Con o passar dos dias, fui percebendo que não aguentava o que tinha acontecido. Em 10 anos de casados, nunca tinha traído ela, e na primeira oportunidade, ela foi pra cama com outro — se é que era a primeira vez. Agora eu duvidava de tudo.
Ficava muito difícil estar a sós com ela. Tinha que me segurar pra não explodir e contar tudo que sabia, enquanto ela, provavelmente por culpa, estava mais complacente do que nunca. No fundo, decidi que meu casamento tinha acabado, mas não sem antes me vingar dela.
No meu trabalho, tinha uma colega de uns 30 anos, realmente fabulosa. 1,70m, loira, pernas longas, um par de peitos de campeonato e um corpo à altura desses peitos. Era um sonho andando pelo escritório.
Sempre tive uma quedinha por ela, e nos 5 anos que estava na empresa, a gente já tinha conversado várias vezes, e eu sentia que não era indiferente pra ela. Mas quando a conheci, já era casado, e nunca quis passar dos flertes ocasionais de escritório; e ela, por saber que eu era casado, também não ia além de alguma brincadeira ou olhar. Pra piorar, fazia 2 anos que ela tinha casado, e o marido era terrivelmente ciumento, mas ao mesmo tempo super mulherengo, pelo que as amigas contavam, embora ela não acreditasse.
Talvez por causa dos meus problemas conjugais, comecei a me refugiar mais nas conversas com a Lucrécia, e, embora nunca tenha contado em detalhes quais eram meus problemas, deixei claro que os tinha. Ela, por sua vez, se abriu nas confissões e me contava as cenas de ciúme inacreditáveis que o marido fazia. Ela não podia ir a lugar nenhum sozinha, e quando saíam juntos, se alguém olhasse demais pra ela, ao voltar pra casa tinham uma briga violenta. Ela até comentou que mais de uma vez ele ameaçou bater nela, quando ficava completamente fora de si por ciúmes.
Com essas conversas, nossa relação foi se fortalecendo, e aos poucos fomos sentindo que entre nós podia rolar alguma coisa. mais do que conversas. O problema é que ela não queria avançar enquanto estivesse com o marido, um pouco por causa do conceito dela de fidelidade e outro pouco pelo medo que sentia do jeito dele.
Cheguei a decidir que ia ter ela. Não importava o preço. Precisava sentir ela. E ela parecia pensar o mesmo, só precisava de uma oportunidade. E eu estava tramando um jeito de dar isso a ela.
Por fim, um dia confessei meus sentimentos e ela começou a soluçar.
- Espera, não fica assim. Desculpa minha ousadia, faz de conta que não falei nada, me assustei.
- Não, não é por isso que tô chorando. Acontece que eu sinto o mesmo por você, mas não posso ser infiel. Me perdoa.
- Mas seu marido não merece sua fidelidade, falei, lembrando das histórias que contavam.
- Não tenho certeza do que você diz, e enquanto for assim, sou casada com ele e vou ficar com ele.
E foi nesse momento que ela fechou o grande projeto pra mim. Finalmente a puta da minha mulher podia fazer algo bom por mim.
Nos dias seguintes, me dediquei a descobrir mais coisas sobre o marido da Lucrécia. Horários, costumes. Até cheguei a segui-lo várias vezes. Descobri os bares onde ele parava, com quem se juntava, enfim, todas as atividades dele fora de casa.
Quando tive informação suficiente, coloquei o plano em ação.
Naquela noite, ao chegar em casa, falei pra minha esposa que precisávamos conversar.
Sentamos na sala de jantar. Ela me ouvia atentamente.
- Melissa, você deve ter notado que de um tempo pra cá estamos distantes.
- Notei sim, meu amor, e não entendo.
- Vou te explicar em detalhes. Faz 10 anos que somos casados e sempre fui honesto com você, não é?
- Sim, meu amor, sempre foi muito bom, disse ela com inocência.
- Me decepcionou que você não fosse igual, falei sério.
Ela se surpreendeu. Não sabia por onde vinha a coisa, e notei que estava tentando imaginar o que eu sabia.
- Não sei por que você diz isso, comentou especulando.
- Quantas vezes você me traiu com outro? Perguntei na lata. Ela fez cara de surpresa e ofendida.
— Como você ousa perguntar uma coisa dessas? O que você pensa que eu sou? — disse, levantando a voz.
— Abaixa o tom, porque como você pode ver, não estou brigando. Só estou decepcionado.
— Mas você não pode me acusar de uma coisa dessas.
Devagar e em detalhes, fui contando tudo o que tinha visto, sem mencionar o vídeo, que guardava como última carta.
— Você é louco. Não sei como você imagina essas coisas — disse ela, se defendendo. — Com certeza você sonhou.
— Além de decepcionado, agora estou triste. Você não tem por que negar a realidade, já que, como vê, estou levando isso de forma madura — falei com calma.
— Mas você não pode me acusar de uma coisa dessas — insistiu.
Levantei e fui pegar meu notebook. Liguei ele, enquanto ela me olhava curiosa. Procurei o vídeo e coloquei a tela na frente dela. Eu não olhava para o vídeo, mas as mudanças na cara dela não tinham preço.
