Você tem aquela pessoa na sua vida que te deixa louca? Aquela que não aparece em nenhuma foto, da qual você não guarda nenhuma lembrança material? Aquela pessoa que incendeia sua cabeça e, quando você está mal, te faz pensar: "... e se eu tivesse me arriscado...?" Essa pessoa pra mim é A.C (se não coloco o nome, entendam que é pra não queimar ele). A. foi meu namorado, depois, com o tempo, entendemos que não dava pra levar um relacionamento, simplesmente não funcionava porque éramos parecidos demais, e ele seguiu a vida dele e eu a minha... e sim, não tenho fotos, nem cartas, nem cartões de amor, e ele incendeia minha cabeça e meu corpo quando lembro, e digo lembro porque já faz uns meses que exorcizei ele da minha vida (nunca vou perdoar ele ter tido um filho). Toda vez que estou mal, lembro dele, quando as coisas deixam de funcionar em casa, sinto falta dele... mas há uns dias, A.C apareceu de novo, mais gordinho, mais largado, cansado... mas cheirava igual, e é esse perfume que me derrete antes mesmo de ele dizer qualquer coisa.
Meu marido já estava trabalhando e meus filhos faltavam duas horas pra acordar, então decidi deixar ele entrar... Ele entrou em casa, e começou a onda de reprovações que não deveria rolar, mas que é mais forte que eu. A gente ficou discutindo quase meia hora, até que o celular dele tocou e era a mulher dele, então trocamos os números novos de celular e combinamos de nos ver de novo. Uma hora depois que ele foi embora, começaram a chover mensagens de texto com palavras tipo "como você está gostosa" "vamos reviver velhos momentos"... e sim, eu sou um pouco vadia e por ele sou vadia inteira... não demorei nada pra tomar um banho e levar os meninos pra minha mãe (que ultimamente me olha desconfiada). Mandei um texto pra ele dizendo onde estava e em questão de quinze ou vinte minutos ele já estava lá...
Entrei no carro, olhei pra ele e, sem trocar uma palavra, a gente se beijou, aqueles eram meus beijos, meus lábios, meu corpo, ele é o homem que eu desejo e por quem perco a cabeça e não me importo com mais nada, e ali estávamos na porta de um supermercado nos comendo de beijos, mandando as mãos em qualquer lugar que estivesse mais quente que o normal.
apertava meus peitos, chupava eles e eu afundava mais a cabeça dele pra chupar com força, soltava e voltava a me beijar e eu já tava toda molhada e só queria que o pau dele entrasse e preenchesse todo aquele espaço que ninguém sabe preencher como ele...
vamos pro hotel? ele disse, eu beijei ele em sinal de aprovação e ele começou a dirigir como podia porque eu continuava tocando nele, já com o pau dele pra fora da calça, os dois completamente loucos.
entramos no hotel, nem banho, nem ligar a TV, nem brincar com o controle... nada, direto pra ficar pelados...
eu despi ele e joguei ele na cama e comecei a chupar o pau dele a toda velocidade, como se minha vida dependesse disso, e deixei minha buceta implorando por atenção perto da cabeça dele, não num 69 perfeito, só perto pra ele poder lamber se quisesse ou brincar com os dedinhos se tivesse vontade...
gozei, tudo dentro da minha boca, engoli com gosto tudo que podia e continuei chupando pra nada cair, mas deu pra ver que ele também sentia minha falta e me puxou pra cima dele...
deus! como eu sentia falta daquele pedaço de carne quente entrando e saindo, meus peitos pulavam no ritmo que ele mesmo marcava com uns tapas na bunda... no meio desse vai e vem eu tinha que parar e colocar de novo, tava toda molhadinha e escorregava entre as dobras dos meus lábios roçando meu clitóris e me fazendo gritar... gozei, gozei... gozeeei... gritos, arranhões, chupões, nada importa, tudo vale, ele é meu amante que me deixou abandonada por meses demais, agora tinha que me satisfazer mesmo que depois tivesse problemas em casa...
vai, vagabunda, me dá minha bundinha que eu sentia falta... sim, meu amor, sou sua, sou sua e te amo... cala a boca, vagabunda, que você sabe que não pode, não me enlouquece e me dá a bundinha que vou arrebentar até você não conseguir andar... aiiii e ele já tava dentro de mim, doendo minha bunda, cuspindo pra meter forte e fundo como a gente gosta... eu de quatro O cara parado me penetrando até o fundo... me come, vagabunda, me come com essa bunda e eu começo a rebolar, deixando o pau dele me encher devagarzinho... feliz por ele estar arrombando meu cu com vontade acumulada, com fome de mim...
A gente goza junto e se joga na cama pra fumar um cigarro em silêncio. Eu sei que qualquer merda que eu falar pode estragar o momento, e ele fica calado porque quer prometer, mas sabe que não pode mais, que tem família. O celular dele toca, ele não atende, desliga, me olha, sorri e arrisca: "Cê tá pronta pra começar?"...
