Sofy pras minhas amigas.
- Eu sou a Pauli.
- Assim tá melhor, viu? Com certeza vamos nos dar muito bem. Daniel me contei algo de vocês e fiquei intrigada pra conhecer quem era a mulherzinha que deixava meu maridinho tão louco
— te falei, Sofy, que era uma mulher gostosa
— sim, já vi, você tem muito bom gosto
— bom, mas também te falei que ela é novinha nisso tudo
— claro, querida, você sabe que eu tenho tato pra essas coisas, vamos ir bem devagar, do jeito que a Paula precisar pra se acostumar
— me acostumar com o quê?
— a ficar com a gente (disse a Sofy rapidamente, eu olhei pro Daniel e ele fez sinal com o dedo pra eu calar a boca)
— bom, eu queria que na sexta à noite você viesse jantar aqui em casa, o que acha?
— bom, se vocês não se importam, adoraria
— que é que a gente vai se importar? eu e o Daniel vamos amar, e você também vai gostar, Paulinha, já vai ver. bom, agora eu tenho que ir, beijinho, linda, tchau (e quando me deu, foi perto da comissura dos lábios e foi embora, eu fiquei esperando o Daniel me explicar)
— você caiu muito bem pra ela, te convidar pra comer em casa não é com qualquer um que ela faz isso
— mas eu ainda não entendi
— o que é que você não entende, Pau? Na sexta em casa, vamos ficar os três juntos
— sim, os três juntos comendo
— comendo e fazendo amor, bebê (ele já chegou perto de mim e me pegou no colo, mexendo na minha bunda, e eu sentia ele encostando o pau na minha barriguinha)
— você tá me dizendo que vamos ficar eu, você e ela
— claro, não é a primeira vez que a gente faz uma parada dessas
— mas eu nunca fiquei com uma mulher
— até 15 dias atrás você também nunca tinha transado e gostou
— nisso você tem razão
— bom, você vai ver que isso também vai te dar tesão, a Sofy tem muita experiência, ela vai te fazer sentir muito bem, Pau
— não sei, mas confio em você
— claro, papai vai cuidar de você, tanto que já marquei consulta com o ginecologista
— pra quê?
— pra você colocar um DIU, não vá engravidar. hoje às 10 você tem consulta
— bom, um beijinho, papai
E chegou a sexta
(eu tava com um pouco de medinho, não sabia como a coisa ia rolar, mas nessa altura eu confiava plenamente no Daniel, então coloquei um vestidinho) Negro com alças e lá fui eu. Toquei a campainha e veio me atender o Daniel. Ele tava de regata e calça jeans. No elevador, ele acariciou meu rosto e me deu um beijo bem doce.
— Mas que linda que tá minha rainha hoje.
— Tô sim, e bem nervosa.
— Já te falei, relaxa que você vai ser muito bem cuidada.
— Assim espero. (Ele abriu a porta do apartamento e a Sofy tava radiante com um vestido igual ao meu, mas vermelho. Dava pra ver que, igual a mim, ela não tava de sutiã. Claro que os peitos dela eram maiores. Ela se aproximou de mim e, de novo, o beijo dela foi perto dos meus lábios.)
— Que linda que você tá, Pau.
— Você também, o vermelho te cai muito bem. (Bom, passa que toma. Entramos numa sala que tinha sofás. O Daniel sentou primeiro e falou: senta aqui do meu lado. Assim fiz, e a Sofy do outro lado meu.)
— Bom, tô te perguntando o que você vai tomar, linda.
— Sei lá, o que vocês tão tomando?
— Bom, mais um copo de uísque pra menina. (O Daniel me serviu e me ofereceu. Eu peguei, tava uma delícia. O Daniel, como se nada fosse, colocou a mão na minha perna.)
— Bom, vou trazer a tábua de frios, gente. (A Sofia falou e foi pra cozinha. Enquanto ela ia andando, ele passou a mão num dos meus peitos e começou a acariciar.)
— Fica divino esse vestidinho sem sutiã, dá pra ver seus biquinhos lindos, Pau.
— Cê tá louco? Fica quieto, senão ela vai ver.
— Já te falei, ela não vai falar nada. Pelo contrário, quer ver? (Ele chamou a Sofia.)
— Sofy, vem aqui, por favor. (Ele continuava com a mão no meu peito quando ela entrou e nem se incomodou de ver aquilo. Não fez nenhum comentário.)
— Pauli, ela não entende que você não vai ficar brava. Não acredita em mim. Explica pra ela. (Ela sentou do meu lado, um de cada lado.)
Ela colocou a mão na minha perna enquanto falava:
— Olha, eu e o Daniel estamos juntos há 15 anos e somos swingers, entendeu? Eu já vi ele com outras e ele já me viu com outros, e tá tudo bem. Isso enriquece nosso relacionamento. Então, quando ele me contou que tinha uma secretária linda, eu já imaginei que ele ia te comer, entende? Agora, eu também tenho uns machinhos por aí, e tá tudo bem, ou não, love?