No começo, ela não entendia nada, mas quando Pablo entrou no quarto e ela começou a chupar o pau dele, ela desmoronou. Tapou o rosto com as duas mãos e começou a soluçar.
— Me desculpa, não sei o que deu em mim. Nunca tinha feito uma coisa dessas — insistiu. — Mas aquele homem tinha um poder especial sobre mim. Desde que entrei no quarto dele pra pedir o desconto, o olhar dele me fez sentir uma puta, e só pensei em transar com ele.
Desliguei o notebook.
— Não importa se você nunca tinha feito. A questão é que você fez, e não confessou. Achou que ninguém ia saber e que eu seria um corno feliz a vida inteira. Com certeza mais tarde você arrumaria outra oportunidade com algum outro macho e a festa continuaria. Mas isso acaba aqui.
— E o que você quer fazer agora? — perguntou, tímida.
— Primeiro, você me deve uma. Eu mereço uma satisfação. E depois a gente vê como a história continua — falei com segurança.
— E que ideia você tem?
— Como castigo, bom, não sei se é um castigo pra você, você vai ter que fazer o que sabe fazer de melhor com uma pessoa que eu vou indicar, e eu quero ver — falei.
— Não entendi — disse ela.
— Você vai transar com um cara. determinado, quando e onde eu mandar.
- Você não pode me pedir isso, disse ela, surpresa.
- Você já transou com quem quis, agora é a minha vez. Além disso, te garanto que vale a pena. Ele é bem gostoso, falei sorrindo.
- Não entendo por que você está me pedindo isso.
- Porque quero que você se comporte como a puta que é, e assuma isso. Quero ver e, se eu curtir, aí a gente pode continuar conversando sobre nosso casamento. Se não aceitar, simplesmente vou embora desta casa e você nunca mais vai me ver.
Ela ficou em silêncio.
- Nunca te traí, repetiu, e agora você me manda te trair.
- Não é traição, já que eu vou estar olhando o que você faz e eu mesmo mandei.
Ela ficou pensativa por um segundo.
- Tá bom. Não entendo o que é isso, mas imagino que você tem direito de executar sua vingança como achar melhor.
- Beleza, amanhã quero você vestida bem provocante neste bar, falei dando o endereço, umas 15 horas. No balcão, você vai ver um cara alto, cabelo escuro, com uma barba bem feita. Você vai dar um jeito de puxar conversa com ele, sem exagerar no tesão. O importante é que você comece a falar com ele e marque pra outro dia. O resto a gente vai vendo.
No dia seguinte, tudo aconteceu como planejado. Não falei pra ela que eu estaria no local, e fiquei escondido num reservado onde ela não podia me ver, mas eu podia acompanhar tudo. Minha mulher foi até o tal bar. Quando entrou, os 4 ou 5 caras que estavam lá viraram pra olhar. Roupa justa, uma minissaia de matar, e uma regata sem nada por baixo, era o suficiente pra deixar qualquer um de queixo caído. A vítima também olhou pra ela, e ela sentou no balcão do lado dele.
Pediu uma taça, e depois de um tempo, ele ofereceu uma, que ela aceitou de boa, e rapidamente começaram a conversar. Era nítido o esforço do cara pra conquistar ela, e em meia hora já tinham combinado de se encontrar no dia seguinte no mesmo lugar. Depois disso, minha esposa deu um beijo na bochecha dele e foi embora. a bochecha e saiu.
Outro homem se aproximou.
- Que putona que você arrumou, ele disse, rindo.
- Ela é muito gostosa e bem vadia. Amanhã vou passar ela na pedra. O marido dela trabalha e vai me levar na casa dele. Nem imagina as gozadas que vou dar nela, disse satisfeito com a virilidade dele.
Paguei minha conta e saí. Poucas quadras depois, o celular avisou que minha mulher queria me passar o relatório.
- Fiz o que você queria. Amanhã encontro ele e vamos pra nossa casa. Espero que esteja feliz.
- Estou, e espero que amanhã você capriche como fez com o Pablo. Vamos ver se aprendeu alguma coisa, falei e desliguei.
Voltei ao trabalho e me mostrei sério e ensimesmado. Lucrécia notou meu estado e, mal pôde ficar a sós comigo, me perguntou o que estava acontecendo.
- Nada, Lucrécia, menti.
- Qual é, eu te conheço.
- Olha, hoje não posso te contar nada. Se eu confirmar o que me disseram, amanhã te conto e pediria que, se for verdade, você me acompanhe por um tempo num lugar.
- Mas não podemos largar o trabalho.
- Se o que me disseram for verdade, você vai ter que sair. Por favor, confia em mim, implorei. Preciso mais que tudo que você me acompanhe, senão não sei do que vou ser capaz.
- Tá bom. Amanhã você me conta.
Quando ela saiu, faltou pouco pra eu começar a gritar de alegria. Tudo estava organizado. Com sorte, em pouco tempo teria Lucrécia na minha cama, me dando todo o prazer que eu sonhava.
No dia seguinte, minha esposa voltou ao bar, e na mesma hora, sem dar nenhuma explicação, saímos eu e Lucrécia do trabalho e fomos pra minha casa. No começo ela se recusou a entrar, e foi difícil convencê-la de que não tinha nada de errado e que era de vital importância que ela entrasse. Por fim, consegui que ela cruzasse a porta e, com muitas ressalvas, a levei até o quarto de serviço.