Ficamos no hotel mais duas horas, trepando, chupando, mordendo, nos contorcendo no prazer de fazer exatamente o que não deveríamos estar fazendo. Saímos de lá com as perninhas tremendo, cara de cansados e cabelo molhado... Ele me deixa na casa da minha mãe, eu já tinha ido pro banco de trás pra parecer que era um Uber. Chegamos lá, minha mãe me esperava na porta. Eu desço e a primeira coisa que ela fala é: "Esse não era o A.C.???
Meu marido já estava trabalhando e meus filhos faltavam duas horas pra acordar, então decidi deixar ele entrar... Ele entrou em casa, e começou a onda de reprovações que não deveria rolar, mas que é mais forte que eu. A gente ficou discutindo quase meia hora, até que o celular dele tocou e era a mulher dele, então trocamos os números novos de celular e combinamos de nos ver de novo. Uma hora depois que ele foi embora, começaram a chover mensagens de texto com palavras tipo "como você está gostosa" "vamos reviver velhos momentos"... e sim, eu sou um pouco vadia e por ele sou vadia inteira... não demorei nada pra tomar um banho e levar os meninos pra minha mãe (que ultimamente me olha desconfiada). Mandei um texto pra ele dizendo onde estava e em questão de quinze ou vinte minutos ele já estava lá...
Entrei no carro, olhei pra ele e, sem trocar uma palavra, a gente se beijou, aqueles eram meus beijos, meus lábios, meu corpo, ele é o homem que eu desejo e por quem perco a cabeça e não me importo com mais nada, e ali estávamos na porta de um supermercado nos comendo de beijos, mandando as mãos em qualquer lugar que estivesse mais quente que o normal.
apertava meus peitos, chupava eles e eu afundava mais a cabeça dele pra chupar com força, soltava e voltava a me beijar e eu já tava toda molhada e só queria que o pau dele entrasse e preenchesse todo aquele espaço que ninguém sabe preencher como ele...
vamos pro hotel? ele disse, eu beijei ele em sinal de aprovação e ele começou a dirigir como podia porque eu continuava tocando nele, já com o pau dele pra fora da calça, os dois completamente loucos.
entramos no hotel, nem banho, nem ligar a TV, nem brincar com o controle... nada, direto pra ficar pelados...
eu despi ele e joguei ele na cama e comecei a chupar o pau dele a toda velocidade, como se minha vida dependesse disso, e deixei minha buceta implorando por atenção perto da cabeça dele, não num 69 perfeito, só perto pra ele poder lamber se quisesse ou brincar com os dedinhos se tivesse vontade...
gozei, tudo dentro da minha boca, engoli com gosto tudo que podia e continuei chupando pra nada cair, mas deu pra ver que ele também sentia minha falta e me puxou pra cima dele...
deus! como eu sentia falta daquele pedaço de carne quente entrando e saindo, meus peitos pulavam no ritmo que ele mesmo marcava com uns tapas na bunda... no meio desse vai e vem eu tinha que parar e colocar de novo, tava toda molhadinha e escorregava entre as dobras dos meus lábios roçando meu clitóris e me fazendo gritar... gozei, gozei... gozeeei... gritos, arranhões, chupões, nada importa, tudo vale, ele é meu amante que me deixou abandonada por meses demais, agora tinha que me satisfazer mesmo que depois tivesse problemas em casa...
vai, vagabunda, me dá minha bundinha que eu sentia falta... sim, meu amor, sou sua, sou sua e te amo... cala a boca, vagabunda, que você sabe que não pode, não me enlouquece e me dá a bundinha que vou arrebentar até você não conseguir andar... aiiii e ele já tava dentro de mim, doendo minha bunda, cuspindo pra meter forte e fundo como a gente gosta... eu de quatro O cara parado me penetrando até o fundo... me come, vagabunda, me come com essa bunda e eu começo a rebolar, deixando o pau dele me encher devagarzinho... feliz por ele estar arrombando meu cu com vontade acumulada, com fome de mim...
A gente goza junto e se joga na cama pra fumar um cigarro em silêncio. Eu sei que qualquer merda que eu falar pode estragar o momento, e ele fica calado porque quer prometer, mas sabe que não pode mais, que tem família. O celular dele toca, ele não atende, desliga, me olha, sorri e arrisca: "Cê tá pronta pra começar?"...
Ficamos no hotel mais duas horas, trepando, chupando, mordendo, nos contorcendo no prazer de fazer exatamente o que não deveríamos estar fazendo. Saímos de lá com as perninhas tremendo, cara de cansados e cabelo molhado... Ele me deixa na casa da minha mãe, eu já tinha ido pro banco de trás pra parecer que era um Uber. Chegamos lá, minha mãe me esperava na porta. Eu desço e a primeira coisa que ela fala é: "Esse não era o A.C.???
5 comentários - Mi Locuriita