— Claro que sim. sofy
- e além disso queria confirmar o que a garota tinha que esquentava tanto meu maridinho (ela agora passava a mão no meu cabelo e me dava beijinhos na orelha enquanto ele subia a mão pela minha perna e me tocava a buceta na frente dela)
- porque você deixa ele bem quentinho e eu também, sweet girl (ela sussurrou, eu já sentia o dedo dele acariciando meu clitóris por cima da calcinha fio dental e a boca dela no meu pescoço)
- que molhadinha você tá ficando, meu bebê
- siiiiiim como vocês tão me esquentando
- siiiiiim te excita o que papai e mamãe tão fazendo com você, Pauli (Sofy disse, a língua dela já se aproximando da minha boca)
- mmmm siiiiiim muuuuuuito
- e o que a menina quer quando fica assim gostosinha (eu já com uma mão acariciando a rola do Dany por cima da calça)
- a menina quer foder pra caralho (quando terminei de falar, a língua da Sofy já tinha aberto caminho pelos meus lábios e eu sugava sem saber se era de homem ou de mulher e ficava doida)
- vamos pra caminha nós três (Sofy disse e me pegou pela mão, fomos andando, já no quarto ela ficou atrás de mim e Daniel na frente, nos despimos mutuamente e já na cama eu tava de barriga pra cima no meio dos dois, ela chupava meus peitos e eu chupava a rola do Daniel)
- que peitinhos lindos que a menina tem, você gosta que mamãe chupe eles
- siiiiiiiiiiiim me chupa, Sofy
- mmmm que linda, me mostra como você chupa a rola do meu maridinho
- sim, olha como eu tô comendo
- você gosta da rola do Dany? gosta de me fazer corna?
- mmmmmmmmm siiiiiim muuuuuuito corna (ela desceu e começou a chupar minha buceta enquanto eu continuava com a rola do Dany na boca)
- uhi siiiiiim que delícia como você me chupa, que linguinha linda
- então foi assim que essa virgindade você deu pro Dany, né sua putinha
- siiiiiiiiii tudo tudo do papai, ele é meu homem
- bom, agora você vai dar pra mamãe, sente como eu te como com a linguinha
- mm sinto sim, mamãe, você tá me fazendo gozar, me chupa
- e o que a putinha quer agora
- pirocaaaaaaaa quero rola, muita rola
- mmmm mas pra rola do meu Maridão, eu autorizo, senão nada, não é assim, love?
— Claro, Sofy, o que você disser (ela se apoiou na cabeceira da cama com as pernas bem abertas, tocando a buceta).
— Vem, girl, chupa minha buceta agora pra Dany te comer (eu olhei pra ela e fui de quatro, coloquei meu rostinho na buceta dela, que estava bem perfumada, e estiquei a língua pra passar no clitóris dela; ela segurou minha cabeça com as duas mãos).
— Mmm, assim, girl, como você chupa bem! Levanta essa bundinha pro meu maridão te comer (eu senti ele me empurrando por trás pra entrar na minha buceta e, ao sentir, tive mil orgasmos; nós três estávamos gozando de jeitos diferentes: ela com minhas chupadinhas, eu e ele transando. Foi assim que, quando terminamos, eu fiquei nos braços da Sofy e ele atrás de mim; eu estava com o rosto perto de um dos peitos dela, os mamões estavam enormes e bem durinhos. Ao vê-los, fiquei tentada a ver qual era a sensação, e quando ela sentiu, acariciou minha cabeça com carinho).
— Mmm, assim, bebê, chupa a teta da mamãe. Gostou de transar com papai e mamãe?
— Siiiiiiiiii, me enlouqueceram, gozei muito!
— Eu te falei, bebê, que você ia gostar.
— É por isso que você tem um namoradinho que você faz de corno manso.
— Siiiiiii, papai me ensinou.
— E você gosta disso, né?
— Siii, cada vez mais.
— Sabe o que eu estava pensando, Dany? Que outro dia a gente podia convidar o namoradinho da Paulita.
— Que pervertida você é, Sofy.
— Bom, você já me conhece.
— Você é louca! E ele me ver com vocês? Não!
— Podia ser, mas na verdade eu estava pensando em você ver ele comigo.
— Você é louca, Sofy!
— E claro, você comeu meu maridão, e eu tenho que comer seu namoradinho, não é, Dany?
— Não seria ruim, pensando bem.
— Vocês são loucos!
— Você vai entender, Paulita.
— Sei não...
Bom, agora por hoje, cada um pra sua vida.
Espero que me escrevam no meu e-mail contando suas experiências com todos os detalhes. Meu e-mail é: paulaygaby@yahoo.com.ar. Muito obrigada.
17 comentários - Primeiro menage a três
Me pusiste al palo!
Excelente!
Gracias por compartir