- Não gosto que me traga pra sua casa e muito menos que me meta num quarto. Você sabe o que eu penso, disse séria, eu gosto de você, já conversamos, mas não pretendo transar com você.
- Não é o que você pensa. Te peço Confia em mim, só dessa vez. Não vou chegar perto de você, eu juro, falei. Me passaram a fofoca de que minha mulher vai trazer outro homem pra minha casa, e eu preciso de uma testemunha se isso rolar, e alguém pra me segurar antes que eu faça uma loucura, falei fingindo estar todo acabado.
- Mas você não pode acreditar nessas calúnias, ela disse séria.
- Se forem calúnias, não aconteceu nada, e a gente vai embora como veio. Minha esposa não tem que voltar pra casa antes das 6 da tarde. Não teria motivo pra estar aqui às 3 e meia, muito menos com um estranho.
Ela sentou na cama e eu fiquei perto da porta. Passaram 10 minutos. Ela começava a ficar nervosa, quando ouvimos a chave abrindo a porta.
- Entra, fica à vontade.
- Tem certeza que seu marido não vai voltar de surpresa? Perguntou uma voz que assustou a Lucrecia.
- Meu marido tá trabalhando e só volta à noite, disse minha mulher.
- Tem alguma coisa pra beber? Disse a voz masculina.
Lucrecia pulou da cama feito uma mola e foi em direção à porta. Com muito custo consegui segurar ela.
- Esse é meu marido, ela disse sussurrando.
- Você tá enganada. Parece. O que eu garanto é que é minha mulher, falei, deixando ela gelada. Agora fica calma. Não estraga tudo, falei segurando ela pelos braços.
Barulho de copos vinha da sala. Depois silêncio. Barulho de móveis. E a voz da minha mulher.
- Espera um pouco, pussy. Não tem tanta pressa.
- Você me deixou com tesão, gostosa. Me dá o que é meu.
- Aqui não, vamos pro quarto, disse minha esposa seguindo o plano.
- Onde você quiser, onde você quiser, disse o macho. Passos no corredor e depois barulhos na cama.
- Vai, me despe, ele ordenou.
Nesse momento, devagar eu abri a porta e saímos com a Lucrecia do quarto. Chegamos de mansinho no outro quarto e, pela moldura da porta e pela fresta entreaberta, vimos minha mulher desabotoando a camisa do macho, enquanto ele acariciava as pernas dela e enfiava uma das mãos na buceta dela.
- Que delícia. Buceta que tu tens, nem imagina como vou te arrebentar, ele dizia obsceno.
- É o que eu espero, buceta, é o que eu espero, respondia minha mulher. Eu, que a conhecia, sabia que ela não estava fingindo. Na verdade, ela estava excitada pelo tesão da situação. Ela sabia que eu estava olhando, e isso, em vez de esfriar, a esquentava ainda mais.
Lucrécia se tensionou ao reconhecer o marido e tive que segurá-la para que não entrasse no quarto. Fiquei atrás dela, segurando-a e tapando sua boca com a mão, até que ela se acalmasse; só aí soltei sua boca.
Enquanto isso, minha esposa já tinha avançado com o processo e o macho dela estava só de cueca. Depois, sem descer do colo dele, ela começou a se despir. Quando os peitos dela ficaram livres, ele se atirou sobre eles com as duas mãos, começando a apertá-los com desespero.
Lucrécia tinha se acalmado, ou pelo menos parecia. Olhei para ela e o que vi me surpreendeu. Ela estava com os olhos arregalados e a língua passando pelos lábios. A putinha estava se excitando vendo o marido com outra mulher. Eu também estava muito tarado, pra ser sincero.
Minha mulherzinha se levantou e terminou de tirar a roupa, e o macho, de uma só vez, tirou a cueca, ficando nu. O pau dele era um pouco mais curto que o meu, embora um pouco mais grosso. Minha mulher se atirou sobre ele, engolindo tudo. Olha só, a donzela que não gostava de chupar pica.
Ele a pegou pela cabeça e acompanhava a sucção como se estivesse metendo na boca dela, e era exatamente o que estava fazendo. Estava metendo pela boca dela.
- Que lindo você chupa, querida. Tomara que minha mulherzinha aprenda algumas lições com você. Mas agora monta em mim como antes, ele disse, e minha mulher, passando uma perna por cima do corpo dele, se ajoelhou, deixando o pau dele posicionado para a próxima cena. Ela o pegou com a mão, direcionou para o lugar e se abaixou, engolindo até a metade. Ficou ali, esperando se acostumar, mas ele foi ao encontro dela, enfiando tudo e fazendo-a gemer.
O corpo de Lucrécia Tava com tesão, dava pra ver ela corada e cheia de fogo. Por trás, me aproximei até encostar meu pedaço no meio das bundas dela. No começo ela não reagiu, mas depois de uns segundos, empinou a bunda pra trás pra melhorar o contato. Na hora, comecei a fazer movimentos circulares que faziam ela sentir bem meu pau. Uma das minhas mãos desabotoou a camisa dela e sumiu dentro do sutiã, agarrando um peito firme e grande, com um mamilo duro e de bom tamanho, que comecei a beliscar. Com esse tratamento, Lucrecia começou a suspirar baixinho.
Na cama, minha mulher era fodida com tudo, pelo macho que tava debaixo dela. Ela quicava igual uma possessa, e ele ajudava na penetração subindo pra encontrar ela. Os dois gritavam que nem bichos.
Abri o zíper da minha calça e tirei meu pau, duro igual ferro. Levantei a saia dela e agora me apoiei na buceta dela, com a calcinha sendo a única fronteira separando a gente do contato pele com pele. Ela começou a ir pra frente e pra trás, aumentando a esfregada sem controle. De repente, ela começou a se tensionar, e consegui tampar a boca dela antes que um orgasmo a levasse por completo. Tive que segurar ela pra não cair no chão. Levou uns dois minutos pra se recuperar.
Enquanto isso, os amantes tinham trocado de posição, e agora minha esposa era cravada com tudo no colchão, com o macho por cima bombando ela com raiva e gritando putarias, chamando ela de vagabunda e dizendo como ela tava comendo um pau que não era do marido dela. Minha mulherzinha concordava com desespero.
Quando Lucrecia se recuperou, puxei ela um pouco pra trás, fiz ela se abaixar um pouco e, afastando a calcinha, encostei meu pau direto na entrada da buceta dela. Ela se agarrou nas minhas pernas com as mãos, e eu segurei os ombros dela com uma mão enquanto guiava meu pau pro prazer. Quando atravessei os lábios da buceta dela, as mãos dela apertaram minhas coxas. Devagar, fui me enterrando nela pra evitar que ela gritasse. Não queria que nos descobrissem. Finalmente ela ficou com tudo dentro, e começamos a viagem dos sonhos. Minhas estocadas eram longas, quase saindo dela e depois mergulhando de novo por completo. Ela, com as mãos nas minhas pernas, guiava as investidas.
Naquele momento, o duelo na cama se resolveu. Minha mulher gozou profundamente, e o macho, sem esperar um segundo, se esvaziou dentro dela.
— Toma, puta, toma todo meu leite — gritei enquanto me enterrava nela uma vez, e outra, e outra...
E de repente tudo tinha acabado. Atrás da porta, desmontei e, pegando Lucrecia pela mão, levei-a até o quarto de onde tínhamos saído. Tranquei a porta e rapidamente me despi sob o olhar de desejo dela, que lentamente também começou a se despir. Quando a deitei na cama, abri suas pernas e me enterrei nela por completo.
Lá fora, ouvimos eles saírem do quarto e irem em direção à porta. Sem dúvida, a sacanagem da situação fez com que, quando eles fecharam a porta e foram embora, Lucrecia gozasse de novo, começando a chorar desolada. Fiquei parado, deixando ela se aliviar. O que ela tinha vivido era muito intenso.
— Meu marido, o filho da puta, era verdade o que minhas amigas diziam. Ele transa com a primeira puta que aparece.
— E dessa vez a puta foi minha mulher — falei, começando a me mover devagar.
— Mas ele vai me pagar, pode ter certeza.
— Já está pagando. Goza, querida, goza — disse, acelerando minhas penetrações.
Aos poucos, Lucrecia foi deixando o ódio de lado para se entregar de novo ao amor. Quando sentiu que ia encher ela, me beijou com desespero, e nossas línguas se enroscaram enquanto minhas bolas se esvaziavam dentro do corpo dela. A sensação foi de plenitude total.
Ficamos ali alguns minutos, de olhos fechados. Eu me sentia satisfeito. De repente, Lucrecia entrou em ação.
— Vou ensinar pro meu maridinho se eu sei ou não chupar pica — disse, capturando a minha e enfiando tudo na boca.
Começou um boquete desesperado, como nunca tinham feito em mim. até que me levou à beira do orgasmo.
— Para, porque vou gozar — falei descontrolado.
Ela tirou da boca e me olhou.
— E o que você acha que eu quero? Quero tomar todo o seu leite, coisa que nunca fiz, em homenagem ao filho da puta do meu marido — disse enquanto voltava a chupar.
Aguentei uns minutos e finalmente gozei na boca dela, dando gritos de prazer. Ela engoliu e engoliu até me deixar seco.
Lucrécia confrontou o marido com a verdade, e ele não teve escolha a não ser reconhecer que tudo o que contavam era verdade e não pôde mais controlá-la. Hoje eles têm um relacionamento aberto, onde cada um faz o que bem entende.
Melissa e eu continuamos juntos. Temos um sexo bom, e ainda curto de vez em quando ela trazer algum amiguinho em casa e ver ela dar. Quando o amigo termina e vai embora, é minha vez de meter nela, geralmente pelo cu, que tenho proibido ela deixar qualquer outro fazer. Essa é minha vingança pelos dias que ela me fez passar com Pablo, corno e sedado. Algum dia eu gostaria de voltar à cidade do rio, porque tenho umas contas a acertar com Pablo, que sei que casou com uma mulher linda. Se eu jogar bem as cartas, tenho certeza de que posso comer ela e pagar os favores recebidos.
Com Lucrécia nos encontramos umas duas vezes por semana e curtimos um sexo gostoso, com muito carinho e amor. Talvez um dia a gente acabe junto, mas por enquanto estamos felizes assim.
Como eu disse, tem que ver o lado bom das coisas.
Ficava muito difícil estar a sós com ela. Tinha que me segurar pra não explodir e contar tudo que sabia, enquanto ela, provavelmente por culpa, estava mais complacente do que nunca. No fundo, decidi que meu casamento tinha acabado, mas não sem antes me vingar dela.
No meu trabalho, tinha uma colega de uns 30 anos, realmente fabulosa. 1,70m, loira, pernas longas, um par de peitos de campeonato e um corpo à altura desses peitos. Era um sonho andando pelo escritório.
Sempre tive uma quedinha por ela, e nos 5 anos que estava na empresa, a gente já tinha conversado várias vezes, e eu sentia que não era indiferente pra ela. Mas quando a conheci, já era casado, e nunca quis passar dos flertes ocasionais de escritório; e ela, por saber que eu era casado, também não ia além de alguma brincadeira ou olhar. Pra piorar, fazia 2 anos que ela tinha casado, e o marido era terrivelmente ciumento, mas ao mesmo tempo super mulherengo, pelo que as amigas contavam, embora ela não acreditasse.
Talvez por causa dos meus problemas conjugais, comecei a me refugiar mais nas conversas com a Lucrécia, e, embora nunca tenha contado em detalhes quais eram meus problemas, deixei claro que os tinha. Ela, por sua vez, se abriu nas confissões e me contava as cenas de ciúme inacreditáveis que o marido fazia. Ela não podia ir a lugar nenhum sozinha, e quando saíam juntos, se alguém olhasse demais pra ela, ao voltar pra casa tinham uma briga violenta. Ela até comentou que mais de uma vez ele ameaçou bater nela, quando ficava completamente fora de si por ciúmes.
Com essas conversas, nossa relação foi se fortalecendo, e aos poucos fomos sentindo que entre nós podia rolar alguma coisa. mais do que conversas. O problema é que ela não queria avançar enquanto estivesse com o marido, um pouco por causa do conceito dela de fidelidade e outro pouco pelo medo que sentia do jeito dele.
Cheguei a decidir que ia ter ela. Não importava o preço. Precisava sentir ela. E ela parecia pensar o mesmo, só precisava de uma oportunidade. E eu estava tramando um jeito de dar isso a ela.
Por fim, um dia confessei meus sentimentos e ela começou a soluçar.
- Espera, não fica assim. Desculpa minha ousadia, faz de conta que não falei nada, me assustei.
- Não, não é por isso que tô chorando. Acontece que eu sinto o mesmo por você, mas não posso ser infiel. Me perdoa.
- Mas seu marido não merece sua fidelidade, falei, lembrando das histórias que contavam.
- Não tenho certeza do que você diz, e enquanto for assim, sou casada com ele e vou ficar com ele.
E foi nesse momento que ela fechou o grande projeto pra mim. Finalmente a puta da minha mulher podia fazer algo bom por mim.
Nos dias seguintes, me dediquei a descobrir mais coisas sobre o marido da Lucrécia. Horários, costumes. Até cheguei a segui-lo várias vezes. Descobri os bares onde ele parava, com quem se juntava, enfim, todas as atividades dele fora de casa.
Quando tive informação suficiente, coloquei o plano em ação.
Naquela noite, ao chegar em casa, falei pra minha esposa que precisávamos conversar.
Sentamos na sala de jantar. Ela me ouvia atentamente.
- Melissa, você deve ter notado que de um tempo pra cá estamos distantes.
- Notei sim, meu amor, e não entendo.
- Vou te explicar em detalhes. Faz 10 anos que somos casados e sempre fui honesto com você, não é?
- Sim, meu amor, sempre foi muito bom, disse ela com inocência.
- Me decepcionou que você não fosse igual, falei sério.
Ela se surpreendeu. Não sabia por onde vinha a coisa, e notei que estava tentando imaginar o que eu sabia.
- Não sei por que você diz isso, comentou especulando.
- Quantas vezes você me traiu com outro? Perguntei na lata. Ela fez cara de surpresa e ofendida.
— Como você ousa perguntar uma coisa dessas? O que você pensa que eu sou? — disse, levantando a voz.
— Abaixa o tom, porque como você pode ver, não estou brigando. Só estou decepcionado.
— Mas você não pode me acusar de uma coisa dessas.
Devagar e em detalhes, fui contando tudo o que tinha visto, sem mencionar o vídeo, que guardava como última carta.
— Você é louco. Não sei como você imagina essas coisas — disse ela, se defendendo. — Com certeza você sonhou.
— Além de decepcionado, agora estou triste. Você não tem por que negar a realidade, já que, como vê, estou levando isso de forma madura — falei com calma.
— Mas você não pode me acusar de uma coisa dessas — insistiu.
Levantei e fui pegar meu notebook. Liguei ele, enquanto ela me olhava curiosa. Procurei o vídeo e coloquei a tela na frente dela. Eu não olhava para o vídeo, mas as mudanças na cara dela não tinham preço.
No começo, ela não entendia nada, mas quando Pablo entrou no quarto e ela começou a chupar o pau dele, ela desmoronou. Tapou o rosto com as duas mãos e começou a soluçar.
— Me desculpa, não sei o que deu em mim. Nunca tinha feito uma coisa dessas — insistiu. — Mas aquele homem tinha um poder especial sobre mim. Desde que entrei no quarto dele pra pedir o desconto, o olhar dele me fez sentir uma puta, e só pensei em transar com ele.
Desliguei o notebook.
— Não importa se você nunca tinha feito. A questão é que você fez, e não confessou. Achou que ninguém ia saber e que eu seria um corno feliz a vida inteira. Com certeza mais tarde você arrumaria outra oportunidade com algum outro macho e a festa continuaria. Mas isso acaba aqui.
— E o que você quer fazer agora? — perguntou, tímida.
— Primeiro, você me deve uma. Eu mereço uma satisfação. E depois a gente vê como a história continua — falei com segurança.
— E que ideia você tem?
— Como castigo, bom, não sei se é um castigo pra você, você vai ter que fazer o que sabe fazer de melhor com uma pessoa que eu vou indicar, e eu quero ver — falei.
— Não entendi — disse ela.
— Você vai transar com um cara. determinado, quando e onde eu mandar.
- Você não pode me pedir isso, disse ela, surpresa.
- Você já transou com quem quis, agora é a minha vez. Além disso, te garanto que vale a pena. Ele é bem gostoso, falei sorrindo.
- Não entendo por que você está me pedindo isso.
- Porque quero que você se comporte como a puta que é, e assuma isso. Quero ver e, se eu curtir, aí a gente pode continuar conversando sobre nosso casamento. Se não aceitar, simplesmente vou embora desta casa e você nunca mais vai me ver.
Ela ficou em silêncio.
- Nunca te traí, repetiu, e agora você me manda te trair.
- Não é traição, já que eu vou estar olhando o que você faz e eu mesmo mandei.
Ela ficou pensativa por um segundo.
- Tá bom. Não entendo o que é isso, mas imagino que você tem direito de executar sua vingança como achar melhor.
- Beleza, amanhã quero você vestida bem provocante neste bar, falei dando o endereço, umas 15 horas. No balcão, você vai ver um cara alto, cabelo escuro, com uma barba bem feita. Você vai dar um jeito de puxar conversa com ele, sem exagerar no tesão. O importante é que você comece a falar com ele e marque pra outro dia. O resto a gente vai vendo.
No dia seguinte, tudo aconteceu como planejado. Não falei pra ela que eu estaria no local, e fiquei escondido num reservado onde ela não podia me ver, mas eu podia acompanhar tudo. Minha mulher foi até o tal bar. Quando entrou, os 4 ou 5 caras que estavam lá viraram pra olhar. Roupa justa, uma minissaia de matar, e uma regata sem nada por baixo, era o suficiente pra deixar qualquer um de queixo caído. A vítima também olhou pra ela, e ela sentou no balcão do lado dele.
Pediu uma taça, e depois de um tempo, ele ofereceu uma, que ela aceitou de boa, e rapidamente começaram a conversar. Era nítido o esforço do cara pra conquistar ela, e em meia hora já tinham combinado de se encontrar no dia seguinte no mesmo lugar. Depois disso, minha esposa deu um beijo na bochecha dele e foi embora. a bochecha e saiu.
Outro homem se aproximou.
- Que putona que você arrumou, ele disse, rindo.
- Ela é muito gostosa e bem vadia. Amanhã vou passar ela na pedra. O marido dela trabalha e vai me levar na casa dele. Nem imagina as gozadas que vou dar nela, disse satisfeito com a virilidade dele.
Paguei minha conta e saí. Poucas quadras depois, o celular avisou que minha mulher queria me passar o relatório.
- Fiz o que você queria. Amanhã encontro ele e vamos pra nossa casa. Espero que esteja feliz.
- Estou, e espero que amanhã você capriche como fez com o Pablo. Vamos ver se aprendeu alguma coisa, falei e desliguei.
Voltei ao trabalho e me mostrei sério e ensimesmado. Lucrécia notou meu estado e, mal pôde ficar a sós comigo, me perguntou o que estava acontecendo.
- Nada, Lucrécia, menti.
- Qual é, eu te conheço.
- Olha, hoje não posso te contar nada. Se eu confirmar o que me disseram, amanhã te conto e pediria que, se for verdade, você me acompanhe por um tempo num lugar.
- Mas não podemos largar o trabalho.
- Se o que me disseram for verdade, você vai ter que sair. Por favor, confia em mim, implorei. Preciso mais que tudo que você me acompanhe, senão não sei do que vou ser capaz.
- Tá bom. Amanhã você me conta.
Quando ela saiu, faltou pouco pra eu começar a gritar de alegria. Tudo estava organizado. Com sorte, em pouco tempo teria Lucrécia na minha cama, me dando todo o prazer que eu sonhava.
No dia seguinte, minha esposa voltou ao bar, e na mesma hora, sem dar nenhuma explicação, saímos eu e Lucrécia do trabalho e fomos pra minha casa. No começo ela se recusou a entrar, e foi difícil convencê-la de que não tinha nada de errado e que era de vital importância que ela entrasse. Por fim, consegui que ela cruzasse a porta e, com muitas ressalvas, a levei até o quarto de serviço.
- Não gosto que me traga pra sua casa e muito menos que me meta num quarto. Você sabe o que eu penso, disse séria, eu gosto de você, já conversamos, mas não pretendo transar com você.
- Não é o que você pensa. Te peço Confia em mim, só dessa vez. Não vou chegar perto de você, eu juro, falei. Me passaram a fofoca de que minha mulher vai trazer outro homem pra minha casa, e eu preciso de uma testemunha se isso rolar, e alguém pra me segurar antes que eu faça uma loucura, falei fingindo estar todo acabado.
- Mas você não pode acreditar nessas calúnias, ela disse séria.
- Se forem calúnias, não aconteceu nada, e a gente vai embora como veio. Minha esposa não tem que voltar pra casa antes das 6 da tarde. Não teria motivo pra estar aqui às 3 e meia, muito menos com um estranho.
Ela sentou na cama e eu fiquei perto da porta. Passaram 10 minutos. Ela começava a ficar nervosa, quando ouvimos a chave abrindo a porta.
- Entra, fica à vontade.
- Tem certeza que seu marido não vai voltar de surpresa? Perguntou uma voz que assustou a Lucrecia.
- Meu marido tá trabalhando e só volta à noite, disse minha mulher.
- Tem alguma coisa pra beber? Disse a voz masculina.
Lucrecia pulou da cama feito uma mola e foi em direção à porta. Com muito custo consegui segurar ela.
- Esse é meu marido, ela disse sussurrando.
- Você tá enganada. Parece. O que eu garanto é que é minha mulher, falei, deixando ela gelada. Agora fica calma. Não estraga tudo, falei segurando ela pelos braços.
Barulho de copos vinha da sala. Depois silêncio. Barulho de móveis. E a voz da minha mulher.
- Espera um pouco, pussy. Não tem tanta pressa.
- Você me deixou com tesão, gostosa. Me dá o que é meu.
- Aqui não, vamos pro quarto, disse minha esposa seguindo o plano.
- Onde você quiser, onde você quiser, disse o macho. Passos no corredor e depois barulhos na cama.
- Vai, me despe, ele ordenou.
Nesse momento, devagar eu abri a porta e saímos com a Lucrecia do quarto. Chegamos de mansinho no outro quarto e, pela moldura da porta e pela fresta entreaberta, vimos minha mulher desabotoando a camisa do macho, enquanto ele acariciava as pernas dela e enfiava uma das mãos na buceta dela.
- Que delícia. Buceta que tu tens, nem imagina como vou te arrebentar, ele dizia obsceno.
- É o que eu espero, buceta, é o que eu espero, respondia minha mulher. Eu, que a conhecia, sabia que ela não estava fingindo. Na verdade, ela estava excitada pelo tesão da situação. Ela sabia que eu estava olhando, e isso, em vez de esfriar, a esquentava ainda mais.
Lucrécia se tensionou ao reconhecer o marido e tive que segurá-la para que não entrasse no quarto. Fiquei atrás dela, segurando-a e tapando sua boca com a mão, até que ela se acalmasse; só aí soltei sua boca.
Enquanto isso, minha esposa já tinha avançado com o processo e o macho dela estava só de cueca. Depois, sem descer do colo dele, ela começou a se despir. Quando os peitos dela ficaram livres, ele se atirou sobre eles com as duas mãos, começando a apertá-los com desespero.
Lucrécia tinha se acalmado, ou pelo menos parecia. Olhei para ela e o que vi me surpreendeu. Ela estava com os olhos arregalados e a língua passando pelos lábios. A putinha estava se excitando vendo o marido com outra mulher. Eu também estava muito tarado, pra ser sincero.
Minha mulherzinha se levantou e terminou de tirar a roupa, e o macho, de uma só vez, tirou a cueca, ficando nu. O pau dele era um pouco mais curto que o meu, embora um pouco mais grosso. Minha mulher se atirou sobre ele, engolindo tudo. Olha só, a donzela que não gostava de chupar pica.
Ele a pegou pela cabeça e acompanhava a sucção como se estivesse metendo na boca dela, e era exatamente o que estava fazendo. Estava metendo pela boca dela.
- Que lindo você chupa, querida. Tomara que minha mulherzinha aprenda algumas lições com você. Mas agora monta em mim como antes, ele disse, e minha mulher, passando uma perna por cima do corpo dele, se ajoelhou, deixando o pau dele posicionado para a próxima cena. Ela o pegou com a mão, direcionou para o lugar e se abaixou, engolindo até a metade. Ficou ali, esperando se acostumar, mas ele foi ao encontro dela, enfiando tudo e fazendo-a gemer.
O corpo de Lucrécia Tava com tesão, dava pra ver ela corada e cheia de fogo. Por trás, me aproximei até encostar meu pedaço no meio das bundas dela. No começo ela não reagiu, mas depois de uns segundos, empinou a bunda pra trás pra melhorar o contato. Na hora, comecei a fazer movimentos circulares que faziam ela sentir bem meu pau. Uma das minhas mãos desabotoou a camisa dela e sumiu dentro do sutiã, agarrando um peito firme e grande, com um mamilo duro e de bom tamanho, que comecei a beliscar. Com esse tratamento, Lucrecia começou a suspirar baixinho.
Na cama, minha mulher era fodida com tudo, pelo macho que tava debaixo dela. Ela quicava igual uma possessa, e ele ajudava na penetração subindo pra encontrar ela. Os dois gritavam que nem bichos.
Abri o zíper da minha calça e tirei meu pau, duro igual ferro. Levantei a saia dela e agora me apoiei na buceta dela, com a calcinha sendo a única fronteira separando a gente do contato pele com pele. Ela começou a ir pra frente e pra trás, aumentando a esfregada sem controle. De repente, ela começou a se tensionar, e consegui tampar a boca dela antes que um orgasmo a levasse por completo. Tive que segurar ela pra não cair no chão. Levou uns dois minutos pra se recuperar.
Enquanto isso, os amantes tinham trocado de posição, e agora minha esposa era cravada com tudo no colchão, com o macho por cima bombando ela com raiva e gritando putarias, chamando ela de vagabunda e dizendo como ela tava comendo um pau que não era do marido dela. Minha mulherzinha concordava com desespero.
Quando Lucrecia se recuperou, puxei ela um pouco pra trás, fiz ela se abaixar um pouco e, afastando a calcinha, encostei meu pau direto na entrada da buceta dela. Ela se agarrou nas minhas pernas com as mãos, e eu segurei os ombros dela com uma mão enquanto guiava meu pau pro prazer. Quando atravessei os lábios da buceta dela, as mãos dela apertaram minhas coxas. Devagar, fui me enterrando nela pra evitar que ela gritasse. Não queria que nos descobrissem. Finalmente ela ficou com tudo dentro, e começamos a viagem dos sonhos. Minhas estocadas eram longas, quase saindo dela e depois mergulhando de novo por completo. Ela, com as mãos nas minhas pernas, guiava as investidas.
Naquele momento, o duelo na cama se resolveu. Minha mulher gozou profundamente, e o macho, sem esperar um segundo, se esvaziou dentro dela.
— Toma, puta, toma todo meu leite — gritei enquanto me enterrava nela uma vez, e outra, e outra...
E de repente tudo tinha acabado. Atrás da porta, desmontei e, pegando Lucrecia pela mão, levei-a até o quarto de onde tínhamos saído. Tranquei a porta e rapidamente me despi sob o olhar de desejo dela, que lentamente também começou a se despir. Quando a deitei na cama, abri suas pernas e me enterrei nela por completo.
Lá fora, ouvimos eles saírem do quarto e irem em direção à porta. Sem dúvida, a sacanagem da situação fez com que, quando eles fecharam a porta e foram embora, Lucrecia gozasse de novo, começando a chorar desolada. Fiquei parado, deixando ela se aliviar. O que ela tinha vivido era muito intenso.
— Meu marido, o filho da puta, era verdade o que minhas amigas diziam. Ele transa com a primeira puta que aparece.
— E dessa vez a puta foi minha mulher — falei, começando a me mover devagar.
— Mas ele vai me pagar, pode ter certeza.
— Já está pagando. Goza, querida, goza — disse, acelerando minhas penetrações.
Aos poucos, Lucrecia foi deixando o ódio de lado para se entregar de novo ao amor. Quando sentiu que ia encher ela, me beijou com desespero, e nossas línguas se enroscaram enquanto minhas bolas se esvaziavam dentro do corpo dela. A sensação foi de plenitude total.
Ficamos ali alguns minutos, de olhos fechados. Eu me sentia satisfeito. De repente, Lucrecia entrou em ação.
— Vou ensinar pro meu maridinho se eu sei ou não chupar pica — disse, capturando a minha e enfiando tudo na boca.
Começou um boquete desesperado, como nunca tinham feito em mim. até que me levou à beira do orgasmo.
— Para, porque vou gozar — falei descontrolado.
Ela tirou da boca e me olhou.
— E o que você acha que eu quero? Quero tomar todo o seu leite, coisa que nunca fiz, em homenagem ao filho da puta do meu marido — disse enquanto voltava a chupar.
Aguentei uns minutos e finalmente gozei na boca dela, dando gritos de prazer. Ela engoliu e engoliu até me deixar seco.
Lucrécia confrontou o marido com a verdade, e ele não teve escolha a não ser reconhecer que tudo o que contavam era verdade e não pôde mais controlá-la. Hoje eles têm um relacionamento aberto, onde cada um faz o que bem entende.
Melissa e eu continuamos juntos. Temos um sexo bom, e ainda curto de vez em quando ela trazer algum amiguinho em casa e ver ela dar. Quando o amigo termina e vai embora, é minha vez de meter nela, geralmente pelo cu, que tenho proibido ela deixar qualquer outro fazer. Essa é minha vingança pelos dias que ela me fez passar com Pablo, corno e sedado. Algum dia eu gostaria de voltar à cidade do rio, porque tenho umas contas a acertar com Pablo, que sei que casou com uma mulher linda. Se eu jogar bem as cartas, tenho certeza de que posso comer ela e pagar os favores recebidos.
Com Lucrécia nos encontramos umas duas vezes por semana e curtimos um sexo gostoso, com muito carinho e amor. Talvez um dia a gente acabe junto, mas por enquanto estamos felizes assim.
Como eu disse, tem que ver o lado bom das coisas.
3 comentários - Veja o lado bom (2ª e final)
Muy bien narrado además....
Gracias!